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Não à Monsanto e aos seus transgênicos: Nesta segunda, em vários países


15/09/2012 - 20h41

A ação principal ocorrerá em Saint Louis, Missouri, EUA, sede da   transnacional. Cartaz do Ocupa Monsanto

Natasha Pitts, Jornalista da Adital

Na próxima segunda-feira, dia 17, uma onda de manifestações vai se espalhar por vários países do globo para dizer um sonoro ‘não’ aos produtos da transnacional estadunidense Monsanto, maior produtora de transgênicos do mundo. A ação está sendo organizada pelo Movimento Ocupa Monsanto e tem como principal intenção fazer com que os organismos geneticamente modificados (OGM) “voltem para os laboratórios”. A ação principal vai acontecer na cidade de Saint Louis, em Missouri, nos Estados Unidos, onde está localizada a sede da Monsanto.

“Quer você goste ou não, as chances são grandes de a Monsanto ter contaminado com produtos químicos e organismos geneticamente modificados a comida que você comeu hoje. Monsanto controla grande parte do suprimento mundial de alimentos à custa da democracia no mundo de alimentos”, alerta o Movimento Ocupa Monsanto, chamando a população mundial a se capacitar e tomar atitudes contra a transnacional dos transgênicos.

As manifestações começam no dia do aniversário do movimento social Ocupa Wall Street, que nasceu ano passado, nos Estados Unidos, para se contrapor ao modelo político – econômico dominante. Até o momento, mais de 65 atividades já estão confirmadas em países como Alemanha, Canadá, EUA, Índia, Paraguai, Filipinas, Polônia, Argentina, Austrália, Espanha, Rússia, Japão, entre outros.

Em Oxnard, na Califórnia, as manifestações já começaram. Na quarta-feira (12), ativistas que se autodenominavam da Unidade de Crimes Genéticos fecharam os pontos de acesso às instalações onde estão guardadas sementes da Monsanto para serem distribuídas. A ação fez com que a sede da transnacional passasse ao menos um dia sem distribuir os organismos geneticamente modificados.

Depois das atividades teatrais e da apresentação de alegorias como o “peixe-milho” nove ativistas ‘anti-OGM’ foram levados/as pelas forças de segurança e presos sob a acusação de invasão de propriedade.

No mês de março, foi organizado o Dia de Ação Global para introduzir a realização da mobilização maior, que vai acontecer na próxima segunda-feira. Na ocasião, foram realizadas ações de repúdio à Monsanto em países da Áfricam da Europa, da Ásia e em quase todos da América Latina. Cada organização/movimento/coletivo preparou uma atividade que durou até dois dias para chamar atenção e pedir a retirada dos produtos da Monsanto do Mercado.

Dia 17, também é importante que grupos, organizações, coletivos e comunidades possam colaborar organizando atividades presenciais ou mesmo virtuais, criando eventos nas redes sociais e publicando fotos e vídeos para lembrar que o momento que os produtos da Monsanto não são bem vindos na mesa de milhares de pessoas.

Monsanto

A transnacional produz 90% dos transgênicos consumidos e é líder no mercado de sementes. Seu nome está constantemente ligado a polêmicas quando o assunto é organismos geneticamente modificados.

A empresa é acusada de biopirataria, contrabando de sementes, manipulação de dados científicos e de ser responsável pelo suicídio de agricultores indianos, que se endividaram por conta dos altos custos de sementes transgênicas e de insumos químicos necessários às plantações de transgênicos, entre outros crimes. Por isso, há hoje em diversos países campanhas organizadas e permanentes contra a atuação da Monsanto e que rechaçam aos seus produtos.

Para mais informações, acesse aqui o site do Movimento Ocupa Monsanto.

