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Maierovitch: O silêncio sepulcral de FHC sobre operação na Cracolândia


11/01/2012 - 20h06

por Wálter Fanganiello Maierovitch, em Terra Magazine

No ano passado, o ex-presidente Fenando Henrique Cardoso, que nos dois mandatos presidenciais se submeteu à política norte-americana de guerra às drogas (war on drugs) de seu guru, o então presidente Bill Clinton, virou casaca, trocou bandeira.

FHC, em busca de um palanque internacional para concorrer com o então presidente Lula, reuniu antigos presidentes e dirigentes fracassados por adesão à guerra às drogas e submissão aos EUA para deitar sabedoria quanto às novas políticas sobre o fenômeno representado pelas drogas ilícitas no planeta.

Assim, FHC subiu ao palanque adrede preparado e vestiu panos de líder progressista, a encampar, como próprio, antigos posicionamentos antiproibicionistas. Até foi preparado um documentário, do tipo laudatório para exibição em cinemas, que não se tornou campeão de bilheteria.

Dentre a turma dos “vira-casaca”, que usam a desculpa do “nós reconhecemos que erramos e agora vamos mudar”, destacam-se:

1) César Gaviria, ex-presidente da Colômbia ao tempo dos potentes cartéis de Cali, Medellín e Vale Norte. Gaviria admitiu que Pablo Escobar construísse, com recursos da venda internacional de cocaína, o presídio onde ficaria e poderia sair para passeios e dirigir, do banco de reservas, o seu time de futebol.

O povo chamava o presídio de “A Catedral”, pois era o santuário de Escobar, com obras de arte nas salas de reuniões do “capo da cocaína” e sistema de segurança para evitar bombardeamento por aviões da norte-americana DEA (Drug Enforcement Administration). Mais ainda, Gaviria fazia vista grossa para a Tranquilândia, o megacomplexo onde Pablo Escobar, chefão do Cartel de Medellín, mantinha o maior centro latino-americano de refino de cocaína: o povo deu o nome de Tranquilândia, pois a polícia jamais entrava lá.

2) Ernesto Zedillo, ex-presidente que decretou a falência do México, provocou uma crise econômica internacional até então sem precedentes e assistiu a indústria mexicana das drogas ilícitas obter lucros fabulosos.

3) Kofi Annan, ex-secretário da Organização das Nações Unidas (ONU), e responsável, quando no poder, pela manutenção do proibicionismo criminalizante convencionado na sede das Nações Unidas em 1961: a convenção de Nova York continua em vigor e os estados teocráticos membros da ONU e os EUA são contrários a qualquer tipo de mudança.

Como o tempo se incumbe de revelar farsantes, aquele que se promoveu a líder das causas corretas sobre políticas nacionais e internacionais sobre drogas, FHC mantém-se, passada mais de uma semana da operação iniciada na Cracolândia, em sepulcral silêncio.

Morador do bairro de Higienópolis, popularmente dividido em Higienópolis de Cima e Higienópolis de Baixo depois da luta pela não instalação de uma estação de metrô que levaria à circulação de transeuntes indesejados, FHC foi cobrado pelos vizinhos. Afinal, a ação prevalentemente policial no bairro da Luz, onde estavam confinados os toxicodependentes de crack, resultaria na migração para Higienópolis.

FHC, o novel especialista no fenômeno das drogas proibidas pelas convenções da ONU, não se manifestou sobre o denominado Plano de Ação Integrada Centro Legal, concebido pela dupla Alckmin-Kassab, respectivamente, governador do Estado e prefeito da capital.

Pelo silêncio, nem se sabe se gostou da deferência do governador por destacar um contingente da Polícia Militar para impedir que dependentes químicos de crack, estimados em 1.664 (400 habitam na Cracolândia), ousem, ainda que assutados pela violência policial, migrar para o “aristocrático” bairro de Higienópolis.

Com tal medida protetiva, FHC, certamente, vai poder abrir as janelas de seu apartamento sem risco de assistir a cenas motivadoras de algum pronunciamento.

Pano Rápido. A meta da operação de Alckmin-Kassab é “limpar” a Cracolândia de “indesejados viciados em crack”, antes admitidos quando interessava a política de confinamento.

O “limpa” vai dispersar os dependentes para novo “pogrom” na periferia, já que uma muralha de policiais militares evitará que ingressem nos bairros vizinhos de Higienópolis e Bom Retiro.

Wálter Fanganiello Maierovitch é jurista e professor.

Leia também:

Maierovitch: O pau de arara da dupla Kassab-Alckmin

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76 comentários

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Guilherme

13 de janeiro de 2012 às 17h24

Azenha, não sei se você está sabendo da situação em que estamos vivenciando no Piauí, na luta da população contra a brutalidade da polícia e contra o cartel que domina o transporte público em nossa capital a mais de 20 anos, pois aqui o transporte público nunca foi municipalizado. Os atos de violência cometidos pela polícia contra os manifestantes repercutiram até no exterior e foram noticiados de forma deturpada no Jornal Nacional e 24h por dia nos meios de comunicação comprados daqui de meu estado, seguem algumas imagens da truculência que sofremos e notícias sobre os presos nas manifestações:
http://www.youtube.com/watch?v=oLllUyIBrGY&fe
http://www.youtube.com/watch?v=w9dnQQJyVDI&fe
http://sindsermthe.blogspot.com/2012/01/presos-po
http://180graus.com/geral/manifestante-que-foi-pr

E esta é a situação em que nos encontramos, precisamos de todo o apoio possível!

