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Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas viram alvo da PM em Brasília
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Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas viram alvo da PM em Brasília


17/09/2013 - 09h50

Repórter fotográfica Monique Renne, do Correio Braziliense, alvejada por spray pimenta nos olhos. Foto:  FábioBraga/FolhaPress

Jornalistas lavam os olhos após serem atingidos por spray de pimenta.  Foto: André Coelho/O Globo — Sucursal Brasília

Fotógrafo Ueslei Marcelino, da Reuters, mordido por cachorro da PM. Foto: André Coelho/O Globo — Sucursal Brasília

Repórter fotográfico Fábio Braga, da Folha Press, também leva  mordida de cão da PM. Foto: André Coelho/O Globo — Sucursal Brasília

por Conceição Lemes

Essas fotos quase certamente muitos de vocês já viram. Elas estão circulando circular na internet desde 7 de setembro. Assim como o vídeo em que um capitão da Polícia Militar (PM) diz que espirrou gás pimenta nos manifestantes “porque quis”.

Só que os alvos dos abusos da PM não foram os de sempre nos protestos – os manifestantes. Mas jornalistas cobrindo as manifestações de 7 de Setembro, em Brasília. Dois foram mordidos por cães da PM, vários levaram spray de pimenta no rosto e alguns cacetadas, mesmo.

“Há casos, como o da repórter Monique Renne, do Correio Braziliense, que foi alvejada diretamente com spray de pimenta nos olhos”, denuncia Lincoln Macário, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), em nota à imprensa.

E é justamente para discutir a violência da PM na cobertura de protestos que o SJPDF realiza nesta terça-feira 17, às 19h, um debate no seu auditório.

O objetivo é ouvir relatos de repórteres, cinegrafistas e repórteres fotográficos que trabalharam nos atos de 7 de Setembro e foram agredidos.

“Não foi a primeira vez”, atenta Jonas Valente, secretário-executivo do SJPDF. “Já tínhamos registro de jornalistas que sofreram com a repressão em atos anteriores, como o realizado na abertura da Copa das Confederações.”

Por isso, três dias antes das manifestações de 7 de Setembro, o SJPDF enviou uma carta aberta ao secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Nela, conclamava o governo do DF a refletir sobre o uso excessivo e indiscriminado de suas forças de segurança, para não colocar em risco a integridade física de jornalistas e cidadãos em geral.

 

“Pelos fatos ocorridos, o apelo do Sindicato foi completamente ignorado”, avalia o presidente do SJPDF. “Isso precisa ser explicado. Caso haja identificação dos responsáveis, devem ser punidos.”

O repórter fotográfico André Coelho, de O Globo — Sucursal Brasília, relata ao Viomundo o que aconteceu em 7 de Setembro.

Eram umas 14h 30. Eu e mais alguns colegas cinegrafistas e fotógrafos estávamos perto da Torre de TV. A gente estava fazendo fotos da PM dispersando os manifestantes que tentavam chegar ao estádio Mané Garrincha.

Aleatoriamente, eles [os policiais] jogavam spray de pimenta nas pessoas que protestavam. Quando conseguiram dispersar todo mundo, se voltaram contra nós, jornalistas. Vieram pra cima mesmo. Foi naquele momento que o Fábio Braga, da Folha, fez aquela foto em que aparece um policial espirrando o spray em cima da Monique, do Correio.

Depois, eles soltaram os cachorros em cima da gente. O Ueslei Marcelino, da Reuters, caiu e machucou a perna.

O Fábio Braga e eu continuamos correndo, mas não deixamos de fotografar. Aí, um cachorro pegou o Fábio  e eu consegui fazer aquela foto que flagrou a situação.

Mas depois eu também caí. Só que não deixei de registrar nada. Fotografei a cara de todos os agressores, os nomes e as patentes. Enviei tudo para o Sindicato dos Jornalistas e ao Repórteres Sem Fronteiras.

Mas a agressão não parou por aí.

Depois disso tudo, umas 16h30, eu voltei pra fotografar a reunião que o pessoal das manifestações estava fazendo ao lado do Museu Nacional, que, em seguida, seguiu de braços erguidos até o cordão de isolamento da PM e, na paz, foi dialogar.

