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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Carta Maior: A vulgarização da barbárie

19 de outubro de 2011 às 09h42

Editorial

A VULGARIZAÇÃO DA BARBÁRIE

A entrevista feita com o informante da ditadura militar, cabo Anselmo, no programa Roda Vida, da TV Cultura, levado ao ar nesta 2ª feira, foi boa para o entrevistado. Descontraído, o personagem, um dos mais sombrios da vida política brasileira, buscou ‘humanizar-se’ repartindo sua folha corrida com a esquerda, cuja resistência legítima ao regime ameaçaria, no seu entender nebuloso, levar o país à guerra civil. Teria sido para evitá-la que ele traiu e entregou ao moedor de carne da ditadura  –literalmente–  tudo e todos que dele se aproximaram. Inclusive a própria companheira. Esse, o  personagem.  O enredo não encontrou na forma e no conteúdo do programa um contrapeso suficiente à releitura psicopata da história. A forma trivial com que alguns o arguiram sobre a desumanidade de uma trajetória devastadora, a abordagem algo tosca de outros revelando despreparo latejante para o tema, sacramentou o tom de curiosidade  do conjunto, a maioria jogando íscas, como turistas diante de um espécime raro no zoológico da história. Quem sabe ele retribui com uma cambalhota  inédita? Possivelmente, aos olhos de muitos, em especial  os mais jovens que não vivenciaram aquele período, o saldo tenha sido a relativização das razões em confronto. O episódio serve de alerta aos trabalhos da Comissão da Verdade. É preciso definir com precisão uma abordagem dos trabalhos que possibilite, de fato, trazer para o conhecimento e a reflexão do país, principalmente às novas gerações, o que foi e o que é o lastro de interesses racionais que propiciou a formação entre nós de um aparato dedicado a  desossar seres humanos no pau de arara. A experiência do Roda Viva demonstra que é indispensável o amparo de vozes qualificadas da sociedade para  expressar seus valores mais caros, aqueles que sustentam os laços da convivência  compartilhada, laços humanistas, solidários e libertários, rompidos pelo horror de ontem, mas de hoje também. A Comissão da Verdade teria que chegar às salas de aula para cumprir a sua mais preciosa missão. É no confronto com esses valores, e com a atualidade que os ameaça,  que a exposição da barbárie ganha dimensão pedagógica afrontada pela dialética do esclarecimento. Caso contrário, corre-se o risco de vulgarizar a sua ocorrência como mais um produto –ou celebridade– a ser consumido e cuspido na engrenagem de uma espetacularização que empresta normalidade a qualquer coisa. Mesmo às mais abjetas.

(Carta Maior; 4ª feira, 19/10/ 2011)

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39 Comentários escrever comentário »

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Fabio_Passos

19/10/2011 - 22h03

desconfio que o cabo Anselmo vai entrar para o psdb… ou virar colunista da revista veja. Dá no mesmo.

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Mário SF Aives

19/10/2011 - 21h05

Não foi essa a primeira vez que que Cabo "cachorro" Anselmo ganha espaço na mídia com máscara. Em … teve uma outra no Canal Livre, liderado pelo B. Casoy. A mais recente, no Roda Viva, permitiu ao telespectador mais atento comprovar inconsistências e contradições graves. Em dado momento, talvez para se justificar, o convidado, sem que o permitissem, tentou aventar hipótese de que o comunismo (por ele renegado), assim o nazi-fascismo teriam sido produto da ação da ultra-direita capitalista americana. Na outra, o jogo ideológico (típico da guerra-fria) foi bem pior. E a dizer que tudo isso ocorrendo num momento em que o Brasil tem sua liderança governamental reconhecida mundialmente. Imagine o que seriam capazes de fazer em um contexto desfavorável.

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Elias SP SP

19/10/2011 - 18h58

Imagina, Mario Sergio Conti, chegou pra ressuscitar o Roda Viva, com cenário todo branco, a sugerir limpeza (?). Qual! Mais dos mesmos. Dois entrevistadores da Folha de SP e um d’O Estado de SP a entrevistar um decrépito cabo Anselmo. Nauseante. Um cara que entregou a própria mulher (grávida) aos assassinos da ditadura militar. Um pústula tirado do ostracismo para falar nada com nada. A única coisa que o facínora disse de útil (para mostrar sua laia) é que votaria em Serra se pudesse votar. O traíra não tem RG, CIC e muito menos Título de Eleitor.

