VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Altamiro Borges: “Mensalão” tucano e silêncio da mídia


10/06/2012 - 19h37

por Altamiro Borges, em seu blog

Na quarta-feira passada (6), finalmente o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu incluir na pauta o debate sobre o “mensalão tucano”, o esquema utilizado para alimentar a campanha pela reeleição do governador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) em 1998. A mídia, porém, não deu qualquer destaque ao assunto. Algumas notinhas informaram apenas que o “mensalão mineiro” também deverá ser julgado em breve – a imprensa demotucana evita, por razões óbvias, falar em “mensalão tucano”.

O caso é bastante emblemático. Ele serve para comprovar a seletividade da chamada grande imprensa. O escândalo surgiu bem antes das denúncias contra o PT. A própria Procuradoria-Geral da República, ao encaminhar o caso ao STF em novembro de 2007, afirmou que o esquema foi “a origem e o laboratório” do “mensalão do PT”. Ele teria sido armado pelo mesmo publicitário Marcos Valério, que montou o famoso “valerioduto” para financiar campanhas eleitorais com recursos públicos e doações de empresas privadas.

“Problemas na prestação de contas”

Segundo o Ministério Público Federal, o esquema usado na campanha frustrada pela reeleição de Eduardo Azeredo, derrotado na época por Itamar Franco, foi financiado com recursos da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), Comig (Companhia Mineradora de Minas Gerais) e Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais). Cerca de R$ 3,5 milhões foram repassados à agência de publicidade de Marcos Valério, a SMP&B, e depois serviram para irrigar o caixa dois da campanha do tucano mineiro.

Numa entrevista à Folha, em setembro de 2007, o próprio Eduardo Azeredo, hoje deputado federal do PSDB, confirmou que teve “problemas na prestação de contas da campanha”. Mas, diante das denúncias, ele fez questão de dizer que os recursos “não contabilizados” não eram apenas para a sua campanha, “mas dos partidos coligados e que envolvia outros cargos, até mesmo de presidente da República”. E confirmou que “parte dos custos” da campanha pela reeleição de FHC foi bancada por seu comitê eleitoral.

Os corredores lúgubres do Judiciário

Apesar das inúmeras provas documentais sobre a existência do esquema ilegal, até hoje o STF protelava o seu julgamento e a mídia fazia de conta que ele não existia. A “faca no pescoço”, utilizada para acelerar o julgamento do “mensalão do PT”, nunca foi usada para apressar o julgamento do “mensalão tucano”, bem mais antigo. Será que agora os ministros do STF vão finalmente julgar o caso? Ou ele permanecerá “passeando pelos corredores lúgubres do Judiciário”, como indaga o blogueiro Antônio Mello.

Leia também:

Paulo Teixeira: Ataque de Gilmar Mendes a Lula revela intranquilidade com a CPI





22 comentários

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Leandro Fortes: Sobre bajuladores e bajuladores « Viomundo – O que você não vê na mídia

16 de junho de 2012 às 14h18

[…] Altamiro Borges: O “mensalão” tucano e o silêncio da mídia […]

Responder

Padim Ciço

15 de junho de 2012 às 14h58

Veja se esta noticia vai sair na midia golpista

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=185839&id_secao=9

14 DE JUNHO DE 2012

Maluf e Daniel Dantas estão na lista dos mais corruptos do mundo

O Banco Mundial lançou um banco de dados que reúne informações sobre 150 casos internacionais onde houve, comprovadamente, a movimentação bancária de um montante igual ou superior a US$ 1 milhão relacionado à corrupção e desvio de dinheiro.

Luiza Bodenmüller, da Pública

Os dados foram obtidos através de investigações, que ocorreram entre 1980 e 2011, feitas a partir de documentos (processos e registros corporativos) e entrevistas com auditores e instituições financeiras. O internauta pode buscar por país casos de pedido de retorno de dinheiro desviado em contas bancárias no exterior.

A proposta é estruturar um mapeamento global de iniciativas dedicadas a promover a transparência, visando coibir a corrupção ao redor do mundo. Batizado de “The Grand Corruption Cases Database Project”, o projeto teve origem num relatório publicado pelo Banco Mundial no final de 2011 chamado “mestres da manipulação de marionetes”, que investigou como governantes corruptos se utilizam das próprias estruturas legais dos governos para mascarar condutas indevidas.

Segundo o relatório, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo. O estudo também investigou os caminhos pelos quais o dinheiro é desviado dentro de mecanismos financeiros legais e revelou as falhas do sistema bancário e corporativo que é utilizado como fachada para crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.

