VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Weissheimer: A matemática do 11 de setembro. Mas, e agora?


10/09/2011 - 12h29

Internacional| 09/09/2011 | Copyleft

A matemática macabra do 11 de setembro

A resposta dos EUA ao ataque contra o World Trade Center engendrou duas novas guerras e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, algumas centenas de milhares de pessoas foram mortas. Para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Mas essa história não se resume a mortes. A invasão do Iraque rendeu bilhões de dólares a empresas norte-americanas. Essa matemática macabra aparece também no 11 de setembro de 1973. O golpe de Pinochet provocou 40 mil vítimas e gordos lucros para os amigos do ditador e para ele próprio: US$ 27 milhões, só em contas secretas.

Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior

O mundo se tornou um lugar mais seguro, dez anos depois dos atentados de 11 de setembro e da “guerra ao terror” promovida pelos Estados Unidos para se vingar do ataque? A resposta de Washington ao ataque contra o World Trade Center e o Pentágono engendrou duas novas guerras – no Iraque e no Afeganistão – e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, mais de 900 mil pessoas já teriam perdido suas vidas até hoje.

Os números são do site Unknown News, que fornece uma estatística detalhada do número de mortos nas guerras nos dois países, distinguindo vítimas civis de militares. A organização Iraq Body Count, que usa uma metodologia diferente, tem uma estatística mais conservadora em relação ao Iraque: 111.937 civis mortos somente no Iraque.

Seja como for, a matemática da vingança é assustadora: para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Em qualquer um dos casos, a reação aos atentados supera de longe a prática adotada pelo exército nazista nos territórios ocupados durante a Segunda Guerra Mundial: executar dez civis para cada soldado alemão morto.

Na madrugada do dia 2 de maio, quando anunciou oficialmente que Osama Bin Laden tinha sido morto, no Paquistão, por um comando especial dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama afirmou que a justiça tinha sido feita. O conceito de justiça aplicado aqui torna a Lei do Talião um instrumento conservadora. As palavras do presidente Obama foram as seguintes:

“Foi feita justiça. Nesta noite, tenho condições de dizer aos americanos e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama Bin Laden, o líder da Al Qaeda e terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças.”

O conceito de justiça usado por Obama autoriza, portanto, a que iraquianos e afegãos lancem ataques contra os responsáveis pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças. E provoquem outras milhares de mortes. E assim por diante até que não haja mais ninguém para ser morto. A superação da Lei do Talião, cabe lembrar, foi considerada um avanço civilizatório justamente por colocar um fim neste ciclo perpétuo de morte e vingança. A ideia é que a justiça tem que ser um pouco mais do que isso.

Nem tudo é dor e sofrimento

Mas a história dos dez anos do 11 de setembro não se resume a mortes, dores e sofrimentos. Há a história dos lucros também. Gordos lucros. Uma ótima crônica dessa história é o documentário “Iraque à venda. Os lucros da guerra”, de Robert Greenwald (2006), que mostra como a invasão do Iraque deu lugar à guerra mais privatizada da história: serviços de alimentação, escritório, lavanderia, transporte, segurança privada, engenharia, construção, logística, treinamento policial, vigilância aérea…a lista é longa.

O segundo maior contingente de soldados, após as tropas do exército dos EUA, foi formado por 20 mil militares privados. Greenwald baseia-se nas investigações realizadas pelo deputado Henry Waxman que dirigiu uma Comissão de Investigação sobre o gasto público no Iraque.

Parte dessa história é bem conhecida. A Halliburton, ligada ao então vice-presidente Dick Cheney, recebeu cerca de US$ 13,6 bilhões para “trabalhos de reconstrução e apoio às tropas”. A Parsons ganhou US$ 5,3 bilhões em serviços de engenharia e construção. A Dyn Corp. faturou US$ 1,9 bilhões com o treinamento de policias. A Blackwater abocanhou US$ 21 milhões, somente com o serviço de segurança privada do então “pró-Cônsul” dos EUA no Iraque, Paul Bremer.

Essa lista também é extensa e os números reais envolvidos nestes negócios até hoje não são bem conhecidos. A indústria da “reconstrução” do Iraque foi alimentada com muito sangue, de várias nacionalidades. Os soldados norte-americanos entraram com sua quota. Até 1° de setembro deste ano, o número de vítimas fatais entre os militares dos EUA é quase o dobro do de vítimas do 11 de setembro: 4.474. Somando os soldados mortos no Afeganistão, esse número chega a 6.200.

A matemática macabra envolvendo o 11 de setembro e os Estados Unidos manifesta-se mais uma vez quando voltamos a 1973, quando Washington apoiou ativamente o golpe militar que derrubou e assassinou o presidente do Chile, Salvador Allende.

Em agosto deste ano, o governo chileno anunciou uma nova estatística de vítimas da ditadura do general Augusto Pinochet (1973-1990): entre vítimas de tortura, desaparecidos e mortos, 40 mil pessoas, 14 vezes mais do que o número de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. Relembrando as palavras do presidente Obama e seu peculiar conceito de justiça, os chilenos estariam autorizados a caçar e matar os responsáveis pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças.

Assim como no Iraque, nem tudo foi morte, dor e sofrimento na ditadura chilena. Com a chancela da Casa Branca e a inspiração do economista Milton Friedman e seus Chicago Boy’s, Pinochet garantiu gordos lucros para seus aliados e para si mesmo também. Investigadores internacionais revelaram, em 2004, que Pinochet movimentava, desde 1994, contas secretas em bancos do exterior no valor de até US$ 27 milhões.

Segundo um relatório de uma comissão do Senado dos EUA, divulgado em 2005, Pinochet manteve elos profundos com organismos financeiros norte-americanos, como o Riggs Bank, uma instituição de Washington, além de outras oito que operavam nos EUA e em outros países. Segundo o mesmo relatório, o Riggs Bank e o Citigroup mantiveram laços com o ditador chileno durante duas décadas pelo menos. Pinochet, amigos e familiares mantiveram pelo menos US$ 9 milhões em contas secretas nestes bancos.

Em 2006, o general Manuel Contreras, que chefiou a Dina, polícia secreta chilena, durante a ditadura, acusou Pinochet e o filho deste, Marco Antonio, de envolvimento na produção clandestina de armas químicas e biológicas e no tráfico de cocaína. Segundo Contreras, boa parte da fortuna de Pinochet veio daí.

Liberdade, Justiça, Segurança: essas foram algumas das principais palavras que justificaram essas políticas. O modelo imposto por Pinochet no Chile era apontado como modelo para a América Latina. Os Estados Unidos seguem se apresentando como guardiões da liberdade e da democracia. E pessoas seguem sendo mortas diariamente no Iraque e no Afeganistão para saciar uma sede que há muito tempo deixou de ser de vingança.

