VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha


17/10/2011 - 20h05

por Conceição Lemes

Cabo Anselmo é o entrevistado do programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, desta segunda-feira, 17 de outubro, às 22h.

O jornalista e escritor pernambucano Urariano Mota nunca o viu pessoalmente,  mas o “conhece”, como me contou em entrevista em junho de 2009: “Conheço o Cabo Anselmo por seus cadáveres, que ele arrasta como uma cauda. Fui, sou amigo de quem ele perseguiu, traiu e matou”.

Na época, Urariano estava lançando o livro “Soledad no Recife”.

Soledad era uma jovem idealista, corajosa, doce e linda, muito linda. Foi torturada e morta no Recife em 1973, grávida, depois de ser entregue ao delegado Sílvio Paranhos Fleury, traída pelo  cabo Anselmo, de quem trazia um filho na barriga.

Por isso fiz um pedido especial ao Urariano, para  que nos escrevesse algo  sobre o Cabo Anselmo e o Roda-Viva. Afinal, estamos num momento emblemático, discutindo a Comissão da Verdade.

O texto de Urariano, sensível como sempre, está abaixo. Mais abaixo a entrevista que fiz com ele para o Viomundo sobre Soledad e o livro.

*********

por Urariano Mota, especial para o Viomundo

José Anselmo dos Santos, ou Daniel, ou Jadiel, ou Jônatas…  ou mais simplesmente Cabo Anselmo, que se apresenta no Roda Viva hoje à noite, deve ganhar uma vez mais todas as luzes para falar o que entender, como entender e quando entender. Nem de longe será apertado, como entregou para apertos, choques, afogamentos, e degradações que não se fazem sequer a animais em matadouros públicos, homens e mulheres que lutavam por um Brasil socialista.

No momento em que ele volta à cena, vai ser votada por uma exigência social a Comissão da Verdade. Nessa hora é bom esclarecer que não se deseja a torturadores e agentes duplos o mesmo amargo remédio que aplicaram nos militantes de esquerda de todas as filiações, até as mortes por suplícios os mais cruéis. Não, deseja-se que apareçam à luz os seus crimes, com suas caras e responsabilizações.

Quando se menciona que ele não será apertado no Roda Viva, mais uma vez, entenda-se que não se deseja um constrangimento, uma violência, um interrogatório contra a sua esquiva pessoa. Deseja-se apenas que o repórter cumpra um insubstituível dever ético: mostrar o criminoso com a sua cara e crime apenas. Mas isso não virá, porque os indícios e histórico de suas entrevistas no Brasil não permitem melhor conclusão. Fala-se que um dos  entrevistadores será o blogueiro do Alerta Total, um indivíduo de extrema-direita, que entre outras coisas já postou nestes dias:

“O artesão septuagenário José Anselmo dos Santos deverá enviar uma carta à Presidenta Dilma Rousseff apelando, em tom dramático, para que lhe seja concedido o elementar direito a uma Carteira de Identidade…. O comuno-sindicalismo o transformou no mítico Cabo Anselmo. A malandragem criou a versão atualizada do também marinheiro João Cândido – aquele também transformado no ‘Almirante Negro’, no começo do século, para afrontar os esquemas militares…. O governo comete o crime civilmente hediondo de negar a José Anselmo este direito elementar a qualquer cidadão: uma cédula de identidade que comprove que ele é ele mesmo. Lamentável é que a turma dos direitos humanos é conivente com o holocausto documental contra José Anselmo dos Santos”.

Boas perguntas teremos de um entrevistador com esse nível de pensamento. Ainda hoje na Folha de São Paulo se escreveu, na falta de melhor verbo:

“Em 1970, de volta ao Brasil, Anselmo foi preso pela ditadura militar. Em troca da liberdade, delatou perseguidos políticos ao delegado Sérgio Paranhos Fleury, do Dops. A lista de denunciados incluía sua namorada, Soledad Viedma, que acabou morta devido à tortura”.

O que é isso? Em um só parágrafo há tantas mentiras, omissões, que nem se percebe o mais criminoso: Soledad Barrett Viedma, a sua esposa e companheira, se transforma em  namorada, sem qualquer menção a seu estado de gravidez. Talvez para não chocar os nervos e corações mais sensíveis de torturadores impunes até hoje.

Hoje, no Roda Viva, qualquer semelhança com as entrevistas anteriores do Cabo Anselmo não será mera coincidência.

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Soledad no Recife em julho

Post trazido do Viomundo antigo;  publicado em 27 de junho de 2009

Soledad Barret Viedma

por Conceição Lemes

Soledad Barret Viedma. Eu a “conheci” ao ler uma coluna do jornalista e escritor pernambucano Urariano Mota, em Direto da Redação. Fascinou-me na hora. Uma jovem idealista, corajosa, doce e linda, muito linda. Foi torturada e morta no Recife em 1973, grávida, depois de ser entregue ao delegado Sílvio Paranhos Fleury, traída pelo cabo Anselmo , de quem trazia um filho na barriga. O texto era tão terno, carinhoso, delicado. Confesso que me passou pela cabeça os dois terem sido namorados.

Emocionou-me tanto a história, que, imediatamente, quis saber mais de Soledad. Daí nasceu esta conversa com Urariano, que lança, em julho, o livro “Soledad no Recife” pela editora Boitempo. Ele é autor do romance “Os Corações Futuristas”, cuja paisagem é a ditadura Médici.

Urariano Mota: Arriba, Sol!

Viomundo — Por que Soledad? Na sua coluna, você diz que só agora teve condições de mergulhar nas entranhas daquele momento. Por quê?

Urariano Mota — Há temas que nos perseguem, embora nem sempre a gente perceba. No meu primeiro livro, o romance “Os corações futuristas”, houve Cíntia, uma brava socialista. Já no destino trágico de Cíntia havia um destino de Soledad. A “diferença” é que Cíntia se apoiava em outra pessoa, em outra militante. Enquanto Soledad, pelo menos quero crer e me empenhei muito por isso, Soledad é a pessoa. É a própria pessoa, pelo menos desejo ter realizado isso.

Por que só agora, 36 anos depois? De um ponto de vista pessoal, estou mais apto e cônscio de minhas fronteiras. De um ponto de vista mais geral, digamos, objetivo, o crime contra Soledad é o caso mais eloqüente da guerra suja da ditadura no Brasil. A traição que ela sofreu expressa, com vigor, a traição contra jovens do sentimento mais generoso, que é o sentimento de humanidade, do mundo.

Viomundo — Era tua amiga? Como ela era?

Urariano Mota — Eu sou fundamentalmente um escritor.  Isso quer dizer, expresso minha experiência vivida, sempre. Ou em fatos biográficos, testemunhados e sofridos, ou em fatos imaginados, recompostos, ressurgidos, que são também, para a literatura, para o artista, fatos testemunhados e sofridos. Soledad não era, ela é minha amiga. Mas não trocamos palavras em sua curta vida. Este livro diz a ela, fala as palavras que não podemos trocar, no Recife da ditadura Médici.

