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Carta Maior: Dirceu, Genoino e outros oito podem requerer novo julgamento


23/10/2012 - 07h40

A pequena margem que garantiu a condenação de dez réus por 6 a 4 foi alcançada com votos duros, que escancararam o caráter político do julgamento do “mensalão”. O ministro Marco Aurélio Mello chegou ao limite de reler seu discurso de posse na presidência do TSE, em 2006, no auge do escândalo que envolveu o PT. “Ao usar a voz da urna, o povo brasileiro certamente ouvirá o eco vitorioso da cidadania, da verdade”, recomendou. Nesta terça-feira (22) os ministros decidirão o que fazer com os empates.

por Najla Passos e Vinicius Mansur, em Carta Maior

Brasília – Após sete anos de forte campanha midiática, os réus do “mensalão” denunciados por crime de formação de quadrilha, incluindo a cúpula do PT, foram condenados com pequena margem: 6 votos a 4. Com isso, eles podem ingressar com embargos infringentes, medida prevista no artigo 333 do regimento interno do Supremo Tribunal Federal (STF) que, se acatada, assegura novo julgamento aos réus condenados com pelo menos quatro votos divergentes.

A sessão desta segunda (22) deu continuidade à análise do capítulo 2 do processo, iniciada na semana passada, com a condenação de 11 dos 13 réus pelo relator, Joaquim Barbosa, e a absolvição de todos eles pelo revisor, Ricardo Lewandowski. A pequena margem que garantiu a condenação foi conseguida com votos duros, que escancararam o teor político do julgamento, com vistas a influir no resultado das urnas do próximo domingo (28).

O mais impressionante deles foi o do ministro Marcos Aurélio Mello, que releu seu discurso de posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2006, no auge do escândalo do “mensalão”.

O ministro revelou que, à época, pediu que o então presidente Lula não comparecesse ao evento porque precisava “dar um recado” sobre os “tempos muito estranhos envolvendo a vida pública”, que levaram o país não só a “uma crise de valores, senão um fosso moral e ético que parece dividir o país em dois segmentos estanques: o da corrupção, seduzido pelo projeto de alcançar o poder de uma forma ilimitada e duradoura, e de uma grande massa comandada que, apesar do mau exemplo, esforçasse para sobreviver e progredir. Não passa dia sem depararmos com manchete de escândalos”.

Para combater a corrupção, o discurso relido de Marco Aurélio evocou “o poder revolucionário do voto com o qual, eleição após eleição, estamos os brasileiros a nos aperfeiçoar”, disse que “ao usar a voz da urna, o povo brasileiro certamente ouvirá o eco vitorioso da cidadania, da verdade” e que impunha-se ao eleitor “a conscientização, a análise do perfil, da vida pregressa daqueles que se apresentem [candidatos]”, pois “somente dessa forma o eleitor responderá às exigências do momento, ficando credenciado, em passo seguinte, eleitor, à cobrança”.

Em seu voto, o magistrado condenou 11 dos 13 acusados e ironizou: “Mostraram-se os integrantes em número de 13. É sintomático o número. Mostraram-se afinados (…). Pareciam a máfia italiana”. Marco Aurélio absolveu os ex-diretores do Banco Rural, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório.

Com o revisor

Três ministros seguiram o revisor, Ricardo Lewandowiski, e absolveram todos os 13 réus denunciados por formação de quadrilha. Primeira a votar nesta tarde, a ministra Rosa Weber manteve posição já destacada em votos anteriores, de que a tipificação da quadrilha exige que ela seja formada para a prática de crimes e que pressuponha alarma e perturbação da ordem social. “Quadrilha é a estrutura que causa perigo por si mesma, o que nada tem a ver com concurso de agentes”, justificou.

A ministra alegou também que a tipificação do crime de quadrilha exige a pré- associação dos agentes para a confecção de crimes variados. “Só existe quadrilha na acepção legal quando os agentes visam a uma quantidade indeterminada de delitos”, acrescentou. Rosa se amparou em decisão do Tribunal de Justiça da Alemanha sobre crime equivalente naquele país. “Não identifico em qualquer hipótese, à luz dos fatos descritos nos autos, o dolo de criar ou participar de uma organização autônoma com vistas à prática de crimes indiscriminada”, sintetizou.

O ministro Joaquim Barbosa interveio. Descartou os argumentos jurídicos e optou pelo discurso emocional do suposto tratamento diferenciado entre crimes de pobres e ricos. “Eu estou com a impressão de que nós estamos caminhando para algo que eu denominaria uma exclusão sociológica de crimes de formação de quadrilha. A ideia que começo a perceber é que só praticariam o crime de formação de quadrilha as pessoas que praticam latrocínio, sequestro, roubo… os chamados crimes de sangue”, criticou.

Ele lembrou que, no decorrer desta ação, a corte condenou várias pessoas que cometeram crimes contra a administração pública. “Compra de parlamentares não pode ser cometida sem que haja concerto entre pessoas, porque dinheiro não dá em árvores. É preciso que haja crime de sangue para que a paz seja abalada? Não basta este crime de pecuniarização da vida política?”, questionou.

A ministra Carmem Lúcia pediu para antecipar seu voto e contra-argumentou. Segundo ela, outras decisões da corte comprovam que é possível condenar por formação de quadrilha os praticantes de crime de colarinho branco, desde que a tipicidade seja comprovada, o que ela não acreditava ser o caso deste julgamento. Para a ministra, a ação em pauta trata de pessoas que chegaram a cargo de poder ou que faziam parte de empresas de maneira legítima, e ali naqueles cargos praticaram um ilícito penal. Portanto, têm que responder pelos crimes que praticaram, e não serem tratadas como se tivessem chegado ao poder apenas para cometê-los.

Em um voto relâmpago, o ministro Dias Toffoli apenas informou que acompanharia o revisor.

Com o relator

O ministro Luiz Fux seguiu integralmente o relator. Conforme ele, “restou incontroverso neste plenário que três núcleos se uniram em torno de um projeto delinquencial comum”. Para justificar a opção por quadrilha e não coautoria, se amparou no tempo em que os crimes foram praticados e em um entendimento abstrato do conceito de paz pública. “Essa quadrilha atuou por quase três anos e só acabou em função de um escândalo. Não é normal na doutrina coautoria por tanto tempo”, argumentou.

