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Estudante da USP: “PM me escolheu porque eu era o único negro”


09/01/2012 - 20h04

por Alceu Luís  Castilho, do  blog Outro Brasil

Órfão de pai desde os 15 anos, Nicolas Menezes Barreto sabe bem o que é trabalhar. Ele é músico e professor da rede municipal de ensino, na zona leste – em condição provisória, pois ainda não é formado. Ele prestou Música, mas entrou na segunda opção no vestibular da Fuvest. Cursa Ciências da Natureza na EACH (Escola de Artes, Ciências e Humanidades), na USP-Leste.

Nicolas foi agredido por um sargento da PM, nesta segunda-feira, durante a desocupação da antiga sede do DCE Livre, o DCE ocupado – a alguns metros da sede da reitoria da USP. “Eu era o único negro lá, com dread”, disse ele ao blog Outro Brasil, por telefone, no fim da tarde.

A palavra dread remete ao estilo de cabelo rastafari. “Sem dúvida foi racismo. Ele foi falar comigo porque pensou que eu não era um estudante, e sim um traficante, algo assim. Tanto que se surpreendeu quando viu que eu era estudante”.

Ele conta que um guarda universitário ajudou o PM a segurá-lo, durante a agressão – naquele momento as imagens aparecem um pouco mais distantes no vídeo. Sobre o sargento que o agrediu, ele afirma: “O cara estava virado no capeta, não sei o que acontece. Tem de pagar as contas também, né. Mas não aceito.”

Nicolas diz que é conhecido dos guardas universitários. Até por ter sido um dos 73 estudantes presos durante a desocupação da reitoria, no início de novembro.

– Agora estou aqui, na endorfina, na adrenalina, tentando me livrar desse susto. Tive algumas escoriações, arranhões, cortes na mão. Mas fiquei com medo de ir à delegacia sozinho. Como tem o vídeo, vou fazer depois o exame de corpo de delito. Estou esperando o advogado para ir fazer o boletim de ocorrência.

O estudante conta que não falou nada demais na hora em que o policial avança em sua direção. “Quando eu falo no vídeo, com o punho da mão fechado, estava dizendo que nós estávamos cuidando do espaço e que não precisávamos da reforma da reitoria. Ele não entendeu isso e veio pra cima de mim”.

O sargento pediu o documento e Nicolas disse que sua palavra bastava. “Aí ele me puxou da bancada”, confirmando o que se vê e ouve no  vídeo veiculado pela internet. “Tentei me defender para não tomar um tapa na cara – ou um tiro na barriga, pois ele me apontou a arma”.

Nicolas fala com orgulho de seu projeto como músico, a banda BRs. O símbolo da banda tem um quadradinho antes do “s”. Ele conta que sua mãe insiste, diante das dificuldades, para ele priorizar o trabalho – pois a família depende de sua renda. Mesmo assim ele tenta conciliar tudo. “Minha mãe sabe da minha luta”.

O estudante atendeu a reportagem agitado, mesmo depois de uma noite sem sono – os estudantes ficaram em vigília nas últimas noites, por conta da ameaça de nova desocupação do espaço.

Antes de desligar o telefone, ainda falou do momento “sinistro” que vivem os alunos da USP durante a gestão de João Grandino Rodas. E se declarou preocupado com a cobertura da mídia. Já sabe que alguns veículos o definiram como “suposto” estudante. “Às vezes o repórter está bem intencionado, mas não sabemos como vai ser a edição”.

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Gustavo Costa: Sobre o agrobanditismo

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176 comentários

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Reitoria da USP põe abaixo o Canil | RETOMADA

23 de dezembro de 2012 às 17h02

[…] https://www.viomundo.com.br/denuncias/estudante-da-usp-agredido-%E2%80%9Cpm-me-escolheu-porque-eu-era… O Canil em dia de Quinta&Breja. Compartilhe:Gostar disso:GosteiSeja o primeiro a gostar disso. Esse post foi publicado em Crusp e marcado burocracia acadêmica, fascismo, intervenção, João Grandino Rodas, neo-integralismo, Rodas, Truculência, USP. Guardar link permanente. ← Reitoria finaliza processos […]

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O protesto que abalou o shopping | Viomundo - O que você não vê na mídia

11 de fevereiro de 2012 às 19h11

[…] mesmo período, as imagens de outro jovem negro, Nicolas Barreto, sendo agredido por um policial militar racista, dentro da USP, ganharam as redes sociais expondo […]

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Luci

12 de janeiro de 2012 às 22h53

A desembargadora Kenarik Boujikian, ex presidente da Associação Juízes para a democracia, concedeu entrevsita a jornalista Marilu Cabañas e declarou: "Polícia paulista comete abusos graves contra negros e pobres" Matéria e áudio no site Rede Brasil Atual.

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Elisa

12 de janeiro de 2012 às 05h15

Uma coisa que muitos não sabem é que policial não pode exigir identificação de uma pessoa quando ele quer, ele só pode fazer isso se a pessoa for suspeit a de alguma coisa. A Constituição brasileira proíbe que a polícia faça isso, qualquer um tem direito de estar na USP porque ela é um espaço público, cada pobre e cada negro paga imposto que mantém a USP. Visivelmente o policia queria mostrar que tinha poder, e resolveu escolher o que lhe parecia mais fraco socialmente para agredir, é assim que agem os que espancam mulheres, crianças etc. Com os brancos ele não tem coragem de fazer isso porque sabe que muitos têm pai rico.

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Claudio Martinez

11 de janeiro de 2012 às 19h08

Como já dizia Bezerra da Silva: você com revólver na mão é um bicho feroz…

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Paulo César

11 de janeiro de 2012 às 18h09

A hipocrisia étnica no Brasil

Lembro-me que há pouco tempo (há algumas décadas) o povo norte-americano era o retrato do racismo. Em poucas décadas eles evoluíram mais do que o Brasil em 500 anos!! … Basta ver o cinema norte americano para ver o papel do negro nessa oitava arte, uma das principais fontes de renda dos Estados Unidos no mundo e a hegemonia de anos-luz na frente do restante do cinema no planeta. É notável também a participação do negro afro-americano em todos os esportes do país: uma participação maciça por competência. Nas universidades é também muito intensa a participação do negro norte-americano como intelectuais importantes na história cultural dos Estados Unidos de hoje. Isso é sinal de inteligência do povo norte-americano, brancos e negros, e de capacidade de resolver os seus próprios problemas internos. Como exemplo de evolução cultural, os americanos hoje têm um presidente negro como representante do País. Estou destacando isso não é por que sou defensor dos Estados Unidos, acho até que eles são um povo muito sacana mesmo, politicamente e culturalmente, mas devemos reconhecer que é um povo inteligente e muito mais avançado que o povo brasileiro, porque aprende rapidamente a resolver suas diferenças étnicas.

Aqui no Brasil a Rede Globo não consegue nem “copiar” o padrão de socialização televisiva dos Estados Unidos, de tão obtusos que são os produtores intelectuais da programação da emissora, principalmente porque se deixam doutrinar por uma mentalidade tão retrógrada de discriminação de atores. Essa emissora só faz vitrine propagandista do mercado de modas e produtos dirigidos quase que exclusivamente para a classe de maior poder aquisitivo, que tem por força do racismo o favorecimento esmagador de pessoas brancas, selecionadas por sistema perverso para as melhores oportunidades de trabalho, estudos, condições de moradia e favorecimento em todos os sentidos. Será que o Brasil real é mesmo este que está representado nas telenovelas da TV Globo?

O problema maior é que a discussão sobre temas que colocam na berlinda o racismo no Brasil é discutido com muita má vontade por pessoas que se consideram não negras, e também por políticos que não querem envolver com uma questão tão espinhosa como essa que não gera votos. A cota para negros ingressarem nas universidades é recebida pela população brasileira com muita desconfiança, isto porque exacerba e expõe mais às claras o racismo velado que existe no Brasil. Quando se faz alguma ação pública para diminuir a desigualdade cada vez mais crescente de oportunidades entre brancos e negros no Brasil, dizem políticos importantes que se torna perigoso a “racialização”. Creio que o problema é “explicitação” do racismo escravocrata já existente e incutido na mentalidade do brasileiro. O racismo brasileiro é a questão de querer se autoafirmar como País de mentalidade do terceiro mundo e ai permanecer. É tudo uma questão estrutural da cultura brasileira dominante, porque não acredito que na nossa genética a predominância do sangue é caucasiana.

Para haver avanço nas discussões sobre racismo no Brasil tem que debater sim. Tem que denunciar sim. E tem que rever os direitos sim. O problema só se resolve, ao menos em parte, se houver disposição para discutir o problema e dialogar de modo construtivo. Essa é uma realidade social, pois mexe profundamente com classes sociais estagnadas pela discriminação ativa e eficaz. É preciso desarmar o sistema operativo que promove as diferenças sociais de modo discriminador, através do cumprimento da lei e que progridamos no sentido de esclarecer e garantir que o ato preconceituoso não cabe mais na sociedade brasileira, e que o exercício de democratização legítima é um direito constitucional que deve ser aplicado sim, doa a quem doer, e que não deve ser mascarado por interpretações capciosas, intolerantes e hipócritas.

Responder

massardi

11 de janeiro de 2012 às 12h38

Vi o vídeo e na minha opinião o policial agiu corretamente, embora tenha perdido um pouco o controle emocional. Não sou por um estado policial, mas nossa polícia também não pode tolerar desacatos, como aliás há muito vem acontecendo contra nossos professores. O ruim deste episódio foi que a reação do policial foi contraproducente. Tudo o que esses estudantes precisavam era expor negativamente a polícia na mídia e parece que conseguiram convencer muita gente por aí.

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    Alexandre Gomes

    12 de agosto de 2019 às 15h52

    Finalmente uma opinião lúcida, depois de tanta cantilena vitimista nos comentários anteriores! Parabéns, meu caro. O pessoal acha que lê o pensamento do policial, vai presumindo que ele era racista e que estava prendendo o negro por ele ser negro. O racismo existe, mas a esquerda amplifica tremendamente o problema para gerar pânico e se apresentarem como salvadores da pátria, para dessa forma obter mais capital político. Pessoas que dizem que o regime de Maduro é democracia posando de grandes democratas.

