VIOMUNDO

População reconhece que mídia representa os que tem mais dinheiro

17 de agosto de 2013 às 18h54

Pesquisa revela que 43% não se reconhece em programação de TV

sab, 17/08/2013 – 12:00

Por Cecília Figueiredo, da Fundação Perseu Abramo

A Internet vem ganhando a preferência da população como veículo para se informar sobre a cidade, o Brasil e o mundo. Apesar de empatar em 43% com os jornais impressos, em meio habitual de informação, na soma de portais, blogs e indicação de amigos nas redes sociais virtuais, a Internet ultrapassa o impresso. Estes são alguns dos indicadores da pesquisa “Democratização da mídia”, realizada pelo Núcleo de Estudos e Opinião Pública (Neop) da Fundação Perseu Abramo (FPA) e apresentada na última sexta-feira, 16, em São Paulo.

De acordo com o estudo, realizado entre 20 de abril e 6 de maio deste ano, que ouviu 2.400 pessoas acima dos 16 anos, que vivem em áreas urbanas e rurais de 120 municípios distribuídos nas cinco regiões do Brasil, 82% assistem diariamente a TV aberta, mas quase a metade (43%) disse não se reconhecer na programação difundida pelo veículo e 25% se veem retratados negativamente, contra 32% positivamente. “A TV tem maior uso da população, mas o rádio tem maior alcance em cidades mais distantes”, informou o coordenador da pesquisa, Gustavo Venturi, coordenador do Neop.

71% é a favor de regras para concessão pública

Venturi informou que sete em cada dez brasileiros/as não sabem que as emissoras de TV aberta são concessões públicas. “Para 60% são empresas de propriedade privada, como qualquer outro negócio”, acrescentou o sociólogo na apresentação. “Mesmo assim”, ele salientou que, “71% da população é favorável a que haja mais regras para se definir a programação veiculada”.

Ao ser aventada a hipótese de existir mais regras para a programação e publicidade na TV, a maioria dos entrevistados/as (46%) disse preferir o controle social de um “órgão ou conselho que represente a sociedade”, do que a auto-regulamentação (31%), como ocorre hoje, e quase 1/5 declarou ser favorável a um controle governamental (19%).

A maioria dos entrevistados afirmou também que a TV costuma dar mais espaço para os empresários (61%) que para os trabalhadores (18%), considera que o noticiário veiculado é quase só de São Paulo e Rio de Janeiro (44%), e acredita que oferece uma programação para crianças e adolescentes que é antes negativa (39%) que positiva (27%) para sua formação. “11% dos entrevistados discordam que a mídia é imparcial”, destacou o pesquisador. Enquanto 65% relativizaram a confiança na “parcialidade e neutralidade” das informações, somente 21,9% acreditam que a mídia exponha os fatos sem privilegiar um lado.

Quanto ao tratamento da televisão aos problemas do Brasil, a percepção da maioria (56,7%) é que é menor do deveria. Sobre a diversidade, 54% acham que a TV não mostra muito a variedade do povo e 22% observam uma invisibilidade. Não muito diferente está a percepção dos entrevistados sobre a realidade nos conteúdos veiculados pela TV: 51% acham que é mostrada apenas parte e 23% opinaram que não é mostrada.

A maioria dos entrevistados/as também considera que a TV retrata as mulheres às vezes (47%) ou quase sempre (17%) com desrespeito, assim como desrespeita os nordestinos às vezes (44%) ou quase sempre (19%), e ainda a população negra ( 49% e 17%, respectivamente) – sendo esta retratada menos do que deveria (52%).

Especificamente para a publicidade de bebidas alcoólicas, quase a totalidade (88%) apoia mudanças na legislação, seja seu banimento da TV (44%), seja sua restrição a “horários noturnos e de madrugada” (44%).

Base para o debate público

Joaquim Soriano, diretor da FPA, que coordenou o evento, ao lado de Gustavo Venturi, do departamento de Sociologia da USP, e Vilma Bokany, do Neop, foi parabenizado pelos participantes em nome da Fundação, pela iniciativa. “Esse estudo fortalece o trabalho do movimento em favor da regulação da mídia, abre caminho para novos estudos e sela um compromisso com todos e todas que lutam pelo direito à comunicação”, reiterou Rita Freire, da Ciranda da Comunicação e representante do Conselho Curador da EBC.

Na avaliação do jornalista da FPA, Daniel Castro, pesquisa aponta a necessidade de discutir o papel da mídia pública na sociedade.

Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e professor de Jornalismo da ECA-USP, também atentou para a necessidade de ampliar a difusão do estudo. “Pela importância que tem, e obviamente essa pesquisa não será divulgada pela grande mídia, faremos um Ver TV na próxima semana”, anunciou Lalo, referindo-se ao programa transmitido pela TV Brasil. A ele também se somou Beá Tibiriçá, do Coletivo Digital, “me proponho a passar por um treinamento da Fundação e apresentar a pesquisa em outros estados”.

“Mesmo não tendo compreensão de que se trata de uma concessão pública, a população defende regras”, comentou o jornalista Altamiro Borges, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Impressionado com os dados da pesquisa, ele sugeriu que se defenda legislação informando à população que “TV é concessão pública”.

