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Diário da Resistência


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Fernando Ferro: Será que existem deputados ou senadores ameaçados por dossiês do Cachoeira?


25/08/2012 - 12h05

23 DE AGOSTO DE 2012 – 15H16

Ferro critica “pacto de silêncio” e pede convocação de jornalista

do Vermelho

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) manifestou, no Plenário da Câmara, seu “estranhamento” com o “pacto de silêncio” na CPMI do Cachoeira para convocar representantes do Grupo Abril e o jornalista Policarpo Júnior. “Sob o discurso de liberdade de imprensa, vemos uma proteção a uma delinquência jornalística, em parceria com o crime organizado. Não há outro nome”, disse o deputado.

Fernando Ferro enfatizou que as recentes informações dando conta de que a namorada do Cachoeira ameaçou um juiz com um dossiê produzido pelo jornalista Policarpo “revelam a extensão desse problema e a ousadia desse grupo mafioso”. Para o deputado, “essas são práticas da máfia, de grupos criminosos, perigosos e altamente articulados: dossiês para chantagear juízes, produzidos por jornalistas a serviço de criminosos, como o sr. Carlos Cachoeira”, enfatizou.

O deputado considerou ainda que esse silêncio deixa outra dúvida: “Será que existem deputados ou senadores da CPMI ameaçados por dossiês do Cachoeira?”. Para Fernando Ferro, ao se recusarem a convocar o jornalista, “eles estão dando claramente sinais de que ou têm medo ou são cúmplices desses delinquentes”.

Na avaliação de Ferro, isso é extremamente preocupante. “Sugiro ao presidente da CPMI que inquira, que pergunte se está havendo alguma chantagem contra algum desses parlamentares”, completou.

Fernando Ferro lembrou que, por muito menos, na Inglaterra foi aberto um processo que culminou no fechamento de um jornal de grande expressão daquela nação devido a problemas de espionagem política patrocinada por esquemas que utilizaram jornalistas.

“Apelamos aos parlamentares que participam da CPMI para que convoquem o jornalista Policarpo, o Grupo Abril, para que falem sobre suas relações com Carlos Cachoeira. Isso é bom para a democracia e para desmascarar certo tipo de jornalismo que faz associação com o crime organizado para promover dossiês, ameaças e escândalos, como temos visto neste país”, finalizou o deputado.

“Código de Silêncio”

O silêncio do ex-tesoureiro da campanha do tucano Marconi Perillo (PSDB) ao governo de Goiás Jayme Eduardo Rincón e do ex-corregedor da Polícia Civil Aredes Correia Pires, convocados para depoimento à CPMI do Cachoeira nesta quarta-feira (22), reforça a tese sustentada pela procuradora Léa Batista da existência de um “código de silêncio” que protege a organização.

“A quadrilha age de forma articulada e unitária, onde ninguém entrega ninguém e todos são protegidos pelo chefe Carlos Cachoeira”, enfatizou o relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG).

Ambos compareceram à comissão protegidos por habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para permanecerem em silêncio. Em depoimento na terça-feira (21) à comissão, a procuradora disse que “o silêncio é um direito de todos, mas o código de silêncio adotado nos depoimentos à CPMI e à Justiça Federal é típico de organizações mafiosas”, declarou.

De acordo com o relator, os depoentes perderam a oportunidade de esclarecer as denúncias que pesam sobre eles. No caso do Jaime Rincón, presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), áudios da Polícia Federal apontam denúncias graves de “acerto” de licitações.

“Os áudios evidenciam que há interesse da Delta Construções na Agetop. Esse interesse foi materializado quando dois lotes de empresas que concorriam com a Delta foram desclassificados. Essa desclassificação ocorreu seis dias após pedido do Vladimir Garcez, braço político da organização criminosa”, denunciou Odair Cunha.

Além disso, as investigações da PF revelam um depósito do grupo de Cachoeira no valor de R$ 600 mil na conta da empresa Rental Frota Ltda, que tem Rincón como um dos sócios.

