VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Parlamentares impedidos de vistoriar Pinheirinho e tendas de abrigo


24/01/2012 - 14h58

por Conceição Lemes

O jornalista que procura o comando da Polícia Militar ou a Prefeitura de São José dos Campos para saber como está a situação dos moradores do Pinheirinho, vai receber invariavelmente a seguinte  informação:  “está tudo bem”, “está em ordem”, “não há óbitos”. Sobre os feridos, apenas  admitem a ocorrência de casos.

Essa é a informação oficial, ou seja, aquela que a instituição quer que seja conhecida.  Não necessariamente corresponde à verdade dos fatos. No caso do Pinheirinho não dizem, por exemplo,  que os ferimentos foram causados principalmente balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta. Também não dizem que um homem, atingido por tiro de arma de fogo disparado pela Guarda Municipal de São José dos Campos, corre o risco de ficar paraplégico.

Só que, desde domingo, circulam persistentemente informações de que pessoas teriam morrido na reintegração de posse . Nessa segunda-feira, Aristeu César Pinto Neto, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São José dos Campos, afirmou que houve mortos na operação. De acordo com ele, crianças estão entre as vítimas. PM e Prefeitura continuam negando.

“Há falta completa de transparência tanto por parte do comando da Polícia Militar quanto pela Prefeitura de São José dos Campos”, denuncia o deputado federal Carlinhos Almeida (PT-SP). “Infelizmente, não tivemos acesso, de forma alguma, à área desocupada.”

No domingo, a região do Pinheirinho foi cercada pelos 2 mil soldados que compuseram a tropa de choque. Logo cedo, alguns parlamentares que tentaram dialogar com o comando da operação foram recebidos com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Entre eles, o próprio Almeida. À tarde, ele, os deputados Paulo Teixeira (federal)  e Marco Aurélio Souza (estadual) e vereadores do PT conseguiram se reunir com o comandante da PM e o representante do Tribunal de Justiça.

“Nós pedimos para verificar o local da desocupação para saber se estava ocorrendo algum tipo de violência, desrespeito aos direitos das pessoas”, prossegue Almeida. “Infelizmente, não nos foi permitido ter acesso ao local. Além disso, a Prefeitura não permitiu que entrássemos nas tendas que ela armou para saber em que condições as pessoas estavam sendo abrigadas.”

“Se não havia nada excepcional ocorrendo, não havia por que não permitirem que membros do Legislativo e o representante do governo federal pudessem ao menos verificar, vistoriar, o estava acontecendo dentro do Pinheirinho, questionamos o comandante e o representante do Tribunal de Justiça”, revela Almeida. “Mas não houve jeito.”

No domingo, o sinal de internet foi  cortado na região. Mesmo hoje, navegar na rede não está fácil.

“Obter informações  fidedignas está complicadíssimo”, conta-nos o jornalista Murilo Machado, que mora na região de São José dos Campos e que tem conversadocom colegas  atuando na cobertura . “Vários  têm ido a hospitais em busca de feridos e eventuais óbitos, eles  não dão informações. Dizem que ir para ir à Prefeitura, que, por sua vez, está centralizando tudo. Como confiar nessas informações? Não dá. Infelizmente.  Nossos colegas vão ter de continuar apurando, para que a verdade apareça.”

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139 comentários

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Renato

26 de janeiro de 2012 às 16h42

Eu vou me posicionar sobre o caso Pinheirinho.
1) Sempre acho que uma decisão judicial não se discute, cumpre-se
2) Se a propriedade da Seleta for obra de grilhagem, é o que parece que está acontecendo. Eu mudo a minha opinião e passo a solicitar uma intervenção federal no Estado de SP e no judiciário estadual. Pois como pode um juíz praticar uma decisão de reintegração de posse, se existe uma denúncia de grilhagem? E como pode um governador acatar uma decisão judicial baseada em fatos que não sustentam.
3) Em Relação às famílias. Devem procurar a Justiça Federal para exigir reparações morais.
Desde que a história da grilhagem for verdadeira. Aí sim, estarei do lado do site.

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“Parecendo um porco para abater amanhã” | Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de janeiro de 2012 às 12h46

[…] Parlamentares impedidos de vistoriar Pinheirinho e tendas de abrigo […]

Responder

JOSE Antonio Batata

25 de janeiro de 2012 às 12h29

O PSDB é culpado pelo MASSACRE de Pinheirinho. A imprensa não vai conseguir ABAFAR este massacre. O PSDB está com a marca de NAZISTA. A suática NAZISTA está carimbada na foto do PSDB…

Responder

Morvan

25 de janeiro de 2012 às 11h11

Bom dia.

"No domingo, o sinal de internet foi cortado na região. Mesmo hoje, navegar na rede não está fácil.".

Bom, o Azeredo (o xerefão a serviço dos xerifões lá de fora) pode ficar tranquilo. Os SOPA e PIPA, versões tucademos, foram testados e implementados com sucesso. E sem precisar de votação. Votação no congresso (caixa baixa mesmo – não foi erro) é para os fracos…
O silêncio dos inocentes(sic!) é que me incomoda, e muito.

:-)

Morvan, Usuário Linux #433640.

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Sr.Indignado

25 de janeiro de 2012 às 11h08

O governo Federal, o judiciário precisam intervir na prefeitura. Tem que tirar o Gilberto "Não quero me indispor" Carvalho do caminho. Deixaremos que todos os limites sejam ultrapassados? Esperam o quê, um genocídio?

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Jose Mario HRP

25 de janeiro de 2012 às 10h52

Sabem duma coisa?
Fora todo esse arbítrio, toda a insensibilidade sobra uma constatação!
Nós vamos pagar o transporte e alimentação dessa cambada de meganhas(2000) reprimindo os trabalhadores em SJ. dos Campos!
Não será nem Naji Nahas nem o prefeitinho ou a juiza "acertada" ou o sabujo desembargador!

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Antonio

25 de janeiro de 2012 às 10h17

Alguém já disse que este problema poderia ser transferido para a justiça federal caso exista repercussão internacional.
Vamos escrever à OEA, enviando o link do vídeo comprovando as atrocidades e o pedido de providências.
http://www.oas.org/pt/contatenos.asp

Em Brasília:

Paulo Rogerio Cavalvanti, Oficial Administrativo

Dirección:
Escritório do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da OEA
SCS Quadra 8 Bloco B-50 Sala 235, Ed. Venancio 2.000
70.333-900 Brasilia-DF / Brasil
Teléfono(s):
(5561) 3202-1883
Fax:
(5561) 3202-1883
E-mail:

Responder

Antonio

25 de janeiro de 2012 às 10h05

Vamos fazer alguma coisa além de apenas escrever, confortavelmente sentados.
Vamos escrever para a OEA em Brasília ou então escrever diretamente à OEA cujo link da página de contato está abaixo relatando este absurdo em SJC.
Sugiro enviar o link do vídeo que está abaixo e que comprovaria o pedido de providências..
http://www.oas.org/pt/contatenos.asp

Em Brasília:

Paulo Rogerio Cavalvanti, Oficial Administrativo

Dirección:
Escritório do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da OEA
SCS Quadra 8 Bloco B-50 Sala 235, Ed. Venancio 2.000
70.333-900 Brasilia-DF / Brasil
Teléfono(s):
(5561) 3202-1883
Fax:
(5561) 3202-1883
E-mail:

Responder

Márcia

25 de janeiro de 2012 às 09h16

Cézar Peluso julgará o mandado de segurança que pede a suspensão da desocupação do Pinheirinho. Já encaminhei e-mail ao Ministro – [email protected] – com o título “SOMOS TODOS PINHEIRINHO”. Maiores informações em http://www.scmcampinas.blogspot.com/2012/01/pinhe…. O Nassif também publicou.

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rudi

25 de janeiro de 2012 às 09h08

seria o caso de pedir o impeachment do Alckmin?

Responder

    luiz pinheiro

    25 de janeiro de 2012 às 22h14

    Não dá, quem vota o impeachment é a "assembléia legislativa" – aquela gangue (a maioria, não todos) de deputados estaduais eleitos por nós, descuidados eleitores.

Antonio

25 de janeiro de 2012 às 05h41

Aconteceu ontem à noite!

Cineastas criticam ação no Pinheirinho em premiação do governo

Os cineastas Marco Dutra e Juliana Rojas, de "Trabalhar Cansa", arrancaram aplausos de um lado e sorrisos amarelo de outro no Palácio dos Bandeirantes.
Eles foram reconhecidos como destaque cinematográfico em 2011 pelo júri do Prêmio Governador do Estado, na noite desta terça-feira (24).
A poucos passos do secretário Andrea Matarazzo (Cultura), um dos pré-candidatos do PSDB à Prefeitura de São Paulo, a dupla começou polida. "A gente precisa disso para continuar trabalhando", agradeceu Dutra, segurando o prêmio –um cheque de R$ 60 mil.
Em seguida, o cineasta disse que ele e a parceira não conseguem "ser frios" à realidade em volta. E, por isso, precisavam se manifestar sobre algo. Foi a deixa para que Rojas lesse uma "moção de repúdio" à reintegração de posse da área no Pinheirinho, deflagrada pela PM no domingo.