Abraço,

Guilherme Cerqueira.

Responder

Raul

13 de janeiro de 2012 às 12h24

Vejam manifesto de movimentos sociais sobre a operação na cracolândia: http://luzlivre.wordpress.com/2012/01/13/manifest

Responder

Fabio

12 de janeiro de 2012 às 22h09

Gostaria de saber como aquela região foi aos poucos se degradando, em que ponto o Centro foi sendo abandonado me lembro que após a construção do "minhocão" a região foi perdendo força . Azenha acho que vale uma reportagem ,pois isto já vem vindo de longa data

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 18h26

Aqui do Alto Xingu, os índios lembram de quando, em 1998, quando o Brasil era a Grécia antes da Grécia, o governo do Tucanato havia aberto as portas aos bancos estrangeiros e os recursos estrangeiros ingressaram no País para comprar os ativos nacionais "a preço de banana" e rapidamente. A coisa pareceu como um surto econômico, mas, como se sabe, quando alguém vende uma casa parece que ficou rico e deu uma festa. Mas, quando a festa acaba, não há casa para onde ir. Quando a festa acabou em 1998, o dinheiro "quente" fugiu do País e a minoria rica nacional, em pânico, também com ele evaporou. As reservas em divisas caíram, em poucas semanas, de US$ 70 bilhões para US$ 26 bilhões. O dinheiro "quente" nem mesmo havia prestado para esquentar a torradeira de pão. A fim de atender às exigências do capital nacional e estrangeiro, que precisavam de divisas para remeter seus fundos ao exterior, o "governo" da ocasião concordou em levar a leilão as empresas elétricas, as companhias telefônicas, a mundialmente famosa Cia. Vale do Rio Doce e muito mais. Mas, isso não era suficiente. O FMI ordenou que o "governo" de então aumentasse as taxas de juros para 70% — 70%!!! –, a fim de que o dinheiro não fugisse para o exterior. Isso significou que os custos dos cartões de crédito e do crédito ao consumidor, entre outros, saltasse para mais de 200%!!!. Era o falecimento da economia. Resultado: depressão instantanea, o resultado completo da "liberalização" bancária. Repentinamente, a candidaduta do metalúrgico deixava de ser uma piada.

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 18h09

Aqui do Alto Xingu, os índios humildemente recordam que o metalúrgico, eleito em 2002, pos um fim à mania da liberalização — eufemismo para a doação de recursos nacionais a interesses minoritários e estrangeiros — no setor bancário e em outros segmentos e erigiu uma barricada protetora contra o bravo novo mundo do sistema financeiro à moda do velho Oeste. O Brasil sobreviveu e atravessou incólume a Grande Recessão que atropelou a trazeira do Mundo Ocidental. Atrás dessa barreira protetora o Brasil pode ficar livre da contaminação mortal dos insandecidos banqueiros, atacados pela gripe dos derivativos. A economia brasileira expandiu-se em cerca de 40% ao longo dos quatro anos do governo metalúrgico. E, isso deixou os banqueiros mais malucos. Nunca será perdoado que o Brasil, governado por um simples operário, tenha torcido o nariz contra o plano dos banqueiros e salvo sua economia.

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 18h01

Aqui do Alto Xingu, os índios lembram de quando, em 1998, o Brasil era a Grécia antes da Grécia, ou seja, quando o País estava rumando para o colapso e tinha, no governo do Tucanato, aceito recursos do FMI para um suposto resgate da crise financeira. Mas, o colapso veio depois que um economista do Banco Mundial, chamado Larry Summers, exigiu que o País liberalizasse — abrisse para os bancos estrangeiros — o setor bancário. Depois que a bolha bancária estourou, a economia mergulhou em chamas. Em troca dos fundos supostos de resgate do FMI, o Principe das Trevas, que então presidia o Brasil, concordou, secretamente, em vender "a preço de banana" os ativos nacionais, começando com a "abertura" das reservas petrolíferas às petrolíferas estrangeiras. No bloco seguinte do leilão estaria o setor elétrico, também vendido na bacias das almas às empresas norte-americanas, britânicas e francesas, notadamente aos velhos pistoleiros do meio-este (Georgia e Texas). Quando a Houston/Reliant?NGR assumiram a companhia elétrica do Rio de Janeiro, decidiram despedir milhares de empregados e embolsar seus salários. Uma década depois, quando o planeta mergulhou e explodiu na lama da especulação desenfreada, uma nação saiu incólume. Por trás desse feito estava um metalúrgico com apenas o curso primário. Os banqueiros não tolerariam isso.

Responder

Yacov

12 de janeiro de 2012 às 16h30

Me pergunto até que ponto o abandono do centro velho e a permissão de sua apropriação pelos trapos humanos, até ontem, não foi uma estratégia da TUCANALHA para PRIVATAR o centro velho ás imobiliárias amigas e as empreiteiras que vão faturar uma fábula com a reconstrução daquele Afeganistão…

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    12 de janeiro de 2012 às 17h53

    É por aí. abs

    Outro Antonio

    12 de janeiro de 2012 às 21h50

    Só pode ser isso , além de fajuta higienização para garantir votos dos conservadores que não raciocinam.