Da Redação em Brasília
Com agências

A íntegra:

O SR. FERNANDO FERRO (PT-PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, quero manifestar meu estranhamento em relação ao pacto de silêncio que estamos verificando na chamada CPMI do Cachoeira no que se refere à convocação de representantes do Grupo Abril e do jornalista Policarpo Jr.

Sob o discurso de liberdade de imprensa, vemos a tentativa de se proteger uma delinquência jornalística praticada em parceria com o crime organizado. Não há outra definição.

As recentes informações dando conta de que a namorada do Sr. Carlos Cachoeira ameaçou um juiz com um dossiê produzido pelo jornalista Policarpo Junior revelam a extensão do problema e a ousadia desse grupo mafioso. Sim, porque é uma prática da máfia, de grupos criminosos, perigosos e altamente articulados a feitura de dossiês para chantagear juízes – dossiês produzidos por jornalistas a serviço de criminosos, como o Sr. Carlos Cachoeira.

Esse silêncio me deixa com outra dúvida: será que existem Deputados ou Senadores da CPMI também ameaçados por dossiês do Cachoeira? Porque, ao se recusarem a convocar esse elemento, claramente dão sinais de que ou têm medo ou são cúmplices desses delinquentes. E isso é extremamente preocupante. Sugiro ao Presidente da CPMI que inquira, que pergunte aos membros da Comissão se está havendo alguma chantagem.

Não encontro, Deputado Vieira da Cunha, explicações para esse silêncio, para esse medo de convocar o referido jornalista. Por muito menos, na Inglaterra foi aberto um processo que culminou no fechamento de um jornal de grande expressão, devido a problemas de espionagem política patrocinada por esquemas que utilizaram jornalistas.

Prefiro não crer que os Parlamentares da CPMI contrários à convocação estejam sob a ameaça de um dossiê. Prefiro até acreditar que seja uma blindagem de boa-fé, sob o argumento de que ainda não seja hora de convocá-lo. Mas paira-me uma dúvida neste momento em que há uma grande preocupação em se dar maior dimensão ao chamado escândalo do mensalão e praticamente se retira de cena fatos de tamanha gravidade.

Uma senhora chegou ao cúmulo, ao extremo de ameaçar um juiz com um dossiê, para tentar a liberação do seu comparsa! Isso é inaceitável em uma democracia!

Apelo, então, para os Parlamentares que participam da CPMI no sentido de que convoquem o Sr. Policarpo e o Grupo Abril, para que falem sobre suas relações com Carlinhos Cachoeira. Isso será muito bom para a democracia e para desmascarar certo tipo de jornalismo que faz associação com o crime organizado para promover dossiês, ameaças e escândalos, como temos visto ocorrer neste País.

É bom para a democracia e para a cidadania deste País reconhecermos que não há privilégios e que não se pode utilizar o argumento da liberdade de para impedir uma investigação. A liberdade de imprensa é garantida constitucionalmente – e a defendemos. Queremos uma imprensa livre e com capacidade de fazer investigações, mas não podemos admitir a associação e parceria da imprensa com o crime organizado. Isso, sim, merece investigação. E é o caso de Policarpo Jr, da revista Veja e do Grupo Abril.

Portanto, Sras. e Srs. Deputados, a CPMI tem a obrigação de fazer essa convocação para trazer os devidos esclarecimentos ao País e enfrentar esses criminosos. Caso contrário, a Comissão vai passar para a história como cúmplice ou como medrosa.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

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37 comentários

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Senta o ferro

01 de setembro de 2012 às 08h44

Se Cachoeira tiver colocado as mãos nos vídeos das festas delubianas, estamos perdidos.

Responder

João

27 de agosto de 2012 às 11h42

“Fernando Ferro: Será que existem deputados ou senadores ameaçados por dossiês do Cachoeira?”

Será q é por isso q o PT não quer investigar a Delta?

é, pode ser…

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paulo roberto

27 de agosto de 2012 às 10h09

Não há dossiês contra os defensores da quadrilha. Eles só permanecem em silêncio seguindo o preceito constitucional de que ninguém pode ser obrigado a fazer prova contra si mesmo, e essa gente também faz parte da quadrilha, logo, não faz nenhum sentido eles denunciarem quem quer que seja.