Numa pesquisa rápida no banco de dados é possível encontrar nomes conhecidos do público brasileiro como o banqueiro Daniel Dantas e Paulo Maluf, ex-governador e ex-prefeito de São Paulo. Dantas é citado pelo caso do Grupo Opportunity, em 2008, quando teve US$ 46 milhões bloqueados em contas do Reino Unido e foi condenado por corrupção na tentativa de suborno de US$ 1 milhão para que um investigador desistisse das acusações contra ele, sua irmã e sócia, Veronica Dantas, e seu filho.

Além de Dantas, outro banqueiro foi parar na lista do Banco Mundial: Edemar Cid Ferreira, fundador e ex-presidente do Banco Santos. Ferreira foi condenado, em 2006, pela justiça brasileira a uma pena de 21 anos pelos crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro. Durante o processo, o juiz do caso determinou a busca e apreensão de bens adquiridos com o dinheiro ilegal. Entre os bens apreendidos estavam obras de arte avaliadas entre US$ 20 e US$ 30 milhões, de artistas do porte de Roy Liechenstein, Jean Michel Basquiat e Joaquin Torres Garcia. Segundo os dados do processo, US$ 8 milhões ainda estão sendo monitorados pela justiça.

Paulo Maluf é citado pelo banco de dados duas vezes. Na primeira oportunidade, Maluf acusado pelo Procurador-geral de Nova Iorque de movimentar uma quantia de US$ 140 milhões no Banco Safra, entre 1993 e 1996. Durante esse período, era prefeito da cidade de São Paulo e participou de um esquema de desvio de verbas durante a construção da arterial Avenida Água Espraiada. O dinheiro foi transferido para contas de Nova York e, posteriormente, enviado para paraísos fiscais nas Ilhas do Canal no Reino Unido e, segundo as investigações, parte do dinheiro retornou ao Brasil para gastos com despesas pessoais e campanhas políticas.

Num outro processo, o ex-prefeito é acusado de desviar dinheiro oriundo de pagamentos fraudulentos para contas em bancos em Nova York e na Ilha de Jersey, no Reino Unido. Maluf e seu filho foram enquadrados nos crimes de apropriação indébita e lavagem de dinheiro e tiveram US$ 26 milhões bloqueados em contas de duas empresas, Durant Internacional Corporation e Kildare Finance Limited, que seriam de propriedade do político. As transferências de dinheiro entre as contas levantaram a suspeita da promotoria de Nova York

Fonte: Rede Brasil Atual

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Marcelo de Matos

11 de junho de 2012 às 14h29

O termo mensalão foi uma criação mental do Roberto Jefferson, como ele próprio declarou no processo. O que pode ter havido é um desdobramento do Valerioduto mineiro. Clésio Andrade e Eduardo Azeredo forma sócios de Marcos Valério em uma de suas agências de publicidade e engendraram o esquema financeiro. Toda investigação, jurídica ou não, pela lógica, deveria começar pelo princípio do fenômeno. A lógica, porém, cedeu espaço à política: esse processo kafkiano nada mais é que um ataque político ao PT.

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Tomudjin

11 de junho de 2012 às 11h06

É reconfortante saber que o único recurso que poderia diferenciar um mensalão do outro mensalão, depois de julgados, seriam os Habeas Corpus do Sr. Gilmar.

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lulipe

11 de junho de 2012 às 10h50

Todos deveriam estar felizes com a marcação do julgamento do “maior escândalo da história política do Brasil”, mas parece que o chororô dos que são contra, vai se saber porquê, continua!!!Já foi marcado o julgamento não adianta mais lamentar, agora vamos torcer para que se faça justiça e que muitos dos mensaleiros tenham uma boa estada em algum nossos presídios por um bom tempo.Poderá ser o início de uma nova era para se buscar o fim da impunidade.

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    valdeci elias

    11 de junho de 2012 às 13h39

    Lulipe, Papai Noel não existe. Desculpe, ter que lhe dizer isso.

MAYSA

11 de junho de 2012 às 08h33

EXPLICAÇÕES DA MÍDIA SOBRRE O MENSALÃO

“Os partidos de oposição estão cheios de ladrões, mas são os nossos ladrões”.

“São os nossos ladrões que vão entupir os nossos bolsos de dinheiro comprando os nossos produtos (livros, revistas, comerciais) e propaganda enganosa para se reelegerem. Além disso, os partidos de oposição são ideologicamente afinados conosco”.

” O mensalão do Roberto Jefferson existiu. E nós queremos lascar o Zé Dirceu em bandas. Roberto Jefferson mentiu quando disse que o mensalão não existiu”.

