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Thalma de Freitas: “Por que a loura revistada antes de mim não veio para cá?”


15/10/2011 - 18h55

Thalma de Freitas vai processar PMs por abuso de poder

Ricardo Valota Agência Estado

A atriz e cantora Thalma de Freitas, de 37 anos, quer processar dois cabos do 23º Batalhão da Polícia Militar (PM) do Rio. Ela afirma que foi encaminhada, sem necessidade, para a Delegacia do Leblon (14ªDP), na zona sul da cidade, na noite de ontem, onde teria ficado durante quatro horas.

Thalma deixava a casa de uma amiga quando foi abordada pelos PMs na Avenida Niemeyer, próximo de um dos acessos ao Morro Chácara do Céu, na comunidade do Vidigal. A atriz afirma que tirou todos os objetos da bolsa e os colocou sobre o capô da viatura. Mesmo não encontrando nada, os dois policiais teriam dito que ela era suspeita e que seria levada para a delegacia para passar por uma revista, pois não havia policiais femininas na região naquele momento.

“Fiquei muito calma, na paz da minha inocência. A delegada não me obrigou, mas fiz questão de ser revistada pela policial feminina. Colaboro para o processo contra abuso de autoridade de policiais. O que houve é comum para muita gente, hoje falo por quem não tem voz”, protestou a atriz em sua página do Twitter”.

A atriz também ainda disse: “É a primeira vez que passo por essa humilhação. Não há outra coisa a fazer exceto processá-los por abuso de poder. Por que a loura que estava sendo revistada antes de mim não veio para cá? Será que artistas como eu e moradores do Vidigal, negros como eu, precisam passar por isso? Será que temos que ter medo da polícia? Porque estou aqui? Sou suspeita de quê? Gostaria que eles me explicassem”.

Já os policiais militares que abordaram Thalma disseram que o procedimento foi normal. “Não temos policiais militares femininas no batalhão, por isso a conduzimos à delegacia. Nós sabemos fazer abordagens e a área onde a encontramos é considerada de risco, por isso viemos até a delegacia para garantir a integridade física da atriz”, disse o cabo Menezes que junto com o PM Rodrigues são acusados de conduzi-la até a delegacia.

PS do Viomundo: Fazemos também nossa a pergunta da leitora Luci:  Será que para a abordagem os PMs do Rio de Janeiro usaram a cartilha feita pelos colegas do Distrito Federal?

Leia também:

Polícia Militar do DF: Assaltante=negro, vítima=branco

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90 comentários

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pedro

26 de outubro de 2011 às 14h31

Tudo é racismo…isso porque os policiais inclusive levaram a mulher até a delegacia respeitando o fato de ela ser mulher.

No Brasil é assim tudo que acontece em relação a um negro é racismo…o povo santo!

Responder

Gustavo Pamplona

16 de outubro de 2011 às 18h57

Galera.. uma pergunta:

O que será que aconteceu com aquela Mayara Petruso mesmo?

Responder

Renato Lira

16 de outubro de 2011 às 17h19

Agora, outra verdade incoveniente há de ser dita.

E ssa notícia só está na mídia de direita porque os algozes são policiais militares de patentes mais baixas e a vítima, mesmo negra (e belíssima, destaque-se), é atriz global.

É fato.

Responder

jaime

16 de outubro de 2011 às 15h00

Bom, segundo Gilmar Mendes, o que não pode é algemar, o resto pode tudo não é?

Responder

Operante Livre

16 de outubro de 2011 às 14h17

Se quisermos acabar com a arbitrariedade não podemos deixar de fora da empreitada os próprios arbitrários ou corremos o risco de perpetuar e aumentar a segregação. O combate deve considerar, necessariamente, a educação e a inclusão dos opositores (não de suas ações), por mais que isto nos pareça impossível ou nos contorça as entranhas. Se alguém consegue ver outro caminho, aceito uma luz.

Responder

EUNAOSABIA

16 de outubro de 2011 às 14h05

Isso demonstra que nosso país nós ainda somos vistos pela ótica da cor da pele, da raça, pela ótica da beleza, "feio ou bonito", pela conta bancária, e até mesmo pelo sobrenome, tudo isso é muito forte no Brasil, como no caso aqui em São Paulo, alguns abestados se vangloriarem de sua suposta "origem" italiana ou espanhola, já muito disso, alguns pobres diabos estufando o peito para dizer que tem sobre nome italiano, algumas dessas pessoas até recorrem a dupla cidadania e adquirem passaporte para dupla nacionalidade, conheço colegas de classe que fazem isso, como se não fizessem parte deste mesmo terceiro mundismo de pobreza, violência e desigualdades.

