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Polícia Militar do DF: Assaltante=negro, vítima=branco


14/10/2011 - 19h09

por Conceição Lemes

A cartilha “Previna-se contra furto e roubo a pedestre na Rodoviária” foi feita pelo destacamento da Polícia Militar na Câmara dos Deputados e distribuída na rodoviária e no metrô de Brasília.

“Ela chegou até nós através de denúnciade militantes do movimento negro”, informou ao Viomundo Ruy dos Santos Siqueira, chefe de Gabinete da Ouvidoria Parlamentar da Câmara, no final de sexta-feira. “Imediatamente comunicamos à Procuradoria da República e à Presidência da Câmara, que já solicitou ao Comando Geral a suspensão do material. Na próxima semana, encaminharemos a denúncia aos parlamentares negros.”

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114 comentários

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Marília Santos

27 de fevereiro de 2016 às 16h24

Acredito que a cartilha apenas retrata a realidade.

Responder

Klaus (o outro)

18 de outubro de 2011 às 16h48

E não é que o assaltado parece o Arruda!!! Aí as posições estariam trocadas!!!

Responder

Valdir Fraga Junior

16 de outubro de 2011 às 22h31

A estatística é "coisa muito séria"! Qual o percentual de brancos no Congresso Nacional? Lá estar tudo legal com eles? Todo mundo ganhando e lutando pelo bem estar da população, cumprindo as promessas de campanha? Todos com fichas limpas, para dar exemplo de honestidade para os eleitores?

Se estar tudo bem… eu não acredito!

Responder

Valdir Fraga Junior

16 de outubro de 2011 às 21h28

A estatística é "coisa muito séria"! Qual o percentual de brancos no Congresso Nacional? Lá estar tudo legal com eles? Todo mundo ganhando e lutando pelo bem estar da população, cumprindo as promessas de campanha? Todos com fichas limpas, para dar exemplo de honestidade para os eleitores?

Se tudo isso estar acontecendo, ótimo!… Só que eu duvido!… Ora, ora… estatística!!

Responder

ratusnatus

16 de outubro de 2011 às 12h54

Lembrem-se que esta polícia é a mais bem paga do Brasil.

Eu, que morei 10 anos em BSB, não me iludo. Pagar mais não é garantia de melhoria nos serviços. !!!!!!
São uns despreparados. Ter curso superior, como tem em BSB, não faz diferença nenhuma.

Lembro-me como fosse hoje de um carnaval em que fui ao único bloco de BSB chamado Pacotão. Ao fim do bloco, de tarde e cheio de crianças, a polícia sismou que O Povo tinha que dispersar e ir para casa. É isso, acabou o bloco, sai da rua,… se o bloco acabou as pessoas tem que sair das ruas, foi o que a PM disse. Daí vcs podem imaginar a confusão causada PELA POLÍCIA num local público cheio de crianças. A porrada comeu!
A polícia de BSB é completamente despreparada para lidar com O Povo. Simplesmente não sabe… e a copa vem aí, ou seja, vem mais, muito mais.

Responder

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 17h12

    Não foi no Pacotão não.

    Foi no Galinho de Brasília.

    O outro (e maior) bloco de Brasíla.

    Eu tava lá.

    Não vi a confusão porque segui com o bloco.

    Mas o pau quebrou mesmo.

Regina Braga

16 de outubro de 2011 às 12h46

Ignorância…pura e simples.Aninha…adoro vc.

Responder

Bonifa

16 de outubro de 2011 às 12h30

Nas primárias do Partido Socialista francês o neoliberal "de esquerda" François Halland está na frente (39% a 30%). Não que sua adversária, Martine Aubry, seja exatamente uma política de esquerda mas, pelo menos, ela tem acusado Holland de ser demasiadamente "direitista". Pobre França.

Responder

Alexandre

16 de outubro de 2011 às 03h27

Não vi nada além de uma representação acurada da realidade. Vamos comtemporizar; o que é muito mais comum acontecer, um negro assaltar um branco ou um branco assaltando um negro? É lógico que o número de negros assaltantes é absurdamente maior.
O que eu vejo aqui é um moralismo exacerbado que desvia o olhar da sociedade de discussões mair urgentes e relevantes.

Responder

    jonas de carvalho

    16 de outubro de 2011 às 07h24

    O que vemos aqui é muito singelo: a policia militar do DF é formada apenas por loiros altos e de olhos azuis. Pô, será que não dava para fazer a vitima e o assaltante ambos só pretos , ou ambos só brancos? Não não dava, por que voce sabe como é né…., bem você vê por ai como são as coisas, ….bem a gente não quer dizer mas veja voce… bem é triste mesmo dizer isso mas….. ô puxa todo mundo sabe que …….

    E enquanto isso vamos aguardar que eles façam um cartilha para nos defender contra o crime do colarinho branco, não é? Ai ver ilustrada com todo mundo loirinho né??

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 12h59

    " É lógico que o número de negros assaltantes é absurdamente maior".

    Esta sua afirmação é reveladora e propõe um excelente debate.

    Reveladora pela tentativa de simplificar e diminuir o fato, e com o tosco e manjado argumento do "moralismo".

    Revela também o desconforto de parte da sociedade brasileira, dita "esclarecida" e, geralmente historicamente destinatára das benesses do estado, em tratar deste tema, e que tenta desqualificar qualquer tentativa de reconhecimento das dívidas que temos com os negros.

