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Lewandowski absolve João Paulo Cunha e provoca a corte sobre os R$ 7 milhões destinados à mídia


24/08/2012 - 08h35

O ministro Lewandowski pronuncia seu voto (Foto Fellipe Sampaio, SCO/STF).

Revisor diverge do relator e pede absolvição de João Paulo Cunha

Ministro Ricardo Lewandowski afirma que a maior parte dos R$ 10,9 milhões repassados pela Câmara à agencia de Marcos Valério e sócios foi destinado ao pagamento de publicidade veiculada pela mídia. E provoca: se a corte entender que houve subcontratação ilegal de serviços, como propõe a acusação, terá que pedir ressarcimento dos R$ 7 milhões pagos aos veículos de comunicação do país. Os advogados presentes à corte acreditam que o voto de Lewandowski muda a perspectiva do julgamento.

Najla Passos, na Carta Maior

Brasília – O revisor do processo do “mensalão”, ministro Ricardo Lewandowski, inocentou o ex-presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), candidato à prefeitura de Osasco nas eleições deste ano, de todas as quatro acusações que pesavam contra ele: uma de corrupção ativa, duas de peculato e outra de lavagem de dinheiro.

O voto foi comemorado pela maioria dos advogados presentes à sessão, que o consideraram uma reviravolta no processo que, até então, vinha corroborando com todas as acusações do procurador-geral da República.

O ponto mais polêmico foi a interpretação de que João Paulo Cunha não cometeu peculato ao permitir a subcontratação de serviços pela agência SMP&B, de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach.

Enquanto a acusação sustenta que a empresa subcontratou, irregularmente, 99,9% dos serviços prestados, o revisor afirma, com base em parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) e laudo da Polícia Federal (PF), que o percentual real foi de 88,62%, o que atende aos padrões convencionais do serviço.

O ministro comprovou que, dos R$ 10,9 milhões movimentados pela SMP&B, cerca de R$ 7 milhões foram destinados à mídia, para o pagamento de propaganda veiculada. “Se essa corte entender que o percentual de subcontratação foi de 99,9%, terá que pedir ressarcimento dos R$ 7 milhões recebidos de boa fé pelos veículos de comunicação do país”, provocou.

Segundo relação apresentada pelo ministro, a TV Globo foi a campeã em recebimento de verbas públicas para publicidade (R$ 2,7 milhões), seguida pelo SBT (R$ 708 mil) e pela Record (R$ 418 mil). Entre os impressos, o Grupo Abril, que edita a revista Veja, foi quem mais lucrou (R$ 326 mil), seguido pelo Grupo Estado (R$ 247 mil) e pelo Grupo Folha (R$ 247 mil).

A fundação Vitor Civita, do Grupo Abril, recebeu outros R$ 66 mil. 

Com a descaracterização das subcontratações ilícitas, o ministro desmontou a tese sustentada pela acusação — e corroborada pelo ministro relator, Joaquim Barbosa — de que a SMP&B desviou da Câmara quase R$ 2 milhões em comissões pagas pelos veículos de comunicação pela publicidade veiculada, os chamados “bônus de volume”.

“O voto do ministro Lewandowski deixa muito claro que não houve crime de peculato, porque a SMP&B prestou todos os serviços para os quais fora contratada. E ele fez isso invocando o parecer do TCU e o laudo da PF, o que é muito importante porque mostra que os honorários recebidos foram frutos de uma prestação de serviço cumprida”, afirmou Alberto Toron, que defende Cunha.

Lewandowski refutou também a acusação de que o ex-presidente da Câmara tenha cometido um segundo peculato, ao autorizar a subcontratação da empresa de comunicação IFT, do jornalista Luís Costa Pinto, para lhe prestar assessoria individual.

Segundo o revisor, a IFT prestou serviços para a Câmara, conforme testemunho de diversos deputados, jornalistas, peritos e técnicos ouvidos na instrução penal. E não para o deputado.

Ele, inclusive, questionou por que o MP não denunciou o proprietário da agência como coautor do crime, já que sustenta a tese de peculato.

“Se João Paulo Cunha tivesse cometido este crime, o jornalista Luís Costa Pinto seria coautor”, sustentou. Lewandowski lembrou também que, antes de criar a empresa para prestar serviços à Câmara, Costa Pinto trabalhou em grandes veículos da mídia, como a revista Veja e o jornal Correio Braziliense.

O ministro refutou a acusação do Ministério Público Federal (MPF) de que Cunha recebeu R$ 50 mil de propina para favorecer a SMP&B em licitação da Câmara. Segundo ele, a licitação foi feita dentro do padrão legal. E os R$ 50 mil, comprovadamente, foram repassados ao réu pelo PT, para que o deputado pagasse serviços de pesquisa eleitoral.

Ele enfrentou, ainda, a acusação de que Cunha teria cometido crime de lavagem de dinheiro, ao pedir a sua esposa que sacasse o dinheiro em uma agência do Banco Rural. Para o revisor, ao contrário de outros corréus, que recorreram a laranjas para ocultar a origem e a destinação do dinheiro, o ex-presidente da Câmara fez tudo “às claras”.

Reação contrária

O ministro-relator, Joaquim Barbosa, não concordou com os argumentos do colega. No final da leitura do voto do revisor, pediu um espaço para réplica, a ser concedido no início da próxima sessão da corte, marcada para segunda (27). Lewandowski rebateu com um pedido de tréplica, que não foi acatado pelo presidente da corte, ministro Ayres Britto.

“Nunca vi um pedido de tréplica e nem o voto do revisor ser maior do que o do relator”, afirmou Joaquim Barbosa à imprensa, em rápida entrevista no final da sessão. De acordo com ele, sua réplica é importante porque irá responder a todos os questionamentos apresentados pelo revisor. “Quase metade do voto dele [revisor] diverge do que apresentei até agora. Minha intervenção, na segunda, vai servir para iluminar o voto dos outros ministros”, acrescentou.

De acordo com o que antecipou à imprensa, Barbosa vai esclarecer, por exemplo, que o jornalista Luís Costa Pinto está respondendo processo por improbidade administrativa em primeira instância. E defender que, apesar de ter sido a esposa de Cunha a sacar os R$ 50 mil, o repasse foi feito pelo mesmo esquema criminoso utilizado pela SMP&B para lavar outros recursos.

Lewandowski saiu da corte sem falar com a imprensa.

Mudança de perspectivas

Os advogados presentes à corte acreditam que o voto de Lewandowski muda a perspectiva do julgamento. “Foi um belo voto. Sem dúvida alguma, uma reviravolta no processo”, avaliou o advogado José Carlos Dias, que defende a ex-dirigente do Banco Rural, Kátia Meirelles.

Para ele, a nova perspectiva aberta com a interpretação do revisor pode fazer justiça a outros réus, também acusados por crimes semelhantes.

“O voto do revisor faz uma análise equilibrada e típica de juiz”, afirmou o advogado Marcelo Leonardo, que representa o publicitário Marcos Valério.

“Ele deixou muito claro como funciona, por exemplo, a questão do bônus de volume, que a acusação e o ministro relator parecem não ter entendido”, acrescentou. 

O advogado lamentou, apenas, que a linha de interpretação apresentada nesta quinta não tenha norteado o item anterior do voto do revisor, que tratou das relações do seu cliente com o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, na sessão de quarta (22).

Leia também:

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Leandro Fortes: Os protetores do antijornalismo

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124 comentários

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Lewandowski desmonta falsos argumentos e orgulha o Brasil! - Blog do Bordalo

05 de abril de 2019 às 12h44

[…] Lewandowski absolve João Paulo Cunha e provoca a corte sobre os R$ 7 milhões destinados à mídia […]

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Newton

30 de agosto de 2012 às 19h12

Levandowsky foi apenas uma andorinha…

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O dinheiro do mensalão e os contratos de publicidade da Câmara « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de agosto de 2012 às 11h27

[…] citados no voto do relator do caso do mensalão, Ricardo Lewandowski, no STF: O ministro comprovou que, dos R$ 10,9 milhões movimentados pela SMP&B, cerca de R$ 7 milhões […]

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FrancoAtirador

26 de agosto de 2012 às 22h25

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INUSITADO

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, revisor da AP 470,

ligou para o ministro Merval, do Supremo Tribunal Midiático,

para mandar ele parar de mentir e repetir asneiras:

“Eu iria fazer meu voto por ordem da denúncia,
assim como foram feitas as sustentações orais,
e não por ordem alfabética como você escreveu já duas vezes”.

(Lewandoswski, para Merval Pereira, por telefone)
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Responder

Ricardo JC

26 de agosto de 2012 às 18h36

O que a mídia corporativa quer, neste exato momento, é que o revisor abra mão de seu direito constitucional de revisar o voto do relator. Ora, se dizem que o papel do relator é de “centralidade” (tenho que rir com esta justificativa…rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs) e que não cabe ao revisor fazer a tréplica, o que querem, na verdade, é que parte do voto do relator não seja revisado. E se fosse o contrário? Se Lewandovski fosse o relator e estivessemos exatamente na situação contrária, com Barbosa esperneando para revisar o voto? Será que estariam apelando para a “centralidade” do relator…façam-me o favor. A mídia corporativa virou um circo…e acha que nós estamos aqui só para aplaudir. Qualquer um, com um mínimo de bom senso entende que se o relator vai completar seu voto na 2a feira, o revisor tem sim direito a revisar esta parte do voto. É o papel dele.

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Marcos Sousa

26 de agosto de 2012 às 15h07

A nossa mídia tradicional se reinventa e se supera a cada momento com o objetivo de defender os seus patrões. E quem são estes? Os representantes do grande capital. Qualquer grupo político que lute pela inclusão social e pela redistribuição das rendas será sempre desqualificado por ela. O problema é que muitos da classe média a segue.

http://mticianosousa.blogspot.com.br/2012/08/seletividade-da-imprensa-brasileira-ii.html

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O_Brasileiro

25 de agosto de 2012 às 20h37

Já que os jornalistas da mídia golpista acham que entendem mais de leis do que os ministros do STF, imaginem como seria o país se esse tipo de situação virasse rotina: jornalistas julgando réus, juízes operando doentes, médicos desenhando plantas de prédios, engenheiros escrevendo notícias. Coisas assim!
Se qualquer um sabe julgar no STF, então por que o presidente e o congresso não botam lá um gari, um médico, um bombeiro, um jornalista, um físico, etc?