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Francisco

19/10/2011 - 18h11

Em Nuremberg os crápulas foram julgados pelos vencedores. A pergunta dolorosa é: vencemos? Sem ter vencido é até temerária uma Comissão de Verdade. Podemos acabar descobrindo que… perdemos!

Perdemos quem? A Lei, Voltaire, Beccaria, os direitos humanos, a ONU, a OEA, o iluminismo. Essa ausência de clareza quanto a quem se contrapunha a ditadura é o nó da questão. Somos muito primitivos por aqui. Julga-se popularmente que quem não é comunista é iluminista. Isso não é verdade. O regime militar foi uma mistura de oligarquismo, positivismo e fascismo. Do outro lado estava a Lei.

A Lei protegia o mandato de João Goulart e foi quebrada. A hierarquia militar foi quebrada. Como falam, parece que Afonso Arinos era entusiasta da ditadura, parece que Frei Tito era ateu e a favor do aborto. Perdeu a razão ali, ali, venceu a barbárie. Esse é o confronto.

Aguardo ver na TV, em horário nobre e em cadeia nacional, o documentário de Silvio Tendler "Jango" há vinte anos. É o minimo que se espera do "Príncipe" que vence – que ele ocupe o campo de batalha. Não vi "Jango" na TV. Ninguém viu. O que vimos foi o Cabo Anselmo, em horário nobre e com ampla cobertura da mídia impressa. Quem venceu PT e PSDB (questiono OS DOIS partidos)? Quem ocupou o campo de batalha? Aí, amigo, é [email protected]$#…

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    Albucra

    19/10/2011 - 19h30

    é por aí. falta ao brasileiro, e à discussão da nossa história política, o que falta a todos: mais educação. sem isto, não se desenvolve um mínimo de auto-crítica. auto-crítica para que o sujeito se enxergue e admita que, em certos processos, não cabe o sentido de perdedor versus vencedor. isso é coisa de filme americano e o eterno medo de ser um "loser". o Roda Viva perdeu uma grande oportunidade e foi menos informativo que um episódio requentado de "Law and Order SVU", com direito a todos os seus cliches. uma pena.

João Sérgio Bittes

19/10/2011 - 16h54

Alcaguete, pulha, covarde, mentiroso, salafrário, estelionatário, etc., etc., etc., O que mais se pode dizer de um homem ( homem ??? ) que entregou a própria companheira, grávida de um inocente, ao algozes para os quais este senhor prestava serviços. Ele não tem carteira de identidade, e assim deve continuar, porque se até aos animais se identifica, à este senhor não se pode estender o mesmo direito, posto que seus atos superaram, em muito, até mesmo à própria animalidade irracional do mundo animal.

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Eudes H. Travassos

19/10/2011 - 16h24

Você fez bem André, devia ter feito o mesmo.

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Eudes H. Travassos

19/10/2011 - 16h23

Foi um assinte à democracia, parecia um jogo de volei onde alguns, notadamente Mônica Bergamo, sempre simpática e sorridente, me parece que a única mulher entrevistando, lançava a bola pra o carrasco cortar fazendo se parecer como um humanizado depois de tudo o que fez.
Este elemento, seja lá onde for , não tem que ser entrevistado, mas sim interrogado, inquirido. Como admitir ele dizer que fala o que sabe à comissão da verdade se a comissão for formada por carrascos tambem?
A TV Brasil me deichou angustiado, enojado em minha casa no outro lado da tela sem nada poder fazer.
Não ví um representante dos direito humanos entre os intrevistadores, não ví uma representante do movimento de mulhres. Foi um estôrvo.

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Miguel

19/10/2011 - 14h41

A entrevista deste cagueta foi uma gagueira só, nunca vi um cara gaguejar tanto, duro uma tv pública dar tanto espaço para um verme!

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beattrice

19/10/2011 - 13h48

O editorial da Carta desmascara o que se tornou a Tv Cultura de SP depois de anos de abuso tucaneiro, um panfleto a serviço do Tea Party tupiniquim.