Na avaliação de Renata Mielle, coordenadora do Barão de Itararé e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), a pesquisa é “contribuição inestimável”. Possibilitará, avalia Miro Borges, sair do “achismo”. “Agora a gente começa a ter bases mais sólidas para o debate público”, complementa Pedro Ekman, do Intervozes.

No encerramento do evento, transmitido pelo portal “Conversa Afiada”, comandado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, e acompanhado por aproximadamente 500 internautas pela tevê FPA, em plena sexta-feira, à noite, o diretor da FPA, anunciou que a pesquisa “Democratização da Mídia” será lançada nas próximas semanas no Rio de Janeiro e Distrito Federal, além de outras regiões e locais onde seja requisitada.

Participaram também do debate, Iole Ilíada, vice-presidente da FPA, Joaquim Palhares, advogado, fundador da Agência Carta Maior e membro do Altercom, Pedro Ekman, da Coordenação Executiva do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social), Rachel Moreno, da Rede Mulher e Mídia, Frentex e FNDC, Terezinha Vicente, da Articulação Mulher e Mídia, estudantes e pesquisadores.

PS: A Globo requisitou à assessoria da FPA o código para transmissão do evento, porém até 19h33, horário de encerramento, nenhuma menção ou imagem sobre a apresentação da pesquisa. Apenas um telefonema solicitando ajuste do áudio.

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Dossiê: Grupos MafioMidiáticos | Ficha Corrida

01/06/2014 - 09h37

[…] baixa audiência em troca de bonificação? Por um lado, o desprestígio da mídia tradicional aumenta, em paralelo àascensão de uma mídia independente e rápida pela internet como opção de fonte […]

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janio

24/08/2013 - 01h08

Estes resultados deveriam ser mostrados nas salas/recepções dos odontos/médicos para que os desinformados ou intencionados pela desinformação/alienação pudessem ter um mínimo de informação, assim as revistas veja e cia desapareceriam e ganharíamos com a preservação ambiental e oxigenação mental! Parabéns pela pesquisa aos poucos vamos abrindo caminhos para libertar o povo e praticar cidadania consciente!!!

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Felício- Ensa

20/08/2013 - 22h13

A mídia tem um grande poder de influência sobre a população, exemplo claro deste quadro são as notícias manipuladas, estas buscam exaltar um grupo ou prejudicar uma outra determinada parcela. Em um contexto brasileiro, a mídia televisiva é o meio mais relevante, sendo esta, na verdade, o chamado “Quarto Poder”. Além das informações alteradas para atender a um determinado interesse, há que se destacar também o papel das novelas no Brasil . Estas atingem grande parte da população, ditando tendências que percorrem grandes massas, visando somente o lado lucrativo das redes televisivas e alienando o telespectador, pois não desenvolve o lado crítico de cada indivíduo. Infelizmente, a grande maioria dos receptores de informações não conseguem filtrar o que recebem, acreditando fielmente no que é passado. Mas deve-se haver um sentimento de esperança, porque tal realidade parece começar a mudar, conforme dados apresentados na pesquisa mostrada acima.

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Igor Lopes Salgado - ENSA

20/08/2013 - 21h16

Coincidência foi o fato de ter justamente discutido o assunto abordado por esta pesquisa em minha escola hoje e estávamos debatendo em sala de aula o fato das mídias manipularem as informações que estas trazer ao seu público sem qualquer forma de adulação e também, obedecendo à imparcialidade, algo que deveria ser um princípio para todos os profissionais do jornalismo. As mídias televisivas exercem um enorme poder de influência e persuasão sobre seus telespectadores, elas querem pensar por seu público de acordo com seu próprio interesse e claro, pelo fato do ato de pensar ser exclusividade de poucos, a maioria dos que assistem acabam se tornando meros passivos em um mundo onde a informação corre num rápido fluxo garantido pela globalização. Em ambiente acadêmico, minha sala estava discutindo a capa da revista VEJA desta semana na qual em destaque estava uma entrevista exclusiva dada pela líder de um movimento que prega de maneira radical as suas prioridades, ou seja, praticando atos vândalos e depredando o patrimônio público, em busca de atenção das autoridades para seus requerimentos, entretanto, sem querer justificar a deplorável atitude desse grupo, uma vez que será tirado verba do bolso de todos para recuperar o que foi perdido, mas a manifestante que tem seus olhos estampados na capa dessa semana da revista controlada pelas Organizações Globo manifestou seu descontentamento ao ver que a entrevista que ela cedeu em busca publicidade para a causa de seu grupo foi censurada para que manipulassem que ela e seu grupo eram quase uma facção terrorista.
Logo podemos concluir que não somente mídias televisivas, mas as impressas também podem manipular tudo o que veiculam de acordo com seus interesses e que geralmente atendem aos mais bem favorecidos, devemos antes buscar mais sobre o assunto antes de acreditar em tudo o que veiculado por aí, todavia, é surpreendentemente bom saber que a população contemporânea já reconheça que a mídia representa interesses particulares de apenas uma minoria rica.