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FrancoAtirador

25 de agosto de 2012 às 15h54

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A DESQUAGLIFICAÇÃO DO MINISTRO ACUSADOR

No transcorrer da Ação Penal 470, a maioria dos ministros do STF vinha decidindo (leia-se: optando) pelo não desmembramento do processo, acatando competência originária para julgar todos os réus, mesmo aqueles 35 que não possuíam e não possuem foro privilegiado, considerando haver “atração por continência ou conexão do processo do corréu ao foro por prerrogativa de função”.

Entretanto, há poucos dias, ao apreciar o pedido de nulidade do processo, por cerceamento de defesa, suscitado por Defensor Público, em relação ao acusado Carlos Alberto Quaglia (“corréu do processo atraído por continência ou conexão ao foro por prerrogativa de função”),
os ministros do STF excepcionalmente decidiram (leia-se: optaram) pelo desmembramento da ação, determinando que unicamente esse réu fosse processado e julgado na 1ª instância da Justiça Federal de Santa Catarina.

É oportuno ressaltar que este caso específico do réu Quaglia,
além de demonstrar as decisões contraditórias tomadas de improviso pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da AP 470,
comprovou claramente a predisposição do ministro-acusador, digo, relator, de cercear a defesa dos réus de todas as formas,
tanto que, ao apreciar inicialmente o legítimo pedido de anulação do julgamento formulado pelo Defensor Público,
Barbosa acusou o réu de agir de má-fé, desqualificando-o, ao afirmar que se revelava “um típico caso em que o torpe pretende aproveitar-se da sua própria torpeza”, só voltando atrás depois que os demais ministros admitiram que estavam diante de evidente falha processual causada por erro do serviço administrativo do próprio STF que, do início de 2008 até o fim de 2010, notificava para comparecer às audiências um advogado que não era mais representante do acusado no processo, fato que alijou a defesa de acompanhar pelo menos 13 depoimentos prestados no curso da ação penal no STF.

Deve-se destacar que Joaquim Barbosa é um homem probo, porém dado à passionalidade que não se coaduna com o equilíbrio necessário ao relator de um processo dessa magnitude, onde 38 pessoas podem ter definitivamente manchadas a honra e, portanto, a própria dignidade.

Espera-se que os ministros do STF mantenham a tranquilidade e a isenção exigida para julgar indivíduos que detêm as prerrogativas constitucionais do amplo direito à defesa, e ao contraditório, e à presunção de inocência.

Pelas provas e somente pelas provas constantes dos autos do processo, cada um dos ministros se convencerá, com sapiência jurídica, de que alguns réus são inocentes e de que outros são culpados, como o fez o ministro Lewandowski.

Entretanto ninguém é dono da verdade absoluta, nem mesmo o Reinaldo Azevedo e o Merval Pereira.
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    nina

    25 de agosto de 2012 às 21h01

    Também tenho acompanhado o julgamento pela TV, e, tudo que vi confere com suas manifestações. Só divirjo numa coisa: tenho dificuldade de concordar com a frase “… JB é um homem probo …” Você acha que ele está tão somente inadaptado às funções de juiz ? Que está tendo dificuldades nesta função ? Mas já não fazem uns bons anos que ele exerce como tal? E, consta que seja pessoa muito bem preparada intelectualmente. Ocorre que esse comportamento, como relator, não demonstra suficientemente sua probidade. É visível que já tinha um julgamento pronto antes mesmo do contraditório. Tanto quanto, que em nada mudou após o contraditório. E que, nem sequer ouviu as sustentações orais. Bem notório foi também que pinçou dos autos o que mais favorecia sua tese. E ainda que, para tal, cometeu o ato não muito probo de descredenciar instituições respeitáveis, oficiais, idôneas e soberanas em seus pareceres, como TCU e Comissão de Licitação, em função de excertos de depoimentos esparsos que conseguiu amealhar nos autos. Fez um esforço sobre-humano para provar culpa dos réus, mesmo no caso de João Paulo, que já tinha sido absolvido pela Comissão de Ética. Tenho dificuldade em qualificar essa postura como meramente técnica, e o executor disso como pessoa proba. Foi preconceituoso, e ainda, está agindo de modo fanático. Pode até se julgar bem intencionado, mas, na realidade é portador, mesmo que inconscientemente, de móveis de ação bem nocivos. Me lembrou muito o Sargento Getúlio, que pôs na cabeça que tinha uma missão, e nem que Deus mandasse deixaria de cumprí-la. Então, se é, realmente probo, tem problemas outros que não morais.

    FrancoAtirador

    25 de agosto de 2012 às 22h38

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    Tem problemas outros, que não morais, não cabendo aqui dissecá-los,

    pois da alçada da Medicina e suas especialidades, quiçá a Psiquiatria,

    considerando as atitudes obsessivas e as preconcepções esquizo-paranóides.

    Certo é que Barbosa foi sorteado relator da AP 470, para azar dos réus.

    Pior é que poderá haver risco de injustiça ainda maior a alguns acusados,

    se o processo se estender para além de 18 de novembro próximo futuro.

    Nessa data, o ministro Ayres Britto,Presidente do STF, aposentar-se-á.

    A partir daí, presidirá o Supremo Tribunal Federal e, grave, O JULGAMENTO

    o Vice-presidente, que, por coincidência, é o relator da Ação Penal 470.

    Um abraço libertário.
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Bonifa

25 de agosto de 2012 às 14h12

Talvez não queiramos admitir, mas o STF está numa encruzilhada. Não há margem para digressões jurídicas aceitáveis pela verdadeira inteligência nacional. Não há zona cinzenta de conceitos jurídicos. Está tudo claro como o meiodia. Ou o STF embarca numa exigência midiática exterior (e a mídia, majoritariamente, tem partido e luta politicamente por ele), exigência esta que foi aceita integralmente pela procuradoria, ou age como um verdadeiro Supremo Tribunal, acima inclusive desta mídia e desta procuradoria.

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Luís

25 de agosto de 2012 às 12h37

Enquanto isso os sofativistas do feicibúqui estão de lutinho com relação a essa decisão do Lewandowski e estão compartilhando imagens para mostrar o seu luto.

O bom é que esses sofativistas só ficam nessa de compartilhar imagens. Quanto muito, alguns xingam muito no twitter.

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Murdok

25 de agosto de 2012 às 07h30

Então a dona globo foi pega com a mão na cambuca é?

Responder

FrancoAtirador

24 de agosto de 2012 às 23h15

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Factóides x FATOS
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MÍDIA: FILA DE ESPERA NA SEÇÃO ‘ERRAMOS’

1)
Mídia: ‘o chavismo fez da Venezuela o pior lugar da América Latina para se viver’;
FATOS: a Venezuela é o país menos desigual da América Latina (Habitat-ONU).

2)
Mídia: ‘a xenofobia e o populismo de Cristina Kirchner isolaram o país e afundaram sua economia’;
FATOS: o investimento estrangeiro direto na Argentina cresceu no primeiro semestre acumulando um saldo de US$ 2,2 bi, 40% acima do registrado no mesmo período de 2011 (Banco Central argentino).

3)
Mídia: ‘o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) desviou dinheiro público de campanha de publicidade da câmara, em benefício próprio e para a compra votos’ do mensalão’;
FATOS: a subcontratação de terceiros para veiculação de publicidade é praxe; R$ 7 milhões de um total de 10,9 milhões foram transferidos a grandes grupos de comunicação. Serão cúmplices?

CARTA MAIOR

Íntegra em:

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1069

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    O_Brasileiro

    25 de agosto de 2012 às 07h13

    Curti!

Trazíbulo Meireles de Souza

24 de agosto de 2012 às 23h00

Esse Joaquim Barbosa está brincando de ser juiz.

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Regina Braga

24 de agosto de 2012 às 20h23

Lewandowski retirou e esparadrapo e mostrou os buracos da ação do Gurgel…O Ministro Joaquim, nada pode ver ,por apresentar problemas motores.

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    Rafael

    24 de agosto de 2012 às 22h35

    Uma das coisas mais feias e que o juiz Lewandovski mostrou, até ironizando, foi a hipocrisia da Globo, Abril, Folha, Estadão, SBT, Record e outros que receberam (com nota fiscal e tudo) quase toda a grana da Câmara e deixaram o Gurgel e o Joaquim acusarem e todo o mundo achar que o João Paulo e a SMB&P tinham desviado essa grana. Manipularam. Sabiam da informação correta e enganaram seus leitores. Mas pelo que leio em vários comentários vários de seus leitores até gostam de ser enganados para terem munição para atacar gratuitamente os inocentes acusados.

abolicionista

24 de agosto de 2012 às 20h10

É engraçado notar que os mesmos comentadores que ficam indignados com o caixa dois do PT são contrários à reforma política (que, aliás, foi proposta pelo PT). Por que será? É óbvio, sabem que o caixa dois tucano nunca será punido. Todo mundo sabe que o PSDB comprou votos parlamentares para o FHC se reeleger, mas é óbvio que não deu em nada. Tucano sofre de indignação coletiva. Sou extremamente crítico em relação ao governo do PT (que segue cada vez mais orientação neoliberal), contudo, no que diz respeito ao caixa dois, acho que o PT agiu certo. Se não tivesse feito caixa dois, como todos os partidos fazem, não teria ganhado eleição e o PSDB continuaria acobertando corrupção e engavetando centenas de CPIs (como aliás, continua fazendo em SP, onde não existe CPI, por que será? Aqui é todo mundo honesto?). Ao jogar o STF nessa disputa política ridícula, o PSDB está rifando uma das instituições basilares de nossa democracia, comportamento típico de máfia, não de partido político. Quanto ao PT, que aprenda o preço de aliar-se com a direita.

Responder

    abolicionista

    24 de agosto de 2012 às 20h12

    Correção, indignação “seletiva”, não “coletiva”.