Tem que meter processso, se ficar provado algo contra a lei tem que punir.

Responder

Operante Livre

16 de outubro de 2011 às 13h58

Acho complicado generalizar críticas. É combater o abuso de autoridade e o preconceito evitando que criemos mais compartimentação social. A divisão social entre pobres e ricos já é suficiente. Não aumentemos as outras divisões. Os Ricos querem isto em todos os campos sociais. Sabemos como foi a eleições presidencial passada. Então, entendo que, por mais arbitrários que tenham sido estes e outros policiais, vamos tomar medidas para que eles possam ser educados e não afastados para formarem um grupo paramilitar á parte. Certamente que é condenável esta e outras atitudes de policiais, assim como de gerentes de bancos e outras empresas. Eu também fico emputecido com estes episódios. Já vivi humilhação policial pública, espancamento mesmo. Não vou me esquecer. Mas, é melhor saber quem são nosso inimigos. São alguns policiais ou quem os doutrina para seguir as ordens. Sabemos que a polícia é uma instituição como outra qualquer. Quem está no topo do poder se aproveita de tendências à perversão e arbitrariedade de quem está no meio ou em baixo. Não estou defendendo a ação dos policiais e sim tentando por o foco mais em cima, nos peixes grandes. O policial é, em geral, mal pagos e alguns induzidos ao crime para atender interesses dominantes. Prender os policiais e investigar é necessário, mas é a ponta do iceberg e não pode servir para isentar os verdadeiros responsáveis pela falta de programas sociais de integração e pluralidade.
Concluindo, o Estado deve ser responsabilizado pelas ações de seus prepostos.

Responder

Antonio

16 de outubro de 2011 às 13h21

Estranho. Porque uma pessoa precisa ser revistada se não há qualquer atitude suspeita? Porque depois de revistada ela vai à delegacia se não há qualquer atitude suspeita? O que acontece no Brasil é que a Polícia faz o que quer – não obedece leis de trânsito, aborda quem quer na hora que quer e comete esse tipo de barbaridade. Será que esses sujeitos vão ser punidos?

Responder

    SILOÉ-RJ

    17 de outubro de 2011 às 01h10

    Aqui no RIO nada de estranho. super comum essa conduta policial.
    Quando abordam a motivação quase sempre, é a grana que eles querem arrancar, lamentavelmente com ílicito ou não, as pessoas se deixam intimidar e acabam cedendo à corrupção.
    Parabéns a Thalma pela conduta exemplar, independente da profissão de atriz global.
    E bem feito para os policiais que creio, só serão punidos exemplarmente, por causa da profissão de atriz global.

    Christiano Almeida

    19 de outubro de 2011 às 23h07

    Antonio, até então estava a ler os comentários e o você foi o único que colocou este fato determinante numa abordagem policial: ATITUDE SUSPEITA. O que é atitude suspeita? Em qual ou quais atitude(s) há suspeição? Ela é objetiva? Ela decorre de interpetração subjetiva do policial ou de quem habilitado para tanto? As forças de segurança do Estado estão ou são habilitados para agir na defesa do Estado e do Cidadão. A "atitude suspeita" "provocada" pela abordada punha ou pos em risco algum bem humano, material ou mesmo intelectual? A sua suspeição foi fundamentada em que princípio constitucional que fez com que esses dois CABOS" a conduzissem a uma delegacia (?) de Polícia?

Tomudjin

16 de outubro de 2011 às 12h53

Sorte das loiras é que os advogados dos pais delas não são burros.
Saibamos, pois, que, quem fez a seleção dos maiores, mais belos, mais fortes e mais reprodutivos negros, foram os próprios pais das loiras.

Responder

Luci

16 de outubro de 2011 às 12h45

Laércio de Freitas, pai a atriz e cantora Thalma de Freitas é maestro, instrumentista, pianista, arranjador, compositor. É o talento e a genialidade do negro brasileiro na cultura que influenciou a cultura e a história do Brasil.

Responder

Luci

16 de outubro de 2011 às 12h34

Minha solidariedade ao maestro paulista Laercio de Freitas.
Recebi a informação de uma amiga pianista que a atriz e cantora Thalma de Freitas é filha do excelente maestro, pianista Laércio de Freitas, que atualmente é/representa o "verdadeiro" Machado de Assis da propaganda da Caixa.
O excepcional talento pessoal e familiar embalou a "calma de minha santa inocência, ……hoje falo por quem não tem voz". http://musicosdobrasil.com.br/laercio-de-freitas.

Responder

Bonifa

16 de outubro de 2011 às 12h01

Linda, maravilhosa, charmosa, tudo o que há de mais e muito. Dá duro nestes indigentes mentais, querida!