Mais de uma pessoa, para não dizer quase todas as pessoas, pensam que Soledad foi minha namorada, que eu a conheci pessoalmente. Isso vem da narração e da forma apaixonada do relato.  Essa impressão surge, veio e vem do livro. Mais de um leitor já recebeu essa impressão. Isso se deve à mistura, em um só corpo, de pessoas e fatos absolutamente reais, documentados, sabidos, ao sentimento que tenho daqueles dias. O documento vivido pela segunda vez. Então, é claro, o elemento “ficcional” virou factual.  Como ela era, como ela é, o livro dirá.

Viomundo —   É citado o massacre da chácara São Bento. Que lembrança isso traz?

Urariano Mota –– As notícias, publicadas em todo o Brasil em janeiro de 1973, dos seis “terroristas” mortos no aparelho da São Bento, são absolutamente falsas. As “notícias” de terroristas mortos, naquele tempo, eram reproduzidas com a mesma redação e teor em toda a imprensa brasileira. Vinham da agência de segurança nacional. Jamais houve o “massacre da chácara São Bento”. Houve a execução fria, planejada, de seis bravos militantes. A chácara foi o teatrinho criado para a execução de seis bravos.

Soledad Barret Viedma e Pauline Reichstul – há testemunho público disso – foram assaltadas em uma butique no Recife, de surpresa espancadas sob pistolas e seqüestradas. Em uma mangueira, por trás da butique, a proprietária notou depois sangue, vômito e urina. Isso de modo público, à vista de todos. Jarbas Pereira Marques, outro militante, que aparece entre os terroristas da chácara, foi retirado da livraria onde trabalhava, à luz do dia.

Digo isso no livro, e repito aqui: em uma ditadura, até as datas dos jornais são falsas.

Viomundo — Soledad foi traída pelo cabo Anselmo, que a delatou ao delegado Fleury. Você conheceu o cabo Anselmo? O que  sente por ele?

Urariano Mota –– Eu estudo o seu caráter há muitos e muitos anos. Ele é objeto de minha permanente observação e pesquisa. No entanto, jamais vi na rua o cabo Anselmo. Eu o conheço por seus cadáveres, que ele arrasta como uma cauda. Fui, sou amigo de quem ele perseguiu, traiu e matou.

Ninguém podia imaginar que ele fosse uma infiltração. Anselmo pertence à família dos agentes duplos, dos instrumentos de política que se chamam espiões. Isso quer dizer: ele é um mundo de mentiras. Ele era e é um sistema em que mentiras armam mentiras, que constroem mentiras, sempre. Isso quer dizer, enfim, que tudo quanto esse instrumento dizia e disser, falar, deve ser posto sob absoluta desconfiança, porque ele mente por sistema, por hábito, por defesa, por ataque e natureza. Não se pode acreditar em uma só das suas palavras. Quando ele diz eu amo, eu respeito, o bom senso deve traduzir de imediato, ele odeia e despreza.

Sou de opinião que não importa o seu último nome. Porque ele não tem outro nome nem outra face. Jonas, Daniel, José, com barba, sem barba, magro, gordo, com novos olhos, novas orelhas, novo nariz, nova boca, não importa. Ele será sempre, para onde for, cabo Anselmo, aquele que gerou a morte da sua companheira, que trazia um filho no ventre.

Viomundo — Soledad morreu jovem, linda. Se ela vivesse no Brasil de hoje, o que estaria fazendo Soledad, em quem votaria, o que a preocuparia?

Urariano Mota — É a pergunta mais difícil. Mas sei, ou posso ter a esperança de que ela estaria no movimento socialista, com um apoio crítico ao governo Lula. Continuaria linda, pelo fogo que tomava o seu corpo e sua vida, que não se apaga, não arrefece, apenas fica mais maturado. Como um vinho decantado que embriaga melhor.

Para ela, viva neste 2009, digo o que escrevi no livro:

Soledad não é só a mulher bonita, de um ponto de vista físico, cuja fotografia revela apenas uma estação do seu ser. Uma estação imóvel do seu peito dinâmico, e de tal modo que dará ao fotógrafo o que se diz de um mau desenhista, “isto não se parece com ela, não saiu parecido”. E se pedirá então ao fotógrafo o absurdo, a saber, que a máquina, a mecânica, reproduza um ser, a textura, cor e delicadeza da orquídea, da pessoa mesma. Como se fosse possível da flor um close que a isolasse do ar que ela respira, do campo em torno, do cheiro que exala, em resumo, como se fosse possível reproduzir o complexo, a conspiração de sentidos que se dirigem para um único fim, a pessoa, o ser vivo, poderoso em nos despertar amor, afeição, paixão, tar a e paz, que buscamos como a uma miragem. Ainda assim, se sabemos que na flor há um ser inalcançado na fotografia, se comparamos, se transpomos mal, imagine-se então Soledad no lugar dessa flor do campo. Imaginamos mal e mau, já vêem. Flor não se rebela nem canta. Flor nos desperta canção e rebeldia, quando machucada. Mas a pessoa de Soledad, ainda que lembre essa flor – e é irrecusável não lhe ver a pele como o tecido de uma pétala -, e assim a lembraremos pelo vento forte e traiçoeiro que se prepara para a muchucar e destruir, ainda assim, como a superar tal associação, ainda que nos persiga como só uma idéia é capaz de perseguir, hoje, neste dia do seu aniversário, ela está mais bela que antes. ¡ Arriba, Sol!

Como aperitivo, encante-se com mais estes dois momentos de”Soledad no Recife”

Primeira vez em que Urariano fala de Soledad no livro

Eu a vi primeiro numa noite de sexta-feira de carnaval. Fossem outras circunstâncias, diria que a visão de Soledad, naquela sexta-feira de 1972, dava na gente a vontade de cantar. Mas eu a vi, como se fosse a primeira vez, quando saíamos do Coliseu, o cinema de arte daqueles tempos no Recife. Vi-a, olhei-a e voltei a olhá-la por impulso, porque a sua pessoa assim exigia, mas logo depois tornei a mim mesmo, tonto que eu estava ainda com as imagens do filme. Num lago que já não estava tranquilo, perturbado a sua visão me deixou. Assim como muitos anos depois, quando saí de uma exposição de gravuras de Goya, quando saí daqueles desenhos, daquele homem metade tronco de árvore, metade gente, eu me encontrava com dificuldade de voltar ao cotidiano, ao mundo normal, “alienado”, como dizíamos então. Saíamos do cinema eu e Ivan, ao fim do mal digerido O anjo exterminador. Imagens estranhas e invasoras assaltavam a gente.

A vontade que dava de cantar retornou adiante, naquela mesma noite. No Bar de Aroeira, no pátio de São Pedro, naquela sexta-feira gorda. Como são pequenas as cidades para os que têm convicções semelhantes! Estávamos eu e Ivan sentados em bancos rústicos de madeira, na segunda batida de limão, quando irromperam Júlio, ela e um terceiro, que eu não conhecia. Ela veio, Júlio veio, o terceiro veio, mas foi como se ela se distanciasse à frente – diria mesmo, como se existisse só ela, e de tal modo que eu baixei os olhos. “Como é bela”, eu me disse, quando na verdade eu traduzi para beleza o que era graça, graça e terna feminilidade.