PS do Viomundo: Se considerarmos que no Iraque e na Líbia tivemos guerras do petróleo, que renderam ou vão render bilhões em contratos de reconstrução, quais serão as próximas? Quais são os grandes produtores próximos dos grandes mercados consumidores? Venezuela, Bolívia, Brasil? Assistindo ontem às entrevistas que Oliver Stone fez com líderes da América do Sul para o documentário South of the Border, fiquei surpreso com a declaração de Nestor Kirchner, segundo a qual ouviu da boca de George W. Bush, numa reunião em Mar del Plata,  que a guerra era boa para movimentar a economia norte-americana. Que Bush Jr. não seja acusado de falta de sinceridade.

Leia também:

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78 comentários

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Pedro

12 de setembro de 2011 às 21h25

Acho essa matéria ultrapassada. Basta ver os filmes que revelam como o terrorismo de Estado americano implodiu as torres gêmeas.

Vejam esses filmes, entre muitos que já se encontram na internet:
http://www.youtube.com/watch?v=rdIeqGKfUD8

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Nelson

12 de setembro de 2011 às 18h05

Os versos do genial Renato Russo dizem muito neste momento em que padecemos de uma verdadeira overdose de 11 de setembro:

Vamos celebrar
A estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja
De assassinos
Covardes, estupradores
E ladrões…

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Márcio Cândido

12 de setembro de 2011 às 15h01

Só com as ocupações do Iraque e Afeganistão, batizadas com o título de “guerra ao terror”, o Governo dos EUA já enterrou cerca de – pasme-se! – 3 TRILHÕES DE DÓLARES !!!, cujo saldo macabro chega próximo a casa dos 200 mil civis mortos (leia-se: crianças, idosos, mulheres, doentes, trabalhadores, famílias inteiras, etc). Quem ganhou e quem ganha com essa atrocidade?
Num futuro improvável, quando a lucidez por ventura alcançar este planeta, quem sabe alguém se lembre de prestar um dia de homenagens às milhares de vítimas do terror dos EUA em todo o mundo.
Um dia apenas vai ser muito pouco, com certeza.

Márcio Cândido

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Márcio Cândido

12 de setembro de 2011 às 15h00

A mídia tanto ocidental quanto local nos considera, o público, um bando de idiotas com os programas, matérias, reportagens e comentários que levam ao ar à todo o momento, tentando colocar os EUA como vítima, quando na verdade os EUA são os principais autores da violência política no mundo atual. O único país no mundo que teve a coragem de jogar bombas atômicas em seres humanos.

Responder

Lungaretti diz que Folha assumiu erro com Battisti | Viomundo - O que você não vê na mídia

11 de setembro de 2011 às 20h59

[…] Weissheimer: A matemática do 11 de setembro   […]

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Ricardo Oliveira

11 de setembro de 2011 às 20h51

Hoje foi o dia inteiro de programação, nas TVs – Globonews, principalmente, relativa aos atentados aos EUA. Posso estar enganado, mas não lembro de algo parecido para as manisfestações que os japoneses fazem anualmente em relação aos ataques nucleares (únicos na história) à Hiroshima e Nagasaki. Quantos civis morreram nessas cidades japonesas? Elas eram um alvo militar? Atrocidadades de todos os lados e, como sempre, os vencedores contam sua versão.

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    Sebastião Medeiros

    11 de setembro de 2011 às 21h07

    Parece que o atentado de 11/09/2001 foi realizado no Brasil,isto segundo o "jornalismo" do PIG! Vão ser colonizados assim lá em Miami.Haja…
    PS:E sobre o outro 11/09,o Chileno,o de 1973,mais conhecido como EL PINOCHETAZO! Ai a Mídia Venal FAZ UM SILÊNCIO MUITO ESTRANHO !

ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 17h57

There exists a shadowy government with its own Air
Force, its own navy, its own fundraising mechanism,
and the ability to pursue its own ideas of the national
interest, free from all checks and balances, and free
from the law itself. – Senator Daniel K. Inouye
during the Iran-contra scandal.

Baixe o livro 911 Syntethic Terrorism Made in USA aqui:
http://www.indymedia.org.uk/media/2005/07/317436….

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@ricmbc

11 de setembro de 2011 às 17h27

http://www.youtube.com/watch?v=7vrSq4cievs&fe

11 de setembro no Chile – 30 mil mortos / vai haver homenagens ?

Responder

ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 17h09

FrancoAtirador,coloque a foto do Cossiga,por favor!!!!!!!!!!

“A CIA planejou atentados nos EUA” , diz Francesco Cossiga
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Con

“Osama bin Laden ‘confessou’ que a Al-Qaeda teria sido a autora dos atentados de 11 de setembro às torres em Nova Iorque, enquanto todos os círculos democráticos da América e da Europa sabem bem agora que o desastroso atentado foi planejado e realizado pela CIA e pela Mossad [serviço secreto israelense] para acusarem os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão”(Francesco Cossiga,Ex-Presidente da Itália e chefão do GLADIO na Itália)
http://www.prisonplanet.com/articles/december2007

Ex-Italian President: Intel Agencies Know 9/11 An Inside Job
Man who set up Operation Gladio tells Italy's largest newspaper attacks were run by CIA, Mossad

Paul Joseph Watson
Prison Planet
Tuesday, December 4, 2007

Former Italian President and the man who revealed the existence of Operation Gladio Francesco Cossiga has gone public on 9/11, telling Italy's most respected newspaper that the attacks were run by the CIA and Mossad and that this was common knowledge amongst global intelligence agencies.

Cossiga was elected President of the Italian Senate in July 1983 before winning a landslide 1985 election to become President of the country in 1985………..

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ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 16h56

Presidente e Primeiro-Ministro de países importantes dizem que Bush e os EUA mentiram,mas a mídia-empresa diz que eles falarama a verdade e nós,que mostramos evidências,somos chamado de malucos….

http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Con

“A CIA planejou atentados nos EUA” , diz Francesco Cossiga,Ex-Presidente da Itália.
http://www.voltairenet.org/Former-Malaysian-PM-Bu

Former Malaysian PM: 'Bush lied about 9/11 terror attacks'

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Regina Braga

11 de setembro de 2011 às 16h31

Como o pigcamaleaõ é nacionalista com os americanos…E nós os brasileiros,nem sabemos o que é política externa.Só que o Brasil, está sem crise,crescendo, para desespero do pig e os americanos estão pagando a conta das guerras,com desemprego e falta de investimento na educaçãoe saúde.Haja nacionalismo!!!