Leia também:

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15 comentários

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Rodolfo Machado

19 de setembro de 2012 às 16h15

SP: Documento cobra compromisso de candidatos para agricultura orgânica

http://correiodobrasil.com.br/sp-documento-cobra-compromisso-de-candidatos-para-agricultura-organica/515991/#.UFoZC64Uf4Y

SP: Documento cobra compromisso de candidatos para agricultura orgânica

Cerca de 300 agricultores familiares vivem e trabalham em áreas de proteção ambiental na zonas sul da cidade. Sua presença alia preservação com produção de alimentos

Por: Tadeu Breda, Rede Brasil Atual

Publicado em 16/09/2012, 10:46

Última atualização às 10:48

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Agricultura orgânica concilia produção de alimentos com preservação ambiental em áreas de proteção ecológica (Foto: Heloisa Bio/5 Elementos)

São Paulo – Um grupo de 13 entidades lança hoje (16), em Parelheiros, zona sul da Capital, a Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica na Cidade de São Paulo. Bastante sintético, o documento será apresentado aos candidatos que disputarão a Prefeitura e a Câmara Municipal nas eleições de outubro. A ideia é garantir o compromisso dos futuros governantes com os cerca de 300 agricultores familiares que produzem hortaliças nas áreas rurais do município.

“Observamos que uma série de candidatos começaram a se aproximar dessa população buscando votos, e achamos oportuno reunir todas as suas reivindicações e os estudos que produzimos ao longo dos últimos anos para construir uma plataforma”, explica Mônica Borba, coordenadora do Instituto 5 Elementos, uma das ongs que idealizaram o documento. “Nosso objetivo é fortalecer a agricultura orgânica em São Paulo e efetivar uma das nossas principais metas, que é viabilizar a realização de feiras orgânicas na cidade.”

As reivindicações expressas na plataforma abarcam basicamente três quesitos: apoio à produção, mudanças na legislação e elaboração de políticas de educação, comunicação e controle social para a agricultura orgânica. As ongs pedem que a Prefeitura implemente no município a lei federal que obriga à merenda escolar ser preparada com pelo menos 30% de alimentos oriundos da agricultura familiar; amplie a destinação de recursos públicos aos produtores rurais orgânicos; elabore programas de créditos com juros baixos; e barateie o custo da água para os agricultores que se comprometem a plantar e colher sem utilizar agrotóxicos.

A plataforma também pede a criação de um Conselho Municipal de Agricultura Orgânica que defina metas e prazos para serem cumpridos pelo poder público com participação dos agricultores e da sociedade civil. Outra proposta é a instalação de um colégio técnico agrícola para capacitar os produtores rurais que desejam converter-se à agricultura orgânica. De acordo com Mônica, cerca de 40 dos 300 agricultores familiares da zona sul de São Paulo já estão plantando e colhendo sem o uso de agrotóxicos. “Mas precisamos de mais apoio na área de educação para que mais gente adquira essa prática”, diz a coordenadora do Instituto 5 Elementos, lembrando que o mercado de produtos orgânicos é o que mais cresce no mundo.

“Até mesmo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) recomenda e assume que a agricultura orgânica é a única agricultura sustentável”, complementa. “Os rumos atuais da produção de alimentos deve ser revisto e redimensionado para que a gente deixe de poluir as águas e o solo como acontece hoje.”

Para Mônica, incentivar o cultivo de produtos orgânicos é dar um passo importante nesse sentido. Ela lembra que, se os agricultores por algum motivo tiverem que deixar as áreas que ocupam no sul de São Paulo, por exemplo, as consequências podem ser negativas para o meio ambiente. “É uma região de mananciais que será ocupada por moradias irregulares. Quando apoiamos o uso dos espaços pra agricultura orgânica, temos uma população que está lá cuidando da terra de maneira sustentável e garantindo que não haja ocupações.”

Responder

Rodolfo machado

19 de setembro de 2012 às 16h04

Pesquisa francesa demonstra que milho transgênico provoca câncer em ratos

http://www.portugues.rfi.fr/europa/20120919-estudo-cientifico-frances-demonstra-que-ogms-sao-toxicos-saude-longo-prazo

RFI

A Agência Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) vai examinar uma pesquisa realizada na Universidade de Caen, no oeste da França, que demonstra que ratos de laboratório alimentados com milho transgênico do tipo NK6à3, do grupo americano Monsanto, desenvolveram tumores após um ano de exposição ao produto. O resultado da pesquisa já cria polêmica entre o lobby industrial agro-alimentar, militantes anti-OGM e cientistas.