A morte de Soledad

Chegamos agora mais perto de Soledad Barret Viedma. Excluo-me, na medida do possível, da qualidade daquele que a amou em silêncio.

Há quem considere que a morte de Soledad, nas circunstâncias que conhecemos mais tarde, deu-se em razão de sua ternura. Isso é mais que um namoro, um interlúdio, para dizer que ela esculpiu a própria sorte, porque, diabo, era terna e verdadeira. Com a evidência de um escândalo. Prenhe de ternura até as raias do suicídio. Esse elogio torto, digno da reen¬carnação e pele de um Anselmo 2, é como um açúcar no sal de sua execução. Um doce, um mel, a lhe correr sobre os lábios entre coices, descargas elétricas e afogamentos. Conviria melhor ser dito que ela, por suas qualidades raras de pessoa, estava condenada.

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116 comentários

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Urariano Mota: Crime contra Soledad, o caso mais eloquente da guerra suja da ditadura militar no Brasil – bita brasil

17 de janeiro de 2020 às 09h15

[…] a  “conheci” em 2009 ao ler uma coluna do jornalista e escritor pernambucano Urariano Mota, no extinto site Direto da […]

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gilberto

23 de setembro de 2013 às 11h40

Cuba – 1959 – C I A – Guerra Fria – Linha do Equador – 10 ( dez fronteira ) – Operação Condor – Vcs. são juizes e carrascos sem ter vivenciado e não sabem de merda alguma… Verdadeiros papagaios de piratas… Me perdoe os papagaios…Todos querem ficar bem na foto e faturar um qualquer vendendo quinquilharias para a tão dificil sobrevivencia.Quem tem telhado de vidro não atire pedras no telhado o qual não tem conhecimento.Muitos não aguenta um berro na orelha e ficam julgando e condenando sem conhecimento real.Vão rezar o Pai Nosso.

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Maria Inês Nassif escreve sobre o novo romance de Urariano Mota - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de abril de 2013 às 14h17

[…] Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha […]

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Urariano Mota: Soledad nas vésperas da morte « Viomundo – O que você não vê na mídia

08 de janeiro de 2013 às 23h22

[…] Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha […]

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Urariano Mota: O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad « Viomundo – O que você não vê na mídia

25 de maio de 2012 às 00h36

[…] Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha […]

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Jeremias

17 de dezembro de 2011 às 06h50

Tudo bem.até concordo que esse Cabo Anselmo foi um traidor do seu grupo.

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Mário SF Aives

20 de outubro de 2011 às 00h08

Covarde só?!! Assim, Bruno, seu filho corre o risco de ficar com uma visão reducionista.

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Gil Ricardo

19 de outubro de 2011 às 14h36

O Estado ta aí pra manter a ordem estabelecida.

Entendo que na verdade o que houve não foi um "abrandamento do regime" mas um aperfeiçoamento das técnicas de dominação. Quem milita em movimentos sociais ou mesmo quem acompanhou as últimas manifestações populares (greve dos correios, bombeiros, professores, etc.) percebeu que uma coisa que falta em nossa sociedade é uma efetiva democracia.

Pra mim, ser esquerda antes de qualquer coisa é integridade, lealdade com os ideais, exercer uma ética comprometida com a justiça social. O que temos hoje é um governo que negocia direitos em troca de apoio político, que nada mais faz do que o típico jogo sujo da direita.

Neste contexto também se encontra essa pseudo comissão da "verdade". É uma vergonha que essa comissão seja instituída (e provavelmente vai ser criada com todas as máculas) sem que haja qualquer resistência da dita esquerda no poder. Me corrijam se estiver errado, mas não vi a Dilma dizer uma frase criticando ou posicionando-se contrária a comissão da forma como foi proposta.

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Sônia Bulhões

18 de outubro de 2011 às 22h41

O Afonso Nascimento, sabe qual era o maior crime das vítimas de maus tratos e torturas ? Pensavam diferente dos milicos. Basta ? Se quiser saber mais, é só pegar no museu do DOI-CODI algum processo e ler, que vc encontrará os absurdos: matavam pessoas POR NADA, POR NADA. Uma vergonha sem cabimento.

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Glecio_Tavares

18 de outubro de 2011 às 21h59

Eu não assisti o programa. Estava vendo o Pan na record. muito melhor.
Mas vi na chamada que um blogueiro tinha sido convidado pelo próprio cabo anselmo. O tal do Jorge Serrão, que parece que escreveu um livro de co-autoria com o mortovivo.
Fui lá ver o site do dito cujo e ele repercute as falas do reinaldo azedo. que cretino.
Li que o Lula gasta em celular iridium 32 mil reais por mes só para orientar a Dilma.
Só posso dizer o seguinte: Com 71% de aprovação prova que esta dando certo. hahahahaha.
alertatotal não é nome de filme so Steven Seagal?

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Alberto

18 de outubro de 2011 às 21h56

Conceição, parabéns. Você foi pra cima e acertou.
Urariano Mota: Arriba, Sol!

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FrancoAtirador

18 de outubro de 2011 às 20h56

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A VULGARIZAÇÃO DA BARBÁRIE

A entrevista feita com o informante da ditadura militar, cabo Anselmo, no programa Roda Vida, da TV Cultura de São Paulo [administrada pelos tucanos do governo do estado], levado ao ar nesta 2ª-feira, foi boa para o entrevistado.
Descontraído, o personagem, um dos mais sombrios da vida política brasileira, buscou 'humanizar-se' repartindo sua folha corrida com a esquerda, cuja resistência legítima ao regime ameaçaria, no seu entender nebuloso, levar o país à guerra civil.
Teria sido para evitá-la que ele traiu e entregou ao moedor de carne da ditadura — literalmente — tudo e todos que dele se aproximaram.
Inclusive a própria companheira.
Esse, o personagem.

O enredo não encontrou na forma e no conteúdo do programa um contrapeso suficiente à releitura psicopata da história.
A forma trivial com que alguns o arguiram sobre a desumanidade de uma trajetória devastadora, a abordagem algo tosca de outros revelando despreparo latejante para o tema, sacramentou o tom de curiosidade do conjunto, a maioria jogando íscas, como turistas diante de um espécime raro no zoológico da história.
Quem sabe ele retribui com uma cambalhota inédita?

Possivelmente, aos olhos de muitos, em especial os mais jovens que não vivenciaram aquele período, o saldo tenha sido a relativização das razões em confronto.

O episódio serve de alerta aos trabalhos da Comissão da Verdade.

É preciso definir com precisão uma abordagem dos trabalhos que possibilite, de fato, trazer para o conhecimento e a reflexão do país, principalmente às novas gerações, o que foi e o que é o lastro de interesses racionais que propiciou a formação entre nós de um aparato dedicado a desossar seres humanos no pau de arara.

A experiência do Roda Viva demonstra que é indispensável o amparo de vozes qualificadas da sociedade para expressar seus valores mais caros, aqueles que sustentam os laços da convivência compartilhada, laços humanistas, solidários e libertários, rompidos pelo horror de ontem, mas de hoje também.

