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Diário da Resistência


Conselho Federal de Medicina dá palanque a Bolsonaro e atravessa o rubicão: ‘Este CFM não nos representa’, rechaçam médicos em notas e abaixo-assinado
Trecho da petição "Este CFM não nos representa": ''Incrédulos e envergonhados, tomamos conhecimento da solenidade ocorrida em 27 de julho de 2022, na sede do CFM, na qual o presidente da república, acompanhado do ministro de estado da saúde (graduado em medicina), explicitamente e diante de dezenas de médicos ridicularizou a pandemia e desprezou todos os que com ela perderam a vida (inclusive muito médicos e profissionais de saúde), criticou as normas éticas e valores científicos da medicina e, chegou ao cúmulo de se vangloriar de não ter sido vacinado contra COVID-19 e estar vivo. Isso feito, sem que fosse interrompido ou questionado, em pleno século XXI, por sequer um dos médicos ali presentes''. Entre eles, na mesa, o ministro da Saúde e o atual presidente do CFM, José Hiran Gallo. Mauro Ribeiro (em pé, na primeira fila, de paletó cinza claro) é atualmente tesoureiro da entidade. Fotos: CFM/Divulgação e rede social
Saúde

Conselho Federal de Medicina dá palanque a Bolsonaro e atravessa o rubicão: ‘Este CFM não nos representa’, rechaçam médicos em notas e abaixo-assinado


01/08/2022 - 09h44

Por Conceição Lemes

O Conselho Federal de Medicina (CFM) é o órgão que, por lei, fiscaliza a prática médica no Brasil.

Tem a obrigação de defender a saúde da população e zelar pelo exercício ético da profissão em todas as instâncias.

Nos últimos anos, porém, assumiu crescentemente uma postura política-ideológica.

Na pandemia extrapolou.

Em vez de ajudar a salvar a vida de brasileiros, apoiou tratamentos ineficazes, mandando às favas as evidências científicas e a ética médica.

Fez vista grossa às mentiras espalhadas inclusive por médicos contra medidas de proteção, como o distanciamento social, o uso de máscaras, álcool gel e a vacina.

De saída, em 23 de abril de 2020, autorizou a prescrição da cloroquina/hidroxicloroquina, apesar de não haver evidências científicas de eficácia contra a covid-19.

Isso se deu após encontro do então presidente da entidade, Mauro Ribeiro, com Jair Bolsonaro (PL-RJ).

O próprio Ribeiro relatou o parecer do CFM, o 04/2020, que facultou aos médicos receitar cloroquina e hidroxicloroquina e, na sequência, respaldou o Ministério da Saúde a divulgar o protocolo para “tratamento medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da covid-19” no SUS.

Em julho de 2020, a Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMP) e a Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia (ABMMD) solicitaram ao CFM a suspensão do parecer de 04/2020.

Os pedidos foram em vão.

O Brasil tinha nesse domingo, 31 de julho de 2022, 678.513 óbitos confirmados por covid-19, segundo o Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde)

Até hoje, o CFM não reviu a sua posição anticientífica e o funesto parecer 04/2020 continua em vigor.

E na última quarta-feira, 27-07, atravessou o rubicão. 

Deu palanque (auditório do Conselho em Brasília) e plateia (conselheiros da entidade e outros médicos negacionistas) para o presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, fazer proselitismo político-negacionista à vontade.

Bolsonaro exaltou as ações do seu governo na pandemia, debochou dos cientistas, defendeu cloroquina e, ainda, investiu contra a vacina. Vangloriou-se de nunca ter-se vacinado e estar vivo até hoje.

Ao final da sua fala, os médicos aplaudiram-no de pé. Houve gritos de “mito”

”ESTE CFM NÃO NOS REPRESENTA”

A reação dos profissionais comprometidos com a saúde da população, o SUS, a prática ética da medicina e a ciência foi imediata.

Indignação. Repúdio. Vergonha. Constrangimento.

“No meu caso, foi revolta, mesmo!”, disse-me o médico Renan Araújo, Salvador (BA).

“O CFM levou o genocida miliciano para dentro de sua sede, para manchar de sangue a história da medicina brasileira”, acrescentou.