"Vence mais uma vez a política do coturno em prol do capital", disse ela. "E o governo do Estado lavou as mãos sobre o caso."

O governador Geraldo Alckmin chegou menos de um minuto após finalizado o discurso, acompanhado da primeira-dama, dona Lu.

Como sempre o limpinho que usa brilhantina se safou!

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Yarus

25 de janeiro de 2012 às 02h53

The Guardian comfirma: o PIG é PIG.

"Veja tradução livre que fiz de trechos do artigo do The Guardian:

(…) Até sete mortes foram relatadas, incluindo a de um bebê, embora nenhuma delas tenha sido confirmada oficialmente (…) Durante todo o dia [ domingo], a mídia corporativa do Brasil, que tem ligações históricas com o partido no poder estadual, relatou a história em tons suaves. As manchetes destacavam a van de uma TV que fora incendiada enquanto ignoravam as casas em chamas da população (…) Em lugares como Irã e Egito, a mídia social tem funcionado como uma ferramenta contra o controle estatal da informação. No Brasil, tem ajudado a contornar um monolítico setor de mídia privada, que é sub-regulamentada e altamente concentrada (90% da indústria está nas mãos de 15 famílias). Como outros meios de produção e circulação de informação tornaram-se mais facilmente disponíveis, a mídia corporativa do país começou a perder credibilidade. Os meios alternativos foram veementes em sua condenação do Governo do Estado de São Paulo no último domingo, e com razão (…)" http://www.blogcidadania.com.br/2012/01/midia-dom…

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Jose Mario HRP

25 de janeiro de 2012 às 02h19 Responder

Maria

25 de janeiro de 2012 às 02h08

Não é reintegração a ação que expulsou seres humanos de suas casas e foram violentados em suas dignidade. Desabrigaram com violência doentes, portadores de necessidades especiais, crianças, meninas, mulheres, homens que lutam para manter suas famílias. Não comemorem como exitosa a operação, não é, não foi.A economia não pode ser primazia sobre as pessoas que estão desabrigadas, até de um templo religioso, por determinação de alguém que não quer mudanças sociais e não aceita conviver com a diferença na igualdade.O princípio da igualdade é uma meta estabelecida em nossa Constituição que garante direitos sociais aos pobres, direito á vida, mas que os ricos e poderosos/elite negam todos os dias, para garantir seus privilégios e distinções.Brasileiro reprimindo brasileiro, até quando? Quem contribuiu/empenhou esforços para colocar nas ruas famílias de pessoas humildes, simples que merecem moradia e justiça, estão contribuindo para uma união duradoura/transformadora: a opressão, força repressora, e a injustiça não abate, fortalece os povos, na busca da liberdade.

Responder

Antonio

25 de janeiro de 2012 às 02h05

Este episódio, o episódio da cracolândia / favela do moinho demonstram, na minha opinião, que pode existir algum tipo de acordo tácito entre o PT e o PSDB. Não sei dizer se em nome da tal de governabilidade, um acordo, do tipo vocês em São Paulo e nós no governo federal.
Considerando as preocupações da presidente e atos em favor dos mais carentes é muito estranho o silêncio do gabinete e da própria presidente que teve um assessor ou enviado, atingido por balas de borracha no domingo, uma testemunha da truculência. Não entendo a falta de um gesto ou uma palavra sobre este caso escabroso.
Há pouco, nos telejornais da noite, o governador limpinho, usando brilhantina deu declarações de que o governo do estado destinará verbas para um "aluguel social" até que o estado possa disponibilizar moradias para toda aquela população. Ontem declarou que como governador apenas cumpria uma ordem judicial e o presidente do TJ assumiu a responsabilidade pelo ato, ou seja Alckmin "sai limpo".
Estas duas declarações do Alckmin mostram quanto ele é hipócrita e pode ser dissimulado!
Recentemente a mesma justiça determinou o afastamento do presidente do Metrô por falcatruas. Na ocasião os jornais noticiaram o encontro do Alckmin com o presidente do TJ para reverter a sentença e como se viu depois ocorreu. O presidente ladrão do Metrô de São Paulo voltou ao cargo as falcatruas devem continuar porque a sentença dizia que seu afastamento causaria prejuízos à companhia?!?!?!?!?!?
No caso de SJC, o hipócrita dos bandeirantes não poderia ter se reunido com os juízes do TJ para solicitar em nome do bem estar público e em nome do que sua religião prega, um adiamento. Sabia e sabe que não há moradias disponíveis para aquela gente? Alckimin consegue ser hipócrita e mesmo assim é comum ouvir que o governador agiu com razão e invasores devem ser expulsos em nome da ordem pública.
Nossa polícia militar, há dezoito anos nas mãos desta gente tem todos seus oficiais e soldados formados com a mentalidade de bater e matar, a polícia civil também e qualquer mudança será penosa e muito difícil de ser implementada.
A declaração do arcebispo de São Paulo apoiando a ação violenta na cracolândia. Como o arcebispo "ficou mal na fita" hoje um seu assessor declarou que deveria haver a intervenção como foi feita, mas acompanhada de auxílio e apoio médico/social aos viciados. Todos sabiam, o prefeito com seus interesses, o governador com sua hipocrisia moldada com brilhantina e o próprio arcebispo que renega os princípios da religião que diz chefiar, que este apoio não existia nem vai existir. Existem interesses imobiliários e propina!
O silêncio da mídia sobre os fatos e seus desdobramentos, exceção à TV RECORD, jornais com pequenas notas nas páginas internas, site da UOL censurando opiniões contrárias etc, nos remetem a algo muito mais grave.
É público e notório que o Alckmin é um membro proeminente da Opus Dei como tantos outros advogados, juízes, padres, bispos arcebispos e banqueiros. O dono do Santander é um deles!
Esta prelazia criada pelo Papa João Paulo II, aquele que fez a igreja retroceder cem anos, nada tem de religiosa ou cristã.
É uma organização criada pelo padre Escrivá que foi declarado santo apesar dos relatos que estapeava sua camareira quando não gostava da sopa que lhe era servida, nada tinha de santo ou de santidade. Uma prelazia cujos membros querem poder e para isso movimentam muito dinheiro. Arrecadam muito e pagam quando necessário!
Após quase dezoito anos de domínio que começou com o governador Mário "Honesto" Covas que entre outras coisas entregou o Banespa ao Santander, pergunto:
– Até que ponto esta prelazia estendeu seus tentáculos no estado, nos jornais e na mídia?
– Na igreja sabemos que sim, pois desde João Paulo II a agora com Bento, apenas membros ou simpatizantes desta prelazia são nomeados na hierarquia da igreja. Frei Leonardo Boff que o diga!
– Apesar da condição de opositores do governo que jornais e jornalistas têm. será que não existe alguma coisa mais para que a informação seja escamoteada como tem ocorrido com este episódio e outros?
– Será que ser de oposição, por si só, é motivo para colocar em risco a credibilidade dos veículos que dirigem ou trabalham, quando deixam de informar e noticiar?
Como a Opus Dei tem por norma não responder a nenhuma crítica, muito menos a qualquer coisa que denigra a imagem de "São Jose Maria Escrivá", será que a Opus Dei determinou este silêncio na mídia. Claro, um silêncio comprado a peso de ouro pois dinheiro para isso não lhes falta!

Responder

João-PR

25 de janeiro de 2012 às 02h02

Será que mesmo depois desse fato os tucanalhas e asseclas ainda ganharão eleições em São Paulo???

Caso os tucanalhas continuem a ganhar eleições, sugiro, sinceramente, que São Paulo se aparte do Brasil, como era o desejo dos "revolucionários" de 1932.

Responder

    Antonio

    25 de janeiro de 2012 às 10h24

    Por que nos apartarmos do restante do Brasil.
    Algumas famiglias tentaram em 32 e ao que parece continuam tentanto.
    Apartarmos do restante do Brasil para que? Para fundar o Sacro Império de Pindamonhangaba, chefiada pelo reizinho com brilhantina?
    Devemos sim agir e incentivar outros que ajam tal e qual o lema de São Paulo e varrer esta quadrilha que se apossou de São Paulo quando elegemos Mário Honesto Covas.

Robert

25 de janeiro de 2012 às 01h05

Um país onde o exemplo de “empreendedor ” é o sr eike batista
incensado pela midia provinciana
não pode ser um país sério
A natureza da atividade economica do sr eike nao é novidade p/ ninguem…
Esse tipo de empresário que vende commodities/matéria-prima, baseado em suas ligações promíscuas com o poder publico, existe no Brasil desde seu descobrimento em 1500…
e +: pq 1 cara tão rico tem o bndes sempre como parceiro em qq de seus negocios?

Responder

Hiro

25 de janeiro de 2012 às 01h03

Se não permitem haver transparência aprofunda-se mais a evidência dos crimes cometidos
contra os Direitos Humanos e a Constituição.
Impeachment!