A Comissão da Verdade teria que chegar às salas de aula para cumprir a sua mais preciosa missão.

É no confronto com esses valores, e com a atualidade que os ameaça, que a exposição da barbárie ganha dimensão pedagógica afrontada pela dialética do esclarecimento.

Caso contrário, corre-se o risco de vulgarizar a sua ocorrência como mais um produto — ou celebridade — a ser consumido e cuspido na engrenagem de uma espetacularização que empresta normalidade a qualquer coisa.
Mesmo às mais abjetas.

(Carta Maior; 4ª-feira, 19/10/2011)
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Responder

Sagarana

18 de outubro de 2011 às 17h44

Se a "turminha" da Soledad tivesse vencido não haveria tortura. Mandariam direto para o "paredón".

Responder

    SILOÉ-RJ

    18 de outubro de 2011 às 22h04

    Uma da" turminha" da SOLEDAD é hoje a nossa PRESIDENTA eleita nos votos como o outro QUE FOI DEPOSTO SEM NENHUMA JUSTIFICATIVA PLAUSÍVEL OU CONFIÁVEL.
    Sem nenhum golpe ou vingança ela está conseguindo tira o BRASIL do ATOLEIRO que essa maldita DITADURA e a posteriori seus cupinchas lambe-botas colocaram. Isso você nem ninguém pode negar.
    TODO O ATRASO, TODAS AS MAZELAS, TODA A MISÉRIA, EM QUE NOS ENCONTRAMOS DEVEMOS A MALDITA DITADURA.
    GOLPE ESTE ARMADO PELOS EUA PARA BLOQUEAR O NOSSO POTENCIAL E QUE OS IDIOTAS MILITARES E OS TRAÍRAS LESA-PATRÍAS CAÍRAM QUE NEM PATINHOS
    COM CERTEZA SE DEPENDESSE DE MIM ESTARIAM TODOS NO PAREDON.

ams

18 de outubro de 2011 às 14h43

Obrigado pelos comentários, pois não aguentei terminar o primeiro bloco do programa. Assim, me conforto com a minha convicção, sem ter que passar pelo constrangimento moral em assistir àquela coisa.
Ou como diria o Gavião Bueno: o Roda Viva já esteve melhor.
Mas o cenário estava legal.

Responder

O_Brasileiro

18 de outubro de 2011 às 13h58

Foi com marchas contra a corrupção que veio o golpe de 1964. E com ele a ditadura, a tortura, a censura, a morte e o silêncio.

Responder

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h47

    O pensamento único e o fim das reformas de base que ameaçavam abalar os alicerces da Casa-Grande.

Nelson Menezes

18 de outubro de 2011 às 13h56

Este famigerado cabo Anselmo e sustentado por tres empresários,com certeza tem mais gente que o sustente,quanto aos seis ou oito infiltrados que como ele tem sobre os ombros várias mortes e que hoje são pessoas conhecidas e que estão no noticiário politicos.

Responder

beattrice

18 de outubro de 2011 às 13h43

O homem certo no lugar certo:
Cabo Anselmo e RODA MORTA tudo a ver.
A TV Cultura de SP não vai sobreviver a mais este mandato OPUS DEI, parece óbvio isso.
A apresentação da entrevista tenta reescrever a história
tal qual o episódio da plaquinha da USP:
[youtube iNf2M8c4gXs http://www.youtube.com/watch?v=iNf2M8c4gXs youtube]

Responder

EUNAOSABIA

18 de outubro de 2011 às 13h42

Esse lazarento não era do grupo da esquerdalha comunista e genocida não???

Responder

    EUJASABIA

    18 de outubro de 2011 às 15h51

    Não, caro Richaed Smith.

    Este lazarento era do grupo da direitalha golpista, fascista e genocida.

    SILOÉ-RJ

    18 de outubro de 2011 às 22h49

    E eleitor como você, do seu ídolo o também CACHORRO SERRA.

Walter Decker

18 de outubro de 2011 às 13h29

Depois de 8 anos de Lula o que eu queria mesmo era 8 anos com a Cristina Kirchner de presidente. Aí sim essa corja da ditadura ia tremer de medo. Seriam julgados e condenados, os torturadores à prisão perpétua, como aconteceu por lá. Iriam morrer em cana, pois é isso que merecem. Na Argentina não tem essa vergonha de se colocar os jovens idealistas de esquerda, que REAGIRAM contra os golpistas, no mesmo patamar dos sádicos que os retiravam de suas celas, depois de presos, para espancá-los, afogá-los e eletrocutá-los, muitos até a morte. Fora aqueles que foram mortos de tanta pancada e jamais pegaram em arma, como Herzog.

Responder

nadie

18 de outubro de 2011 às 13h01

Primeiramente devo dizer da minha grande alegria em o Roda-Viva com jornalistas sérios, com um formato digno do programa fantástico que sempre foi desde o seu nascimento, afora o curto período, graças a Deus, em que tivemos o desprazer de ver Marília Gabriela, sem nenhuma qualificação para o cargo, ainda por cima com aqueles jornalistazinhos inexpressivos e raivosos.
O povo brasileiro precisava ver a cara daquele homicida sem escrúpulos. Como se não bastasse ser um dedo-duro, um ser desprezível em tantas investidas, também conseguiu mostrar ser monstro ao promover a morte daquela que ele próprio elogia por sua beleza física, entre outras. Acho que somente a morte dessa mulher, grávida, já, por si, revela o quão miserável foi, e deve ser até chegar ao inferno, esse cabo nojento, asqueroso.
E ainda aqui, neste Blog, vermos comentários tentando amenizar o caráter do infeliz.

Responder

Bruno

18 de outubro de 2011 às 12h49 Responder

ZePovinho

18 de outubro de 2011 às 12h22

Por causa de um desses desvãos da vida,Azenha,a sobrinha do Fleury é minha amiga de Orkut.

Responder

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h53

    É. E bota desvãos da vida nisso.

Alexandre Felix

18 de outubro de 2011 às 12h17

…meus caros, do jeito que impera a cara de pau desse povo reaça, o monstruoso delegado Fleury ganhará um busto de bronze…o que mais falta acontecer?

Responder

    GilTeixeira

    18 de outubro de 2011 às 12h39

    Será esse o monumento que estão construindo na USP?

Floriano Jr

18 de outubro de 2011 às 12h17

O que esperar da Folha de São Paulo que emprestava o carro da redação aos torturadores e de nossa extrema direita? Não acredito que esses crimes sejam trazidos à luz e o rosto dos criminosos expostos… estamos no Brasil!

Responder

Jose Saguy Tenorio

18 de outubro de 2011 às 11h38

Fico observando e não tenho dúvida, em dizer que temos muitos cabos Anselmos na imprensa brasileira.

Se não os tivéssemos, certamente nosso destino jornalístico seria outro, bem melhor, para todos e para o país.

