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Leandro Fortes: Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade


17/08/2013 - 00h42

Perillo, ao depor na CPI do Cachoeira, em 2012. Foto: ABr

O ditador Marconi Perillo

por Leandro Fortes, em CartaCapital, encaminhado via e-mail por Julio Cesar Macedo Amorim

Na semana passada, a principal voz da oposição na Assembleia Legislativa de Goiás foi calada pelo judiciário local por influência e força do governador Marconi Perillo, do PSDB. Em 7 de agosto, o juiz Ricardo Teixeira Lemos, da 7a. Vara Cível de Goiânia, concedeu liminar determinando que o deputado estadual Mauro Rubem (PT) retire das redes sociais qualquer menção à reportagem de CartaCapital publicada em abril, sobre a central de grampos ilegais montada para atender aos interesses políticos e pessoais de Perillo.

No Twitter, logo depois da publicação da reportagem, o parlamentar havia escrito: “Com a central de grampos montada por Marconi Perillo, o ciclo da quadrilha de Marconi e Cachoeira se fecha”.

O processo foi protocolado em 11 de junho, a decisão liminar foi dada em 12 de julho, mas o deputado só foi notificado há 15 dias. Segundo o deputado, como não houve sequer intimação judicial, tudo correu à revelia, sem direito de defesa.

No processo, o governador alega que o parlamentar o acusa sem provas de formação de quadrilha com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Por causa da sentença, o deputado está proibido de “fazer uso das redes sociais para manifestar comentários injuriosos, difamatórios e caluniosos contra Perillo.”

Na prática, Mauro Rubem, que tem direito a imunidade parlamentar, está sob censura prévia decretada pela Justiça goiana para proteger o governador e, assim, reduzir os danos políticos das denúncias de envolvimento com o jogo do bicho, corrupção e escutas ilegais. Rubem, no entanto, não é a única vítima da sanha judicial de Perillo.

Ao todo, o governador abriu 50 processos contra adversários nos últimos três anos, dos quais 16 atingem profissionais de imprensa e veículos de comunicação, entre os quais CartaCapital. A revista revelou, há seis meses, a existência de uma central de grampos operada por um hacker de codinome “Mr. Magoo” sob a coordenação de dois radialistas subordinados a Perillo, o casal Luiz Aquino e Eni Gama.

A dupla grampeava adversários e aliados do governador, invadia contas de redes sociais e criava perfis falsos para atuar em favor do chefe na internet. A reportagem, certamente, serviu para piorar os índices de popularidade de Perillo, que já não são bons desde que suas relações com o jogo do bicho foram expostas na malfadada CPI do Cachoeira, em 2012.

De acordo com os resultados da última pesquisa encomendada ao Ibope pela CNI, em 25 de julho, Perillo tem apenas 21% de aprovação popular, e 38% de rejeição. É os segundo pior governador do País, perde apenas para Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro.

As causas são muitas, mas todas giram em torno da velha amizade que mantém, agora às escondidas, com Cachoeira, o contraventor que nomeou secretários e comprou uma casa de Perillo num condomínio de luxo, em Goiânia, onde, aliás, foi preso no ano passado pela Polícia Federal.

A solução encontrada pelo governador, portanto, foi usar o Judiciário do estado para intimidar a oposição. Perillo deu início a esse expediente ao processar o ex-governador Iris Rezende, do PMDB, ainda a principal liderança do estado. Na campanha de 2010, Rezende acusou Perillo de “irresponsável” e de buscar “tapear o leitor com repercussão de versões”.

Para que o processo de difamação e calúnia não seguisse adiante, o peemedebista aceitou retratar-se, em nota, do tratamento dado ao tucano. Essa vitória deixou Perillo confiante.

Partiu, então, para seus alvos preferenciais, os jornalistas que ousaram criticá-lo, como o comentarista esportivo Jorge Kajuru.

Em um programa de televisão, Kajuru acusou Perillo de ter ordenado o espancamento e o estupro de sua mulher, razão pela qual alega ter saído de Goiás, onde mantinha uma emissora de rádio. Responde, atualmente, a três processos impetrados pelo governador.

No ano passado, a jornalista Lênia Soares, do site Diário de Goiás, foi instada a se retratar por ter reproduzido nas redes sociais denúncias contra Perillo, mas recusou-se a fazê-lo. Continua, portanto, na mira do governador do PSDB.

Aos 23 anos, Lênia virou um símbolo da luta pela liberdade de expressão no estado. Uma fotomontagem da repórter com a boca tapada pela mão do tucano passou a ser estampada em passeatas do movimento “Fora Marconi”, iniciado durante a CPI do Cachoeira.

“É a velha tentativa de se tornar vítima do processo democrático. Não cola mais. Processar jornalistas como forma de intimidação não funciona”, avalia Lênia.