O ministro Gilmar Mendes também entendeu que houve formação de quadrilha. Com base em acórdão de autoria do colega Celso de Mello, defendeu que, para formação de quadrilha, é necessário concurso de pelo menos quatro pessoas, com o objetivo de prática criminosa, de forma estável e permanente. “O crime de quadrilha não se confunde com concurso, que é eventual e temporário”, justificou.

Mendes ainda ressaltou que os dirigentes do PT tinham um projeto de poder que combinava dois fatores: expansão do partido e formação da base aliada. E que não se furtou a usar de meios ilícitos para concretizá-lo. “Não se pode cogitar o normal da ordem pública e social quando se tem um partido político cooptando parlamentares”.

Já o decano, Celso de Mello, começou seu voto dizendo que, em mais de 44 anos de atuação na área jurídica, nunca viu o delito de quadrilha “tão nitidamente caracterizado”. E chegou a compará-lo aos crimes cometidos pelo tráfico de drogas, que mitiga o Rio de Janeiro, ou ao PCC, que atemoriza São Paulo. Para rebater argumentos do revisor, Mello afirmou que os integrantes de uma quadrilha não precisam viver necessariamente das atividades dela e que esta ação criminosa em grupo afetou a paz pública ao se instalar “no núcleo mais íntimo e elevado de um dos poderes da República”.

Em um voto carregado de adjetivos, Mello afirmou que “a essa sociedade de deliquentes, o direito penal brasileiro dá um nome: o de quadrilha ou bando”. Pouco depois, destacou que o STF não está criminalizando a política: “Estamos a condenar não atores políticos, mas protagonistas de sórdidas tramas criminosas”.

O presidente Ayres Britto seguiu a mesma linha do decano. Defendeu a existência da quadrilha e destacou que “o que estamos julgando é um modo espúrio, delituoso de fazer política”.

Resultados

Ao final, foram condenados por 6 votos a 4 o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, o ex-presidente do PT, José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delubio Soares, o publicitário Marcos Valério, os ex-sócios dele Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, o advogado Rogério Tolentino, a ex-diretora das agências de Valério, Simone Vasconcelos, e os ex-dirigentes do Banco Rural: Kátia Rabello e José Roberto Salgado.

A ex-funcionária do Banco Rural, Ayanna Tenório, foi inocentada por unanimidade. Já a ex-funcionária de Valério, Geiza Dias, foi absolvida, mas só não contou com o voto de Marco Aurélio. O ministro também inocentou o ex-diretor do Banco Rural, Vinicius Samarane, provocando o sétimo caso de empate no julgamento.

Nesta terça-feira (22) os ministros decidirão o que fazer com os empates, mas as manifestações até o momento indicam que os réus serão favorecidos neste caso.

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66 comentários

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Genoino: “O que fiz pelo PT foi legítimo e necessário” « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de outubro de 2012 às 23h29

[…] Carta Maior: Dirceu, Genoino e outros oito podem requerer novo julgamento […]

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Marcos Coimbra: Analistas da “grande imprensa” devem ficar ainda mais atordoados « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de outubro de 2012 às 23h21

[…] Carta Maior: Dirceu, Genoino e outros oito podem requerer novo julgamento […]

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Álvaro

24 de outubro de 2012 às 15h08

CORTE PEQUENA

Tá! O Supremo Tribunal Federal é a derradeira instância da Justiça. País civilizado tem de ter uma corte suprema. Se não tiver, não tem Justiça. Por isso, o Supremo tem de ser respeitado, mesmo quando erra. É humano etc. Todo mundo concorda. Mas…

E quando o supremo tribunal faz justiça sumária como braço de um partido político? E quando não leva em conta as provas – ou a falta delas – nos autos de um processo? E quando se deixa levar pela pressão da mídia? Tem de ser respeitado esse tribunal?

Muitos dirão que, mesmo assim, ele tem de ser respeitado.

Não por mim. Eu tenho vergonha.

Uma corte desse tipo é uma aberração. Uma afronta à Nação. Um cuspe na cara da democracia. É uma corte pequena, miserável.

Quem reduz o Supremo a isso é criminoso. Abusa da autoridade. Usa a Constituição como papel higiênico. Tem de ir para a cadeia.

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lulipe

24 de outubro de 2012 às 14h45

O direito de espernear ainda possibilita o recurso ao Papa!!!

Responder

Messias Franca de Macedo

24 de outubro de 2012 às 02h14

O MAIS RECENTE ‘DOMÍNIO DO FATO’: ‘O CHEF’ MERVAL PEREIRA “COMEÇA A COLOCAR NA FRIGIDEIRA, COMEÇA A DESCARTAR, COMEÇA A APLICAR ‘A DOSIMETRIA’ NO MINISTRO RELATOR JOAQUIM BARBOSA!” ENTENDA

[Ou será um novo Merval “soprado pelos ventos do fim definitivo (sic) da impunidade no Brasil?!…”]

CENA I- [Merval Pereira faz um breve relato do script(!) do ‘julgamento do século’(!)] “O início da sessão de hoje do STF foi muito conturbada. Em observância ao recato que deve caracterizar uma Sala do Júri de uma Corte – e levando em consideração que o julgamento está sendo televisionado -, as discussões, as divergências entre os magistrados deveriam ser mais bem combinadas na *base, ‘in off’!…”
*“Por acauso”, existiria ‘base de apoio’ no “supremoTF”?! Olha de novo aí, gente, o tal ‘domínio do fato’! – adendo nosso!

CENA II – [Merval Pereira questiona o saber jurídico do ministro relator Joaquim Barbosa – e manifesta profunda preocupação] “… [Na sessão de hoje do STF] O ministro relator Joaquim Barbosa cometeu dois erros crassos! Primeiro, aplicou multas aos réus condenados por formação de quadrilha! Um absurdo! Não existe multa relacionada a este tipo de delito; segundo, aplicou penas fundamentadas na Lei atual, tendo os delitos acontecidos à época da legislação anterior, cujas punições eram mais brandas!… O relator do processo do mensalão recorreu à Lei atual, mais rigorosa, quando não é possível aplicar! E isto não é bom! No afã de estabelecer condenações grandes, ele pode incorrer em outros erros graves!… Em algumas situações, o José Dirceu deveria ser julgado pela Lei antiga!…”

CENA III – [Merval Pereira “sapeca” uma reprimenda no ‘onisciente’ (sic) ministro do STF, Joaquim Barbosa! E, por tabela, infla o próprio ego ao demonstrar “notório saber jurídico” (idem sic)…] “… O ministro relator errou feio! Cometeu erros crassos! Vai ter que refazer o dever de casa!… [Juro, a frase foi, literalmente, esta!]”