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fabiao...

19/08/2013 - 16h54

ai vao os links pra quem nao viu as reaçoes “levemente” perplexas de casoy, mitre e gabeira quando nao ouviram as respostas que gostariam de henrique prata [diretor do hosp. do cancer de barretos] sobre o mais medicos, do governo federal.
mastercard, nao tem preço…
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/videos.asp?id=14637309&t=canal-livre-discute-a-saude-publica—parte-1
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/videos.asp?id=14637310&t=canal-livre-discute-a-saude-publica—parte-2
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/videos.asp?id=14637315&t=canal-livre-discute-a-saude-publica—parte-3
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/videos.asp?id=14637322&t=canal-livre-discute-a-saude-publica—parte-4

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Bacellar

19/08/2013 - 16h02

Trabalho com imagem documental ha quase 14 anos e nesse periodo senti uma enorme mudança de postura da população em relação aos profissionais de imprensa. Atualmente se voce vai com a camara numa quebrada ou favela existe muito mais gente desconfiada de suas intenções do que ha 10 anos atras. Nao acredito que a população se afastou da mídia mas o contrario; a midia se afastou da população. A logica de tratar o espectador como se fosse o Homer Simpson (né Bonner?) com os anos cobra seu preço.

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Felipe Vargas Zillig

19/08/2013 - 15h06

Um debate sobre o Fora do Eixo e a Mídia Ninja , na questão das contas me lembra o programa social da área de educação , Segundo Tempo , que substituia ou tapava a lacuna da não existência de escolas em tempo integral.
Fundamental , atualmente as escolas em tempo integral aumentam cada vez mais havendo um esvaziamento , parcial , do programa , voltado a esportes se continuar teremos uma nação mais rica.
E houveram problemas nas contas financeiras e prestações de débitos , natural , incorreto , errado , é obrigatória a correção destes erros , porem não inviabiliza a enorme importância do programa como do Fora de Eixo , e pequeno detalhe o tamanho das verbas e o fato que não houve enriquecimento de ninguem e sim falta de experiência no trato com estas verbas e derrapadas éticas de alguns .
Muito diferente de esquemas profissionais envolvendo desvio de grandes somas de dinheiro público que ainda existem , uma deformação que ocorreu e ocorre em uma sociedade em transformação na qual programas como Segundo Tempo e Fora do Eixo são fundamentais para a resolução destes problemas , da corrupção pequena e fácil e rápida de ser corrigida até os grandes e intrincados esquemas de desvio de dinheiro público .
Em um comentário no Blog do Nassif fica clara a construção feita pela velha mídia junto a parte da opinião pública , se o globo , falha , valor e veja são a favor sou contra se são contra sou a favor , aconteceu e está contecendo o que muitos previam , assim que houvesse um índice maior de informação na sociedade e a velha mídia continuasse com seu teor de propaganda a sociedade reagiria, aquilo não é jornalismo , o comentário pode ser a avaliação de muitos , e digamos está no ar , com bom humor nas ondas do radio .
A internet só aumenta o rombo no casco avariado da velha mídia , e a Mídia Ninja com os blogs e mídia progressista existentes , podem rolar alguns atritos mas é outro papo , opiniões diferentes mas sem a interferência do capital , empresas e partidos neoliberais , devem se tornar a cara da mídia brasileira , e se Deus quiser tudo tudo tudo vai dar pé, musical rs rs rs , da mídia mundial.
A diferença para o país em ter uma nova mídia e uma oposição construtiva ao invés da velha mídia e os tucanos-dem é como velejar com vento a favor e tempo bom e vento contra e chuvarada , o barco continua em frente mas velocidade , desgaste de equipamente e conforto da tripulação são outros.
Se ainda estamos com mau tempo , temos a vantagem de já enxergar o panorama de tempo bom a frente sem estar muito longe , só manter o leme firme e a calma , sem perder a capacidade necessária de indignação.
Saudações brasileiras progresistas midiaticas.

Responder

Biru-Biru

19/08/2013 - 13h50

“[..]43% não se enxergam na tv.”
Seria (ceria) um problema (poubrema) de óculos (dozócro)?

Responder

Mardones

19/08/2013 - 13h16

A população tem discernimento quando é exposta às perguntas sobre a falta de qualidade na programação das tv’s. Um dos problemas é, além da falta de regulamentação e controle, a falta de alternativa para a população.

Responder

    Pedro Veleitos

    20/08/2013 - 07h02

    Como falta de alternativa se 37% tem tv a cabo. 79% radio. 43% revista? Paremos de decidir pelo povo. O povo nas ruas mostrou que não é só a mídia que se afastou dele. O governo e o PT também. Sejamos menos babás. O publico tem opção. Pode ter mais. Basta o governo em vez de regulamentar facilitar mais TVs, radios, reduzir imposto da telefonia pra mais gente ter internet. Permitir mais empresas no setor de telefonia e até separar telefonia de internet. Por que pagamos necessariamente uma linha telefonia quando queremos só internet?