Araújo foi provavelmente o primeiro a se manifestar em rede social. Viralizou.

Ainda na tarde de quarta-feira, 27-07, publicou o texto (na íntegra, ao final) intitulado 27 de julho de 2022: o dia em que a medicina foi estuprada em sua própria casa (com o consentimento de quem deveria protegê-la)

À noite,’em nota (na íntegra, mais abaixo), a Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMP), também em rede social, condenou ‘esta postura do CFM, palanque para genocídio, fascismo e golpismo”. 

Em nota de repúdio (na íntegra, mais abaixo), a Associação de Médicas e Médicos pela Democracia (ABMMD) salientou: “Entendemos que o CFM incorreu em desvio de finalidade ao promover esta reunião amplamente divulgada pela mídia”.

Na sexta-feira, 29-07, foi lançado o abaixo-assinado Este CFM não me representa.

O texto que embasa a petição (na íntegra, ao final) atenta para presença do “ministro de estado da saúde (graduado em medicina)” e o fato de Bolsonaro ter ridicularizado a pandemia, desprezado mortos e criticado as normas éticas e valores científicos, ”sem que fosse interrompido ou questionado, em pleno século XXI, por sequer um dos médicos ali presentes”.

No momento (9h40, segunda-feira, 01-08), o abaixo-assinado já conta com 15.360 adesões. 
 
 
Recomendo que leiam todos. 
 
 
Renan Araújo: 27 de julho de 2022, o dia em que a medicina foi estuprada em sua própria casa (com o consentimento de quem deveria protegê-la)

É estarrecedor que o Conselho Federal de Medicina, que deveria proteger a sociedade brasileira contra o erro médico e as más práticas médicas, tenha sucumbido vergonhosamente ao fascismo e à necropolitica de Bolsonaro.

A casa dos médicos recebeu o genocida, sem se importar que ele há quatro anos leva o nosso povo à fome, ao desespero, ao empobrecimento, ao adoecimento e à morte.

O despresidente corrupto e perverso foi recebido como herói, com pompas e honrarias.

O mesmo ser seboso que permitiu que o Brasil fosse recordista de mortes por COVID, neglicenciando a compra de vacinas, prescrevendo tratamentos inúteis e zombando dos pacientes que morriam aos milhares por falta de oxigênio, entrou no CFM pela porta da frente e se vangloriou de ter sido protagonista de um dos períodos mais tristes de nossa história, com apoio de parte da categoria médica e de suas entidades.

O charlatão-presidente (que prescreveu cloroquina até para as emas do palácio) nos proporcionou assim mais um espetáculo dantesco.

Ele até “poderia” adotar as posições bizarras que chama de autonomia médica, pois não prestou juramento nem tem sua atuação regida pelo Código de Ética Médica.

Mas aquela plateia entusiasmada de doutores assistiu o sangue do povo escorrer solenemente pelo granito imponente da casa da medicina, ora apelidada de palácio da morte”.

O CFM não representa os médicos e as médicas do Brasil

Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMP) 

“Hoje, 27 de julho, houve mais uma prova da íntima relação entre a atual diretoria do Conselho Federal de Medicina (CFM) e a gestão genocida do Governo Bolsonaro.

O Presidente da República visitou o CFM em tom eleitoreiro, fora da agenda oficial. Reafirmou o discurso negacionista e anticientífico: favorável à cloroquina, antivacina e contra o uso de máscaras, fatores que contribuíram para as mais de 700 mil mortes por Covid-19 no Brasil. Quanto ao seu discurso, não há surpresas…

Ao contrário da subprocuradora-geral da República, que indicou o arquivamento de todas as acusações baseadas na CPI Covid sob alegação de que o presidente “não sabia”, toda a sociedade brasileira sabe das milhares de vidas que se perderam devido ao projeto de morte de um governante que sabotou a vacinação e toda forma de controle da pandemia. Sim, o Presidente é cúmplice, assim como toda a sua equipe gestora na saúde e o CFM.

Não é aceitável que ele repita seu discurso em plenas instalações do Conselho Federal de Medicina, recebendo palmas como reação da plateia, de conselheiros e bajuladores.