O estudo da equipe de Gilles-Eric Séralini, professor de biologia molecular na Universidade de Caen, tem a particularidade de ser o primeiro realizado por um período longo, no caso dois anos, com milho transgênico. Até hoje, as pesquisas para demonstrar a inocuidade dos transgênicos à saúde cobriam um período de no máximo 90 dias de observação.

O professor Séralini é membro do CRII-GEN, comitê francês de informação independente sobre genética. O estudo de sua equipe é publicado hoje na revista Food and Chemical Toxicology. Os ratos alimentados com milho transgênico morrem mais cedo e sofrem de câncer com uma frequência duas a três vezes maior que os outros animais, explica Séralini em seu artigo, qualificando de “alarmantes” os resultados da pesquisa.

A revista semanal francesa Nouvel Observateur, que chega às bancas nesta quinta-feira, publica imagens de tumores desenvolvidos pelos ratos no 13° mês de consumo de milho transgênico. O desenvolvimento de tumores nesta idade em ratos corresponde a 40 anos nos seres humanos.

A Associação Francesa de Biotecnologias Vegetais (AFBV) se apressou em reagir, afirmando que “vários estudos toxicológicos analisaram, a longo prazo, os efeitos dos transgênicos na saúde de animais e nunca revelaram efeitos tóxicos”.

Dois tipos de transgênicos são cultivados atualmente na União Europeia: a batata Aflmora, cuja semente foi desenvolvida pelo grupo alemão BASF, e o milho MON 810, da Monsanto. Outras sementes geneticamente modificadas, como a do tipo NK6à3, foco da pesquisa da Universidade de Caen, são autorizadas para alimentação humana e animal.

O eurodeputado José Bové, um ferrenho crítico das culturas de transgênicos, disse que esse estudo mostra finalmente que os militantes anti-OGM tinham razão. Bové, da bancada verde no parlamento europeu, pediu à Comissão Europeia, órgão executivo do bloco, que suspenda imediatamente as licenças para cultura da batata da BASF e do milho da Monsanto.

O porta-voz do Comissário Europeu da Saúde, John Dalli, afirmou que após a avaliação da EFSA, “se novos fatos científicos forem demonstrados, a Comissão Europeia vai assumir as consequências”. A primeira delas, indicou o porta-voz, será a suspensão da renovação de uso da semente MON 810, solicitada pela Monsanto.

Responder

Rodolfo machado

19 de setembro de 2012 às 16h01

Lugo: Monsanto e golpistas comercializam a morte

http://www.vermelho.org.br/rr/noticia.php?id_secao=7&id_noticia=194197

O destituído presidente paraguaio, Fernando Lugo, afirmou nesta quarta-feira (19) que a multinacional estadunidense Monsanto e o governo golpista são “semeadores da morte”.

Lugo discursou numa feira agroecológica apresentada por organizações camponesas e indígenas como parte da Semana da Semente, que tem como objetivo protestar contra a liberação da compra de sementes transgênicas para plantações de algodão e milho.

Em seu discurso o ex-mandatário disse que seu governo trabalhou por dois anos para recuperar a semente nativa usada nos mesmos cultivos com todo êxito, mas o golpe de Estado parlamentar trouxe a ofensiva das multinacionais, especialmente da Monsanto, para acabar com elas

“Estão introduzindo massivamente as sementes transgênicas, prejudicando as plantações nativas paraguaias e pondo em risco a vida para favorecer o agronegócio”, destacou.

Ele lembrou que, na década dos anos 1990 as empresas e entidades estadunidenses promoveram uma campanha no Bolívia para que os indígenas não tivessem filhos e semearam a morte no ventre de mulheres bolivianas e quem fazia isso eram “semeadores da morte”.

Lugo chamou o povo para continuar resistindo contra os golpistas e as transacionais, pois “a tentativa de acabar com a democracia no Paraguai não vai sair barato”, afirmou.

Fonte: Prensa Latina

Responder

Rodolfo Machado

19 de setembro de 2012 às 13h44

Mais um estudo alarmante sobre os efeitos maléficos dos trangenicos:

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-09-19/estudo-revela-toxicidade-alarmante-dos-transgenicos-para-os-ratos.html

Transgênicos aumentam em até três vezes ocorrência de câncer em ratos
Estudo revelou que ratos alimentados com milho geneticamente modificado morreram mais rápido. Cientistas afirmam que resultados de pesquisa são alarmantes

No estudo, 200 ratos foram alimentados durante dois anos com três tipos diferentes de milho

Os ratos alimentados com organismos geneticamente modificados (OGM) morrem antes e sofrem de câncer com mais frequência do que os demais, destaca um estudo publicado nesta quarta-feira (19) pela revista “Food and Chemical Toxicology”, que considera os resultados “alarmantes”.