Responder

Fernando

16 de outubro de 2011 às 11h42

O pior é que provavelmente esses policiais são negros, moradores de comunidade e ganham 800 reais.

Responder

Maldoror

16 de outubro de 2011 às 11h36

…é incrível a quantidade de gente que acha certo a Polícia revistar um cidadão…isso é coisa de facista…o que a polícia procurava????…drogas?????…isso é ridículo…um abuso do estado que as pessoas estão achando correto….o nazismo esta voltando com toda força…e os milicos estão cheios da razão…já vimos esse filme e não foi bonito não…

Responder

beato salu

16 de outubro de 2011 às 11h34

tenho um amigo negro, auditor da receita federal, aqui em BH que, por por duas vezes foi retirado da fila de ingressos no Palácio da Artes, pelos seguranças, sob a acusação de ser "cambista"..inteligente e bem informado como é não lhe passou pela cabeça qualquer tipo de providencia legal, pq ele sabe, que os juízes sabem, melhor que ninguém que não existe racismo em nosso país e que quem disser o contrario só pode ser algum negro baderneiro afim de fazer confusão e denegrir a imagem do pais no exterior – como se dizia no tempo da ditadura, a outra ditadura…

Responder

Taques

16 de outubro de 2011 às 08h23

Nem li a reportagem, bastou sua foto.

Essa é para 400 talheres, como dizia Sargentelli.

Thalma, não sei do que você está reclamando mas desde já digo que você está certa.

Com essa beleza, você sempre estará certa.

Sempre.

Vinicius de Moraes já dizia: "Me desculpem as feias mas beleza é fundamentall"

Responder

    M.S. Romares

    16 de outubro de 2011 às 13h49

    Esse vai de taques com o Huk. Sequelado intelectual.

    SILOÉ-RJ

    17 de outubro de 2011 às 00h45

    Pelo tom das cantadas obsoletas e cansadas de guerra, a sequela não é só intelectual, não.

Cebolinha

16 de outubro de 2011 às 01h05

Vai processar por abuso de poder…
Ora, por que não processa por crime de racismo?
Ah, o patrão disse que isso não existe no Brasil…
Entendi!

Responder

    Márcia

    16 de outubro de 2011 às 11h16

    é subjetivo demais…aqui é quase impossivel comprovar racismo…

mucio

16 de outubro de 2011 às 00h20

Policiais pobres e pretos levam para averiguação atriz da Globo.
O IG já informou que os PMs pobres e pretos do quadro de subalternos estão detidos no quartel respondendo a processo administrativo.

Responder

ZePovinho

15 de outubro de 2011 às 23h08

Digite o texto aqui![youtube tyWDdR2DK04 http://www.youtube.com/watch?v=tyWDdR2DK04 youtube]

Responder

Vinicius

15 de outubro de 2011 às 22h36

Ela foi levada à delegacia por ser mulher e não te uma policial na "blitz"…ou porque ela é atriz global? Alguém tem idéia do que estes poliças não façam com o negro, e anegra que vive na favela e que não tem a rede gRobo de guarda…quem souber por favor diga-nos.
Lembrando que truculência policial não é privilégio brasileiro, vide as recentes atitudes da policia de NY contra os manifestantes do "ocupem Wall Street"…

Responder

Morvan

15 de outubro de 2011 às 22h32

Boa noite.
Como falou o Gerson, não conhecia esta atriz (até porque não vejo novelhas (sic!). Mas gostei dela e também da sua postura. Procurou, está procurando valer seus direitos e a sua dignidade. Parabéns, Thalma.

Ao ler, não pude deixar de me lembrar de um artigo no Conversa Afiada, com o título "Racismo no Brasil. A história de uma foto". A foto em tela é "Todos Negros", tirada pelo fotógrafo Luiz Mourier, em 1982, no Rio de Janeiro, a qual lhe rendeu um justíssimo prêmio.
Não pude também deixar de me perguntar sobre o que dirá o "minino" Ali Kamel, afinal, segundo ele, "Não Somos Racistas".

Elo de acesso para o aritgo e para a foto:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/03/07/racismo-no-brasil-a-historia-de-uma-foto/

:-]

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

Elias SP SP

15 de outubro de 2011 às 21h54

"Nós sabemos fazer abordagens e a área onde a encontramos é considerada de risco", disse o cabo Menezes.

Depois de revistá-la, cabo menezes, e não encontrar nada que a desabonasse, PM Rodrigues, se "a área é considerada de risco" os senhores deveriam levar Thalma para casa e NÃO à delegacia.