FrancoAtirador

11 de janeiro de 2012 às 12h16

.
.
Como diria Chomsky:

MAIS UMA NÃO-PESSOA VÍTIMA DA DITADURA POLICIAL
.
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Responder

Jose Antonio Batata

11 de janeiro de 2012 às 07h42

Este papo que político de esquerda é ladrão foi copiado dos jornais de Direita da Europa nos anos 80. Como a Direita não tem programa no mundo inteiro eles criaram esta mentira nos anos 80 e colou. Todo mundo em Brasília sabia que não existia fita contra o Orlando Silva mas a mentira da VEJA colou e a fita onde foi parar. Onde está a FITA contra o Orlando Silva???? Orlando silva foi massacrado porque era preto e pobre esta é a grande e cruel verdade. Este papo de que político de esquerda rouba é apenas falta de argumento de militante de Direita. O grande programa da Direita foram as PRIVATIZAÇÔES. Roubaram BILHÔES do povo brasileiro.

Responder

Fátima

11 de janeiro de 2012 às 01h00

Enquanto o cidadão Nicolas Menezes Barreto é agredido por um policial despreparado; enquanto barracos, sem mais nem menos, são incendiados; enquanto a cracolândia é desativada de maneira agressiva, enquanto uma criança é retirada de um restaurante por ser negro; enquanto alguns cidadãos são agredidos por serem gays … enquanto alguns blogs defendem, acirradamente, toda essa violência … cabe a cada um de nós lutarmos para revertermos essa situação, acho que já está passando dos limites. Já conseguimos tantas coisas boas, através das redes sociais, por que não a paz, o respeito e a dignidade do bem mais valioso, o ser humano.

Responder

Caco

10 de janeiro de 2012 às 20h46

Estão fazendo um alarde demasiado em torno de um fato corriqueiro, a policia em todo o Brasil é despreparada, como é todo o resto do Estado, o que aconteceu ali acontece todos os dias em todos os lugares com todos os pobres, porque justiça e direito no Brasil é só pra quem pode pagar. Essa agressão só dimensionou mais uma vez o despreparo da policia.

Responder

ódio,

10 de janeiro de 2012 às 17h39

Não é escolha é ataque racial.

Responder

Walter Cesar

10 de janeiro de 2012 às 17h13

Sou pardo claro, pós-graduado, empresário, me visto tipo “displicente” elegante e cabelo grisalho crespo baixo. Estava olhando vitrines em Ipanema(RJ) ao lado do “Quartier”, quando dois PMs (de bermuda) me surpreenderam e apontaram duas pistolas e me perguntaram porque estava circulando no local e olhando vitrines? Eam 15 horas. Lhes disse que olhava para comprar um presente para minha companheira médica que estava descendo ao lado no prédio. Ponderei calmamente que ñ poderíam agir daquela forma. Quase levei um tapa, resolvi ñ argumentar. Mostrei-lhes minha companheira chegando. Detalhe: ela é branca, olhos azuis e espanhola. Quando voltei os olhos p/ eles tinham sumido como muleques. OLHA A CASA GRANDE CONTINUANDO EM IPANEMA.

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Luci

10 de janeiro de 2012 às 17h08

Exigir documento de identidade do estudante cidadão brasileiro negro Nicolas Menezes Barreto, remete à pergunta:É a Lei do Passe do regime do apartheid que vigorou na África do Sul?

Responder

Luci

10 de janeiro de 2012 às 16h56

Nós pagamos impostos e devemos exigir respeito das polícias à todos os cidadãos.Pagamos impostos para gestão pública eficiente e respeitosa aos direitos dos cidadãos
Porque em São Paulo manifestações pacíficas de cidadãos (atos de país democrático) são reprimidas com violencia?Espancar cidadãos negros e pessoas indefesas é a revelação do racismo, há muito denunciado por movimentos sociais de defesa de direitos humanos.O artigo de Maria Inês Nassif neste espaço "A herança para os mais pobres" onde ela afirma "…..a tortura acabou, não para negros e para os mais pobres".
Concordar com este ato é ser co-autor da violência.
o vídeo e entrevista do estudante no http://afropress.com, é de estarrecer. Não somos racistas, há 500 anos isto não é racismo é o tempo e a mentalidade escravocrata.

Responder

Luci

10 de janeiro de 2012 às 16h52

Este é o racismo institucional, e métodos de tortura, que por alguns comentários neste espaço é tolerado e consentido, o que não podem esquecer os que se identificam com a ação desumana é que todos nós por critérios subjetivos e antidemocráticos, poderemos ser a próxima vítima de ações truculentas, que comprometem o Estado Democrático de Direito, e foi praticada por SERVIDOR PÚBLICO.

Responder

Luci

10 de janeiro de 2012 às 16h11

Para que votar? Se tudo continua igual, o destrato, as agressões, as exclusões, as injustiças e os defensores de aberrações e atos de barbárie.É barbárie a violência contra um cidadão indefeso. É barbárie mentalidade escravocrata, apontar a arma!

Responder

Luci

10 de janeiro de 2012 às 16h03

A Polícia Federal em suas atuações demonstra o respeito ao cidadão, nunca presenciei desrespeito aos Direitos Humanos dos agentes federais, os quais a população admira e respeita por trabalhar cumprindo a lei .
Porque as polícias estaduais não atuam dentro do mesmo procedimento como instituição pública que recebe salário pago por todos nós inclusive cidadãos agredidos e suas famílias, como vimos pela TV. Até quando vai perdurar este tratamento de sub cidadão aos jovens negros.Os gestos são de estarrecer pelo horror pela força, pelo desrespeito ao cidadão, pela raiva, pela violência desnecessária de um servidor público – é o racismo institucional.

Responder

denis dias ferreira

10 de janeiro de 2012 às 15h34

Alguns comentários dos leitores são tão ou até mais agressivos do que a ação do policial. Certas pessoas tentam (com a intenção de justificar a violência praticada pelo soldado da PM contra o estudante ) estigmatizar os alunos da USP, caracterizando-os como um bando de maconheiros filhinhos de papai, como um bando de vagabundos e desocupados. Essas pessoas ( como, por exemplo, o leitor acima que se apresenta com o nome ou pseudônimo de Jorge Valença) deveriam ser processadas por difamação e calúnia. Deveriam provar, na Justiça, que nós, que formamos o corpo discente da USP, somos, de fato, vagabundos, desocupados e foras da lei. Provavelmente tais acusações infundadas, levianas e maldosas, partem de pessoas despeitadas e frustradas por não terem conseguido passar no vestibular da USP. Eu exijo, como aluno dessa instituição, ser tratado com o devido respeito. Obs: o espaço ( antiga sede do DCE), onde aconteceu esse lamentável episódio, foi fechado em 2006 para reformas. Até agora, depois de quase seis anos de fechamento, nenhuma reforma foi iniciada.

Responder

Valdete Lima

10 de janeiro de 2012 às 14h59

Caríssimo Azenha
Mais uma vez você coloca o tema do negro, para a minha grande alegria. Se esse moço fosse louro de olhos azuis e morasse no Morumbi, não seria abordado. É um claro gesto de racismo. Lembra-se, depois, uma aluna pede que o PM se identifique, e ele simplesmente disse, não, porque você quer o meu nome… Exatamente o que disse o jovem estudante, Ninguém ficou atento para este detalhe. Porque ele não poderia dizer seu nome e porque o estudante negro teria que dar a carteira de estudante a ele… Sou negra e sei como as coisas funcionam. Louro fosse o rapaz, nada disso teria acontecido

Responder

    fabio

    11 de janeiro de 2012 às 00h54

    talvez ele seria educado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ele nao esta la pra estudar?

Elias SP SP

10 de janeiro de 2012 às 14h49

No vídeo fica nítido que o PM necessitava de um a álibi. O estudante branco que dialoga com o ele, expõe a arbitrariedade da intervenção e o deixa perturbado por argumentos convincentes. Aí o que o PM faz? Aposta que o negro lá no fundo não é estudante. Aborda o rapaz com violência, chega a tirar o revolver do coldre e o carrega no famoso "pescoção" para em seguida ver (para seu espanto) que se tratava de um estudante da USP. O que isso significa? Simples assim: a PM não tem capacidade para ser uma guarda universitária. Então, só uma coisa a dizer em alto e bom som: tirem a PM da USP!

Responder

Jorge Valença

10 de janeiro de 2012 às 14h30

Só por que eu não gosto do governo do PSDB, não quer dizer que tenho que apoiar baderna.
É mais fácil separar a água do vinho que a hipocrisia da verdade no julgamento das acções humanas.

Responder

Airton

10 de janeiro de 2012 às 13h48

Permitam-me uma longa divagação para compreender, além do racismo, o ressentimento contra a rebeldia dos alunos. O desejo realiza-se ou frustra-se. Para a frustração, a violência; para a realização, o gozo. O que se torna o desejo de um líder de clã camponês diante de um Xerxes? Aquele que não renunciou ao próprio gozo desferiu seus golpes contra Xerxes e foi aniquilado ou aniquilou o Xerxes. Aquele que se submeteu ganhou a vida pela clemência de Xerxes: já não vive o próprio gozo, vive para agradar Xerxes. Só se pode gozar o próprio desejo, agradar ao Xerxes é violar-se (violentar-se). O que renuncia Xerxes é regido pelo querer; o que renuncia a si mesmo é regido pela dívida que contraiu do Xerxes. O dever o torna soldado (ou servo) e ele brada: que importa meu desejo se Xerxes (o estado, a ordem, o exército) é eterno? Aquele que é movido pelo desejo se torna artista, profeta e/ou rebelde e sabe que Xerxes é mortal, que as instituições são produto do desejo. Resta saber que humanidade o estado defende: a da dívida ou a do gozo? Diante da força alienígena e alienante, o aluno disse: “Você tem a minha palavra”. Gene Kelly parou de dançar na chuva diante do cassetete do guarda noturno, o Nicolas continuou sua dança! Sinceramente, fico feliz porque na casa do saber, sabe-se que a ordem não é eterna. Lamento o incômodo que muitos sentem contra a atidude do Nicolas,pois é o incômodo do mais fraco diante daquele que assume o próprioo desejo. Conformar-se é mais fácil do que criar o mundo.