Responder

Rui Shibucava

18 de outubro de 2011 às 11h34

Assisti o programa Roda Viva de ontem com aquele" verme" do cabo Anselmo.Que lixo! Um ser que queria estar bem com os dois lados,ditadura e subversão,que TRÁIRA.Fiz o exercito nessa época e vi barbaridades.Mesmo combatendo, admirei muito o Cap.Lamarca,Mariguela e outros pela coragem e ideais. Fiquei nervoso,porque o cara se esquivava das perguntas e nem argumento tinha nas respostas. Então pergunto; quem banca e na realidade quem é esse vagabundo?Não apóio ditaduras de direita ou esquerda e subversão, porque na verdade todos querem uma fatia desse pão,como vemos hoje na democracia,que tudo diz ser livre,principalmente a corrupção,nepotismo e outros.O que não da para aceitar é trairagem. E hoje recorremos a quem, a democracia dos corruptos, das melicias, dos traficantes, dos juizes?Não temos adversidades da natureza,mas temos de nós mesmos,seres racionais.

Responder

Adilson

18 de outubro de 2011 às 10h24

Ontem assisti a um dos piores momentos da TV Brasileira. É impressionante a empáfia desse sujeito, a forma como mansamente ( pois era assim que se portava na época, uma "mansidão demoníaca", segundo quem conviveu..) e malandramente vai se esquivando de tudo e colocando/impondo suas condições…

Uma afronta a nossa dignidade. O máximo que os entrevistadores conseguiram, foram tentar chamá-lo de "você", na tentativa de diminuí-lo. E a unica coisa que "passou" foi mesmo o pronome de tratamento intencional. Quando um outro, tentava o chamar de "cabo Anselmo", ele rejeitava na hora e pedia ; Só Anselmo, por favor…já pensando, é claso, na sua carteira de identidade…

Raiva, muita raiva…Sinceramente, ontem assistimos a uma afronta a memória e a dignidade de nossas famílias e de nossos amigos

Responder

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h58

    É isso Adilson. E me pareceu que a agressão foi ainda maior e teve destino certo. Agora imagine se estivéssemos num momento de descrédito popular em relação ao Governo?

Osvaldão

18 de outubro de 2011 às 10h18

A existencia do AFONSO NASCIMENTO por aqui, sem censura, é a maior prova de que aqui tem democracia. Nos espaços dos reinaldos azevedos e alvaros dias de tal, qualquer opinião divergente ésumariamente apagada. Confiram a excelência democrática desses cidadãos de primeira categoria. Representantes da VEJA e da GLOBO.

Responder

    Mário SF Aives

    20 de outubro de 2011 às 00h00

    Não sem antes, torturá-lo em todos os gêneros eletrônicos de paus-de-arara!

Gerson Carneiro

18 de outubro de 2011 às 10h04

Isto é a Imprensa que não precisa de regulamentação: Bandido vira informante confiável e Assassino vira estrela de programa de entrevistas.

Responder

    Klaus

    18 de outubro de 2011 às 12h49

    Ley do Medios é pra isto então?

    Gerson Carneiro

    18 de outubro de 2011 às 21h50

    Também. Para afirmar que concessão pública tem como objetivo maior o interesse público, e não interesse particular.

    Mas você não explicou que "jornalismo" é o da Veja.

    Gerson Carneiro

    19 de outubro de 2011 às 08h09

    Deveria ser assim: a Veja faz uma denúncia e diz que vai apresentar as provas. Se não apresentar em 48 horas deveria ficar suspensa até que os fatos fossem apurados, e não se comprovando a denúncia, deveria vir com uma edição cuja capa fosse "A Veja mentiu mais uma vez".

    Curiosidade: o ex-PM João Dias não compareceu à PF para prestar depoimento no dia 18/10 alegando problema de saúde, mas passou a tarde reunido com o PSDB e DEM. O João Dias é o novo Francenildo da oposição. Francenildo é aquele que a oposição andou com ele pra cima e pra baixo e repentinamente o rapaz apareceu com R$ 40 mil alegando ser herança do pai que ele não via há décadas e era mais pobre do que ele.

    CC.Brega.mim

    19 de outubro de 2011 às 00h47

    a resposta do orlando silva:
    http://vaiencarar.wordpress.com/2011/10/16/mais-n

    CC.Brega.mim

    21 de outubro de 2011 às 00h03

NER

18 de outubro de 2011 às 09h32

Azenha. Realmente você é muito democrático.
Eu sinceramente não sei se a construção da democracia passa por dar vóz a quem, hoje se sabe, foi agente da CIA infiltrado, confirmado até por um militar do Rio já falecido (e que por este motivo, não teve seu processo analisado pela Anistia aos presos políticos). É muito interessante que uma TV mantida com recursos públicos se preste a este serviço. Quem puder, até mesmo para "entrar" no ambiente da resistência a Ditadura Militar, não deixe de ler o livro do Urariano Mota. Memélia Moreira em seu blog faz uma crítica a este excelente livro e diz "Anselmo não chega a ser um réptil. Jamais conseguiu ultrapassar o nível dos vermes. E um verme com inteligência é mais nocivo que um virus mortal. Os répteis, mesmo os mais repugnantes, cuidam de suas crias. Cabo Anselmo era o pai da criança que Soledad carregava". http://memeliamoreira.com/blog1/2009/11/03/diario

Responder

Maldoror

18 de outubro de 2011 às 09h08

Esses facínoras ex militares não se arrependem de nada….e estão se organizando de novo por debaixo dos panos…vamos abrir o olho pois o negócio é sinistro…#fim da anistia!!!!!

Responder

Gerson Carneiro

18 de outubro de 2011 às 08h39

Vi um trecho de menos de um minuto da entrevista no Roda Viva. Foi o suficiente para abandonar aquilo. Carece de estômago forte para suportar tanto cinismo. Tratado como astro na TV Cultura. O sujeito declarou que votaria no Serra (nenhuma surpresa).

Declarou: "os torturadores trabalham hoje para a polícia de São Paulo". Quando perguntado quem eram, simplesmente disse "aí eu já não sei". Foi perguntado se havia torturadores entre sindicalistas. "Você lembrou bem, procurem os torturadores nos sindicatos". Ou seja, nenhum aperto, apenas uma voncersa pré acordada.

Um monstro desse quilate, sorridente, livre, leve e solto, tratado como astro pela imprensa. A felicidade só não é completa porque, pasmem!, ele não tem uma carteira de identidade.

Responder

Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha « Ficha Corrida

18 de outubro de 2011 às 07h32

[…] Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha | Viomundo – O que você não… Sirva-se:Like this:LikeBe the first to like this post. Deixe um comentário […]

Responder

ronald

18 de outubro de 2011 às 05h25

Peraí, deixa eu entender uma coisa: o sr Uraiano, independente da história da Soledad, defende que o Anselmo continue a viver sem os direitos civis? Diga-me, se ele sequer existe legalmente, como identificar o criminoso?

Além disso, até quando vamos ficar santificando uma guerrilha que nunca quis um país democrático? Da mesma forma que apontam o dedo para a ditadura – e têm razão – quando irão parar de justificar imoralidades e crimes da esquerda? Lênin, Stalin, Gulag, Paredón de Castro e Che Guevara, extermínios de Mao e Pol Pot… a vocês, matou-se pouco, na história, em nome da esquerda? Ainda querem mais?

Responder

    emerson57

    18 de outubro de 2011 às 09h41

    direito civil de criminoso é estar PRESO.