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Djijo

27 de agosto de 2012 às 09h34

Mulher bonita do vice, é premio ou presente?

Responder

    Vanderlei Prado

    27 de agosto de 2012 às 11h02

    Chega de corrupção e impunidade, mas… quanto a mulher bonita, se o vice não fosse vice certamente seria a mulher feia e não a mulher bonita

acmsouza

27 de agosto de 2012 às 07h14

LIBERDADE DE IMPRENSA E CASO CACHOEIRA: IMPRENSA USA O MODO OPERANTE, ACOBERTA-SE NO MANTO DO SILÊNCIO.
Sr. Deputado, a liberdade de imprensa é tão sagrado que os próprios meios de divulgação jornalísticas, seus administradores e os jornalistas, em sua defesa, deveriam ser os mais interessados nos esclarecimentos das duvidas que envolvam seus membros com o crime organizado, principalmente quando o envolvimento é tão avassalador como o caso atual. A imprensa está adotando a mesma pratica que os acusados: acobertando-se no manto do silêncio.

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oswaldo sevá

26 de agosto de 2012 às 23h46

O deputado Fernando Ferro poderia aproveitar a oportunidade e explicar como, porquê e a atendendo a quais reais interesses ele formulou o projeto de Decreto Legislativo 788 que, em meados de 2005, que foi aprovado na Camara e no Senado a toque de caixa, em meio ao furacão das denuncias do mensalão. Trata-se do decreto com o qual o governo federal tentou burlar as exigencias constitucionais do artigo 231 da CF de 1988 e “mandou seguir” com a implantação do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Pará. Há poucos dias, o Tribunal Regional Federal em Brasilia julgou Ação Civil Publica aberta pelo Ministerio Publico Federal, considerou o decreto de iniciativa do deputado Ferro como inconstitucional e ordenou a paralisação do canteiro de obras da hidrelétrica. A implantação da hidrelétrica somente seria possivel com o financiamento público do BNDES, de empresas estatais e de fundos de pensão de bancários e petroleiros de estatais. Uma “bolada” de mais de 30 bilhões de reais que alimentaria diretamente as finanças das maiores empreiteiras do país e encomendas do cartel mundial de fabricantes de equipamentos. Politicamente o maior beneficiario é o grupo do ex-presidente Sarney, que está entrincheirado nos altos postos das Minas e Energia e da Eletrobrás desde a época dos generais-ditadores. O ex-presidente foi o relator do decreto 788 no Senado. Em tempo: o “dinheirão” do dito mensalão parece que não ultrapassa 100 milhões de reais; e os negocios da Delta e do bicheiro goiano se medem talvez em centenas de milhões. O Belo Monte é a manobra global do século: 30 bilhões ou provavelmente muito mais. Com a palavra o nobre parlamentar.

Responder

ZePovinho

26 de agosto de 2012 às 19h43

Eu voltei.Mais letal.Mais mortífero.O PIG que se cuide,porque eu sou da família febiana!!!!!!!!!!Ratatá!!!”A cobra está fumando”….

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Injustiças contra os Ex-combatentes da FEB – Parte IV

http://segundaguerra.net/injusticas-contra-os-ex-combatentes-da-feb-parte-iv/

Responder

ZePovinho

26 de agosto de 2012 às 18h48

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/08/bomba-rasura-em-documento-oficial-apaga.html

Bomba: Rasura em documento oficial apaga do ‘mensalão’ pagamento à Globo (maior beneficiária)

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O relatório final e oficial da CPMI dos Correios, escreve com todas as letras, nas páginas 693 e 694 que, entre as pessoas jurídicas, o maior “beneficiário” das empresas do grupo “Marcos Valério” foi o Grupo GLOBO (TV`s, rádios, jornais e revistas).

Contudo, é muito esquisito que, justamente na página 694, onde mostraria objetivamente o valor que as empresas de Marcos Valério repassaram para as Organizações Globo, a tabela foi impressa desalinhada, cortando os primeiros dígitos, de forma a tornar ilegível o verdadeiro valor pago.