Hudson Lacerda

19/08/2013 - 13h03

Uma demonstração de subserviência da mídia de massas brasileira a interesses contrários aos do povo brasileiro é a completa ausência de indignação pelo rapto do brasileiro David Miranda em Londres, pelo grupo terrorista britânico Scotland Yard, presumivelmente a mando da organização de terrorismo global chamada “Governo dos EUA”.

Responder

nelton

19/08/2013 - 11h51

Perdoem-me o fora de tópico.
Mas, o tema é de extrema importância e merece uma discussão mais ampla.
Após, o episódio que revelou a espionagem americana sobre o governo brasileiro e a violação de dados de empresas e particulares, caberia a pergunta se as urnas eletrônicas brasileiras são efetivamente seguras? Mesmo com a adoção do recurso biométrico.
Será que dados não poderiam ser adulterados no pós-votação?
Que compromissos tem o TSE com o fornecedor dos softwares para considerá-los inexpugnáveis? Já que nem os servidores de segurança americanos e de países desenvolvedores de programas são invioláveis?
É preciso que o governo e demais intuições do Estado brasileiro criem mecanismos que admitam a revisão, a correção e a prevenção contra possíveis fraudes e isso somente seria possível com a adoção do voto físico.
A votação eletrônica é de fato muito prática, possibilita a apuração rapidamente, mas não me parece segura.
A democracia requer mais estabilidade e lisura que celeridade.
Como diz o adágio popular, quase sempre “a pressa é inimiga da perfeição”.

Responder

    Hudson Lacerda

    19/08/2013 - 12h57

    O compromisso é que o TSE exigiu em edital que o software seja inspecionado e aprovado pelo FBI (não é brincadeira). O edital até especificava marca e modelo, para garantir “compatibilidade”.

    Também a Polícia Federal (que, conforme denúncia, tinha uma unidade de espionagem da CIA) está submetida ao FBI, através do mesmo sistema de software de fotografia digital (SAGEM).

    http://www.cic.unb.br/docentes/rezende/trabs/seminarioCIC-CMind_files/SeminarioUnB-Cida.pdf

    http://www.cic.unb.br/docentes/rezende/trabs/seminarioCIC-CMind.html

    Minha conclusão é que a injustiça eleitoral brasileira é controlada por estrangeiros. Veja que a presidenta do TSE
    disse desconhecer o contrato feito entre o TSE e a SERASA (ou seja: a multinacional Experian) em que o TSE compartilharia com a Experian os dados pessoais dos eleitores e de suas mães.

    Daniel

    19/08/2013 - 14h20

    Não existe sistema de informática “inexpugnável”, período. Pode-se dificultar bastante (ao ponto de ficar QUASE impossível) as tentativas de quebra de segurança mas cedo ou tarde alguém irá conseguir se aproveitar de alguma brecha.

Via Noticia

19/08/2013 - 10h03

O Estadão estava soltando fogo pelas ventas no editorial contra o comportamento de Joaquim Barbosa.

É nisso que dá não fazer direito o que mandam.

Responder

Marcos

18/08/2013 - 23h40

A familia Marinho-Globo possui uma das maiores fortunas do Brasil R$ 51 bilhões….Com toda essa grana e ainda sonegam impostos, a elite brasileira é a pior do mundo, caloteiros que enriqueceram se envolvidos com sujeira.

Responder

assalariado.

18/08/2013 - 19h58

Conceição/ Azenha, cadê meu comentário das 17 :09 hs?

Obrigado.

Responder

    Conceição Lemes

    18/08/2013 - 20h28

    Assalariado, o teu comentário — não sei por quê — está indo pro spam. E está dando problema no spam. O das 17h consegui recuperar. abs

    assalariado.

    18/08/2013 - 20h55

    Conceição, sou um leigo em TI.

    Teve uma época que todos e-mails que eu recebia da cartamaior (sou assinante), ia direto para o lixo eletrônico da minha caixa de email. Assim foi, e funcionou por algum tempo, porque todas as vezes que vinha no meu lixo eletrônico eu jogava de volta para minha caixa de entradas de e-mails.

    De repente consulte a pessoa que trabalha com o viomundo nesse quesito manutenção do site.

    Obrigado.

    Conceição Lemes

    18/08/2013 - 23h52

    É o que farei, assalariado. abs

abolicionista

18/08/2013 - 17h23

Ou seja, só falta fazer democracia…

Responder

assalariado.

18/08/2013 - 17h12

A luta de classes tem como atores antagônicos essas duas classes principais que são: (burguesia capitalista) x (assalariados) e/ ou (CAPITAL X TRABALHO), numa linguagem marxista. E o PIG (Partido da Imprensa Golpista), tem a função ‘social’ de manter os cérebros das massas sob controle ideológico, dos valores de sociedade do capital. De repente, é o povo já não tão inocente na luta politica como demostra este post. Porém, não ao ponto de achar que a mídia representa e sempre representou exatamente os interesses do capital, mais do que isso, ela (a mídia) é o próprio capital, travestida de vitrine ideológica e difusora de propagandas pró interesses da burguesia que se concretiza através dos altos falantes e das letras da mídia.

Navegando na internet achei essa matéria, que acho, vai contribuir para ajudar a acordar politicamente, o nosso povo.