“Daqui a pouco, vamos ter de criar uma associação de perseguidos políticos por Marconi em Goiás”, ironiza o deputado Mauro Rubem.

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, o petista espera uma decisão do Superior Tribunal de Justiça favorável à federalização de diversos crimes praticados pelo aparato policial comandado por Marconi Perillo.

Atualmente, há 43 pessoas desaparecidas no estado após abordagem policial, além de 30 moradores de rua assassinados misteriosamente na capital, Goiânia, apenas este ano.

“O governador tem muitas razões para tentar calar a oposição”, explica o parlamentar.

Na próxima semana, Mauro Rubem vai acionar a seção estadual da OAB para que os casos de censura judicial sejam analisados do ponto de vista do cerceamento da liberdade de expressão no estado. Isso porque cidadãos comuns também estão sendo perseguidos na Justiça por Perillo.

É o caso do estudante Caius Brandão, de Goiânia, processado pelo governador por ter compartilhado no Facebook a matéria de CartaCapital sobre a central de grampos. Perillo pede 100 mil reais a Brandão, cuja única fonte de renda é uma bolsa de mestrado em Filosofia Política na Universidade Federal de Goiás. “O governador instaurou uma política de criminalização dos movimentos de resistência popular e de judicialização da opinião”, reclama Brandão.

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35 comentários

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avg

09 de agosto de 2014 às 14h40

porque o jayme rincon não está na cadeia? goias é inclivel mesmo.

Responder

avg

09 de agosto de 2014 às 14h38

apareceu mais um da laia do marconi, o presidente da agetop, jayme rincon,
por que não tem dinheiro para pagar os demitidos do antigo crisa. fora
laia.

Responder

avg

03 de junho de 2014 às 18h52

fora marconi.goias está no fundo do posso. fora.

Responder

Mauro Rubem: Perillo gastou R$ 220 milhões em publicidade, bem mais que com universidade - Viomundo - O que você não vê na mídia

20 de agosto de 2013 às 21h45

[…] “O objetivo é calar aqui a oposição, calar os críticos e às vezes pessoas que nem são políticas, pessoas do povo, estudantes, que nem tem atividade político-partidiária… São cinquenta pessoas ou mais que são processadas diretamentre, mas as ameaças são muito fortes aos veículos de comunicação”, diz Rubem. Segundo ele, o governador usa notificações extrajudiciais para evitar que jornais e emissoras de rádio abram espaço para críticos dele. O petista estranha que muitos casos tenham sido decididos pelo mesmo juiz e que ele, Rubem, nem teve direito de defesa antes da liminar concedida a Perillo, como ele denunciou em entrevista a Leandro Fortes, de CartaCapital. […]

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Mardones

19 de agosto de 2013 às 13h20

Esse é modo PSDB de governar: monta cartel, compra o PIG e usa a justiça para calar opositores.

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Valente

19 de agosto de 2013 às 12h36

Desaparecimento de jornalistas e de quaisquer pessoas é muito grave.

Então, foi desapontador o comentário do Estadão de domingo sobre uma entidade internacional que pontua os países com relação a Liberdades e etc.
Eu diria que o jornal foi obscurantista no comentário, pois não esclarece os casos em que as pessoas foram perseguidas, e por quem.

Ao contrário dá a impressão de que essas coisas são feitas por governos federais – e pior que esses governos seriam de esquerda, na América Latina.

E estamos vendo que são casos pontuais de jornalistas perseguidos por governos nem sempre federais, e muito frequentemente por coronéis.

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Regina Braga

19 de agosto de 2013 às 12h13

Xoque de Jestão dos demotucanos é calar tudo e todos.

Responder

Rômulo Gondim – População reconhece que mídia representa os donos e os que tem mais dinheiro; 43% não se enxergam na TV

19 de agosto de 2013 às 10h35

[…] Leandro Fortes: Marconi Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade […]

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Mauricio Dias: Serra “fritará” Aécio? - Viomundo - O que você não vê na mídia

18 de agosto de 2013 às 18h32

[…] Leandro Fortes: Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade […]