Nós sabemos que muito se faturou na pandemia com consultas desnecessárias, orientações sem base científica, medicamentos caros e ineficazes.

Nós sabemos quantas mortes poderiam ter sido evitadas, principalmente entre a população periférica, indígena e negra desse país.

As consequências permanecem, pois até hoje o CFM não abandonou a postura negligente e anticientífica, inclusive contra a vacinação.

Há médicos que pensam diferente e que não se conformam com esta postura do CFM, palanque para genocídio, fascismo e golpismo. Somos e precisamos ser médicos e médicas que defendem a população, o SUS, a ciência e a democracia.

Seguimos e vamos além, por um Projeto Popular para o Brasil.

A diretoria do CFM NÃO REPRESENTA os médicos e as médicas do Brasil.

NOTA DE REPÚDIO

ABMMD

O CFM é uma autarquia pública fundada em 1951 cuja finalidade é zelar pela ética e boa prática médica e também “garantir a defesa da saúde da sociedade, adotando uma política de saúde digna e competente”, conforme consta no seu próprio site.

Dentro desta perspectiva, não há como justificar o convite e apoio político explícito a um candidato a reeleição, que, enquanto Presidente da República de um país assolado por uma grave pandemia, minimizou seus riscos, defendeu e promoveu tratamento comprovadamente ineficaz contra a COVID-19, desestimulou o uso de medidas não farmacológicas eficazes na prevenção da transmissão da doença, como uso de máscaras e isolamento social, debochou de pessoas que morreram com falta de ar, atrasou a compra de vacinas e jamais prestou qualquer solidariedade às centenas de milhares de vítimas da doença ou aos seus familiares.

Cumpre lembrar que tal comportamento do governo federal é responsável direto pelo fato do Brasil ter uma taxa de mortalidade por COVID -19 quase 4 vezes maior que a média mundial, sendo, portanto, causador de milhares de mortes evitáveis.

Desta forma, enquanto uma Associação de Médicas e Médicos comprometidos com a Ciência e com a Saúde de nosso povo, entendemos que o CFM incorreu em desvio de finalidade ao promover esta reunião amplamente divulgada pela mídia.

Defendemos o SUS Universal e 100% Público. Defendemos a Vida. O CFM não nos representa!

Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia
 
 
A

 Abaixo-assinado: Este Conselho Federal de Medicina (CFM) não nos representa

“Somos médicos e médicas cuja conduta é orientada por normas éticas e evidências científicas que norteiam nossa prática, que devem ser seguidas e respeitadas pelos órgãos da classe e sociedades representativas.

Apoiamos o estado democrático de direito e repudiamos fortemente posturas racistas, homofóbicas, misóginas e que ridicularizam minorias.

Incrédulos e envergonhados, tomamos conhecimento da solenidade ocorrida em 27 de julho de 2022, na sede do CFM, na qual o presidente da república, acompanhado do ministro de estado da saúde (graduado em medicina), explicitamente e diante de dezenas de médicos ridicularizou a pandemia e desprezou todos os que com ela perderam a vida (inclusive muito médicos e profissionais de saúde), criticou as normas éticas e valores científicos da medicina e, chegou ao cúmulo de se vangloriar de não ter sido vacinado contra COVID-19 e estar vivo.

Isso feito, sem que fosse interrompido ou questionado, em pleno século XXI, por sequer um dos médicos ali presentes.

Este CFM defende posturas anticientíficas e com viés político, dando apoio a tratamentos que já foram amplamente estudados e cuja ineficácia é comprovada pelos maiores e mais reconhecidos centros de pesquisas médicas do mundo.

Há inúmeros estudos que demonstram a ineficácia dos nomeados “tratamentos precoces”.

Diversas sociedades médicas já se posicionaram em relação a esse tema e este CFM permanece irredutível na sua jornada anticientífica, apesar de todas as evidências contrárias.

Diversas sociedades médicas já se posicionaram em relação a esse tema e este CFM permanece irredutível na sua jornada anticientífica, apesar de todas as evidências contrárias.