Responder

CC.Brega.mim

25 de janeiro de 2012 às 00h41

aniversário de são paulo:
jornal rede tv
terror
pinheirinho:
a demolição está completa
abrigo de antigos moradores
em seguida,
os ricos desfrutam do mercadão
há orquestra
anuncia-se o passeio noturno
pelas assombrações da cidade
em seguida,
um grupo neo-punk
pintados que nem o kiss
“que agrada o público brasileiro
e a crítica internacional”
impossível maior precisão
para definir o consumo de cultura americana
pela elite entreguista
e a figuração perfeita do poder paulista
o aniversário de são paulo
é um dia das bruxas
com direito a terror social.

Responder

Luci

25 de janeiro de 2012 às 00h06

A luta não será em vão.
The Guardian publica excelente matéria."A Luta contra o despejo no Brasil Pinheirinho pode ser uma inspiração". http://www.guardian.co.uk/commentisfree/cifameric…

BBC Brasil http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/…
.

Responder

Luci

24 de janeiro de 2012 às 23h54

A Injustiça é o Dragão Chinês, a notícia está veiculada na Imprensa Internacional que apoiam a população e sua luta heróica e digna.
Pubicado no BBC BRASIL e no The Guardian o desalojamento de familias da Comunidade Pinheirinho
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/cifameric…

Responder

_spin

24 de janeiro de 2012 às 23h53

No domingo, o sinal de internet foi cortado na região. Mesmo hoje, navegar na rede não está fácil.

Tática de guerra do covarde Alckmin, com direito a impedir a imprensa, kd a Jona Judith que adora reclamar contra a liberdade de imprensa

Responder

    beattrice

    25 de janeiro de 2012 às 00h19

    Mas hj teve twitcam de dentro da igreja onde há um grupo de refugiados abrigados.

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h32

O ministério das Cidades responsabilizou nesta terça-feira a prefeitura de São José dos Campos (SP) pela falta de solução adequada para a ocupação de 1,7 mil famílias na área particular do Pinheirinho. Em nota, o ministério afirma ter se colocado desde 2005 à disposição da prefeitura, "ofertando ao município a priorização nas linhas de provisão habitacional/urbanização de assentamentos precários disponíveis no nível federal para atendimento a famílias de baixa renda". Mas a prefeitura não se mostrou empenhada em encontrar uma alternativa. Ainda este mês, de acordo com o ministério, o governo federal teria feito um documento com o governo de São Paulo se comprometendo a dar parte dos recursos para projetos de reassentamento. "Não houve retorno por parte do poder municipal, de quem dependia a desapropriação ou indicação de outra área para atendimento das famílias", informa a nota afirmando que o ministério continua à disposição para enquadrar projetos de moradia para as famílias nos programas federais, entre eles o Minha Casa, Minha Vida.

Responder

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h19

(continuação – final)
No caso do Pinheirinho, creio que a iniciativa de uma intervenção federal no estado de São Paulo possa ser sustentada apenas com base no art 34, inciso VII, alínea b: “assegurar a observância dos direitos da pessoa humana”. Sendo assim, de acordo com o art. 36, a intervenção depende de provimento pelo Supremo Tribunal Federal, a partir de representação do Procurador Geral da República. Além disso, precisaria ser aprovada em 24 horas pelo Congresso Nacional, no caso convocado em caráter extraordinário
Como se vê, há profundo desconhecimento da Constituição, e da realidade político-institucional do País, entre aqueles que estão aí cobrando essa intervenção da presidenta Dilma.

Responder

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h18

(continuação)
§ 2º – Se não estiver funcionando o Congresso Nacional ou a Assembléia Legislativa, far-se-á convocação extraordinária, no mesmo prazo de vinte e quatro horas.§ 3º – Nos casos do art. 34, VI e VII, ou do art. 35, IV, dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela Assembléia Legislativa, o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado, se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade.
§ 4º – Cessados os motivos da intervenção, as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão, salvo impedimento legal. (continua)

Responder

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h17

(continuação)
Art. 36. A decretação da intervenção dependerá: I – no caso do art. 34, IV, de solicitação do Poder Legislativo ou do Poder Executivo coacto ou impedido, ou de requisição do Supremo Tribunal Federal, se a coação for exercida contra o Poder Judiciário; II – no caso de desobediência a ordem ou decisão judiciária, de requisição do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do Tribunal Superior Eleitoral; III de provimento, pelo Supremo Tribunal Federal, de representação do Procurador-Geral da República, na hipótese do art. 34, VII, e no caso de recusa à execução de lei federal.
§ 1º O decreto de intervenção, que especificará a amplitude, o prazo e as condições de execução e que, se couber, nomeará o interventor, será submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembléia Legislativa do Estado, no prazo de vinte e quatro horas.

Responder

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h16

(continuação)
e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.
Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando: I – deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada; II – não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde; IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.

Responder

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 23h16

Sobre a intervenção federal, que muitos aqui cobram:
Art. 34 da Constituição -. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para: I – manter a integridade nacional; II – repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra; III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública; IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação; V – reorganizar as finanças da unidade da Federação que: a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo de força maior; b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei; VI – prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial; VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático; b) direitos da pessoa humana; c) autonomia municipal; d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta; (continua)

Responder

José Antônio

24 de janeiro de 2012 às 23h00

O povo não pode continuar aceitando tanto descaso do governo paulista. É hora de inssurreição… No século XV, o filosófo francês, Ettiene de La Bottiê, elaborou o DISCURSO DA SERVIDÃO VOLUNTÁRIA. Ele deixa claro que toda servidão popular é voluntária. O povo pode sim, se inssurgir contra todas as formas de desmandos de qualquer autoridade. A verdadeira autoridade é do povo e dele provêm. É fundamental que difundamos através da rede a força que nós temos. Vamos denunciar toda as formas de abuso de autoridades e da imprensa venal. Não vamos ficar esperando por qualquer governo, afinal autoridade é alguém autorizado e quem autoriza somos nós, o povo. Reflitamos sobre a força que juntos nós temos.

Responder

Silvio I

24 de janeiro de 2012 às 22h59

Pode ser que extrapole em meu comentário. Primeiro que parece- me que antes estes dimanem da justiça, e do governo de São Paulo, este deveria ser intervindo, pelo governo Federal. U outro que parece que o povo, tem sangre de barata. Não raciona ante o que fazem as autoridades. Passando de os limites.Não era necessário tratar ao pessoal da Cracolandia, como foi tratado.E este povo não diz nada.Agora a poucos dias, outra operação de corte nazista, com a gestapo atuando.Tampouco diz nada.Depois todos estes personagem que formam o governo, e a elite que colabora com eles, se assustam si um dia, aparece por ai um Fidel, e cria algum paredão onde eles todos acabem.

Responder

Rogerio

24 de janeiro de 2012 às 22h49

Devíamos iniciar uma campanha para arrecadar dinheiro / alimento para essas pessoas. Elas foram atingidas por algo bem pior do que uma catástrofe natural. Foram desalojadas e sofrem pela mediocridade, pela incompetencia, pela ganância de politicos que há mais de 16 anos dominam o estado mais rico da federação; e de uma justiça corporativista, corrupta, perdida, que a cada dia fica mais distante dos seus verdadeiros objetivos. Foi uma tragédia diferente, tramada em gabinetes. Podíamos dar uma resposta à altura, demonstrando a mesma solidariedade comum nos momentos de grandes tragédias naturais.

Responder

    beattrice

    25 de janeiro de 2012 às 00h39

    O governo federal deveria no mínimo providenciar isso imediatamente não?
    Preservação da garantia dos direitos civis dos cidadãos brasileiros refugiados.

Fabio_Passos

24 de janeiro de 2012 às 22h39

Liberdade de imprensa?
Apenas para as organizações corruptas que recebem propina do governo do estado de são paulo para defender o governo alckmin: rede globo, estadão, fsp e quadrilha veja.

Onde está a democracia do governo alckmim?
A única coisa que este demonio está ensinando é como agir como um nazista.

Responder

Luiz Henrique

24 de janeiro de 2012 às 22h34

Tecnicamente a questão do uso das balas de borracha deveria ser analisado assim:

Definição do R105 (regulamento do EB) – ARMA DE FOGO é um “dispositivo que impele um ou vários projéteis através de um cano pela pressão de gases em expansão produzidos por uma carga propelente em
combustão”.

Pela definição acima fica claro que a espingarda utilizada para disparar as balas de borracha são classificadas como armas de fogo. Isso tem que ficar bem claro – são armas de fogo!!!

Se dermos uma olhada na Portaria Interministerial SDH/MJ 4226 de 31/12/2010, que Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública, vamos encontrar que:

3. Os agentes de segurança pública não deverão disparar armas de fogo contra pessoas,
exceto em casos de legítima defesa própria ou de terceiro contra perigo iminente de
morte ou lesão grave.
4. Não é legítimo o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada
ou que, mesmo na posse de algum tipo de arma, não represente risco imediato de morte
ou de lesão grave aos agentes de segurança pública ou terceiros.

Fica clara a total ilegalidade da forma com a qual várias polícias estão utilizando as balas de borracha. Elas são para legítima defesa dos policiais e nunca para atirar em pessoas em fuga, o que vem transformando as ações policiais recentes em verdadeiros campos de caça ou tiro ao alvo de policiais paranoicos.