Responder

Edison

10 de janeiro de 2012 às 13h46

Tem mais esquálido postando aqui que na veja, estadão e folha juntos.
Barbaridade!!!

Responder

Gui

10 de janeiro de 2012 às 13h33

Outra coisa que fiquei sem entender foi a completa falta de reação dos demais. Lógico que é facil falar de longe, e que uma arma pode amedrontar, mas, paralizar as pessoas é um pouco assustador.

Responder

Mário de Oliveira

10 de janeiro de 2012 às 12h55

Fiquei impressionado com a edição das imagens da agressão no jornal "BOM" (?!?!) Dia Brasil". Já na chamada a Renata Vasconcelos anuncia: "Novo conflito entre estudantes e polícia na USP. Quando apresentam o vídeo, embora mostrando o poilcial sacando a arma, não exibem o trecho em que o policial dá tapas na cara e no peito do estudante.

Responder

GILBERTO

10 de janeiro de 2012 às 12h03

SEM EXTREMISMOS, RACISMO É CRIME NO BRASIL. ESTÁ NO CÓDIGO PENAL. QUANDO SELECIONOU O NEGRO ENTRE OS BRANCOS PARA EXIGIR DOCUMENTO E POSTERIORMENTE AGREDIR E AMAEÇAR COM A ARMA, O PM COMETEU SIM O CRIME DE RACISMO E MERECE PAGAR POR ELE COM BASE NA LEGISLAÇÃO. NADA MAIS.

Responder

Ze Duarte

10 de janeiro de 2012 às 11h52

Bom, não dá pra justificar nem defender o policial, só acho que esses "estudantes" estão morrendo de vontade de virar mártires, e com a PM despreparada como é em breve conseguirão seu intento.

Responder

Jose Antonio Batata

10 de janeiro de 2012 às 11h29

A PM de São Paulo não combateu O PCC quando foi necessário,mas agora quer descontar tudo nas costas dos estudantes da USP. O Governo do PSDB em São Paulo se transformou num reduto de Extrema-Direita. Perdoa o PCC e espanca os pobres coitados da Cracolândia. A Crise do Governo Paulista só não é maior porque o PIG (GRANDE IMPRENSA) apoia este grupo fascista. Os moradores da CracoLândia precisam de assistência médica e psicológica. A USP precisa de um reforço com vigilantes da própria UNIVERSIDADE. Esta PM da USP precisa ir para a rua combater o PCC.

Responder

Fernando

10 de janeiro de 2012 às 11h08

E aliás, eu não entendo como pessoas sérias aqui estão justificando e "apoiando" a ação da PM.
O sujeito puxou uma arma contra um sujeito desarmado. Começa por aí.
Vamos acordar do transe, gente?

Responder

Fernando

10 de janeiro de 2012 às 11h07

O rancor da população contra os universitários da USP fica patente cada dia mais… até aqui nesse espaço.
Pena.

Responder

    zezinho

    10 de janeiro de 2012 às 14h12

    Engano seu, o rancor nao é contra os estudantes da USP, é contra essa turma da bagunca, composta por certos alunos da Historia, da Geografia e afins. Um bando de vagabundos que querem fazer a revolucao do Todinho

GilTeixeira

10 de janeiro de 2012 às 10h48

Continuando (2):

Se a seleção natural fez os humanos se dividirem em dois grupos biologicamente antagônicos, a política seria a resposta cultural para equilibrar esse antagonismo. E a alternância no poder, uma necessidade para evitar o atraso ou a auto-aniquilação pelo excesso de experimentalismo.

A teoria de Mike Dodd, John Hibbing e Kevin Smith se encaixa bem à política norte-americana, há mais de um século bipartida entre conservadores republicanos e liberais democratas. Nesse cenário preto e branco, os “cinzas” (eleitorado independente, que oscila de um lado a outro conforme as circunstâncias) costumam decidir a parada, definindo as eleições ora para cá, ora para lá.

Ela também ajuda a entender porque os republicanos fritam seus pré-candidatos durante as primárias. Os conservadores parecem mais preocupados em achar um anti-Obama, ou seja, o mais capaz de derrotar o que eles identificam como o mal (ou o problema), do que de eleger o que seria o seu líder ideal. É uma política pragmática, menos de auto-afirmação e mais de anulação do adversário.

O modelo político-biológico proposto pelos cientistas não funciona tão automaticamente assim no cenário partidário brasileiro. Nos últimos 18 anos, a polarização PSDB-PT reflete uma briga pelo poder entre duas alas que, ao menos na origem, estavam do mesmo lado que derrotou o que seria o grupo conservador, representado pela ditadura militar e seus apoiadores.

É provável que nem tucanos nem petistas concordem com essa descrição e atribuam uns ao outros a pecha de conservador e liberal (no jargão político brasileiro, são quase sinônimos). Mas ambos, PSDB e PT, foram, a seu tempo, vitais para promover mudanças na sociedade brasileira -o que é a antítese da definição de conservadorismo usada pelos autores do estudo.

Errada ou certa, simplista ou não, a hipótese do determinismo biológico na política evidencia ao menos que o problema está nos olhos de quem vê.

fonte: http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2012/01/0

Responder

GilTeixeira

10 de janeiro de 2012 às 10h47

Continuando: (1)
A conclusão seria que as pessoas com natureza conservadora são mais sensíveis aos problemas e tendem a confrontá-los com maior intensidade do que os naturalmente liberais. Na vida real, isso se traduziria em apoio a políticas que pretendem proteger a sociedade do que os conservadores percebem como ameaças, internas e externas. Daí defenderam intervenções policiais e militares mais duras, ou apoiarem restrições a imigrantes -enquanto os liberais advogam exatamente o oposto.

Se os autores estiverem corretos, a polarização política não seria consequência (apenas) da desinformação ou da má intenção, como os adversários partidários costumam se acusar uns aos outros. Ela seria um mecanismo biológico, desenvolvido durante o processo evolutivo dos humanos, para temperar reações exageradas de ambos os lados.

O medo pode ser evolutivamente útil em situações de risco real, aumentando as chances de sobrevivência dos tementes por forçá-los a se exporem menos ao perigo. Mas em situações normais, o excesso de temor pode ser paralisante e impedir um grupo de experimentar novos hábitos, de se adaptar a lugares diferentes, de mudar. Em suma, o medo pode tanto garantir a existência quanto retardar o seu desenvolvimento.

Responder

GilTeixeira

10 de janeiro de 2012 às 10h46

Ontem li os comentários deste episódio aqui e no Nassif e os de sempre apoiando incondicionalmente o capitão do mato, digo, o PM, então passei a ler outras coisas e achei essa pérola que diz muito sobre os 'klaus' e os 'eunaosabia' da vida:

Genes politizados

E se a opção ideológica de cada um não for fruto apenas do livre arbítrio, mas uma tendência impressa em nossos genes? E se estivéssemos biologicamente programados a sermos conservadores ou liberais? A questão soa absurda e pode ser revoltante para os mais engajados, mas contém uma dose de fundamentação científica. Ao menos é o que sugere um estudo a ser publicado na próxima edição da centenária revista inglesa Philosophical Transactions of the Royal Society B.

Um grupo de biólogos, psicólogos e cientistas políticos norte-americanos submeteu suas cobaias humanas a uma bateria de testes para achar respostas a tais perguntas. Basicamente, os pesquisadores lhes mostraram uma combinação de cenas agradáveis e desagradáveis e mediram suas reações emocionais e cognitivas. Para isso, usaram múltiplos sensores, capazes de captar mudanças na atividade cerebral e até rastrear o mais sutil movimento dos olhos das pessoas pesquisadas.

O que eles descobriram é que as pessoas politicamente conservadoras reagiram com mais intensidade às imagens desagradáveis: seu olhar era mais fixo e demorado em fotos de feridas abertas ou de um banheiro sujo. Os politicamente liberais, ao contrário, dedicaram muito mais atenção e tempo às cenas aprazíveis, como gente brincando na praia.

“Literalmente, conservadores e liberais não enxergam as coisas da mesma maneira”, resume o principal autor da pesquisa, Mike Dodd, professor de psicologia da Universidade de Nebraska-Lincoln. E isso tem impacto, no mínimo parcial, sobre as inclinações político-partidárias de cada grupo -afirma um dos co-autores do estudo, o cientista político Kevin Smith.

Liberais e conservadores foram expostos a imagens de políticos dos partidos Democrata e Republicano, dos EUA. Consistentemente com a hipótese de que os conservadores reagem principalmente a estímulos negativos, eles tiveram uma reação fisiológica mais forte às fotos de conhecidos políticos democratas -supostamente seus adversários políticos- do que às dos rivais republicanos.

Previsivelmente, os integrantes do grupo liberal mostraram sinais fisiológicos mais intensos em resposta às imagens dos líderes democratas que -também supostamente- defendem pontos-de-vista semelhantes aos seus. Essa reação está de acordo com a observação de que os liberais reagem mais a estímulos positivos, ao contrário dos conservadores.

(continua)

Responder

Eunice

10 de janeiro de 2012 às 10h40

Eu ainda espero ver a policia do Alkimin igual a policia londrina. Se faz algo errado vai a TV e pede desculpas, inclusive nos poucos casos em que não encontra o culpado – com provas- ou por algum malfeito de seus membros. Aí o chefe vai lá e dá entrevista pedindo desculpas pela incompetência da organização e abaixa a cabeça.
No mais fica em pé olhando e bem calma. E não avança pra cima de um indefeso. Tenho fé nas mudanças.
Mas tudo é um conjunto complexo de coisas. Aqui a policia mesma é uma vitima.

Responder

David

10 de janeiro de 2012 às 10h39

E digo mais sou descendente de Italianos e não tem um "Dia da imigração Italiana"…

Responder

    Ana Paula

    10 de janeiro de 2012 às 13h23

    O dia 21 de Fevereiro é o quê?
    É o Dia do Imigrante Italiano.