Responder

    Francisco Hugo

    15 de outubro de 2011 às 23h11

    Data vênia, Elias,

    “Uma constante repetição de uma mesma experiência, durante muitas gerações” (Jung) dá nisso: complexo de capitão do mato.
    Afro-descendentes não devem ser complacentes com capitães do mato, de qualquer etnia.

    Talvez tivessem pensado em levá-la pra um motel.

Gustavo Pamplona

15 de outubro de 2011 às 22h52

Defender atriz global? Que papelão eihn?

Responder

    Ana Giulia Zortea

    15 de outubro de 2011 às 22h42

    Gustavo, pelo que vejo o Vi o Mundo faz o verdadeiro papel incondicional do jornalismo.Defende quem tem que ser defendido e critica quem tem que ser criticado.Esta moça foi injustiçada independente do local onde trabalha. Antes de ela ser uma "atriz global" , ela é uma cidadã!!

    Morvan

    16 de outubro de 2011 às 00h54

    Boa noite.
    Concordo, Ana Giulia.
    Além disto, acima de qualquer status ou atributo social, ela é um ser humano.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Luiz Bastos

    16 de outubro de 2011 às 02h11

    Concordo que houve excesso, entretanto a morena é uma tremenda gata e eu faria o mesmo só pra ela ficar pertinho de mim. Essa Thalma é uma de minhas paixões. Muito linda. Gata. Maravilhosa. Aquela carinha de frágil dela me mata. Muito gata mesmo.

    Thiago_Leal

    16 de outubro de 2011 às 03h51

    Nesse caso, você seria como este infrator:
    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/10/estuda

    Fran

    16 de outubro de 2011 às 11h24

    Pelo comentário,deve ser mais um machista q trata mulher como objeto.Ah vá te catar,mané!

    M.S. Romares

    16 de outubro de 2011 às 13h46

    Esse deve ser frequentador dos blogs de Caras, Veja, UOL esportes, etc.etc. Um feliz idiota. Nem se dá ao trabalho de perceber o que ocorreu com a cidadã, independente de ser atriz ou não.
    Parece que no fim de semana os trolls ficam mais excitados e despejam lixo por aqui.

    SILOÉ-RJ

    17 de outubro de 2011 às 01h14

    É outro sequelado.

    Tiago Franco

    15 de outubro de 2011 às 22h59

    Negar direito de defesa a quem quer que seja? Que bolinha de papel, hein?

    Rodrigo Falcon

    16 de outubro de 2011 às 00h19

    Dá pena de tipos como o engravatado acima…

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 11h46

    É um sub-CQC frustrado.

    De repente com a saída do tal Bastos, ele consiga uma boquinha lá.

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 02h01

    Ser uma usina de baboseiras e sandices.

    Quem papelinho, hein, azedume?

    Luci

    16 de outubro de 2011 às 12h35

    O debate é sobre a defesa da dignidade da pessoa humana.

    José Ruiz

    16 de outubro de 2011 às 12h49

    Eu entendo a sua perplexidade Gustavo, até pela coerência às forças que você representa.. mas não há equívocos, muito pelo contrário: total coerência. Uma sociedade justa trata com igualdade todos os seus habitantes, seja quem for..

    Alexandre Felix

    17 de outubro de 2011 às 10h19

    Gustavo Pamplona + EUNAOSABIA = FAZMERIR

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

15 de outubro de 2011 às 22h42

Pede pro Lula perguntar isso para o "extraordinário companheiro" Sergio Cabral!!Impressionante, uma atriz e revistada e levada pra delegacia e fica toda "bolada" só porque outra pessoa não foi levada!Ora, agora e assim, que se estabeleça, nenhum negro mais pode ser revistado ou acusado de crime!Sempre sera racismo.Cada assuntinho fraco que ta rolando por aqui hein???

Responder

    Thiago_Leal

    16 de outubro de 2011 às 03h57

    Leia a Constituição Federal antes de chamar este assunto de fraco. Espero que os direitos de lá nunca lhe sejam negados (embora o fato de você não ser negro te livre em muito da necessidade dessa torcida).

    Márcia

    16 de outubro de 2011 às 11h15

    Assuntinho fraco? que planeta vc vive???

    Talvez a repercussão nao seja a merecida pq moramos na terra da Democracia Racial. Se estivessemos em ares ingleses poderiamos sair às ruas, queimar carros e exigir que nenhuma pessoa NEGRA seja revista simplesmente por sê-la.

    Ja vi amigos serem parados na minha frente enquanto eu passei pela blitz. Eu, mulher, branca, com um cigarro de maconha no porta luvas. Ele, homem, negro e sem nenhum malboro pra contar a historia.

