VIOMUNDO

Diário da Resistência


Rogério Correia: Cemig escolhe o lucro da Andrade Gutierrez
Política

Rogério Correia: Cemig escolhe o lucro da Andrade Gutierrez


07/12/2012 - 13h32

Rogério Correia: "Descobri recentemente que dentro da empresa existe um tal de Conselhinho da Andrade Gutierrez, que se sobrepõe aos poderes do governo de Minas na Cemig". Foto: Assembleia Legislativa de MG

Cemig escolhe o lucro de poucos em vez de contas mais baratas para todos

do site de Rogério Correia, via e-mail

Não é de hoje que denuncio na Casa Legislativa de Minas Gerais os inúmeros problemas relacionados à Cemig, tais como: sucateamento da empresa; falta de trabalhadores qualificados; acidentes constantes com os trabalhadores e com a população em geral; inúmeros apagões em BH e na região metropolitana; falta de investimentos para melhorar as redes elétricas; precariedade das redes subterrâneas; altos preços das tarifas de energia e o suspeito acordo de acionistas.

Nestes últimos anos, nota-se que o foco da Cemig é o lucro. Atualmente, são 8.500 trabalhadores que atendem a cerca de 7 milhões de consumidores. Na década de 80, eram 3 milhões de consumidores, com 20 mil trabalhadores no quadro próprio da Cemig. Esta política está estabelecida em um acordo de acionistas assinado pelo governador Anastasia em agosto de 2011, em que o Estatuto Social garante a distribuição de dividendos aos acionistas no percentual de 50% sendo que, de dois em dois anos, eles podem retirar tudo o que tiver em caixa (100% do lucro).

Descobri recentemente que dentro da empresa existe um tal de Conselhinho da Andrade Gutierrez, que sobrepõe aos poderes do governo de Minas na Cemig. Para garantir este superpoder, foi definido que todos os investimentos da Cemig devem ser previamente analisados e aprovados pela Diretoria de Desenvolvimento de Negócios e Controle Empresarial de Controladas e Coligadas, e o acordo prevê que este diretor será sempre indicado pela Andrade Gutierrez (AG).

A AG entrou como “sócia estratégica”, através de uma manobra estranha: a Cemig comprou a participação da Andrade na Light do Rio de Janeiro por R$785 milhões à vista, e a Andrade deu R$500 milhões de entrada para comprar 33% de ações ordinárias da Cemig, deixando o restante, R$1,6 bilhões, para serem pagos em 10 anos com a taxa subsidiada de CDI + 1,5%.

Em 2010, a Andrade Gutierrez recebeu R$295 milhões de dividendos e em 2011 já recebeu R$185 milhões, com garantia de mais R$120 milhões de dividendos extraordinários. Ou seja, já recebeu R$ 100 milhões a mais do que desembolsou em menos de dois anos. Em 2012, a Cemig deve atingir lucro de R$3 bilhões e receber mais R$2 bilhões de dívida do Estado. Assim, a AG irá faturar mais R$720 milhões.

A presidenta Dilma editou a MP 579 que regula as concessões da geração de energia elétrica e baixa a conta de luz dos brasileiros. Minas Gerais paga uma das tarifas de energia elétrica mais altas do mundo. E justamente para resolver esse problema é que, conforme anunciado pela MP, as usinas já amortizadas terão as tarifas reduzidas para cobrir as despesas e gerar um lucro condizente com um negócio de baixo risco.

A reação foi imediata: anunciaram que a Cemig vai à guerra pelos acionistas. O senador Aécio Neves passou a liderar o movimento contrário à MP que vai reduzir a tarifa e ameça entrar na Justiça. Além do mais, a Cemig abre mão de usinas que são patrimônio de Minas, prejudicando todos os consumidores e ainda ameaçando o desenvolvimento do Brasil. Por isso, deputados estaduais do PT e do PMDB preparam, em conjunto com os movimentos sociais, um movimento de apoio às medidas da presidenta Dilma para baixar a conta de luz.