Marcus Fitz

12 de janeiro de 2012 às 16h21

Pessoal:
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2012/01/12/que-t

Que tal ocupar o Centro de SP no final de semana?
12/01/2012 – 9:02 – Sem categoria 22 Comentários »

A esperança de São Paulo é que uma nova geração, liberal em costumes, progressista politicamente, consciente com relação ao meio ambiente e aos direitos sociais e civis, culturalmente plural e agregadora e menos arrogante, consiga emergir com força em meio à decadência quatrocentona, travestida de modernidade ao longo do século 20, que ainda reina. Uma geração que consiga fazer com que a segregação social e cultural deixe de ser nossa mais importante política pública. Pois se houve melhora na administração pública, isso se deve à mobilização, pressão e luta e não a bondades de supostos iluminados. Até porque nossos “grandes líderes” naufragam em tempos de chuva e são reduzidos a pó em tempos de seca.

Em um momento em que o poder público trata dependentes químicos e a população de rua na base da bala de borracha e da bomba de efeito moral, como parte de sua política para o Centro de São Paulo, é uma lufada de ar fresco atividades que tentam agregar e não expulsar.

Um exemplo é o que vem fazendo o movimento BaixoCentro. Composto por centros culturais, coletivos, artistas e produtores do entorno do Minhocão, eles promovem, neste final de semana, uma série de atividades para ocupar as ruas e angariar fundos para um grande festival de rua – colaborativo e aberto à intervenção de qualquer um, a ser realizado em março. Serão quatro eventos para ocupar os bairros de Santa Cecília, Campos Elísios, Vila Buarque e Luz com música e ativismo. Segue mais informações enviadas pelos organizadores:

Dia 13, sexta
CORTEJO DO BLOCO FILHOS DA SANTA
O bloco Filhos da Santa sairá às 19h da frente do Galpão do Folias e tocará pelas ruas até o Largo Santa Cecília, onde normalmente se apresenta. No Largo, o bloco continua tocando até 22h.

PEDAL CRU PELA CIDADE: EDIÇÃO BAIXOCENTRO
O Coletivo CRU liderará uma pedalada pela região, para desbravar ruas, praças, edifícios e monumentos importantes da cidade, com paradas para contar um pouco da história de cada local. Local: Galpão do Folias – Rua Ana Cintra, 213 – Concentração: 18h; cortejo/pedalada: 19h-20h; samba: 20h-22h – Largo Santa Cecília

Dia 14, sábado
ROLÊ ÔNIBUS HACKER
O Ônibus Hacker, projeto da comunidade Transparência Hacker, fará um passeio pela região do Baixo Centro até chegar à área da Cracolândia, na Luz, onde se juntará ao Churrascão da Gente Diferenciada, que será realizado nesse dia. O passeio tem o objetivo de produzir registros fotográficos, em vídeo e texto sobre a situação da região hoje, em pleno processo de higienização promovido pelo poder público. Dentro do ônibus, debates sobre a região. Um exercício de “olhar a cidade”. Mais informações, clique aqui. Local da saída: Casa da Cultura Digital – Rua Vitorino Carmilo 459 – Concentração: 13h; passeio: 14h-19h

Dia 15, domingo
SAMBA NA CASA DO GATO
Uma banda de chorinho, uma mostra colaborativa de vídeos e degustação de cachaças artesanais brasileiras espera os convidados, com entrada a R$ 5. Local: Casa da Cultura Digital – Rua Vitorino Carmilo 459. Horário: 13h-19h. Entrada: $ 5

Para conhecer melhor e apoiar o projeto BaixoCentro, clique aqui.

Churrascão Diferenciado

E, para completar, coletivos, grupos e entidades marcaram, para este sábado (14), mais um “churrascão diferenciado”. Esse tipo de mobilização foi organizado pela primeira vez na cidade para protestar contra a mudança do local da estação Higienópolis do metrô, após declarações infelizes de alguns moradores do bairro. Tanto daquela vez quanto nessa, a iniciativa ganhou corpo e adeptos através das redes sociais.

Os organizadores do churrascão do Centro pedem que todos tragam “seus instrumentos, cartazes, idéias, alimentos e o que mais acharem necessário para tornar agradável este sábado de protesto e diálogo em defesa de políticas corretas, respeitosas e abrangentes em relação à população de rua (ou em situação de rua) e aos usuários e dependentes de drogas”.

Local: Rua Helvétia esquina Dino Bueno, a partir das 16h.

MF

Responder

Mauro A. Silva

12 de janeiro de 2012 às 15h00

Imobiliária Gilberto Kassab – vendendo São Paulo a preço de banana.

Primeiro expulsaram moradores do Jabaquara e entregaram a região à especulação imobiliária… Mas, como eu não sou do Jabaquara, não me importei…

Expulsaram moradores e comerciantes do bairro da Luz e entregaram a região à especulação imobiliária… Mas, como eu não sou da Luz, não me importei…

Estão ameaçando expulsar moradores, comerciantes, escolas, teatros e postos de saúde do bairro de Itaim Bibi para entregaram a região à especulação imobiliária… Mas, como eu não sou do Itaim Bibi, não me importei…

Agora, o corretor-mor Gilberto Kassab e seus 40 vereadores-corretores aprovaram um ilegal projeto de lei que vai expulsar moradores do nobre bairro do Morumbi e até mesmo os mortos eu estão enterrado no Cemitério do Morumbi… mas, como os nobres moradores do Morumbi não se importaram com a expulsão dos pobres moradores do Jabaquara, da Luz, do Itaim Bibi, hoje os “nobres” moradores do Morumbi não encontram quem os defendam da ganância da especulação imobiliária paulistana…

Jabaquara Livre, 12 de janeiro de 2012.