    MAS… eu nao sou negra, nao vivo em comunidades, logo, nao tenho com o que me preocupar. sao assuntos banais…

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 11h50

    Ah, então quer dizer que a culpa é do Cabral de do Lula, né?

    Entendi…

Robson

15 de outubro de 2011 às 21h40

Já que ela é atriz global, ela tem que ter cuidado que daqui a pouco a Globo demite ela. Eu penso que ela tem que processar sim. Só por que é negra. Mas ela tem que ter cuidado, a emissora que ela é escrava, é uma das empresas mais preconceituosas do país.

Responder

Elias SP SP

15 de outubro de 2011 às 21h36

"Nós sabemos fazer abordagens e a área onde a encontramos é considerada de risco", disse o cabo Menezes.

Depois de revistá-la, cabo Menezes, e não encontrar nada que a desabonasse, PM Rodrigues, se "a área é considerada de risco" os senhores deveriam levar Thalma para casa e à delegacia.

Responder

O_Brasileiro

15 de outubro de 2011 às 22h34

Para um leigo no assunto segurança, as atitudes dos policiais geram os questionamentos:
– De que a moça era acusada/suspeita?
– Em que levar uma moça assim para a delegacia contribui para a segurança dos cariocas?
– Se vão garantir a "integridade física" de todas as moças na delegacia, vai haver espaço para todas?
– Quantas mulheres brancas foram levadas à delegacia para terem sua "integridade física" garantida no último mês?

O Rio de Janeiro deve estar mais seguro hoje à noite…

Responder

    Morvan

    16 de outubro de 2011 às 01h03

    Boa noite.
    Boas perguntas, O_Brasileiro.
    Irrespondíveis, acho… por eles.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Gerson Carneiro

    16 de outubro de 2011 às 08h19

    – Qual o custo mensal para o Estado (gasolina; manutenção de veículo; salário hora do "profissional") com essas operações de traslado até a delegacia para garantir a integridade física?

    – E se a pessoa que estiver em "local perigoso" estiver lá porque mora lá, a Polícia protege? Leva para delegacia para proteger a integridade física do morador do "local perigoso"?

    Remaj

    16 de outubro de 2011 às 09h16

    Uma perfeita demonstração daquilo que, em piadinhas entremeadas, os elitistas donos da senzala se expressam em "preto parado é suspeito, correndo é ladrão."

Ana Giulia Zortea

15 de outubro de 2011 às 21h09

No Brasil basta ser negro para ser suspeito ,as vezes nem os próprios policiais sabem de que suspeita se trata como parece ser o caso desta atriz, ela era suspeita de que??Acho que eles supunham que ela é suspeita pelo simples fato de ser negra. Eles deixam passar os verdadeiros culpados só para revistarem um negro, muito triste isso. Ela foi tratada com dignidade na delegacia porque era conhecida(atriz), mas quantos outros negros também inocentes não passam por isso, e chegam na delegacia nem sempre são respeitado como aconteceu com ela??Voltam para casa com a humilhação e o sentimento de que não podem fazer nada. Parabéns a Thalma que está falando por aqueles que não tem voz nem vez. Me desculpem mas não da para ficar calada diante de um absurdo deste,está na hora de dizer chega.Todas as pessoas tem direito de serem tratadas com dignidade e respeito inclusive por policiais, mas não é isso que vemos!!

Responder

    ZePovinho

    15 de outubro de 2011 às 23h07

    Eu também sou negro,Aninha.Sei do quê você está falando.

_spin

15 de outubro de 2011 às 21h02

Moro em Goiânia e costumo me deparar com PMs submetendo pessoas negras a humilhações, sendo obrigadas a por as mãos na parede, suas coisas são revistadas, daí a ausência de negros no centro de goiânia, nesta região eles não podem ir e vir

Responder

FrancoAtirador

15 de outubro de 2011 às 20h50

.
.
Quando será que os agentes públicos se comportarão

com a dignidade que os cargos exercidos lhes exigem?

E quando será que a sociedade brasileira atingirá um grau de civilidade,

a ponto de discernir o que é respeito com a pessoa humana?

Ainda estamos longe. Muito longe da civilização.
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    16 de outubro de 2011 às 00h44

    .
    .
    "O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana

    deve ser considerado o ponto de partida

    e paradigma de toda e qualquer ação do Poder Público,

    inclusive, do próprio Poder Judiciário,

    e, ainda, o fundamento de validade da ordem jurídica."

    http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&v

Eduardo Raio X

15 de outubro de 2011 às 20h46

Isto é igualzinho as portas geratórias de banco um engravatado passa numa boa sem abrir pastas ou levantar o paletó idem para as mulheres muito bonitas e vistosas. Agora quando é um do povão a mesma norma e regra não é levada aos mesmos termo acima?!?! O processo de muitas instruções dentro dos quartéis é a mesma, sendo elas assim quem tem carro importado e usa roupas e joias caras é gente de bem e do bem e o principal delas é branco tem passagem livre?! Já os que são do povão ai a coisa muda de figura sempre vão ser motivos de desconfiança e atenções!