“Os resultados são alarmantes. Observamos, por exemplo, uma mortalidade duas ou três vezes maior entre as fêmeas tratadas com OGM. Há entre duas e três vezes mais tumores nos ratos tratados dos dois sexos”, explicou Gilles-Eric Seralini, professor da Universidade de Caen, que coordenou o estudo.

Para realizar a pesquisa, 200 ratos foram alimentados durante um prazo máximo de dois anos de três maneiras distintas: apenas com milho OGM NK603, com milho OGM NK603 tratado com Roundup (o herbicida mais utilizado do mundo) e com milho não alterado geneticamente tratado com Roundup.

Leia mais:
Americanos querem que produtos transgênicos recebam selo especial
Relatório mostra que briga de agricultores com Monsanto deu resultado
Cultivo de transgênicos no Brasil cresce 19,3% em 2011
Prêmio Nobel afirma que não há base científica contra transgênicos
Milho transgênico da Monsanto pode estar perdendo efeito

Os dois produtos (o milho NK603 e o herbicida) são propriedade do grupo americano Monsanto.

Durante o estudo, o milho fazia parte de uma dieta equilibrada, em proporções equivalentes ao regime alimentar nos Estados Unidos.

“Os resultados revelam uma mortalidade muito mais rápida e maior durante o consumo dos dois produtos”, afirmou Seralini, cientista que integra ou integrou comissões oficiais sobre os alimentos transgênicos em 30 países.

“O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimenta com OGM), enquanto a primeira fêmea, oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com 11% de milho (OGM)”, explica o cientista.

Os tumores aparecem nos machos até 600 dias antes de surgirem nos ratos indicadores (na pele e nos rins). No caso das fêmeas (tumores nas glândulas mamárias), aparecem, em média, 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos.

Os pesquisadores descobriram que 93% dos tumores das fêmeas são mamários, enquanto que a maioria dos machos morreu por problemas hepáticos ou renais.

O artigo da “Food and Chemical Toxicology” mostra imagens de ratos com tumores maiores do que bolas de pingue-pongue.

“Com uma pequena dose de Roundup, que corresponde à quantidade que se pode encontrar na Bretanha (norte da França) durante a época em que se espalha este produto, são observados 2,5 vezes mais tumores mamários do que é normal”, explica Seralini.

O diretor do estudo disse ainda que os transgênicos agrícolas são organismos modificados para resistir aos pesticidas ou para produzi-los e lembrou que 100% dos transgênicos cultivados em grande escala em 2011 foram plantas com pesticidas.

“Pela primeira vez no mundo, um OGM e um pesticida foram estudados por seu impacto na saúde a mais longo prazo do que haviam feito até agora as agências de saúde, os governos e as indústrias”, disse o coordenador do estudo.

Segundo Seralini, os efeitos do milho NK603 só foram analisados até agora em períodos de três meses. Alguns transgênicos já foram analisados durante três anos, mas nunca até agora com uma análise em tal profundidade, segundo o cientista.

Também é a primeira vez, segundo Seralini, que o pesticida Roundup foi analisado em longo prazo. Até agora, somente seu princípio ativo (sem seus coadjuvantes) havia sido analisado durante mais de seis meses.

“São os melhores testes que podem ser realizados antes dos testes em humanos”, explicou ainda.

O estudo foi financiado pela Fundação CERES, bancada em parte por cerca de 50 empresas, algumas delas do setor da alimentação que não produzem OMG, assim como pela Fundação Charles Leopold Meyer pelo Progresso da Humanidade.

Responder

Rodolfo Machado

17 de setembro de 2012 às 13h36

http://www.responsibletechnology.org/article-gmo-soy-linked-to-sterility

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Genetically Modified Soy Linked to Sterility, Infant Mortality

“This study was just routine,” said Russian biologist Alexey V. Surov, in what could end up as the understatement of this century. Surov and his colleagues set out to discover if Monsanto’s genetically modified (GM) soy, grown on 91% of US soybean fields, leads to problems in growth or reproduction. What he discovered may uproot a multi-billion dollar industry.