Mauro Alves da Silva
http://jabaquaralivre.wordpress.com/

Responder

    rodrigo.aft

    12 de janeiro de 2012 às 15h45

    Mauro,

    essa é uma das facetas da tal "desregulamentação do mercado" q tanto já critiquei e postei artigos.

    o bRAZIL "pós liberalização" (que eu chamo de prostitutivação), virou a casa da mãe joana e a população não se deu conta q abriu a porta de casa para o capeta… no começo, até o traficante dá até toxico de graça pro TROUXA entrar na onda, e é só alegria… depois, pague o preço de ter entrado!!!

    mas como o brasileiro médio ADORA SER CORNO MANSO, qto mais "ferro" leva, mais gosta de seu algoz….

    … triste….

Leo

12 de janeiro de 2012 às 14h23

O FHC não me engana… ele é ´progressista´ (=neoliberal), sempre foi.. Essa é a cartilha neoliberal do Estado longe do povo, da saúde, da educação e de tudo o mais… Ele é contra o tratamento digno do Estado para os dependentes químicos pq. acha que o Estado não deve gastar com eles… Essa atitude desumanizada do governo Tucano na cracolândia se coaduna perfeitamente com esse pensamento. Pobre (e viciado) não é gente segundo eles. A diferença é que o Alckimin fez às claras oq o FHC tinge com o verniz do ´progressista´… Mas no final do dia temos o bom e velho FHC que acha que aposentado é vagabundo, por isso não pode ter apoio estatal, que têm um ´pé-na-cozinha´ pra dizer que têm afro-descendência (verniz para transformar neoliberal em progressista)…

Não sei mesmo pq. a surpresa do silêncio sorbonês… Acham mesmo que ele ia manchar o vernizinho intelectualóide dele? Acham mesmo que ele vai dar de bandeja a resposta de que progressista é na verdade neoliberal, que valoriza muito mais o capital do que o ser humano?

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 14h16

Aqui do Alto Xingu, os índios humildemente encontram-se espantados com a ingenuidade de uns e outras, que em sua suposta "ingenuidade" não sabem que o Tucanato é o partido dos "traders" dos ramos financeiros, de seguro e imobiliário. "Santa ingenuidade, Batman!" AParafraseando Slavoj Zizek, a lavagem cerebral midiática corporativa não apenas drenou a substância de seus leitores, mas assumiu o controle do cérebro deles — da "função de reflexão" deles — de modo que imaginam estarem defendendo opiniões próprias, quando, na realidade, estão sendo simplesmente porta-vozes e protetores dos parasitas.

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 12h13

Aqui do Alto Xingu, os índios humildemente indicam a leitura do texto do respeitado jornalista Mauro Santayana, disponibilizado no link abaixo, sobre o que foi a privataria das empresas estatais no governo Tucano. Essa ignomínia. esse crime de lesa-pátria, tem que ser apurada.
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/01

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Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 11h59

Aqui do Alto Xingu, os índios sugerem que a CPI da privataria Tucana apure também o montante das dívidas públicas interna e externa decorrentes dos subsídios concedidos pelo governo Tucano a grupos privados por ocasião das privatizações, que os índios citaram em outro lugar, aos quais se incluem o impacto negativo sobre o valor das empresas estatais privatrizadas decorrente do congelamento de suas tarifas e de seus investimentos anos a fio, bem como o acionamento dessas empresas para a contratação de empréstimos externos — não para seus investimentos –, mas para fins de cobertura dos déficits no Balanço de Pagamentos. No Equador, em 2007, o então Presidente Rafael Correa designou uma Comissão para a Completa Auditoria da Dívida Externa, composta de economistas internacionais e advogados especializados, a fim de estabelecer a legitimidade, legalidade e adequação das negociações e renegociações do Equador desde 1976. Como foram descobertas inúmeras irregularidades e ilegalidades, algumas inclusive ao abrigo da renegociação do chamado Plano Brady (1995), só com os Estados Unidos a dívida equatoriana foi reduzida de US$ 3,2 bilhões para menos de US$ 1 bilhão.

Responder

Indio Tupi

12 de janeiro de 2012 às 11h44

Aqui do Alto Xingu, os índios humildemente sugerem que a CPI da privataria Tucana investigue também "a dívida odiosa", aquela de que trata o economista francês François Chesnais em seu livro "Les Dettes Illégitimes", entre as quais as contratadas no curso das doações de "presentes ao capital", decorrentes (1) de investimentos públicos feitos pelo governo Tucano em empresas estatais como uma espécie de "adoçante" para as privatizações que se seguiram — como ocorreu em larga escala quando o Príncipe das Trevas presidia o País –, (2) de vultosos empréstimos com recursos públicos ou dos trabalhadores feitos a juros subsidiados a grupos capitalistas para a arrematação, em leilão, as estatais, (3) de subavaliações das empresas estatais privatizadas, feitas "de encomenda" por consultorias estrangeiras, de tudo resultando impacto negativo para as contas do Tesouro, para o déficit fiscal e para o endividamento interno e/ou externo do País, ônus que recaiu sobre os ombros dos trabalhadores e da classe média principalmente.

Responder

    rodrigo.aft

    12 de janeiro de 2012 às 12h28

    Índio Tupi,

    hj vc está batendo bumbo à toda, não?

    parabéns pelo empenho e pelos temas!

    ¡Hasta!

    rodrigo.aft

    13 de janeiro de 2012 às 11h26

    grande Tupi,

    vi logo após escrever, mas estava com pregui… e meio sem tempo para consertar. rsrs

    como não consigo olhar para uma coisa q não me é correta, a frase original seria … "batendo TAMBOR à toda"… (na hora estava fazendo mais de uma coisa, para variar, e lá se foi o bumbo no lugar do tambor).

    acho q é a idade, mas não me preocupo… depois piora! rsrs

    reiterando o elogio, vc outros comentaristas deram-se ao trabalho de elaborar comentários com mais conteúdo e diferentes de pontos de vista.