Francisco

24 de agosto de 2012 às 19h18

Lewandovsky disse o seguinte: se João Paulo Cunha entregou dinheiro para serviço que não foi feito, dando a aparencia de que foi feito, resulta que:

1) os midia contratados (Globo, Veja, etc.) devem devolver a grana recebida indevidamente e;
2) dizer quem foi o “corrupto de dentro” do mídia que topou o esquema do “corrupto de fora” do mídia (em tese, joão Paulo Cunha).

Cheque-mate ao rei: se correr, o bicho pega, se gritar “pega ladrão” levianamente, o bicho come. Sim, há juizes em Berlin…

Responder

FrancoAtirador

24 de agosto de 2012 às 18h18

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GRUPO G.A.F.E. (Globo, Abril, Folha e Estadão)

RECEBEU DINHEIRO PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS,

VIA AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE DE MARCOS VALÉRIO!

Então, por que os Marinho, os Civita, os Frias e os Mesquita

não foram denunciados pelo Procurador-Geral da República ?!?

“A Opinião Pública” e “O Contribuinte” exigem uma resposta urgente!!!
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Responder

Leonardo Meireles Câmara

24 de agosto de 2012 às 17h16

Creio que, em várias parte do texto, onde se lê defesa, deveria estar escrito acusação. Mas uma coisa é certa, as divergências são de caráter técnico.

Se o crime não estiver categoricamente caracterizado, todo mundo já sabe: “in dubio pro reo”.

Mas que está difícil de acreditar nesse papo de dinheiro voando pra lá e pra cá de forma honesta, isto está. O João Paulo Cunha não conhecia o Marcos Valerio?

Está esquisito, mas quem julga são os juízes, isto é certo.

Responder

Urbano

24 de agosto de 2012 às 16h33

A groubonoma dando tapa em vento, devolver R2,7 milhões, inrim!

Responder

trombeta

24 de agosto de 2012 às 16h09

Lewandowski 10 X Barbosa 1

Lewandowski 10 X PIG 0

Foi constrangedor ver a diferença de um juiz de verdade para um rábula na sessão de ontem, elegante, com discurso fluente e lógica perfeita o ministro Lewandowski humilhou Barbosa e seus compadres do PIG ao demonstrar com base nas provas amealhadas no processo a inconsistência da acusação.

O triste é a condução do presidente do STF Ayres Britto que enganou muita gente durante muito tempo; os romanos já diziam se queres conhecer um homem dá-lhe o poder, eles tinham razão.

Ayres Britto e o mau perdedor Barbosa querem revanche.

Responder

Rodrigo Leme

24 de agosto de 2012 às 15h38

Quando perguntado para que foram os R$50 mil, João Paulo Cunha disse que foi um saque de sua esposa para pagar TV a cabo. Agora, foram para encomendar pesquisas. E ainda assim o revisor inocenta das acusações.

Mas vai, ninguém é obrigado a se lembrar direito o que faz com 50 mil reais, que sabemos ser troco pequeno.

Então vamos para o terreno da fantasia e fingir que ele não deu duas versões pro mesmo dinheiro: que pesquisas foram pagas com esse dinheiro?

1. Medição do que o entrevistado pensava sobre João Paulo Cunha.
2. Medição do grau de participação de José Dirceu no escândalo Waldomiro Diniz.

Ambas contratadas junto ao Vox Populi, do Marcos Coimbra, e dificilmente consideradas pesquisas de interesse público que justiquem o uso de dinheiro público, não?

Enfim, nem sei pq pagam 20 milhões pro Marcio Tomaz Bastos (nota: Ministro da Justiça durante o período da queixa-crime do mensalão pela PGR) se o efeito Brasil se encarrega de fazer a pizza.

Responder

    Marcia Noemia

    24 de agosto de 2012 às 16h39

    você já leu a Privataria Tucana?S

    Rodrigo Leme

    24 de agosto de 2012 às 17h25

    Li. E…?

    M. S. Romares

    24 de agosto de 2012 às 20h58

    Olá Márcia.

    Nem perca seu tempo em argumentar com o “jênio”. Contar formiga no chão é mais produtivo.

    Rodrigo Leme

    25 de agosto de 2012 às 01h18

    Ainda se ela argumentasse…

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h21

    Rodrigo Leme , creia-me, todos os seus “argumentos” são do conhecimento de todos os comentaristas decentes e inteligentes desse blog. Isto porque acompanhamos de perto o processo de julgamento do “mensalão” que tramitou, em tempo célere, nas páginas do jornais O Globo,FSP, Estado de São Paulo,Zero Hora,e suas respectivas subsidiárias; das Revistas Veja, Época.,do FBI nos aeroportos dos EUA e da polícia espanhola em brasileiros, no aeroporto de Madrid,durante 7anos.Todos esses entes jurídicos-jornalísticos-marromzísticos, como bem o sabemos,forma o egrégio conjunto descontínuo de nossa mais alta instituição da defesa da Justiça, sectária, partidária, elitista, discricionária, censitária, denuncista e parcialista em nosso país, no planeta Terra e quiçá ( não poderei infelizmente completar essa frase por desconhecer o sentido da palavra quiçá e por não saber como apagá-la de meu computador) que é o nosso Supremo Tribunal do PIG.Por isso conhecemos de cor e salteado, mais até que os filmes da Sessão da Tarde da TV Globo, os argumentos , os votos e as sentenças proferidas e preferidas , antes mesmo do início do julgamento, por esses juízes, todos reconhecidamente, de reputação “alibabada” e profundo conhecimento e domínio das ciências jurídicas que subsidiaram a elaboração do escopo jurídico não-constitucional casuístico golpista, cujo anteprojeto foi elaborado pelo relator Luiz Datena,durante o seu programa diário, “Brasil Reagente”,em que foi permitido aos telespectadores votarem cada ponto do projeto, enviando um sms para 171171, e concorrendo a um almoço em companhia de Reinaldo Azevedo e Ali Kamel; anteprojeto que foi revisto,por sua vez, pelo renomado jurista,músico,poeta,repentista, trapezista,equilibrista,sonetista,sonambulista,geneticista,anestesista, proctologista,nutricionista,esteticista,aderecista,espiritista, pederasta e membro da Igreja Metodista, Merval Pereira, enquanto fazia suas necessidade fisiológicas sentado na privada que fora construída especialmente para as imortais nádegas de seu preceptor Roberto Marinho, na ABL ,e não qual , apesar de sentir imensa orgulho de poder defecar e urinar em local tão honroso, não podia deixar de esconder o desconforto que não lhe permitia acomodar integralmente em seu assento as formas peculiares a um imenso “bundão” como ele. Tal anteprojeto, após ser elaborado e revisto pelos dois ilustres juristas acima, teve sua aprovação simbólica aprovada pelas lideranças do partido do PIG no âmbito da plenária do Instituto Milleniun. Portanto, Rodrigo Leme, vá pentear careca!

    Wildner Arcanjo

    25 de agosto de 2012 às 01h30

    Quase não paro de rir… Ainda existe vida inteligente nessa terra Banana Brazilis!

    Onda Vermelha

    24 de agosto de 2012 às 17h26

    “Quando perguntado para que foram os R$50 mil, João Paulo Cunha disse que foi um saque de sua esposa para pagar TV a cabo. Agora, foram para encomendar pesquisas. E ainda assim o revisor inocenta das acusações.”

    Rodrigo
    O João Paulo foi pego e emitiu mais de uma versão pq sabia se tratar de “caixa dois”. E isso foi admitido desde de o primeiro momento.

    “Mas vai, ninguém é obrigado a se lembrar direito o que faz com 50 mil reais, que sabemos ser troco pequeno.”

    Rodrigo
    Os “50 mil” não é em minha humilde opinião exatamente “troco pequeno”, mas vc há de convir que num contrato publicitário que girava na casa de 10 milhões imaginar que o presidente da câmara federal de venderia por 50 mil não algo muito crível…

    “Então vamos para o terreno da fantasia e fingir que ele não deu duas versões pro mesmo dinheiro: que pesquisas foram pagas com esse dinheiro?
    1. Medição do que o entrevistado pensava sobre João Paulo Cunha.
    2. Medição do grau de participação de José Dirceu no escândalo Waldomiro Diniz.
    Ambas contratadas junto ao Vox Populi, do Marcos Coimbra, e dificilmente consideradas pesquisas de interesse público que justiquem o uso de dinheiro público, não?”

    Rodrigo
    Aqui vc já desmonstrou desconhecimento do caso em si. As pesquisas não foram pagas pela câmara, e em última análise segundo o ministro revisor não envolveram dinheiro público fruto do contrato de publicidade que teria sido executado integralmente pela SPM&B, atestado também pelo TCU e pela PF. O dinheiro veio do PT segundo orientação de Delúbio Soares, portanto não há que se falar que as mesmas tenham que se ater ao interesse público.
    As mesmas tinham caráter privado porque se destinavam a interesses privados do João Paulo, ou no máximo do partido. Ok?

    FrancoAtirador

    24 de agosto de 2012 às 21h45

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    Onda Vermelha matou a charada.

    Os R$ 50 mil foram sacados de conta particular, em banco privado.
    O dinheiro era do Partido, uma entidade privada,
    e foi repassado por uma empresa privada à pessoa física.
    Portanto não era verba pública.

    Além disso, conforme frisou Lewandowski, não há prova alguma nos autos
    de que houve contrapartida de João Paulo, enquanto Presidente da Câmara,
    para beneficiar as empresas de Marcos Valério, em troca do dinheiro,
    porquanto as licitações foram consideradas regulares pela PF e pelo TCU, não havendo sequer interferência direta do deputado no processo licitatório.

    Isso descaracterizou o crime de corrupção passiva imputado pela acusação.

    CÓDIGO PENAL

    Corrupção passiva

    Art. 317 – Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la,
    mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem:
    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

    § 1º – A pena é aumentada de um terço, se, em conseqüência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.

    § 2º – Se o funcionário pratica, deixa de praticar ou retarda ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem:
    Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.
    .
    .