    E propõe o seguinte debate: Porque "o número de assaltantes negros é absurdamente maior"?
    Porque o número de crianças desassistidas, desempregados, marginalizados negros é absurdamente maior?

    Diante de tal argumentação, são morais ou imorais as políticas de inclusão e reconhecimento da falta de oportunidade que este e outros grupos tiveram ao longo de nossa história?

    Bispo

    16 de outubro de 2011 às 22h10

    Oi Alexandre você tem um discurso estranho sobre quantidade, por acaso você é nazista? Assaltante seja ele branco ou negro, é assaltante, e a quantidade de assaltantes identiificados podem ser maior entre os negros mas isso não descarta os brancos assaltantes que são também em grande quantidade e muito mais perigosos porque se encondem no protecionismo da cor. E os assaltantes mais perigosos são aqueles que assaltam a moral do ser humano não importa se branco, preto amarelo ou qualquer denominação de cor.

    Leider_Lincoln

    21 de outubro de 2011 às 17h09

    Que o diga os negros que roubaram muitos milhões, como o Arruda, né? O que você vê exprime bemo que você parece ter no interior do crânio, como coisa que substitui seu cérebro…

Luci

16 de outubro de 2011 às 01h04

Sugestão para Polícia do DF: Quem idealizou, quem aprovou esta imagem estereotipada deveria ter consultado os registros das investigações da Polícia Federal, em diversas Operações sobre crimes contra o Patrimônio. Consultem e se atualizem. Consultem a lista de fotos da Interpol. Consultem.

Responder

palavrassemdono

16 de outubro de 2011 às 00h50

PMDF reconhece erro em cartilha que mostra desenho de assaltantes negros
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/

Responder

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 13h11

    Cabe recordar aqui que um policial militar do DF, em entrevista a veja, assumiu publicamente ser homossexual e não sofreu nenhuma represália da instituição.

    Ao contrário, foi elogiado pelo comandante por sua postura corajosa.

    Além disso, o rapaz é negro.

    Eu, que moro em Brasília, não tenho conhecimento nenhum sobre qualquer perseguição sofrida por este rapaz.

    Portanto, a crítica é válida, provocou um excelente debate, a PM reconheceu o equívoco, e não é de bom tom acusar de forma afobada que é uma instituição racista.

    Houve um erro lamentável, fruto de uma ideia equivocada de uma sociedade limitada. Mas o reconhecimento do erro dá uma esperança de dias melhores.

Rafaele da Silva

16 de outubro de 2011 às 00h47

O último levantamento do Ministério da Justiça indica que cerca de 75% da massa carcerária é de negros e 95% são pobres. Então é estatística meu filho, não posso fazer nada.

Responder

    Luci

    16 de outubro de 2011 às 13h43

    O que demonstra que quando é para desqualificar, discriminar não há dúvidas sobre quem é negro. Quando é para promoção política social ou para implantação de Políticas Públicas de inserção de negros, surge a pergunta: Quem é negro no Brasil.É a eterna manipulação de idéias e pesquisas, que encontra seguidores, porque entre pensar e contestar está a solidariedade e a cidadania.
    Este número que voce apresenta é a reinvenção do racismo e da escravidão, é a dinâmica do racismo, abolir, estereotipar para justificar (cartilha) e encarcerar.Dinâmica, falida, diante de valores humanos essenciais à nossa sobrevivência, e a justiça sustentada, espero que voce não esteja proclamando um drama humano que justifique seu conformismo.

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 17h05

    Ah, sim.

    Quando é pra justificar um erro, existem negros e estes são "a maioria dos detentosa e dos criminosos".

    Quando é pra detonar, por exemplo, a política de cotas, aí não há negros e brancos, é "privilégio da negada", etc.

    Como é bipolar essa genteconservadora e provinciana.

    Alberto Silva

    16 de outubro de 2011 às 20h10

    São so antidemocratóides, Lira, não esqueça!

    Leider_Lincoln

    21 de outubro de 2011 às 17h11

    A estatística disse que a maioria da população da Índia não acredita em Javé. Ótimo argumento contra a existência do deus judeu-cristão-islamita, né?

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

15 de outubro de 2011 às 22h39

E interessante como este tipo de assuntinho bomba por aqui.Os democratoides ficam todos alvoraçados para expressar seu inconformismo contra os "desmandos" da sociedade brasileira, e , e claro, sempre aparece um para falar de "casa grande e senzala".Ah, só não esqueçam, o governo do DF e do PT, portanto, não da para "colocar no automático" criticando os governos "demotucanos" ok.??!!Recorram a outro arquivo dos respectivos computadores.

Responder

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 16h59

    Já que você não gosta de emocracia, pois trata quem gosta de "democratoides", posso tratàlo de antidemocratoide?

    Ok.

    Dito isto, vamos lá.

    Antidemocratóides como você, provavelmente por falta de outro argumento minimamente razoável, e incomodados com o fato inegável de que o preconceito está impregnado em seu DNA, recorrem sempre ao mesmo e manjado artifício: a tentativa simplista e rasteira da desqualificação, da diminuição de verdades que os incomodam.

    Porque não há nada que dê tanta coceira nos antidemocratóides do que outros mostrarem que eles são preconceituosos e limitados.

    Incrível que essa gente mostra isso em todo momento, seja no discurso, seja na prática, mas insiste na bravata de dizer que não é o que é, e apela quando são criticados por seu preconceito mal ajambrado e mal escondido.