Os valores desta tabela são cruciais para enxergar como foi esse tal “mensalão” como um todo, no conjunto da obra, e não pinçando seletivamente ocorrências isoladas do contexto total, e escondendo o resto, com fez o noticiário da própria Globo nestes últimos 7 anos.

É inadmissível que, com a lei do acesso à informação em vigor, o Congresso Nacional não retifique imediatamente esse relatório exposto à consulta pública desde o fim da CPI.

Confira aqui na página oficial do Senado: http://www.senado.gov.br/atividade/comissoes/cpi/relatoriofinalcorreios.asp

A tabela danificada está no volume 2 do Relatório Final. A página com numeração 694 corresponde à página física 205 no arquivo em PDF .

Responder

    FrancoAtirador

    26 de agosto de 2012 às 23h06

    .
    .
    Boa, Zé Povinho !

    Então vamos publicar a tabela com os valores efetivamente pagos

    pelas empresas de Marcos Valério à Oligarquia Máfio-Midiática:



    FrancoAtirador

    27 de agosto de 2012 às 08h56


Hélio Jorge Cordeiro

26 de agosto de 2012 às 12h16

Azenha, desculpe retornar, mas a mesa da CPI lembra os três macacos: não vejo, não ouço e não falo.

Responder

Julio Silveira

26 de agosto de 2012 às 10h46

Fernando Ferro, meu nobre deputado, com todo o meu respeito, mas você é parlamentar de que país? de que planeta?

Responder

    Jairo Beraldo

    26 de agosto de 2012 às 14h26

    Faço minhas as suas palavras..isso é pergunta que se faça?

pedro - bahia

26 de agosto de 2012 às 09h20

Se não tem é difícil entender o comportamento de alguns parlamentares em relação ao caso. E agora tem novidade: A Revista Veja, insatisfeita com o andamento do julgamento do chamado mensalão, começa a tentar plantar intriga do Governador Eduardo Campos (PE) com a Presidenta Dilma.
Em princípio, a Editora Abril queria prender o Dirceu, para atingir Lula e depois para derrubar a presidenta. Agora quer seguir outro caminho.

Responder

Paciente

26 de agosto de 2012 às 04h20

Ai meu Deus! Agora é que ele esta SUSPEITANDO disso!!

Os congressistas ali se dividem em três grupos:

1) os que a VEJA/Cachoeira têm dossiê;
2) os que sabem que a Veja/Cachoeira têm dossiê de todo mundo (executivo, legislativo e judiciário) e portanto, mesmo que sua culpa venha a ser solarmente comprovada, continuará achacando os poderes “secula seculorum” e;
3) os “polianas” que “desconfiam” de uma coisa dessas já passados meses de CPMI funcionando.

É mais fácil achar uma donzela numa casa de quenga!!!

Responder

FrancoAtirador

26 de agosto de 2012 às 00h04

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Cachoeira comandava, de dentro da prisão,
quadrilha desmantelada pela operação Jackpot

Grupo faturava pelo menos R$ 10 mil por dia com os jogos de azar

A operação Jackpot (expressão inglesa que faz referência ao prêmio acumulado em máquinas de cassinos ou sorteios de loterias), deflagrada no começo da manhã desta sexta-feira (24), prendeu três pessoas que recebiam ordens diretas do bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde o começo do ano quando a operação Monte Carlo foi deflagrada pela Polícia Federal.

O delegado responsável pela Deco (Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado) da PCDF (Polícia Civil do DF) Henry Lopes, disse que o grupo agia de forma bem articulada.

— Existem fortes indícios de que Cachoeira comandava o grupo de dentro da prisão.

Em uma tentativa de despistar a ação da polícia, o delegado explica que o grupo modernizou a forma de trabalhar e chegou a investir em “modernidade e conforto para os clientes”.

— Eles tinham carros novos, buscavam os clientes em casa ou marcavam pontos de encontro.

Henry explicou ainda que a quadrilha faturava pelo menos R$ 10 mil por dia e era investigada havia pelo menos seis meses.

— Encontramos vales de R$ 37 mil nessas casas de jogos de azar. As pessoas saíam de lá endividadas e existem indícios de que os valores eram bem mais altos, uma vez que a ação varava madrugada adentro.