    Aline C Pavia

    18 de outubro de 2011 às 10h49

    Falou e disse.

    priscila presotto

    18 de outubro de 2011 às 11h27

    Ronald,vc entendeu realmente o texto?
    Vc percebeu o que cabo Anselmo fez?
    Cade os direitos civis das famílias dos torturados e mortos?
    Discurso rançoso e antigo ,reacionário e desumano de pessoas como vc ,é que me assustam.
    Ninguém esta falando de Cuba,Lenin,Stalin….Muda o disco.

    ana

    18 de outubro de 2011 às 14h10

    essa é a sua interpretação. torta e errada. falta estudo, falta discernimento e cultura.

    Luiz Moreira

    18 de outubro de 2011 às 15h22

    O Pol Pot foi apoiado pela direita. Em Cuba, fuzilaram menor número que os condenados à morte nos EUA. Guevara morreu lutando e nenhum "heroi" da direita, comandante, até hoje fez. E para matá-lo, usaram um pobre soldado boliviano. Se a CIA é tão boa assim, porque não responde por suas execusões.
    E que me diz de Guantanamo? Quando os gringos sairem de lá, devem tirar metros de terra para esconder seus crimes. Os gringos que mataram na Guatemala os coitados em experiencias. Isto que eles condenaram nos nazistas e japoneses e os condenaram ao enforcamento e outros métodos. Vai para a Espanha franquista. Lá era o Garrote Vil, hein? Sabe o que é isto?

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h22

    E o que nos diria da invasão/destruição moral e econômica da Líbia, um dos maiores IDH do mundo, covardemente bombardeada pela OTAN, sob o pretexto de exclusão de espaço aéreo?

    SILOÉ-RJ

    18 de outubro de 2011 às 23h02

    Mas quém disse pra você que queriam implantar o comunismo???
    Há uma diferença muito grande entre comunismo e socialismo você sabia???
    Essa foi a desculpa que eles deram para tirar do governo um presidente democrático legalmente estabelecido.
    E a guerrilha se estabeleceu depois da ditadura e sempre lutou pela democracia.
    e está tentando melhora-la, se vocês deixarem!!!
    Não leia o PIG, senão vai continuar desinformado!!!

SILOÉ-RJ

18 de outubro de 2011 às 02h20

Na entrevista dizendo que é sustentado por 3 empresários sem querer dizer os nomes deixou escapar nas entrelinhas desse trecho mais ou menos isso: ( Na época da publicação do livro sobre mim escrito por um jornalista da rede globo fiz uma entrevista para a divulgação de mais de 9 horas e eles pinçaram apenas algumas notas ao seu bel- prazer que só deram alguns minutos aí eu questionei muito.)
Donde se conclui, sabendo o que ele sabe…
Estão querendo em tempos de vacas magras transferir esse sustento que não deve ser barato, para o governo já que agora com a abertura dos arquivos e a comissão da verdade os segredos que com certeza ele guarda não terão mais valor.

Responder

alicio

18 de outubro de 2011 às 00h58

Cabo anselmo é do time de zé serra, raul jungmann, roberto freire,traidores da esquerda que ajudavam os milicos.

Responder

Leonardo

18 de outubro de 2011 às 00h31

Que decadência virou o programa Roda Viva!
Primeiro, tiram do ar o professor Heródoto Barbeiro, depois, a Gabi.
Agora, um apresentador chuchu e um cenário estapafúrdio. Péssimo mudança de cenário e apresentador. Trágico que o programa tenha regredido assim, ainda mais trazendo para o centro do palco uma figura tão comprometida, esse Silvério dos Reis do tempo da ditadura!

Responder

    beattrice

    18 de outubro de 2011 às 13h37

    O programa não era mais democrático nos tempos do Barbeiro, e menos ainda nos tempos de dona Marília.

    Molina

    19 de outubro de 2011 às 17h36

    Verdade, só falta convidarem Olavo de Carvalho, Júlio Severo e outros.

Lizavou

18 de outubro de 2011 às 00h12

Se for possível alguém poderia postar link no youtube. Não tenho esse canal, e eu gostaria de ver essa criatura, nosferatu!

Responder

SILOÉ-RJ

18 de outubro de 2011 às 00h08

Como é que pode um CRÁPULA E ASSASSINO como esse andar solto pelas ruas, ter espaço nessa MÍDIA DE MERDA e fazer todos entrevistadores e nós que assistimos a entrevista, de IDIOTAS.
Uma ARROGÂNCIA e um CINISMO impressionantes, de quem realmente está se lixando para a opinião pública, sem o menor resquicio de culpa ou arrependimento.
O seu objetivo em concedê-la ficou bem claro, ao se dispor a entregar de novo seus colegas e superiores da ditadura na comissão da verdade desde que lhe devolvam a indentidade para que ele possa requerer indenização e aposentadoria. isto é: Voltar a se o CACHORRO QUE SEMPRE FOI.
ESSA ENTREVISTA FOI A MAIOR AFRONTA A MINHA DIGNIDADE.
REVOLTANTE!!!!.

Responder

    EUNAOSABIA

    18 de outubro de 2011 às 09h14

    Se os terroristas e assassinos confessos desse período também andam soltos pelas ruas… ora essa….

    Marcelo Fraga

    18 de outubro de 2011 às 10h08

    Foram torturados e assassinados, diferentemente dos teus patrões.

    P Pereira

    18 de outubro de 2011 às 13h08

    " Derrubaram o presidente e assaltaram o Executivo. Cassaram metade do Congresso e mutilaram o Legislativo. Expulsaram ministros do Supremo e castraram o Judiciário.

    Mourão Filho foi terrorista. Castelo foi terrorista. Costa e Silva foi terrorista. Médici terrorista. Geisel terrorista. Figueiredo terrorista. Golbery terrorista. Todos os que comandaram o golpe de 64, militares ou civis, Lacerda, Magalhães ou Ademar, 'contra a ordem constitucional e o Estado Democrático', foram terroristas. Quem diz é a Constituição e o Supremo.

    Jarbas Passarinho também foi terrorista. Tenente-coronel e chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia, juntou-se a um grupo de militares, sem nenhuma decisão judicial, derrubou o governador eleito do Estado, assaltou o governo, pôs na prefeitura da capital um afilhado de casamento e passou a agir como se o Pará fosse a casa da mãe Joana." (Sebastião Nery) http://anistia.multiply.com/reviews/item/438?&amp

    ana

    18 de outubro de 2011 às 14h08

    e os nazistas como você também

    Adilson

    18 de outubro de 2011 às 10h28

    Siloé, revoltante mesmo. E ele ainda diz na "cara dura" que só aceita participar da Comissão da Verdade se lá estiver tb gente da direita (usou essa palavra)

    ps: O que foi aquilo? Eu hoje me identifico mais com o Serra.

Étore

18 de outubro de 2011 às 00h03

Esse tal de Mario Sergio Conti, "moderador" do Roda Viva, precisa de tratamento psicológico.
Não deixou o entrevistado terminar de responder metade das perguntas e se dirigia a ele com uma raiva espantosa.