    Pode ser crise de identidade, disfarce (mal feito) ou uma espécie de autismo.

    Mas uma coisa é certa. Certas verdades incovenientes incomodam os antidemocratóides, sejam da casa-grande, sejam seus capitães-do-mato.

Geysa Guimarães

15 de outubro de 2011 às 19h21

Eta policinha, essa do DF, heim? Nas duas vezes em que senti revólver na cara, os assaltantes eram brancos.
No segundo caso, além de brancos, loiríssimos.

Responder

Pedro

15 de outubro de 2011 às 19h52

Esse patrulhamento é muito chato, não sou branco e não vejo nada de mais no panfleto. Pessoal vamos nos preocupar com problemas de verdade. A violência, alta carga tributaria, corrupção, impunidade dos politicos; Tanta coisa mais importante.

Se fosse uma mulher segurando a arma iriam dizer que era machismo, estou certo?
ô povo chato!

Responder

    Pedro1

    16 de outubro de 2011 às 00h21

    Perdão se os temas discutidos não estão em consonância com os interesses de tão elevado escriba. Uma dica: Crie um blog, onde os temas que achar relevantes possam ser tratados.

Luma

15 de outubro de 2011 às 18h15

É o costume da casa grande, cuidando da manutenção da ordem a partir da senzala. Vejam: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/thalma-d

Responder

Étore

15 de outubro de 2011 às 18h09

Outra coisa, no final do texto há o seguinte:
"Na próxima semana, encaminharemos a denúncia aos parlamentares negros.”
E isso, não é racismo ? Afinal os parlamentares brancos foram excluídos puramente em decorrêcia da sua cor de pele.

Responder

ricardo silveira

15 de outubro de 2011 às 17h36

Há pouco li com satisfação sobre o procurador que mandou instaurar inquérito policial contra os signatários de um documento que reivindicava o impedimento de funcionamento de um albergue no bairro de Pinheiros, dada a flagrante manifestação de intolerância e preconceito. Agora vejo, com tristeza, a Polícia Militar do Distrito Federal em flagrante manifestação de preconceito racista. Mas, parece que ainda não houve inquérito policial para esse caso. Esse é o Brasil intolerante e preconceituoso que precisa acabar.

Responder

Ze Duarte

15 de outubro de 2011 às 17h23

Se fosse um ladrão branco e uma vítima negra, iam dizer que sempre retratam o negro em posição de ameaça dos brancos, sendo oprimido.

Se fossem todos brancos, iam reclamar que não teria "representatividade social" e que não usam imagens de negros nas peças oficiais.

Se só tivessem negros iam acusar a peça de atiçar os negros entre si de modo a criar uma luta de classes entre os irmãos.

Enfim, esse povo racista é muito chato, com mania de racializar tudo…

Responder

Adailton Martins

15 de outubro de 2011 às 16h58

Como dizem os brancos: "O negro é que é racista"…

Responder

    Fabio_Passos

    15 de outubro de 2011 às 19h12

    hã… os brancos leitores da veja.

Antonio C

15 de outubro de 2011 às 16h11

Sábado passado a minha casa foi assaltada por 3 negros, por eu não discriminar negros e favelados me dei mal, cheguei em casa de carro e abri o portão e rapidinho os tres me empurraram para dentro e fizeram a limpa e ainda me me ameaçaram de morte com faca e ainda usaram meu carro para carregar as coisas que roubaram. Desse dia em diante, para mim passou na porta da minha casa se eu não conhecer vou suspeitar e não saio ou entro em casa de carro passo reto. No caso de assaltos é que negros são maiorias e são mais visados e os próprios negros sabem disso e quando eles percebem que você suspeitou deles eles mesmos falam "fique tranquilo que não sou bandido"

Responder

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 20h47

    No feriado da Páscoa fui viajar e minha casa e a de um vizinho foi furtada por tres brancos. Um vizinho viu quando fugiam.

Jairo_Beraldo

15 de outubro de 2011 às 15h57

Que diferença faz um acordo com estadunidense? Estou querendo atualizar minha foto no tal intensedebate e nada … pô meu… vai te catar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Antonio

15 de outubro de 2011 às 15h21

Moro em São Paulo e sempre observei o modo de operação da Polícia Militar. Antes havia muito mais negros entre os PMs. Hoje não vejo nenhum circulando por aí. Mas a forma de atuação é a mesma ontem e hoje: muitas vezes eu viajava num ônibus urbano e eles mandavam os homens descerem e os negros ou quase negros tinham que se virar para a parede com as mãos erguidas e espalmadas nas paredes para a revista. Como eu sou quase branco sempre fui dispensado da revista. A Rota quando vê um grupo de rapazes à noite se é de branco estão dispensados, se são negros ou quase negros são revistados e muitas vezes sem gentilezas. Qual a raiz desse comportamento na PM? O que os incentiva a achar que os negros ou quase negros são suspeitos?

Responder

Pedro

15 de outubro de 2011 às 15h24

Fernando Meireles, diretor de Cidade de Deus, tmb é racista! Já que no filme praticamente todos os bandidos são negros. rs

Esse povo sabe ser chato quando quer. Enquanto Collor, Sarney, Maluf e Joao Paulo Cunha se divertem…

Responder

    Leider_Lincoln

    21 de outubro de 2011 às 17h15

    Está aparecwendo um punhado de imbecis com nomes triviais, sem sobrenome. Personagens de um mesmo autor?