    é assim q se engrandece o debate e difunde-se conhecimento para mais pessoas alheias aos assuntos sairem da letargia.

    inté!

    rodrigo.aft

    13 de janeiro de 2012 às 11h37

    …vc E outros comentaristas… (caramba, acho q estou pior do q pensava… rsrs)

Rafael Gil

12 de janeiro de 2012 às 11h11

Toda a base governista também está silenciando, inclusive as pontas mais críticas. O moralismo antidrogas a tudo perpassa, silenciosamente. O que persiste é o entendimento de que políticas públicas de Saúde devem responder não à lógica dos processos de saúde e doença, mas sim à lógica do controle de populações em zonas urbanas e rurais. A estigmatização resulta da ignorância, e aqui há um descaso, pois desde 2003 mudamos as diretrizes e todas as papeladas em Brasília a respeito das drogas, mas não investimos em educação contra o preconceito. Este higienismo mais primitivo possível está vivo e atuante entre as auto-denominadas esquerda e direita, bem como num senso comum midiático, geralmente o mesmo que também se auto-denomina de apolítico. Não existe mais reforma psiquiátrica no país, e não existe mais luta antimanicomial, se estas intenções também não se colocarem contrárias à ideologia de guerra às drogas.

De FHC, antiproibicionista liberal, já devíamos esperá-lo – basta que lembremos que ele tenha se pronunciado em favor do tratamento ao usuário, não especificando obviamente que conceitos definiriam tal tratamento – já que, para muitos liberais, no caso de populações marginalizadas, ele implica em agressões físicas e internações involuntárias, e não em abordagens que atuem sobre as causas da questão; e no caso de populações endinheiradas, implica meramente em pagar pelo seu próprio leito. O próprio movimento em favor da legalização, quando aparece na grande mídia, já adota este discurso (vide o documentário Cortina de Fumaça, antiproibicionista no que tange à segurança pública, e medieval no que diz respeito à saúde pública. O que se revela na verdade como um masoquismo liberal, já que ninguém está livre de efetivamente ir parar num desses leitos – no que, talvez aí, mudem de ideia quanto à sua eficácia.

Responder

    Beatriz

    13 de janeiro de 2012 às 03h36

    Rafael, eu assisti o Cortina de Fumaça e achei bom, não vi esse discurso lá… Como posso ter deixado alguma coisa passar, gostaria de pedir que você discorresse mais sobre essa parte de como a saúde pública é deixada de lado no documentário, o porque de ser medieval e tudo mais. (peço com sinceridade, gostaria mesmo de poder olhar por outros ângulos a questão, acho que pode acrescentar na minha opiniao sobre o assunto).

Paulo Cesar

12 de janeiro de 2012 às 10h33

Azenha,
Gostaria que você pudesse me explicar como é que a PM age à revelia do Governador e do Prefeito e até o momento ninguém foi punido?
Um delegado prende um juiz bêbado e é exonerdao, mas a PM pratica um ato de "insubordinação" e nada acontece. Como é possível?
Só mesmo na paulicéia do Chuchunóquio e do NumKassabi !

Responder

Sagarana

12 de janeiro de 2012 às 09h58

Só não entendo como o Walter aceitou ser ministro do FHC.

Responder

Marcos C. Campos

12 de janeiro de 2012 às 09h41

Duas coisinhas , Maierovitch, Azenha e pessoal do blog:
Esperando o que da múmia FHC, que ela "opine" sobre a m. que fizeram, e queimar ainda mais o Xuxu ?
segundo tempo: Sobre a privataria capitaneada pelo Serra e Sergio , a dupla SS, ele não sabia de nada ?

Responder

Abdula Aziz

12 de janeiro de 2012 às 09h18

O governador picolé de chuchu proibiu balas de borracha e bombas de efeito moral nos usuários de dogras da cracolândia. Só poderá usar isso nos professores da rede estadual e estudantes da USP.

Responder

@luisk2017

12 de janeiro de 2012 às 09h17

O discurso "moderninho" do tucano (sobre a maconha) se esvaiu na fumaça das balas de borracha disparadas contra gente indefesa. Ao final, a única fumaça aceita pelo probicionismo é a das balas, bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e similares.

Responder

Brasileira da Silva

12 de janeiro de 2012 às 09h06

Pobre povo que não sabe que paga DUAS VEZES a correção monetária, em absolutamente TODAS as operações financeiras desde que esse "Sr." determinou que não se retirasse a "taxa de permanência" (perguntem a quem tem mais de 40 anos!!). Colocada no lugar da correção monetária enquanto a lei sobre ela era modificada (maior manipulação financeira da história do PLANETA), época em que ele estava se elegendo e foi "apoiado" pelos Bancos, na primeira vez que entregou o País a essas Instituições Financeiras! Conto o que ele fez nas outras duas vezes?? E os "valores" que estão "lá fora" (que deixa o Sr. Maluf no chinelo e comendo poeira…??)

Responder

Cláudio CF

12 de janeiro de 2012 às 07h14

É tanta e tamanha a demência política que não se diga mais São Paulo e sim Insano Paulo

Responder

Yarus

12 de janeiro de 2012 às 05h51

Falando em FHC…A Folha anda maus das pernas.

“Folha de SP perde 6% dos leitores em 5 meses. 18 mil exemplares por dia deixaram de circular.