EPÍLOGO(!?) – [Merval Pereira, ‘O Mestre’, ensina a Joaquim Barbosa técnicas de leitura dinâmica!] “O ministro relator Joaquim Barbosa precisa ser mais cuidadoso nas suas leituras! Joaquim Barbosa está muito açodado, dando votos que não poderia ter dado!…”

EM TEMPO: cada um que faça o seu juízo de valor!…
Reproduzindo um enunciado proferido pelo professor de Direito Penal da USP [perdão, esqueci o nome do jurista!]: “Em se tratando deste julgamento específico [ação penal 470], tudo é possível de acontecer!” Ou seja, tudo pode ou não ser ‘plausível’! Tudo pode ou não ser ‘crível’!…

NOTA: durma com um barulho deste, e diga que sonhou ouvindo a voz maviosa de Leila Pinheiro!

RESCALDO: AS RUAS, BECOS E AVENIDAS ESPERAM – E CLAMAM -, ANSIOSAS E PREOCUPADAS, POR VOZES! OU NÃO?!…

Respeitosas saudações democráticas, progressistas, nacionalistas, civilizatórias e antigolpistas,

Messias Franca de Macedo
Feira de Santana, Bahia
República de ‘Nois’ Bananas

Responder

Messias Franca de Macedo

24 de outubro de 2012 às 01h05

‘A DOSIMETRIA DAS PENAS’ DOS RÉUS DO MENSALÃO MINEIRO PASSARÁ A INTEGRAR… UM CAPÍTULO A MAIS DO BEST-SELLER ‘A PRIVATARIA TUCANA’?! QUE NADA! PASSARÁ A INTEGRAR ‘O livro Guinness World Records.’ ENTENDA

O professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas afirmou, abre aspas para que ‘a âncora da saia justa’ possa “ouvir” novamente: “… Pesquisas científicas realizadas nos Estados Unidos comprovaram que a maioria dos juízes define ‘a dosimetria da pena’ a partir de elementos aleatórios!… [Sem passar a ideia de ‘colonizado’ e já passando! A pesquisa aplicada entre juízes dos Estados Unidos! Imagine, leitor(a), os critérios usados pelos “supremos” nesta republiqueta de bananas sob a égide de uma subdemocracia!…] Realmente, é de arrepiar as tripas [as tripas: os intestinos, no dialeto ‘bananês’ (RISOS)]…
Adiante um professor de Direito Penal da USP discorreu sobre os limites das faixas condenatórias, afirmando que “a maioria dos ministros do STF estão partindo de penas altas, muito provavelmente no sentido de evitar a prescrição dos processos…” Seguiu-se o comentário extasiado – quase orgástico (sic) – da ‘saia justa’, abre aspas – e um sorriso(!): “Com base neste critério, o José Dirceu pode ser condenado até a 102 (cento e dois!) anos de prisão!… [Viva!: o Ali Kamel!]”
RESCALDO: bom, partindo deste pressuposto, os réus dos outros mensalões do PSDB, do DEMo, do [nefasto e famigerado] consórcio PSDB/DEMo, da compra de votos para a re-eleição do presidente FHC [“do time do (S)erra, do Marconi ‘Perrigo’, do Paulo Preto…”]… Partindo deste pressuposto – e considerando que o nascedouro do ‘Valerioduto’, leia-se MENSALÃO do PSDB/DEMo mineiro, começou anos antes do mensalão do PT… Para que os inclementes e isentos(!) “supremos do supremoTF” não corram o risco de deixar prescrever ‘estes crimes deste e dos séculos pregressos’ (idem sic), ‘a dosimetria da pena’ a ser aplicada aos réus envolvidos tenderá a ser grafada com quatro dígitos… Quatro! Quatro de quadrilha!… ‘Dosimetria das penas’!… ‘Penas’ lembram… Tucanos – e outras aves de rapina!…

NOTA FÚNEBRE: quem estiver vivo em 23 de outubro de 3025(!) e/ou de 3045(!) assistirá a essa festa cívico-revolucionária ‘bananiense’!…

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas [e Babacas], responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Gil Rocha

24 de outubro de 2012 às 00h50

O dia que eu ver réus do PSDB sendo
julgados e condenados pelo STF, vou
querer muito ler o que será escrito aqui.
Será que teremos tantas considerações negativas
sobre os ministros como agora?
Será?

Responder

    João Paulo Ferreira de Assis

    24 de outubro de 2012 às 12h11

    O STF condenar os mensaleiros tucanos? Espere sentado senão você cansa. O STF já mostrou que quando é o PT bastam os indícios para condenar. Mas o mesmo já deu dois habeas corpus para o Daniel Dantas, que movimentou muito mais dinheiro do que o mensalão. Deu liberdade para o Roger Abdelmassih deixando suas 56 vítimas sem justiça. Absolveu o assassino da Irmã Doroty Stang, e agora, essa última eu não sabia, absolveu os skinheads que jogaram dois negros de um trem, sendo que um morreu e o outro perdeu o braço. E como um dos skinheads é filho de uma juíza, esta obteve do STF a absolvição. E as famílias das vítimas ficaram sem justiça. E os skinheads prontos para matar outras pessoas.