    Pedro

    23 de outubro de 2011 às 10h43

    Quer censurar até o nome das pessoas? Vai trabalhar, rapaz!

kaccira

15 de outubro de 2011 às 13h37

Devemos protestar também contra os fabricantes de geladeira, freezer, máquina de lavar etc, por que chamar tais produtos de 'linha branca'??? isso é o fim do mundo, vamos às ruas!!!

Responder

    rosa

    15 de outubro de 2011 às 18h46

    Procure saber o que significa, neste caso, LINHA BRANCA, kaccira. Verás que não tem nada a ver com o que vc pensa.

Luci

15 de outubro de 2011 às 11h35

Para quem utilizava pistola de choque no policiamento de trânsito! Autoridades da Polícia Militar do DF estão equívocados sobre o conceito de segurança pública, fiscalização, ensino à policiais e respeitabilidade aos cidadãos.Como é que explicam que o Batalhão de Choque do Detran lá do DF, utilizava pistola de choque Taser, em blitz nas ruas.
Aulas de Direitos Humanos e Políticas Públicas para construção de uma nova Cartilha com imagens respeitosas e sem estereótipos e racismo.

Responder

kaccira

15 de outubro de 2011 às 11h32

Os neuróticos do politicamente correto,seja lá o que isso signifique,estão ficando cada vez mais hilários!!!

Responder

Vlad

15 de outubro de 2011 às 10h43

Aí vai mais uma:
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,atriz-

Às vezes tenho a impressão que o tempo passa e ao invés de atenuar-se, a discriminação tem é aumentado.

Responder

Klaus

15 de outubro de 2011 às 09h20

Os Simpsons são amarelos e os Smurfs são azuis. Fica a dica.

Responder

MUrdok

15 de outubro de 2011 às 09h13

Vida longa para os movimentos sociais, seus lideres e seus militantes.
Vida longa para os blogs sujos, que estão mostrando o Brasil da forma como ele é.

Responder

José Ruiz

15 de outubro de 2011 às 08h04

o preconceito de cor é uma das coisas mais estúpidas entre seres humanos. Quem não é (preconceituoso) tem séria dificuldade para entender o que se passa na cabeça do outro a ponto de (tentar) distinguir o caráter de uma pessoa baseado na sua cor. Seja como for, o preconceito é uma arma de exclusão social, porque nega a igualdade de direitos e oportunidades. A exclusão social gera pobreza e a pobreza é a raiz da violência urbana. Se a instituição criada para combater a violência urbana não entende isso, ela precisa ser extinta para que em seu lugar surja um agente realmente capaz de combater a violência. Não é possível a sociedade sustentar um serviço de tão baixo nível. Aos preconceituosos de plantão: deixem de ser burros! É impossível viver em paz enquanto houver injustiça social. O Morumbi nunca terá sossego enquanto houver Paraisópolis (e não adianta mudar a favela de lugar).
———-X———-

Em tempo: vivi 15 anos em Brasília e lá aprendi um "macete" que revela um pouco da nossa cultura. Se quiser transitar livremente entre ministérios, câmara e senado, coloque um terno e gravata. Você passa por qualquer portaria, entra em qualquer prédio (passe sem nem olhar para os porteiros). Mas se usar jeans e tenis, é certeza de que na primeira portaria, seja de que prédio for, o "guarda" te barra e exige identificação, "cadastro", ligam para saber se a pessoa que você (supostamente) vai visitar está lá e vai te receber, e o escambau.. Por isso temos tantos bandidos de ternos e tantos marginais de toga..

Responder

    rosa

    15 de outubro de 2011 às 18h47

    Isso se chama IGNORÂNCIA, meu caro José Ruiz.

    Fabio_Passos

    15 de outubro de 2011 às 19h10

    É isso mesmo.
    A exclusão social gera desigualdade e a desigualdade é a raiz da violência urbana.

FrancoAtirador

15 de outubro de 2011 às 02h24

.
.
Ex-banqueiro deixa prisão sob gritos de “ladrão”

Salvatore Cacciola, ex-dono do banco Marka, deixou o complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio, por volta das 17h30min de ontem.

A liberação foi anunciada pela Secretaria de Administração do Rio.

Cacciola, que estava de camiseta branca e óculos escuros, deixou o local sem falar com a imprensa e entrou direto em um carro que o esperava. Um grupo de cerca de 30 pessoas que acompanhou a liberação hostilizou o ex-banqueiro, com gritos de “ladrão” e “cadê meu dinheiro?”.

Condenado em 2005 a 13 anos de prisão por gestão fraudulenta de instituição financeira e peculato, Cacciola estava preso em Bangu desde 2008. No total, cumpriu três anos e 11 meses. Ele teve a liberdade condicional concedida pela Vara de Execuções Penais na última terça-feira, mas só foi liberado após 48 horas.

O advogado Manoel de Jesus Soares disse que o ex-banqueiro deverá ir para a sua casa no Rio. Cacciola não poderá deixar o local sem autorização da Justiça. Ele foi acusado de se valer de operações ilegais de compra de dólar que resultaram em prejuízo de R$ 1,6 bilhão ao Tesouro brasileiro durante a desvalorização do real, no início de 1999.