Responder

Fabio_Passos

15 de outubro de 2011 às 20h34

A polícia brasileira não existe para proteger a população.

A polícia brasileira existe para controlar e oprimir a massa pobre.

A polícia serve a minoria branca e rica na casa grande… enquanto tortura e mata impunemente cidadãos brasileiros excluídos na senzala.

A polícia que arrebenta pobre e preto o faz seguindo as orientações dos grã-finos brancos… sob aplausos das oligarquias midiáticas racistas: rede globo / veja / estadão / fsp

<img src=http://www.anovademocracia.com.br/40/03.jpg>

Responder

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 23h09

    Não somos racistas, é política de extermínio.

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 23h25

    Esta imagem e o texto demonstram que a escravização de seres humanos e a ditadura não acabou para negras (os) e para os pobres, violação de Direitos Humanos.
    Comparato e a tortura: "O Brasil tem duas Caras", Fábio Comparato.
    Carta Capital/março de 2011 "Tragédia sem Fantasia".Ecos da escravidão. Nunca o fosso entre a segurança de brancos e negros foi tão grande no Brasil.
    Mapa da Violência no Brasil : http://www.sangari.com/mapadaviolencia/

Jairo_Beraldo

15 de outubro de 2011 às 21h28

Independe de local sobre minha opinião sobre estes elementos-
1- "Nasceram com cerebro por engano, bastava-lhes a medula espinhal" (A. Einstein)
2 – Autoridade de QUE? (Título dado pelos milicos a estes MARGINAIS em 1964 e esquecido pelos atuais governantes em suas mesas)
3 – São pobres em tudo (material, intelectual e racional), por isso a revolta em não se sentirem normais.
4 – Quando sentem que NAO SERVEM para produzir NADA, vestem farda para agredir as pessoas de bem! NÃO HÁ UM QUE PRESTE, tal qual os TUCANOS!!!!

Responder

    Morvan

    15 de outubro de 2011 às 21h52

    Boa noite.
    Compreendo sua revolta, Jairo_Beraldo. Mas não concordo, porque, mesmo sem querer, ao fazermos isto somente estaremos a reproduzir os mesmos esteriótipos que eles, os policiais (via de regra, devo relevar fortemente este aspecto – via de regra!) costumeiramente utilizam para replicar o desejo [latente] da senzala por exclusão e discricionarismo. Pessoas que chegaram a um grau aceitável (ou até bastante bom) de discernimento da sociedade não podem lançar mão deste artifício, Jairo_Beraldo. Você, por exemplo. Pessoa politizada, jamais pode reproduzir estes esteriótipos.
    Pense bem e acalme-se. Revoltados ficamos todos nós.

    Um abraço e vida longa e próspera. Não, não é o Doutor Spock. Ah, ah, ah…

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    SILOÉ-RJ

    15 de outubro de 2011 às 22h39

    Calma Jairo, sei que é difícil, mas não podemos generalizar.
    Temos que separar sempre o joio do trigo senão corremos o risco de cometer graves injustiças.
    Abs.

    Macedo

    16 de outubro de 2011 às 02h16

    Jairo, vc tem toda razão, 99% destes militares não valem aboslutamente nada!! São corruptos, marginais, covardes, enfim, tudo que não presta!! Temos que rezar muito pra não darmos de cara a noite com esses salafrários!!

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 12h02

    Acho que você axagerou um pouco, Jairo.

    Nada justifica a ação dos policiais neste caso.

    Porém, essa sua generalização, e a ofensa, também não têm justificativa e não contribuem em nada para o debate.

    E este papo de "eles são maus e nós somos bons" é de uma pobreza atroz.

    Toda generalização é perigosa e tola.

    e, por fim, se temos uma polícia medíocre, é porque a sociedade em que vivemos é medíocre, pois os policiais, bons e maus, não são aliens. São membros da mesma sociedade em que vivemos eu, você e a Thalma.

    Seu discurso é maniqueísta, preconceituoso e de uma pobreza intelectual e racional absurda.

    Tal qual os maus policiais que perpetraram este fato. Tal qual os tucanos.

    Jairo_Beraldo

    16 de outubro de 2011 às 17h48

    Felizmente temos aqui o Renato Lira com a sua riqueza intelectual e racional para corrigir os "erros" cometidos por algum comentario. E se acredita e gosta desta gente, problema seu…são uns covardes, mentirosos e tipos da pior espécie. E não mudo minha opinião. Com eles por perto, nunca me sinto seguro.