Mário Alves: O Jornal Nacional, em êxtase com as condenações do mensalão « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de outubro de 2012 às 22h50

[…] Carta Maior: Dirceu, Genoino e outros oito podem requerer novo julgamento […]

Responder

Hildermes Jose´Medeiros

23 de outubro de 2012 às 22h15

Em tudo que está acontecendo só não compreendo porque, no julgamento da Ação Penal nº 470, a defesa aceitou o fatiamento da denúncia como proposto e realizado pelo eminente (por sua postura no plenário parece mais alguém iminente a cair) ministro Joaquim Barbosa, sem que a defesa se fizesse pari passu. Este procedimento na prática inibiu a defesa, o julgamento deu-se sem a participação desta. Ficou ao largo. Os advogados dos réus, dos mais conceituados do país, dois ex Ministros da Justiça, em todo o julgamento não passaram de simples assistentes, verdadeiros formandos em Direito que estivessem mergulhados em seus aprimoramentos na técnica jurídica, participando somente com suas presenças do maior (trinta e oito réus) e mais importante julgamento do pais. Não havia porque aceitar tamanha desfaçatez. Se agissem em conjunto, esses causídicos não poderiam exigir um novo julgamento, para que se possa ouvir a defesa, estabelecer o contraditório em cada fatia em que foi esquartejado o julgamento pelo Ministro Relator? Não seria apropriado questionar esse procedimento da Suprema Corte, que de fato afastou o contraditório? O mesmo para os julgamentos realizados com base na teoria do “domínio do fato”, sem documentos, testemunhos em juízo, nada que possa comprovar, e essas carências não estabelecer nenhuma dúvida que pudesse favorecer os réus, baseando apenas em ilações do julgador para condenar. Não cabe também recorrer? A esse respeito, a Globo, claro que a seu modo, e no intuito de dar apoio aos juízes e suas sentenças, que incentivou nesses quase dois meses, hoje (23/10/2012)fez um apanhado onde em cada bloco mostrou parte das defesas a estes referentes. Claro que se a defesa fosse feita em cada bloco, mais se diria em defesa de cada réu, o contraditório afloraria.

Responder

    Izabel Santos

    24 de outubro de 2012 às 01h26

    José Medeiros, esse foi o comentário mais esclarecedor que li até o momento. Muito boa a sua observação! Agora, tendo em vista os resultados do julgamento, tudo faz sentido… Essa configuração parece mesmo ter sido planejada para prejudicar o direito de defesa dos réus… como pode a defesa não poder se manifestar em cada parte do julgamento?! Me parece totalmente ilógico e parcial essa configuração.

Leilane

23 de outubro de 2012 às 21h48

Só para avivar a memória sobre o Ministro Celso de Melo :públicado no blog “o brogueiro”
Mas, vejam o que disse dele seu padrinho!
– Doutor Saulo, o senhor deve ter estranhado o meu voto…votei contra para desmentir a Folha de São Paulo ( que na véspera noticiou o voto certo em favor de Sarney )…

O Presidente já estava vitorioso e não precisava mais do meu…Mas fique tranquilo. Se meu voto fosse decisivo, eu teria votado a favor do Presidente…

O Senhor entendeu?

– Entendi.
ENTENDI QUE VOCÊ É UM JUIZ DE MERDA!

Bati o telefone e nunca mais falei com ele.

Muitos advogados sabiam que Celso de Mello havia sido meu secretário na Consultoria da República e nomeado Ministro do Supremo por empenho meu. (fls. 169 /176 do livro Código da Vida)”.
Saulo Ramos

Responder

Messias Franca de Macedo

23 de outubro de 2012 às 18h12

Prezado Almerindo, o pai do primo “do Índio do (S)erra” [RISOS] foi preso hoje! O filho, primo do “do Índio do (S)erra” [MAIS RISOS] foi detido ontem! Parece uma Cachoeira – perdão, ato falho -, parece uma cascata [HAJA RISOS! A NOSSA ‘ZELLITE’ SERIA CÔMICA, NÃO FOSSE TRÁGICA!…

Felicidades!

Hasta la Victoria Siempre!

AS RUAS, BECOS, AVENIDAS ESPERAM – E CLAMAM -, ANSIOSAS, POR VOZES! OU NÃO?!…

O povo trabalhador unido jamais será vencido!

Que país é esse, sô?! República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, histriônica,MENTEcapta, impunemente terrorista, antinacionalista, entreguista, corrupta, golpista de meia-tigela… (“‘ellite’ estúpida que despreza as próprias ignorâncias!”, lembrando o enunciado lapidar do egrégio escritor e pensador uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

DanBoo

23 de outubro de 2012 às 17h10

Antes da redemocratização os juízes do STF eram indicados e submetidos ao tacões da ditadura militar. Hoje, nada mudou. Sofrem pressão de outra ditadura: a da mídia. São tão parvos que se rendem aos holofotes, vaidosos, e fazem discursos dissociados da realidade dos autos, cheios de figuras de retórica, como a querer aparecer um mais que outro. Este julgamento é de cartas já marcadas para condenar, com ou sem provas, o PT, para coincidir com as eleições e minar suas bases e destruir Lula. Sem a internet, e seus blogs independentes, teriam conseguido e o golpe haveria de ser confirmado. Mesmo assim, perderam!

Responder

Mariza

23 de outubro de 2012 às 16h49

´Certamente será negado esse novo julgamento, já foram condenados sem provas, imaginem se eles abrirão mão para um novo julgamento? O golpe está se armando, estão com saudades da Ditabranda, se dermos mole o STF e a cambada da mídia e elite vão forjar qualquer coisa para arrancar do poder uma governante eleita pelo povo.Vamos nos prevenir.

Responder

Ceiça Araújo

23 de outubro de 2012 às 16h28

“Cría cuervos que te arrancarán los ojos”

Responder

Willian

23 de outubro de 2012 às 16h28

Aguardem o indulto de natal da Dilma. Será engraçado o bando ser condenado pela Justiça brasileira e a Presidenta indultá-los no Natal. Torço para que isto aconteça, e viremos definitivamente uma republiqueta bananeira.

Comecem a campanha logo. Onde eu assino?

Responder

    Leilane

    23 de outubro de 2012 às 23h06

    A Presidenta Dilma, jamais irá se insurgir contra o STF, ou qualquer outro Tribunal, há outros meios, a condenação não foi unanime, cabe recurso, de embargos infringentes ou declaratórios, cabe aos advogados acolher o que for mais adequados à sentença. Também cabe recurso ao Tribunal Internacional ao qual o Brasil é signatário. A luta só está começando!!! Não coloque a Presidenta neste balaio. Isto é argumentação mesquinha e achar q a Presidenta é uma idiota!!! Ainda há recursos, e mesmo que não haja, ela não vai meter a mão nesse balaio de gatos!!! Porque é exatamente isso esse Tribunal de Exceção!

    maria edith ferrarezi

    24 de outubro de 2012 às 04h01

    Como seu raciocínio é pequeno.A presidenta Dilma não se mistura.Ela mantém os poderes independentes.Sujeira e bandalheira fizeram os ministros.

    maria edith ferrarezi

    24 de outubro de 2012 às 04h03

    Minha resposta é para o Sr Willian

Apavorado por Vírus e Bactérias

23 de outubro de 2012 às 15h49

Tamanho o Golpe, que só a Corte Internacional para rever com imparcialidade. Esses Supremos Golpistas detonaram a Justiça na mais Alta Corte Brasileira. Não têm mais a confiança do povo brasileiro. Deveriam ser destituídos por distorcerem as Leis e a Constituição.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

23 de outubro de 2012 às 15h46

Viva Lula, Dilma, Dirceu e Genoíno.