    Luci

    10 de janeiro de 2012 às 15h52

    Voce faltou a aula sobre a "política de enbranquecimento" do Brasil. Faltou a aula de Direitos Humanos. Faltou a aula sobre a política de pagamento de impostos sobre compra e venda de seres humanos africanos e brasielrios que foram durante séculos a força de trbalho que movimentou por séculos a economia do país.Faltou a aula sobre a Guerra do paraguai, onde os negros formarm o Pelotão de frente e se apresentaram para ir aos campos de batalha e foram Voluntários da Pátria. Faltou a aula sobre o imposto SISA. Faltou a aula que lhe possibilitaria conhecer mais sobre a história do Brasil, contribuição dos africanos e negros brasileiros com sangue, suor e lágrimas.Este surramento, esta agressão é o método escravocrata que persiste, não vamos mais tolerar, a democracia, a Constituição Federal/88 denominada cidadã, e a sociedade garantem a integridade física dos cidadãos. O jovem destratado é brasileiro seu sanguem tem mais de 500 anos neste país.
    Chega de opressão, exclusão, racismo, intolerãncia, invisibilidade e falta de reconhecimento.

    Viviane

    11 de janeiro de 2012 às 09h48

    Os Italianos ja foram escravizados? Sofrem até hoje com o desacato , falto de senso e Consciência moral dos seres humano?,você não é negro não tem nem idéia de que o PRECONCEITO HOJE EM DIA EXISTE SIM ,SÓ OS BRANCOS DIZEM QUE ESSA SITUAÇÃO ESTA EXTINTA você deve ser um tremendo babaca,são pessoas com pensamentos tão fulos e toscos quando o seu que fazem muitas situações como a que aconteceu,espero que um dia sua visão sobre a vida amplie,há muitos mundos além do seu.

Sagarana

10 de janeiro de 2012 às 10h21

O filme esclarece tudo, o policial solicita a identidade de estudante e o infrator se recusa a apresentá-la de forma acintosa, caracterizando claramente o desacato a autoridade policial. Sinto informá-los que não há nada no filme que possa ser usado contra o policial.

Responder

    Mateus_Beatle

    11 de janeiro de 2012 às 00h31

    Quem infrigiu a lei foi o seu amado policial ao abordar um (ANTES DE TUDO) cidadão de forma altamente truculenta e autoritária. Além disso, você já coloca o AGREDIDO como infrator a priori. Infrator do quê?

    Sagarana

    11 de janeiro de 2012 às 10h54

    Ele ocupava uma área interditada pela administração do campus. Mais alguma dúvida?

    Mateus_Beatle

    11 de janeiro de 2012 às 18h26

    Exato ocupava, como você mesmo escreveu. E a ocupação, enquanto instrumento de reivindicação, é um meio legítimo.
    Além disso, você sabe os porquês da administração do campus ter interditado tal área? E há tanto tempo?

    Antonio Nunes

    12 de janeiro de 2012 às 07h09

    o processo de desocupaçao de um aarea ocupada tb é um instrumento legitimo!

    a única coisa q não foi legitima foi a atitude de UM POLICIAL e não a operação da PM!

    O PM (não A CORPORAÇÃO) agiu de forma totalmente desequilibrada e deve ser punido por isso, mas não vamos confundir as coisas!

    Mateus_Beatle

    12 de janeiro de 2012 às 21h09

    Ok.
    Um viva ao legalismo!

    Antonio Nunes

    13 de janeiro de 2012 às 17h58

    VIVA!

    ps: a opção seria…?

    Mateus_Beatle

    14 de janeiro de 2012 às 18h34

    [youtube Y5rabKB-CH4 http://www.youtube.com/watch?v=Y5rabKB-CH4 youtube]

    Míope

    12 de janeiro de 2012 às 22h59

    O filme esclarece abuso de autoridade, e que a polícia não deveria estar naquele lugar naquele momento e sim em outras ações para proteger e garantir a segurança de cidadãos desta cidade.
    Esta ação amedronta pela violência e descontrole.
    É a Casa Grande sem controle, desmoronando.

Regina Braga

10 de janeiro de 2012 às 10h18

Gerson,seu comentário está ótimo…mas é uma pena.Gostaria de elogiar,as conquistas dos paulistas,a civilidade entre as raças,a tolerância…mas infelizmente…cavamos um enorme buraco, nos governos dos demotucanos.Um governo, altamente especializado na exclusão,e as suas mais diferentes formas.

Responder

Jotage

10 de janeiro de 2012 às 09h40

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar".
– Martin Niemöller.
Como o texto é antigo, se usava as palavras judeu, comunista, católico, etc.
Elas podem hoje ser substituidas por: negro, drogado, estudante vagabundo, gay, etc. O texto passa a ser moderníssimo.

Responder

Jose Mario HRP

10 de janeiro de 2012 às 08h53

Big Fat PM dando um show revival do "Gordo e o Magro" versão truculencia desmedida e mostrando o despreparo e destempero da PM , como ovo de serpente dentro da USP!
"DEMOROU"………para fazerem me………
Mas, creiam, o gov e a midia e também a população conservadora , pobre, rica ou classe média não vão dar braço a torcer!
Eles "adoram violencia estúpida!

Responder

Yarus

10 de janeiro de 2012 às 08h30

Está ficando cada dia mais difícil a vida do PIG. Os caras da Chuiça estão fazendo uma PIGada atrás da outra…

Responder

Jorge Nunes

10 de janeiro de 2012 às 08h01

O interessante é que a polícia paulista não enfrenta grupos armados.

Sempre age contra estudantes, moradores de bairros pobres e qualquer miserável desarmado. Menos contra grupos armados de traficantes,

Responder

Yarus

10 de janeiro de 2012 às 07h37

Fora de pauta…nem tanto…gente fina é outra coisa:

A Folha, agora tem princípios. A pedido da nobre família, não divulgou o nome do Playboy: (Michel Goldfarb Costa)

"A família do suspeito pediu para que ele não fosse identificado. Diz ter certeza de que foi sequestrado e que se seu nome for revelado ele pode correr risco de morte." (certeza ?)

"A vítima seguinte foi o eletricista Emiliano Borges, 50, que estava dentro de sua Ecosport, acompanhado de sua mãe. Ele foi atingido na barriga. "Ele gritou 'sai que eu tô em fuga, filho da p…", (palavrão na íntegra para assinantes…não, tá lá prá todo mundo ler) e atirou contra a porta várias vezes", contou Borges a familiares no hospital, ontem."

Reparem que a PIG Foia respeitou o Playboy, e não a mãe do eletricista baleado Emiliano Borges.

"(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores". PHA

Responder

marcosomag

10 de janeiro de 2012 às 07h16

O crime de racismo está plenamente caracterizado no vídeo. O PM não admitiu a hipótese do único negro no local ser estudante da USP. Foi logo "fazendo a abordagem" como faz com meninos negros na periferia. O fato dele ter sido afastado foi apenas uma manobra tergiversadora. Deveria estar preso pois racismo é crime inafiançável. O vídeo é prova cristalina da incompatibilidade entre a força de coerção policial e o ambiente acadêmico.

Responder

    Antonio Nunes

    10 de janeiro de 2012 às 17h57

    vc viu o video?

    então não pode sustentar a sua tese!

    havia outro cidadão negro (com camisa do Corinthians) ao lado do policial q em menhum momento foi "incomodado"…

    o "estudante/professor" só foi "percebido" depois de dizer alguma coisa (q não se consegue escutar pelo video) e gesticular…

    q o PM foi violento e estava despreparado para qualquer serviço q envolva trato com a sociedade não se discute…

    mas não acho q tenha havido racismo no episódio…

Gerson Carneiro

10 de janeiro de 2012 às 07h15

Em meio a tantos estudantes ele escolheu o negro achando que não era estudante.

Foi lá dentro catar o negro.

Com um revólver na mão é um bicho feroz.

Covarde. Não faz isso sem o revólver e sozinho.

Ia levar tanto tapa na cara. Não tem que dar murro nesse sujeitinho.

Tem que dar tapa na cara só pra desmoralizar.

Murro se dar em homem.

Responder

    Alexandre Felix

    10 de janeiro de 2012 às 11h09

    Grande Gerson.

    Gosto muito dos seus comentários, mas não concordo com esse.

    O sargento tem que voltar pra escola…estudar muito, aprender a ser gente.

    Abraço

    Gerson Carneiro

    10 de janeiro de 2012 às 12h59

    Alexandre,

    Óbvio que estou exagerando mas, chega uma hora que a paciência e a civilidade esgotam.

    Toda vez que leio esse tipo de notícia lembro do caso da favela Naval. Os PMs bandidos pediam os documentos dos trabalhadores que por alí passavam, rasgavam os documentos e batiam na cara dos trabalhadores. Isso só vai acabar quando esse tipo de soldadinho começar a receber tratanmento igual.

    Assista ao vídeo, veja a arrogância do soldadinho. É difícil não cogitar algo desse tipo que exteriorizei.

    Gerson Carneiro

    11 de janeiro de 2012 às 03h22

    Grande Alexandre,

    Voltei aqui para recomendar que leia o post "Mulher denuncia que foi à delegacia registrar acidente, apanhou e foi presa".

    Coincidentemente o caso veio ao nosso conhecimento no mesmo dia e após eu ter postado o comentário acima que deu origem a nossa conversa.

    Leia nos comentários a revolta do irmão da vítima.

EUNAOSABIA

10 de janeiro de 2012 às 06h51

Tava demorando pra sair com o papo mais do que furado dessa turma de "por que eu era o único negro".

Vocês com esse discurso de nós contra eles não enganam mais é ninguém.

Esse papo de tudo ser racismo não cola mais, procuram uma farsa melhor vai.

Responder

    Alexandre Felix

    10 de janeiro de 2012 às 11h13

    Pô! Que decepção!

    Você conseguia indignar as pessoas por aqui…agora tá fraquinho…repetindo os comentários.

    O que houve com o velho EUNAOSABIA; aquele sujeito reaça, preconceituoso…cadê a "orientação de centro direita moleca" ?