Por conta disso, Cacciola foi preso provisoriamente, mas em 2000 conseguiu um habeas corpus do ministro do STF Marco Aurélio Mello e viajou para a Itália. Logo depois, o plenário do Supremo revogou a liminar concedida, determinando uma nova prisão, mas Cacciola não retornou ao Brasil e passou a ser considerado foragido.

Condenado não pode sair do Rio sem autorização
Um pedido de extradição do ex-banqueiro foi negado pela Itália, sob o argumento de que ele possui a cidadania italiana. Depois de ser localizado pela Interpol em Mônaco em setembro de 2007, Cacciola foi preso. Ele foi extraditado ao Brasil em julho do ano seguinte. Desde então, estava preso no Rio.

Com a pena total reduzida a nove anos, será em casa que Cacciola irá cumprir mais cinco anos, sendo obrigado a “bater ponto” na Justiça do Rio periodicamente e andar sempre com uma carteirinha de identificação como condenado.

Não poderá sair do Rio sem autorização da Justiça e não pode deixar o país.

http://contextopolitico.com/?p=3243

Responder

Hertel

15 de outubro de 2011 às 02h04

A MENSAGEM EMBUTIDA NO FOLHETO CONFIRMA AS INFORMAÇÕES NESTE SITE: http://nevial.wordpress.com ESSA TAL DE DEMOCRACIA RACIAL NO BRASIL TANTO NA PRATICA COMO NA TEORIA ESTÁ LONGE DE SER UMA REALIDADE.

Responder

    Conceição Lemes

    15 de outubro de 2011 às 11h18

    Hertel, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. abs

hertel

15 de outubro de 2011 às 01h37

http://nevial.wordpress.com/
O folheto confirma as informações contidas no site acima. Retrata o quanto essa tal de igualdade racial, na pratica e ideologicamente, ainda está longe de ser uma realidade.

Responder

Lírio

15 de outubro de 2011 às 00h31

Triste fim do Brasil.

Responder

    JOSE DANTAS

    15 de outubro de 2011 às 06h45

    O fim do Brasil logo agora? Justamente quando as coisas começam a melhorar por aqui? Que tragédia…

Luci

15 de outubro de 2011 às 00h26

Os racistas perderam a noção de civilidade.

Responder

    Caracol

    15 de outubro de 2011 às 09h23

    Luci, tem uma incongruenciazinha aí no que você observou: racista pode ser cível?
    Você entende, amiga, não estou criticando o que você disse, é apenas uma observação minha que pode "parecer" uma filigrana barroca. mas pense bem, não é não. Você é uma pessoa cível. Racista não é. Por definição. Na verdade, um dos problemas é que racistas posam como individuos civilizados. É preciso desmascarar isso.
    Abraço.

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 11h39

    Caracol.Olá. Voce tem razão. Racistas não tem noção de civilidade. Grata, abraço.

Luci

15 de outubro de 2011 às 00h24

A Mentalidade escravocrata aliada ao racismo institucional do país onde por muito tempo predominou o mito da democracia racial. Ver esta representação racista causa temor e preocupação, a sociedade não merece esta afronta e desrespeito.

Responder

    Fabio_Passos

    15 de outubro de 2011 às 21h04

    A polícia brasileira existe para proteger a minoria branca e rica.
    Pobres e negros não são cidadãos… são suspeitos.

    <img src=http://1.bp.blogspot.com/_rpdnLSulRmY/RvHQAPU952I/AAAAAAAAAGA/sEalSGJmUhA/s400/Todos+Negros+-+blog.jpg>

Donnie

15 de outubro de 2011 às 01h24

Acordem para a realidade. O racismo está voltando, agora mais forte ainda. Apesar das palavras bonitas sobre igualdade, elas são feitas por brancos e para brancos. Essas palavras não chegam às comunidades. Assim como foram quase extintos os indígenas, assim farão com o negro.

Responder

    JOSE DANTAS

    15 de outubro de 2011 às 07h03

    Eu acho que não é bem assim. Aliás eu acho isso um absurdo. Nunca os negros nesse País tiveram tantas regalias, como as cotas por exemplo e ainda tem gente querendo vender essa imagem de que estariam em processo de extinção justamente pelos brancos, que aprovaram as cotas no congresso de maioria branca.
    Tem muito índio querendo deixar essa condição e procurando seu espaço em outros meios, enquanto que os negros cada vez mais se orgulham de suas origens, até pela influência tão positiva na cultura do País, cuja nação simplesmente não tem cor, muito embora exista o racismo alimentado por um preconceito sem sentido de ambas as partes que insiste em fortalecê-lo, até porque tem muita gente vivendo disso.