Rogério Correia é deputado estadual em Minas Gerais pelo PT

Leia também:

O embate entre Dilma e os tucanos nas contas de luz

Entidades sindicais e movimentos populares criticam Alckmin: É boicote à redução da conta de luz

Heitor Costa: Democratizar as decisões sobre o sistema eltétrico

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
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A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



22 comentários

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Carlos Cavalcanti: Energia que vale R$ 6,80 custa R$ 96 reais ao consumidor « Viomundo – O que você não vê na mídia

25 de janeiro de 2013 às 19h29

[…] Rogério Correia: Cemig escolhe os interesses da Andrade Gutierrez […]

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Carta Capital: O jornalismo de esgoto corre por outras bandas « Viomundo – O que você não vê na mídia

02 de janeiro de 2013 às 22h56

[…] Rogério Correia: Cemig escolhe o lucro da Andrade Gutierrez […]

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Rogério Correia: “Valério operou ao mesmo tempo para Aécio e o PT” « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de dezembro de 2012 às 20h13

[…] Rogério Correia: Cemig escolhe o lucro da Andrade Gutierrez […]

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Francisco de Assis

09 de dezembro de 2012 às 12h10

Azeredo/PSDB entrega o comando da CEMIG para o Opportunity.
Itamar Franco expulsa o Opportunity da CEMIG.
Itamar Franco é essencial para eleger Aécio/PSDB governador, e nomeia Djalma Moraes presidente da CEMIG (tá lá até hoje, imaginem por qual razão).
Aécio/PSDB e Anastasia/PSDB entregam o comando da CEMIG para a Andrade Gutierrez.
Assim caminha Minas Gerais. Coitado do Tiradentes.

Responder

José Carlos Araújo

08 de dezembro de 2012 às 22h16

O Aécio não ganha nunca:
1. São Paulo tem 54%(José Serra) e 45%(Dilma). Os Paulistas não votam em Aécio, pois o mesmo foi o grande Responsável pela derrota de José Serra em 2010;
2. O Nordeste é Dilma;
3. O povo Brasileiro não esquece os governos de FHC/PSDB: Fome, FMI, Dívida Externa, Privatizações, APAGÕES, Alca, Proer, Salário de 78 dólares, Sucateamento das Universidades e escolas Técnicas, Falta de Crédito, Quebradeira Geral, Quebrou o Brasil 3 vezes e aí o Malan ia de cuia na mão medir esmolas ao FMI…etc. etc. etc.

Sem esses votos, não ganha.

Responder

LEANDRO

08 de dezembro de 2012 às 07h56

08/12/2012 – 06h30
Para compensar luz barata, imposto nos Estados pode subir

como é coerente esse pt

“Individualmente, Bahia e Paraná confirmaram estudos para rever a política do ICMS a partir de janeiro.”

isso não é um partido é uma quadrilha

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    Julio Silveira

    08 de dezembro de 2012 às 11h27

    Responda sinceramente Leandro, tu perdeu o emprego por causa de alguma ação do PT?
    Se perdeu, gostaria de saber, era algum cargo de comissão?
    Esclareço de antemão que não tenho nenhum interesse em sua vida privada, mas ver você ser tão enfatico em uma acusação tão grave, me fez acreditar que voce deve ter tido um grande prejuizo financeiro e até emocional. causado pelo partido.
    Caso contrário voce está sendo injusto ou psicotico ao qualificar o PT como a mau maior do Brasil se voce tem mais que 10 anos.

Paulo

08 de dezembro de 2012 às 07h19

Levantar quem são os maiores doadores de campanha dos últimos pleitos e correlacionar com os atos políticos, inclusive os do PT, ninguém tem coragem, né? Ficam aí bradando “EM NOME DO POVO”, “CONTRA O POVO” e acham que isso não é populismo?

Siga o dinheiro e tudo se revela.

http://www.estadao.com.br/noticias/politica,empreiteiras-lideram-ranking-de-doacao-privada,930787,0.htm

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Pimon

08 de dezembro de 2012 às 04h21

33% da CEMIG foram DOADOS para a Gutierrez.

Não vou explicar, que alguém o faça.

Responder

Arlete

07 de dezembro de 2012 às 22h52

É este o candidato a presidente do psdb. SEMPRE CONTRA O POVO E POVO NÃO VÊ. OU NÃO QUER ENXERGAR?

Responder

Messias Franca de Macedo

07 de dezembro de 2012 às 21h50

OS CRITÉRIOS PARA A COBRANÇA DO ICMS NAS MINAS GERAIS DO [DEMotucano] AÉCIO ‘NEVER’. ENTENDA

###############################

Imposto onera as indústrias de água mineral no Estado

Alíquota de ICMS de 18% é maior que o da cachaça

Embora a letra da marchinha afirme que “cachaça não é água não”, em Minas Gerais as duas têm algo em comum. Ambas são classificadas, para efeito de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), dentro de uma mesma listagem que iguala a água às bebidas alcoólicas e industrializadas – a diferença fica apenas na tarifa. Enquanto as indústrias de água mineral pagam alíquota de 18% sobre a produção, a cachaça tem alíquota menor, de 12%. No Estado, somente a garrafa de 20 litros da água tem alíquota de 12%, conquistada no final do ano passado com uma alteração na lei.
“O ICMS, pela Constituição brasileira, deve ser cobrado de acordo com a seletividade, em razão da essencialidade. O que se vê, no caso, é uma inversão de valores, como se a cachaça fosse ‘mais essencial’ que a água mineral”, comenta o tributarista Ismail Salles, da Moura Tavares, Figueiredo, Moreira e Campos Advogados.
(…)