—————(TELEVISÃO: FABRICA DE MAIS VALIA IDEOLOGIA)——————-

Elaine Tavares: Jornalista do Instituto de Estudos Latino-americanos.

“A televisão é uma usina ideológica. Gera milhares de megawatts de ideologia a cada programa, por mais inocente que pareça ser. E ideologia como definiu Marx: encobrimento da realidade, engano, ilusão, falsa consciência. Então, se considerarmos que a maioria da população latino-americana, aí incluída a brasileira, se informa e se forma através desse veículo, pensá-la e analisá-la deveria ser tarefa intelectual de todo aquele que pensa o mundo. Afinal, como bem afirma Chomsky, no seu clássico “Os Guardiões da Liberdade”, os meios atuam como sistema de transmissão de mensagens e símbolos para o cidadão médio. “Sua função é de divertir, entreter e informar, assim como inculcar nos indivíduos os valores, crenças e códigos de comportamento que lhes farão integrar-se nas estruturas institucionais da sociedade”. Não é sem razão que bordões, modas e gírias penetram nas gentes de tal forma que a reprodução é imediata e sistemática.

Um termômetro dessa usina é a famosa “novela das oito”, que consolidou um lugar no imaginário popular desde os anos 60, com a extinta Tupi, foi recuperado com maestria pela Globo e vem se repetindo nos demais canais. O horário nobre é usado pela teledramaturgia para repassar os valores que interessam à classe dominante, funcionando como uma sistemática propaganda que visa a manutenção do estado de coisas. É clássica, nos folhetins, a eterna disputa entre o bem e o mal, o pobre e o rico, com clara vinculação entre o bem e o rico. Sempre há um empresário bondoso, uma empresária generosa, um fazendeiro de grande coração, que são os protagonistas. E, se a figura principal começa a novela como pobre é certo que, … ”

Continua aqui:

http://brasilsocialista2012.blogspot.com.br/2012/04/televisao-fabrica-de-mais-valia.html

Saudações Socialistas.

Responder

FrancoAtirador

18/08/2013 - 15h36

.
.
Além da mentira, pura e simples, e da distorção da notícia,

a fim de atender a interesses comerciais dos empresários,

já detectadas por parcela considerável (60%) da população,

há o dado tão ou mais grave que é a omissão da informação.

Um cartel empresarial monopoliza a produção de conteúdo,

determinando o que deve e o que não deve ser noticiado

sobre os mais variados temas, sempre com viés mercantil,

privatista, elitista, corporativista e particularista,

e, portanto, excludente, na Política, na Economia, etc.

Assim são sonegadas as informações de interesse público.

Não havendo meios alternativos de abrangência nacional

e não sendo os fatos divulgados pela Mídia Empresarial,

eles simplesmente não existem para a maioria das pessoas

que não consegue avaliar a realidade fática como um todo.

Parte [email protected] [email protected] já percebem que há uma Mídia Bandida,

mercantilista, interesseira, mercenária, que tem um lado

e que esse não é o lado dos trabalhadores e trabalhadoras.

Mas ainda não consegue acesso amplo e integral às informações

que dizem realmente respeito à própria classe trabalhadora,

mesmo naquelas categorias supostamente mais esclarecidas,

como as dos agentes públicos, sobretudo dos professores.

A prova cabal disso está demonstrada nessa pesquisa da FPA:

“…sete em cada dez brasileiros/as [70%] não sabem
que as emissoras de TV aberta são concessões públicas…”
.
.

Responder

Valente

18/08/2013 - 14h24

Os únicos caras realmente sinceros nas rádios, TV,s e jornais da direitona:

Zé Simão e o locutor do trânsito, aquele que diz o tempo de congestionamento.

Responder

marco

18/08/2013 - 13h56

Sra.Cecilia.Eu sou totalmente a favor da regulação das atividades da imprensa,o que chamam de midia.Resta saber com que forças,além da sociedade que se expressa na pesquisa mostrada já que a burguesia,que outrora em um famoso e hoje pouco lido documento,advertia a todos que essa classe quando se reunia,corneavam-se uns aos outros,nos dias atuais,com o advento das Descorneadoras,máquinas usadas na atividade pastoril,essa classe se antecipa às reuniões e prudentemente se submetem ao incomodo,para não correrem tais riscos.Os burgueses uniram-se e aguardam para terem menores sofrimentos quando submetidos a tais práticas preventivas,a introdução no mercado,de Descorneadoras Eletrônicas.Com isto quero alerta=la de que as lutas contra tal classe,devem vir precedidas de empenhos ainda maiores.Um abraço e parabéns pela ótima matéria!

Responder

Urbano

18/08/2013 - 13h16

O pig e a bancada jurídica, padrão vil metal, são os comparsas mais fortes da oposição ao Brasil, nesse momento.

Responder

Fabio Passos

18/08/2013 - 12h24

Avaliação arrasadora do lixo produzido pelo PiG: Mais de 80% da população sabe que não há pluralidade.

O povo sabe que a mídia-lixo-corporativa é a máquina de propaganda dos interesses da “elite” branca.
É por isso que, mesmo com a manipulação midiatica, a direita- psdb-PiG- será varrida do mapa em 2014.