    Ana Giulia Zortea

    15 de outubro de 2011 às 12h58

    Jose Dantas, não posso deixar de colocar meu ponto de vista diante de seu comentário.
    Primeiro, se você é uma pessoa bem esclarecida e acredito que seja deve saber que cotas para universidades não é só para negro, serve para branco também desde que estude em escola publica. Vamos supor que um negro estude (com os esforços dos pais) em colégio partcular, este negro não terá direito a cotas, e um branco que estude em colégio publico, este branco tem direito as cotas. Primeiro ponto esclarecido.
    Segundo: Cotas não pode ser visto como um favor dos brancos aos negros, mas se quiseres colocar desta forma, os negros fizeram favores durante 300 anos aos brancos e ao país e nunca cobraram nada por isso a não ser um pouco de respeito e reconhecimento.
    Terceiro : Acho que senti um pontinho de deboche quando falas de cultura e influencia positiva, quanto a isso não vou nem comentar só pode ser brincadeira de sua parte. Mas se não for brincadeira talvez a contribuição só não seja maior porque foi tirado do negro brasileiro o direito a sua verdadeira origem,é só estudar um pouquinho o que foi feito com os registros dos negros que vieram para cá, foi queimada, como se com isso apagassem anos de serviços escravos, por favor senhor Dantas, antes de falar se coloque no lugar do outro. Sei que é dificil mas passe uma semana como negro, que tenho certeza que mudaras seus comentários, e seu ponto de vista. Estou parando pois ja escrevi demais, mas isto é um assunto muito grande a ser debatido. Os negros não querem favores querem respeito , só isso. Se fossem cobrar o que realmente teem direito o país iria a falência.

    Conceição Lemes

    15 de outubro de 2011 às 13h58

    Que alegria te ver por aqui, Aninha, e, ainda, debatendo com tanta propriedade uma questão tão séria! É um privilégio tê-la como leitora.

    Gente, Aninha, é uma queridíssima menina de apenas de 11 anos, entrando na adolescência, que não tem papas na língua e luta bravamente por justiça social, onde quer que ela esteja.

    Beijo enorme pra vc e na mãe Ângela

    jonas de carvalho

    16 de outubro de 2011 às 07h32

    Eita ! Vivas pra Aninha então..

    Agora quanto ao sr Jose Dantas aguardemos ansiosos a cartilha que nos ensinará a nos proteger contra os crimes do colarinho branco. Essa certamente será ilustrada por gente limpinha e cheirosinha branquinha e loirinha de olhinho azulzinho. Né sr Dantas? Que por coincidencia ostenta um sobrenome digamos assim bastante invejado entre os não-negros do nosso Brasil.

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 12h45

    Bem vinda sempre, Aninha.

    Lucas

    15 de outubro de 2011 às 13h11

    Os negros tiveram muitas regalias? Que regalias? Você fala de cotas. Cota não é regalia, cota é o mínimo que o Estado brasileiro deve fazer pra tentar diminuir a desigualdade gritante entre brancos e negros no nosso país.

    O Brasil é um país que não tem cor? Então por que a maior parte dos políticos e empresários são brancos enquanto a maior parte dos pobres são negros, pardos e índios?

    Sinceramente, José Dantas, o sr. só precisa olhar pra si mesmo e ao seu redor (e parar de ler Ali Kamel) pra ver o racismo disseminado e institucionalizado do Brasil.

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 23h59

    Jose Dantas sua definição sobre Cotas é provocação fora do contexto, é truncar idéias.

    Luci

    16 de outubro de 2011 às 13h29

    Pois é os brancos nesse País continuam usufruindo privilégios e distinções há mais de 500 anos, até de analisar o que não existe. Desqualiuficam a igualdade para manter seus privilégios, distinções e a impunidade.

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 12h42

    O racismo "não está voltando" não, Donnie. O racismo no Brasil sempre existiu.

    Era velado, incubado. A elite e sua mídia de estimação fez esse jogo de cena, essa tal de "democracia racial" durante muito tempo, porque os negros, os nordestinos, a "gente diferenciada", "conhecia o seu lugar".

    Quando "essa gente bronzeada mostrou seu valor", ascendeu ao poder, com um nordestino, operário e "analfabeto", a casa-grande esperneou e revelou sua real face.

    Até para isso o governo Lula serviu. Para desmascarar os hipócritas e seus discursos mentirosos. Conhecemos a real identidade de muitos representantes de nossa elite e sua mídia, falsamente "modernosos".

    CONTINUA

    Renato Lira

    16 de outubro de 2011 às 12h44

    CONTINUANDO…

    Basta ver também as bancadas dos partidos da elite (PSDB, DEM, PPS). S e é que existem, quantos negros compõem as bancadas destes partidos, em qualquer âmbito (federal, estadual, municipal).

    Estão aí discursos de Jabor(que adora e acha lindo o "ingênuo racismo brasileiro"), Kamel, Danuza Leão, Dimenstein,Mainardi, Azevedo, capas de veja, editoriais de Folha, Estadão, Jovem Pan e Band e a campanha de Serra para confirmar este fato.

Celso Carvalho

15 de outubro de 2011 às 01h12

Lamentavelmente a PM do DF praticou essa dupla discriminação. Na verdade, amigos, voces não notaram, mas a vítima é careca. O que tem a PM de Brasília contra os carecas? Trata-se de uma estatística de que os carecas são os mais assaltados ou será uma incitação para que marginais de qualquer cor ataquem os carecas?

Responder

    Leider_Lincoln

    21 de outubro de 2011 às 17h16

    Niossa, adorei sua ironia! é mesmo um homem brilhante. Deve ter se divertido muito, jactando-se dela na sua repartição, não é mesmo? Ficou com muito orgulho de si mesmo?

Roberto Locatelli

15 de outubro de 2011 às 01h04

Nessa hora sempre me lembro daquele blogueiro que é oficial aposentado da PM. Sabe o que ele diz? "A ditadura não acabou. Ela continua viva na estrutura das polícias militares".

Responder

    FrancoAtirador

    19 de outubro de 2011 às 07h58

    .
    .
    E nos procedimentos das Polícias Civis.
    .
    .