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Luc

11 de setembro de 2011 às 16h24

se o tema é 11 de setembro, lá vai:

11 de setembro de 1973
http://www.sindsprevrj.org.br/jornal/secao.asp?ar

“…financiadas diretamente por organizações empresariais e pelo governo dos EUA, através da CIA (Agência Americana de Inteligência e Espionagem) nas chamadas ‘operações encobertas’, ou covert actions’. Segundo o cientista político Moniz Bandeira, em seu livro ‘Formula para o Caos – A Derrubada de Salvador Allende’ (Editora Civilização Brasileira, 2008), essas ‘operações’ também incluíram atentados terroristas e assassinatos…”

Responder

Ronaldo Braga

11 de setembro de 2011 às 15h09

Pessoal,
O Eduardo Guimarães (através do Movimento dos Sem Mídia) está convocando (http://www.blogcidadania.com.br/2011/09/ato-contra-corrupcao-da-midia/) um ato contra a corrupção da mídia.
Local: no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Dia e hora: às 14 horas de 17 de setembro próximo.
Para aderir ao evento no Facebook, vá ao endereço http://www.facebook.com/event.php?eid=17213332286

Responder

@ricmbc

11 de setembro de 2011 às 15h00

http://www.youtube.com/watch?v=7vrSq4cievs&fe

Será que alguém da grande mídia vai lembrar do 11 de setembro do CHILE ?

O chileno do vídeo acima dá uma aula aos parentes das vítimas do 11/09

30 mil mortos … alguma homenagem ???

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ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h54

Dr Steven E Jones discusses the 911 attacks.
Full Professor of Physics, Emeritus, early retirement January 2007
BIOGRAPHICAL: Birth date: 25 March 1949 Citizenship: USA Telephone: (801) 735-5885

[youtube 3pL0M5ST8jY http://www.youtube.com/watch?v=3pL0M5ST8jY youtube]

Responder

ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h52

Physicist Stephen Jones gives his presentation "Whats New in 9/11 Research" at the 9/11 Symposium in Weats Hartford CT. 11/03/07
Dr. Jones is a founding member of Scholars for 9/11 Truth and Justice and The Journal of 9/11 Studies.

[youtube aMhl-S5MyAc http://www.youtube.com/watch?v=aMhl-S5MyAc youtube]

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ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h44

"There is no doubt that this building was taken down in a controlled demolition… there is no way around this conclusion." States Dr. Niels Harrit referring to World Trade Center Building 7.
Dr. Niels Harrit (retired associate professor of chemistry) and his team at the University of Copenhagen published a paper in The Open Chemical Physics Journal and verified that red/grey particles of non-reacted nanothermite was found in the dust of the WTC buildings. This finding is irrevocable proof — the veritable DNA — that "Office Fires" and jet planes did not bring down the three buildings on that fateful day. 9/11 has been the prima facie excuse for incursions of the U.S. and NATO into foreign nations, the sole justification for suspension of our domestic civil liberties and the common denominator of "The War on Terror".

This interview traces Dr. Harrit's personal and professional journey into and through the events of 9/11 and beyond.
[youtube SC3Se86IBAw http://www.youtube.com/watch?v=SC3Se86IBAw youtube]

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ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h39

Digite o texto aqui![youtube _ZhcecWuNI8 http://www.youtube.com/watch?v=_ZhcecWuNI8 youtube]

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ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h36

Vamos divulgar as matérias do dissidente americano Kurt Sonnenfeld,que trabalhava na FEMA filmando coisas escabrosas do governo dos EUA.Ele filmou o Ground Zero por horas,durantes dias,desde o dia 11/09/2001.Tem vídeos e mais vídeos que desmontamm essa farsa:

11-S Kurt Sonnenfeld habla sobre el ataque a las Torres Gemelas el 11 de Septiembre. El Perseguido

[youtube ovwCWl4V9H0 http://www.youtube.com/watch?v=ovwCWl4V9H0 youtube]

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FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 13h35

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12 REGRAS DE REDAÇÃO DA MÍDIA OLIGOPOLISTA INTERNACIONAL

Quando a Notícia é sobre o Oriente Médio:

Regra 1 – No Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende.
Esta defesa chama-se "Represália".

Regra 2 – Os Árabes, Palestinos ou Libaneses não têm o direito de matar civil.
Isso se chama "Terrorismo".

Regra 3 – Israel tem o direito de matar civil.
Isso se chama "Legitima Defesa".

Regra 4 – Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedida.
Isso se chama "Reação da Comunidade Internacional".

Regra 5 – Os Palestinos e os Libaneses não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate.
Isso se chama "Seqüestro de Pessoas Indefesas".

Regra 6 – Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejar. Atualmente, são mais de 10.000, dos quais 300 são crianças e 1000 são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter os seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades democraticamente eleitas pelos Palestinos.
Isso se chama "Prisão de Terroristas".

Regra 7 – Quando se mencionam as palavras "Hamas" e "Hezbollah", é obrigatório a mesma frase conter a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".

Regra 8 – Quando se menciona "Israel", é proibida qualquer menção à expressão "apoiada e financiada pelos Estados Unidos da América do Norte".
Isso pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo existencial.

Regra 9 – Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões "Territórios Ocupados", "Resoluções da ONU", "Violações de Direitos Humanos" ou "Convenção de Genebra".

Regra 10 – Tanto os Palestinos quanto os Libaneses são sempre "covardes" que se escondem entre a população civil, a qual "não os quer".
Se eles dormem em suas casas com as sua famílias, a isso se dá o nome de "Covardia".
Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo.
Isso chama "Ações Cirúrgicas de Alta Precisão".

Regra 11 – Os Israelenses falam melhor o Inglês, o Francês, o Espanhol e o Português que os Árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidade do que os Árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público.
Isso se chama de "Neutralidade Jornalística".

Regra 12 – Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são "Terroristas Anti-Semitas de Alta Periculosidade".

http://cloacanews.blogspot.com/2009/01/jornalismo

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francisco p. neto

11 de setembro de 2011 às 12h46

Porque a turma do movimento "cansei" de 7 de setembro não vão fazer as suas passeatas lá nos EUA contra a corrupção do governo Bush e outros, que a pretexto de movimentar a economia norte americana mata pessoas, inclusive seus cidadão, para "justificar" a roubalheira das empresas norte americanas com "verbas" do governo e participação nestas de grandes figuras do mundo político, inclusive o ex vice Dick Cheney.