Responder

Marcelo de Matos

23 de outubro de 2012 às 14h21

Nos meus tempos de guri, há mais de meio século atrás, alguns livros faziam grande sucesso: Tia Zulmira e Eu (Stanislau Ponte Preta), Os quatro gigantes da alma (Mira Y Lopes), O homem medíocre (Jose Ingenieros) e Tratado geral dos chatos (Guilherme Figueiredo). Esse último teve um “remaque” no blog do Xico Sá. Foram catalogados outros tipos de chatos, além dos tradicionais, citados por Figueiredo. Nestes tempos de condenação no processo do mensalão, alguns desses tipos estão eufóricos, azucrinando a paciência de nós outros. Xico fala nos Mário de Andrade digitais, pessoas que escrevem e-mails enormes, como as famosas cartas do modernista paulistano. Esse homem matou muitos pobres e desnutridos carteiros de tanto fazê-los gastar sola de sapato, pois se correspondia com o país inteiro… Embora desse a impressão a cada interlocutor que aquela troca de cartas embutia uma linda e única afinidade eletiva. Haja paciência com tais Pediculus púbis, como são conhecidos cientificamente os insetos homônimos.

Responder

francisco pereira neto

23 de outubro de 2012 às 13h56

Esse Marco Aurélio “Ditadura um Mal Necessário” de Mello é uma figura trágica, se não fosse cômico.
Para ocupar o cargo de ministro do STF, não se coaduna com o perfil desse elemento. Fazer inserções de gracinhas – comentários paralelos – no seu voto, com certeza o local onde ele se encontra, não é apropriado. Ou será que pelo fato do julgamento estar sendo transmitido ao vivo para o país todo, assanhou seu péssimo gosto?
Como piadista ele é ridículo. Não tem o menor cacoete para tal. E mais, o local é inapropriado. Se quiser testar sua verve humorística, deve procurar os ambientes adequados e se assegurar que essa, é sua aptidão.
Deve procurar circos nas periferias urbanas e testar suas habilidades com a turba. Duvido que consiga agradar.
A exemplo do seu companheiro, Gilmar Mendes, ele tem que explicar para a turba a maior piada de mau gosto que ele já proferiu. A concessão de HC para Cacciola poder fugir para a Itália. Eu por exemplo dei muita risada, mas de ódio pelo artista canastrão.

Responder

    Luiz - AlphaPlus

    23 de outubro de 2012 às 14h26

    Deixando o Marco Aurélio de Melo de lado, eu tenho muito mais vergonha é do parecer do douto excelentíssimo ministro relator joaquim barbosa (propositadamente em letras minúsculas). Um relator que tenta interferir nos votos de seus parceiros é, no mínimo, um ditador da palavra, não deixando outros colocarem seus pontos de vista, seus argumentos. Um ministro que deveria julgar e se deixa levar por argumentos preconceituosos não merece a posição que ocupa. Eu fico aqui imaginando “em que mãos estão nossa justiça”. TENHO VERGONHA DO STF.

    francisco pereira neto

    23 de outubro de 2012 às 19h07

    Luiz
    Na verdade o STF se transformou num verdadeiro picadeiro de palhaços sem graça nenhuma. Muito pelo contrário. Com a assombrosa onipotencia deles, estão na verdade disseminando só desgraças.

    Ary

    24 de outubro de 2012 às 02h15

    Esta na hora de fazermos com alguns países vizinhos fizeram…..refazer essa suprema corte, cortando de imediato o que la existe e que comenta abertamente que a ditadura “”foi um mal necessário” e abrindo outra coisa que funcione de verdade.

Rose PE

23 de outubro de 2012 às 13h54

É uns argumentos condenatórios de encher qualquer um que saiba fazer reflexão de nojo desse STF. Vejo que cada dia substimam a capacidade dos brasileiros pensantes e que não se deixam alienar por essa mídia elitista e golpista. Haddad 13.

Responder

mello

23 de outubro de 2012 às 12h52

A capa preta tornou meia dúzia dos ministros em corvos repugnantes alimentando-se de mentiras e injustiças.

Responder

neopartisan

23 de outubro de 2012 às 12h52

Os juízes julgaram os julgados. Quem julgará os juízes?

Responder

pedro - bahia

23 de outubro de 2012 às 12h31

Se o recado não surtir o efeito em São Paulo, o golpe virá.

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Leonardo Câmara

23 de outubro de 2012 às 12h28

As explicações não convencem, se condenaram por outros crimes, deveriam ter condenado por este. Começo a pensar que alguns magistrados se deram conta de que caíram numa esparrela e começa a ter uma deflexão em seus votos. Esta postura de condenar sem provas vai custar caro a todo nós. Estamos de volta à Bastilha.

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mariazinha

23 de outubro de 2012 às 12h10

Já sabemos que de supremos, esses ministros não possuem nada. São um bando de vaidosos e medíocres senhores, com algumas exceções. Então, agora é colocarmos uma campanha nas ruas para pedir à D. DILMA que procure escolher bem seus ministros supremos; parece que, fora o já escolhido ainda tem a chance de escolher dois. Estou errada? Campanha nas ruas, logo depois de alegermos nossos prefeitos. Podemos fazer uma lista de juízes para D. DILMA escolher; que tal? Saudações democráticas e PARABÉNS, POVO BRASILEIRO!

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Jotage

23 de outubro de 2012 às 12h07

Decididamente o congresso precisa se debruçar sobre a independência do supremo.
Para que servem as leis se o supremo não as cumpre.
Hoje temos uma quadrilha no controle do supremo e não existem meios de responsabilizá-los. O congresso, que se mantém calado, se colocou em posição de orgão acessório, sem qualquer valor, uma vêz que o supremo tem atropelado as leis ali criadas sem que o mesmo, pelo menos faça ares de ofendido.