Lumaish

14 de outubro de 2011 às 23h14

Nããooo … Não somos racistas!

Manda pro Ali Kamel .

Responder

Scan

14 de outubro de 2011 às 23h02

Desanquem o sarrafo.

Reclamem na ouvidoria. http://www.pmdf.df.gov.br/ouvidoria/?pag=faleCono

ou com a acessoria de imprensa:
[email protected]
9961-2886 / 9648-0759

Responder

dukrai

14 de outubro de 2011 às 22h52

será que vai aparecer alguém dizendo "ai, que canseira desse politicamente correto?"

Responder

Marcio H Silva

14 de outubro de 2011 às 22h52

Racismo puro. Preconceito desnecessário, ainda mais porque é a PM de Brasilia, onde os maiores ladrões são branco da classe media alta. Eles poderiam colocar na foto do bandido um político branco de terno segurando uma pasta e com camisa de colarinho branco.

Responder

    JOSE DANTAS

    15 de outubro de 2011 às 07h06

    Racismo puro o seu comentário.

    wilson miranda

    15 de outubro de 2011 às 17h01

    Inclusive, os PMs brasilienses ganham os maiores salários da categoria no Brasil.

Marcelo Duarte

14 de outubro de 2011 às 23h34

Se fosse um assaltante branco e a vitima negra?

Aí vocês ia gostar né?

Responder

    Gustavo

    15 de outubro de 2011 às 01h59

    dãããã, poderia sem um material aonde os bonecos aparecem sem cor como abaixo do mesmo desenho…dããããããã, existem mil alternativas, esta com certeza foi a pior para ilustrar….

    Mário Augusto

    15 de outubro de 2011 às 07h15

    Não estúpido, bastava naõ fazer distinção de cor entre as figuras.

    Marcos W.

    15 de outubro de 2011 às 07h25

    Poderia ser uma vítima de pele branca,ou parda,ou preta,e um assaltante de cor branca,empunhando uma arma,ou uma caneta,talvez!Por que não?!

    Bury

    15 de outubro de 2011 às 13h35

    Hahaha, esse pessoal da direita, como o tal Marcelo, quando tentam sair um pouco da zona de conforto que seu analfabetismo funcional proporciona, só consegue arrotar uns ridículos lugarezinhos comuns (como esse do "racismo invertido") para se mostrar "politizado" e "combativo"… Hilário!

Étore

14 de outubro de 2011 às 23h22

A mensagem que a imagem passa é inconteste, mas e a realidade, qual é ?
Se a imagem fosse baseada em estatísticas, como ela deveria ser ?

Responder

    Gustavo

    15 de outubro de 2011 às 02h00

    Olha, só esta na cadeia preto e pobre, quantos políticos pretos e pobres vc conheçe? quantos empresário que corrompem estes políticos são pretos e pobres? Dããããã faz a tua estatística e me conta o resultado…

    Marcos W.

    15 de outubro de 2011 às 07h29

    Depende!Se fosse no Congresso,ou no Judiciário,ou nos altos escalões do funcionalismo público,ou entre parte do "empresariado" eficiente e eficaz,quando se trata de meter a mão no butim,seria um branco,provavelmente de gravata e terno,roubando todos os matizes de cor do país!!!

    José Ruiz

    15 de outubro de 2011 às 07h39

    Por pensamentos assim, incorretos no geral e limitados sob o ponto de vista da segurança pública, que brancos bem vestidos tem assaltado os shoppings mais requintados de São Paulo.

    Étore

    15 de outubro de 2011 às 17h52

    Perfeito.

    Caracol

    15 de outubro de 2011 às 09h27

    Estatisticamente, e levando em conta o volume de recursos roubados, o ladrão é branco e a vítima é negra.
    Branco rouba verba de merenda escolar e recursos de hospitais. Negro rouba margarina em supermercado.

    Lucas

    15 de outubro de 2011 às 12h59

    Não é uma questão de branco ou negro,é uma questão de rico e pobre. O problema é que, no Brasil, por razões históricas, a maior parte dos pobres são negros ou pardos, e estes têm maior dificuldade, devido ao racismo, de melhorar sua condição social dentro da lei.

    Étore

    15 de outubro de 2011 às 17h54

    Concordo

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 20h40

    Ali Kamel faz alunos.Pois é, por razões históricas quem gerou economia ao país, foi e é excluído da riqueza produzida. Razões históricas não podem acobertar a violência que se praticou contra a população negra, durante 380 anos e nos 123 anos pós abolição. Razões históricas que revelam corrupção, desde o tráfico de seres humanos e que se arrasta há séculos, razões históricas que omitem origem de grandes fortunas.Razões históricas que omitem a verdadeira história deste povo.
    É questão de negro e branco sim, os negros foram submetidos a trabalho forçado durante 380 anos, geraram riquezas, movimentaram a economia, e foram proibidos de aprender a ler e escrever e de comprar Terras. A abolição do trabalho escravo no Brasil, foi a maior demissão coletiva de trabalhadores no mundo, sem a justa e devida indenização pecuniária ou fundiária, e o Estado no pós abolição, não adotou Políticas Públicas que garantisse autonomia, renda, vida digna e cidadania à população negra.