FONTE: http://www.mouratavares.adv.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=1011:imposto-onera-as-industrias-de-agua-mineral-no-estado&catid=48:moura-tavares-na-imprensa&Itemid=72

Notícias – Moura Tavares na Imprensa
Escrito por Fellipe Assis Guimarães
Seg, 12 de Setembro de 2011 14:08

EM TEMPO: FHC APOIA AÉCIO ‘NEVER’: BYE BYE AÉCIO ‘NEVER’ ‘FOREVER’!

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Bonifa

07 de dezembro de 2012 às 19h57

Talvez a razão principal da recusa esteja aí. É sim, uma diferença política de abordagem. Para aceitar esta redução proposta pelo governo federal, tais empresas precisariam se reorganizar, com auditorias rigorosas e um bom esforço de reavaliação e planejamento estratégico interno. Empresas corroídas pela broca destruidora de gestões predatórias de empreendimentos públicos, em péssimo estado de gestão, em fatiamento interno de influências promíscuas privadas, enfim, em processo de sucateamento geral, não têm como se reorganizar hoje com rapidez para responder a um planejamento da União. Impossível. Talvez isto fosse até um desastre para a “forma” de governo destes estados.

Responder

Messias Franca de Macedo

07 de dezembro de 2012 às 17h49

“ÁGUA NÃO É MOLE, NÃO!” ENTENDA

… Ontem (06/12/12) à noite, em um programa do PIG, o diretor executivo do Ministério das Minas e Energia – e catedrático, Maurício Tolmasquim, esclareceu aspectos importantes acerca da decisão do governo federal em baixar o custo da energia elétrica. Diante do truculento Secretário de Energia de São Paulo, [DEMotucano] José Aníbal, o eminente estudioso da área energética demonstrou, cabalmente, que, nas negociações para aderir à proposta do governo federal, a Cesp “tucana” estipulou o preço do custo das Usinas por kWh (quilowatts-hora) de forma absurda! “Se nós concordássemos com estes valores astronômicos, o Ministério Público, a Procuradoria Geral da República, a Advocacia Geral da União, a Polícia Federal entrariam no caso e todo mundo iria parar na cadeia! Ademais, é totalmente despropositado o cálculo que vocês fizeram no sentido de estabelecer o *valor das Usinas paulistas, para efeito de indenização por parte da União!…”
*neste momento, ‘a âncora entre aspas'(!): [Olhando para o ‘Zé’ Aníbal!] “Quer dizer, então, que em São Paulo os preços da usinas estatais estão superfaturadas?!” “Um momento mágico”, diria “o ex-supremo” Ayres Brito, o mesmo jurista que prefaciou a última OBRA-prima(!) do Merval “da ‘grobo'”!…

O doutor Maurício Tolmasquim prossegue: “… Ao contrário do que o senhor [José Aníbal] está dizendo, os acionistas destas Usinas também poderão perder! Consideremos o seguinte: daqui a dois, três anos, no término do período da concessão, o governo por força da Lei abrirá novas licitações, utilizando o mecanismo de leilões. Caso empresas concorrentes ganhem as disputas, as empresas que até então exploravam o setor perderão as receitas!… No setor elétrico, o maior custo está relacionado à construção das Usinas! Uma vez construídas e pagas, o custo de manutenção é baixíssimo!… Portanto – no momento em que todos concordam que o crescimento sustentado do Brasil depende da redução dos custos de produção e do aumento da produtividade -, é inconcebível a não adoção de medidas que tornem menos cara a energia elétrica em nosso país.” [A energia elétrica no Brasil é a terceira mais cara do mundo, apesar das nossas imensas riquezas hídricas, especialmente fluviais!]