    Bonifa

    24 de agosto de 2012 às 17h30

    Esta resposta da TV a cabo foi explicada muito bem pela defesa. João Paulo sabia que havia ilegalidade no que estava fazendo, por isso tentou em primeiro momento inventar uma saída legal. Usar dinheiro de caixa dois é ilegal. Depois, vendo que que queriam meter a força numa pá de crimes muito maiores que o caixa dois, João Paulo admitiu e o fez com todas as minúcias prováveis: Pegou dinheiro de caixa dois do Partido para fins de précampanha eleitoral.

    Almir

    24 de agosto de 2012 às 20h11

    Vamos deixar de lero, e diga logo quando é que a redebobo mensaleira vai devolver o “dinehro sujo” que recebeu de Marcos Valério.

Márcio Gaspar

24 de agosto de 2012 às 15h21

“o ministro desmontou a tese sustentada pela defesa” Não seria a tese sustentada pela acusação?!?

Responder

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h24

    Correto, Marcio Gaspar, há esse erro no texto.

    FrancoAtirador

    24 de agosto de 2012 às 18h07

    .
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    GRUPO G.A.F.E. (Globo, Abril, Folha e Estadão)

    RECEBEU DINHEIRO PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS,

    VIA AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE DE MARCOS VALÉRIO!

    Então, por que os Marinho, os Civita, os Frias e os Mesquita

    não foram denunciados pelo Procurador-Geral da República ?!?

    “A Opinião Pública” e “O Contribuinte” exigem uma resposta urgente!!!
    .
    .
    TV Globo ‘mensaleira’ embolsou sozinha R$ 2,7 milhões
    da agência de Marcos Valério, só na Câmara dos Deputados

    D’Os Amigos do Presidente Lula, via Blog do Saraiva

    Quem ‘pariu’ o termo “mensalão”, agora aguente.

    A TV Globo e seus parceiros do PIG passaram 7 anos acusando falsamente o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) de ter desviado dinheiro público para o “mensalão” no contrato de publicidade da Câmara dos Deputados com a agência SMP&B de Marcos Valério.

    Agora ficou provado nos autos do processo que a maior parte do dinheiro desse tal “mensalão” nesse contrato foi embolsada pela TV Globo e seus parceiros do PIG, a título de veiculação de propaganda na execução do contrato.

    Eis os principais “mensaleiros” da imprensa televisa, e os valores embolsados:

    TV Globo: R$ 2,7 milhões
    SBT: R$ 708 mil
    TV Record: R$ 418 mil

    Eis os principais “mensaleiros” da imprensa escrita:

    Grupo Abril (dono da revista Veja): R$ 326 mil
    Grupo Estado: R$ 247 mil
    Grupo Folha: R$ 247 mil
    Fundação Vitor Civita (do Grupo Abril): mais R$ 66 mil.

    Eis a relação completa de pagamentos, por data,
    aos “mensaleiros” Globo, Veja, Folha, Estadão, etc:

    http://saraiva13.blogspot.com.br/2012/08/globo-mensaleira-embolsou-r-27-milhoes_24.html
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    .

    Conceição Lemes

    24 de agosto de 2012 às 18h55

    Márcio e Darcy, vcs estão corretos. Alteramos. Obrigada. abs

    Conceição Lemes

    24 de agosto de 2012 às 18h56

    Márcio e Darcy, vcs estão corretos. Obrigada. Alteramos abs

    FrancoAtirador

    24 de agosto de 2012 às 22h34

    .
    .
    Conceição,
    Perdão pela interferência, mas há outros pontos no texto em que inadvertidamente houve a troca dos termos “acusação/PGR” por “defesa”:

    “…se a corte entender que houve subcontratação ilegal de serviços, como propõe a defesa (SIC), terá que pedir ressarcimento dos R$ 7 milhões pagos aos veículos de comunicação do país.”

    “O voto foi comemorado pela maioria dos advogados presentes à sessão, que o consideraram uma reviravolta no processo que, até então, vinha corroborando com todas as acusações da defesa (SIC).”

    “Enquanto a defesa (SIC) sustenta que a empresa subcontratou, irregularmente, 99,9% dos serviços prestados,
    o revisor afirma, com base em parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) e laudo da Polícia Federal (PF), que o percentual real foi de 88,62%,
    o que atende aos padrões convencionais do serviço.”

    Um abraço libertário a todos.
    .
    .

    Conceição Lemes

    24 de agosto de 2012 às 22h59

    Obrigadíssima, FrancoAtirador. Vou corrigi-los já. abs

Jicxjo

24 de agosto de 2012 às 15h19

“Nunca vi um pedido de tréplica e nem o voto do revisor ser maior do que o do relator”

Joaquim Barbosa acusou a pancada. Em vez de criticar o teor, ataca a forma, o tamanho do voto (que, diga-se de passagem, foi muito melhor fundamentado que o seu). E o pedido de tréplica, justo e razoável, toma-lhe o desejo de ter a última palavra, o que é incorreto em processo que haja relator e revisor. Joaquim Barbosa está se portando como um inquisidor, não como juiz. Fosse o julgamento do mensalão tucano, estaria sendo crucificado pela mídia.

Responder

    Maria Izabel L Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h06

    Concordo. Querem calar o Lew. Além de corajoso e competente, é também provocador pois colocou a grande mídia na berlinda. Botou o dedo na ferida, e fundamentou muito bem seu voto, que dificilmente pode ser desmontado. Barbosa, por mais que tente, não tem inteligencia para isso…

    Lu Witovisk

    24 de agosto de 2012 às 20h44

    Isso ai!!! ahahhaha estou rindo a toa aqui, o titolo da pagina do globo de ontem dizia que o Lewandowski iria na onda.

    E agora, como fica o PIG?? vamos falar de hormonios e novela.

    :D

    FrancoAtirador

    25 de agosto de 2012 às 00h27

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    MAGNÂNIMO MAGISTRADO ENRIQUE RICARDO LEWANDOWSKI

    O JUIZ QUE NÃO SE DOBRA À PRESSÃO DA MÁFIA MIDIÁTICA
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    Lewandowski rebate críticas e diz que não se pauta por ‘opinião publicada’

    ‘Tenho certeza de que o Brasil quer um juiz que não tenha medo de pressão de qualquer espécie’, afirma revisor do processo do mensalão

    Por: Redação da Rede Brasil Atual

    Ministro Ricardo Lewandowski, em julgamento da Ação Penal 470, que criticou tentativa de pressão por parte da mídia (Fabio R. Pozzebom/ABr)

    Brasília – O revisor da ação penal do chamado mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, disse hoje (24) que já esperava críticas ao seu voto de absolvição do deputado federal e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP), na primeira divergência com o relator Joaquim Barbosa.

    “O juiz não deve ter medo das críticas, porque vota ou julga de acordo com sua consciência e de acordo com as leis. Não pode se pautar pela opinião pública ou a opinião publicada”,
    declarou durante o intervalo de uma audiência pública do STF que trata do uso do amianto.

    “O que eu creio, mais do que isso, é que eu tenho certeza de que o Brasil quer um Judiciário independente,
    e um juiz que não tenha medo de pressão de qualquer espécie”, completou.

    Lewandowski negou um suposto mal-estar com ministro relator, Joaquim Barbosa, pela divergência quanto ao voto.

    “Cada juiz tem uma visão muito particular do conjunto de provas que existem no processo. Então este contraponto entre o relator e o revisor ajudará os demais ministros a decidirem”, defendeu.
    “Nós, que vivemos em ambiente colegiado, nós estamos acostumados a divergir. Nós não levamos nada pessoalmente, nós defendemos teses”.

    http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2012/08/lewandowski-rebate-criticas-e-diz-que-nao-se-pauta-por-opiniao-publicada

    Rodrigo Leme

    27 de agosto de 2012 às 08h35

    Também conhecido como o juiz que se dobra frente ao poder político partidário.

Elias

24 de agosto de 2012 às 15h04

Não será mais prudente aguardar o decorrer do julgamento, em vez de expor avaliações precipitadas diante de uma ação penal tão complexa? Barbosa e Lewandovski são dois ministros do STF com qualidades equivalentes. Ambos nomeados pelo ex-presidente Lula. Isso prova, para o bem da democracia, que quem nomeia não influencia. Se os ministros têm pareceres distintos, é bom para o ampliamento do debate. E não esqueçamos que além do voto do ministro relator e do ministro revisor, haverá ainda os votos de mais nove ministros.

Responder

Luc

24 de agosto de 2012 às 14h30

Pessoal, licença, depois deem uma olhada nisso:

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2009/05/19/regina-duarte-tem-medo-de-indio/

“A atriz global e pecuarista Regina Duarte, em discurso na abertura da 45ª Expoagro, em Dourados (MS), disse que está solidária com os produtores e lideranças rurais quanto à questão de demarcação de terras indígenas e quilombolas no estado.

“Confesso que em Dourados voltei a sentir medo”, afirmou a atriz, neste domingo (18), com referência à previsão de criação de novas reservas na região de Dourados.”

Responder

    Maria Thereza

    24 de agosto de 2012 às 16h05

    Ôsenhora medrosa. Devia procurar uma terapia. Deve ser difícil viver sempre com medos…

    Lu Witovisk

    25 de agosto de 2012 às 14h31

    Essa é outra ridícula.

abolicionista

24 de agosto de 2012 às 14h07

Isso está ficando divertido. Se a Globo está tão indignada com o caixa dois do PT, por que aceitou a grana? E por que não devolve a grana? E sobre a reforma política, o PIG não vai falar nada? Um coisa ficou clara aqui: enquanto o Brasil não democratizar a mídia, continuaremos na m… em que estamos.

Responder

João Vargas

24 de agosto de 2012 às 13h50

Lewandowski foi um grande advogado de João Paulo Cunha. PT de carteirinha, quero ver convencer os outros ministros com esta balela. A mulher do dito cujo foi pega com a boca na botija sacando 50 paus do esquemão e ele não viu nada de ilícito.Não dá pra acreditar que um ministro do STF se preste a este triste papel.

Responder

    Daniel Bacellar

    24 de agosto de 2012 às 14h23

    Dinheiro não tem carimbo de origem. Eu já saquei quantias altas do banco por uma razão ou outra. Se ele precisa pagar dívidas de campanha com dinheiro do partido, como poderia saber que a origem era duvidosa?

