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Cachoeira: “Vamo detona aquele trem”


28/04/2012 - 13h24

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14 comentários

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Fabio_Passos

29 de abril de 2012 às 11h37

Estas informações mostram o envolvimento direto da quadrilha veja em uma organização criminosa.

Os leitores de veja são tratados como imbecis pelo mafioso civita.
É dever de todo cidadão brasileiro esclarecer os coitados que ainda são idiotizados pela mídia-corrupta: rede globo, quadrilha veja, estadão e fsp.

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    Alvaro Gondim Pires

    29 de abril de 2012 às 11h59

    Prezados,
    Vocês viram o comentário de Merval Pereira hoje no jornal O Globo? É de revoltar. Ele simplesmente disse que os diálogos entre a gangue de Cachoeira e os graúdos da Veja não tem nada de mais, eles ainda acham que somos todos truxas e imbecis. É triste vê que um desqualificado desse faça parte da Academia Brasileira de Letras. Mas, pensando bem, é até compreenssível esse pensamento dele, pois, bandido sempre defende atos de outros bandidos.

    Fabio_Passos

    29 de abril de 2012 às 18h17

    Não leio lixo mas nada deste merval me surpreende.
    Não foi ele que tentou livrar a cara do serra mesmo com todos os documentos mostrados no privataria tucana?
    É nosso dever abrir os olhos dos coitados idiotizados por esta mídia-corrupta.
    Vamos conseguir acordar 100% deles? É claro que não. Há aqueles que não tem mais volta. Fósforos queimados. Mas a maioria são pessoas mal formadas… que estão mal informadas.

RicardãoCarioca

29 de abril de 2012 às 11h26

Vai ficar difícil o acordo de não agressão resistir a diálogos como esse.

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Messias Macedo

29 de abril de 2012 às 10h07

SENSACIONAL! ENTENDA
(Extraído site http://maureliomello.blogspot.com.br/ – DoLaDoDeLá)
[Sob Pressão da Nova Opinião Pública]

A jornalista Elaine Tavares, em entrevista ao Brasil de Fato. Elaine acaba de publicar o livro: Em busca da Utopia – os caminhos da reportagem no Brasil, dos anos 50 aos anos 90 (Florianópolis: Edição pelo Instituto de Estudos Latino-americano-Americanos, 2012). Leia o que Elaine diz:

"A Veja é um caso de autofagia (de uma empresa) em nome de um modelo de mundo. Explico. Ela nasce nos anos 1970 dentro da mesma editora que fazia a Realidade, que era uma beleza de revista, com reportagens incríveis. E ela vem para implantar no Brasil um estilo de jornalismo que assomava nos Estados Unidos. Essa coisa insossa de informação sem contexto, e que não é uma ação sem sentido. Ela é parte de um modo de ser e estar no mundo. Escrever como se estivesse informando, mas sem na verdade informar. A Veja entrou no mercado e matou a Realidade, que era o jornalismo de profundidade, que levava ao pensamento, ao questionamento. A mesma empresa mata uma revista boa para que a revista ruim pudesse começar a atuar como a usina ideológica de um modelo que se queria para o Brasil. Foi um projeto utópico (distópico) da classe dominante. Trazer a “modernidade“ e emburrecer as pessoas. Encurtam os textos, tiram o contexto, passam a doutrinar. Já não era mais jornalismo. Basta ver o que é a Veja hoje: uma máquina de propaganda da distopia da direita brasileira. Jornalismo ali é coisa rara. Quando aparece é obra solitária de algum jornalista."

República das Bananas dos Estados Unidos do Brasil – parodiando o [José] (S)erra, o mesmo DEMotucano que “põe a mão no fogo pela Daslu, pela 'Veja', por Marconi ‘Perigo’ e, quiçá, por DEMÓstenes Torres!”…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Demóstenes, sobre Gilmar: “Esse relacionamento aqui, é bom pra gente, né?” « Ficha Corrida

29 de abril de 2012 às 09h53

[…] Cachoeira: “Vamo detona aquele trem” […]

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Gabriel Carvalho

29 de abril de 2012 às 09h45

Parece que o Civita contratou o Merval para trabalhar junto com o Reinaldo Azevedo:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/04

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Sérgio Ruiz

29 de abril de 2012 às 09h44

Policarpo mostra tua cara, antes de nós a vermos na CPI.