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 22h54

    Felizmente não sou do tipo que me alimento de ódio e intolerância.

    Felizmente não sou do tipo que alimento ódio e intolerância.

    Felizmente não sou do tipo que generalizo, acuso e ofendo de forma primária, irresponsável e leviana.

    Felizmente não sou do tipo que rotulo um grupo, marginalizando todo este grupo por equívocos de alguns.

    Felizmente não ofendo pessoas que sequer conheço como "covardes, mentirosos e tipos da pior espécie".

    Felizmente não sou preconceituoso.

    E acreditar ou gostar das pessoas, até prova em contrário, caro Jairo, não é "problema". Nem qualidade.

    É, acredito, obrigatório para qualquer indivíduo.

    Jairo_Beraldo

    17 de outubro de 2011 às 11h49

    Sr. Renato, pode querer me desqualificar o quanto quiser e pudert(aliás, pela sua ira, deve ser um deles). Parece que o sr.quer que eu tenha LIMITES com quem não tem LIMITES. Mantenho minha opinião sobre estes tipos, pois ela se formou, depois de quase ser assassinado por um marginal destes, quando eu colocava o lixo na porta da minha residencia, no dia em que minha filha me relatou ter sido aprovada no vestibular de medicina – UFU-Uberlandia – estavam a procura de "ladrões de galinha" que assassltaram um tal tenente, (se fosse eu a vítima de roubo, estaria esperando soluções até hoje). Por sorte um vizinho do outro lado da rua gritou meu nome e o desprerarado voltou a ter um mínimo de consciencia(se assim se pode dizer). Senão, minha filha não seria hoje uma médica, pois não haveria quem custeasse seus estudos.

    Julio Silveira

    16 de outubro de 2011 às 20h29

    Generalizar é sempre mal companheiro. Traduz opinião preconceituosa que via de regra não aceitamos quando nos colocam num mesmo balaio de gatos.

Luci

15 de outubro de 2011 às 20h20

Thalma, minha solidariedade e parabéns por sua "calma na paz da inocência", e para resposta à sua indagação o melhor é ação judicial para que os dois policiais do 23º Batalhão da PM Rio respondam na porque a diferença de tratamento, será que eles utilizam a Cartilha do DF?

Responder

Fabio_Passos

15 de outubro de 2011 às 20h14

A atriz Thalma de Freitas sabe que não são todos que podem se defender:

"… O que houve é comum para muita gente, hoje falo por quem não tem voz"

<img src=http://virusplanetario.files.wordpress.com/2009/10/latuff.jpg?w=510&h=317>

Responder

FABIO

15 de outubro de 2011 às 19h59

NAO SOMOS RACISTAS!

Responder

Mello

15 de outubro de 2011 às 19h58

Garantir a "integridade física" dela… tá certo!!!!
Mas por que não garantiram a "integridade física" da loura???

Quantas mais tiveram sua "integridade física" garantida, e dessas, quantas eram negras e quantas eram brancas???

Responder

@mariaturci

15 de outubro de 2011 às 20h57

Se o problema foi crime de racismo mesmo, é hediondo. Mas é irônico ser esta mesma a atriz que em 2006, quando entrevistada por Paulo Betti
A atriz Thalma de Freitas, negra, responde ao ator-entrevistador Paulo Betti sobre racismo respondeu:
"- Eu tenho uma posição meio polêmica sobre esse assunto.
– Por que? – pergunta Paulo Betti.
– Porque sempre que respondo que nunca na vida fui vítima de preconceito o jornalista fica bravo comigo.
Esse depoimento desanimador para a brigada politicamente correta vai ao ar segunda-feira no Canal Brasil."
Todo o conteúdo entre aspas foi escrito pelo jornalista Jorge Bastos Moreno na sua coluna Nhenhenhém nOGlobo, em setembro daquele ano. O mesmo jornalista foi o que acompanhou a atriz à delegacia e twittou a noite toda denunciando o racismo da PM carioca.
Irônico e triste…

Responder

    Abel

    16 de outubro de 2011 às 11h40

    Bom, parece que o problema acaba de virar pessoal…

Roberto Locatelli

15 de outubro de 2011 às 19h55

Os policiais foram afastados. Que bom! Com certeza isso foi fruto da repercssão, inclusive na internet.
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/pm-afast

Responder

SILOÉ-RJ

15 de outubro de 2011 às 19h42

Aqui a mentalidade policial nesse caso é:
Atriz global descendo o morro!!! hum!!! Só pode ter ido comprar drogas.
Vamos dar um perdido, aí ela se apavora e solta a grana.
Perdido… perdido.
Quem sabe o bagulho tá na calcinha??? DELEGACIA JÁ!!!!
REVISTEM A MOÇA!!!!
NADA???? Nada…
Perdeu MALANDROS!!!
SI FU!!!
HA! HA! HA! HA! HA!!!!!!!!!!!!!