    Luci

    15 de outubro de 2011 às 11h12

    O senhor se identifica com o assaltado?A realidade voce deve fazer profunda reflexão, contextualizando história e sociedade atual,.Estude sobre a a colonização com extermínio de povos indigenas, 380 anos de escravização de africanos e afrobrasileiros, onde enforcamentos, surramentos, torturas, destruição e extermínio de população habitante de Quilombos, as lutas libertárias e seus heróis e o apagamento da história de quem construiu o Brasil. Leia Florestan Fernandes, Mário Maestri, Oraci Nogueira.
    O Brasil foi e é racista. E o racismo institucional vai eliminando a paz.. O governador deveria pedir desculpas à Nação. Achar que esta imagem é realidade é desconhecer quem foram os grandes traficantes de seres humanos no país, é desconhecer o noticiário policial de grandes desvios de dinheiro público. É ser intolerante num espaço onde o debate é sobre idéias democráticas que divulguem paz e justiça social. Chega de mentiras e opressão. Basta de racismo consentido na omissão de reagir ao racismo do Estado, que nos levará ao precipício.

    Francisco Hugo

    15 de outubro de 2011 às 19h42

    Étore,
    Você só pode estar brincando tipo Rafinha.
    Mas vou aproveitar o gancho:
    A imagem do Supremo, altar sagrado da impunidade dos brancos-de-olhos-azuis, por enquanto reduzido a 10 integrantes, é 90 por cento branca. Fique tranquilo que o time vai ser completado com branco(a).
    Aproveite e leia:
    Thalma de Freitas vai processar PMs por abuso de poder https://www.viomundo.com.br/denuncias/policia-mili
    Caso lhe interesse, sou branco.

    Francisco Hugo

    15 de outubro de 2011 às 20h13

    Corrigindo:
    Thalma de Freitas vai processar PMs por abuso de poder
    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/thalma-d

    Leider_Lincoln

    21 de outubro de 2011 às 17h14

    Vamos, estatisticamente, ver qual a cor dos nazistas, stalinistas, franquistas, salazaristas, fascistas e jacobinos? Adivinha, prezado "jênio"?

Angela

14 de outubro de 2011 às 22h02

Fico chocada com estas coisas, e o pior é que mesmo assim algumas pessoas insistem em dizer que racismo não existe e que tudo é coisa da cabeça do próprio negro tentando se fazer de vitima. Quem fala isto é porque nunca viveu uma situação humilhante de racismo muitas vezes disfarçado.

Responder

mucio

14 de outubro de 2011 às 21h43

A maioria dos que assaltam a mão armada nas ruas são MESTIÇOS pobres, uma mistura do cruzamento de duas etnias diferentes pretos com brancos ou os dois anteriores com índios.
A maioria dos que roubam os COFRES PÚBLICOS são brancos, os herdeiros dos coronéis ou donos da CASA GRANDE se assim quiserem.
O cartaz acima esta correto em sua informação, o PROBLEMA maior é que Polícia Militar filha dos antigos capitães de mato, não produziu o cartaz que mostra a bandidagem BRANCA que perpetrou e perpetra o roubo contínuo dos COFRES PÚBLICOS, DA FORÇA DE TRABALHO, DOS SALÁRIOS E ETC… E TAL.

Responder

gilberto silva

14 de outubro de 2011 às 21h21

Caraca meu, quem esta Desgovernando o DF????
Já que são dois assaltantes, porquê não colocaram um Japonês e um Branco, ou um Indio e um Branco?
Dois negão assaltando um senhorzinho branco e careca é demais ……
Dilmaaaaaaaaaaaaa, cadê a senhora Nossa Presidenta?

Responder

João PR

14 de outubro de 2011 às 21h13

Deplorável. A mensagem que a imagem passa é inconteste.
Como muitos já comentaram aqui, "não somos racistas"…tem até um livro escrito a respeito, por um tal Kamel.

Responder

Julio Silveira

14 de outubro de 2011 às 20h23

Não demora vai aparecer aqui os EUNÃOSEI da vida para dizer que isso é mais uma das paranoias da esquerda.

Responder

Rogério Floripa

14 de outubro de 2011 às 20h16

Quem foi o "artista"?

Documentário – Difamação – A Indústria do Antissemitismo – http://tinyurl.com/3tgd8ke

Responder

    O_Brasileiro

    15 de outubro de 2011 às 07h44

    O mundo hoje em dia é mais anti-semita ou anti-islâmico?

    O_Brasileiro

    15 de outubro de 2011 às 08h05

    Boa dica!
    No YouTube o link é: http://www.youtube.com/watch?v=rCUPXWyE1HY

@lucasvazcosta

14 de outubro de 2011 às 20h47

O Machado de Assis fizeram branco. Preto pode ser bandido, não escritor.

Viva Ali Kamel, pois "não, não somos racistas".

Responder

Abdula Aziz

14 de outubro de 2011 às 19h43

Até quando vai continuar existindo duas policias nesse País. "Policia Militar e Policia Civil", pra que?

Responder

    Marcio H Silva

    14 de outubro de 2011 às 22h53

    Bem, no RJ ainda temos a guarda Municipal, e a nivel federal a PF. É muito poliça mesmo…….

Helder

14 de outubro de 2011 às 19h41

Não há racismo no Brazil!

By Kamel

Responder

Fabio_Passos

14 de outubro de 2011 às 20h18

Putz…

Será que o Ali Kamel considera isso uma mera coincidência?

Responder

Vinicius

14 de outubro de 2011 às 19h15

Lamentável.

Responder

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