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Nizinha

23 de outubro de 2012 às 12h03

Às vésperas da eleição,o Ministro Marco Aurélio tentou, por todas as formas, todas ilegais, por sinal, convencer o povo a não votar no PT. Num comportamento não apenas antiético, mas até indecente, tentou mudar o resultado das eleições. O Ministro deixa claro que se o povo não vota como ele (isto é, a direita) quer, a ditadura torna-se necessária. Eleições só enquanto o povo nos obedece. Senão, castigo. Como bom jurista, ele sabe que a justiça é de classe. O que está em questão no STF neste momento é, pois, o julgamento político de um povo que ousou votar independentemente.

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paulo roberto

23 de outubro de 2012 às 11h39

E como o povo não sabe votar, que vote, então, o STF e eleja os governantes e legisladores brasileiros. Afinal, se o golpe militar foi um mal necessário, um golpe judiciário também o será.
E a Presidente continua alimentando o PIG…

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Antonio Lyra

23 de outubro de 2012 às 11h34

O Supremo está preparando um golpe junto com a Mídia.

Responder

Antonio Marcos

23 de outubro de 2012 às 11h17

Contra estes golpista do PIG o governo não deve ter piedade, porque eles não perdoam, são implacáveis contra o governo trabalhista do PT, tentaram de tudo sem limites para derrubar PT-Lula-Dilma, este julgamento demonstra que eles estão obstinados-inescrupulosos nessa missão.

Acorda Dilma !

Lei das mídias, urgente !

Ou a Dilma controla eles , ou eles vão derrubar a Dilma a qualquer custo, assim como fizeram Getúlio e de pois com João Goulart.

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hc

23 de outubro de 2012 às 11h13

O DOMÍNIO DO FATO, pode ferir o direito conferidos no sufrágio Universal.

Responder

Jairo Beraldo

23 de outubro de 2012 às 11h07

Marco Aurelio Mello é o NEO PALADINO da MORAL e da ÈTICA. O lugar deixado pelo ILIBADO e IMPOLUTO DEMOSTENES TORRES, foi ocupado pelo sapiente ministro, já que o ministro que seria o primeiro a assumir a cadeira, “era mandado a subir” pelo Cachoeira, razão pela qual foi preterido, o grande, o SUPREMO do SUPREMO, Gilmar Dantas Azevedo Grampo Sem Audio.

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Maria Rita

23 de outubro de 2012 às 10h52

Assim como o STF com esse julgamento criminalizou a política, o Senado agora poderia, com serenidade, solicitar um novo julgamento para afastar o perigo da inconstitucionalidade por parte de alguns ministros do STF. Seria uma volta da justeza na justiça.

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jcm

23 de outubro de 2012 às 10h37

Par a a vaga do Ayres vamos fazer campanha: Fabio Konder Comparato ou Dalmo de Abreu Dallari.

Responder

jcm

23 de outubro de 2012 às 10h31

Poxa vida, quer dizer então que faz 30 anos que eu sou quadrilheiro e não sabia! Imagine por esse Brasil afora, como deve se sentir o povão que adora o PT! Tudo marginal! Esse é o conceito que o STF impingiu em mais da metade do povo brasileiro. Pensando bem, eu tenho orgulho de ter fundado essa quadrilha! A democracia só renasceu de verdade após as greves no ABC em 1978. O que faziam na época esses boçais do STF?

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Jose Mario HRP

23 de outubro de 2012 às 10h26

Os recursos de todas as formas tem que estar sendo julgados depois de fevereiro de 2013, para que o congresso possa construir uma nova legislação, que suprima parte desse monstrengo de poder que é hoje o STF, passando N verzes por cima do congress!
É hora de dar uma enquadrada no Supremo, e se exigir do congresso que trabalhe e faça voltar o equilíbrio entre os poderes!
E Dona Dilma é hora de voce agir!

Responder

Hans Solo

23 de outubro de 2012 às 10h24

Tudo nesse julgamento foi forçado, desde a reunião de todos os envolvidos no mesmo foro até a dedução de culpa sobre uma total falta de altos que justificassem. Foi construída uma jurisprudência em forma de funil, tornando inevitável a condenação do núcleo político (que possui menos provas contra). O carinha ali chamado marco aurélio de mello de Alagoas resumiu tudo: Foi o 13, foi o Lula, foi o sucesso do PT. Foi um julgamento claramente político, descaradamente conduzido para ter sentenças importantes na boca da urna. Parabéns, joaquim barbosa, você corroborou a globo, a UDN, instituto millenium, os frias, civita, a ditadura, o pensamento colonial, a exploração, a desigualdade social, a casa grande e a senzala. Agora vá para a Alemanha tratar da coluna, pois o peso em suas costas tende a aumentar.

Responder

Jairo Beraldo

23 de outubro de 2012 às 10h12

A barbarie das acusações chegaram de forma explícita ao futebol. Com clara parcialidade, um procurador do STJD, ofereceu denuncia ao jogador do GALO Ronaldinho Gaucho, por jogada que o arbitro Heber Roberto Lopes vira e deu continuidade. No julgamento, o arbitro da partida em questão foi absolvido e Ronaldinho pegou um jogo de suspensão. Logo depois do julgamento, o senhor promotor postou no FACEBOOK, imagem do BOPE dando baculejo em Ronaldinho com a camida do flamiengo. E pior, o distinto procurador é declarado torcedor do flamiengo. Agora quer punir o GALO, por sua torcida ter usado nariz de palhaço e colocado um cartaz com os dizeres CBFLU. Os atos de arbitros e do procurador falam por si. O CBFLU foi escancaradamente beneficiado nas ultimas rodadas do brasileirinho. Só pode ser campeão paulistas ou cariocas, segundo falastrões do SPORTV e da GLOBO, pelos entendimentos nas entrelinhas. A que ponto chegamos… já não escondem mais a desfaçatez de que só tem vez a ELITE!

Responder

francisco.latorre

23 de outubro de 2012 às 10h11

seis a quatro.

pouco muito pouco.

depois de tudo. tudo e mais um pouco. tudo e mais um monte.

a montanha. pariu um traque.

..

sem falar na avalanche de votos.

o que vale. votos.

..

não deu certo. o golpe mensalão.

mas o conflito entre poderes..

esse veio pra ficar.

os amerikans.. comemoram.