Responder

Gesiane Santos

15 de outubro de 2011 às 19h37

O capataz hj tem outra roupagem mas continuam com o chicote, quer dizer, descem o pau mesmo! Ate a Oprah foi vitima de preconceito na Hermes! A cor da pele fala mais alto.

Responder

ana

15 de outubro de 2011 às 19h36

faz muito bem em processar. estamos fartos dessa diferença. se é branco e rico, fica livre. a cidadania começa na igualdade.

Responder

    FrancoAtirador

    15 de outubro de 2011 às 20h44

    .
    .
    E, além de processar os policiais,

    deve acionar judicialmente o Estado do Rio de Janeiro.

    Cabe ação de reparação por danos morais gravíssimos,

    pois com a agravante de conotação racista.
    .
    .

pperez

15 de outubro de 2011 às 19h28

O abuso de poder das autoridades policiais não é um privilegio dos cariocas.
Isto acontece todos os dias no Brasil inteiro.
Tampouco do Brasil também, considerando o que aconteceu em Londres com nosso querido jean charles,um crime que não deu em nada.
A Policia, em geral despreparada, agride ou atira primeiro antes de questionar.
O remédio da sociedade ainda é gritar para ser ouvido e respeitado!

Responder

Gerson Carneiro

15 de outubro de 2011 às 20h21

Ai ai… sempre as velhas e esfarrapadas desculpas das otoridades

Estou com uma multa de trânsito para pagar, da qual já recorri, cuja acusação não procede. Não tem como andar na contra-mão na avenida apontada no auto de infração. Nem apreciar meu recurso, apreciaram.

São uns merdas.

Não sou noveleiro mas já sou fã dessa atriz que até então nunca tinha ouvido falar (mas eu não nasci sabendo sobre meus ídolos).

Responder

    O_Brasileiro

    15 de outubro de 2011 às 21h28

    Você não está sozinho! Há uns anos atrás, levei 3 multas simultâneas num local onde não estive!
    Se isso já nos deixa indignados, com sentimento de injustiça, imagine então o que essa moça passou!

    Operante Livre

    16 de outubro de 2011 às 14h11

    Esta coisa de multa de trânsito é um instrumento de vingança nas mãos de alguns. Aliás, até hoje não tenho certeza de que as as leis de trânsito e sinalizações são para o interesse coletivo. Moro ao lado de um shopping há 25 anos, antes mesmo que ele existisse. Uns meses atrás parei enfrente, num fim de semana e não notei que havia uma placa de proibido estacionar. Só depois que vi a multa notei a placa. Vi o carro da polícia andando de um lado para outro e anotando multas. Vi também que um caminhão de transporte de vigas para a construção do shopping estava parado em fila dupla e não imagino que tenha sido multado. Fotografei a coisa. Depois eu descobri que a placa de proibido estacionar fora colocada para que houvesse espaço para os caminhões de transporte de viga pararem e ficarem horas e horas estacionados lá. Ou seja, foi para interesse do shopping. Fotografei e filmei a coisa. Depois de uns dias, não sei porque, mudaram a placa de proibido estacionar, deixando mais espaço com permissão.Assim os caminhões não ficavam irregulares, mas colocavam cones para reservar as vagas. Falando com garotos flanelinhas, eles me informaram que os guardas só vinham em fim de semana, sexta, sábado e domingo. Uma logista comentava que devia ser a administração do shopping que chamava. Perdi o prazo de recurso da multa, mas provavelmente não teria tido êxito. Estou convencido de que as placas eram colocadas por determinação do shopping e não por interesse comum. Trânsito proibido lá e em muitas vias públicas tornadas particulares com vistas grossas dos governantes, verdadeiros condomínios fechados.

    Gerson Carneiro

    16 de outubro de 2011 às 15h22

    Máfia. Comércio de multas. Rola muita grana nesse negócio.

Eudes H. Travassos

15 de outubro de 2011 às 19h16

Perdão,Thalma.

Responder

Eudes H. Travassos

15 de outubro de 2011 às 20h13

Revoltante, estes vagabundos de farda são pagos por mim, você e pela própria Telma.
Ou estadozinho esse.

Responder

    SILOÉ-RJ

    17 de outubro de 2011 às 00h32

    Infelizmente não é só o estado, é o SISTEMA.


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