Ousadia
Ao todo são 13 mandados de busca e apreensão, sendo que cinco deles foram cumpridos. Os três homens que foram presos junto com Cachoeira no começo do ano estavam em liberdade provisória, mas foram presos novamente.

Para o diretor-geral da PCDF Jorge Luiz Xavier, isso é uma afronta ao Estado.

Além disso, em seis meses de investigação a polícia apreendeu 80 máquinas caça-níqueis.

— É inaceitável colocar em liberdade provisória gente que mexe com o crime organizado. Eles são ousados, mesmo com uma CPI instaurada pela prática dos jogos de azar, que resultou na prisão do líder deles, eles vieram para Brasília e instalaram novos pontos, faturando alto, e eram comandados pelo próprio contraventor que está preso.

Xavier disse que o grupo agia de forma premeditada e tinha o que a polícia chama de “movimento de inteligência ativa”.

— Do mesmo jeito que a polícia monitorava todos os passos deles, eles tinham funcionários especializados só para nos monitorar. Quando chegávamos perto de prendê-los, eles davam um jeito de fugir do flagrante, mudando de endereço e descaracterizando todas as provas.

O diretor disse ainda que essa é uma das ações mais ousadas que presenciou durante seu tempo de serviço e acredita que o Estado deva agir com mais rigor.

— É um nível de ousadia muito alto. É uma afronta ao parlamento e judiciário brasileiro.
Acho que se nada for feito, o Estado pode fechar as portas.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/cachoeira-comandava-quadrilha-de-dentro-da-prisao

http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/tres-homens-ligados-a-carlinhos-cachoeira-sao-presos-em-nova-operacao-da-policia-civil-do-df-20120824.html

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FrancoAtirador

25 de agosto de 2012 às 23h53

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PF entrega à CPI do Cachoeira arquivos apreendidos na Operação Monte Carlo

Centenas de documentos e arquivos de vídeo e aúdio apreendidos já estão em posse dos integrantes da comissão;
disponibilização desse material era antiga reivindicação da CPI

A Polícia Federal entregou à CPI do Cachoeira, nesta sexta-feira (24), centenas de documentos e arquivos de vídeo e de áudio apreendidos durante a Operação Monte Carlo, deflagrada em fevereiro, e que deu origem à comissão.

Os arquivos foram reunidos por meio de 27 mandados de busca e apreensão expedidos pela operação e recolhidos na casa do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, de seu ex-cunhado, Adriano Aprígio, e de outras pessoas ligadas ao grupo.

No total, são 270 CDs, nove blu-rays e um DVD.

Além do material apreendido, ainda há laudos periciais e relatórios de análise produzidos pela PF.

A disponibilização desse material era uma antiga reivindicação dos membros da CPI, sempre ressaltada nas reuniões administrativas da comissão.

Na semana passada, um grupo de parlamentares foi à sede da PF em Brasília para reiterar o pedido.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/pf-entrega-arquivos-a-cpi-do-cachoeira

Responder

Fabio Passos

25 de agosto de 2012 às 23h09

O João roberto marinho, da rede globo, foi pesoalmente a Brasília ameaçar congressistas para interromper as investigações da participação do PiG na qudrilha de carinhos cachoeira.

A sociedade veja&cachoeira é um fato.
A rotação a veja é mais do que suspeita

Responder

Hélio Jorge Cordeiro

25 de agosto de 2012 às 22h11

Alguém pode nominar que são esses silenciosos? E, se pudermos, vamos colocá-los em nossa lista dos “ficha suja” nas eleições (não só nessas, para senado, câmara, estadual e federal! Nomes e caras! Se não podemos prende-los, então que tiremos o que nos demos aeles: o mandato!

Responder

Antonio

25 de agosto de 2012 às 21h03

“Na segunda-feira 13, um dia antes da data prevista para Dr. Rosinha se manifestar, uma tensa reunião ocorrida na casa do deputado Jilmar Tatto (SP), líder do PT na Câmara, tornou possível dimensionar a força do lobby da Abril sobre a bancada de quatro deputados do PMDB na comissão. O grupo atendia aos apelos do vice-presidente da República, Michel Temer, presidente do partido, e do deputado Henrique Eduardo Alves, líder da sigla na Câmara.