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Messias Macedo

29 de abril de 2012 às 09h39

“O professor” DEMÓstenes, o “dotô”/”empresário” Cachoeira e a “ellite” ‘nacioná’ – em três flagrantes (sic):

I – O programa “TV Folha”, que vai ao ar hoje às 20h na TV Cultura, também exibe bastidores da reunião em que socialites dos Jardins, em São Paulo, ligaram para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir agilidade no julgamento do mensalão.
II- Elas disseram se sentir traídas pelo senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), alvo da operação que investiga o grupo de Cachoeira.
III- O grupo de Carlinhos Cachoeira pediu a intervenção de um aliado do ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transpores) Luiz Antônio Pagot para acalmá-lo e evitar que ele atacasse o senador Demóstenes Torres (ex-DEM), informa reportagem de Lúcio Vaz e Breno Costa, publicada na Folha deste domingo.
##############################
Que classe dominante é essa, sô?! Presídio de segurança máxima é pouco, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!
A VIDA SEGUE: “E ‘vamo’ continuar pagando este trem de impostos, juros, tarifas, pedágios, propinas… Uai!”, diria o glorioso contraventor – perdão, ato falho -, a “grande” mídia nativa chama o cabloco goiano de empresário(!?)…
… “Pode ‘to be?!’”

República das Bananas dos Estados Unidos do Brasil – parodiando o [José] (S)erra, o mesmo DEMotucano que “põe a mão no fogo pela Daslu, por Marconi ‘Perigo’ e, quiçá, por DEMÓstenes Torres!”…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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    Messias Macedo

    29 de abril de 2012 às 12h01

    … [José] (S)erra, o mesmo DEMotucano que “põe a mão no fogo pela 'Veja' & congêneres detritos sólidos de mará baixa!…"

    República das Bananas dos Estados Unidos do Brasil – parodiando o [José] (S)erra, o mesmo DEMotucano que “põe a mão no fogo pela Daslu, por Marconi ‘Perigo’ e, quiçá, por DEMÓstenes Torres!”…
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Marcelo de Matos

29 de abril de 2012 às 09h36

Cachoeira, Demóstenes, Policarpo, Perillo, PIG, arapongas et cetera. O que está por trás de tudo isso? O jogo, que é sinônimo de dinheiro. Dizia um conhecido meu que não há negócio mais lucrativo que o jogo. Claro que o tráfico pode ser mais rentável ainda, mas, o jogo tem a vantagem de ser menos criminável, ou mais tolerado pela Justiça. O jogo do bicho, por exemplo, é ilegal, mas, aqui perto tem uma lojinha com aparência de comércio legal onde você pode jogar sem ser importunado. Voltando ao meu conhecido, ele tinha um bilhar e uma maquininha caça-níquel daquelas antigas, mecânica, ainda não existiam as eletrônicas. Com essa engenhoca ele ganhou muito dinheiro e ia para a Europa todo ano. Será que, terminada a CPMI, cassado o Demóstenes, a jogatina vai diminuir? O jogo não começou ontem. Fecharam os bingos, mas, ele ainda campeia por aí. Em outros países, como os States, nosso modelo em tantas coisas, o jogo corre solto e carreia muito dinheiro para os cofres públicos. Como dizia Papiniano, na Roma antiga, o dinheiro não tem cheiro

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Caracol

29 de abril de 2012 às 05h21

Alô alô Paulo Bernardoooo!
Alô alô Ministro das Comunicaçõõõõõões!

Responder

Alex Gonçalves

28 de abril de 2012 às 19h27

Está mais que provado que o 'Poli' sabia que estava beneficiando um máfia. A não ser que fosse muito, muito burro.

Responder

pperez

28 de abril de 2012 às 16h38

Quero o Capo Civita e o Policarpo sentar o rabo na CPMI e ficar cara a cara com Cachoeira!
Um deles teráque trocar as cuecas ou …fraldas, depois.

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