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Pequicomgueroba

18 de agosto de 2013 às 16h41

Dado o histórico narrado na própria reportagem do Leandro Fortes, nem mesmo um alienígena se espantaria com a abertura de outro processo por Perillo. O que causa maior tristeza é a ausência de um outro poder que controle as consequências de sua recorrente corrida aos tribunais.
De fato, quando o Judiciário se apresenta sempre pronto a intervir em questões de opinião, atendendo pedidos (quero crer não haver julgamentos além do deduzido nos autos) que traduzem vedação prévia do uso da liberdade de expressão, abandonando a regra de que se deve responder por atos já praticados, a democracia é posta na berlinda. O pensamento, agora, é tutelado liminarmente.
E quem então se oporá a tudo isso?
Onde está a OAB/GO? A entidade, que outrora tanto se bateu pelas liberdades, não vê com preocupação esse estado de coisas?
Como se comportará o MP quando chamado a intervir em processos tais?
E a “rainha da liberdade de expressão”, nossa grande imprensa? Onde está a ANJ? Considerando o número de processos já abertos, o Instituto Millennium, esse baluarte do free speech — para usar uma linguagem mais próxima a deles–, ainda vê tais embates como comezinhas e privadas questões?
E os partidos políticos, esquerda sobremodo? Julgam irrelevante o que acontece em nosso pequeno estado? Pobre Goiás: tão perto de Brasília, tão esquecido pelos atores políticos nacionais.
Pequicomgueroba

PS: Fosse alguém ligado ao governo Lula o autor de tantas ações, ouviríamos Poeta e Bonner lendo indignados editoriais kamelianos, o Estadão publicaria um “calendário da censura”, Tucanhêde peroraria na Folha, Canetas de ouvidos atentos incursionariam por Goiás, Sherazade ficaria rouca de raiva, Nêumanne convocaria passeatas, o Roda Morta faria programa especial e um coro de imortais inundaria com suas bolorentas vozes todos os espaços PIGais. Por ora, e quem sabe para sempre, contentemo-nos com Carta Capital e a blogosfera.

Responder

    Seabra

    19 de agosto de 2013 às 07h43

    Perfeitos vossos questionamentos!

Seabra

18 de agosto de 2013 às 12h24

Acreditem se quiser: este governo Marconi tinha um modelo de televisão pública com 24 horas de notícias para ser adotado pelo tucanato com vistas às eleições presidenciais de 2014. O modelo proposto em fevereiro de 2011 atraiu a atenção de um servidor público honesto, que acabou processado diversas vezes e ameaçado de morte, sendo obrigado a fugir de Goiás com a família.

Isso aconteceu um ano antes de estourar o escândalo das organizações criminosas incrustadas no governo do estado de Goiás, conforme investigou e confirmou a CPMI do Cachoeira a partir das escutas da Polícia Federal e MPF. Achei esse link, pedi para ler a obra e fui entender como funciona todo o esquema de comunicação que tem base em compensações de investimentos privados (neste caso ilegais) em campanhas eleitorais. Aprendi muito sobre gestão de meios de comunicação públicos e também como se monta uma estrutura milionária dentro de um governo somente para atender interesses privados e jornalistas vendilhões. Segue o link: http://www.urgenciaurgentissima.blogspot.com.

Responder

Marat

18 de agosto de 2013 às 10h47

Certamente o Perillo tem muitas facilidades no STF e na PGR, tal qual o Aécio!

Responder

Rômulo Gondim – Todos os homens que operaram o propinoduto paulista

18 de agosto de 2013 às 07h21

[…] Leandro Fortes: Marconi Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade […]

Responder

Cancão de Fogo

17 de agosto de 2013 às 21h31

Será que o Perillo vai me processar? Vou correr o risco! Venho dizendo já há algum tempo que o envolvimento do Marconi Perillo com o Cachoeira deveria ter movimentado o povo honesto do Estado de Goiás a ir para as ruas e exigir seu afastamento. Digo mais: Acho que ele é mais prejudicial ao Estado de Goiás do que o Sérgio Cabral ao Estado do Rio de Janeiro. Por que digo isso? Porque o Cabral cai fora o ano que vem e o Perillo montou um esquema no Estado que vai ser muito difícil o povo bom de Goiás se livrar dele. Ele conseguiu armar uma teia, captando figuras de todos os segmentos sociais do Estado, de forma que tem muita gente comendo na mão dele. Vai ser preciso muita luta para derrubar sua rede e colocar o Estado na trilha correta.

Responder

    Valente

    19 de agosto de 2013 às 12h41

    Quando o PSDB grita “ladrão” podemos fichá-lo com absoluta certeza.Só quer desviar a atenção.

    No caso do trensalão, devemos fica muito atentos, pois a Alstom mostrou “recibo” e não indicou o recebedor. Se o governador não encontrar o recebedor, como é que fica?

    E esse recebedor poderá se rebelar e indicar os mandantes.

Carlinus

17 de agosto de 2013 às 20h55

Em Goiás tudo está comprado. MarCorleone Perillo ampliou a rede de crimes por tudo quanto é lado. A história do coronelismo marcorleonista ainda está para ser descoberta. Juízes, promotores, delegados, jornalistas, tudo no bolso do rei da máfia. Ano passado, por exemplo, MarCorleone, em um dia de greve dos delegados de Goiás, atendeu todas as reivindicações da categoria, de forma que Goiás é o único estado da federação em que os contribuintes tem que pagar o absurdo salário de 17 mil reais a delegados, por mês. Será que a categoria mantêm informações negociáveis para que o governador dê essa aumento afrontoso? Além do mais, é notório as fraudes existentes nos últimos concursos feitos no estado, sobretudo para delegado, policias civil e militar. Sério, isso aqui está uma vergonha, MarCorleone é um atraso, mas um atraso que casa bem com o nível cultural e educacional da maioria do povo goiano.. Acorda!