    Pô, nós gostamos de você…nosso trollzinho preferido…

    Paulo Guedes

    10 de janeiro de 2012 às 12h23

    Outro dia, por volta das 23 horas, o ônibus em que eu estava, foi parado por uma viatura da PM.
    Um policial entrou pela porta da frente e dois pela traseira.
    Dois policiais brancos e um pardo.
    Haviam dez ou doze passageiros.
    Só havia um pardo, todos os demais brancos.
    O pardo – um senhor por volta dos quarenta anos – dormia.
    O policial pardo percorreu todo o salão, foi até a catraca, na volta parou ao lado do também pardo, cutucou-o, deu-lhe uma geral.
    Perguntou do embrulho que carregava e mesmo sob a alegação de que era uma marmita, obrigou-o a abrir o pacote.
    Era uma marmita.
    O unico cidadão abordado foi o pardo. Por um pardo.
    Era o único cidadão de aparência suspeita.

Jorge Valença

10 de janeiro de 2012 às 01h44

O governo de são Paulo tem que instalar uma UPP na USP.

Responder

iza

10 de janeiro de 2012 às 01h40

Vocês já notaram que pra direita, os 'maconheiros" da USP são sempre os "comunas"?
Na USP não existe mauricinho direitista "maconheiro".

kkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

Jorge Valença

10 de janeiro de 2012 às 01h36

Um bando de desocupado, a PM tá certíssima, não tem que agir com racismo, mas tinha que enfiar o cassetete nesse bando de desocupado, cheio de gíria e maconha. Temos que dá apoio sim ao cidadão descente e ao chefe de família que é agredido todos os dias por PM e pelo governo, não a um bando de maconheiro, estudam na USP e não sabem nem falar.

Responder

    Tia Candinha

    10 de janeiro de 2012 às 12h39

    "Temos que dá apoio". Jorge Valença, você acha qu os estudantes da USP não sabe falar? Primeiro, aprenda a escrever. Você cursou algum curso universitário?

Luis R

10 de janeiro de 2012 às 00h28

Esse pm, o seu chefe e o chefe do chefe, torturadores têm que ir pra cadeia, cambada de porcos. Cadê a ministra Maria do Rosário????

Responder

Cassio

10 de janeiro de 2012 às 00h21

Sargento PM cometeu um crime e está se livrando do flagrante… com a ajuda da corporação!

Ele não se conteve quando viu aquela figura que, para ele, lhe pareceu uma provocação aos "bons costumes", um deboche à sua "otoridade": preto, 'rasta', desalinhado e altivo! Prá que!?

“- Perdeu né Sargento! O monstro é mais forte que você… não conseguiu dissimular…”

Tem aí todo um "aprendizado"… toda uma "sabedoria" partilhada com seus pares (o outro PM deu suporte! Os demais “seguranças”, “sub-otoridades” apoiaram toda a ação!).
Essa ideologia é repisada cotidianamente pelos seus superiores… desde o tempo dos coronéis da Casa Grande!
a PM ainda insiste em procurar no cidadão – que ela acha que deve algum respeito – um "visual" tipo "Fernandinho" (alguém lembra! US Top…!?), asseadinho, cara de sacristão… para então considerar se o trata como um cidadão ou não.
Exige do cidadão pobre que ele se apresente, talvez, com um look "crente" e, se não for… branco, engomado, previsível, sem adereços… que peça desculpas de antemão!

Talvez isso se funda à imagem cretina que esses broncos portam na retina. Alguém falou… PAFÚNCIO !?

Infelizmente essas cenas que se repetem… Denunciando que vivemos num país sem Polícia, sem Delegado, sem Promotor, sem Jornalista, sem Reitor, sem Jurista, sem Lei ! Sem Cidadania. Nada disso, com letra maiúscula, temos.

…tudo se apequenou, tudo se rebaixou à mesquinharia !? Ou ainda não conquistamos essas profissões !?

Enquanto seguimos sendo governados por Pafúncios !

Responder

Cleverton_Silva

09 de janeiro de 2012 às 23h48

Higienizar, discriminar, demonizar, espancar. Eis a política social do psdb em SP.

Responder

Marcus Fitz

09 de janeiro de 2012 às 23h48

Quero ver essa malta fardada enfrentar com 'eficiência' o que eles são obrigados por lei: assaltantes, traficantes, assassinos, etc; .

Ah sim, e os criminosos fortemente armados e de preferência à noite e em um lugar isolado.

Enfrentar civil inocente e desarmado é covardia!

Responder

    Fabio_Passos

    10 de janeiro de 2012 às 00h04

    Enfrentar?

    A polícia de sp fez acordo com o PCC. Seguindo asordens de alckmim

    EUNAOSABIA

    10 de janeiro de 2012 às 08h43

    E o PCC orienta seus "filiados" a votaram no PT. Por que será que o PCC gosta do PT?

    Zé das Couves

    10 de janeiro de 2012 às 10h30

    Provas?
    Reportagem do PIG não vale.

    EUNAOSABIA

    10 de janeiro de 2012 às 11h13

    E desde quando vocês provam alguma coisa do que dizem, panfleteiro?

    São bons é de caluniar ao léu.

    Papo de provas..

    Tem gravação de líder do PCC pedindo que não se faça visitas no dia da eleição a fim de votar em certo partido.

    Julio Silveira

    10 de janeiro de 2012 às 11h48

    É que ele tá dentro para as outras coisas, só não segue essas recomendações.

    Eddy

    10 de janeiro de 2012 às 01h54

    Na verdade a desculpa deles estarem no campus era essa, né… mas nenhum bandido ou traficante foi preso nesse tempo todo. Só estudante rodou na mãe de polícia até agora, pra variar um pouco.

    zezinho

    10 de janeiro de 2012 às 14h03

    Pode ate ser, mas o numero de assaltos e roubos caiu muito!

    Jose Mario HRP

    10 de janeiro de 2012 às 08h57

    Quando o PCC apavorou em 2066, a PM corajosa correu pros quartéis e ficou batendo os dentinhos!

    zezinho

    10 de janeiro de 2012 às 14h04

    Só aqui mesmo para ver gente vibrando para bandido criminoso. Basta que se oponha a seus opositores e é considerado rei.

    fabio

    11 de janeiro de 2012 às 00h40

    E quem diz ser estudante, vai estudar, e nao bater boca com policial!!!!!

Bruce Guimarães

09 de janeiro de 2012 às 23h29

Errou feio o policial. Agora, os caras tem que parar com essa de invadir prédio público.

Responder

    professor3f

    09 de janeiro de 2012 às 23h36

    O DCE é o espaço dos estudantes. Justamente onde eles se encontravam no momento desta abordagem.

    Bruce Guimarães

    10 de janeiro de 2012 às 14h54

    E o que os PMs estavam fazendo lá???

    daniel

    10 de janeiro de 2012 às 10h08

    Como se "invade" um prédio público, eu gostaria de saber!

    Antonio Nunes

    10 de janeiro de 2012 às 11h49

    rapaz….

    espaço público não é "terra de ninguem" não!

    se vc não sabe isso, dificil conversar sobre o resto…

mac

09 de janeiro de 2012 às 23h26

É o racismo institucionalizado do Brasil !!!

Responder

beattrice

09 de janeiro de 2012 às 23h18

Em uma semana dois episódios emblemáticos,
o do africano adotado por espanhóis expulso de um restaurante e
o professor e estudante da USP espancado pela PM.
SP cansa as vezes,
mas o mais dificil de superar é que nao temos partidos de oposição
que de fato congreguem e liderem os movimentos sociais e os diversos segmentos da sociedade em uma reação a este estado de coisas des-governadas por 28 anos de aves plumadas de bico amarelo destruindo o estado.
O OPUS DEI hj está em festa.

Responder

Valterlei

09 de janeiro de 2012 às 23h15

Usp-leste? Então estava certinho! Pleno janeiro, com os livros na mão, estudando. E o policial, esse sim, um desocupado, ao ver tão empenhado jovem, correu e atacou-lhe. Onde isso vai parar?

Responder

Milani (SP)

09 de janeiro de 2012 às 23h12

João Grandino Rodas é cria do Serra. Tal pai, tal filho!

Responder

Fabio_Passos

09 de janeiro de 2012 às 23h01

E agora?
Quando é que o imbecil fascista que governa(?) sp – geraldo alckmin – vai a USP dar sua "aula de democracia"?

Responder

    Morvan

    10 de janeiro de 2012 às 01h18

    Boa noite.

    A única coisa que presta na "demo-cracia" (Governo do Diabo?) da Opus Dei é a distância, caro Fabio_Passos.
    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

Outro Antonio

09 de janeiro de 2012 às 22h38

Governo Sinistro. Polícia sinistríssima.

PSDB e Tortura, Nunca Mais. É o que sonhamos.

Responder

Lucas

09 de janeiro de 2012 às 22h27

Acho que isso é auto vitimação. Negro sempre acha que é o prejudicado em qualquer situação, coisa que não é verdade. Um branco com dread poderia ter sofrido a mesma coisa.

Responder

    ellen

    09 de janeiro de 2012 às 23h40

    Caro Lucas e outros aqui,

    tenho um irmão músico que era da banda de um famoso grupo de pagode. Os então meninos do pagode, hoje bem sucedidos, compravam carrões e eram quase todos negros. Meu irmão, branco "transparente" e que não dirige, era amigo dos meninos e andava sempre no banco de passageiro. Perdi as contas dos relatos dele de quantas vezes foram parados por abordagem policial por acreditarem tratar-se de sequestro ou algo assim. Isso é rotina! Meus alunos negros dão constantemente relatos similares.

    Grubi

    10 de janeiro de 2012 às 04h37

    Porra, tem um vídeo. Quando que um policial sacando a arma é autovitimação. Absurdo total.

    marcosomag

    10 de janeiro de 2012 às 07h22

    Você viu o vídeo? Acho que não entendeu. O PM conversava com as pessoas brancas, estranhou a presença do negro no local e partiu para a abordagem. Nem passou pela cabeça do sujeito que o "negão" poderia ser aluno da USP! O "afastamento" do PM foi manobra para abafar o caso. Deveria ter sido preso em flagrante pela crime de racismo e aguardar o julgamento preso!