    João Vargas

    24 de agosto de 2012 às 14h37

    Quem pagava dívida de campamha não era o Delúbio? afinal quantos tesoureiros tinha o PT? O pior cego é aquele que não quer ver.

    Onda Vermelha

    24 de agosto de 2012 às 17h49

    João
    Não foi só ele que não viu…
    O Ministro revisor desmontou a acusação de “lavagem de dinheiro”. E ainda ironizou o PGR que não incluiu o João Paulo no crime de “formação de quadrilha”. Afinal deveria haver algum liame que justificasse a lavagem de dinheiro com o restante da suposta quadrilha, vc não acha?
    Em resumo, goste-se ou não a tese da acusação, diga-se Gurgel, era fraca, uma tremenda furada e o Barbosão embarcou nessa sem nem mesmo analisar com mais cuidado os argumentos da defesa. Já tinha ouvido falar que contrariando a praxis jurídica o Joaquim não ter por hábito(ou não gosta) de receber advogados, mas é seu dever como magistrado, a bem do contraditório analisar o argumento de ambas as partes, defesa e acusação. Afinal, já a alguns anos ele não é mais membro do MP, ele é membro do STF. Lembra disso? Esta demonstrada aí a diferença…

    oziel f. albuquerque

    24 de agosto de 2012 às 20h18

    João Vargas o esquemão é a privataria tucana, que desvior dos cofros publico 33 bilhões. Até porque, todos os criminosos era do psdb.

acmsouza

24 de agosto de 2012 às 13h47

Existem: jornalismo e, o jornalismo; a coisa e, outra coisa. No são iguais, ao contrario, são totalmente dispares. Ser sósia não é ser igual, é ser somente parecido. O primeiro de maneira nebulosa, impossível de ser coordenada a mínima coerência de veracidade, usou de subterfúgio no recebimento de valor, usando terceiro supostamente desconhecido ( encobriu sua identidade no recebimento ), e, na destinação, também, usou maneira nebulosa não dando identificação ao destinatário. Um alto funcionário da república não pode prestar-se a intermediar transportagem de valores que não podem ser comprovados suas origens nem sua destinação, tal procedimento é no mínimo ridículo e eivado de suspeição. O segundo recebeu de maneira clara, de origem comprovada, por razão especifica e comprovada; entregou também de maneira clara a recebedor identificado, para fins específicos e comprovados, não fez transportagem nebulosa e suspeita, mas sim, transporte claro e convincente. uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.

Responder

Abelardo

24 de agosto de 2012 às 13h39

O ministro revisor provou a nação que as criticas que lhe fizeram, em razão do tempo gasto na revisão desse longo processo, foram injustas e infundadas. Isso ficou muito claro após demonstrar, com muita competência, o total domínio e conhecimento dos temas que até o momento foram abordados. É certo, que não conseguirá agradar a todos e que, também, não será o dono de toda a verdade. Porém, até esse momento do julgamento, é o ministro que transmite melhor a impressão de conhecimento de causa e certeza do que está falando.

Responder

Fabio Passos

24 de agosto de 2012 às 13h20

barbosa se queima todo tentando condenar cidadãos baseado em reporcagens do PiG…

Responder

jose rasia

24 de agosto de 2012 às 13h02

A mídia não poderia deixar de procurar de todas as formas desautorizar o voto do Min. Lewandoswski, pois quando ele afirma que ” se a corte entender que houve subcontratação ilegal de serviços, como propõe a defesa, terá que pedir ressarcimento dos R$ 7 milhões pagos aos veículos de comunicação do país. Os advogados presentes à corte acreditam que o voto de Lewandowski muda a perspectiva do julgamento.”
O voto do Ministro foi perfeito e honesto, já que é possível exigir objetividade de um juiz. O que não se pode acatar é quando um juiz vota desconhecendo os autos, ou seja as provas.

Responder

Gerson Carneiro

24 de agosto de 2012 às 13h02

Lewandowski é o mais novo inimigo do PIG.

Responder

joão

24 de agosto de 2012 às 13h00

Lewandowski desmontou o circo

Responder

Gerson Carneiro

24 de agosto de 2012 às 13h00

A primeira leva de absolvições já me custou uma amizade. Sério. Bob Freire conseguiu adestrar um ex-amigo meu e este se voltou contra mim.

Prometo: de hoje em diante nas redes sociais e aqui no VIOMUNDO eu sou vou brigar com quem discordar de mim. Eu quero é paz.

Responder

    Gerson Carneiro

    24 de agosto de 2012 às 13h01

    Correção: eu SÓ vou brigar…

Gerson Carneiro

24 de agosto de 2012 às 12h52

RT @VEJA Mensalão: Revisor abre espaço para absolvições.

Oras, trata-se de um JULGAMENTO. E em um JULGAMENTO a absolvição é uma das possibilidades.

Na verdade quem abriu espaço para absolvições foi a prórpia VEJA ao inventar um enredo.

Responder

Mancini

24 de agosto de 2012 às 12h46

Azenha, extra-pauta, já estamos transmitindo ao vivo da OEA, a reunião dos chanceleres sobre a inviolabilidade da representação diplomática do Equador em Londres. O início se dará em instantes. E também, audiência pública no STF sobre o amianto, que retorna a partir das 14 horas com mais nove expositores. http://refazenda2010.blogspot.com

Responder

    Elias

    24 de agosto de 2012 às 14h30

    Quero agradecer a Mancini por ter postado o link em seu “fora de pauta” que nos remete a assunto muito importante, qual seja, o conflito entre Reino Unido e Equador sobre a decisão de Rafael Correa dar asilo político a Julian Assangue. O link nos leva ao debate ao vivo na OEA com perfeita tradução simultânea.

    Mancini

    24 de agosto de 2012 às 17h55

    Elias, Azenha e internautas, ficou assim: Reunião morna, quase decepcionante. Poucos chanceleres presentes. A declaração aprovada tangeu-se tão somente à inviolabilidade da representação diplomática.
    O observador do Reino Unido esclareceu que o seu país não é signatário da convenção de Caracas de 1954, portanto não está obrigado a conceder salvo conduto. A observadora da Suécia falou que o seu país não dá nenhuma garantia que não extraditará Julian Assange para os EUA. Grosso modo é o que pudemos observar.
    Ou seja, Julian Assange continuará ‘preso’ na representação do Equador… Obrigado a todos!

Roberto Locatelli

24 de agosto de 2012 às 12h44

Graças a Lewandovski, ficou adiado o linchamento dos réus em praça pública, onde seriam queimados vivos, sob os aplausos do PIG.

Responder

    Chacal

    24 de agosto de 2012 às 13h03

    isso mesmo… adiado, apenas adiado!

    a punição aos mensaleiros virá, sem dúvida…

    RicardãoCarioca

    24 de agosto de 2012 às 13h21

    Virá de quem cometeu crime e não de quem você e o PiG quiserem.

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h39

    Meu caro Canis mesomelas , faço minhas as suas palavras, com um único adendo, se você me permite, com o intuito de dar um pouco mais de ritmo à sua frase profética azevedista-mervalista ; adendo que consiste em acrescentar um elegante “não”, após o termo “mensaleiros”. Um grande abraço é o que me pede para lhe enviar o seu primo Thalarctos maritmus!

    Mário SF Alves

    26 de agosto de 2012 às 09h35

    Dizem que o ódio costuma cegar. Raciocinemos, companheiro, raciocinemos. Só assim, quem sabe, a gente dá um chega para lá na cegueira. Cobrar absoluta retidão moral do PT é fácil. Afinal, tá tudo lá na bandeira, na estrela e inscrito no estatuto do partido. Esquecer que a corrupção está no DNA do capitalismo (e mais ainda no capitalismo que se pratica no Brasil) é igualmente fácil. Quero ver é cobrar um mínimo de retidão do PiG, ou dos demo-tucanos, por exemplo. Com o PT não, com o PT tem de ser tudo no fio da navalha, não é?
    É… pensando bem, já deve ser hora mesmo de o PT deixar de ser governo por uns tempos. Mesmo porque, quanto mais o tempo passa, maior é a exposição do partido a essa avalanche corruptora. A mesma que, inclusive, corrompe e sempre corrompeu grande parte da população.

Carlos Marins

24 de agosto de 2012 às 12h24

Como tem gente que defende bandido e ladrão, pior que roubou do dinheiro dele mesmo, dinheiro público.

Vai entender.

Responder

    Gerson Carneiro

    24 de agosto de 2012 às 12h54

    Carlos Marins, sinto informar: teu voto fora do STF não tem efeito algum.

    RicardãoCarioca

    24 de agosto de 2012 às 13h22

    Eu falo a mesma coisa para os fãs dos tucanos que vivem a defendê-los pela Internet.

    Zezinho

    24 de agosto de 2012 às 14h14

    E porque então vcs defendem com unhas e dentes o PT?

    RicardãoCarioca

    24 de agosto de 2012 às 15h44

    Zezinho, você está muito programado pelo PiG, um verdadeiro pig-zumbi. Se prestar atenção no que escrevo, eu digo que torço para que a Justiça seja feita. Quero ver criminosos condenados e inocentes inocentados, nesse e em qualquer outro processo. E, para seu governo, não tenho afiliação e nenhuma simpatia política por qualquer partido. Só tenho nojo de mentiras e manipulações. E o PiG, infelizmente, é a maior fonte dessas coisas terríveis.

    Daniel Bacellar

    24 de agosto de 2012 às 14h26

    Eu defendo quem não roubou e é acusado de roubo injustamente.