After feeding hamsters for two years over three generations, those on the GM diet, and especially the group on the maximum GM soy diet, showed devastating results. By the third generation, most GM soy-fed hamsters lost the ability to have babies. They also suffered slower growth, and a high mortality rate among the pups.

And if this isn’t shocking enough, some in the third generation even had hair growing inside their mouths—a phenomenon rarely seen, but apparently more prevalent among hamsters eating GM soy.

The study, jointly conducted by Surov’s Institute of Ecology and Evolution of the Russian Academy of Sciences and the National Association for Gene Security, is expected to be published in three months (July 2010)—so the technical details will have to wait. But Surov sketched out the basic set up for me in an email.

He used Campbell hamsters, with a fast reproduction rate, divided into 4 groups. All were fed a normal diet, but one was without any soy, another had non-GM soy, a third used GM soy, and a fourth contained higher amounts of GM soy. They used 5 pairs of hamsters per group, each of which produced 7-8 litters, totally 140 animals.

Surov told The Voice of Russia,

“Originally, everything went smoothly. However, we noticed quite a serious effect when we selected new pairs from their cubs and continued to feed them as before. These pairs’ growth rate was slower and reached their sexual maturity slowly.”

He selected new pairs from each group, which generated another 39 litters. There were 52 pups born to the control group and 78 to the non-GM soy group. In the GM soy group, however, only 40 pups were born. And of these, 25% died. This was a fivefold higher death rate than the 5% seen among the controls. Of the hamsters that ate high GM soy content, only a single female hamster gave birth. She had 16 pups; about 20% died.

Surov said “The low numbers in F2 [third generation] showed that many animals were sterile.”

The published paper will also include measurements of organ size for the third generation animals, including testes, spleen, uterus, etc. And if the team can raise sufficient funds, they will also analyze hormone levels in collected blood samples.

Hair Growing in the Mouth

Earlier this year, Surov co-authored a paper in Doklady Biological Sciences showing that in rare instances, hair grows inside recessed pouches in the mouths of hamsters.

“Some of these pouches contained single hairs; others, thick bundles of colorless or pigmented hairs reaching as high as the chewing surface of the teeth. Sometimes, the tooth row was surrounded with a regular brush of hair bundles on both sides. The hairs grew vertically and had sharp ends, often covered with lumps of a mucous.”

Rat Study Oral Hair

“(a) The external appearance of the oral cavity. Gingival pouches (GP) with thick bundles of hair growing from their mucous lining are clearly seen. (b) Perforated bone tissue of the teeth of an adult Ph. campbelli. Numerous hollows are seen. A, hair.”

From A. S. Baranov, O. F. Chernova, N. Yu. Feoktistova, and A. V. Surov, “A New Example of Ectopia: Oral Hair in Some Rodent Species,” Doklady Biological Sciences, 2010, Vol. 431, pp. 117–120, Original Russian Text © A.S. Baranov, O.F. Chernova, N.Yu. Feoktistova, A.V. Surov, 2010, published in Doklady Akademii Nauk, 2010, Vol. 431, No. 4, pp. 559–562.

At the conclusion of the study, the authors surmise that such an astounding defect may be due to the diet of hamsters raised in the laboratory. They write, “This pathology may be exacerbated by elements of the food that are absent in natural food, such as genetically modified (GM) ingredients (GM soybean or maize meal) or contaminants (pesticides, mycotoxins, heavy metals, etc.).” Indeed, the number of hairy mouthed hamsters was much higher among the third generation of GM soy fed animals than anywhere Surov had seen before.

Preliminary, But Ominous

Surov warns against jumping to early conclusions. He said, “It is quite possible that the GMO does not cause these effects by itself.” Surov wants to make the analysis of the feed components a priority, to discover just what is causing the effect and how.

In addition to the GMOs, it could be contaminants, he said, or higher herbicide residues, such as Roundup. There is in fact much higher levels of Roundup on these beans; they’re called “Roundup Ready.” Bacterial genes are forced into their DNA so that the plants can tolerate Monsanto’s Roundup herbicide. Therefore, GM soy always carries the double threat of higher herbicide content, couple with any side effects of genetic engineering.