    Thiago_Leal

    10 de janeiro de 2012 às 09h28

    "Poderia", mas não foi.

    Alexandre Felix

    10 de janeiro de 2012 às 11h00

    Obviamente você não é negro… "não existe racismo no Brasil…somos um povo mestiço…adoro minha empregada e sua família, que são negros…eu mesmo, tenho um pé na cozinha (essa é triste!)…a cultura negra é riquíssima…" – coloquei uma listinha de clichês muito usados por racistas enrustidos. Esse discurso que você usou também é clichê, né? Paz pra você…

Lenin

09 de janeiro de 2012 às 22h10

Vi o vídeo;'té agora n conseguir aceitar q fosse verdade -de tão absurdo,chega ao irreal…Como disse navegante aí em cima,imagina o q se faz c/ um negro qdo sozinho!?.E aqui temos outro ponto,o sgto pouco se importou em está sendo filmado -ou é a certeza da impunidade,ou,c/ a campanha q a mídia produziu durante a desocupação da usp,ele acreditou q 'aquilo' seria irrelevante e digno de aplausos -o q,pensando bem,é temerário ser verdade.

Responder

Renato

09 de janeiro de 2012 às 22h04

O comando da PM (aliás, a falta dele) informa que o sargento fulano de tal está na policia a tantos anos e é um exemplo de profissional não tendo nada que o desabone em sua folha corrida e agiu no estrito cumprimento do dever e blá blá blá blá ….

Responder

    Caco

    10 de janeiro de 2012 às 20h50

    é uns galados mesmo kkkkkk

Prof Paulo

09 de janeiro de 2012 às 22h04

Desculpe…mas já vi um caso desses acontecer, e só estão ouvindo o estudante….segundo uma outra pessoa que estava presente (que este site não apurou, mas deu numa rede de tv) ele ofendeu o policial primeiro, mas o policial é filho de chocadeira e não deve ter família, então ele q se dane…… garanto que se ele saísse andando calmamente o policial teria ficado sem ação. Aqui só tem radical de esquerda e metido a intelectual, os mesmos que não querem a policia na USP para poder fumar maconha e usar outras drogas livremente.

Responder

    Luc

    10 de janeiro de 2012 às 01h37

    Não, nada em rede nenhuma cidadão, e os vídeos são claros.
    Mostre aí. Coloque o Link do que diz, qual foi a ofensa??
    Para começar o raciocínio, a USP é pública, qualquer cidadão pode entrar na Faculdade, com carteirinha ou não. O policial não tinha o direito de fazer aquilo com alguém sem carteirinha. Claro que tem lugares restritos, mas estes possuem catracas, vigilância, etc. E até mesmo se a USP não fosse pública estaria errado a ação violenta pelo motivo fútil. Pediu a carteirinha e ele falou que não tinha e era aluno. No meu ponto de vista foi o suficiente para o PM achar que podia partir pra cima pois a cara não deveria ser aluno e por isso poderia sentar o pau nele, depois ele disse "não encosta em mim , por favor" numa bem possível referência de que o PM já estava segurando o braço dele ou algo do gênero. Na sequência ocorreram agressões. Mas foi tudo filmado, o cara é aluno e o PM ainda falou várias bobagens.
    O cara deveria ficar quieto, mostrar que é aluno e acobertar o lixo? Nem sabemos se foi idéia do aluno ver o que o PM ia fazer com alguém sem carteirinha, fato é que se evidenciou a truculência da PM, o despreparo, o outro PM não reagiu, a guarda da USP não reagiu, várias coisas a mostra.
    Isso mostra todo o contexto dos conflitos anteriores, do ano passado.

    Olga

    10 de janeiro de 2012 às 03h44

    Se, vamos supor, ele tenha ofendido o policial verbalmente, seria justificada a reação violenta? Você reage assim com seus alunos quando falam algo que o desagrada ou quando discordam de seu ponto de vista?

    Gerson Carneiro

    10 de janeiro de 2012 às 07h20

    "segundo uma outra pessoa que estava presente (que este site não apurou, mas deu numa rede de tv)"

    Eu também vi um ET dando entrevista para o PIG dizendo que o negro ofendeu a mãe do policial. E esse blog não apurou.

    É cada uma, né.
    Mesmo com as "iBagens" (como diz o DáPena) ainda aparece lunático criando outra versão.
    É incrível o esforço para negar a verdade.

    Você deve ser aquele "professor" que carregou a policial "ferida" na greve dos professores de verdade em São Paulo. Não?!

    Jose Mario HRP

    10 de janeiro de 2012 às 08h55

    Que maconha cara?
    Alguém viu algo como drogas nos videos?
    Não passeia na maionese!
    Nota zero!

    daniel

    10 de janeiro de 2012 às 09h05

    Quer ouvir o policial? Liga na Globo, leia a Veja, FSP, etc… É engraçado como nessas horas, quando um brucutu treinado e apoiado por vocês dá um xilique perigoso (sacou a arma, e com outro braço segurava o rapaz, se a arma dispara… Diz o ditado: só saque uma arma se for atirar, parece que a polícia brasileira nunca ouviu isto), que seus leitores vem aqui cobrar uma "imprensa imparcial". Aqui é blog sujo amigão, "tudo boquinha do pt", como muitos trolls gostam de acusar. Aqui só tem "subversivo", os "homens bons" e a "gente diferenciada", você só encontra na mírdia (e na PM paulista, como pode ver no vídeo).

    Antonio Nunes

    10 de janeiro de 2012 às 11h46

    lamento vc achar q pra ouvir "o outro lado" devamos "mudar de canal", pq aqui só um lado tem voz!

    vcs vivem criticando o chamado PIG por só ouvir um dos lados da história (quando a história é uma acusação de corrupção no Governo, por exemplo), mas vc é o primeiro a apoiar esse tipod e prática…

    se não podemos cobrar uma "imprensa imparcial" aqui, tb não podemos cobrar uma "imprensa imparcial" lá… e ficará tudo na mesma!

    alias, este seu comportamento é exemplo perfeito do q acontece hj: "os errados são os outros!"

    daniel

    10 de janeiro de 2012 às 09h24

    "segundo uma outra pessoa "
    Mentira. Como eu provo isto? Se tivesse xingado, o policial estava fardado e imediatamente lhe daria voz de prisão por desacato à autoridade (caramba, pra mim isso é óbvio, devo ser mesmo um radical de esquerda metido a intelectual). Deu um xilique, sacou a arma pondo em risco TODO MUNDO, ele mesmo inclusive. Em minha opinião, ele não tem o mínimo de preparo para andar armado, mas não por culpa dele, mas sim de quem o contratou. Mas é claro, os "homens bons" nunca vão culpar o digníssimo governador.

    Thiago_Leal

    10 de janeiro de 2012 às 09h26

    Tá tudo filmado, gravado, cara. Veja o vídeo e diga pra nós qual foi a ofensa.

    ana

    10 de janeiro de 2012 às 10h26

    professor? ainda bem que já não dependo de você para aprender

    Edson Augusto

    10 de janeiro de 2012 às 17h41

    Paulo,
    Você é professor mesmo? É de São Paulo? Professor de que? De inglês?
    De Sociologia ou História, com certeza absoluta, não!

    fabio

    11 de janeiro de 2012 às 00h45

    PARABENS!!!!!!!!!!!!!!! VC DISSE POUCO, TEM MAIS.

O_Brasileiro

09 de janeiro de 2012 às 22h02

As pessoas de bem têm é que fugir da polícia e de qualquer "autoridade" que esteja armada. Cada vez mais frequentes são os assassinatos cometidos por juizes, promotores e policiais, civis e militares, por motivo futil, banal. São pessoas desequilibradas a quem se dá uma arma, e é difícil para o cidadão comum identificá-los como perigosos.
E a impunidade é a marca registrada de nosso país, exceto para pobres, "pretos" e prostitutas! E em São Paulo ainda querem incluir um 4º "P", o professor… Enquanto em Cingapura e na Coréia do Sul o Estado luta para valorizar o professor, no Brasil os "mestres" têm sido tratados a cacetetes e bombas de efeito "moral"!

Responder

    Franco

    10 de janeiro de 2012 às 01h45

    É. Bom negocio mesmo e ficar do lado de viciados na cracolandia.

Kanhotão

09 de janeiro de 2012 às 21h48

Aquilo era um PM ?
Alguém deveria dar uns chutes no traseiro dele e expulsá-lo da corporação.
Um estúpido daqueles ganhando o salário pago com a minha grana?
Parem o mundo que eu quero descer…

Responder

Xad Camomila

09 de janeiro de 2012 às 21h48

Dizem que ela existe
Prá ajudar!
Dizem que ela existe
Prá proteger!
Eu sei que ela pode
Te parar!
Eu sei que ela pode
Te prender!…
Polícia!
Para quem precisa
Polícia!
Para quem precisa
De polícia…(2x)
Dizem prá você
Obedecer!
Dizem prá você
Responder!
Dizem prá você
Cooperar!
Dizem prá você
Respeitar!…

Responder

Augusto

09 de janeiro de 2012 às 21h41

Portanto, dou apoio incondicional à ação da PM na USP.

Responder

Augusto

09 de janeiro de 2012 às 21h41

Me desculpem, senhores, mas eu apoio a ação da PM na USP. Apoio sem nenhuma objeção. E antes que alguém diga alguma coisa, quero esclarecer que tenho orientação marxista tanto quanto o Azenha. Mas não devemos admitir o abuso, a bagunça, a afronta à lei, a desordem e etc. Isto não é possível em hipótese alguma. É preciso respeito por quem paga o custo altíssimo dessas universidades públicas: o cidadão, cuja esmagadora maioria NÃO estuda na USP, mas mesmo assim paga para mantê-la. Corto o meu saco se alguma coisa parecida acontecesse em Cuba, na China ou na Coreia do Norte, países que eu particularmente admiro.