Será culpa da crise grega?

Os tucanos sempre colocavam culpa nas crises internacionais por seus fracassos.

O Brasil cresceu perto de 3% no ano passado, mas a circulação do Jornal Folha de São Paulo encolheu 5,9%, ou seja, o jornal está produzindo 18 mil exemplares a menos por dia.
No primeiro semestre de 2011, o jornalão ostentava números de uma recuperação diante do primeiro semestre do ano interior. Anunciava uma média diária de 305.522 exemplares.
Cinco meses depois, a média diária em novembro de 2011 caiu para 287.497 exemplares.
Os números ainda não refletem o efeito da perda de credibilidade em dezembro, quando o jornal tentou esconder do noticiário o livro reportagem “A Privataria Tucana”.
Em tempo: é interessante acompanhar o Diário Oficial de São Paulo, para saber se o governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) não fará um “reforço” nas assinaturas em massa para repartições públicas.”
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012

Responder

Gerson Carneiro

12 de janeiro de 2012 às 03h33

Vocês deveriam ter respeito por um senhor de 80 anos de idade que nesse momento encontra-se mocozado em sua biblioteca particular empenhado na pesquisa de qual próximo livro irá plagiar.

Não entendo essa implicância de vocês com o engajamento pró maconha do FHC.
O Supla também não é punk, mas vocês não falam nada. Só porque ele é filho da dona Marta do PT.

Responder

tiago tobias

12 de janeiro de 2012 às 03h31

Solicito a alteração da sigla FHC pela de THC.

Responder

Gerson Carneiro

12 de janeiro de 2012 às 03h10

<img src=http://www.jagostinho.com.br/wp-content/uploads/2010/06/TUCANO-QUEBRADO.jpg>

Auto retrato de FHC.

Responder

Yarus

12 de janeiro de 2012 às 03h01

"A fabulosa doação PESSOAL de R$ 8,25 milhões da socialite para o PSDB! Mensalão do DEM na parada.

Ana Maria Baeta Valadares Gontijo doou R$ 8 milhões e 250 mil para a campanha tucana de 2010, como PESSOA FÍSICA.
O valor é comparável a doações de grandes bancos e grandes empreiteiras.

É o recorde entre as pessoas físicas.

A lei diz que as pessoas físicas podem doar no máximo 10% de seu rendimento bruto no ano anterior. Significa que ela precisa ter ganho perto de R$ 7 milhões por mês de salário ou renda em 2009 (pelo menos R$ 82,5 milhões de renda anual).

Se o Brasil é capitalista, o dinheiro é dela e a lei permite, ninguém teria nada a ver com isso, ok?

Não teria, se seu marido José Celso Valadares Gontijo não tivesse sido gravado por Durval Barbosa entregando pacotes de dinheiro, no mensalão do DEM (Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal).

O relatório da CPI sobre o mensalão do DEM, feita na Câmara Legislativa do Distrito Federal, dedica um tópico inteiro ao marido da milionária doadora de campanha tucana.

A íntegra deste tópico pode ser lida aqui (arquivo em PDF, 4 páginas).

Chama atenção a parte deste relatório que trata de uma de suas empresas, de telemarketing:"
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012

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Cleverton_Silva

11 de janeiro de 2012 às 23h42

Fea-gagá-cê continua a rebolar para não ser esquecido e falar/escrever futilidades, mas quando pode tentar ser útil aos demotucanos, fica calado, e quando fala é ignorado como se fosse um esquizofrênico.

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aurica_sp

11 de janeiro de 2012 às 23h40

Sobre o ocorrido ali naquela área. Lembro que certa vez fui tirar foto daquela parte ali e seguranças da CPTM encheram o saco e desisti. Sala São Paulo a frente, favela que ficava aos fundos sofre um incêndio, vem demolição, polícia expulsando os dependentes químicos . Acho tudo isso muita coincidência, até porque daqui a dois anos, aquela área toda estará na rota da Copa 2014. Acordem cidadãos paulistanos…..

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Jorge Valença

11 de janeiro de 2012 às 23h34

Se o Brasil fosse na África FHC estaria sendo jugado junto com o ex do Egito Hosni Mubarak. Só que FHC seria levado para o tribunal dentro de um caixão.

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    MARCELO

    13 de janeiro de 2012 às 13h30

    Ele iria juntamente com Luiz Inácio 51 da Çilva.Juntamente com Zé Dirceu,Edir Macedo,
    Sarney,Garibaldi e alguns atores petebas da Globo.

osmar - matão

11 de janeiro de 2012 às 23h29

Caros, o link abaixo refere-se a um artigo de Javier Sánchez na Ara!nfo (Achencia de Noticias d'Aragón). Acredito que contribui, muito, para o debate sobre o uso e "usos" de drogas. Vale uma mirada.
___ _http://arainfo.org/2012/01/drogas-algunos-apuntes-para-el-debate-primera-parte-2/

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Jorge Valença

11 de janeiro de 2012 às 23h27

Até hoje não me conformo em saber que o país passou 8 anos nas mãos dessas pragas do PSDB.
Ainda querem voltar, já imaginaram Alckmin na presidência ao invés de Lula.

Responder

O_Brasileiro

11 de janeiro de 2012 às 23h24

Se ao menos ele tivesse diminuído impostos proporcionalmente às privatizações que realizou…
Pelo menos alguns títulos ele tem que o Lula não conseguiu tirar dele, embora tenha tentado: Patrono dos Banqueiros, Patrono das Multinacionais e Patrono dos Especuladores!