Mauricio Tolmasquim aproveitou, ainda, para enunciar dados deveras interessante(!): “É engraçado, em Minas Gerais é cobrado 30% de ICMS na conta da energia elétrica paga pela população e pelas empresas; 25% de ICMS sobre cigarros, armas de fogo e munição; e, pasme, 12% sobre a cachaça e o aguardente!” (sic) Neste momento, o José Aníbal entrou em polvorosa, rosto vermelho lembrava um camarão, apontando o dedo para o interlocutor, esbravejava como se estivesse num palanque de campanha política!…

EM TEMPO: Mauricio Tiomno Tolmasquim é o atual presidente da Empresa de Pesquisa Energética, uma entidade afiliada ao Ministério de Minas e Energia.
Em 1981, se formou em engenharia de produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1982, em ciências econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em 1984, concluiu o mestrado em planejamento energético pela UFRJ e, em 1990, concluiu seu doutorado em Socio Economie du Développement na École des hautes études en sciences sociales (EHESS) da França.
É professor associado licenciado da COPPE/UFRJ. Foi secretário executivo e ministro interino de Minas e Energia, onde coordenou o grupo de trabalho que elaborou o novo modelo do setor elétrico.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauricio_Tolmasquim

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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trombeta

07 de dezembro de 2012 às 17h49

Mais previsível impossível, tucano entre o povo e os ricos com quem será que eles vão?

Um doce pra quem acertar.

Responder

Leleco

07 de dezembro de 2012 às 17h41

Entre um silêncio e outro,ficam calados , o PT , o Lula e a presidenta Dilma .A oportunidade da CPMI do Cachoeira , não aproveitada ;Na operação Porto Seguro da PF , cara de paisagem; Com a lei de regulamentação da midia , não é comigo. Não seria o caso da Presidenta colar na testa do nosso cambaleante candidato tucano Aético Never ( e no PSDB em geral ,dos demais estados ) sua opção preferencial pelos acionistas das elétricas ( seus financiadores de campanha ) , nesse caso da redução de custos de energia , fazendo,como eles profissionalmente , um pouco de barulho ? Sem sequer intenção de reação, fica difícil para a sociedade , militância ,etc… , se organizarem. Meu receio é que , à partir de um certo momento fique impossível. Seria necessário sempre um Lott à mão, a combater essa eterna alma udenista de nossa casa – grande ?

Responder

augusto2

07 de dezembro de 2012 às 16h51

PQP! p.q.p.!!
Péra ai.
Não se trata exatamente de ‘antecipaçao’ do fim das concessoes? A Cemig tem uma concessão que vence quando? 2015?
Entao se Dilma é re-eleita a CAG ou AGC (andrade gutierrez cemig) NAO entra na nova licitaçao. Simplesmente licita pra outra, porque outros serao os criterios. E tem mais que nao digo porque nao se joga pra time inimigo.

Responder

    Bonifa

    07 de dezembro de 2012 às 20h03

    Talvez pensem que seja bem mais fácil empregar uma pequena fortuna para que a Dilma não se reeleja, e fique tudo como está por séculos e séculos…

Rafael

07 de dezembro de 2012 às 15h38

Esses absurdos sã frequentes com os tucanos. É sempre assim nas suas administrações, mas eles têm a imprensa que barra qualquer divulgação negativa a eles. É esquema escuso, a CEMIG anuncia fortunas na imprensa, esta bilnda qualquer repercussão negativa., esconde qualquer fato que prejudoque os lucros estratoféricos.

Responder

LEANDRO

07 de dezembro de 2012 às 14h39

rsrs…muito isenta essa declaração

Responder

    Paulo Figueira

    07 de dezembro de 2012 às 16h27

    Leandro, quer dizer que o fato de a denúncia partir de um deputado do PT, desqualifica a denúncia? Pensei que ao menos você reconheceria a gravidade da denúncia.
    Aliás essa prática em governos tucanos é normal, entregar o público aos interesses privados

    LAGRANGE

    07 de dezembro de 2012 às 17h12

    A primeira reação de quem tem dificuldade para entender o conteudo e/ou compreender o contexto, é desabonar o interlocutor. Aqui fica claro a que veio o comentário: questiona-se a isenção antes de verificar a veracidade. Bem típico de certos eleitores aparvalhados.

    PedroAurelioZabaleta

    07 de dezembro de 2012 às 17h12

    mas…
    o MP e a PF podiam dar uma olhadinha na Cemig/AG, né?
    só pra ficar claro que não tem nada que ver com “mensalão tucano”, né?
    afinal, em MG, tem a “lista de Furnas”, o Azeredo, o “pó para” (editor mór das Gerais).
    se der uma apertada, será que salta uma “lista da Cemig/AG”?


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