Responder

celio

24 de janeiro de 2012 às 22h02

Prezados
escrevo porque uma dúvida sobre algo que desde que li tem me deixado incomodado: a origem da propriedade do terreno do Pinheirinho.
Vejam só, segundo foi noticiado, o terreno onde se encontra o Pinheirinho originou-se de uma fazenda pertencente a uma família alemã, os irmãos Kubitzky, que moravam sós e não tinham outros parentes.
Também li que todos foram mortos em uma chacina em 1969, não deixando herdeiros, tá até na folha de São Paulo (01/07/1969).
De acordo com o código civil então em vigor os bens resultantes de herança vacante pertenceriam aos Estado, sendo destinados a instituição universitária.
Conforme o decreto 27219-A de 1957 do estado de são paulo, que vigorou até 1985, tais bens deveriam ser arrecadados pela Procuradoria Geral do Estado e destinados à Universidade de São Paulo.
Interessante notar que para dispor dos bens era necessária a autorização do conselho universitário e do governo do estado, sendo que a partir de 1979 passou a ser necessária a autorização legislativa.
Pesquisando muito, não encontrei nenhum decreto autorizando a alienação de tais bens.
(nem a licitação).
Mais interessante também é que, na época, uma matéria da Folha também noticiava essa destinação legal do terreno (20/08/69).
Então fica a dúvida, como este terreno foi parar na propriedade da agora massa falida que reclama a posse da área?
Ressalto que da área original, surgiu também o bairro conhecido como Campo dos Alemães.
Gostaria tanto que alguém com propriedade jurídica ou conhecimento jornalístico me explicasse como isso foi possível.

Responder

    Grilo

    24 de janeiro de 2012 às 22h54

    Com certeza o juiz Fausto de Sanctis e o delegado Protógenes Queiroz, tem conhecimento dos desdobramentos – compra e venda do terreno e respectivos documentos.
    Está explicada a campanha contra os dois servidores da justiça, zelosos demais.

    edv

    24 de janeiro de 2012 às 22h56

    Queirda Conceição (se me permite!):
    O levantamento destas informações é superrelevante. Hoje ouvi no rádio algo sobre isso, mas não pude prestar atenção.
    Talvez seja uma daquelas "vendoações" públicas à privada (a iniciativa, é claro…) e, se não me engano, foi mais ou menos o que (mal) ouvi.
    Abs

    beattrice

    25 de janeiro de 2012 às 00h39

    Conceição
    essa questão vem ganhando corpo
    nesse caso seria um crime duplo pois o estado permitiu a grilagem
    e agora age como feitor do grileiro?
    Seria possível consultar um jurista em direito imobiliário?

denis dias ferreira

24 de janeiro de 2012 às 21h16

Observando as imagens da violenta ação policial na Luz e no Pinheirinho, lembrei-me, não sei porque, da guerra de Canudos. Apesar do sol e do céu azul, quanta dor e sofrimento nestes tristes trópicos.

Responder

Luci

24 de janeiro de 2012 às 20h52

Segundo Boaventura de Souza Santos (1998), a crise do contrato social produziu o fascismo do apartheid social. "Trata-se da segregação social dos excluídos, por meio de uma cartografia urbana dividida em zonas selvagens e civilizadas […] As selvagens são as zonas do Estado de natureza hobbesiano. As civilizadas são as zonas do contrato social; vivem sob a constante ameaça das selvagens. Para se defender, tornam-se castelos neofeudais, enclaves fortificados que caracterizam as novas formas de segregação urbana. Nas zonas civilizadas, o Estado age democraticamente, como protetor, ainda que muitas vezes ineficaz ou não confiável. Nas selvagens, age fascistamente, como Estado predador, sem nenhuma veleidade de observância, mesmo aparente, do Direito".

Responder

Fernando

24 de janeiro de 2012 às 20h47 Responder

mateus

24 de janeiro de 2012 às 20h45

Isso já passou dos limites. A intervenção federal já passou da hora.
E viva os blogs e as pessoas sujas. Se não fosses eles nós nunca saberias nada sobre Pinheirinho.

Responder

assalariado.

24 de janeiro de 2012 às 20h30

Passados 2 dias da invasão militar/ burguesa no Pinheirinho em São Jose dos Campos/ SP, ainda está em tempo, para reverter esta safadeza juridico/ politico das elites do capital, junto com seu boneco governante da vez.

Proponho que: todos os parlamentares com mandato atualmente e que sejam de esquerda (de fato), e que estejam num raio de até 200 km desta cidade, se articulem, e façam uma marcha até o Pinheirinho em solidariedade, aos oprimidos pelos cacetetes do aparato estatal burgueses. Esta marcha deve ser em conjunto com suas dezenas de assessores. Quero ver quem tem esta consciencia politica/ mandato popular. O que precisamos neste exato momento não é de discurso. Dinheiro e tempo para isto os mandatos tem, mãos a obra.

Saudações Socialistas.

Responder

Abolicionista

24 de janeiro de 2012 às 20h28

Pessoal, está na hora de comerçarmos a pensar em pegar em armas. Morte a essa corja!! Quem estiver comigo dê algum sinal! Vamos fazer a coisa organizada!

Responder

Regina Braga

24 de janeiro de 2012 às 20h18

Sampa,não é ninho dos demotucanos…mas de víboras.Víboras covardes,insanas,corruptas,nazistas,etc..Intervenção,já!!!

Responder

Jose Antonio Batata

24 de janeiro de 2012 às 20h06

Os partidos que defendem a DEMOCRACIA em São Paulo tem que construir uma FRENTE contra a DITADURA do ALKMIN . Nós que defendemos a DEMOCRACIA não podemos aceitar o que está acontecendo naquele estado. A GESTAPO Paulista massacra Pobre , Preto e trabalhadores, mas corre de medo do PCC.

Responder

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 22h44

    É a tucanadura policial-militar.

    beattrice

    25 de janeiro de 2012 às 00h40

    Em SP o PT não enfrenta o PSDB se enfrentasse esse tipo de coisa nunca teria acontecido.

Esse Brasil aí não passa na Globo.Nahas/Alckmin: vídeo do massacre ! | Epocaestado Brasil

24 de janeiro de 2012 às 20h01

[…] tempo: saiu no Viomundo do Azenha: Share this:TwitterGostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. Esta entrada foi […]

Responder

malba tahan

24 de janeiro de 2012 às 19h49

É DIFICIL comentar alguma coisa!

Eu pensei que já tinha visto tudo em termos de truculência policial no Brasil, desde a morte de Edson da Gama Souto, até a repressão das greves no ABC nos anos 80, passando pela morte de Alexandre Vanucchi, Manoel Fiel Filho, Herzog, ente muitos outros. Em todas estas ocasiões houve reação vigorosa do povo. Mas estas cenas do Pinheirinho, uma semana depois das façanhas na cracolândia, me deixam com o estômago embrulhado, com vontade de vomitar todo o meu almoço nas amplas fuças do Rato de Sacristia que passeia suas nádegas no Palácio dos Bandeirantes. PMs sem identificação, ataques traiçoeiros, a tiros, contra velhos e crianças desarmados!!!! Ser tigre contra os debaixo e corsa mansa com quem tem força ( o crime organizado, por exemplo). Estes fascistas não representam São Paulo, não podem representar um povo que repeliu os intragralistas na Praça da Sé, e que enfrentou Erasmo Dias em Vila Euclides. Estes quadrupedes têm que saber que desta vez exageraram! O povo de São Paulo precise REPUDIAR vigorosamente estes desvarios

Responder

Ana

24 de janeiro de 2012 às 19h43

Meus parabéns ao Vi o Mundo, neste espaço está em debate a democracia que vivemos e a que gostaríamos de viver, em paz, sem presenciar atos de barbarie contra o povo sem teto.
Todos sabem de tudo, uma operação desta envergadura, deve ter o aval de várias autoridades, tem várias autorizações (é assim que funciona) e infelizmente temos a lamentar que pessoas pobres estão sendo tratadas como coisa, elas não conseguiram ascender à classe média, não viajam e não comem mais frango. Portantp PR (Ponham-se na rua) , e quem é do Norte e Nordeste como estamos lendo recebem passagens para voltar a seus estados, e ou pulseirinhas.Está oficialmente instalada a intolerância em São Paulo.

Responder

Marcio Gaspar

24 de janeiro de 2012 às 19h42

Sao Paulo quer dar o golpe e reimplantar a ditabranda da folha. Já há coronéis nas subprefeituras, a PM e a Guarda Municipal cumprido regimentalmente e de forma rigorosa a sua missao.

Responder

Sandra Caballero

24 de janeiro de 2012 às 19h38

Há um vídeo no R7 mostrando "policiais" batendo em um homem, que esta com os braços levantados, no acampamento montado pela prefeitura.
Há de lembrar que o Brasil é uma federação e a intervenção federal nos estados é limitada. Até acho que o governo federal poderia ser mais incisivo, que a Dilma poderia ir até o Pinheirinho, que foi ingenuidade, para não dizer burrice, acreditar em negociação com fascistas, mas a ação federal é limitada.
Gostei de ver como o trabalho da imprensa esta sendo censurado e o PIG não diz nada, imaginem um governo de esquerda limitando assim o trabalho da imprensa!