Acompanhamos estarrecidos uma parte da categoria médica que ignora os efeitos das ações nefastas do atual governo federal, que provocaram agravamento da pandemia, aumento da fome e reduziram as perspectivas de futuro para grande parte dos brasileiros e brasileiras, com impacto significativo para população mais vulnerável.

O mesmo governo que reiteradamente atenta contra as instituições e a democracia.

É importante dizer à sociedade civil que muitos médicos e médicas desse país veementemente reprovam o que ocorreu nessa solenidade festiva em que aplausos e sorrisos ignoraram o enorme sofrimento do povo brasileiro.

Por isso defendemos o resgate do CFM como órgão em defesa da ética, da vida e dos preceitos científicos. Que represente verdadeiramente a categoria médica e a sociedade. Este CFM não nos representa!”

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8 comentários

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Nelson

02 de agosto de 2022 às 20h47

É de pasmar. Todos eles são educados – graduados, alguns devem ser pós-graduados, mestrados e até doutorados – e se postam feito basbaques diante de uma figura patética que asseguram ser um mito. Quem conseguiria explicar um tal comportamento dessa gente de conduta tão arrogante e que se acha superior?

Na terceira foto, ao que tudo indica, com a mão ao peito a cambada de pascácios está a ouvir, ardorosa e patrioticamente, o hino nacional. Como se estivessem diante de um presidente realmente patriota e não de um entreguista inveterado.

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RiaJ Otim

02 de agosto de 2022 às 20h00

a crítica é óbvia, pois agora o CFM tá deixando de ser elitista para se mais aberto e aceitar que outras formas também exerça medicina legalmente, como xamâ, curandeiros e quem receita por inspiração divina, como foi com o kit covid

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José Ricardo Romero

02 de agosto de 2022 às 16h41

Em nenhum momento li qualquer comentário sobre as verdadeiras razões do apoio dos médicos e outros profissionais de saúde ao bozismo porque temem a volta do “mais médicos” e dos “cubanos” que poderiam contaminar as práticas de saúde no Brasil com a instalação dos médicos de família ou de bairros como ocorre com muitas eficiência e bons resultados em Cuba..

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Zé Maria

01 de agosto de 2022 às 19h31

O Presidente do CFM já demonstrou ser o Incitatus do Bolsonaro.

Responder

    Zé Maria

    02 de agosto de 2022 às 19h24

    .
    .
    Irão os Dois Juntos, o Cavalo e o Montador,
    ver o Sol Nascer Quadrado no Ano que vem.
    .
    .
    “Sol Quadrado”

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirma ter certeza de que deve ser alvo
    de inquéritos que teriam como objetivo levá-lo à prisão caso perca as eleições.

    Ele acredita também que seus filhos podem se tornar alvos mais fáceis
    de investigadores caso deixe a Presidência da República.

    Bolsonaro tem repetido a fala a diversos interlocutores em Brasília, inclusive
    de seu próprio governo.

    Com dificuldade de se recuperar nas pesquisas eleitorais, a hipótese estaria
    deixando o presidente cada vez mais inquieto e, de acordo com alguns, “transtornado” em determinados momentos.

    A coluna ouviu nesta segunda-feira (1º) quatro relatos diferentes,
    que variam apenas em relação ao tom do presidente
    quando discorre sobre o assunto.

    Segundo políticos e autoridades que não integram o governo,
    mas que conversaram com ele nos últimos dias,
    Bolsonaro tem dito que reagirá —e que não será preso com facilidade.

    De acordo ainda com os mesmos relatos, ele tem demonstrado nervosismo
    e repetido frases semelhantes à que disse em um discurso no dia 7 de setembro
    do ano passado, em um ato na avenida Paulista, em São Paulo:
    “Nunca serei preso”.

    Na mesma ocasião, ele afirmou que poderia sair do Palácio “preso,
    morto ou com vitória”. A primeira hipótese [segundo disse] estaria
    ‘descartada’.

    Nas conversas em Brasília, ele também teria dito, na mesma linha do discurso
    em São Paulo, que pode haver “morte” caso tentem prendê-lo.