“Quem na corte suprema tem ocoragem de peitar a mídia? Nós precionamos, sim, os membros da alta corte e obtivemos bons resultados: colocamos o chamado mensalão mineiro (do Azeredo) pras cucuias e o mensalão do Dirceu em primeiro lugar. Esqueçam o mensalão mineiro”

“Nós somos chamados de quarto poder, mas na realidade somos o primeiro. E há de quem nos provoque”.

Responder

RicardãoCarioca

11 de junho de 2012 às 08h24

Porque ultimamente tenho votado no PT.

Comparativo PT x PSDB:

Roubalheira
PT: Muitos dos seus roubam.
PSDB: Idem.

Entreguismo
PT: Sem histórico de venda de estatais (consessão não é privatizacão, trolls).
PSDB: Vende o patrimônio público, na maioria dos casos.

Sensibilidade social
PT: Sim (rede de seguranca alimentar, aumento de salário e geracão de empregos).
PSDB: Nenhuma ou quase nenhuma.

Emprego:
PT: Gera.
PSDB: Se pudesse, colocaria até garis da malásia aqui, em nome do neoliberalismo.

Mercado interno:
PT: O fortalece.
PSDB: O sucateia.

Fiscalizacão pela mídia:
PT: Total.
PSDB: Nenhuma ou quase nenhuma.

Por isso eu prefiro o PT no poder. Com o PSDB, a imprensa não denunciaria as roubalheiras, um setor da mídia participaria delas inclusive, o país seria novamente sucateado, para depois ser vendido, o desemprego aumentaria, o acesso a programas sociais diminuiria em meio a detonacão do nosso mercado interno.

Responder

    Wildner Arcanjo de Morais

    11 de junho de 2012 às 10h14

    No final das contas, o ataque da In-PRENSA até fortalece, de certa forma, o PT. Tirando aqueles que são cegos políticos por convicção, os minimamente providos de inteligência política vêm isso e mudam, para, se não melhor, menos ruim.

FrancoAtirador

11 de junho de 2012 às 08h19

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A “FALICITAÇÃO” TUCANA

Segundo a acusação promovida pelo Ministério Público Federal, a SMP&B, no ano de 1998, levantou empréstimos junto ao Banco Rural para aplicar na campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB)
Essas dívidas foram liquidadas com recursos públicos.

Os recursos teriam saído principalmente da Copasa, estatal de saneamento mineira, repassados às empresas de Marcos Valério, e finalmente chegado à campanha tucana em Minas.

Além disso, de acordo com o inquérito policial, seis empreiteiras doaram R$ 8,2 milhões para a campanha de Azeredo sem declarar essas doações à Justiça Eleitoral, o que é obrigatório por lei.
Essas seis empresas receberam R$ 296 milhões em pagamentos por obras na gestão do então governador mineiro Eduardo Azeredo.

A PGR denunciou 15 políticos por peculato e lavagem de dinheiro.

Além de Eduardo Azeredo, estão entre os réus apontados pelo MPF, Cláudio Mourão, então tesoureiro da campanha, e o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, coordenador da campanha.
Também são acusadas, por desvio de recursos públicos, 5 pessoas ligadas à Cemig (estatal de energia mineira), 4 à Comig (estatal de infra-estrutura mineira, atual Codemig), 1 à Copasa (estatal de saneamento mineira) e 2 à gráfica Graffar.

Em 3 de dezembro de 2009, o plenário do Supremo Tribunal Federal, por maioria de votos, decidiu pelo recebimento da denúncia da Procuradoria Geral da República contra Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

Votaram pelo acolhimento da denúncia os ministros Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso, Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio, que acompanharam o voto do relator Joaquim Barbosa.
Recebida a denúncia, foi instaurada a respectiva ação penal contra o ex-governador mineiro, por haver o réu praticado os crimes de peculato* e lavagem de dinheiro.

Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello votaram a favor de Eduardo Azeredo.
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*Código Penal
Parte Especial
Titulo XI
Dos Crimes Contra a Administração Pública
Capítulo I
Dos Crimes Praticados por Funcionário Público Contra a Administração em Geral
Peculato
Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:
Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.
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Responder

Marcio H Silva

11 de junho de 2012 às 02h13

Pela ordem cronológica, o STF deveria julgar primeiro o Mensalão tucano. Queria ver Reinaldo, Merval, Waak, Noblat, Mirian Dragão enfartar de raiva.

Responder

    lulipe

    11 de junho de 2012 às 10h11

    A ordem cronológica não é a de quando ocorreu o fato, mas de quando foi feita e recebida a denúncia, meu caro.Não viaja!!!!

    Marcio H Silva

    11 de junho de 2012 às 14h04

    Aí trollzinhpo bobão, vai procurar sua turma.