Responder

beattrice

24 de janeiro de 2012 às 19h20

Os dignissimos parlamentares estão atrasados 72 horas.
O problema deles nunca foi entrar, foi sair.
Desde que estava estabelcido o conflito de competencias
e desde que do outro lado quem negociava era o OPUS DEI,
internacional e historicamente reconhecidos o personagem e a "obra" pela falsidade
os parlamentares e os órgãos de direitos humanos teriam que ter feito o que se fazia na ditadura
uma vigília cívica DENTRO do Pinheirinho.
Mesmo que tivesse sido executada a desocupação
JAMAIS ela teria ostentada a violência que ostentou
se houvesse essa representação lá DENTRO.
Agora, depois, ficar dando notinha de repúdio e fazendo mimimi
sinceramente é ofensivo à inteligencia alheia
e desprezível com o sofrimento alheio.

Responder

C, D,

24 de janeiro de 2012 às 19h08

Os que aplaudem hoje serão os expulsos de amanhã. A Operação Dor e Sofrimento, venceu duas batalhas.

Responder

    luiz pinheiro

    25 de janeiro de 2012 às 22h25

    Não sei se venceu duas batalhas, isso a história vai dizer. Sei que cometeu dois crimes hediondos. Agora, são dois crimes que vão render à tucanalha muito dinheiro, muito IPTU e provavelmente muita propina, para usar e abusar nas eleições municipais. A cidadania tem que ir à luta, se quiser vencer a guerra.
    Ah, é bom sempre lembrar: abaixo a tucanadura!

alex

24 de janeiro de 2012 às 19h01

THE GUARDIAN METE O PAU NA NOSSA MÍDIA CORPORATIVA

The fight against Brazil's Pinheirinho eviction can be an inspiration
The left has been too slow to criticise the government's growth-fixated policies. The squatters provide a lesson in resistance
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/cifameric…

(…) Foi principalmente graças aos meios de comunicação social que informações sobre os despejos pôde ser encontrado. No Twitter, a hashtag # Pinheirinho se tornou um top durante um par de horas. Durante todo o dia, a mídia corporativa do Brasil, que tem ligações históricas ao partido no poder [em SP], tanto em nível estadual e local, relatou a história em tons suaves: manchetes destacando uma van incendiada enquanto relevava as casas das pessoas em chamas.

Responder

Gerson Carneiro

24 de janeiro de 2012 às 18h52

Não adianta o Geraldo Alckmin tentar camuflar. Essa tragédia é como a questão da paternidade. A presunção é a de que o indivíduo que se recusar é o pai.

Responder

FrancoAtirador

24 de janeiro de 2012 às 18h35

.
.
AGORA MESMO É QUE VIROU "CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DO PINHEIRINHO".
.
.

Responder

mac

24 de janeiro de 2012 às 18h30

Morreu gente e vai ficar por isso mesmo ? O MPF vai ter que prender o governador de São Paulo !!!

Responder

mac

24 de janeiro de 2012 às 18h29

A vingança de Serra é no povo !!

Responder

José Tadeu

24 de janeiro de 2012 às 18h28

Caro Azenha;

Nenhum outro direito pode sobrepor o direito a vida, muito menos o direito a propriedade.

Por que tanta pressa? Por que tanta violência? Todos, judiciário e o alquimim não sabiam que muitos poderiam perder a vida? E as 2.500 crianças indefesas, mesmo as que não foram feridas levarão por toda a vida as imagens horrorosas deste terror.

E amanhã o hipócrita vai a missa comemorar ? Comemorar o que? O celebrante vai deixar passar em brancas nuvens?

Só resta ao povo usar este revoltante ato de hipocrisia e manifestar seu repúdio.´Neste momento é pena que não moro no estado de São Paulo, pois eu estaria lá para cobrar destes cínicos.

O judiciário brasileiro é parcial, elitista, corrupto, perdulário, ineficaz, arrogante e hipócrita. Até quando??

com toda minha revolta.

José Tadeu Genaro

Responder

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h43

    O "celebrante" como 99% do clero brasileiro nos dias de hj ou é simpatizante do OPUS ou tem medo dele.

    Ricardo Beltrão

    24 de janeiro de 2012 às 20h15

    Mas, me digam uma coisa? E se ficar provado que este terreno anteriormente pertencia ao Estado de S. Paulo? Quem foram os compradores? O Estado vendeu para quem? Será que ai não tem uma grande mutreta atrás disto?

Gerson Carneiro

24 de janeiro de 2012 às 18h27

Ditadura isso aí. E o mundo está de olho.

Geraldo Alckmin tomou a decisão mais desastrada da vida dele. E se ferrou.

Quando a verdade aparecer vai sobrar para a Juíza que autorizou a "reintegração pacífica". O Geraldo Alckmin já está tirando o corpo fora e o Presidente do TJ-SP não vai segurar a onda e vai empurrar para quem deu a canetada.E eu vou achar é pouco.

Responder

    Airton

    24 de janeiro de 2012 às 23h26

    Temos q ser o ferro q o ferroa! Avante blogueiros sujos!

Coyotte

24 de janeiro de 2012 às 18h24

Ta circulando no facebook a seguinte denuncia:

notícia da Folha de S. Paulo de 01 de julho de 1969 sobre o misterioso “trucidamento da família Kubitzky”, ex-proprietária do terreno onde anos mais tarde acabou sendo instalada a ocupação do Pinheirinho. O caso nunca foi solucionado e, como a família não tinha parentes ou herdeiros, o Estado acabou incorporando a fortuna dos Kubitzky, inclusive os seus imóveis. Portanto, como Naji Nahas adquiriu o direito de propriedade de um “patrimônio público”?

Imagem – https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-a…

Responder

    luiz pinheiro

    25 de janeiro de 2012 às 22h27

    É uma excelente pergunta. Quem foi, ou quais fioram as autoridades públicas que "deram" a propriedade do enorme terreno ao Nahas, naqueles idos ditatoriais de 69?

Euler Conrado

24 de janeiro de 2012 às 18h03

Parece coisa combinada. Primeiro os cães de guarda demotucanos da oligarquia financeira bota seus gorilas para despejarem os moradores do Pinheirinho. Depois aparece o governo federal dizendo que queria uma solução negociada. Será mesmo? Não tiveram oito anos, com planos de moradia na propaganda e tudo mais?

Na educação básica está acontecendo a mesma coisa. Os governos estaduais, como o de Minas Gerais, do PSDB de Aécio, Anastasia e Serra, não paga o piso, burlou a lei federal de forma descarada. E o que fez o governo federal? Lamentou, apenas, dizendo que isso não era de sua alçada. Uma lei federal, criada pelo congresso com o suposto objetivo de valorizar os educadores do país para que haja educação de qualidade, não diz respeito ao governo federal?

E por acaso alguém soube de algum estado que tenha mudado as leis locais para pagar menos para os deputados, ou desembargadores, ou deixar de pagar juros a banqueiros? Claro que não, pois em favor deles a lei sempre funciona, mas com os professores e demais trabalhadores explorados eles podem fazer o que bem entendem. Podem descumprir as leis e tudo bem, terão o apoio do legislativo, do judiciário, do MP e as bençãos dessa mídia bandida.

E com os moradores sem-teto e sem-terra do Pinheirinho? Passaram por cima de direitos garantidos pela Carta Magna do país, usando covardemente a tropa de choque contra pessoas indefesas, que foram lançadas na rua, sem qualquer amparo, tudo em nome dos interesses mesquinhos de alguns poucos. Até quando vamos conviver com essa palhaçada?

Responder

Leo V

24 de janeiro de 2012 às 17h57

Essa é a direita que tanto fala em democracia.

O que falta para a ditadura?

É o Estado de exceção permanente de forma mais escancarada.

Responder

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h44

    E o pior, essa é a esquerda trabalhista e democrática.
    Cardozo e Rosário.

    Ricardo Beltrão

    24 de janeiro de 2012 às 20h13

    ASSUNTO QUENTE
    Está correndo ai no Faccebox que este terreno do Pinheirinho foi herdado pelo Estado de São Paulo devido seus quatro herdeiros terem sido assassinados e não haviam descendentes. Como não haviam descendentes , o Estado de São Paulo tomou conta (herdou) Agora eu pergunto quem vendeu para o Naji Nahas?
    Azenha: este assunto se for verdadeiro é muito quente. Você que tem condições de investigar, vá fundo.