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H Aljubarrota

19/10/2011 - 13h01

Fora do contexto a que pertence, Anselmo passa, fácil, por humanista; alguém preocupado com uma guerra civil. Ou seja, fora do contexto certo, Hitler seria alguém apenas preocupado com o progresso de seu país (sic), a Alemanha. Esse é Anselmo… um Hitler fora de lugar.

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EUNAOSABIA

19/10/2011 - 12h29

"Teria sido para evitá-la que ele traiu e entregou ao moedor de carne ""

Cheguei a pensar que ele fosse falar dos "justiçamentos".

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    P Pereira

    19/10/2011 - 14h03

    Milagre! o sujeito "chegou a pensar".

    Jairo_Beraldo

    19/10/2011 - 17h28

    Nós todos temos 3 minutos de bobeira…outros 3 minutos de lucidez!

Adilson

19/10/2011 - 12h16

O Roda Viva de segunda-feira me fez vomitar.

Responder

Antonio C.

19/10/2011 - 12h03

O cabo Anselmo fez um exercício de mau caratismo ao declarar que "não queria uma guerra civil". Como disse um amigo meu, "não dá para fazer revolução atrás do mandacaru", dizendo que as forças do regime estavam mais bem aparelhadas do que a esquerda; portanto, a luta era desigual, apesar de justa (se foi um erro a resistência armada, é outra história…). No entanto, não tem meio-termo: usou-se de meios legais e ilegais para apagar o direito democrático. Causa-me espanto pensar que pessoas consideram "algumas torturas justas". Na verdade, a lei da anistia deu-lhe nome e endereço. Um horror de vizinho.

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maísa paranhos

19/10/2011 - 11h54

Parabéns ao Carta Maior. Temos que nos qualificar; temos que dar o real valor ao que significou a Ditadura Civil-Militar implantada após o Golpe de 64.
Concordo que a Comissão da Verdade deve estar capacitada para garantir não só que a verdade se torne histórica, mas como ela se sustentará. Assisti estupefata com a forma como foi entrevistado o personagem nefasto, o senhor Anselmo, como um objeto curioso. Teria que ser uma entrevista com a gravidade dos acontecimentos em que aquele senhor corroborou. A naturalidade com que a entrevista foi feita, em nome do relativismo, do cabeça feita, do não rancor e de sei lá mais o quê, com o caso emblemático como este senhor, é profundamente estranho. É mais uma tentativa de jogar cal na Ditadura e chamá-la , como o professor Villa a chamou,:"foi uma ditadura à brasileira"; ou como a Folha: Ditabranda.
Os ideólogos da direita, que existem, não podendo negar o Golpe e a ditadura, os crimes, a falta de qualquer caráter , a psicopatia dos torturadores, tentam, agora, minimizá-los. Todo cuidado é pouco O MEC tem uma responsabilidade junto às novas gerações, por exemplo, com o livro didático, escolha dos conteúdos. Política de Estado!

Responder

FrancoAtirador

19/10/2011 - 11h46

.
.
Hoje tem 'faxina' em frente a TV Globo no Rio

PARA LIMPAR A MERDA DA REVISTA VEJA JOGADA NO VENTILADOR DO JORNAL NACIONAL

Faxina na corrupção da imprensa e NAQUELA Corruptora

Ato de protesto pacífico e bem humorado (mas com indignação):

“Lavagem da calçada da Rede Globo”.

Dia: hoje (19/10/2011), quarta-feira
Hora: das 13 às 16 horas.
Local: Rede Globo de Televisão
Rua Von Martius, 22, Jardim Botânico – Rio de Janeiro

O evento, organizado pelo RioBlogProg, Fale-Rio, UNE, UEE-RJ, DCE Facha, DCE Uezo, DCE UVA, UJS, CTB, Unegro, UBM, Dacos Leonel Brizola, Dadir João Cândido e Datur João Amazonas, é aberto a toda a população.

Os organizadores pedem que sejam levados cartazes, vassouras e produtos de limpeza, pois, há muito tempo, a Rede Globo de Televisão merece uma boa faxina.