Responder

João Bosco Cury

11 de setembro de 2011 às 12h12

Os EUA jogaram em 06 e 09 de agosto de 1945 2 bombas atômicas sobre o Japão e mataram de cara mais de 500.000 civis (a maioria velhos, crianças e mulheres) fora os milhares que morreram depois pela radiação. Poderiam e deveriam escolher um alvo militar mas preferiram o terrorismo similar ao 11/09.
É claro que sou totalmente contra o terrorismo do 11/09, mas pq o mundo praticamente se cala sobre o terrorismo de estado q os EUA promovem ou promoveram no Japão, Vietnãn, Alfagnistão, Iraque, Etc.
Acho que estão colhendo o que vem plantando pelo mundo com a arrogancia do tio Sam

Responder

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 12h11

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EM 26/10/2001, OS EUA REVOGARAM A PRIMEIRA EMENDA* À CONSTITUIÇÃO NORTE-AMERICANA

A edição do "Ato Patriótico" imposto por George W. Bush aos norte-americanos
como justificativa para iniciar, sob o pretexto da Segurança Nacional, uma generalizada "Guerra ao Terror", em represália aos ataques sofridos em 11/09/2001,
equivaleu-se ao AI-5 decretado pela Ditadura Militar dos generais no Brasil.

O USA PATRIOT Act foi o maior atentado aos direitos individuais e coletivos estadunidenses.

Se até então havia alguma democracia nos EUA, em 26/10/2001 ela acabou:

O USA PATRIOT Act foi um ato aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos da América, assinado pelo então presidente George W. Bush, tornando-o lei em 26 de outubro de 2001.

O acrônimo significa "Uniting and Strengthening America by Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism Act of 2001"
(algo como Ato de Unir e Fortalecer a América Providenciando Ferramentas Apropriadas Necessárias para Interceptar e Obstruir o Terrorismo, de 2001).

Entre as medidas impostas pela lei, estão a invasão de lares, espionagem de cidadãos, interrogações e torturas de possíveis suspeitos de espionagem ou terrorismo, sem direito a defesa ou julgamento.

Com esse ato, foram retiradas as liberdades civis dos cidadãos estadunidenses.

Muitos historiadores relacionam essa lei como um passo legal para a instituição de lei marcial na eventualidade de qualquer evento de terrorismo, falso ou verdadeiro.

De acordo com o Departament of Homeland Security todas as ações consideradas "antigovernamentais" foram imediatamente consideradas atos de terrorismo.

Em 26 de maio de 2011, o presidente Barack Obama assinou a prorrogação do PATRIOT Act por mais 4 anos.

*Texto da Primeira Emenda à Constituição dos EUA:

"O Congresso não deve fazer leis a respeito de se estabelecer uma religião, ou proibir o seu livre exercício; ou diminuir a liberdade de expressão, ou da imprensa; ou sobre o direito das pessoas de se reunirem pacificamente, e de fazerem pedidos ao governo para que sejam feitas reparações por ofensas."
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Responder

    Mário SF Alves

    11 de setembro de 2011 às 12h37

    É… e os PIG-boys enviados pela VênusPIGPrateada – todos fazendo cara de imensamente consternados – insistente e descaradamente perguntam quem ganhou a dita "guerra contra o terror". Haja paciência! E agora a pergunta que não quer calar: quem seriam os patrões do PIG local? A PROCTER & GAMBLE e outras Corporations? O Sistema Financeiro Internacional? A Presidente Dilma?

Ana Giulia Zortea

11 de setembro de 2011 às 12h03

Eu gostei de ver algumas reportagens sobre o 11 de setembro de 2001. Mas como eu sempre digo um erro não vai nunca justificar o outro. O que aconteceu foi horrível, claro que foi.Mas isto não justifica a morte de todas as outras pessoas que morreram depois disso e devido ao ataque. Se os governos continuarem a agir desta forma o mundo nunca vai chegar ao bem comum. Pelo que vejo, as guerras são tristes só para nós que vemos de fora, para governantes é uma forma de enriquecer o país, e o pior enriquecer a custas de vidas humanas inocentes, e tudo em nome do "maldito" dinheiro .Pelo que vejo tudo não passa de um jogo de poder que nunca vai ter fim, e quem sofre e é verdadeiramente punido é o povo . As pessoas hoje tem uma visão meio distorcida do que é justiça. Justiça nunca foi e nunca vai ser sinônimo vingança. E não podemos usar ou deixar que usem esta palavra para justificar interesses políticos e econômicos. É o que penso. É possível que eu esteja falando besteira (afinal não sou e nem quero se a dona da verdade), mas foi a conclusão que cheguei lendo e ouvindo as pessoas falarem nos últimos dias.

Responder

    Luís

    11 de setembro de 2011 às 12h39

    Ana Zortea?

    Por acaso é a "Aninha" que deu um "cala boca" no ex-deputado Aleluia?

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 13h57

    .
    .
    É ela própria. E não é por acaso.

    É ISSO AÍ, ANINHA, VOCÊ ESTÁ PLENA DE RAZÃO!!!
    .
    .

    ZePovinho

    11 de setembro de 2011 às 14h03

    Se for você,Aninha,é isso mesmo.Os adultos deixam de ser crianças,e talvez por isso,tornam-se o que vemos por aí.
    Ainda bem que a Terra se renova,jovens como você vêm,e o mundo melhora.

Tomudjin

11 de setembro de 2011 às 11h29

Hoje é o dia de se celebrar a ignorância dos homens.
O homem reserva apenas um minuto de silêncio para encobrir o erro dos seus próprios demônios.
Hiroshima e Nagazaki choram , da mesma maneira que hoje o centro do mundo também chora.

A verdadeira esperança é que esse "centro do mundo" não se transforme apenas numa atração turística do horror, assim como emoldurou-se Auschwitz.

[youtube C8jHn_gfeow http://www.youtube.com/watch?v=C8jHn_gfeow youtube]

Responder

Francisco

11 de setembro de 2011 às 11h03

Todas as condições objetivas para se considerar os EEUU uma democracia estão ali, presentes. E, do ponto de vista objetivo, o que sai de lá é só diferente das politicas nazistas na escala (recentemente se denunciou os testes em humanos na America central, feitos pelos EEUU). O que essas pessoas estão fazendo contra o conceito de democracia é um crime. Como defende-la? Isso se torna cada dia mais difícil.

O próximo Hitler ou Mussolini terá menos trabalho em difundir seu regime. Perguntará: mais afinal, que grande diferença faz, quanto à politica externa e até mesmo interna? Hoje, eu já não saberia responder…

Responder

Clovis

11 de setembro de 2011 às 10h10

E agora o mundo só chora os mortos americanos. E quem chora os mortos por eles?