A PM não quis conversa.  Espirrou spray de pimenta contra os caras. A PM só queria que eles saíssem de lá e dizia que ninguém passaria dali.

No Museu Nacional, a PM também tinha um canhão de água. Uma hora, quando eu estava de costas, levei um jato d’água e um tiro de bala borracha nas costas.

Eu registrei Boletim de Ocorrência, apresentei a denúncia à Corregedoria da PM e fiz um exame de corpo de delito no IML, cujo laudo deve estar pronto em cinco dias, me disseram lá.

E olha que isso aconteceu no 7 Setembro! Embora nesse dia a violência da PM tenha sido maior, isso não é novidade em Brasília.

Na quinta-feira da semana passada, por exemplo, eu, o Alan Marques, da Folha, e  um cinegrafista da Record levamos uma rajada de spray de pimenta na cara, quando a gente estava fazendo imagens da Polícia agindo contra um manifestante dos Black Blocs, na Esplanada dos Ministérios.

As fotos exibidas no topo desta reportagem constam do dossiê feito pelo SJPDF, com base em denúncias de jornalistas, cinegrafistas e repórteres fotográficos de agências de notícias, portais e jornais vítimas da violência da PM.

Na semana passada,  o Sindicato entregou o dossiê ao Ministério Público, solicitando apuração dos abusos cometidos pela Polícia Militar contra profissionais de imprensa nos protestos de 7 de Setembro.

Pediu também  audiência com o governador Agnelo Queiroz (PT-DF).

E enviou ofício  à  Secretaria de Segurança Pública, buscando obter a relação de todos os policiais que trabalharam na operação de 7 de Setembro. A Secretaria de Segurança disse não à lista.

As autoridades do DF seguramente devem explicações ao Sindicato e à sociedade.

 Leia também:

Antônio David: O tempo corre contra Dilma

Gilberto Maringoni: Black Blocs, cobrir o rosto é o de menos

Lincoln Secco: Onde está José Dirceu?

Wladimir Pomar: A quem interessa a baderna nos protestos de rua?

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35 comentários

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Valmir Gôngora

18 de setembro de 2013 às 20h49

Os créditos das fotoografias são atribuídos a FolhaPress e O Globo. É possível verificar a autenticidade?

Responder

Karl

18 de setembro de 2013 às 08h56

Foto: André Coelho/O Globo.
A credibilidade dessa Foto só se dá por aparecer, ainda que não concordemos com muita coisa que eles fazem, o NOME NINJA nas mãos daquela reporter. Caso contrário, fosse só “Foto: André Coelho/O Globo”, seria mais uma IMENSA ARMAÇÃO MENTIROSA e com o propósito(eles sempre acham um propósito) de DESTRUIR A ESQUERDA.
Assim, dado a veracidade(nome Ninja na foto), todos esses agressores, sem motivo algum para tal violência, tem que ser responsabilizados e punidos. É lamentavel.

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leprechaun

18 de setembro de 2013 às 07h31

é governo do PT, né, de esquerda, né?

Responder

Diego Rafael

17 de setembro de 2013 às 19h14

Sem querer ser chato, mas o local onde aparece nas fotos como estando os jornalista não é área para transeuntes, eis que não leva de lugar nenhum a lugar nenhum, e ainda tem a avenida W3 no meio. Estes “buracos” entre viadutos (o outro se localiza na via L2) são utilizados pela polícia militar de Brasília como barreira física há anos. Quem quer que estivesse naquele local desejava e instigava confronto direto com a polícia.

Responder

    Julio Silveira

    17 de setembro de 2013 às 21h01

    Então tá cara, os jornalistas deviam estar querendo apanhar da policia só para registrar para o patrão que estão trabalhando, ou então a policia pensou que eram terroristas invadindo área proibida com suas câmeras bomba.
    Me desculpe, mas essa é forte. Cada uma que aparece.

    Demetrius

    17 de setembro de 2013 às 21h12

    Este seu “Sem querer ser chato” me lembrou o “Eu não sou racista, mas…”.

    A cidade não é do governo, muito menos da pm, os espaços são públicos e pra você ter direito a um espaço privado, paga caro.

    Certeza que se fosse uma multidão indo ver a seleção no Mané Garrincha tinha pm dando carona pra torcedor.