Years of Reproductive Disorders from GMO-Feed

Rats photo #1Surov’s hamsters are just the latest animals to suffer from reproductive disorders after consuming GMOs. In 2005, Irina Ermakova, also with the Russian National Academy of Sciences, reported that more than half the babies from mother rats fed GM soy died within three weeks. This was also five times higher than the 10% death rate of the non-GMO soy group. The babies in the GM group were also smaller (see photo) and could not reproduce.

In a telling coincidence, after Ermakova’s feeding trials, her laboratory started feeding all the rats in the facility a commercial rat chow using GM soy. Within two months, the infant mortality facility-wide reached 55%.

When Ermakova fed male rats GM soy, their testicles changed from the normal pink to dark blue!

Image – Rat testicles cells – large

Italian scientists similarly found changes in mice testes (PDF), including damaged young sperm cells. Furthermore, the DNA of embryos from parent mice fed GM soy functioned differently.

An Austrian government study published in November 2008 showed that the more GM corn was fed to mice, the fewer the babies they had (PDF), and the smaller the babies were.

Central Iowa Farmer Jerry Rosman also had trouble with pigs and cows becoming sterile. Some of his pigs even had false pregnancies or gave birth to bags of water. After months of investigations and testing, he finally traced the problem to GM corn feed. Every time a newspaper, magazine, or TV show reported Jerry’s problems, he would receive calls from more farmers complaining of livestock sterility on their farm, linked to GM corn.

Researchers at Baylor College of Medicine accidentally discovered that rats raised on corncob bedding “neither breed nor exhibit reproductive behavior.” Tests on the corn material revealed two compounds that stopped the sexual cycle in females “at concentrations approximately two-hundredfold lower than classical phytoestrogens.” One compound also curtailed male sexual behavior and both substances contributed to the growth of breast and prostate cancer cell cultures. Researchers found that the amount of the substances varied with GM corn varieties. The crushed corncob used at Baylor was likely shipped from central Iowa, near the farm of Jerry Rosman and others complaining of sterile livestock.

In Haryana, India, a team of investigating veterinarians report that buffalo consuming GM cottonseed suffer from infertility, as well as frequent abortions, premature deliveries, and prolapsed uteruses. Many adult and young buffalo have also died mysteriously.

Denial, Attack and Canceled Follow-up

Scientists who discover adverse findings from GMOs are regularly attacked, ridiculed, denied funding, and even fired. When Ermakova reported the high infant mortality among GM soy fed offspring, for example, she appealed to the scientific community to repeat and verify her preliminary results. She also sought additional funds to analyze preserved organs. Instead, she was attacked and vilified. Samples were stolen from her lab, papers were burnt on her desk, and she said that her boss, under pressure from his boss, told her to stop doing any more GMO research. No one has yet repeated Ermakova’s simple, inexpensive studies.

In an attempt to offer her sympathy, one of her colleagues suggested that maybe the GM soy will solve the over population problem!

Surov reports that so far, he has not been under any pressure.

Opting Out of the Massive GMO Feeding Experiment

Without detailed tests, no one can pinpoint exactly what is causing the reproductive travesties in Russian hamsters and rats, Italian and Austrian mice, and livestock in India and America. And we can only speculate about the relationship between the introduction of genetically modified foods in 1996, and the corresponding upsurge in low birth weight babies, infertility, and other problems among the US population. But many scientists, physicians, and concerned citizens don’t think that the public should remain the lab animals for the biotech industry’s massive uncontrolled experiment.

Alexey Surov says, “We have no right to use GMOs until we understand the possible adverse effects, not only to ourselves but to future generations as well. We definitely need fully detailed studies to clarify this. Any type of contamination has to be tested before we consume it, and GMO is just one of them.”

Responder

Fernando

16 de setembro de 2012 às 14h10

No Brasil a Embrapa é parceira da Monsanto.

PT – Parece Transgênico.