..

nada muito preocupante.

esse supremo. ínfimo.

ou melhor. essa parte ínfima do supremo.

barbosa condoleeza. mello mal necessário. gilmar sujão. fux tiririca [ perdão tiririca ]. celso sabenada. e o campeão. ayres anencéfalo.

perdeu moral.

com quem conta.

a inteligência. que escreve a história.

..

gratidão e respeito eternos.

ao grande lewandowski.

..

tóffolli. rosa weber. e carmem lúcia.

marcaram posição.

um novo supremo virá.

..

e reforma judiciária.

pra botar ordem no galinheiro.

..

supremas mediocridades.

posando de excelência.

haja.

..

Responder

    Cibele

    23 de outubro de 2012 às 16h12

    Barbosa condoleeza. Genial. Parabéns pelo comentário, latorre.

alício

23 de outubro de 2012 às 10h03

Os “super-homens” do stf com suas capas pretas lembram-me muito o Tenório Cavalcanti, o homem da capa preta, com sua inseparável metralhadora “lurdinha”. Fazia o que queria.

Responder

Julio Silveira

23 de outubro de 2012 às 10h02

Se fosse eu só me restaria a cadeia. Mas enquanto houver instâncias judiciais, e recursos financeiros, é direito recorrer a elas.

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Marco

23 de outubro de 2012 às 09h56

Precisamos acompanhar de perto as cortes mais altas do país e impedir que aconteçam, aqui, golpes perpetrados por cortes que não julgam pela justiça mas para favorecer grupos políticos específicos como aconteceu em Honduras e no Paraguai recentemente!!!

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Maria Thereza

23 de outubro de 2012 às 09h48

esse marco aurélio ou é doido ou não entende o que escreve e fala. Pois não é que desde 2002 o povo fala, nas urnas, o que pensa? Não está dizendo, agora, em 2012, que NÃO acredita na justiça, na lei? Que entende perfeitamente que o supremo se deixou cooptar pelo canto de sereia de banqueiros, rentistas, classe média metida a besta, imprensa?
Ah! eles não entendem a língua falada pelo povo. Só se comunicam com aquela empolação, num diálogo “de mim para migo”…e consguem uma multidinha de 20 pessoas para apoia-los + uma máscara de carnaval.

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Daniel

23 de outubro de 2012 às 09h35

Alguém ainda têm alguma dúvida do que eu vivo dizendo, de que não existe este negócio de “Justiça” no Brasil?

Porquê justiça implica imparcialidade nos julgamentos, se não existe imparcialidade então não existe justiça. Está parecendo até os “julgamentos” da Santa Inquisição, onde os acusados eram culpados ou culpados. Mas até faz sentido, dado que a nossa sociedade ainda está chafurdando na Idade Média.

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Bonifa

23 de outubro de 2012 às 09h31

Vamos ver se a presidente acerta das próximas vezes, nomeando autênticos magistrados honestos e afastados de tentações mundanas que a mídia espirra. Não se pede mais do que isso. Já se sabe que não se deve de forma alguma seguir as sendas sugeridas por trabalhos de grupos corporativos, isso dá em nomeados que se julgam os responsáveis únicos pela escalada dura a que se submeteram, inclusive politicamente, até chegar ao topo. Nem do país e nem do povo e muito menos do presidente acham que são devedores. Quem merece e quem tem coragem de desafiar a mídia partidária e outros setores conservadores que procuram o controle dos tribunais para barrar a caminhada do país rumo a seu futuro democrático, igualitário e progressista. Quando estes magistrados forem a maioria, talvez em 2016, Dirceu e Genoino deverá pedir novo julgamento.

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Pensador

23 de outubro de 2012 às 09h29

A própria democracia é asfixiada pelos direitos e deveres que a consolidam.

Às vezes chego a pensar que há algo de errado com nosso povo, pois, por mais que se relegue as nossas agruras ao período colonial e a exploração por parte de Portugal, somos nós aqui e agora que fazemos o nosso próprio futuro.

O povo sofre? sim sofre… mas até quando estaremos a culpar causas terceiros ao invés de olhar para dentro de nós, e lá buscar a resposta? A inspiração para comentar esse post, parte da minha indignação. Vivemos em uma democracia, oras. O desleixo e desinteresse da população pela política e economia não deveria ser desculpada na pobreza. Ainda que não houvesse pobreza, como vejo na classe média, atribuiriam a culpa aos meios de comunicação alienativos. Ainda que a pessoa detesse toda 95% da fortuna do mundo buscariam encontrar uma desculpa para o seu desinteresse quanto a quem está administrando a nação.

Desculpe-me, mas é ridículo. Até quando o povo brasileiro manterá essas práticas clientelistas. Até quando o povo venderá seu voto por favores e “sacos de cimento”? Caráter, bom senso, saber o que é certo, não tem nada haver com renda e classe social. Quem pensa assim é mais preconceituoso e segregacionista do que pode supor, pois está partindo do pressuposto de que bons valores e boas virtudes nascem ao se sentar em um banco de escola, e não do próprio indivíduo e de suas vivências e experiências.

O “jeitinho brasileiro” que vai do mais simples trabalhador ao mais importante político, talvez justifique essa onda de corrupção que só destrói a democracia. A democracia pela qual inúmeras pessoas sacrificaram-se.

As pessoas não deveriam bater na mesma tecla, deveriam aceitar a vida como é, e a partir disso contornar as diferenças e fatalidades…

Mas não… no Brasil, por exempo, o povo insiste em achar que uma grande nação pode ser construída sem trabalho, sem esforço e sem sacrifícios… e mesmo assim espera que uma sociedade melhor caia do céu.

Nosso povo mesmo se auto-denomina como “guerreiro”, que luta todo dia e sofre para vencer… mas que tipo de guerreiro acomodado é esse que não faz nada para tornar o lugar que vive, um lugar melhor…?

Sinceramente, eu acho que nosso povo se auto-denomina guerreiro, mas não é guerreiro coisa nenhuma. Guerreiro são os islandeses e japoneses, vivem em lugares inóspitos em meio a tragédias, mas ainda assim tem um alto IDH…

Não importa, do modo que vejo, por mais que se culpe as elites, por mais que fiquem degladiando como tolos “esquerda” e “direita”; em nada muda o status quo. A mudança deve partir do povo, de suas atitudes e valores perante toda sociedade.