Fabio Passos

11 de junho de 2012 às 00h06

Quem está na rede já sabe muito bem.

globo = psdb = veja = dem = pps = fsp
É tudo a mesma coisa.
É uma coisa só.

É a “elite” branca e rica que construiu o Apartheid Social lutando para manter o Brasil no atraso…

Responder

    FrancoAtirador

    11 de junho de 2012 às 08h32

    .
    .
    Um passarinho chamado Assange me contou

    que a Embaixada Norte-Americana em Brasília

    se coloca antes e depois do sinal de igualdade.
    .
    .

Mancini

10 de junho de 2012 às 23h50

Azenha, outro dia mesmo comentei no seu blog da hora errada do julgamento do chamado mensalão do PT, e perguntava do mensalão das montanhas, que parou no STF. Não dá para entender… http://refazenda2010.blogspot.com

Responder

Sagarana

10 de junho de 2012 às 21h45

Foram “apenas” recursos naum contabilizados…

Responder

Bonifa

10 de junho de 2012 às 20h40

Piada tosca. O advogado do Carlinhos Cachoeira foi um dos dois convidados da Monica Bérgamo na Bandnews para falarem do combate à corrupção no Brasil.

Responder

    Bonifa

    10 de junho de 2012 às 21h16

    Aliás, digamos de passagem, Tomás Bastos se houve muito bem. Falou que o Brasil melhorou bastante nesta questão, condenou enfáticamente a pressão opressiva da imprensa sobre o julgamento do mensalão. Falou de sua crença no julgamento técnico e imparcial do Supremo e justificou sua posição profissional em relação à defesa do Cachoeira, sendo muito convincente. Ponto para a Mônica Bérgamo.

    pperez

    10 de junho de 2012 às 21h40

    É.
    O que 15 milhões de verdinhas na sua conta corrente podem fazer!

Paciente

10 de junho de 2012 às 20h34

O povo brasileiro esta totalmente aturdido…

– Uai?! E existe tucano desonesto?! Etelvina, minha filha, este mundo esta é perdido…

– E “nun” é Valdirene!? Eita mundo veio sem porteira…

– “Uví” na televisão que construíram uma hidrelétrica ai na amazônia, que vai afuga os índio todo numa cachoeira, minina. Todo mês o negócio “inlaga”, “inlaga” que nem o rio Pinheiros. Os moço ai na TV chama de mensalão do Cachoeira porque “inlaga” todo mês os índio…

– Coitado dos bichinho… e agora que deve de tê comprado geladeira, TV, internet… deu aí na televisão. Classe “C”… Perdendo tudo!

– É essas coisa de ecologia! Vai vir uma ruma de gente do estrangeiro ai pra fazer essas coisa, é gente viu? Diz que é pra mais de vinte!!

– Deus que me defenda! E vai ter lugar pra esse povo todo, aqui no Rio? Mais vinte?? Inda por cima!!!

– Moça!! Hunpf! Bom era no tempo de Lula, “nun” tinha essas consumição…

– Apôis!!!

Responder

erisdante primo

10 de junho de 2012 às 20h15

Olha so , essas atitudes de silencio da imprenca so reforca o que todos ja sabem a IMPRENCA BRASILEIRA ESTA A SERVICO DO PSDB,DEMo E PPS e o PSDB,DEMo e PPS esta a servico da IMPRENCA BRASILEIRA. Em Minas o silencio da MIDIA aqui e uma confissao de cumplicidade. Olha foi descoberto aqui que o ESTADO MINAS GERAIS distribuiu dinheiro de forma gratuita a uma das radios do NEVER e que tem uma FUNDACAO aqui que leva MENSALMENTE A BAGATELA DE R$5.000.000.00 mensais isso somando os recursos feitos de 2003 a 2011 durante esses anos essa fundacao ja arrecadou uma quantia superor a R$260.000.000.00 e pra nao dizer a nomeacao de pessoas do grupo de cachoeira no governo do choque de gestao, que alias esta produzindo aqui uma das maiores desgracas na EDUCACAO . hoje Minas tem 340.000. criancas e jovens sem direito a escola , mas isso so esta indo adiante porque os tucnos pode e eles estao acima da LEI. por isso e que temos a vantagem em votar no PT , pois o PT e um partido odiado pela MIDIA e ai qualquer politico ligado ao pt que for malandro a imprenca noticia o caso , ao cotrario do PSDB/DEMo/PPS esses aqui a imprenca os protege e por isso eles agem livremente e tanto que o CASO DEMOSTENES e a prova cabal , o MPF sentou em cima das denuncias e nao fizeram nada .

Responder

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