Luiz Claudio

24 de janeiro de 2012 às 17h32

Pessoal, não sei se isso é verdade:

tão falando que Alckmin Assassino e Kassab Capanga de Construtora estarão amanhã na igreja da Sé para uma missa de aniversário da cidade e tão organizando uma vaia gigante pelo facebook.
http://www.facebook.com/events/362079380484715/?n…

Como eu vou trabalhar no dia, eu boto isso aqui para divulgar o protesto e ajudar com que mais gente compareça

Responder

Taiguara

24 de janeiro de 2012 às 17h29

Eu nunca ví, ou tive notícia, de que uma trator tenha destruído uma dessas mansões de endinheirados ( em geral são menbros da KKK do B, UDR para os íntimos) erguidas em terras da marinha no litoral do Brasil (no paulista e carioca, especialmente)

Responder

    Maria

    25 de janeiro de 2012 às 10h53

    Taiguara, bem analisado Então a Justiça do Brasil pratica e mantém as injustiças e as desigualdades?
    É violência aplicar a lei para desalojar os pobres e ignorar a lei para garantir privilégio e impunidade os ricos.
    Há condomínios fechados contruidos em terreno invadido pelos ricos. Este episódio trouxe este debate para entendermos a especulação imobiliária/empreiteiros exercendo o poder e expulsando moradores de seus locais de residência, é o domínio de grupos de endinheirados no Estado.
    O povo tem que fazer política, temos que debater estas e outras questões por exemplo como se formarm grandes fortunas em São Paulo, qual a origem e exigir que grandes fortunas paguem impostos.Donos de avião e de iate tem que pagar impostos. Vamos debater quem patrocina campanhas eleitorais.

    pinto silva

    25 de janeiro de 2012 às 12h04

    A mansão de praia do Luciano Hulk na Ilha Grande, construida irregularmente em área ambiental protegida foi "legalizada" pelo governador do Rio. Claro, ninguém vai derrubar uma construção de alto padrão por conta de uma "leizinha" feita para pobre. Esse é apenas um dos exemplos das aberrações juridicas existente pais afora.

FrancoAtirador

24 de janeiro de 2012 às 17h14

<img src="https://lh3.googleusercontent.com/-CWLkjJhywbY/Tx1c1gZvQ3I/AAAAAAAAOMA/6-h3quHx5Nw/s640/411277_277627268967625_100001610620124_762068_963413989_o.jpg">

Responder

jorge mendes

24 de janeiro de 2012 às 17h11

Digite o texto aqui![youtube aqG05sihmjM http://www.youtube.com/watch?v=aqG05sihmjM youtube]

Responder

Horror

24 de janeiro de 2012 às 17h04

Não está nada bem. A mídia está de brincadeira e há personalidades públicas sorrindo, comemorando, reunindo para dizer está tudo bem, mas não está.A matéria é preocupante e sugere o horror do horror.

Responder

Paulo

24 de janeiro de 2012 às 17h03

Temos Ministro da Justiça? Alguém esta presidindo este país?? Quem são eles?? Foram informados do campo de guerra? Tomaram providências concretas? QUAIS?????

Responder

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h24

    Segundo o Al-ckmin o ministrinho da INjustiça apoia a operação.
    Informação que circulou no twitter.

ljf

24 de janeiro de 2012 às 17h03

video sobre o pinheirinho – recomendo
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embed…!

Responder

Flávio

24 de janeiro de 2012 às 16h58

Lamentavelmente o Governo de Minas (Anastazista e Craquécio) fazem vista grossa pois sabem que o sustento de suas campanhas vêm exatamente desses dois setores. Aliás, os ambientalistas mineiros estão nas mãos do tucanato. Como assim? Castor Cartelle, professor doutor em morfologia pela UFMG, presidente da fundação Biodiversitas e curador da coleção de paleontologia da PUC Minas, trocou seus conhecimentos sobre a Carste Lagoa Santa pelo Título de Cidadão Honorário. Resultado: a especulação imobiliária com seus condomínios fechados e outros empreendimentos podem destruir um dos maiores patrimônios naturais do país. Enfim, aberrações como Centro Administrativo Tancredo Neves e outras pérolas do tucanato – o exitoso Choque de Gestão -, não são soluções para o país. Se não serviram para Minas, não servirá para o Brasil! Darci Ribeiro e Peter Lund certamente devem estar envergonhados!

Responder

Flávio

24 de janeiro de 2012 às 16h57

Esses próceres do tucanato paulista estão promovendo uma verdadeira higienização nos espaços que governam. Aqui em Minas não é diferente. Comunidades como Camilo Torres, Dandara, Irmã Dorothy e Zilah Sposíto sabem bem o que é isso. Somam-se comunidades quilombolas como os Luizes e Mangueiras na capital mineira, e Brejo dos Crioulos, norte do Estado. Todos estão sendo ignorados e suas terras alvo da cobiça de construtores e mineradores.

Responder

Marcio H Silva

24 de janeiro de 2012 às 16h51

Não gosto muito de copiar textos para cola-los aqui. Mas a indignação é tão grande que não resisti:

São Paulo deslocada

Que São Paulo está politicamente deslocado do Brasil, todos já sabem. Porém, os sinais de doença social que vêm da maior cidade do país, aquela que deveria ser a nossa síntese, mas que se perdeu no caminho, são preocupantes. Do elitismo desenfreado, que rejeita estações de metrô em certos locais para evitar contato com "gente diferenciada", à ação truculenta do Estado na administração dos conflitos, seja de que natureza for, São Paulo externa tudo o que temos de pior e que precisamos rejeitar a cada dia para nos tornarmos um país cidadão.

Chega a parecer fora da realidade que estejamos nos deparando com uma política pública de um estado brasileiro de tratar um dos maiores flagelos sociais, o vício do crack, infligindo "dor e sofrimento". Devastados pela droga, os usuários, entre os quais mulheres e crianças, são tratados a bombas e tangidos como gado, de lá para cá, sem que se lhes aponte uma alternativa ou forma de tratamento.

Se alguma coisa acontecia no coração do compositor quando cruzava a Ipiranga e a Avenida São João, agora ele se depararia com hordas de zumbis, tratados a ferro e fogo por ordem do estado. Uma cena de envergonhar qualquer pessoa com um mínimo de sentimento de humanidade. E, ao menos até o momento, foram poucas as vozes que se levantaram contra a atrocidade. O silêncio de São Paulo diante da chacina do Carandiru está se repetindo. A cidade se mostra mais uma vez fria e indiferente ao destino dos desvalidos. Algumas reclamações devem surgir porque no ataque à Cracolândia, os dependentes já chegaram a Higienópolis, o higienista bairro da elite paulista que não gosta de quem não é da elite.

São Paulo resvala para o fascismo como estado policial. Para todos os seus problemas, a solução é a polícia. Sejam estudantes da USP, viciados em crack, e até mesmo os policiais quando se manifestam por melhores salários. O remédio é a força, que nada resolve. Essa política gera abuso sobre abusos. Como o do policial militar que em meio a uma conversa com estudantes da USP parte para cima de um deles e o agride com tapa no rosto e chega a puxar a arma diante do início de tumulto. E isso numa sala tranquila, com meia dúzia de pessoas. Imagine o comportamento desse policial em meio a um conflito de grandes proporções?

A maior metrópole do país vive em estado de neurose permanente. Condomínios nos bairros nobres determinam revistas aos próprios moradores. Já não basta viver trancafiado entre grades, distante da vida real, numa forma de convivência que é gênese de anomalias sociais. É preciso assegurar que se está seguro. E isso significa revistar os próprios vizinhos. O marido que provocou um acidente na noite do reveillon, matando sua mulher e o bebê que ela esperava, alega que avançou o sinal fechado por medo de um assalto. Verdade ou não, seu depoimento soa verossímil aos que vivem o clima de pavor que domina a cidade.

O estágio de insanidade e truculência de São Paulo nos pede uma reflexão. A cidade é parte de nós e, talvez, nosso maior espelho. Se o que há de desumano em nós se revela ali é para lá que temos que nos voltar agora. Para debater, ouvir, cobrar e propor mudanças que ajudem a transformar uma realidade que entristece a todos os brasileiros.

Sobre o autor deste artigo
Mair Pena Neto
Jornalista carioca. Trabalhou em O Globo, Jornal do Brasil, Agência Estado e Agência Reuters. No JB foi editor de política e repórter especial de economia.

Responder

Marcio H Silva

24 de janeiro de 2012 às 16h49

Dá a impressão que tudo isto é combinado. Estão cometendo todos os excessos para provocar o poder federal.
Imagine se Dilma ao sair de cima do muro, acione a PF e exercitoe resolva intervir? a Imprensa golpista teria um prato feito para tentar desmoralizar o governo federal, clamando pela constituição do país. Como fala PHA, SAMPA GANHOU A REVOLUÇÃO DE 32…..

Responder

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h24

    Imagine se a Dilma continuar fazendo cara de paisagem, andando de braços dados com o Al-ckmin
    o que vai ser?

Julio Silveira

24 de janeiro de 2012 às 16h48

Essa pergunta sarcastimente ingenua (o que eles tem a temer?), é merecedora de uma obvia resposta, que é a comprovação dos atos que poder levá-los a justiça, a verdadeira. Ainda que a dos homens, neste país, esteja com eles consorciada, sempre poderão ficar marginalizados pelos cidadãos, E no transcorrer de suas vidas, no futuro, sempre podem correr o risco de emergir algo ou alguem que justamente lhes cobre a barbarie. Assim agem todos os covardes, o medo de serem expostos a luz e reconhecidos os fazem se camuflar e a tentar camuflar seus maus atos.