Responder

    Marcão

    10 de janeiro de 2012 às 09h00

    Garanto que vc é daqueles que ficou anos tentando entrar na USP e não conseguiu…rs… Privatizar o ensino…rs…coisas de FHC

    daniel

    10 de janeiro de 2012 às 09h36

    Caramba, você é uma fraude intelectual. Se concorda com a ação, então é mais do que livre pra apoiar! Mas se transvestir de "marxista", colar no Azenha o "marxismo" e depois vir com blá blá blá, sinceramente, tá mais que na hora de "rever seus conceitos". Nem todo mundo que concorda com a violência policial é "marxista", na verdade, se você é de "direita" a primeira coisa que deveria estar apoiando é a sua liberdade de se defender dos bandidos sem farda e dos bandidos fardados e o limite do estado em regular e controlar nossas vidas. É por isso que esse papo "direita, esquerda" é ultrapassado: os da "direita" nem sabem mais o que defendem. Se a esquerda definhou, a direita MORREU. Só nos sobrou o individualismo neurótico, uma lástima.

    Julio Silveira

    10 de janeiro de 2012 às 09h57

    Augusto, ainda que todos apoiemos a ordem, a lei, não podemos apoiar atos que rigorosamente vão contra ela, baseados no autoritarismo e na falta de percepção de despreparados. Que entendem o poder mais que uma autorga da cidadania, acreditam que investidura significa ato de reconhecimento da capacidades de poder divino sobre os demais cidadãos. Ver sua colocação, para mim, demonstra que não percebeste a quantidade de irregularidades que o representante da Lei infrigiu, e demonstra que sua aparição em critica no Blog foi fortuita e sem qualquer analise dos fatos.

    Alexandre Felix

    10 de janeiro de 2012 às 11h03

    …deve ter lido Marx segundo Delfin Netto…

    Renato

    10 de janeiro de 2012 às 11h06

    Não entendi – você é marxista ou fascista ?

Adir Tavares

09 de janeiro de 2012 às 21h41

PM fala sobre agressão a aluno da USP, em coletiva à imprensa. – YouTube – http://goo.gl/0DceQ

Responder

    Mateus_Beatle

    11 de janeiro de 2012 às 00h38

    100% cinismo.

Fabio SP

09 de janeiro de 2012 às 21h37

O mais interessante é que estavam em plena conferencia civilizada, o policial, o estudante senior jubilado, um rapaz negro com a camisa do Corinthians e uma moça, quando, de repente, o sujeito lá no fundo, levanta um braço e brada algo não intelegível (ou inteligente, não sei) e aí começa toda a confusão… parece que racismo não foi a causa, não…

Responder

    Abigail

    09 de janeiro de 2012 às 23h52

    Cara, tem tão ou mais preconceito nos teus comentários quanto na ação do PM. Se quiser ser troll, fique à vontade, só que pense um pouquinho antes de escrever.

    Luc

    10 de janeiro de 2012 às 01h40

    Pois é, a trollagem está piorando a situação dos ideais que querem defender. Continuem.

    El Cid

    10 de janeiro de 2012 às 00h15

    O vídeo apenas mostra tudo aquilo que sempre se falou, do despreparo da PM para lidar com ambientes que requeram inteligência e discernimento. Reaças como você, que colocam interesses políticos-partidários à frente da razão…

    uma vez troll, sempre troll !!

Augusto

09 de janeiro de 2012 às 21h35

Evidentemente não sou a favor de violência alguma. Mas devo dizer aqui que esses estudantes passaram totalmente da conta para dizer o mínimo. Na verdade, eles avançaram para dentro do Código Penal. Reflitam um pouco. Vamos deixar o esquerdismo de lado por um minuto. Se a USP fosse uma universidade privada, os tais estudantes estariam respondendo a processo na Justiça Criminal. O comportamente deles é um abuso, um despropósito, e o governo deve reprimir, sim, com toda a força que se fizer necessária. É por essas e outras que eu sou totalmente favorável à privatização das universidades públicas, que atualmente não passam de uma imensa fábrica de gastar dinheiro público, o suado dinheiro do contribuinte, sem que nenhum benefício seja retribuído por isso, exceto para esses estudantes, que se julgam donos do bem público, do espaço público. Façam isso numa universidade privada para ver o que acontece. Mas, como dizia Roberto Campos, o Estado é a viúva que todos se julgam no direito de saqueá-la.

Responder

    Edson

    10 de janeiro de 2012 às 02h35

    Você paga muito mais impostos para outras coisas e não lí nenhuma reclamação sobre isso.
    Reclamação dos buracos nas ruas, da falta de iluminação, da saúde pública, não ví nada disso e o imposto que você paga pra isso é muito maior. Não seja tão ridículo a esse ponto.
    Os alunos estavam no centro de vivencia acadêmica.
    Todo mundo que estuda ali ou em qualquer outro lugar paga os mesmos impostos que você.
    Acha certo que o estado vá até onde você toma seu café, onde você se confraterniza com as pessoas que trabalham com você e o tire do lugar na porrada?

    Pedro Rocha

    10 de janeiro de 2012 às 03h19

    Aái tucanão… chegamos ao ponto, o único que vocês entendem, privatização. Talvez seja essa a grande missão de Rodas, criar o caos dentro da USP para que "paus mandados" do tucanato, como você, venham a público defender sua privatização. Você leu A Privataria Tucana? então leia meu caro… está tudo lá e também no livro do Aloysio Biondi. Reaça de merda… Vá postar comentários indecentes lá no seu Tiozão.

    daniel

    10 de janeiro de 2012 às 10h05

    E então sou obrigado a aplicar-lhe o choque da realidade: http://dl.dropbox.com/u/1866919/PDF/icg2010/icg20

    Ranking Enad 2010:

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP PÚBLICA 4,69
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS UFLA PÚBLICA 4,31
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS PÚBLICA 4,30
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO UNIFESP PÚBLICA 4,29
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UFMG PÚBLICA 4,25
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UFSCAR PÚBLICA 4,16
    FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA UFV PÚBLICA 4,14
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ PÚBLICA 4,01
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO UFTM PÚBLICA 3,99
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ – UNIFEI UNIFEI PÚBLICA 3,98
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC PÚBLICA 3,94
    FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE UFCSPA PÚBLICA 3,92
    UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNB PÚBLICA 3,91
    UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP PÚBLICA 3,90
    UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UENF PÚBLICA 3,88
    PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO PUC-RIO PRIVADA 3,85

    Ou seja, as 15 melhores universidades do país são PÚBLICAS, a melhor privada é a PUC-Rio em décimo sexto. Seguindo a sua lógica, deveria ter uma FILA de carros de luxo nas universidades privadas, mas misteriosamente estes estão nas universidades públicas… "Coloque seu dinheiro onde sua boca está"

    Mauro Silva

    10 de janeiro de 2012 às 10h39

    Meu caro
    O seu norte, o seu "guru" foi um notório escroque internacional, e não foram poucos os intelectuais que lhe eram contemporâneos a dizer-lhe isso nas fuças.
    Quanto ao resto do seu texto, não passa de uma tremenda safadeza, peculiar aos fascistas, pois o tal local a ser 'desocupado" é, se não me engano, o Centro de Vivência Estudantil", previsto desde o projeto inicial da Cidade Universitária, e hoje, fechado por tapumes.

    Julio Silveira

    10 de janeiro de 2012 às 11h39

    Augusto, para quem disse ser marxista como o Azenha, demonstras ser fã de um procer da direita a ponto de recitar suas frases. Assuma seu reacionarismo e não venha se camuflando de progressista, seja honesto para ser respeitado.

    Ana Paula

    10 de janeiro de 2012 às 11h58

    Claro que a USP só dá retorno pros estudantes da graduação, é evidente. Basta ver o Hospital de Clínicas, por exemplo, que só atende casos rotineiros (doença de Chron, hanseníase, lupus) e só estudantes da USP também. É também óbvio que as pesquisas conduzidas por Sérgio Porto (um físico de botequim) e o Ramakant Srivastava (outro físico meia boca) na Unicamp não contribuíram em nada para o desenvolvimento da fibra óptica no Brasil desde 1977. Patentes, artigos publicados? Quase nada, e pra quê? Serve pra nada isso. Estudante tem é que estudar, mesmo no dia 9 de janeiro! E digo mais: se eu fosse o Rodas, entraria com um projeto de colocar Ginkgo Biloba com cafeína no suco do Restaurante Universitário pra essa molecada nem dormir e estudar dia e noite. E depois que se formar não pode mais entrar na USP, porque a carteirinha de estudante estará vencida. Se quiser entrar de novo, vai ter que passar lá na Academia Militar Rio Branco e voltar fardado.
    Nem sei por que não transformam a USP logo num ITA, né Augusto? Aliás, por que não fazem isso com todas as universidades públicas? Aí é só privatizar o exército também. Afinal, é fato reconhecido mundialmente que os paramilitares são muito eficientes no combate ao crime, o exemplo da Colômbia não me deixa mentir.

    Também concordo com você que os estudantes avançaram para dentro do Código Penal! Afinal, convenhamos, aquela portaria lançada no Diário Oficial da União proibindo que policiais saquem a arma exceto em último caso é coisa de gente que tem medinho de pistola. Gente como eu e você, né Augusto, a gente leva isso numa boa. Na verdade, se a polícia der um croque no nosso cocoruto de manhã e levar a gente no cangote pro trabalho a gente gosta, né Augusto? Liberdade demais pra essa estudantada aí, de bermudinha numa segunda-feira de papinho, só porque tá de férias!

    (para os desavisados: fim da ironia enquanto recurso retórico)

    Mateus_Beatle

    10 de janeiro de 2012 às 13h54

    Texto perfeito, Ana!

    Diogo Anderson

    10 de janeiro de 2012 às 13h19

    O problema é justamente o fato de ser pública: se é pública, é de todos. Não só eles (os estudantes), qualquer brasileiro deveria ter o direito de ir e vir em qualquer lugar público.

    O policial não bateu no aluno porque ele estava em um lugar errado, afinal todos estavam no mesmo lugar. Bateu nele porque ele não "parecia" ser um estudante.