    Desceram a borracha porque era protesto, eram ideias diferente das deles.

Ana Cruzzeli

17 de setembro de 2013 às 16h15

Dizem que ¨jornalistas¨ aplaudiram o cacarejar do Gilmar Mendes no dia 12 ultimo quando ele se vestiu de carrasco para prender Zé Dirceu

Tomem muito cuidado com os chamados jornalistas.
A claque da imprensa no STF está ASSUSTADORA.

Só pra constar, que deve ter mais caroço nesse angú

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Julio Silveira

17 de setembro de 2013 às 15h23

O que o governador Petista do Distrito Federal tá fazendo, que não manda essa turma fazer reciclagem imediatamente. Quando digo isso não é pegação de pé mas constatação de igualdade que me indigna. Quais as diferenças de gestão em setores marcantes para a cidadania, entre os diversos partidos que estão no poder? muito poucas, pouquinhas mesmo, mas muita diferença no discurso, aí se dizem a galáxias de distancia.

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Elias

17 de setembro de 2013 às 14h59

É foda. Aqui em São Paulo é a polícia do Geraldo Alckmin, dá pra entender. Mas lá no Distrito Federal é a polícia do Agnelo Queiroz.

Quando o capitão Bruno (Distrito Federal) diz que atacou o repórter “porque quis”, e ainda acrescentou: “Pode ir lá denunciar, tá bom?” Isso significa que ele tem carta branca para atacar jornalistas.

Agora entra-se com ação contra o capitão Bruno. E o Agnelo? Ambos merecem a destituição.

Não é honesto defender os que têm nossa simpatia quando usam os mesmos métodos fascistas dos governos que desejamos pôr direto no olho da rua. Essa polícia do Agnelo tá com nada. Igualzinha a do Alckmin…do Cabral…

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killimanjaro

17 de setembro de 2013 às 14h19

“Contra o sistema o desabafo é no gatilho”

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Eunice

17 de setembro de 2013 às 14h12

Aacho e sempre torci para que o cargo de policial começasse com um nível universitário e com salário ao menos do DIEESE. 2.700,00 em início de carreira.

Agora torço para que a maioria dos policiais seja alfabetizada.

Responder

Eunice

17 de setembro de 2013 às 14h08

Dê uma farda e um cassetete a um miserável e ele vai se sentir menos miserável que os outros.

Síndrome do pequeno poder.

E quando aliado à impunidade então…

Até quando esses imbecis com seus salários de fome vão descontar suas frustrações em desarmados?

Com a ressalva de que em alguns estados isso é método e treinamento de disciplina por ordem.

Responder

Veio Zuza

17 de setembro de 2013 às 13h55

Coitadinhos! Deixa eles “cobrir” os “manifestantes” do 7 de Setembro, que eles invadem o Palácio do Planalto, que nem fizeram no Itamaraty!
Cambada de vagabundos e quintas colunas!

Como se dizia no Chile, na época do Allende: Maño dura, sr. Presidente!
Ou hoje em dia: Leña y punto!

Responder

    Paulo

    17 de setembro de 2013 às 15h03

    Nivelando por baixo, desqualificando o trabalho e a atitude de quem não se contenta com o status quo. “cambada de…” e “bando de…”, expressões de quem não tem razão. Leitor de Veja!

    Veio Zuza

    17 de setembro de 2013 às 19h25

    Ud. deve ser leitor do “El Mercúrio”… tá torcendo por “cacerolazo” e uma “greve” de caminhoneiros contra a Dilma…
    Recordar é viver:
    “Este es um gobierno de mierda, pero es nuestro”
    Cambada de vagabundos, quintas colunas, financiados pelo “Anonymus”!
    Leña y punto!
    eheheheeheh
    Sarava!
    Tranca rua neles!

    Alex Back

    17 de setembro de 2013 às 23h15

    A pior cegueira é a de quem não quer ver.

    O melhor escravo é aquele que ama suas amarras.