Responder

beattrice

11 de janeiro de 2012 às 23h23

O pretexto para a operação seria o tratamento dos desamaprados
que moram nas ruas e se alimentam do crack?
Segundo consta, quando buscaram atendiemnto médico esperaram por horas, não havia sido previsto o atendimento, pois segundo a GLOBO "não acreditaram que eles iriam buscar tratamento."

Responder

Fátima

11 de janeiro de 2012 às 23h18

Para um sociólogo, seu silêncio representa uma degringolada da bandeira que um dia resolveu levantar a favor das drogas.

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João-PR

11 de janeiro de 2012 às 23h14

Parafraseando Romário (a grande surpresa como Deputado, segundo o DIAP): FHC de boca fechada é um poeta.

Responder

Roberto

11 de janeiro de 2012 às 23h12

O silêncio de FHC é sempre uma bênção para os ouvidos e a alma.

Responder

José BSB

11 de janeiro de 2012 às 23h10

O silêncio do ex presidente Fhc é revelador. Afinal, diante do desastre da operação, uma breve declaração poderia criar constrangimentos ainda maiores ao governador e ao prefeito.
Ou então, o princípe não sabe o que diz e falta consistência aos arrazoados sobre descriminalização das drogas.
As circunstâncias que envolveram o episódio dispensam oportunismos.
Além disso, vai que aparece e sobra uma perguntinha sobre o Privataria?
Assim não pode, assim não dá!

Responder

Glecio_Tavares

11 de janeiro de 2012 às 23h09

Ele, fhhc, foi um dos mais beneficiados com a expulsão compulsória dos zumbis da rua helvétia, na luz.
Ele, fhhc, tem um templo chamado sala são paulo, onde ainda fingem que ele é o presidente do Brazil.
A rua helvétia, entre as alamedas cleveland e dino bueno é a menos de 50 metros da entrada da sala são paulo.

PS. Lê-se efegagacê.
PS 2. A queimada do prédio na favela do moinho fazia parte das operações de expulsão? Muito conveniente não? Tirou-se o lugar para onde a turma de resident evils poderiam ir.

Responder

Emília

11 de janeiro de 2012 às 23h04

Esse senhor não merece nenhum comentário da minha parte.

Responder

Operante Livre

11 de janeiro de 2012 às 22h52

Não percebo diferença em FHC calado ou falando. Quem se interessa pelo que ele pensa ou diz?
Falando ou calado já está no sepulcro caiado.

Responder

Marcio H Silva

11 de janeiro de 2012 às 22h47

Turminha boa esta. Se colocar todos no liquidificador pode até dar um Serra.

Responder

Rasec

11 de janeiro de 2012 às 22h34

Vcs já pensaram se ação fosse num governo municipal ou estadual do PT? Pelo amor de Deus! Ainda bem que tá na mão dos "gerentes", que estão no Estado há tanto tempo, sem nada fazer, com total apoio da mídia corrupta e golpista de São Paulo, Estadão à frente e Folhão por trás!
O documentário em que FHC defende a maconha mofa na locadora! Segundo os atendentes ninguém quer locar!
FHC sempre esteve nu só que agora não pode esconder de mais ninguém!
Que venha a CPI da Privataria!

Responder

Eder

11 de janeiro de 2012 às 22h10

Um bom argumentador é aquele que defende seu ponto de vista até o fim. Se o FHC se cala perante a invasão policial na cracolândia, é porque (parafraseando o seu "amigo" Serra) sua defesa às drogas não passa de um trololó pra aparecer na mídia, coisa que ele quase não gosta…

Responder

LuizCrlosDias

11 de janeiro de 2012 às 21h34

Não deixa de ser assustador as decisões da Kassab e Alckmin (médico???),
dissimulado, vergonha e pensar que deseja ser presidente, ora não enche?

Responder

Ricardo - SP

11 de janeiro de 2012 às 21h26

A continuar a politica demotucana, nos tornariamos todos "ZUMBIS" ,como nossos irmaos dependentes da droga mortal. Seriamos dependentes das dividas a favor do bancos, dependentes da inflacao galopante, dependentes da humilhacao do desemprego, dependentes da truculencia da forca militar tucana (PM), dependentes da vergonha de ter nascido em familia menos favorecida financeiramente.
Houve uma janela em que soprou o vento da mudanca, nao podemos deixar a oportunidade passar!!!

Responder

Vlad

11 de janeiro de 2012 às 21h23

"Como o tempo se incumbe de revelar farsantes…"
Grande credibilidade jornalística angaria a marmota raivosa (ou etilicamente desorientada). Impressionante!!
Incrível como os abestados "suicidam" sua opinião antes mesmo de lançá-las ao vento.
E olhe que eu acho o FHC um esnobe egocêntrico.
Mas a verdade tem que ser dita: seus críticos são tão piores que ele que o cara acaba se destacando por exclusão.

Responder

    CC.Brega.mim

    11 de janeiro de 2012 às 22h43

    argumento?

    Rafael

    12 de janeiro de 2012 às 10h45

    Tentou parecer intelectual e não disse nada.

ricardo silveira

11 de janeiro de 2012 às 21h23

Com a Privataria Tucana o FHC começou a ser desmascarado. Tomara que a CPI saia, chega de enganação.

Responder

    Fabio_Passos

    11 de janeiro de 2012 às 21h45

    investigada a privataria… fhc vai em cana!