Responder

anac

18/08/2013 - 11h25

Um dos exemplos mais evidentes de manipulação da mídia no uso do seu poder de informar que se encontra hoje nas mãos de uma minoria bilionário que o usa para defender seus interesses foi o do perda de controle da inflação pelo aumento absurdo do TOMATE, que muitos passaram a repetir igual a papagaio. Os bilionários donos da mídia são os maiores investidores no mercado de capital, na qualidade de rentista e alguns até também de banqueiros, alem dos seus veículos receberem milhões de propaganda vinda desse nicho. Os banqueiros usam a mídia para divulgar seus serviços. Pois bem Dilma ousou fazer o que nem Lula teve a coragem ou pode fazer, vez que para assumir teve que assinar uma CARTA que na realidade era direcionada aos 1%. Dilma baixou a taxa de juros. A mesma taxa de juros que fazia do Brasil o paraíso dos especuladores brasileiros e estrangeiros. Era aqui que eles ganhavam milhões, sangrando o país. O que fez a mídia ao ver a taxa de juros reduzida passou a promover um terrorismo midiático da inflação. E sempre antes da reunião do COPON obrigando o BC a aumentar a taxa de juros. E os coxinhas as maiores vitimas dos juros abusivos pagos em cartão de credito, taxas de serviços de bancos, empréstimos e financiamentos – atacaram Dilma e defenderam o aumento da taxa de juros. São ou não são otários os coxinhas?

Responder

anac

18/08/2013 - 10h36

A partidarização da mídia ficou mais evidente para a maioria do povo brasileiro depois do PROPINODUTO tucano. O tratamento diferenciado que a mídia brasileira dá aos malfeitos tucanos de milhões de propina escondendo debaixo do tapete enquanto qualquer mal feito – 5 mil ou 100 mil na cueca- do pt é escandalizado prova que o PiG tem rabo preso com os tucanos e que não esta comprometido em informar a verdade. Desde 2005 o escândalo da ALNSTOM E SIEMENS era divulgado na Europa, sendo essas empresas processadas na Alemanha e Suiça. O PiG protegeu os tucanos que impediram a criação de inúmeras CPIs pedidas ao contrario das do PT que até compra de tapioca era motivo de pedido de CPI.

Responder

    anac

    18/08/2013 - 11h30

    Nada diferente do que sempre foi no Brasil: aos ladrões de bilhões a impunidade e aos ladrões de galinhas a pena exemplar de prisão.

Pedro Veleitos

18/08/2013 - 07h24

“A tv está ficando encostada”? Você faz parte dos 6% que não vêem tv? 6% virou elite… petista.
A imprensa e o setor privado são as instituições mais criveis no Brasil. Não é porque o PT tentou cooptar as manifestações que isso mudou. Dois partidos libertários deram entrada de registro no TSE. O brasileiro melhorou de vida e agora paga impostos e sabe o quanto é espoliado. Até sabe diferenciar e avaliar a tv que assiste… e muito. Esqueçam o babysitterismo petista e peemedebista. Brasileiro quer respeito, não que dirijam a vida dele.

A pesquisa que esse site nem a Globo deram:

http://www.abert.org.br/site/index.php?/noticias/todas-noticias/midia-e-a-entidade-mais-confiavel-para-brasileiros.html

Responder

    Luís Carlos

    18/08/2013 - 12h02

    A imprensa é o setor mais crível no Brasil? Você certamente não leu isso nessa pesquisa. Pode ser sua opinião, mas não está na pesquisa, muito pelo contrário. Como se empresários da mídia não tivessem interesses próprios e na maioria das vezes, inconfessáveis. Tramam contra o país permanentemente, transmitem violência como se fosse normal, mentem e omitem como no caso do trensalão ou propinoduto tucano, sonegam impostos como no caso da Globo, relacionam-se com quadrilheiros e criminosos como no Caso de Veja e Cachoeira, apoiaram a ditadura civil-militar no país como no caso de Globo, Folha, RBS, etc, silenciam sobre nomes dos especuladores responsáveis pela quebradeira em todo o mundo desde de 2008, por exemplo, sem citar um nome sequer de quem saqueia o planeta, propagam a versão mentirosa dos EUA para invadir o Iraque afirmando que aquele país tinha armas químicas, fazem cobertura parcial/propaganda da guerra, como no Iraque, por exemplo, fazem matérias pagas como se fossem de puro interesse jornalístico, especialmente em casos que interessam a indústria farmacêutica, omitem tramóias e conspirações com lavagem de dinheiro e assassinatos dentro do Vaticano, mentem tentando derrubar e desaçreditar autoridades públicas, como no caso do “grampo sem áudio”, minimizam ou relativizam casos de sonegação como privada como o da DASLU, atacam descaradamente iniciativas positivas como a redução da tarifa de energia elétrica, inventam “crise inflacionária” fundamentada em tomates e defendem e pressionam pelo aumento de juros para favorecer especuladores, pressionaram e mentiram pela supressão da CPMF como se fosse imposto e não contribuição alegando que “encarecia” a vida da população e que se fosse suprimida o custo de vida ficaria mais barato, fizeram gritaria quando banqueiro foi algemado como se fosse um Estado policialesco mas jamais falaram tal coisa quando milhares de negros e pobres são presos, omitiu a ação criminosa do judiciário e da polícia de SP no caso “Pinheirinho”, além de tantas e tantas outras atitudes fascínoras e criminosas e você quer que todos acreditem na grande mídia conservadora?? A grande mídia é elitista, manipuladora, mentirosa, egoísta, prevaricadora, conivente e defensora da impunidade dos ricos e poderosos e traidora do país e do povo brasileiro.