Dilma cancela viagem oficial aos EUA em outubro - Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de setembro de 2013 às 13h49

[…] Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas viram alvo da PM em protestos em Brasília […]

Responder

Euler

17 de setembro de 2013 às 13h36

Um absurdo esta forma de ditadura com aparência formal de democracia que se vive hoje no Brasil. Em Minas Gerais, no dia 7 de Setembro, com pequena manifestação na capital, a PM baixou o cassetete, gás de pimenta, e outras armas cinicamente chamadas de não letais. Quase 50 pessoas foram detidas, e 15 delas ficaram mais de um dia presas. O governo de Minas pretendia apresentar os prisioneiros políticos à imprensa como se fossem bandidos, vândalos, cujo crime fora o de se manifestar em praça pública. Um dos detidos, cujo pai é meu amigo, professor de História e militante de movimento negro, foi espancado, levou tiros de bala de borracha e teve seu cabelo raspado, numa grave agressão à cultura afrodescendente. Boa parte da imprensa mineira aplaudiu o ato covarde da tropa de choque e geralmente trata os manifestantes como “vândalos”.

No fundo, todas essas vozes e atos do atraso conspiram contra os poucos direitos conquistados pelos que lutaram contra a ditadura militar. Bradam em defesa das vitrines de agências bancárias quebradas, enquanto fazem vista grossa para os muitos problemas sociais que se acumulam: falta de moradia, de saúde pública decente, de Educação pública de qualidade, de mobilidade que assegure o real direito de ir e vir do cidadão comum, além do monopólio da mídia, que sequestra diariamente o nosso direito de opinião.

É preciso que estejamos atentos para não permitir que estes atos de violência de PMs formadas pela doutrina da ditadura, e comandadas por governantes sem compromisso com a história de luta dos de baixo, acabem por nos roubar o pouco de direitos que ainda nos restam. Com máscara ou sem máscara, com black block, ou sem ele, com bandeiras ou sem elas, a população brasileira, especialmente os de baixo, não pode ser tratada como bandida pela força armada, treinada e paga com o dinheiro dos nossos impostos, pelo fato de as pessoas ocuparem as ruas para protestar. Mesmo porque não fazem o mesmo contra os reais atos de banditismo praticados pelos de cima.

Responder

    Matheus

    18 de setembro de 2013 às 10h55

    O que você relatou aí foi PRISÃO ILEGAL EM MASSA e TORTURA, tudo por motivação político-ideológica. É uma violação grave dos direitos humanos, com o tradicional aplauso da mídia fascistóide.

Fátima Oliveira: Por que desejam encabrestar um ministro? - Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de setembro de 2013 às 13h26

[…] Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas viram alvo da PM em protestos em Brasília […]

Responder

Rogério Bezerra

17 de setembro de 2013 às 13h24

Considero nossa policia ruim, péssima e até assassina, mas não posso deixar de escrever: Nossa Mídia anda pior que a pior Polícia que temos.
Ao seu jeito, ela mata ou ajuda a matar. A Mídia é o maior agente da elite, muito mais que a Polícia. Há 30 anos quem imaginaria isso?

Responder

Rogério Bezerra

17 de setembro de 2013 às 13h22

Considero nossa policia ruim, péssima e até assassina, mas não posso deixar de escrever: Nossa Mídia anda pior que a pior Polícia que temos.
Ou seu jeito, ela mata ou ajuda a matar. A Mídia é o maior agente da elite, muito mais que a Polícia. Há 30 anos quem imaginaria isso?

Responder

    renato

    17 de setembro de 2013 às 14h24

    Dá para colocar os dois no mesmo prato.
    Mas acho ainda que a Policia cumpre melhor sua tarefa.
    Ordem – Não é para passar daqui……não passa!
    Ordem – Não é para passar daqui……tá bom gente só dez, tá bom.
    E você vai pagar uma policia desta, claro que não.
    Quem me garante que no meio dos jornalistas, não está um louco
    disfarçado.

Leo V

17 de setembro de 2013 às 13h18

Nem pra isso está servindo votar no PT.

Truculência policial cada vez mais parecida com a do DEM e PSDB. E em São Paulo o Haddad ensaiando já um novo Pinheirinho.