“Constrangidos, incapazes de articular uma desculpa coerente, os peemedebistas da CPI continuam a negar apoio ao PT na empreitada. Na reunião, voltaram a se prender à falsa tese dos riscos da convocação à “liberdade de imprensa” no país. Eram eles os deputados Luiz Pitiman (DF) e Iris de Araújo (GO) e os senadores Sérgio de Souza (PR) e Ricardo Ferraço (ES).

“No caso de Alves, há uma razão empresarial e outra política para o parlamentar potiguar se curvar aos interesses do baronato da mídia. A família Alves é dona do Grupo Cabugi, que detém os direitos de retransmissão da TV Globo no Rio Grande do Norte. Além disso, Alves pretende ser o próximo presidente da Câmara, o que dificilmente conseguirá, se virar alvo de uma campanha na mídia, Veja à frente.
http://correiodobrasil.com.br/ultradireita-manda-em-parlamentares-do-pmdb-e-influencia-o-stf-afirma-jornalista/503662/

Responder

iza

25 de agosto de 2012 às 19h57

Os pilantras da mídia partido passaram todos os limites.
Augusto Nunes hoje pirou.
Chamou em um texto, o ministro Ricardo Lewandowski de medíocre e comparsa de criminosos.
Será que o Supremo vai continuar ajoelhado para os criminosos da imprensa?

Responder

Heitor

25 de agosto de 2012 às 19h28

É… este silêncio é comprometedor. Será que só o Collor está limpo. E o PSOL? E o Miro Teixeira? E o PT?

Responder

    Roberto Locatelli

    25 de agosto de 2012 às 23h22

    – PT e PCdoB já fecharam questão a favor da convocação.

    – PSDB, Dem, PPS e PSOL foram contra porque são da oposição e defendem a Veja.

    – Falta o PDT e PMDB se decidirem pela convocação para que se complete o número necessário para intimar Policarpo a depor.

Chacal

25 de agosto de 2012 às 19h19

Pensei q a matéria fosse sobre a recusa do PT em investigar a Delta mas não…

continua na “lenga lenga” pra ver se consegue alguma coisinha contra a VEJA!

Responder

Roger

25 de agosto de 2012 às 18h09

A resposta pode estar aqui…

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/etica-jornalistica-uma-reflexao-permanente

“Em nosso cotidiano, embora seja uma regra não escrita, sempre avaliamos as informações que recebemos das fontes tendo como único metro o interesse público que se confunde com o interesse jornalístico. Isso significa que as inúmeras informações pitorescas ou de caráter pessoal, comportamental ou sexual de autoridades e governantes que nos chegam na forma de fotos, vídeos e gravações nunca são usadas por serem ofensivas e nada ajudarem na compreensão dos fatos públicos.”

Será que não sao usadas mesmo?…

Responder

    FrancoAtirador

    25 de agosto de 2012 às 21h18

    .
    .
    Uma boa pergunta.

    Podem não ser usadas por não terem interesse público

    e nem se confundirem com o interesse jornalístico.

    Mas podem ser usadas para atenderem ao interesse privado

    e se confundirem com o interesse dos bandidos de mídia.
    .
    .

oziel f. albuquerque

25 de agosto de 2012 às 17h59

A maioria dos parlamentares da cpmi não querem a convocação do Policarpo, porque tem medo dos criminosos da veja.

Responder

Gerson Carneiro

25 de agosto de 2012 às 17h42

É provável que existam deputados ou senadores ameaçados por dossiês do Cachoeira. Mas é quase certo que existe um vice presidente.

Responder

ricardo silveira

25 de agosto de 2012 às 17h36

Desmascarar a mídia golpista, com a qual está comprometida a Globo, a FSP, o ESP e a Veja, é a questão política mais importante que temos no país, hoje. Não é possível a discussão das políticas que o governo vem implementando com uma mídia que mente, omite ou distorce a informação e que jamais relata os fatos de forma correta.

Responder

assalariado.