E é.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

16 de setembro de 2012 às 14h07

Me dei conta de que, sem opção, a farinha de milho em flocos pré cozida que consumimos tem grãos trangênicos. E por culpa do Governo Federal, pois ele deveria fiscalizar o setor, não temos opção de não consumir esse alimento. Somos cobaias do Governo Federal e dessas empresas que trabalham com trangênicos? Porque a população não tem informação do que é e do que não é trangênico por parte do Governo Federal? Assim, outros alimentos, a base de soja também devem conter trangênicos e nós nem ficamos sabendo, como embutidos – salsichas, mortadelas e etc. Quero a opção de consumir alimentos que não contenham trangênicos. Temos que começar uma campanha de esclarecimento através dos meios de comunicação que se dispuserem a isso.

Responder

Antonio Marcos

16 de setembro de 2012 às 12h14

Milho Transgênicos faz mal a saúde afirma estudo Frances

O estudo recente de pesquisadores franceses que aponta impactos do milho transgênico à saúde chama atenção não só pelos danos que comprova, mas principalmente por mostrar que chegou-se a tais conclusões após análise criteriosa de estudos da própria Monsanto. São esses dados exatamente os mesmos analisados por órgãos reguladores e que a empresa manteve sob sigilo até ser obrigada judicialmente a torná-los públicos. A divulgação permitiu que o biólogo molecular Gilles-Eric Séralini e sua equipe comparassem os efeitos das variedades MON 863, NK 603 e MON 810 sobre a saúde de mamíferos.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

16 de setembro de 2012 às 11h40

Precisamos fazer uma campanha para as pessoas saberem o que é e como identificar os trangênicos. Percebi que os alimentos a base de milho são feitos com grãos trangênicos. O Ministério da Saúde, o Ministério da Agricultura são culpados de de não haver opção ao alimento trangênico. Temos que pressionar o Governo Federal para que tenhamos opção. Hoje, as farinhas flocadas de milho, que uso para fazer cuzcuz e alimento para meus animais são todas a base de trangênicos.O amido, popularmente chamado de maizena também.Não temos opção e somos usados como cobaias, com o aceite do Governo Federal.

Responder

Julio Silveira

16 de setembro de 2012 às 10h46

Quando falar mal da Monsanto fala com cuidado, dentro do País eles tem muitos parceiros que se dizem interessados na boa alimentação dos cidadãos, todos muito poderosos reunidos em federações poderosos e apoiados por midias “insuspeitas”. Conseguiram até fraudar a legislação brasileira na época, criando uma resistência civil quando impuseram o contrabando de seu produto Soja vinda da Argentina, apoiados pela Farsul no RS, obrigando o governo da Época, do presidente Lula, a buscar uma forma politica de não confrontá-los, que levou a legalização do produto.
Cuidado, eles jogam duro e pesado, podendo ser criminoso.

Responder

vegetariano

16 de setembro de 2012 às 09h48

Se você fosse explicar para uma pessoa qualquer na rua que todo o ciclo de fotossíntese numa planta tem muito a ver com a digestão humana, e que os agrotóxicos interferem de sobremaneira no equilíbrio harmônico da divisão celular que faz o vegetal crescer (que dizer então sobre uma célula trangênica), iriam sair correndo achando que você é louco…

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

15 de setembro de 2012 às 23h59

Fui atrás de informações sobre os trangênicos e me deparei com incertezas sobre o consumo desses alimentos. Fui ao meu armário para ver se alguma coisa era trangênica e fiquei atônito. Eu e meus animais consumimos alimentos trangênicos. Farinha de milho flocada da Yoki, Maizena, óleo de soja Liza, ração yskas para gatos. Eu nunca havia percebido o T de trangênico no triângulo amarelo. É necessário informar às pessoas, pois para mim, até agora passara desapercebida a informação e a simbologia. Já estamos tão sujeitos às poluições, aos pesticidas, inseticidas, hormônios e tantas porcarias, porque vamos nos meter em mais uma roubada? Em casa não entram mais trangênicos, quando eu perceber que são. Vou mudar minha alimentação e a dos meus bichos.

Responder

Cibele

15 de setembro de 2012 às 22h25

No Brasil não vai ter nada, pelo calendário que vi…
Vocês já repararam que todo amido de milho (maizena e fermento) agora é transgênico? De todas as marcas. Nosso milho tá dominado, então?

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