    Pedro Veleitos

    19/08/2013 - 07h26

    Em tempo, porque apesar de tantos escândalos o mundo confia na imprensa. É que ao contrario do Brasil e alguns paises bolivarianos, o público sabe que é gente escrendo sobre percepções. Aqui todos esperam que o Estado nos salve de nós mesmos. Culpam a mídia, a professora da escola, até nossos pais e o padre pela má formação critica. Enfim, somos um bando de Mazaroppis na visão dos nossos partidos, estado e as vezes de nós mesmos. Pobrezinhos manipuláveis. Tadinhos de nós.

    Pedro Veleitos

    19/08/2013 - 11h12

    Já que foi deletado e o negócio é duvidar das intenções, duvidemos das intenções do instituto que fez a pesquisa: http://novo.fpabramo.org.br/content/historico-0

    Luís Carlos

    19/08/2013 - 15h11

    Pedro
    Não apenas escrevem sobre percepções. Alguns negam fatos jornalísticos como a corrupção no metrô de SP. Viste alguma matéria crítica da Veja, por exemplo, sobre esse fato jornalístico de grande impacto social? Por tapioca Veja fez matérias muito mais duras, mas não para apurar denúncias feitas por empresas que participaram do ardil, aliás, empresas privadas…
    Sobre ser Mazaropi, de fato, a mídia é quem mais reclama e adjetiva de “chapa branca” quem tem a insolência e petulância de discordar dela, como se somente a grande mídia pudesse fazer críticas e dar opinião. Tem muita dificuldade em conviver com críticas apesar de viver de fazer críticas a todos.

    Pedro Veleitos

    20/08/2013 - 07h11

    Vejo que a Veja…rsrs… incomoda muito. Que bom. Isso é ser jornalismo. A Carta Capital incomodava maos nos anos FfHh . Porque queremos pluralidade num mesmo veiculo? Já parou pra pensar que a pluralidade está na existência de vários? A pluralidade da Veja é a IstoÉ… a Carta. Da Globo, a Record. É insuficiente? Permitam mais canais em vez de regular os existentes. Os atuais sabemos o quem pensam. Vamos permitir os que pensam diferente. Mudar a lei para que sem.permitidos declarar o que pensam – em tv e radio.hoje isso é proibido. Mas pela.pesquisa acima mesmo sem.apontar o publico sabe diferenciar e vê consciente de que pende pra um lado. O que a maioria aqui propõe não é diversidade. É puxar pró seu lado. Aí só mudamos de erro.
    A internet é uma grande alternativa à tv. Mas só 43% tem. Quais esforços estão fazendo pra ampliar isso? Ano que vem vai ter 4G nas sedes da Copa. Ou seja… internet melhor pra quem já tem. E onde não tem? O governo fala em abrir pra mais empresas? Desonerar impostos altíssimos de telefonia? O PT fala nisso? Ou só se cintenta em sacanear a vida dos Marinho e Civita? Quem deu poder à eles foi esse foco exagerado.numa.solução.cubana pro problema da.mídia. usem a solução espanhola.

    Fabio Passos

    18/08/2013 - 12h15

    Na verdade a população sabe que a privada é a instituição geradora da produção midiática. rsrs

    Daniel

    19/08/2013 - 14h24

    Que porcaria você fumou? A entidade mais confiável segundo os brasileiros é os BOMBEIROS. Que diabos de credibilidade acha que têm a pesquisa de uma organização de MÍDIA querendo provar que ELA PRÓPRIA é a “mais confiável”?

ricardo silveira

18/08/2013 - 04h13

Para resumir: a TV aberta é uma porcaria e a Presidente da República, na manifestação mais infeliz dos dois Governos petistas, juntos, diz que a solução é o controle remoto. Já passou da hora da Presidente pedir desculpa à população e reconhecer que democracia é participação da população na vida pública e que televisão partidária e golpista é contra a democracia. O exemplo claro do malefício do monopólio da mídia aos brasileiros e à democracia é o julgamento do “mentirão”.