Responder

Vieira

11 de setembro de 2011 às 09h02

A bala da vez, vai ser a nossa vizinha Venezuela do comandante Chavez.

Salve o povo muçulmanos.

Responder

Noir

11 de setembro de 2011 às 08h27

Fazem 3 semanas que a mídia marrom tupiniquim está noticiando sobre o 11-S. Pergunto; o 11-S ocorreu no Brasil ? Porque só se fala nisso? Será por quê o ocorrido foi na "matriz" e a mídia brasileira não mudou ainda sua referência?

Responder

    Mário SF Alves

    11 de setembro de 2011 às 11h59

    Noir,
    O que mais enoja e dói na alma é ver – diuturnamente – a cara de consternação dos PIG-boys/enviados especiais do PIG-mor para cobrir o "mega" evento 10 anos do 11-S.
    Em tempo: divulgaram que o Bush Jr. vai estar presente; será que dessa vez o Tribunal Penal Internacional pega ele?

beattrice

11 de setembro de 2011 às 00h08

O Citi é desde sempre o braço financeiro do Departamento de Estado, so to say.
Em tempo,
Bush Jr é sincero não por caráter, já que não o tem, mas por falta de opção, sua limitação intelectual o impede de tergiversar ou fingir.

Responder

Gustavo Pamplona

11 de setembro de 2011 às 00h03

Sabem o que eu acho mais interessante…

É ver o quanto a mídia hoje e até mesmo blogs dito "progressistas" adoram falar do 11 de setembro como se fosse a coisa mais importante para o Brasil.

Eu vejo a quantidade de artigos e minutos que dedicam a falar disto e o bendito feriado de 7 de setembro hoje não tem muita relevância mais. E até é motivo de "chacota" em alguns programas televisivos

Obs: Eu não perdi meu tempo lendo este artigo… e caso queiram… não percam o seu lendo este comentário também.

—-
Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
Desde Jun/2007 não perdendo tempo em ler artigos de 11/Set no "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

Lucas

10 de setembro de 2011 às 23h35

"O golpe de Pinochet provocou 40 mil vítimas e gordos lucros para os amigos do ditador e para ele próprio: US$ 27 milhões, só em contas secretas."

11/09/1973

We will never forget.

Responder

Julio Silveira

10 de setembro de 2011 às 23h26

E o FHC ainda abaixou as calças do Brasil com seu tratado pelo reconhecimento de seu governo nanico, possibilitando a futura guerra pela proteção aos yanomamis, e pela preservação do canto do uirapuru, com o bonus de explorar a aguas, as riquezas e os "territorios amazonicos internacionais".

Responder

jaime

10 de setembro de 2011 às 23h10

"A guerra é boa para movimentar a economia" – acho que até nisso o Bush foi, ou primário, ou simplesmente o safado de sempre. A guerra pode ser boa para a economia "dos mesmos de sempre", mas no geral é o empreendimento mais caro que existe e, como não existe almoço grátis, alguém (os mesmos de sempre) tem que pagar. Além, é claro, desses "inconvenientes" chatos de ter sempre que sepultar alguns compatriotas.

Responder

FrancoAtirador

10 de setembro de 2011 às 22h10

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Erdogan diz que Turquia escoltará navios de ajuda humanitária com destino a Gaza

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta quinta-feira (08/09) que a Marinha do seu país escoltará os barcos que levarem ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

A declaração vem dias após Erdogan anunciar o congelamento das relações diplomáticas e comerciais com Israel, uma resposta a um relatório das Nações Unidas que considerou legal o bloqueio marítimo a Gaza que motivou a expedição da Flotilha da Liberdade em 2010, embora acuse Israel de uso excessivo de força.
Na operação, nove turcos foram mortos.

"Os navios de guerra turcos se encarregarão de proteger os barcos turcos com ajuda humanitária para a Faixa de Gaza", submetida a um bloqueio israelense, declarou Erdogan ao canal de televisão Al Jazeera. "De agora em diante, nós não deixaremos esses navios serem atacados por Israel, como aconteceu com a Flotilha da Liberdade", disse o primeiro-ministro

Durante a entrevista, Erdogan também garantiu que seu país tem tomado medidas para prevenir a exploração unilateral dos recursos naturais no Mar Mediterrâneo por Israel.
"A Turquia será firme em seu direito de controlar as águas territoriais no leste do Mediterrâneo", ressaltou.

AFP e Al Jazeera
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Responder

FrancoAtirador

10 de setembro de 2011 às 21h58

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EM REPRESÁLIA AO ASSASSINATO DE 5 POLICIAIS EGÍPCIOS POR TROPAS ISRAELENSES

MULTIDÃO INVADE A EMBAIXADA ISRAELENSE NO CAIRO, CAPITAL DO EGITO.

Embaixador israelense retorna a Israel em avião militar.

Decretado estado de emergência no Egito.

A polícia egípcia, aparentemente, não conseguiu evitar a invasão, em uma noite de distúrbios que se espalharam pelo Cairo e por Alexandria.

A junta militar do Egito declarou estado de emergência no país na madrugada do sábado, pelo horário local, após a Embaixada de Israel no Cairo ter sido invadida por manifestantes na noite da sexta-feira.
Segundo a emissora Al Jazeera, a junta militar pediu uma reunião de emergência do gabinete de crises para o sábado.

O Embaixador de Israel no Egito, Yitzhak Levanon, aguarda na madrugada do sábado no aeroporto do Cairo, pelo horário local, um avião militar israelense que o levará de volta a Israel, junto com sua família e funcionários israelenses da embaixada.

A informação partiu de funcionários do aeroporto do Cairo.

Ao longo da madrugada e manhã deste sábado, centenas de manifestantes se mantiveram nos arredores da embaixada no Cairo, queimando pneus pelas ruas e cantando slogans de crítica aos militares no poder no Egito.

Seis funcionários da representação diplomática ficaram presos no prédio durante os protestos e precisaram ser resgatados por forças de seguranças egípcias, disse uma autoridade israelense à BBC.

A mesma autoridade diz que os protestos estão sendo vistos em Jerusalém como uma “grave violação” das relações diplomáticas.

O Egito é um dos dois países árabes – junto com a Jordânia – a ter estabelecido a paz com Israel. Mas crescem as demonstrações de sentimento anti-israelense entre os civis egípcios.

Um dos manifestantes egípcios na embaixada disse à BBC que “fomos criados odiando Israel, mas agora podemos expressar isso livremente. Com a queda de Mubarak, o sangue egípcio será vingado”.
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Responder

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 17h28

    A democracia direta tem voz e cara.
    Ainda vamos ve-la aqui!