Além dos tradicionais, lembrem-se dos cartazes da hora, sobre a corrupção envolvendo a Globo com Ricardo Teixeira, de pedir para a ONG da Globo – Fundação Roberto Marinho – devolver os R$ 17 milhões do Ministério do Turismo.

<img src="http://2.bp.blogspot.com/-VDWUJQNUXNM/Tp5XOuZKTtI/AAAAAAAAGPI/Mv2vTin_eF0/s400/faxina_globo.jpg"&gt;

Responder

    Pedro

    19/10/2011 - 12h22

    Quem não tem o que fazer…

    Luís

    19/10/2011 - 17h46

    … acaba indo "potrestá" nos "Cansei" da vida.

    Por falar nisso, dia 2 de novembro, os usuários do feicibuqui, do tuiter e do orcuti vão organizar outra manifestação. Acertei?

    FrancoAtirador

    20/10/2011 - 06h56

    .
    .
    As marchas dos Cabos de Vassouras Eleitorais do PSDemB

    vão se estender por todos os feriados e festas nacionais

    até outubro de 2014.
    .
    .

Rodrigo Leme

19/10/2011 - 11h39

Que bobagem. A entrevista o expôs como o canalha que é, e ninguém aliviou para ele. É o tipo de cara que quanto mais você deixa falar, mais desperta raiva nas pessoas, então nisso foi perfeito.

Entendo que o pessoal da Carta Maior tem o fetiche de esquerda, mas infelizmente as leis não permitem execução sumária em praça pública. Então me satisfaço em alguém como ele se expor, pra que mais pessoas saibam dos seus crimes.

Responder

    Cláudia M.

    19/10/2011 - 12h26

    Caro, até onde meu estômago permitiu, assisti a (des)entrevista do indigitado. E, ao menos nesta parte, não se expôs nem foi exposto coisíssima nenhuma. Disse o que bem entendeu, tirando o dele da reta com uma desculpinha esfarrapada de que abriria o bico para uma eventual Comissão da Verdade, desde que esta fosse avaliada pelo próprio como "bem estruturada". A mim restou a indignação por darem voz a um pulha, dedo-dura, mau caráter que segue impune, protegido pela vergonhosa Lei de Anistia brasileira!

    Rodrigo Falcon

    19/10/2011 - 13h25

    "…mas infelizmente as leis não permitem execução sumária em praça pública."
    Quanta humanidade sr. Rodrigo Leme.
    São os detalhes que desnudam quem somos.

    Rafael

    19/10/2011 - 16h51

    Concordo contigo, nenhum dos entrevistadores mostrou qualquer empatia, foram bastante incisivos (inclusive o chargista).

    Acho estranho que a cultura seja criticada por expor esse sujeito. Se o Roda Viva fosse com o acm neto provavelmente não haveria critica alguma.

    Rodrigo Leme

    20/10/2011 - 09h12

    Aí é que tá: haveria crítica, sempre. É aquela coisa: definiiu como "inimigo", vai sempre estar errado. Disco de uma trilha só.

PAULLO SANTOS

19/10/2011 - 11h35

O que querem os conservadores paulista: Ressuscitar politicamente FHC no programa do PSDB é assumir bandeira neoliberal na contramão do mundo. Há poucos dias levaram ao ar a entrevista antiga do Roberto Campos, o falecido reaça-mor do liberalismo econômico que sustenta todo o fascismo financeiro de antes e de hoje. E agora põe no ar esse excremento político do golpe militar.
Abram o olho! É muita caca para pouco pinico!

Responder

    Cláudia M.

    19/10/2011 - 12h28

    Paullo, concordo plenamente. O maior problema da entrevista foi ter dado voz ao cretino. Não tive estômago pra ver mais do que dez minutos… Senti asco!!!__

_spin

19/10/2011 - 11h24

Fiquei com nojo ao ver esta figura de triste lembrança sorrindo quando se tocou em assuntos escabroso.
A TV Cultura deu sua contribuição para que tais cenas não ficassem tão explícitas, a câmera era desviada para outro foco quando o monstro começava a sorrir.
Fora a charge produzida no programa dando a entender que este assassino e torturador não teria medo porque não teria onde cair morto quando na verdade o que não falta é grana para manter suas despesas, sendo mantido por empresários, políticos e sabe-se lá mais que tipo de gente.
Um grande desserviço à democracia e aos direitos humanos e no mundo.