Ele pode achar o que quiser do cara, mas na posição em que estava deveria manter uma postura profissional, com a preocupação maior de fazer um bom programa e não de julgar e condenar o entrevistado como se ele próprio fosse uma comissão da verdade.

Responder

Mari

17 de outubro de 2011 às 23h47

Dá nojo ver o cara. Age como se nada tivesse acontecido. Está com ideia fixa numa carteira de identidade! Sabe perfeitamente do que fez. E até diz muito do que fez. Mas não mostra arrependimento. Não é um louco, psiquiatricamente falando, mas tem uma psicopatia. Aquela que deixa seus portadores sem nenhum resquício de moral. Eles nascem assim.

Responder

Alexandre Luna

17 de outubro de 2011 às 23h35

Pelo que dá para ver na foto essa Soledad Barret Viedma era bonitinha não merecia ser traida e muito menos torturada e morta grávida. Que Deus a tenha.

Responder

    Aline C Pavia

    18 de outubro de 2011 às 08h45

    Nesse raciocínio as "feinhas" podiam ser traídas, torturadas e mortas? aff

    Marco Santo

    18 de outubro de 2011 às 09h29

    Aline, apelou heim!……….

    leo

    18 de outubro de 2011 às 09h52

    Infelizmen, é o que sugere a própria reportagem.

    beattrice

    18 de outubro de 2011 às 13h35

    Mais um adepto do Rafinha's club.

    AMS

    18 de outubro de 2011 às 14h36

    KKKKKK!

    ana

    18 de outubro de 2011 às 14h07

    que pensamento mais chulo

elizabeth lorenzotti

17 de outubro de 2011 às 22h31

O livro do Urariano é maravilhoso, já esse roda morta não é, eu como não instalei a TV tô livre disso, entrevistado e âncora, xô!

Responder

Mauricio Oliveira

17 de outubro de 2011 às 22h03

Infelizmente esses dois indevidos são da Política de Pernambuco, um vivia na UFPE, fazendo cena de socialista para enrolar os estudante o outro vive em SP, no meio do PIG/PSDB pra ver se não desaparece politicamente, é uma vergonha para nosso estado.

Responder

Jairo_Beraldo

17 de outubro de 2011 às 21h54

Este Blog Alerta Total, é um lixo, pelo que pude observar depois de ler o post…o cara pede grana aos seus leitores!!!!!! E os comentários, por lá tem um lado, só tem vez EUNÃOSABIA, KLAUS, PEDRO entre outros anacéfalos que por aqui circulam. Haja democracia.
Mas eu só queria deixar uma perguntar ao Serrão (sic) lá – " Em 1970, preso pela ditadura militar, delatou Soledad Barrett Viedma, sua esposa e companheira, (que por ele se transforma em namorada), sem respeito ao seu estado de gravidez. E este canalha covarde quer que lhe seja concedido uma Carteira de Identidade. Não é melhor este verme ficar sem nome, pois honra não tem?"

Responder

joão sal

17 de outubro de 2011 às 21h22

O cabo Anselmo deixou discípulos;
Roberto Freire e
Raul Jungman

Responder

    Renato Lira

    18 de outubro de 2011 às 00h29

    Matou a pau, Sal.

    SILOÉ-RJ

    18 de outubro de 2011 às 01h42

    Seria muito bom se só fossem esses.

    Renato Lira

    18 de outubro de 2011 às 15h52

    O Gabeira também, Sal.

    joão sal

    19 de outubro de 2011 às 07h59

    Bem Lembrado!

Francisco

17 de outubro de 2011 às 21h22

Dessa Comissão de Verdade vai resultar que não houve torturadores, não houve tortura e na verdade, ditadura aqui, nunca teve…

Aguarde e verá.

Responder

Aline

17 de outubro de 2011 às 21h21

A Comissão da Verdade deveria investigar também a participação do governos dos EUA no planejamento e na execução do golpe militar e das vantagens que auferiu com a ditadura.
Seria interessante também apurar o tipo de treinamento que era dado aos militares brasileiros na Escuela de Las Américas, em West Point e outras academias militares dos EUA.
Quanto ao cabo anselmo é um verme, um pobre diabo perverso e doentio. Espantoso que o entrevistem numa TV Cultura, dando palco a tamanho assassino numa emissora pública de tv.

Responder

    Maria Luiza

    18 de outubro de 2011 às 14h03

    Isso nem precisa ser investigado, Aline. Já está mais do que provado e documentado.

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h46

    Aline,
    1) Aquilo não foi bem o que se poderia chamar de entrevista. Talvez muito mais um jogo/um ensaio para ressuscitar o morto-vivo;
    2) Quem está por traz da referida Rede?

FrancoAtirador

17 de outubro de 2011 às 21h13

.
.
Essa roda só gira para a direita.
.
.

Responder

AFONSO NASCIMENTO

17 de outubro de 2011 às 21h04

ENTENDO PERFEITAMENTE A REAÇÃO DOS QUE PARTICIPARAM DO MOVIMENTO QUE ACREDUITAVAM EM SUAS CONVICCOES POREM A VERDADE NÃO PODE TER SOMENTE UM LADO. PARA REFLEXÃO

Responder

    Renato Lira

    18 de outubro de 2011 às 00h29

    Continuas gritando, mano?

    ana

    18 de outubro de 2011 às 14h05

    educação não se encontra em todos, Renato.

    Renato Lira

    18 de outubro de 2011 às 15h47

    É…

    Maria Luiza

    18 de outubro de 2011 às 13h59

    Para seu governo, a verdade é uma só: a ditadura foi um golpe contra um governo democraticamente eleito e legítimo, praticado por militares e apoiado e financiado por civis. Sem isso não haveria OBAN, Doi Codi e que tais pelo Brasil afora. As grandes fortunas de São Paulo, principalmente, foram construídas com o sangue derramado nos porões da ditadura militar-civil, portanto. O que vocês, canalhas, chamam de terroristas, foram aqueles que lutaram contra o terrorismo de estado. E gente do seu tipo ainda vem com essa cantilena de que a esquerda queria instaurar uma ditadura comunista no Brasil. Pura desculpa esfarrapada para justificar o estado de exceção. Por isso a verdade só tem um lado. Entendeu ou é preciso desenhar?

    Glecio_Tavares

    18 de outubro de 2011 às 22h06

    A elite era totalmente contra um governo trabalhista, eles tinham medo da igualdade de oportunidades que só um governo trabalhista busca. Vemos hoje no país que a elite tenta um novo levante, com apoio da mídia suína. Tentam destruir reputações e enganar a população.