O povo elege corruptos e se justifica dizendo que é “pobre” e não sabe em quem vota. O povo admira e se orgulha do seu “jeitinho”, mas sempre que questionado, dizem que desenvolveram isso em meio ao sofrimento como força de superar a dor e o sofrimento imposta pelas elites e nações imperialistas.

Nosso povo se interessa mais por o fim de uma novela do que pelo futuro do país. E o que mais me espanta é ver pessoas defendendo-os, dizendo que como o governo não investe em educação, o povo é alienado e não se interessa por política… Isso quando não culpa as elites.

A grande mudança parte debaixo, pois o poder emana do povo, conforme dito pela Constituição. Esperar a mudança de cima, é uma forma tola de manter esse status quo deplorável.

Agora eu me pergunto, até quando o brasileiro irá preferir tomar cerveja com os amigos para reclamar de tudo, ao invés de se dedicar ao estudo, a profissionalização e a uma mundaça de fato? E até quando, as pessoas usarão discursos batidos para ao invés de mudar esse status quo, mantê-lo?

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trombeta

23 de outubro de 2012 às 08h57

O engraçado é ver Marco Aurélio Mello defensor da ditadura fazer discurso sobre a ética.

Acorda ministro estamos na era digital, vá enganar em outra freguesia.

Responder

Marcia Noemia

23 de outubro de 2012 às 08h46

Em 2006 em sua posse o supremo ministro disse ” Ao usar a voz da urna, o povo brasileiro certamente ouvirá o eco vitorioso da cidadania, da verdade”. O povo votou e escolheu quem lhes faculta a cidadania. O eco, ou melhor, a repetição das urnas à favor do PT é a melhor resposta ao seu discurso politiqueiro, eleitoreiro e debochado, bem peculiar, que não fica bem pra um ministro do supremo. O senhor guarda grande ressentimentos e ódios por causa disto e, vem agora, com discursinhos moralistas, coisa que não lhe fica bem, pois tenho acompanhado pelos blogs a sua atuação como defensor de bandidos.

Responder

RONALD

23 de outubro de 2012 às 08h43

Esse é o nosso stf: prende o GENOINO, solta o cachoeira/dantas/abdelmasih.

Responder

    Jairo Beraldo

    23 de outubro de 2012 às 11h10

    São os TTT’s que tem facilidades no STF – tucanos, trogloditas e tarados!

Romanelli

23 de outubro de 2012 às 08h34

PODE falar o que for, tentar o que tentarem ..mas qualquer iniciativa NÃO convencerá os homens de bem que um esquema (do que foi pego) que movimentou valores corrigidos da ordem de R$ 300 milhões não tinha atrás de si uma máquina máquina muito bem projetada e engraxada.

SIM, sim, eles não foram os primeiros, muito menos os unicos, MENOS ainda que de suas penas tiraremos aprendizado, mas que todos estão aonde estão por terem nadado numa PISCINA de ilegalidades e delinquências, disso não tenho a menor duvida.

Agora é o que venho dizendo, agora é só uma questão de ADJETIVO pra definir melhor seus atos substantivos desqualificados de ética.

Responder

    paulo roberto

    23 de outubro de 2012 às 11h44

    Concordo. O problema é que não usam a mesma lógica para julgar os corruptos da pseudo elite. Ou será que isso vai mudar a partir de agora?

    Delano Pessoa

    23 de outubro de 2012 às 13h08

    Mais nada justifica o uso eleitoral do julgamento. Perderão a razão e a moral.

Dida

23 de outubro de 2012 às 08h28

Dá mêdo essa gente!!… vai dar o golpe….e dessa vez vai ser a justiça com a constituiçao na mâo , com suas suposiçoes, paranormalidades e bola de cristal incluida, …Dilma e Lula fiquem de olho o objetivo é pegar vcs..
Mas o povo tá de olho, tanto é que nas eleiçoes, com os resultados favoraveis, já deu pra sentir que o povo nao se deixa manipulare ñ é mais teleguiado pelos inimigos do Brasil

Responder

Messias Franca de Macedo

23 de outubro de 2012 às 08h26

ALÔ, ALÔ “supremo” ministro do “supremoTF”!

… Ímpar é uma Corte “suprema” DESMORALIZAR-SE à própria sorte!… Ímpar é o paralelismo [indecoroso e inédito, não ‘crível’, não ‘plausível’…] da cronologia do julgamento e o período eleitoral! É ‘crível e plausível’ que esta “coincidência fortuita” (sic) responde pelo nome de ‘golpismo [televisionado]’, lembra da Venuzuela do Hugo Chávez?!…

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado de pipoca e água de coco, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

Messias Franca de Macedo

23 de outubro de 2012 às 07h49

PAUTA PARA O STF! ALÔ, ALÔ, JOAQUIM BARBOSA, ‘O INCLEMENTE’! ALÔ, ALÔ MARCO AUR´RLIO ‘MELLO'[RISOS], “O DEFENSOR DA ‘DITABRANDA’ (SIC)

ACM Neto e família construíram fortuna se aproveitando da máquina pública
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rmKDR-LftG4#!

EM TEMPO: “supremo ministro do supremoTF”, Luiz Fux, “a ação penal acima é pra rico ou pra pobre?!…”

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado de pipoca e água de coco, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

‘A PERGUNTA DO SÉCULO’!: qual “ministro supremo do supremoTF” irá conceder o habeas corpus notívago ao primo do ex-vice na chapa do [tucanoDEMoníaco] José (S)erra, última eleição presidencial?! ENTENDA

Polícia Federal prende *ex-presidente do banco Cruzeiro do Sul
* O ex-presidente e um dos controladores do banco Cruzeiro do Sul, Luis Octávio Indio da Costa, foi preso por policiais federais na tarde desta segunda-feira (22), em São Paulo. Ele foi levado à sede da Polícia Federal.
O Cruzeiro do Sul tem um rombo de mais de R$ 3 bilhões, que pode ser ainda maior, segundo especialistas.

CACHOEIRA – perdão, ato falho -, FONTE: “grande” mídia nativa!
Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado de pipoca e água de coco, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

    Almerindo

    23 de outubro de 2012 às 16h23

    Ué, eu tinha lido que o cara é pai do ex-vice do Padim Pade Çerra…


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