25 de agosto de 2012 às 17h13

Se algum dia eu cruzar pelas ruas da cidade com este tal de Habeas Corpus juro, vamos sair no tapa. Ouvi dizer que ele tem parantesco muito próximo com aquela turma dos endinheirados que, por sua vez, tem soldados na casa dos escribas, nas suas várias instâncias, prontos para estabelecer a ‘justiça’ e os desejos e a liberdade das elites dos capitalistas. Eles são os CORRUPTORES, nunca serão apresentados para a sociedade como tal, se apresentados, nunca ficam trancafiados por obra deste tal Habeas Corpus e o escriba da vez. Os defensores da liberdade de expressão atuam e funcionam, tempo integral, como corda e a caçamba. Estes, são os lavadores dos cerebros das massas e da sociedade, costumam só apresentar para o povo o bode expiatório, este será sacrificado como heroi, em nome dos CORRUPTORES. Claro, comdireito a boca calada, tudo sacramentado pela côrte, de acordo com o seu poder economico, claro!

Esta doença é profunda, faz parte do seu modo de se expressar, seja nas idéias, nas suas praticas cotidianas, todos tem o mesmo DNA ideológico, e ficam escondidos dentro daquele cavalo de troia que atende pelo nome de Estado burguês. Seus soldados ocultos dentro deste, tem um outro amigo mais poderoso que lhe da retaguarda psicologica e argumental, via piguinhos amestrados. Corre por fora, e tem o mesmo interesse ideologico de classe, que por sinal, já esta muito bem claro a sua função dentro deste tabuleiro da luta de classes, seu codinome é PIG (Partido da Imprensa Golpista). Sim, a democracia do capital é muito moderna, os que rezam na mesma biblia, estão a disposição nas prateleiras desta sociedade de cartas marcadas, porém nunca reveladas.

Abraços Fraternos.

Responder

FrancoAtirador

25 de agosto de 2012 às 16h28

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A futura capa da Playboy do playboy Cachoeira disse, com todas as letras,

quando tentou chantagear o Juiz Federal que atuou na operação Monte Carlo,

que o Diretor da Sucursal da Revista Veja em Brasília, Policarpo Junior,

possui um dossiê elaborado com o auxílio dos capangas da quadrilha, digo,

com a participação especial dos sócios das empresas de ramo de jogos,

os espiões Jairo Martins de Souza e Idalberto “Dadá” Matias de Araújo.
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Quem não deve, não teme. O Juiz Federal não temeu. Alguém “Temer”?
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Responder

Márcio Gaspar

25 de agosto de 2012 às 14h27

Não é convocado, pois este (jor)(na)(lista) do Cachoeira, da VEJA e da GLOBO.

Responder

Bonifa

25 de agosto de 2012 às 13h32

Os Marinho já passaram o recado: Policarpo=Veja=Imprensa=Globo. Nenhum artista de espetáculo, que aspira ter projeção nacional, ousa desafiar a Globo, ou estará condenado ao limbo. Muitos deputados fazem esta confusão, como se fossem artistas de espetáculo. Até magistrados fazem esta confusão. Entretanto, são muitas as indicações de que em algum ponto o país já rompeu com esta maldita muralha provinciana, de não querer contrariar coronéis. Fernando Ferro está eleito em Pernambuco até o fim do século. Mas os obinubilados senadores e deputados que temem contrariar um poder imbecil que julgam o máximo, deverão se surpreender a cada dia que passa. Ingênuos falsos malandros, é o que são. Rápido se surpreenderão com os insondáveis acontecimentos.

Responder

    Aldenor

    25 de agosto de 2012 às 14h36

    Responder ao Bonifa (interrog.)Não, simplesmente aplaudí-lo e com toda vênia, fazer minhas suas palavras! Avanre sempre!

Carlos Ribeiro

25 de agosto de 2012 às 12h52

Pernambuco deu ao Brasil políticos como Lula e Fernando Ferro. Mas, deu também Freire e Jarbas. Família grande dá de tudo.

Responder

Geysa Guimarães

25 de agosto de 2012 às 12h23

Esse deputado é bom pra catano!
Parabéns, Fernando Ferro!

Responder

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