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    24 de agosto de 2012 às 21h15

    Carlos Marins, quando FHC resolveu entregar a Vale do Rio Doce , empresa estratégica nacional, articulada a diversos programas sociais, eu, sai de BH e fui para a porta da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro tentar , com toda as minhas forças, impedir que esse crime hediondo, que converte a quadrilha de Carlinhos Cachoeira numa quadrilha de meninos de rua, batedores de bolsas de senhoras, fosse perpetrado. Levei porrada da polícia. Corri pra lá, pra cá , gritei, xinguei o responsável e os membros dos partidos deles. O que você fez nesse dia, Carlos Martins? A Vale do Rio Doce , naquela época, fora avaliada em mais de 1 trilhão de reais ( imagine o que estará valendo hoje?). Note que desse cálculo escapou ativos de valor inestimáveis como a biodiversidade que passou a ser propriedade da mineradora, vendida por 3 bilhões de reais, com recursos do BNDES e do Fundo de Pensões. Até , então, por ser uma empresa estatal, seus investimentos eram direcionados para empreendimentos dentro do Brasil. A vale alienada, a vale roubada por banqueiros através de seu preposto colocado na presidência para isto, há dois anos atrás, investiu no Canadá,um dos países mais ricos do mundo e menos necessitados de investimentos externos, 14 bilhões de dólares, seguindo tão somente a lógica do lucro a ser apropriado por seus controladores,uma grande parte formada por estrangeiros, sem nenhuma contra-partida ao povo brasileiro que compulsoriamente , no passado, reuniu os recursos usados para edificá-la. Onde estava você nesse dia, Carlos Marins? Estaria ,na ocasião, convencendo alguém, não na Internet, porque esta não havia com a força que possui hoje, mas em um ambiente coletivo, em um comentário em uma coluna do PIG de que esse crime de traição nacional era positivo para o Brasil?

Bonifa

24 de agosto de 2012 às 12h15

As idas e saídas de Barbosa com Gilmar, a face transfigurada dos dois diante dos argumentos irrefutáveis de Lewandowski, e a reação quase estabanada, quase desesperada de Barbosa à sentença de Lewandowski, infelizmente, indicam que há algo bem diferente da simples e clara busca por justiça neste julgamento.

Responder

    RicardãoCarioca

    24 de agosto de 2012 às 13h24

    Nem duvidaria da possibilidade de estar rolando um ‘tribunalão’ irrigado pelo PiG e demais forças conservadoras, internas e externas.

Diniz

24 de agosto de 2012 às 12h03

Eu entendi direito ? A mídia, que sempre sustenta a existência do “mensalão” , foi a maior beneficiária do por ela chamado “maior e mais ousado esquema de corrupção” ? Porque então gente da laia de Robert Civitta, Otávio Frias Filho e os irmãos Marinho não estão no banco dos réus ?

Responder

Julio Silveira

24 de agosto de 2012 às 11h22

Nessa historia toda a unica vitima, por enquanto tem sido o Gushiken. Torcidas a parte, contra e a favor, mas o julgamento só se encerra no final. E aí quero ver como se comportarão as torcidas organizadas de aloprados de qualquer lado.
Ainda ontem (licença poética), vi gente chamar o Ministro Joaquim Barbosa de ínclito, quando desancava o Gilmar, que para mim continua Dantas será que deixará de ser votando a favor o João Paulo Cunha? Já vejo hostilidades contra o mesmo, por criminalizar o João Paulo, isso chega as raias do ridículo. É essa turma que permite a formação de quadrilhas, que depois vira luta de gangues. Minha aspiração é que o STF, acima de toda a minha desconfiança sobre eles, façam justiça para os cidadãos, acima de grupos, simpatizantes, ou cúmplices, de qualquer lado, até acima do que penso.

Responder

Mário Gomes

24 de agosto de 2012 às 11h17

E parabéns ao Azenha, foi citado pelo ministro Lewandovsky.

É blog sujo na fita!

Responder

Jairo Beraldo

24 de agosto de 2012 às 11h12

Nada como um dia após o outro. Eu tinha verdadeira admiração pelo relator, min. Barbosa e um pé atrás com o min. Lewandowski (a não ser que seja um jogo de cena por parte dos dois para deixar de fora do julgamento o rabugento e PIGuento min. Peluso). Mas todos sabemos que nunca se pode prever o que vai sair da cabeça de um juiz (só temos certeza do que vai sair da cabeça do Gilmar, que é sempre favorecer bandidos e mafiosos ricaços e da direita).

Responder

    Rodrigo Leme

    24 de agosto de 2012 às 11h37

    Aí, a sua admiração muda de acordo com os interesses do PT. Por essa atitude que esses réus serão inocentados, ninguém do esquema Cachoeira vai pra cadeia, ninguém vai discutir irregularidade em privatização…

    Não que isso me espante, o Brasil sempre se resumiu a isso: espetaculo e impunidade.

    RicardãoCarioca

    24 de agosto de 2012 às 13h29

    Você e todos nós devemos torcer para um julgamento justo, onde criminosos serão condenados e os inocentes serão inocentados. Não é você, eu, PiG, a voz do povo e 3003 comentaristas de política que julgam os réus, é o tribunal da Justiça.

    Está claro que você foi na onda do PiG. Seria o caso de parar, pensar e talvez de reavaliar o que você está pensando sobre a AP 470.

    Temos de torcer para que a Justiça seja feita. Ninguém pode afirmar se um dia não estaríamos no banco dos réus, clamando por essa mesma Justiça da qual estou lhe falando e que você está ignorando.

    Ricardo JC

    24 de agosto de 2012 às 14h50

    Você realmente acredita que o interesse daqueles que defendem a punição dos réus é acabar com a corrupção e toda a bandalheira? Ou é só (mais) uma estratégia para tentar apartar o PT do poder? Se quisessem acabar com a bandalheira estariam clamando por justiça em outras paragens também(Privataria Tucana, Mensalão Mineiro, Operação Vegas e outras mais) …especialmente a mídia corporativa e seus seguidores fiéis!!!

    Marcia Noemia

    24 de agosto de 2012 às 16h41

    Para você quem discorda da condenação é do PT.

    Marcia Noemia

    24 de agosto de 2012 às 16h54

    Este é o tipo de argumento do senso comum: “terminar em pizza;” tenho vergonha de ser brasileiro” e outra frases de efeito. É preciso avançar nas críticas. Existe uma visão equivocada que a corrupção está só nas altas esferas do Estado. O diretor de escola, o administrador do hospital e outros também entram nesta roda nociva. A grande mídia não tem interesse em embasar a opinião das pessoas sobre a corrupção, pois ela fala de um partido, mas não fala de outros; fala de um candidato e não fala do outro. Lamentável esta conduta, pois se é pra falar em corrupção, fale e anlise todas sem excessão

henrique de oliveira

24 de agosto de 2012 às 11h09

O importante é que a grande midia SIFU.

Responder

    demetrius

    24 de agosto de 2012 às 11h44

    Tb acho, afinal a globo e a abril poderiam ganhar mais do que ganharam, não é?

Paulo Roberto Álvares de Souza

24 de agosto de 2012 às 10h25

O Ministro Relator diz que na sua réplica irá iluminar o votos dos seus pares! O cara pensa que é Deus? Êle esteve iluminando, até ontem, isto sim, o voto da mídia calhorda que assola o País e o dos jagunços cuja pena é alugada pelo que tem de mais retrógrado e perverso na oposição brasileira. Uma mídia que se arvora, e o faz, a pautar um julgamento, pela corte suprema do País, de viés escancaradamente político, em pleno processo eleitoral, espetacularizando-o em absoluto desfavor do Governo, democraticamente eleito e com elevados índices de aprovação pela população brasileira, e que encontra, entre membros dessa Corte, essa mídia criminosa, apoio e alinhamento com seus propósitos nefastos, e que, mínimamente contrariada, sai defenestrando os que destoam do “script”, sejam eles ministros da corte suprema do País, ou quaisquer outras autoridades republicanas.

Responder

    Maria Thereza

    24 de agosto de 2012 às 16h14

    É outro que anda precsando de uma terapia. Está se achando…Ele é que vai “iluminar” os outros juízes? São todos tapados? Não sabem ler? A luz dos holofotes não deixa que Barbosa perceba que tanta bajulação tem prazo e pronunciamento de validade. É só ele dizer alguma coisinha que não agrade a seus atuais adoradores, que ele é jogado na sarjeta.

    Maria Izabel L Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h18

    viu só quanta arrogancia?? Mal chego a acreditar que ele tenha mesmo proferido essas palavras. Ele não suporta o contraditório e o fato de Lew estar brilhando tanto quanto ele. O ministro Barbosa é deselegante com os colegas pois acusou o revisor de “desleal”… e gosta também de xingar os réus a quem chama de “torpe” e outras palavras depreciativas. Isso não é postura de um ministro do Supremo.É vicio de promotor, que ele nunca deixou de ser.

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    25 de agosto de 2012 às 00h52

    É duro reconhecer, mas me parece que o grande problema de Barbosa foi ter nascido negro. Não sei qual é a sua origem: se de uma família humilde, tal como a maioria de seus irmãos de cor, ou se seu paí já pertencia à minoria de negros que conseguiram vencer as barreiras impostas aos negros que tentam ascender socialmente. Barbosa era, com certeza, um menino inteligente. As sutilezas do racismo ( e essas sutilezas são as piores manifestações do chamado “racismo à brasileira”) certamente não escaparam à sua sagacidade. Imagino o menino furioso por constatar ser objeto de uma segregação delicada,sutil, como bem disse. Alguns amiguinhos que o olham diferente; outros, igualmente sagazes, que exageram tentando compensar o preconceito implícito de alguns com excesso de atenção afetada(comportamento que lembra o de alguns membros da classe média que, para combater o racismo de que se sentem infectados, acabam estabelecendo uma espécie de sistema de cotas para as suas relações,que exige que se faça a força, de forma não natural , amizades com negros, para escaparem ao estigma de racistas). Barbosa se impôs trilhar o espinhoso caminho da auto-afirmação. Parece que o ministro está sempre travando essa luta que com certeza travou no passado, desde criança, contra o “racismo à brasileira”.Descobriu, provavelmente através de um conselho adulto , que o estudo é a única possibilidade de ascensão social permitida a um negro, além do futebol e das artes populares.Especulo que, em sala de aula, sentava na primeira cadeira. Olhos postos no professor. O objetivo: ser o primeiro da classe. É provável que tenha conseguido. E assim parece ter sido sempre. Barbosa continua atormentado pelo mesmo sentimento de auto-afirmação. Talvez tenha sublimado a obsessão neurótica, acreditando estar ali, naquele tribunal,não apenas para ser o primeiro negro a consegui-lo (e isso que seria mais do que suficiente para a causa dos que desejam ver mais e mais negros ocupando postos de comando em nosso país, não é suficiente para Barbosa)mas para ser o primeiro, o mais preparado,o mais implacável,o mais inquestionável dos ministros. Barbosa continua sentado na primeira cadeira, aguardando ansiosamente o professor dizer o seu nome e, em seguida, a sua média geral, enquanto ouve os nomes que lhe precedem na lista de chamada e suas notas, com atenção especial àqueles que podem lhe conquistar o pódio.Alguém aqui, em não sei qual artigo, falou que Barbosa necessita de um ortopedista que lhe cure a coluna, causa suposta de seu mau humor.Em minha opinião, Barbosa precisava , há uns 40 anos atrás , ter feito uma boa psicanálise. O diabo é que a sua obsessão em ser o primeiro provavelmente o converteu em alguém isolado,quando estudante, distante das lutas políticas juvenis. Assim, a única ideologia que pode orientar os seus valores é o liberalismo burguês ( não digo que seja o conservadorismo oportunista da mídia, mas o liberalismo mais puro, onde a meritocracia, a reputação ilibada, o esforço individual, o trabalho , etc, têm um peso altíssimo). Em minha opinião , a gente precisa tentar alcançar os ouvidos de Barbosa, chamá-los à razão. Exigir que ele ouça as recomendações do ministro-revisor, de que um juiz não deve se deixar manipular pela opinião pública e muito menos manipulá-la. Se Barbosa continua querendo ser o primeiro, é bom entender que não será o PIG que lhe concederá essa medalha. No STF, só há um jeito de se ser o primeiro:que é ser o mais justo.