Responder

jair Brega Marcatti

17 de agosto de 2013 às 20h08

Será porque em todos os ESTADOS ONDE O PSDB, GOVERNA NEM PROCURADORIA NEM

A POLICIA INVESTIGA AS DENÚNCIAS FEITAS, OU SE INVESTIGA ARQUIVA POR FALTA

DE PROVAS.VIDE O CASO DO METRÔ DE SÃO PAULO QUE FOI DENUNCIADO PELO MENOS

15 VEZES E TODOS FORAM ARQUIVADOS POR FALTA DE PROVAS.MESMO ASSIM FORMAM

UMA EQUIPE PARA INVESTIGAR E COLOCAR NA EQUIPE NOMES DE PROCURADORES QUE

PARTICIPARAM DAS INVESTIGAÇÕES ANTERIORES? MUITO ESQUISITO!!!!!!!!!!!!!!

Responder

    Conceição Lemes

    17 de agosto de 2013 às 20h52

    Jair, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. abs

População reconhece que mídia representa os donos e os que tem dinheiro - Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de agosto de 2013 às 19h04

[…] Leandro Fortes: Marconi Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade […]

Responder

Almeida

17 de agosto de 2013 às 17h15

e porque ele nao processou ainda o Cachoeira por essa carta aqui:

http://oglobo.globo.com/pais/leia-integra-da-carta-do-bicheiro-carlinhos-cachoeira-8652210

Responder

H.92

17 de agosto de 2013 às 16h09

O Genoíno pode ir preso, já esse cara e seu comparsa estão livres, leves e soltos tocando seus ‘negócios’ com a conivência da ‘justiça’ e da velha mídia…

Responder

maria de sobral

17 de agosto de 2013 às 15h47

Quem nao tem merito é assim, se defende acusando os outros. Até quando vai ser permitido que um foderoso pise em cima de quem o denuncia.

Responder

ricardo silveira

17 de agosto de 2013 às 14h47

É urgente, também, a Reforma do Judiciário. Não existe Estado de Direito sem justiça livre e imparcial. O que estamos vendo em alguns estados e no próprio STF, certamente, não é justiça.

Responder

Marat

17 de agosto de 2013 às 14h06

Enquanto a Justiça estiver solapada pela justi$$$a este quadro permanecerá. Uma certa escumalha que domina os meios de comunicação jamais dirá que isso é uma vergonha!

Responder

ricleo gutzeit borgmann

17 de agosto de 2013 às 14h06

Ladrão, safado, mafioso!
Proibam-me de escrever minhas convicções.
JUIZ COMPRADO É JUIZ SAFADO!

Ricléo Gutzeit Borgmann

Responder

Urbano

17 de agosto de 2013 às 13h58

Vai lá mpl…

Responder

Luís Carlos

17 de agosto de 2013 às 13h10

Esse é o tucanato. Contra si sempre alegam “politização” e recorrem ao autoritarismo do judiciário, servo fiel da quadrilha.

Responder

Rodrigo

17 de agosto de 2013 às 12h58

Inconstitucional!!!

Responder

IstoÉ: Todos os homens do propinoduto do tucanato paulista - Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de agosto de 2013 às 12h26

[…] Leandro Fortes: Marconi Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade […]

Responder

Isidoro Guedes

17 de agosto de 2013 às 11h54

Enquanto no Brasil justiça e MP continuarem se curvando a interesses político-partidários nossa democracia sempre será uma democracia de fachada. Uma meia democracia. Uma pseudo-democracia.

Responder

renato

17 de agosto de 2013 às 11h19

os 23 anos, Lênia virou um símbolo da luta pela liberdade de expressão no estado.
Para tanto desmando ainda há jovens com coragem, Parabéns menina.
Não arreda o pé. Alguns profissionais como você são gente boa e amiga, grude neles.
E vocês vê se ajudam a menina, este Pirillo não é boa bisca.

Responder

J Souza

17 de agosto de 2013 às 10h26

Esse não é o governador que “estudou” Direito numa turma exclusiva para ele e para a esposa!?
Talvez tenha aprendido mais “Direito” do que os advogados e juízes do Estado dele…
E agora está aplicando “Direito” no direito dos outros!

Responder

Lando Carlos

17 de agosto de 2013 às 10h25

moralizar o judiciario,para salvar o brasil!

Responder

João-PR

17 de agosto de 2013 às 03h10

Cadê o Instituto Millenium???????????

Responder

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