    AFONSO NASCIMENTO

    18 de outubro de 2011 às 22h12

    MARIA LUIZA COMO VOCE COMPREENDE O PROCESSO DE LUTA DE CLASSES? QUEM ESTA ESTEVE EM TODO O PERIODO DA HISTORIA DE NOSSO PAIS MANTEVE A ESTRUTURA DA SOCIEDADE CAPITALISTA INTACTA. OUTRA COISA QUE VOCE PARECE NÃO TER PERCEBIDO É QUE A HISTORIA TEM PONTOS DE VISTA DIFERENTE E O QUE TEM PREVALECIDO SÃO OS CONCEITOS DAS ELITES DOMINANTES DO PAIS. OUTRO FATO SOU TRABALHADOR CIENTE DO PROCESSO QUE ESTOU VIVENDO E MINHA BUSCA VAI MUITO ALEM DAS MUDANÇAS SOCIAIS DE MINHA VIDA. VOCE COMETE4 UM EQUIVOCO QUANDO ENCONTRA PESSOAS QUE PENSAM DE FORMA DIFERENTE, E CRIA A IDEIA " É GENTE DE SEU TIPO …" LAMENTO QUE VOCE NAO TENHA ENTENDIDO A INTENÇÃO, PORÉM É DE SE ESPERAR REFLETIR É UM ATO DE ENTENDER OS QUE PENSAM DIFERENTE E RESPEITALOS POR ISSO. LAMENTO

    plinio

    18 de outubro de 2011 às 15h13

    Afonso, sim, voce tem razão , temos dois lados da questão. Neste blog majoritariamente pensamos muito diferente de vc. Há outros blogs à direita onde voce se sentiria muito mais a vontade. Agora, se voce gosta de ser um iinfiltrado aqui , um Cabo Anselmo do sec XXI, seu problema é psiquiatrico. Exibicionismo vulgar talvez seja o seu caso clínico, a princípio!
    Sem magoas

AFONSO NASCIMENTO

17 de outubro de 2011 às 20h52

BOA NOITE CARRISSIMO CARLOS AZENHA, GOSTARIA DE LHE PERGUNTAR UMA COISA, ANTES DISSO GOSTARIA DE DIZER QUE ADMIRO SUA POSTURA QUANTO REPORTER, PORÉM NÃO ENTENDO QUE BUSCA DE VERDADE E ESTA QUE VOCE PROCURA QUE SO MOSTRA UM LADO? DE LADO A LADO HOUVERAM CRIMES E SÃO ESSES ATOS QUE FORAM ESCONDIDOS DURANTE A DITADURA QUE NOS NAO TOMAMOS CONHECIMENTO.. NO MEU8 POUCO ENTENDIMENTO A VERDADE TEM QUE SER DEMONSTRADA SEM ODIO PARA QUE SE ENTENDA A AÇÃO DOS QUE USARAM O ESTADO PARA ESCONDER SEUS CRIMES, E OS BRASILEIROS QUE ATACARAM O ESTADO BRASILEIRO EM DEFESA DE SUA IDEOLOGIA ATIGINDO TAMBÉM PESSOAS INOCENTES. ESSA VERDADE QUE EU DESEJO.

Responder

    Pedro1

    18 de outubro de 2011 às 00h19

    Atacaram o Estado brasileiro em defesa de sua ideologia? Você se refere aos militares, obviamente, que deram um Golpe de Estado e tiraram do poder o líder democraticamente eleito.

    E "um lado", como você diz, já foi punido. Muitos corpos dos que sofreram essa punição ainda estão desaparecidos.

    Renato Lira

    18 de outubro de 2011 às 00h28

    Precisa gritar, mano?

    Polengo

    18 de outubro de 2011 às 02h03

    É só assim que sabem, digamos, se expressar.

    Polengo

    18 de outubro de 2011 às 01h14

    Ia ser mostrar só um lado ia ser se não tivesse essa matéria aqui que você leu.
    Que crimes foram escondidos? Pode das um exemplo, meu caro?

    Mas, sinceramente, não acho que o "estado brasileiro" tenha sido atacado, porque a ditadura não representa o estado brasileiro. Qualquer ataque à ditadura foi a favor do estado brasileiro, pois ele não existiu nessa época da forma que você quer pintar.

    Marco Santo

    18 de outubro de 2011 às 09h34

    Sr. Afonso, se vc estivesse no "pau de arara", ou tomado uma surra de toalha molhada, certamente mudaria a sua visão torta a respeito do que é tortura. Mas, como não teve essa oportunidade, vem se expressar de "Estado Brasileiro", estas brincando!……..

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h31

    Toalha molhada?!!!

    priscila presotto

    18 de outubro de 2011 às 11h30

    Meus ouvidos são sensíveis senhor….

    GilTeixeira

    18 de outubro de 2011 às 12h01

    Afonso, se não conhece apresento a você o Viomundo, espaço democrático onde até pessoas retrógradas como você podem colocar suas opiniões. Por favor, não grite, pois mesmo os reacionários desse blog tem um mínimo de educação! Tente usar as letras minúsculas da próxima vez em que 'obrar' um comentário!

    AFONSO NASCIMENTO

    18 de outubro de 2011 às 22h23

    Quão democratico é sua opinião desde que todos "obrem" pela mesma linha de pensamento

    GilTeixeira

    18 de outubro de 2011 às 12h12

    Quem atacou o Estado Brasileiro em primeiro lugar foram os milicos apoiados pela elite , derrubando um governo democraticamente eleito (Jango foi votado, naquela época se votava no presidente e no vice, tanto é que ele não era companheiro de chapa do Janio) Portanto quem era terrorista era o dito governo e todos que apoiaram e apoiam aquele estado de coisas.

    Mário SF Aives

    19 de outubro de 2011 às 23h29

    É essa a lógica, caro GIL. Surpreende que não seja ela o motor ou o cerne da discussão/reavivamento histórico daquela ação política e que seria melhor entendido como resistência.

    Alexandre Felix

    18 de outubro de 2011 às 12h37

    Afonso.

    Por favor, use caixa baixa nos seus textos. Sabe, letras minúsculas? No ambiente virtual – na internet – usar caixa alta . . .letras maiúsculas…equivale a gritar. O ambiente aqui é de diálogo, mesmo que haja conflitos de ideias.

    Felicidades

    ams

    18 de outubro de 2011 às 14h38

    Boa.

    AFONSO NASCIMENTO

    18 de outubro de 2011 às 22h21

    Desculpa e obrigado , não sabia da história da Caixa alta, , utilizo para tentar escrever o mais correto possível, visto a idade não ajudar um pouco

    Luis Fernando

    18 de outubro de 2011 às 12h39

    Amigo qualquer excesso cometido pela esquerda foi arbitrariamente julgado pelo regime militar, e a pena era a tortura e a morte. Em países ditos democráticos, mesmo os condenados a morte têm direito a defesa.

    Cleverton_Silva

    18 de outubro de 2011 às 13h35

    Neste "dia" que durou 21 anos os milicos pró-ditadura passaram o tempo todo mentindo sem deixar os oprimidos se expressarem. A censura trocava matérias de interesse da sociedade por receitas de bolo nos jornais e o reaça gritante ainda vem com essa conversa? Os torturadores têm todos os holofotes do pig para defenderem a sua pŕatica política lambe-botas de Washington. Isso quando querem se pronunciar, pois para eles é mais conveniente o silêncio. Por que não pergunta o mesmo ao Reinaldo Azevedo, por exemplo?

josaphat

17 de outubro de 2011 às 20h43 Responder

bruno

17 de outubro de 2011 às 20h27

OBRIGADO Urariano. Vou gravar para mostrar aos meus filhos como pensa e age um covarde.

Responder

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