CARLSON MAGNO

24 de agosto de 2012 às 10h09

O STF E A LEI MURPHY ( Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível – Lei de Murphy) O STF ESTÁ PAGANDO O PREÇO POR TER SE DEIXADO PAUTAR PELOS BARÕES DA MÍDIA RETROGRADA (GLOBO-FOLHA-ESTADÃO-VEJA). A VAIDADE DOS SEUS MINISTROS SE DEIXOU LEVAR PELOS HOLOFOTES DESTA MÍDIA. CADÊ O JULGAMENTO DO PRIMEIRO MENSALÃO MINEIRO DO PSDB DE 1998. SERÁ QUE ESQUECERAM E VAI PRESCREVER O PRAZO. A IMAGEM DO STF VAI SAIR CHAMUSCADA PERANTE A SOCIEDADE. POR CONTA DA VAIDADE DOS SEUS MINISTROS QUE NÃO SEGUIRAM A PAUTA DA INSTITUIÇÃO, E SIM A PAUTA DA VELHA MÍDIA.

Responder

José Maia

24 de agosto de 2012 às 09h56

Caros,
Se a imprensa monitorar, provavelmente vai encontrar Gilmar reunido com Barbosa, neste fim de semana, preparando a réplica de Barbosa para segunda feira.

Responder

Jose Mario HRP

24 de agosto de 2012 às 09h46

Sem discutir o voto do Ministro Lewandoviski é triste ver o papel “papelão” do Ministro Joaquim Barbosa!
Sempre agressivo e “dono da verdade” só não percebeu que seu voto, na íntegra, foi simplista e fraco, só se baseando em ilações não provadas e presunções!
Foi um grande erro de Lula trazer esse senhor a nossa mais alta corte!
Há outro homens de cor negra no nosso Judiciário tão ou mais competentes e que são equilibrados e coerentes!
Transforma a corte em circo rotineiramente!

Responder

    Romanelli

    24 de agosto de 2012 às 09h55

    13 %, segundo a AMB, dos nossos juízes são formados por pretos e pardos

    ..provando aqui, também, que NÃO há racismo explícito e generalizado, impeditivo de ascensão social no BRASIL ..isso, esta tese medonha que tentam nos fazer crer os mimetistas cotistas RACISTAS, xenófilos de carteirinha, espalhados por aqui

    Marcos

    24 de agosto de 2012 às 10h23

    Filho, o comentário seu é muito fraquinho. Com uma população com mais da metade formada por não-brancos, 13% é uma piada.

    Pimon

    24 de agosto de 2012 às 10h50

    No texto. dois bilhões…. isso é coisa de Serra com Rodoanel e Kimim com Transmissão Paulista.

    Dois mião, revisor!!!!

    mariazinha

    24 de agosto de 2012 às 11h26

    Entretanto, querido, apesar de amar o nosso LULA, creio que ELE errou também ao nomear o Toffoli, branquelo, emproado e mal encarado. Pelo visto, D. MARISA salvou a PÁTRIA.
    http://colunas.revistaepoca.globo.com/paulomoreiraleite/2012/08/24/depois-de-lewandovski/

    Zezinho

    24 de agosto de 2012 às 14h16

    Mais uma racista…

    Vlad

    24 de agosto de 2012 às 11h52

    Tava demorando.
    E o que que tem a ver a cor dos ministros?

    Maria Izabel L Silva

    24 de agosto de 2012 às 17h27

    Também acho desnecessário esse debate sobre a cor ou “raça” dos ministros. Não importa a cor, estão todos em pé de igualdade naquela Corte. Eu me surpreendo é com os diferentes sotaques dos ministros. O Ayres Brito, carrega no nordestines, já o Barbosa não tem como negar que é carioca da gema. E o Celso de Melo, paulista até os ossos. Acho belíssima essa diversidade.

    Jose Mario HRP

    25 de agosto de 2012 às 04h51

    Está mais que óbvio que não há nada de racismo no meu comentário, mas é óbvio que Lula o escolheu também por ser negro, foi um ato calculado, como exemplo a ser seguido de compor uma corte mais igual a composição racial do país.
    Mais uma mostra de que Lula procurou e procua por justiça social e distribuir inclusão social!
    Mas tem cada mané aqui que só sabe criticar!
    Ve ruindade em tudo!
    Acordem , pois o Joaquim atrapalha com seu destempero um julgamento lúcido de qualquer causa!
    Mas se voces não sabem interpretar texto voltem para a escola!

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    25 de agosto de 2012 às 16h21

    Dizer que “o racismo não tem nada a ver” com essa discussão não procede. O medo que a mídia explicitou em relação a Barbosa desde sua indicação por Lula, fundava-se na lógica de que um ministro negro tenderia a ser mais implacável com réus pertencentes às elites brancas ( como aliás se verificou no caso de Daniel Dantas). As elites sabem que a maioria dos negros (por pertencerem ao estrato da sociedade que recebe, em média, os piores salários; por formarem a maior parte da população que mora e vive em condições de risco, a maior parte da população carcerária; por serem negros a maioria das vítimas das balas assassinas das polícias militares; por serem negras a maioria das empregadas domésticas, dos trabalhadores sem qualificação , com baixa escolaridade,etc) que a possibilidade de que um juiz de origem negra seja implacável com seus crimes é muito maior. Aliás, por trás da campanha maciça contra o sistema de cotas nas universidades, a meu ver, para além desse racismo puro e burro, está esta mesma avaliação indutora desse medo entre as elites: jovens negros ao ingressarem na universidade tendem a mudar a composição social das mesmas, tornando-as mais sensíveis aos problemas sociais , revigorando os movimentos estudantis no sentido da retomada de suas lutas históricas por uma universidade pública , de qualidade, produtora de conhecimento a serviço dos interesses da maioria da sociedade, e não de interesses privados escusos. Por outro lado, pode também ocorrer, a meu ver, um efeito colateral do racismo entre negros, tal como tentei explicar em meu comentário logo acima. Para mim, por causa desta obsessão doentia de Barbosa em se auto-afirmar eternamente, jamais se contentado com o que conquistou( e que não foi pouco) talvez esteja procedendo tal como fez em sua relatoria, induzido ao erro pelo medo de errar que a pressão da mídia corporativa vem exercendo. Para Barbosa, Barbosa não podo cometer erros, não pode decepcionar, não pode falhar. E, por isso, falhou! Para mim, Barbosa é um homem íntegro, porém alguém precisa lhe abrir os olhos. Parece que o ministro-revisor também busca compreender as atitudes de Barbosa, quando sublinha que um juiz não pode ser pautado pela opinião pública nem tampouco deve tentar influenciá-la. Talvez, ainda seja tempo de Barbosa voltar a cair em si. Talvez exista um amigo que conheça o seu valor como pessoa, que esteja acompanhando o seu destempero emocional no STF,e que possa ajudá-lo a se recompor. Não para inocentar culpados, mas para que, ao produzir seu relatório, não o faça supondo que está construindo uma obra irretocável, isenta de falhas, de erros de avaliação. Para que não tome a discordância do ministro-relator como se fosse uma declaração de guerra, uma tentativa de humilhá-lo ( como o negro que ele é, tal como a vida sempre lhe ensinou e continua a lhe ensinar). Aliás, há algum negro entre os 38 réus? Se diz ,com muita propriedade, que rico não vai para a cadeia e que, entre os pobres, primeiro, devem ser os negros a ser para lá levados.

Marcelo de Matos

24 de agosto de 2012 às 09h44

Não entendi a frase: “se a corte entender que houve subcontratação ilegal de serviços, como propõe a defesa”… A defesa que alegou “subcontratação ilegal de serviços” ou o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, secundado por seu fiel escudeiro Joaquim Barbosa?

Responder

    J Fernando

    24 de agosto de 2012 às 10h38

    Eu também percebi o erro aí.
    É ACUSAÇÃO e não DEFESA.
    Deve ser erro de digitação.

Marcelo de Matos

24 de agosto de 2012 às 09h20

O Departamento de Probidade e Patrimônio Público da Procuradoria-Geral da União, AGU, está de parabéns: empresa de Luiz Estevão terá de devolver R$ 468 milhões aos cofres públicos, dinheiro proveniente de desvios de verba pública na construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. O MP, porém, tem mais dinheiro para recuperar. Dados bancários enviados à CPI do Cachoeira mostram que em março de 2008, quando ainda era diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agnelo Queiroz, atual governador do DF, fez duas transferências bancárias para o PM João Dias, cada uma de R$ 2,5 mil. Os R$ 50.000,00 recebidos por João Paulo Cunha do esquema “mensalão” também devem ser recuperados. E que falar dos R$ 20.000,00 recebidos do valerioduto (vulgo mensalão) pelo professor Luizinho? Não importa que as importâncias sejam irrisórias: de grão em grão a galinha enche o papo. Como nesses casos os investigados são do PT, além de devolver o dinheiro devem pedir desculpas aos eleitores e sofrerem condenação. Não é possível ser condescendente com essa gente.