    Felipe

    10 de janeiro de 2012 às 15h07

    Você tem razão companheiro, tal absurdo nunca aconteceria em uma universidade privada. Simplesmente porque no dia 9 de Janeiro grande parte dos alunos das "melhores universidades privadas" devem estar na casa de praia de seus pais cheirando loló ou pó, se bronzeando e cuidando de sua "ética e estética" diferenciadas… e não se preocupando com um espaço ou quaisquer questões públicas

    luiz pinheiro

    10 de janeiro de 2012 às 16h41

    Esse Augusto gosta é de ver faculdades privadas, verdadeiros antros de incompetencia e corrupção, sugando o suado do estudante e de suas famílias. E o máximo possível de repressão estatal contra quem discordar.

    luiz pinheiro

    10 de janeiro de 2012 às 16h43

    "sugando o suado dinheiro do estudante e sua família", foi o termo que faltou.

    Nelson

    10 de janeiro de 2012 às 17h12

    Até há poucos anos, as universidades públicas eram responsáveis por 99%, "apenas", da pesquisa realizada no Brasil, meu caro Augusto. Esse percentual caiu um pouco, atualmente, mas continua sendo altíssimo. E aí você consegue escrever um despautério desse tipo, afirmando que "nenhum benefício" trazem as universidades públicas ao povo brasileiro?

    Um conselho: esqueça Roberto Campos. Esse foi um dos maiores vendilhões da pátria, tanto que passou a ser chamado de Bob Fields depois que se converteu totalmente a defensor dos interesses do grande capital estadunidense em nosso país e na nossa América Latina.

    Augusto. Vá beber na fonte de grandes brasileiros, que dedicaram suas vidas à construção do grande país que todos merecemos como Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Florestan Fernandes, Josué de Castro e muitos outros.

Mello

09 de janeiro de 2012 às 21h35

Sargento André Ferreira

Responder

Sebastião

09 de janeiro de 2012 às 21h30

A pratica da PM está fundamentada na filosofia do Capitão do Mato.Infelizmente…

Responder

Milton Quadros

09 de janeiro de 2012 às 21h29

Professores e negros não têm vez com a polícia paulista estimulada por seus corruptos, caquéticos e incompetentes governantes. Imagine se negro e professor for uma única pessoa, dá nisso ai.

Responder

Cesar Constantino

09 de janeiro de 2012 às 21h20

E desde quando numa instituição PÚBLICA de ensino as pessoas têm que apresentar documentação para
provar que estudam ali? Numa universidade pública pode entrar e sair quem quiser!

Só mesmo para a PM do governo fascistóide de Alckmin para cometer estas barbaridades!

E este sargentinho não tem a mínima condição psicológica de ser um policial!

Responder

ZePovinho

09 de janeiro de 2012 às 21h14

Essa foto,no site do Brizola Neto,foi tirada em 1982 e mostra como ainda estamos longe de nos libertarmos da mentalidade escravista.Por favor,Franco Atirador ou Gerson Carneiro:coloquem a foto aqui nos comentários:
http://www.tijolaco.com/passo-a-frente-seguranca-

Responder

    Ana Paula

    09 de janeiro de 2012 às 22h54

    E da mentalidade machista também, né?

    ZePovinho

    10 de janeiro de 2012 às 11h10

    Essa é tão contagiosa que todos nós,homens,temos.Mesmo me policiando,ainda tenho atitudes machistas.
    Espero ir aprendendo com o tempo.

professor3f

09 de janeiro de 2012 às 21h12

O outro estudante negro presente, quando viu a confusão se iniciar, se afastou. Acredito que tenha ficado com medo de entrar numa fria (ou embaixo de chumbo grosso) justamente devido a sua cor e por conhecer o perfil preconceituoso e racista presente na nossa sociedade.

Responder

    Fabio SP

    09 de janeiro de 2012 às 21h55

    Acreditou errado… Que tal ele ter se afastado ao ouvir as bobagens que o outro estava gritando lá do fundo?
    Como saber?

    professor3f

    09 de janeiro de 2012 às 23h40

    Ainda bem que não afirmei com segurança. Apenas disse que acredito. Agradeço a você Fábio SP que tem tanta certeza pela informação. Deve ter sido isto mesmo. Ele deve ter pensado – Oh vergonha, aquele criolinho lá gritando besteira para o Poliça aqui nosso amigo.

André

09 de janeiro de 2012 às 20h56

"Ele conta que sua mãe insiste, diante das dificuldades, para ele priorizar o trabalho – pois a família depende de sua renda. Mesmo assim ele tenta conciliar tudo."

O rapaz está trabalhando bastante para manter a família.

Responder

Polengo

09 de janeiro de 2012 às 20h51

Além de negro, é professor.
Os pms devem ter mirado muito fácil nele, afinal são nesses que estão acostumados a descer a borracha.

Responder

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 22h48

    Boa noite.

    Boa, Polengo.
    Foi dupĺo preconceito.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Thiago_Leal

    10 de janeiro de 2012 às 12h22

    Que nada, se soubesse que era professor, era capaz de ter atirado com a pistola que sacou e ainda alegar que agiu no estrito cumprimento do dever legal.

Guilherme

09 de janeiro de 2012 às 20h47

Morte ao racismo!

Responder

Felipe

09 de janeiro de 2012 às 20h42

Imagina o que eles fazem na periferia quando sabem que não estão sendo filmados…

Responder

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 22h49

    Boa noite.

    Felipe, o que nós vemos é só a ponta do Iceberg. Estes caras têm, em sua maioria, a sociedade como "desforra".

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Luiza Helena

    09 de janeiro de 2012 às 23h22

    Basta lembrar da "Favela Naval"!!!

souza

09 de janeiro de 2012 às 20h40

mesmo despreparada e desvalorizada, não justifica a violência, a agressão.
espero que os integrantes da polícia entendam e mudem por si só a forma de agir.
os que deveriam prepará-los e valorizá-los não o farão, deixando-os como os responsáveis pelo visto na mídia independente.

Responder

Gerson Carneiro

09 de janeiro de 2012 às 20h35

Enquanto isso, em plena cidade de São Paulo, no mesmo dia em que um PM escolheu um negro na USP para agredir, um homem atira em sequência em vários motoristas, rouba os carros, um a um em sequência, anda em cada um em alta velocidade pela cidade, bate o carro, e foge à pé, e a mesma PM que exibe eficiência" na USP não consegue deter e prender o protagonista do Dia de Fúria paulista.

Responder

    Renato

    09 de janeiro de 2012 às 22h08

    Sinceramente, tive a mesma impressão que você. O cabra sai da zona sul, rouba não sei quantos carros (e evidentemente para roubar os carros ele tinha que parar para fazer a troca) vai parar na zona norte e simplesmente, sumiu … "Tamo feio na foto" com esta policia.

    Outro Antonio

    09 de janeiro de 2012 às 22h40

    Os interesses da polícia e do Governador são outros.

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 22h54

    Boa noite.

    Isso mesmo, grande Gerson Carneiro.

    Mas veja bem: este "Michael Douglas" paulista é perigoso. Conhece a "linguagem" dos "meganhas". E está armado (e sabe utilizá-la). É mais seguro com as minorias (negros, prostitutas, homossexuais e – quem diria – professores! Aqueles que deveriam educar a sociedade, apanhando…). Quase ninguém liga.
    Triste.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Luiza Helena

    09 de janeiro de 2012 às 23h21

    Gerson,

    Você viu o sobrenome do agressor? Um canal de TV enfatizou que ele é "artista plástico"! E a reporter na bancada ainda sorriu falando que ele teve "um dia de fúria"! Os carros que ele roubou, os veículos que foram abalroados e o cidadão que "tomou um tiro na barriga", como ficam? Alguém já foi buscar o "meliante" que tem domicílio conhecido em uma área nobre da cidade? Ah, é que ele deve ser mais um dos "mais iguais" de São Paulo!

    leandro

    10 de janeiro de 2012 às 08h10

    Enquanto isso na Bahia um bando faz uma cidade inteira refém e ninguém é preso. Em Castro Alves os bandidos saem atirando e dirigindo sem pressa como cenas de filmes. Jogam moedas para o povo e todos vão catar e esquecem dos bandidos que levaram 10 reféns que foram deixados em 2 cidades vizinhas e até agora ninguem foi preso.

    zezinho

    10 de janeiro de 2012 às 09h40

    Pelo o que entendi o policial estava lá cumprindo pedido de evacuacao dos estudantes do prédio, ou seja que ele nao estava la simplesmente porque queria arranjar problema com os "estudantes". Ele agiu estupidamente mal e será punido por isso, mas isso nao significa que a polícia deva deixar de atuar dentro do campus da Universidade. Neste caso em particular nao faria diferenca porque a polícia foi chamada para intervir, nao importando mais se a presenca da policia no campus é liberada ou nao. Talvez ele tivesse apanhado menos se nao tivesse provocado ainda mais o policial ordenando-o que tirasse as maos dele e dizendo ao policial que nao encostasse nele.

    Paulo Guedes

    10 de janeiro de 2012 às 12h35

    Pq será que o "magnifico reitor" da USP é persona non grata na Faculdade do Largo de S Francisco?O "Dr" Rodas era diretor da S Francisco antes da virada de mesa de Serra nomeando-o para a reitoria da USP.
    O "Dr" Rodas tem todo um antecedente de confrontos com o corpo docente, primeiro da S Francisco, e agora da Cidade Universitária.
    Fechar-se em uma sala com tapetes persas e condições climáticas controladas, sem diálogo com docentes e discentes, exceto aqueles chegados a um rapapé, gera, tão só, conflitos e alienação.
    O "Dr" Rodas, sob este aspecto, é um alienado.

    Luci

    11 de janeiro de 2012 às 19h18

    Ele tem o privilégio da IMPUNIDADE e proteção à sua integridade.Ele é cidadão representante da elite cansada, má e perversa.

    Luci

    12 de janeiro de 2012 às 23h04

    Voce quis escraver PM "escolheu" um cidadão estudante da USP negro, …um homem branco, da elite de S.Paulo (usando colete a prova de bala) atira em sequ~encia em vários motoristas………..
    A Casa Grande está desmoronando, por excesso de privilégios e poder.


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