    Dois ministros do governo afirmaram que já ouviram Bolsonaro falar
    sobre a possibilidade de ser detido em mais de uma ocasião.

    O tom, no entanto, não seria de nervosismo, mas, sim, de mera constatação
    sobre uma suposta perseguição que ele poderia sofrer se perdesse o mandato.

    Um dos ministros afirma que o presidente diz saber o que vai acontecer com ele
    em caso de derrota.
    “Você acha que eu não sei?”, teria dito o presidente, de acordo com esse auxiliar,
    sobre uma possível ordem de prisão.

    Segundo o mesmo ministro, Bolsonaro afirma que “estão loucos”
    para que isso aconteça, mas ele saberia contornar a situação
    por não ser “ingênuo” como seus antecessores —Lula (PT) e
    Michel Temer (MDB) foram presos depois de deixarem o mandato
    de presidente.

    O petista chegou a ficar 580 dias [injustamente e ilegalmente] na prisão.
    Já o emedebista, conduzido duas vezes às celas, foi solto sempre em
    menos de dez dias.

    Um segundo ministro afirmou à coluna que o mandatário sempre repete
    que “vão querer montar alguma coisa para me prender”, mas que a investida
    não terá sucesso, já que ele não teria cometido crime algum [SIC].

    Como a Folha revelou, as eleições presidenciais serão determinantes
    para o destino jurídico de Bolsonaro.

    Caso seja derrotado e deixe a Presidência, ele poderá ser julgado pela
    Justiça comum, o que eleva as possibilidades de responsabilização penal.

    O presidente é alvo de centenas de denúncias, em especial por sua conduta
    durante a epidemia da Covid-19 e pelos ataques ao sistema eleitoral.

    A possibilidade explicaria em parte a intensidade dos ataques de Bolsonaro
    ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Em conversas com outras autoridades, o ministro da Economia, Paulo Guedes,
    por exemplo, já citou a “psicologia do desespero” para contextualizar as atitudes
    do presidente.

    Por ela, Bolsonaro se sentiria acuado e esticaria a corda como forma de
    autodefesa. Isso levaria a reações da Justiça, numa escalada sem limites.

    Ministros do governo dizem acreditar que um acordo [?!?]
    com os demais poderes poderá esfriar os ânimos,
    contribuindo para que as eleições no Brasil transcorram
    de forma tranquila.

    {Fonte: Jornalista Mônica Bergamo)

    Zé Maria

    02 de agosto de 2022 às 19h34

    Um teórico da conspiração, não alinhado à Milicada,
    revelou nos corredores que Bolsolão está usando a
    estratégia do Ladrão que assalta e grita “Pega Ladrão!”,
    em relação às Urnas Eletrônicas.
    O Plano seria hackear o Site do TSE e/ou dos TREs na
    eleição sem que ninguém pudesse contestar, já que
    todo mundo está falando que ‘a Urna é inviolável’.
    De que forma se daria ou quem faria o Hackeamento,
    se via Empresas de TI ou pela NSA, não foi revelado.

    Zé Maria

    04 de agosto de 2022 às 20h52

    https://pbs.twimg.com/media/FZPO0jKXkAMG8ZG?format=jpg
    A Dondoca Desesperada tá com Medinho de ir pra Cadeia.
    https://twitter.com/i/status/1555311216834347008
    https://pbs.twimg.com/media/FZV_j7LWYAAO3Il?format=jpg

    “LULA TERROR DO BOLSONARO!!!”
    E será no primeiro turno!
    #LulaNo1ºTurno #LulaPresidente13
    https://twitter.com/ProfessoraBebel/status/1554903217263316993

    https://pbs.twimg.com/media/FZVuqVlXEAATj57?format=jpg
    Genocida! Tua Batata tá Assando!
    “BOLSONARO PRESO AMANHÔ
    Lugar de Miliciano é na Cadeia!
    https://twitter.com/EdsonFilho74/status/1555270922440941568

Nelson Elias

01 de agosto de 2022 às 12h20

Esse CFM NÃO ME REPRESENTA! SEU PRESIDENTE DEVE IR PRA CADEIA!!

Responder

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