Responder

    Romanelli

    24 de agosto de 2012 às 09h49

    verdade ..mas vai levar tempo ..e enquanto isso, enquanto isso ainda pagamos a PF pra tomar conta do cafajeste do LALAU que se aposentou proporcionalmente e nem foi em CANA, morando ainda em bairro nobre de SP

    ..ou seja, ainda damos grana pra ele (e família via herança) encher suas burras a nossas custas, nossas e da saúde, educação etc, isso quando em verdade deveria perder até as calças por um dia ter se atrevido a nos julgar

    talvez aqui foi o único caso em que o corruptor foi pra cadeia, e o corrupto não, pois normalmente todos sabemos que AMBOS saem livres, né mesmo ?

    ai caracas

    Alex

    25 de agosto de 2012 às 01h21

    Não podemos nos esquecer dos 2bi que o leão está cobrando da globo.

FrancoAtirador

24 de agosto de 2012 às 09h19

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PGR NÃO DENUNCIOU O JORNALISTA COSTA PINTO,

PORQUE É JORNALISTA OU PORQUE É PINTO?

Segundo o revisor, a IFT prestou serviços para a Câmara, conforme testemunho de diversos deputados, jornalistas, peritos e técnicos ouvidos na instrução penal. E não para o deputado.

Ele [o ministro Lewandowski], inclusive, questionou por que o MP não denunciou o proprietário da agência como coautor do crime, já que sustenta a tese de peculato.

“Se João Paulo Cunha tivesse cometido este crime, o jornalista Luís Costa Pinto seria coautor”, sustentou.
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E A OLIGARQUIA FAMIGLIAR MÁFIO-MIDIÁTICA,
QUE “RECEBEU DINHEIRO DO VALERIODUTO”,
POR QUE TAMBÉM NÃO FOI INCLUÍDA NA DENÚNCIA?

Segundo relação apresentada pelo ministro, a TV Globo foi a campeã em recebimento de verbas públicas para publicidade (R$ 2,7 milhões)…

Entre os impressos, o Grupo Abril, que edita a revista Veja, foi quem mais lucrou (R$ 326 mil),
seguido pelo Grupo Estado (R$ 247 mil) e pelo Grupo Folha (R$ 247 mil).

A fundação Vitor Civita, do Grupo Abril, recebeu outros R$ 66 mil.
.
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Responder

RicardãoCarioca

24 de agosto de 2012 às 08h59

Se o acesso ao STF fosse por concurso público e não por indicação, acho que apenas três dos atuais onze ministros conseguiriam passar nas provas. Barbosa está agindo como o quindim de iaiá do PiG, até de forma estranha. Parece estar mais inclinado a condenar do que a julgar. Uma pena. Barbosa é mais um da elite jurídica que é conservador e, aparentemente, subserviente ao PiG também.

Responder

Romanelli

24 de agosto de 2012 às 08h56

eu NÃO duvido que muito das denuncias foram MAL FORMULADAS ..inclusive que o tal mensalão é pura ficção

agora, daí a ideologizar e misturar estações, francamente ?

tivessem todos sido citados também por sonegação fiscal e a garantia duma pena era praticamente certa

AFINAL, os advogados comemoram o que ? a torpeza e falta de coerência da nossa justiça e sociedade, talvez ?

Hoje eles, amanhã vocês, não tenha duvidas disso

R.Levandowsky (no STF desde mar/06) tem se mostrado a cara da nossa justiça ..fica vermelha cara sem vergonha !!!

..no início o morcegão tentou MELAR o julgamento atendendo a chicana jurídica que levaria à 1a instância e ao decurso de prazo certeiro e vergonhoso

..noutra tarde, enquanto mostrava astúcia em não cair em pegadinha de versão sem pé nem cabeça de ex do BB, ontem, por outro lado, desculpe, penso que nos deu provas de que quer nos fazer crer na figura dum SACI Perere

Enquanto condena o ex do BB por receber GRANA viva e NÃO provar o destino, ontem..

Ontem, de J.Paulo, ele aceita a versão poética de que a grana VIVA dada em espécie em Brasília, na região CENTRO OESTE do país, pra sua esposa que provavelmente é a pessoa de sua maior confiança, a mesma que com ele tentou ESCONDER e negar do dinheiro até o último momento do 2o tempo..

..ontem Ricardo aceitou a versão de que a grana foi pra pagar, EM ESPÉCIE, em TRÊS prestações, pesquisa de opinião da região de Cotia e Osasco na região SUDESTE

..humm, e isso com a grana viajando mais de 1,5 MIL km com funcionário e de avião, na valise de um assessor ?? ..tudo, pra depois ficar dormindo por até 90 dias em casa (foi paga entre set-dez disse nos autos o recebedor)? ..qualé, acho que no tempo dos Templários os caras eram mais sensatos, não ?

olha, podemos aqui falar se houve ou não corrupção, se o réu cometeu ou não peculato ou se se enquadra exatamente nos crimes a ele imputado etc, agora, passar atestado de que a coisa era transparente e honesta como fez o Ricardo, FRANCAMENTE, da minha parte digo: vai a merdx !!!!

Responder

    Romanelli

    24 de agosto de 2012 às 09h32

    ah sim, e como deixar de lembrar …apesar de dizer (na verdade após ser pego no flagra) que a GRANA saiu depois de um apelo feito a DELÚBIO em SP (o songa-monga do PT), não se esqueçam que a erva saiu mesmo foi duma conta de MARCOS VALÈRIO, e não do PT

    http://www.youtube.com/watch?v=cRT8jnFdnqU

    Ertha Lucia Buys

    24 de agosto de 2012 às 09h51

    Romanelli,

    Não considere abuso eu contraditá-lo. Ninguem, ninguem mesmo está dizendo ou pensando que não há irregularidades. Apenas estamos dizendo que o mensalão é ficção do PIG. O mal feito chama-se “CAIXA DOIS”. Praticado por todos os partidos em todas as eleições, há anos, e não só pelo PT. Por que você não prestou a atenção indispensável para o intendimento do argumento do Min. Lewandowski, A LISTA DE VALORES RECEBIDOS PELAS EMPRESAS DE COMUNICÃO? se o serviço não foi prestado por que foi pago pela divulgação só a GLOBO 2,7 milhões?Use a cabeça e não fígado para entender este processo. Senão você corre o risco de cometer o crime de condenar inocentes e pior, sem provas. Quanto ao PIG o que você me diz deles passarem 7 anos acusando este esq

    Romanelli

    24 de agosto de 2012 às 10h22

    magina Ertha, fique a vontade em se opor, eu não pretendo e nem acho que tenho de toda a verdade ..aliás, concordo com muito do que vc diz

    Vc mesmo disse que houve “mal feito” ..e então ? ..ah, mas os outros cometeram, dirão ..e então eu repito ? ..então nada uai, estes foram pegos, PAU ..e nos outros tb, claro ..NA MEDIDA

    afinal, o que queremos ? .uma sociedade de direitos e deveres ou uma de exceções casualísticas ?

    Diante desta hipocrisia em que vivemos fica difícil ..agora mesmo temos uma turma defendendo o financiamento Público como purgação ..eu digo que NÃO !!! ..pra nossa realidade isso será mais uma sangria, uma tentativa de manter lá quem lá já chegou ..afinal, quais os critérios de rateio ?

    e pq tais regras seriam aceitas se outras não o foram ?

    Penso que com o pouco caso e INCONSEQUÊNCIA que tratamos a nossa democracia, convenhamos, aposto com você que teremos oficialmente VERBA PUBLICA (tungando ainda mais o povão) ..e paralelamente estes esquemas que “todos praticarão” ..impunemente, bom que se diga

    CAIXA 2 é grana envergonhada, escondida, não é poesia

    No mais, só de pensar que essa turma (T_O_D_O_S, estes tiriricas de TODAS as bandeiras) ainda querem nos governar (tipo serra bolinha) ..nos ditar regras e leis, muitas vezes nos apenando, castigando e “mostrando” como se portar e viver ..eu hein, jesuuuuusss ..se nem o filho Matheus que pariram assumem, o que dirá do resto

    Verdade, tô naquela fase que NÃO me satisfaço mais com esta democracia representativa ..gostaria de viver uma mais PARTICIPATIVA, de mais consulta direta e de menos intermediários que recebem salário, poderes e benefício nababescos, desproporcionais ao resto da população ..só não sei ainda como fazer ..embora reconheça que pra começar tem-se que DEBATER francamente

    abrá

    Ertha Lucia Buys

    24 de agosto de 2012 às 09h55

    Romanelli,

    Não considere abuso eu contraditá-lo. Ninguem, ninguem mesmo está dizendo ou pensando que não há irregularidades. Apenas estamos dizendo que o mensalão é ficção do PIG. O mal feito chama-se “CAIXA DOIS”. Praticado por todos os partidos em todas as eleições, há anos, e não só pelo PT. Por que você não prestou a atenção indispensável para o intendimento do argumento do Min. Lewandowski, A LISTA DE VALORES RECEBIDOS PELAS EMPRESAS DE COMUNICÃO? se o serviço não foi prestado por que foi pago pela divulgação só a GLOBO 2,7 milhões?Use a cabeça e não fígado para entender este processo. Senão você corre o risco de cometer o crime de condenar inocentes e pior, sem provas. Quanto ao PIG o que você me diz deles passarem 7 anos acusando este esquema e não citou nem uma vez, umazinha só que receberam 7 milhões?

    Wildner Arcanjo

    25 de agosto de 2012 às 01h34

    Burro de carroça não anda sem as “tapadeiras”. Sem elas ele “impaca”. Alguns vão continuar a levar os preconceitos por muitos e muitos anos. Fazer o quê?


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