Responder

marco

17 de setembro de 2013 às 13h09

Olhem,esses policiais que muitos dizem serem mal remunerados,e incompreendidos,não estarão confundindo REPORTERES,FOTÓGRAFOS E CINEGRAFISTAS,com àqueles do PIG,que vão às ruas para mentir em favor dos seus patrões?Usem identificações,que os diferenciem da CANALHA!Invocar inocência,todos o fazem.Enquanto a MÉDIA,que eu não sei porque chamam de MIDIA,será uma homenagem aos saxões,estiver monologando com a sociedade em geral,e não houvern contraditorio,são riscos que corajosos jornalistas honestos,correm diuturnamente.È lamentável que estejam submetidos a isto.Isto me faz evocar movimentos sociais,de toda ordem,submetidos às arbritariedades da SOCIEDADE DE CLASSES,que muitos sustentam ser DEMOCRACIA,mera falácia,para enganar NÉSCIOS,e utilizada por qualquer tirano de que se tenha notícias!

Responder

O DOUTRINADOR

17 de setembro de 2013 às 12h41

Qdo eu era Criança, quem não queria estudar a Professora falava o mais longe que você vai chegar, é ser da Policia. Mudou muito pouco de lá para cá.

Responder

José Ademar

17 de setembro de 2013 às 12h41

Só fugindo um pouco do assunto,gostaria de saber se o tal Marco Aurélio Mello,o juiz das multidões,e que acaba de adiar o julgamento dos supostos assassinos dos fiscais do trabalho em MG,se ele sabe ou desconfia onde está os 3.800.000.000,00 bilhões de reais ou 1.500.000.000,00 de reais em Janeiro de 1999,dinheiro público dado pelo Governo FHC ao banqueiro Salvatore Cacciola no escândalo do Proer e que Marco Aurélio deu a.corpus,dando tempo dele fugir do Brasil para a Itália com a nossa bolada? Fora isso,também tem o escândalo do a.corpus para os assassinos de Dorothy Stang.

É esse o Brasil que ele preparou na ação penal 470 para os bisnetos dele?

Pela prática e pelo discurso falso de Marco Aurélio esse bisneto jamais irá querer abrir mão de entrar em algum Tribunal de Justiça pelo chamado Quem indica & sabe com quem tá falando ou pelo milagre de passar em concurso público mas com o gabarito da prova na mão.

Responder

'

17 de setembro de 2013 às 11h30

Dê uma farda e um cassetete a um miserável e ele vai se sentir menos miserável que os outros.

Síndrome do pequeno poder.

E quando aliado à impunidade então…

Até quando esses imbecis com seus salários de fome vão impunimente descontar suas frustrações em desarmados?

Responder

    Júlio De Bem

    17 de setembro de 2013 às 12h29

    Você realmente acredita nisso Gerson? Basta vestir uma farda pra se tornar um canalha? Todos os fardados com cassetetes e armas são canalhas? Tudo bem que o seu salário é de R$ 80mil reais por mês e provavelmente tenha seguranças particulares. Alias, ganhando tão bem assim, torça pra um desses fardados nojentos não levar uma bala na cara quando entrar na favela pra recuperar sua bela moto importada que te roubaram…Ou você acha que policial é tudo bandido? E você ainda se acha no direito de criticar um Marco Feliciano ou Qualquer outro segregador…lamentável…

    Gerson Carneiro

    17 de setembro de 2013 às 15h01

    Sua interpretação está equivocada. Vou facilitar: pegue uma farda e um cassetete e vista em um miserável canalha. E há muitos.

    Julio De Bem

    17 de setembro de 2013 às 18h59

    Quando voce fala de salarios de fome. Eh o que todos recebem. Logo está englobando a todos. Ps.: Espero um dia receber um salario de jogador de futebol internacional como vc.

Gerson Carneiro

17 de setembro de 2013 às 11h28

Dê uma farda e um cassetete a um miserável e ele vai se sentir menos miserável que os outros.

Síndrome do pequeno poder.

E quando aliado à impunidade então…

Até quando esses imbecis com seus salários de fome vão descontar suas frustrações em desarmados?

Responder

    renato

    17 de setembro de 2013 às 14h27

    O que muda aqui Gerson!

    Dê uma camara e um colete de imprensa a um miserável e ele vai se sentir menos miserável que os outros.
    Síndrome do pequeno poder.
    E quando aliado à impunidade então…
    Até quando esses imbecis com seus salários de fome vão descontar suas frustrações em desarmados?

    Gerson Carneiro

    17 de setembro de 2013 às 15h02

    O equipamento.


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