Responder

augusto

24 de janeiro de 2012 às 16h46

sr geraldinho alquimim..

E notamos que este já é o IV Reich de seu partido nesta provincia.
Acabamos de tomar conhecimento da mais heroica façanha de sua gestapo militar no guetto de Sao jose dos campos.
O sr. é um pulha.

Responder

Fabiano

24 de janeiro de 2012 às 16h42

O episódio é bastante didático a respeito do modo tucano de agir.

Responder

Yarus

24 de janeiro de 2012 às 16h35

Imagens de dentro do campo de concentração:[youtube nH3OBLdJYTE http://www.youtube.com/watch?v=nH3OBLdJYTE youtube]

No segundo 40 a menininha diz: "vamos chamar a polícia", mal sabe ela que quem os está atacando É A POLÍCIA!

Responder

    Fabio_Passos

    24 de janeiro de 2012 às 21h28

    Revoltante.

    são paulo é governada por um bandido covarde chamado geraldo alckmim.
    Um boneco da "elite" branca, rica… e fascista!

Finxs

24 de janeiro de 2012 às 16h30 Responder

Xad Camomila

24 de janeiro de 2012 às 16h29

GENTE, OLHA SÓ: A NOTÍCIA SOBRE O MANDADO DE SEGURANÇA DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES NO SUPREMO ACABA DE SUMIR DA PÁGINA DO STF. NÃO ESTOU BRINCANDO.

Eu tenho o link porque publiquei a notícia no meu blog
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalh…

mas sumiu da página do Supremo; podem procurar.

ISSO É MUITO IMPORTANTE; SINTOMÁTICO. OLHA SÓ:

O Cézar Peluso precisa decidir se dá a liminar pra suspender a reintegração de posse iniciada no dia 22 ou se deixa p/ o Pleno do STF; quer dizer, se ele vai decidir sozinho ou se vai esperar o término das férias forenses que é só no dia 2 de fevereiro.

E o Peluso, como todos sabem, foi desembargador em São Paulo, recebeu verbas indenizatórias antecipadamente (como já foi apurado e divulgado pela imprensa) e, ainda por cima, tem dois filhos que são juízes no TJSP, um deles assessor da presidência do tribunal.

Sim! assessores do des. Ivan Sartori, presidente do TJSP, que deu a ordem pra que o comando da Polícia Militar cumprisse a reintegração de posse no domingo, embora houvesse um conflito de competência instalado entre as Justiças Federal e Estadual, coisa que só foi resolvida, provisoriamente (diga-se), pelo STJ na noite de domingo, ou seja, muitas horas DEPOIS que a operação para retirada dos moradores havia sido iniciada.

Então, o que eu estou dizendo é que a decisão do Peluso sobre a liminar, AGORA, é mais importante do que a questão da denúncia à OEA porque a DEMORA para decidir, esperando o término das férias forenses traria PREJUÍZOS irreparáveis para os moradores; é o que a gente chama de "periculum in mora" nas liminares.

ESSE É O FOCO: O PEDIDO LIMINAR PARA SUSPENDER A REINTEGRAÇÃO. NÃO É A QUESTÃO DA DENÚNCIA À OEA.

Sugiro, inclusive, o envio de email para o ministro em defesa DA URGÊNCIA DA SUSPENSÃO DA REINTEGRAÇÃO. Como não tenho o email dele, mas conheço o sistema, penso que pode haver duas possibilidades:

[email protected] OU [email protected]

É ISSO QUE EU VOU FAZER. PENSEM A RESPEITO. ABS. :)

Responder

    Maria José Rêgo

    24 de janeiro de 2012 às 18h00

    Para beneficiar as pessoas pobres o STF pode esperar, mas para beneficiar banqueiro bandido Daniel Dantas o STF age apressadamente.

    Ana

    24 de janeiro de 2012 às 19h36

    A noite.

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h39

    Azenha
    seria possível o blog consultar oficialmente o STF perguntando a respeito da previsão para a sentença para o mandado mágico desaparecido?

Severino Prazeres

24 de janeiro de 2012 às 16h28

A policia militar de São Paulo: invadiu a USP, arrebentou com a cracolãndia e com os viciados, barbarizou com habitantes do Pinheirinho. Qual será a próxima ação da Gestapo Militar Paulista? Cadê a justiça? Peraí que justiça!.

Responder

João Grillo

24 de janeiro de 2012 às 16h23

Está tudo calmo agora porque vai começar o processo de numerar (tatuar o braço ?) de cada um para organizar a distribuição das passagens para suas terras (Norte/Nordeste). Foi isso o que li hoje pela manhã em alguns sites, inclusive, da região de S. José. A Opus Dei reivindicando um terreno do tamanho do Vaiticão. Coincidência? JÁ PENSOU ESTA MÁFIA NO COMANDO DO BRASIL?!

Responder

    Marcio H Silva

    24 de janeiro de 2012 às 16h57

    Só está faltando a saudação oficial: "heil Hitler".

    A expressão é uma adaptação de Sieg Heil ("Salve a Vitória"). Foi primeiramente usada por Joseph Goebbels, ministro da propaganda da Alemanha Nazista. É-lhe atribuído o numero 88, por ser H a oitava letra do alfabeto, formando 88 as letras HH, ou Heil Hitler.

    Moacir Moreira

    24 de janeiro de 2012 às 17h21

    E essa máfia não está no comando do Brasil.

    Que inocência tão meiga…

    Rafaela

    24 de janeiro de 2012 às 18h55

    Daqui a pouco vão instalar os chuveirinhos de gás nos campos de concentração onde alojam pobres e desabrigados, das cidade paulistas, sob o comando do III Reich/PSDB. Incendiar favelas já fazem. Fora ditadores e simpatizantes! O lugar de voces são nos lixos da história.

    Creuza Maciel

    24 de janeiro de 2012 às 19h09

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h42

    Sobre a numeração,
    as tais pulserinhas azuis que foram impostas aos moradores para poderem circular na área
    segundo consta vem resultando em discriminação por parte do restante da população.
    Diante disto,
    sugeri no twitter que quem estiver em defesa do Pinherinho compre a malfadada pulseira no ambulante mais próximo e passe a utiliza-la no pulso.

JMZem

24 de janeiro de 2012 às 16h20

Então tá…
Se esse terreno do Naji Nahas, condenado na justiça por um monte de falcatruas, estivesse localizado em um bairro nobre de SP ou de alguma cidade "importante", e se ali houvesse um condomínio de luxo construído a alguns anos, a POLÍCIA PAULISTA teria o mesmo comportamento??? E a justiça, procederia da mesma forma????

Responder

    Marcio H Silva

    24 de janeiro de 2012 às 16h33

    Não precisa ir longe. E o terreno da Globo na capital?

    Ana

    24 de janeiro de 2012 às 19h34

    E condomínios de luxo em áreas invadidas?

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h23

    O terreno foi grilado, segundo consta NÃO EXISTE documento que comprove a transferencia de dominio para o Nahas.

    Ricardo Beltrão

    24 de janeiro de 2012 às 20h25

    Parece que você ainda não sabe o que está rolando no Conversa Afiada do PHA. e no Facebox, que este terreno foi herdado pelo Estado de São Paulo quando mataram a tiros os antigos proprietários e como não haviam descendentes o Estado de S. Paulo foi o único herdeiro.
    Eu pergunto então?
    Como esta área foi parar nas mãos do Naji Nahas?
    Putz

Silvio I

24 de janeiro de 2012 às 16h13

NÃO ME EXPLICO. Sempre acreditei que os congressistas tinham direito de entrar a qualquer lado, e que para isto tem inclusive imunidades. Agora a policia tem o poder sobre o legislativo? Acredito que esses senhores do legislativo, não sabem o poder que eles têm, volta para a casa LEGISLATICVA E POE TODO O MUNDO NA RUA. Bom isto e uma forma de dizer, mais não pode ser que se tergiverse a autoridade. Acredito que existem três poderes, mais não pode ser que a policia mande mais que um deputado o senador. E se isso está ocorrendo e hora que estes senhores, comecem por colocar as coisas em seus devidos lugares.

Responder

Marcio H Silva

24 de janeiro de 2012 às 16h13

Eles só vão deixar a Globo entrar, depois que tudo tiver sido maquiado.
E a Globo, como sempre, vai destilar suas mentiras para o grande público que assiste seus jornais.

Responder

Jose Antonio Batata

24 de janeiro de 2012 às 16h13

Nazistas não negociam, eles chamam a GESTAPO.

Responder

    Antonio

    25 de janeiro de 2012 às 04h30

    Gestapo…………………Não!
    O Alckmin não precisa dela, tem a Polícia Militar!

    JOSE Antonio Batata

    25 de janeiro de 2012 às 12h26

    NAZISTA e Mentiroso, todos os membros do PSDB em São Paulo são NAZISTAS e Mentirosos. O PSDB foi para a Extrema_Direita. O massacre de Pinheirinho foi criminosos.

    edv

    25 de janeiro de 2012 às 13h41

    Batata, deve ser a Jestapo! …
    de Jestão Animal Policialesca

luiz pinheiro

24 de janeiro de 2012 às 16h09

Abaixo a tucanadura!