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    Mameladov

    18/08/2013 - 10h05

    Depois do fracasso da monarquia, da democracia, da oligarquia e até da plutrocracia, Justo Veríssimo, eminente deputado nordestino, propõe a um entusiasmado auditório de seguidores a adoção no Brasil da corruptocracia – um regime em que as mamatas e desvios de recursos são institucionalizados e a honestidade é algo proibido.

    anac

    18/08/2013 - 10h45

    Controle Remoto é muito pouco para se fazer uma democracia. Nisso Dilma erra feio. Os USA e países da Europa têm leis que regulam a mídia para evitar monopólio da informação e nem por isso são acusados de cercear a liberdade de imprensa, pelo contrario são tidos como campeões no respeito a liberdade de imprensa. Mais uma vez o PiG manipula mentes e corações dos coxinhas incautos quando associa a lei da mídia a cerceamento da liberdade de imprensa. E é no minimo contraditório a Globo, Folha, Estadão, os maiores aliados da ditadura, quando permitiam os censores controlando suas redações, hoje se arvorarem em defensores da liberdade de imprensa. Tem os otários para acreditar.

Karl

18/08/2013 - 00h54

Musica dedicada, com muito desamor, a Globo.

Os Alquimistas estão Chegando.
Jorge Ben Jor

Os Alquimistas
Estão chegando
Estão chegando
Os Alquimistas

Oh! Oh! Oh! Oh!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Êh! Êh! Êh! Êh!…

Eles são discretos
E silenciosos
Moram bem longe dos Marinho*
Escolhem com carinho
A hora e o tempo
Do seu precioso trabalho…

São pacientes, assíduos
E perseverantes
Executam
Segundo as regras herméticas
Desde a trituração, a fixação
A destilação e a coagulação dos Marinhos**

Trazem consigo, cadinhos
Vasos de vidro
Potes de louça
Todos bem e iluminados
Evitam qualquer relação
Com pessoas
De temperamento sórdido
De temperamento sórdido

Obs: (*)Marinho – nosso (original homens).(**) inexistente.

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renato

17/08/2013 - 21h04

Antigamente assistíamos Tv ou ouvíamos rádios, e o que era transmitido como notícia, era considerado verdadeiro, o pais acreditava no sistema, tanto que houve a entrega de ouro, para pagarmos a divida.
Atualmente, as noticias por mais diversas que são não são reais, nem verdadeiras. A voz do transmissor não traz confiança.
Já era…Um tele jornal passa a ser um transmissor daquilo que eu quero ver.
Por isto noticias que não tem nada a ver aparecem nos grandes jornais informativos, do tipo….caranguejos atravessando o asfalto.
A politica que interessa mais devido os caminhos que toma, é sequestrado pelos grandes jornais achando que o povo não sabe fazer leitura e então leem por ele, fazem trambique, mudam a situação para seu lado, quando vê, estão enlameados de papinha.
Por isto perderam credibilidade, e quando precisarmos de um trabalho social, do tipo avisar que um meteoro está caindo, trocaremos de canal.
Exemplo disto foi a Farsa do ultimo atentado contra Boston.
Agora querem que acreditemos no Guri de 13 que matou todos os parentes.
Querem matar os mensaleiros, mas não querem falar dos mensaleiros de outro partido.
E tudo o que passa em um canal passa em ouro, as mesmas imagens. Falso demais.
Televisão que foi o grande xodó, de nossas vidas hoje já esta ficando encostada.

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    Valente

    18/08/2013 - 14h23

    Zé Simão: o cara de absoluta maior credibilidade entre as rádios, entre os jornais e na TV.

jaime

17/08/2013 - 20h59

O controle remoto não está dando conta…

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Pedro Veleitos

17/08/2013 - 20h15

http://novo.fpabramo.org.br/content/historico-0

Kjkkk… a pesquisa mostra mais. Derruba velho argumento petista que a mídia manipula. Se sei que representa algum interesse e 94% assistem… quem é manipulado afinal?
E o que dizer então dos “interesses” de quem pagou a pesquisa? Se o empresariado paga e aparece, e o partido que paga a pesquisa? Tao legitimo quanto não é?

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    francisco niterói

    17/08/2013 - 21h22

    As pessoas assistem mesmo desconfiando pois, para a maioria da populacao, ha poucas opcoes.

    Por isso que queremos democratizar a midia e assim haver mais opcoes para a populacao escolher aqueles que ela, a seu ver, menos manipula.

    Simples o entendimento e mesmo assim vc conseguiu fazer uma inversao, se bem que pueril e desmontavel facilmente por nao possuir coerencia em juntar lé com cré.

    fernanda

    18/08/2013 - 08h11

    A mídia manipula. Ponto. Isso independe do pensamento de PT ou outro partido qualquer. Isso é um fato comprovado por pessoas de todo mundo, porque a mídia manipula em todo mundo e é o instrumento do poder. Ponto. Se noventa e quatro por cento assiste a TV aberta, isso não quer dizer que todas estas pessoas ignoram as manipulações da mídia e não têm filtro.

Fabio Passos

17/08/2013 - 19h50

O resultado comprova que a população sabe muito bem o quão manipuladora, mentirosa e preconceituosa é a mídia-lixo-corporativa.

As oligarquias midiaticas exploram um bem público como se fosse sua propriedade.
São a máquina de propaganda que sustenta o Apartheid Social no Brasil.
A sociedade tem todo o direito de definir regras que os concessionários precisam seguir.

O povo reconhece seus interesses… e sabe que o PiG defende os privilégios da “elite” branca e rica.

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