FrancoAtirador

10 de setembro de 2011 às 21h31

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PALESTINA: A MAIS NOVA NAÇÃO

Israel está perdendo dois aliados importantes (Egito e Turquia) e cada vez mais se isola no mundo.

Resta agora a Israel apenas o apoio dos Estados Unidos (que pode vetar o ingresso da Palestina na ONU, através do Conselho de Segurança) – mas se isso ocorrer também ficará isolado no mundo.

VIVA O ESTADO DA PALESTINA!

<img src="http://avaaz_images.s3.amazonaws.com/1442_Palestine_UN_1_460x230.png"&gt;

PALESTINE UN, STATE 194
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Responder

Fabian

10 de setembro de 2011 às 20h47

Com certeza a próxima gerra deve ser pela Amazônia, começando pela Venezuela. Agora que os Estados Unidos podem dar um tempo no terrorismo e voltar-se para seu quintal: América do Sul.

Responder

Bernardino

10 de setembro de 2011 às 20h46

TRibunal PENAL INTEWRNACIONAL nao passa de um PROSTIBULO DOS EUA ,eles so condenam quem nao ten armas nucleares.EM 89 DENG CHIAO PING,presidente Chines sufocou a rebeliao na praça da paz Celestial fomentada pela CIA E BUSH pai e mandou que os EUA viessem buscar os corpos,ate hoje nao apareceram.Americano é covarde so chuta Cachorro-morto igualzinho ao Brasileiro e portugues
Esse tribunal nao passa de Agencia Americana para os fracos e perdedores,exatamente aqueles que nao possuem ARMAS nucleares!!!!!!!!!!! 11 de setembro é pinto,perto de HIROSHIMA NAGASAKI

Responder

    Poracebano

    10 de setembro de 2011 às 23h14

    Correto Bernardino, no mais jamais vi tamanha comemoração em face das vitimas de Hiroschima e Nagasaki, diga se de passagem civis.Tenho dó da juventude totalmente alheia a tudo. Estou totalmente deprimido se é que assim posso me considerar.

Moacir Moreira

10 de setembro de 2011 às 20h41

¤*¨¨*¤.¸¸¤.¸¸¤.¨¨*¤.¸¸¤¤.¨¨*.¤
9/11 YANKES GO HOME!
.¸.¤*¨¨*¤ .¸…¸.¤¸¸.¸¤¨¨¨*¤ .¸¸.¸¤
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☻/
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/ WE WILL NEVER FORGET!!! ….. Please keep the flag waving!!

Responder

vicente

10 de setembro de 2011 às 20h40

Bu$h & Cia, fala em nome de Deus, Família, democracia, liberdade … É a decadência absoluta.

Responder

José Manoel

10 de setembro de 2011 às 19h42

Gostaria muito de ver Cheney e Bush sentados na mesma cadeira de Milosevic!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

ricardo silveira

10 de setembro de 2011 às 19h35

Se o Bush fosse preso, julgado e condenado, por tribunal internacional, pelos crimes que cometeu, quem sabe não seria um bom sinal de mudança nas relações internacionais.

Responder

jnascimento/PR

10 de setembro de 2011 às 19h14

O texto é excelentem, só faltava ser novidade.

Responder

Tomudjin

10 de setembro de 2011 às 19h06

Se os americanos entendessem o que é o "ponto G", nada disso teria acontecido.

Responder

Fran

10 de setembro de 2011 às 17h18

E assim caminha a humanidade a passos largos para a sua destruição.Olho por olho e todos ficarão cegos

Responder

Carlos Nunes

10 de setembro de 2011 às 16h21

Globalização da Comissão de Verdade –
Pela proposição de abertura de uma frente de análise sobre os influenciadores, fomentadores, financiadores e apoiadores Externos ao golpe e a ditadura no Brasil.
E que se abre representação contra esses Estados ou órgãos de estado na Corte interamericana de direitos humanos e/ou no Tribunal de Haia

Responder

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 00h14

    O BRASIL vai ser denunciado na Corte Internacional de Direitos Humanos, por omissão no caso do crime político que vitimou o prefeito Antonio da Costa Santos em Campinas, SP, há dez anos, ao longo dos quais o governo federal [FHC + LULA + DILMA] não fez rigorosamente nada para apurar os fatos.

    damastor dagobé

    11 de setembro de 2011 às 04h50

    seria interessante imaginar, em qualquer país, o presidente da republica interrompendo uma reunião ministerial dizendo: "aí pessoal..continuem sem mim pq tenho uns crimes pra investigar agora, maior saco..esse negocio de interrogar suspeitos, entregar intimações, fazer pericias…um porre..so volto daqui uns 3 dias, qualquer coisas falem com o chefe de gabinete que estou com a identidade secreta…na boa"

Bonifa

10 de setembro de 2011 às 15h58

A Globo News parece uma tribo em êxtase patriótico profundo, batendo tambores e dançando em redor da fogueira, concentrando ódio contra os malditos terroristas muçulmanos. Amanhã, quando atingirem o clímax da excitação, deverão sair aos berros, machadinha em punho, com o ex-árabe Ali à frente.

Responder

FrancoAtirador

10 de setembro de 2011 às 14h47

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<img src="http://1.bp.blogspot.com/-IHwldKWpHoM/TlTsbtuOB0I/AAAAAAAAAp0/eLgeP-0GmXI/s400/logo+APROVADO.jpg"&gt;

VAMOS DAR NOSSO FORTE APOIO A CRIAÇÃO DO ESTADO DA PALESTINA.

ÚNICO CAMINHO PARA A PAZ NO ORIENTE MÉDIO E NO MUNDO.

ASSINE A PETIÇÃO:

<a href="http://www.palestinaexiste.org/tufirma.php” target=”_blank”>http://www.palestinaexiste.org/tufirma.php

Responder

    glob

    10 de setembro de 2011 às 18h01

    isso, um estado palestino junto com o Estado judeu,….

    Jorge Nunes

    11 de setembro de 2011 às 01h30

    Vamos criar um Estado Católico?

    cop

    11 de setembro de 2011 às 12h24

    Espírita ????

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 13h59

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    Budista ???
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    Sebastião Medeiros

    11 de setembro de 2011 às 19h07

    Hare Krishna ?????

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 22h44

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    ADORADORES DO BULE GIGANTE ??????????
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    Reuters
    Internacional
    20/07/2005 – 12h42

    Malásia prende 58 seguidores da seita do bule gigante

    KUALA LUMPUR (Reuters) – Autoridades da Malásia prenderam nesta quarta-feira 58 seguidores de uma seita bizarra que cultuava um bule de chá gigante, dois dias depois de a sede do grupo ter sido incendiada.