Responder

_spin

19/10/2011 - 11h20

Tive nojo ao ver esta figura sorrindo em momentos nos quais se tocou em assuntos escabrosos

Responder

    Jairo_Beraldo

    19/10/2011 - 12h28

    Estou com nojo é de ver o castrado Paulo Bernardo não agir com a Ley de Médios. É preciso colocar alguém com culhões entre as pernas para moralizar a mídia brasileira. Na Argentina teve a Cristina Kirchner, será que aqui, até a presidenta, que foi vítima de tipos como o do post, não vai agir? Vai deixar estes sórdidos continuarem a querer destruir o que fora feito até agora e reconhecido mundialmente, menos aqui, onde tendo as benesses, muitos cospem nela? Por favor, reajam….isto é golpe! E vulgarização da barbárie!

    beattrice

    19/10/2011 - 15h34

    E lá vem já já o lobby do bernardinho derrubando a louça e o blog… eita lobbinho do ministrinho.

lenin

19/10/2011 - 11h03

JUSTIÇAMENTO

Responder

@luisk2017

19/10/2011 - 11h01

Dois anselmos:
Esse triste personagem da história sempre aparece em tempos de crise fabricada. A legítima luta contra a corrupção, agora apropriada por claques udenistas e organizada pelo instituto Mileniun, é um sinal dos tempos. Esse monte de fezes chamado Anselmo já apareceu outras vezes. Exatamente quando se quer criar um ambiente de mobilização social nos termos da marcha da família de 64.
Agora aparece um outro "anselmo: o que ataca o Orlando Silva. Ora, o cara é criminoso comprovado; diz "saber" de coisas desde 2008 e agora "resolve" falar. Tem patrimônio completamente atípico, desde os tempos da compra de votos para a reeleição de FHC. Fica a dica: PCdoB tenha mais critério em suas filiações.
Os anselmos brotam das lutas de classes.

Responder

André

19/10/2011 - 11h00

Comecei a assistir a entrevista até a apresentação dos jornalistas presente. Quando vi que só existia um lado da história mudei de canal.
Tenho para mim que esse cabo Anselmo é o que chamam de A2, agente duplo infiltrado. Vai lá se enturma, depois volta que o aceitamos.

Responder

Louise Rosemblatt

19/10/2011 - 10h59

Iniciaram um verdadeiro processo de revisionismo histórico há já alguns anos. Tenho 21 anos e não são poucos os jovens da minha idade que já aderiram à visão relativista de que a ditadura, ou melhor, a "revolução", no fundo, foi necessária, de que os que lutaram contra os ditadores eram meros terroristas que queriam implantar o comunismo, de que só foi torturado quem mereceu (!) etc etc etc. Somado esse revisionismo à decisão do STF quanto à anistia e, ainda mantendo-se a manipulação midiática, o que seria capaz de impedir um dia um novo golpe com novo apoio de amplos setores da sociedade civil?

Responder

    beattrice

    19/10/2011 - 13h47

    O que seria capaz de impedir?
    Para começar a LEY de MEDIOS,
    mas a GLOBOPE abre a boca pra gritar e o bernardinho já sai correndo.

Alexandre Felix

19/10/2011 - 10h43

Cabe a nós lutar pela memória dos nossos irmãos e irmãs, vítimas da loucura que foi patrocinada neste país. Que os nossos filhos e netos saibam exatamente o que aconteceu aqui, e que nunca permitam que isso ocorra novamente. Aos que defendem e acreditam que as coisas foram diferentes, um alerta: seus filhos e netos podem sofrer as consequências dos seus erros. A verdade sempre predomina…

Responder

Alvaro Tadeu Silva

19/10/2011 - 10h33

Que nojo! há anos li entrevista do personagem, tentando justificar a própria calhordice. A companheira que ele entregou estava grávida, isto é, esse ser asqueroso agora encontra ambiente e "colegas" para defender a barbárie, a falta de caráter, a traição. Sujeito covarde e repugnante. E seres do esgoto os que não o colocaram contra a parede.

Responder

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