Responder

Nahas/Alckmin: vídeo do massacre ! | Conversa Afiada

24 de janeiro de 2012 às 16h09

[…] Em tempo: saiu no Viomundo do Azenha: […]

Responder

luciano leite

24 de janeiro de 2012 às 16h05

Para ocupar uma favela no RJ contra traficantes fortemente armados foram deslocados 1700 PMs. Para desocupar o Pinheirinho foram deslocados 2000 policiais. Quem foi o responsável por autorizar tamanha mobilização policial para expulsar não bandidos perigosos armados mas moradores de um bairro constituído por pessoas comuns, mulheres e crianças? Quanto custou esta operação? Nós vamos ter que pagar essa conta? Isso não é improbidade administrativa?

Responder

Operante Livre

24 de janeiro de 2012 às 16h05

A democracia mostrou sua cara – feia e falsa – e os direitos humanos derreteram.
Estamos vivendo momentos impensáveis para mim, até pouco tempo atrás.
Há uma similaridade entre as ações ocorridas no Pinheirinho e em outros países.

Temo pelo nosso futuro próximo. Instaura-se a ditadura civil escancaradamente.
A liberdade de ir e vir parece restrita a quem estabelece, com a força bruta, os roteiros.
Não vejo um pacto social consistente. Tenho vergonha de ser paulista.
Gestos desta natureza vão ricochetear em outros espaços institucionais, escolas (USP e outras), empresas privadas e repartições públicas, e nas ruas e praças. É esperar e ver.
Receio que estejamos à beira de uma derramamento de sangue, digo, muito mais sangue.
A única forma de evitar uma convulsão é sair do pacto com a má-fé que alguns setores do poder abraçaram.
E, não vejo como restabelecer a confiança institucional sem o afastamento de seus detratores (governador e seu exército de apoiadores cheirosos).
FORA Alckmin!

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

24 de janeiro de 2012 às 15h52

Alckmin jogando para a direita hidrofóbica!Decidiu ocupar o lugar a direita, já que ninguém quer ser de direita no pais.O trágico e que para isso, não vai pensar duas vezes em passar por cima dos mais fracos.Mais trágico ainda, pode dar certo.O que mais me impressiona e a forma de atuar, feita para agradar estes eleitores: violência, ataque a sorrelfa, isolamento, proibição de divulgar informações, justificativa "legal", etc..Nao quero vir com o tal "argumento Hitler" mas o cenário me lembra o filme A Lista de Schindler, quando esvaziaram o Gueto de Varsóvia.Ah, este e aquele governador que a Dilma chama de "parceiro excepcional"…

Responder

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h21

    Al-ckmin deu declarações dizendo que o Zé Cardozo Dantas entende perfeitamente o que aconteceu no Pinheirinho, que bom, agora dá pra ele sair debaixo da cama e aparecer pra explicar?

    Grilo

    24 de janeiro de 2012 às 23h26

    Depois de ouvir algumas informações pela TV "Meu mundo caiu".

    José Vitor

    24 de janeiro de 2012 às 20h51

    Decidiu ocupar o lugar a direita, já que ninguém quer ser de direita no pais

    Também acho isso. Decidiu enterrar de vez o Serra, e pra isso vai meter o cacete em todo mundo se for preciso. Com essas ações do Alckmin o Serra sai definitivamente de campo, já que seus (do Serra) eleitores devem estar extasiados com o Alckmin.

Deusdédit R Morais

24 de janeiro de 2012 às 15h44

VEm cá!!! Em que país está localizada a cidade de São José dos Campos? Até onde eu sei, a bela cidade faz parte do Estado de São Paulo, na região sudeste deste Brasil varonil! O que esperam governo federal e seus respectivos orgãos competentes para tomar alguma atitude? Estará o governo da sra. presidenta esperando que o "simpático" governador Geraldo limpe a área e as provas de todos os abusos cometidos para então "aparecer" no local?

Fica cada vez mais difícil continuar ao lado de um governo assim. Alguém precisa avisar a digníssima Presidenta que não é só a "economia, estúpida, é também o social, o ideológico e a comunicação"!

Responder

    Moacir Moreira

    24 de janeiro de 2012 às 17h26

    Dilma e Lula estão neste momento (provavelmente em Brasília) tirando fotos para as colunas sociais, ao lado do ministro Haddad, futuro candidato eleito no cargo de prefeito paulistano, segundo ouvi no rádio agora mesmo.

    Panambi

    24 de janeiro de 2012 às 17h55

    CBN?

    Moacir Moreira

    25 de janeiro de 2012 às 00h29

    Deixem de patrulhamentos ideológicos seus paus mandados.

    Não voto no PT nem no PSDB pois sei muito bem que são farinha do mesmo saco.

    Tenham coragem de defender seus pontos de vista sem desqualificar opiniões alheias.

    Trolladores pagos de um lado e de outro.

    Estão com medo que o povo finalmente levante o véu de toda essa farsa da qual participamos há quase 50 anos.

    pinto silva

    24 de janeiro de 2012 às 18h35

    Pois é, meu camarada, a raiz do problema é essa que vc acaba de anunciar. O Lulo/Dilmismo parece estar pouco se lixando com essa tragédia social. Mais importante é ganhar eleições mesmo que seja coligado com Kassab. A presidente deveria visitar in loco a área do confronto para verificar de perto o ocorrido. Essa insensibilidade é deveras preocupante. Pra mim, basta.

    André

    24 de janeiro de 2012 às 20h32

    Não mudem os fatos tucanada, a ação é de única e exclusiva responsabilidade do governo paulista, e de seu judiciário totalmente parcial, não se escondam atrás dos outros assumam seus atos cambada de covardes.

    beattrice

    24 de janeiro de 2012 às 19h36

    O governo federal há tres dias vive de notinhas de repúdio, via assessores ou PT.
    Cadê o Ministro da Justiça?
    Cadê a Secretária de Direitos Humanos que quando aapreceu hj no twitter e foi questionada sobre quais as medidas concretas havia tomado, saiu de fininho sem responder.
    É um bananal. Entenda-se bananal é um território de… bananas.

    edinha

    25 de janeiro de 2012 às 09h21

    Paulistas precisam escolher melhor seus governos (do estado). Depois de 20 anos nas mãos de tucanos o que ñ faltam são razões para repudiar esses desgovernos,mas vcs contunuam achando que tudo é culpa dp governo federal ( q eu acho tem que tomar uma atitude contra esses canalhas) que estão acabando com o melhor estado da nação. Fora alkimin e sua corja.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 17h46

    O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) disse nesta segunda-feira que a Policia Militar transformou em "praça de guerra" a ação de reintegração de posse da área invadida do Pinheirinho, determinada pela Justiça estadual. Carvalho disse que o uso da força não conta com o aval do governo federal e que esperava mais diálogo. "Nós achamos que tem alguma coisa que poderia ser esgotada ainda no diálogo e sobretudo numa saída negociada e humana para as famílias, sem a necessidade daquela praça de guerra que foi armada ontem", disse o ministro. Ele criticou ainda o tratamento dado ao secretário Nacional de Articulação Social, Paulo Maldos, que acompanhava as negociações no local e foi atingido na perna por uma bala de borracha.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 17h50

    Atingido com uma bala de borracha durante a ocupação de Pinheirinho, o secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Paulo Maldos, disse que a Polícia Militar agiu, atirando e usando bombas de efeito moral, sem ser provocada. Segundo Maldos, a PM sequer pediu que as pessoas se afastassem antes. "Foi totalmente supreendente. A gente estava conversando e, de repente, bomba. Não houve aviso prévio. Veio bomba de tudo quanto é lado". Além de levar um cartucho de bala para o Palácio do Planalto, Maldos apresentará ao governo um relatório sobre o que testemunhou. Ele foi atingido nas costas, enquanto tentava escapar das bombas. Minutos antes, ele tentou se aproximar do cerco policial, erguendo um cartão da Presidência. Mas, sob a mira dos policiais, foi aconselhado a voltar. "Fui ao enterro de Alexandre Vannucchi, de Vladimir Herzog e do operário Santo Dias da Silva. Nunca me aconteceu nada. Agora, em plena democracia, como assessor da Presidência da República, sou atingido por uma bala de borracha".

Moacir Moreira

24 de janeiro de 2012 às 15h38

E há quem diga que a ditabranda não existe mais no Brasil.

Bem branda por sinal.

Responder

Luci

24 de janeiro de 2012 às 15h14

A dimensão do episódio da reintegração do Pinheirinho está fora de controle, a falta de transparência e as entrevistas "abafa", demonstram esta realidade que não condiz com nossa democracia forte em um país 6a economia do mundo e de maioria de classe média.
A população tem o direito legítimo à informação. A mídia representante da oligarquia coronelista está desinformando e distrocendo realidades. São todos co-autores do resultado lamentável da ação truculenta e violenta.

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