    A agência oficial Bernama disse que os presos tinham idade entre 20 e 60 anos. Entre eles estava uma mulher neozelandesa que admitiu ter se convertido ao islamismo oito anos atrás.

    O líder da seita, Ayah Pin, não estava entre os detidos e acredita-se que esteja foragido depois que 35 pessoas armadas com facões e coquetéis Molotov atacaram a sede do culto na segunda-feira, colocando fogo em um carro e no teto do prédio, danificando parte do bule.

    A polícia prendeu um homem de 65 anos pelo ataque.

    A seita, que acredita que o bule tem propriedades curativas, funcionava no nordeste da Malásia, área de forte presença muçulmana. Ayah Pin dizia ser Deus e se considerava dono de todas as coisas do mundo.

    Autoridades religiosas tornaram ilegal a seita do bule argumentando que ela era fora dos padrões.

    Os detidos podem pagar multa de 789 dólares ou ficar presos por dois anos por desafiar a lei.

    A maior parte dos muçulmanos na Malásia considera o Islã sua religião oficial e tolera outras grandes religiões como o cristianismo, o hinduísmo e o budismo.

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2005/07

    Márcio Cândido

    12 de setembro de 2011 às 14h53

    Alguem tem que fazer alguma coisa. Esse 11 de setembro já encheu a paciência!.
    Eu fico abestalhado (não tem termo mais adequado) diante de tanta pieguice, demagogia e sensacionalismo barato em cima deste 11 de Setembro que na verdade NÃO MUDOU NADA NO MUNDO e só fez aumentar, e muito, os lucros da indústria de armamentos dos EUA, o maior terrorista do planeta.

    Mario SF Alves

    11 de setembro de 2011 às 03h22

    Enquanto isso o PIG local que atende pela alcunha de Rede Globo faz com perfeição o dever de casa: lavagem cerebral para reforçar a tese dominante do 11/09. Haja coração!!! Agora imagine você, meu caro Franco, se essa rede, esse poder todo de comunicação, pudesse estar a serviço da educação do povo. Seria um absoluto sucesso, não? Teríamos o povo mais culto e educado do mundo em tempo recorde. Pena ser isso totalmente impossível, pois contrariaria at'e 'as entranhas os patrões do PIG.

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 10h53

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    Palestine UN, State 194

    Movimentos populares de toda a Palestina lançam a campanha Palestine: State 194.

    Por Baby Siqueira Abrão na Carta Maior

    Um comitê formado por cerca de 100 ativistas realizou uma breve cerimônia no escritório da ONU em Ramallah, na quinta-feira, 8, para marcar o lançamento da campanha Palestine: State 194, organizada por movimentos populares de toda a Palestina.

    O número 194 refere-se à posição que o Estado palestino ocupará nas Nações Unidas, hoje constituída por 193 países-membros. O grupo levou uma carta endereçada ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, solicitando sejam feitos todos os esforços para atender “as justas demandas dos palestinos”.

    O lançamento da campanha acontece no momento em que as autoridades palestinas se veem às voltas com pressões destinadas a impedir o encaminhamento de seu pleito às Nações Unidas. No início de setembro, Alain Juppé, ministro de Relações Exteriores da França, alertou a Autoridade Nacional Palestina (ANP) de que a ida à ONU poderia “levar a crises diplomáticas sérias”. Na terça-feira, dia 6, Tony Blair encontrou-se em Jerusalém com Hanan Ashrawi, do comitê executivo da OLP, para tentar dissuadir a organização de levar avante o reconhecimento da Palestina.

    “Estabelecemos essa data, 8 de setembro, no momento em que começamos a nos reunir, mais de um mês atrás”, explica Abdallah Abu Rahmah, coordenador a quem cabe a responsabilidade de organizar as ações da campanha em toda a Palestina.

    Isso quer dizer que os movimentos populares palestinos têm agenda própria e não temem as ameaças das grandes potências. Para eles, interessa apenas “acabar com a ocupação, com esse sofrimento de 63 anos, e viver com liberdade”, diz Abdallah, que, aos 40 anos, nasceu num país já ocupado. E que, por resistir a essa situação, foi preso quatro vezes, sob acusações falsas. Na última, amargou 16 meses na cadeia – experiência que contará num livro a ser lançado no final do ano.

    Adepto da não violência ativa desde menino, quando conheceu a filosofia de Mohanas “Mahatma” Gandhi, o persistente Abdallah, líder nato, acabou se tornando a figura de maior destaque entre os líderes populares da Palestina. Fiel a seus princípios, ele programou ações não violentas para o lançamento da campanha Palestine: State 194 nas vilas, na sexta-feira, 9 de setembro. Manifestações não violentas também serão realizadas, a partir do dia 10, nos centros das regiões distritais e das vilas, longe das colônias judaicas e dos checkpoints. “Haverá ações diárias até 23 de setembro”, conta Abdallah. “E de dois tipos. Num deles serão realizadas reuniões, palestras, conferências para esclarecer a população sobre a importância do reconhecimento do Estado e de sua admissão como membro pleno da ONU, além de discutir a construção do novo país. O outro será composto por marchas de crianças e mulheres, por festas comemorativas desse momento importante de nossas vidas.”

    Abdallah também descreve outra ação, que terá como palco o checkpoint de Qalandiya, na saída de Ramallah para outras cidades, incluindo Jerusalém. Ali acontecerá o encontro das marchas das mulheres israelenses e palestinas, em 17 de setembro. “As israelenses virão de Jerusalém e as palestinas, de Ramallah. As duas passeatas se encontrarão em Qalandiya, para apoiar o Estado da Palestina e celebrar a solidariedade entre os dois povos.”

    É com essa gente que Abdallah conta para constranger os colonos, armados e treinados há sete meses pelo exército israelense. Grande parte deles costuma andar com metralhadoras e entrar nas vilas palestinas, ferindo moradores (incluindo crianças), matando seus animais, incendiando casas e plantações. Os mais extremistas têm se reunido para decidir ações contra os palestinos. Uma das ideias aventadas é uma passeata de colonos armados até as cidades.

    Abdallah não os teme. “Nossas ações são pacíficas e o povo palestino não é violento. Ninguém vai reagir a provocações. Se houver problemas, serão resolvidos pela polícia palestina, destacada para proteger todas as cidades.” Entre os manifestantes estarão pessoas para identificar provocadores e agentes sionistas que costumam infiltrar-se nas manifestações palestinas, dando início a confusões ou agredindo e prendendo ativistas, como se viu em 15 de maio, dia da Nakba, em Qalandiya.