    PedroAurelioZabaleta

    11 de janeiro de 2012 às 21h46

    Com "A Privataria Tucana" também fica fácil entender porque muitos tucanos de alta plumagem viraram a casaca e passaram a ser contra a CPMF, o imposto que escancarava as movimentações financeiras.
    Sobre o fim da CPMF, também, o fharsante nunca se manifestou.

Mauro A. Silva

11 de janeiro de 2012 às 21h17

Digite o texto aqui![youtube opAmbmklPVk http://www.youtube.com/watch?v=opAmbmklPVk youtube]

Responder

    beattrice

    11 de janeiro de 2012 às 23h20

    O CRECI do kassab é para valer? Ele realmente é oficialmente corretor de imóveis?

    Mauro A. Silva

    12 de janeiro de 2012 às 11h29

    <img src=http://blogdomaurosilva.files.wordpress.com/2012/01/kassab_corretor32754f.jpg?w=500&h=369>
    Basta fazer a pesquisa no site do CRECI SP:
    <img src=http://blogdomaurosilva.files.wordpress.com/2012/01/gilbertokassab_corretor32754f.jpg>

    rodrigo.aft

    12 de janeiro de 2012 às 13h23

    boa, Mauro!

    eu sabia q o elemento ([NUN]kassab) era ligado ao corporativismo civil, mas q ele era um operador, eu "num" sabia…

    incrível, com certas pessoas, não há surpresas agradáveis, só mais do mesmo, e sempre desagradáveis!

    vlw!

    rodrigo.aft

    12 de janeiro de 2012 às 15h11

    o espanto é: pra que ele é vendedor de sorvete se ele pode ser contrabandista de produtos para sorveteria?

    seria interessante fazer um perfil das "operações" de compra e venda intermediadas pelo [NUN]kassab e seu ASSECLAS para sabermos quem come na mão de quem e qto se faturou pelas intermediações…

    DEVE APARECER SUB E SUPERFATURAMENTO DE MONTÃO NO PREÇO DOS IMÓVEIS INTERMEDIADOS POR ESSA QUADR… MELHOR DIZENDO, EQUIPE DE CORRETORES COM A BENESSE DA PREFEITURA E CÂMARA DE VEREADORES…

Mauro Silva

11 de janeiro de 2012 às 21h11

"Silêncio obsequioso"!
É melhor para o partido dele porque, quando abre a boca, quem está próximo tapa o nariz.
É um dos tais "quadros", festejados pelo PIG, os pseudo-intelectuais que afundaram o país.

Responder

Marcelo de Matos

11 de janeiro de 2012 às 21h00

Será que FHC, de fato, virou a casaca? Tenho minhas dúvidas. Quando era Presidente já simpatizava com a descriminalização, mas, não podia “dar bandeira”. Tanto simpatizava que o o primeiro Secretário Nacional Antidrogas nomeado por FHC foi, exatamente, o autor do post, “ex-juiz Walter Maierovitch, profundo conhecedor da área e adepto de políticas modernas, como a redução de danos e a descriminalização do consumo”. Se FHC fosse, de fato, contrário à descriminalização nomearia alguém com tal perfil? Elementar, não? O fato de não se manifestar sobre a “operação” é explicável: não há operação alguma. Trata-se do velho jargão policial – Tem alguma coisa a fazer aqui? Então, vamos circular! Pode consumir o crack, desde que não se abolete em logradouros públicos. Circulando e fumando ninguém será incomodado.

Responder

    Ricardo JC

    12 de janeiro de 2012 às 12h41

    Bem, partindo deste pressuposto, deve-se considerar com mais propriedade o que está escrito no artigo. Foi escrito por alguém que realmente conhece o que se passa pela cabeça do Farol.
    Em relação à questão do operação…é brincadeira. Até o governador e o prefeito já se declararam a favor da "operação". Como ela não existe?

    luiz pinheiro

    12 de janeiro de 2012 às 21h17

    De fato, operação, no sentido vivo da palavra, não existiu. O que existiu foi baixar a porrada, dar tiros pra todo lado, prender algumas dezenas, e dispersar o pessoal pela cidade. O que será que FHC achou disso?

CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

11 de janeiro de 2012 às 20h55

Creio que ele dirá, com aquela habilidade dele de dizer obviedades que não significam nada, que "é uma questão que deve ser verificada com cuidado", ou qualquer outra idiotice.Particularmente, o melhor seria nem esperar ou cobrar FHC de dizer qualquer coisa.Este só sobrevive por causa dos puxa-sacos das emissoras de tv e jornais, e é claro ,de um certo extrato dos ricaços e classe média alta brasileira( e não paulista somente…) que acham "bárbaro" tudo o que esta fraude chamada FHC diz.

Responder

    renato

    11 de janeiro de 2012 às 21h55

    Voce está corretíssimo. Melhor esquecer este banana …

Albertinho

11 de janeiro de 2012 às 20h53

Tão com dó, levem os nóia pra casa…

Responder

Xad Camomila

11 de janeiro de 2012 às 20h37

Bem que o FHC podia permanecer – nesse silêncio sepulcral – para todo o sempre. A melhor coisa do mundo é tucano de bico fechado!

Responder

    Fabio_Passos

    11 de janeiro de 2012 às 21h48

    hã… muito bom. fhc calado seria a primeira boa ação dele para o Brasil em muitos anos.

    Mas como ele não aguenta, talvez o melhor seja abrir o bico e contar todas as tramóias e patifarias que promoveu no maior escândalo de corrupção da história do Brasil: a Privataria Tucana

    Marcio H Silva

    11 de janeiro de 2012 às 22h45

    Melhor coisa do mundo é tucano SEM bico!


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