    Dessa vez eles não terão essa chance. Há mais de 100 anos os palestinos lutam por seu Estado. Não serão alguns sabotadores que os impedirão de consegui-lo.

    Íntegra em:

    http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMos

    [youtube iT3xLAGpf1Y http://www.youtube.com/watch?v=iT3xLAGpf1Y youtube]

César Sandri

10 de setembro de 2011 às 14h18

No começo eu achei difícil de acreditar na versão que foi o próprio governo Bush quem detonou os torres do WTC . Mas depois de 10 anos, lendo essas coisas, vendo histórias mal contadas:1- um sujeito (Bin laden) de dentro de uma caverna lá no outro lado comandar esse atentado , 2-depois ser morto pelos EUA e eles nem uma fotinha tirarem disso,3-o jeito como os prédios implodiram, eu já não duvido…

Responder

ZePovinho

10 de setembro de 2011 às 13h45

TRUE LIES…………………………
http://www.voltairenet.org/Propaganda-de-guerra-l

Propaganda de guerra: la bloguera lesbiana reprimida de Damasco

Millones de internautas del mundo cayeron en la trampa y propaganda occidental anti-siria respecto a esa muchachita lesbiana que supuestamente vivía en Damasco, capital de Siria y desde donde anunciaba al mundo las abominables atrocidades del gobierno de Al-Assad.

Desde febrero de 2011, el blog «Gay Girl in Damascus» (que se puede traducir como Muchacha lesbiana en Damasco) de la valiente [supuesta] Amina Abdallah Arraf, se esforzó por describir la situación de las lesbianas en Siria y la represión política desatada por el régimen dictatorial de la familia Al-Assad.

El 7 de junio de 2011, una persona que se presentaba como el primo de la bloguera siria anunciaba en primera plana del blog de la muchacha que Amina había sido detenida por 3 hombres armados que se la habían llevado en un automóvil civil que portaba una identificación oficial en el parabrisas [1].

Una ola de solidaridad recorrió inmediatamente la Red. Numerosas cuentas de Facebook exigían su liberación y se organizaban manifestaciones ante las embajadas de Siria en varias capitales.

Pero resulta que militantes sirios que lograron identificar su dirección IP acaban de desenmascarar al activista anti-Assad Tom MacMaster, quien ha tenido que reconocer que Amina Abdallah Arraf no existe y que el blog era completamente falso.

El estadounidense Tom MacMaster trabaja en la universidad St. Andrews, en Escocia, donde está terminando un doctorado sobre la economía siria. MacMaster se encuentra actualmente en Turquía, donde participó en un congreso contra el actual gobierno sirio, encuentro que exhortó a la OTAN a intervenir en Siria.

«Gay Girl in Damascus» ha sido ampliamente citado durante los últimos meses en la prensa anglosajona durante los últimos meses como un testimonio directo de la «represión» reinante en Siria.

En la Siria laica no se reprime la homosexualidad por considerarse que forma parte de la vida privada de cada ciudadano. Por el contrario, son los takfiristas que desde hace 2 meses vienen tratando de derrocar el actual gobierno sirio quienes tienen intenciones de instaurar un Estado islámico que castigaría la homosexualidad con la pena de muerte.

===

[1] Ver nuestro boletín cotidiano en inglés Syria Daily News Brief del 9 de junio de 2011 sobre los acontecimientos en Siria.

Responder

    Bonifa

    10 de setembro de 2011 às 16h19

    Esta blogueira surgiu quando ainda estavam testando a demonização da Síria, ao tempo em que os primeiros "manifestantes" fizeram sua estréia barulhenta no sul do país. Foi teste ousado demais e a Europa ainda não estava preparada para receber como verdadeiros estes sinais, tanto que a tal blogueira foi imediatamente desmascarada pelo jornal Le Monde.

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 00h11

    Clone mal sucedido da Yoani?
    Chama o Kamel ele resolve o caso.

ZePovinho

10 de setembro de 2011 às 13h42

TRUE LIES…………………………
http://www.voltairenet.org/Revelaciones-de-Wikile

Revelaciones de Wikileaks: Obama nunca respondió entrevista de Yoani Sánchez

El 19 de noviembre de 2009 las agencias de prensa y los grandes periódicos se entretenían con una gran noticia: el presidente Barack Obama había respondido preguntas de la bloguera [cubana disidente] Yoani Sánchez.

La “entrevista”, y pronto sabrán por qué la coloco entre comillas, dio entonces la vuelta al mundo y la entrevistadora respondió a su vez numerosos cuestionarios contando sus emociones. Era entonces la única bloguera del mundo que recibía tal deferencia del Presidente de los EEUU, según The Huffington Post.

“La bloguera cubana Yoani Sánchez, cada vez más audaz, publicó el jueves las respuestas del presidente Barack Obama a siete preguntas difíciles que le envió”, escribió en esa ocasión El Nuevo Herald de Miami.

Y parece que eran difíciles las preguntas, porque según un cable dado a conocer por Wikileaks este 1 de septiembre, el cuestionario -con un borrador de las respuestas- fue enviado desde la Oficina de Intereses de Estados Unidos en La Habana el 28 de agosto y se necesitaron casi cuatro meses para devolverlo de regreso, con un alto por ciento de coincidencia con la versión original, incluyendo casi exactamente la misma introducción en la que Obama felicita a Sánchez por el premio María Moors Cabot de la Universidad de Columbia.

Responder

trombeta

10 de setembro de 2011 às 13h40

Pobre Somália não tem petróleo para ser salva pelo ocidente e pela propaganda do PIG.

Responder

O_Brasileiro

10 de setembro de 2011 às 13h19

O povo acredita nas mentiras que quer acreditar, pelo tempo em que lhes é conveniente acreditar… O difícil é sair da mentira depois! Ai inventam mais e mais mentiras!

Responder

NER

10 de setembro de 2011 às 13h00

Azenha.
O complexo militar é a primeira fase do processo de saída da crise dos EUA, França e Inglaterra. Esta é a história. Mas a "partilha" do espólio não é só na reconstrução do país é também na apropriação dos recursos naturais da Libia, principalmente petróleo e água. A Líbia é pioneira na região no que se refere à colaboração internacional em recursos hídricos. Há muito material noticiando a Libia como pioneira no manejo da água na região. 95,6% da demanda de água na Libia é suprida por águas subterâneas. Empresas holandesas como Shell, Damen Shipyards, a construtora BAM (Tebodin), o grupo internacional de engenharia Arcadis ou a fabricante de tubos Libitco tinham parcerias com o governo da Libia na qeustão da água. A notícia básica está no link a seguir.

http://www.rnw.nl/portugues/article/holanda-quer-

Responder

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