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Henrique Antoun rebate deputado: “Querem controlar as ruas”
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Henrique Antoun rebate deputado: “Querem controlar as ruas”


05/11/2013 - 19h44

Quem pode comprar um? Vai andar rápido na rede…

por Luiz Carlos Azenha

O blogueiro Renato Rovai escreveu um post denunciando que o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) trabalha nos bastidores por um acordo entre os produtores de conteúdo — leia-se Globo — e as empresas de telefonia.

O acordo resultaria na aprovação, pelo Congresso, de um Marco Civil da Internet que contemplaria acima de tudo o interesse dos poderosos.

A Globo teria o que quer, ou seja, o direito de remover conteúdo da rede com uma simples notificação ao provedor, alegadamente para defender direitos autorais.

As teles feririam de morte a chamada “neutralidade na rede”. É o princípio segundo o qual os pacotes de informação trafegam na rede sem discriminação, ou seja, as teles — que controlam a infraestrutura — não podem vender privilégios, nem pedagiar o conteúdo que não lhes renda lucro.

Segundo reprodução do blogueiro Rovai, Eduardo Cunha explicou no twitter:

“Querem e comunizar a internet, obrigando a fornecerem de forma ilimitada a infra para qualquer tamanho de trânsito, com preço igual para todos. Ou seja o consumidor paga o que não usa para os outros usarem. Isso é neutralidade? Ninguém está pensando no pobre consumidor. É como se a gente permitisse a utilização de luz à vontade e todos pagassem a mesma conta. Quem usasse ar condicionado e chuveiro elétrico pagasse o mesmo de quem tem casa popular. Ou seja, isso é debate ideológico, disfarçado de neutralidade. É igual a democracia dos meios de comunicação”.

Fomos ouvir a respeito o professor Henrique Antoun (foto acima), que coordena o Cibercult, laboratório de comunicação distribuída e transformação política da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Antoun milita pela neutralidade na rede.

Dissemos a ele que o discurso do deputado Cunha pode fazer sentido para muitos internautas desinformados.

Ele rebateu: o deputado “repete o argumento malicioso ou estúpido dos republicanos nos Estados Unidos”.

Lá, o debate sobre a neutralidade é antigo.

Os republicanos sempre argumentaram que a falta de distinção entre usuários na internet encarece o preço geral do provimento; ou seja, o Netflix deveria pagar muito mais pelo acesso à rede que outros usuários. Feita a distinção, estaria quebrada a neutralidade e as empresas controladoras da infraestrutura poderiam estabelecer faixas de preço: e-mail 10 reais por mês, e-mail mais cinco vídeos, 20; e-mail mais cinco vídeos mais subir um vídeo no You Tube, 30. E assim sucessivamente.

Henrique suspende brevemente a entrevista para gargalhar com o argumento “republicano” de Cunha. Nota que, aplicado ao Brasil, implicaria em mandar uma conta gigante… para a Globo, que gera muito mais tráfego na rede que o Eduardo Guimarães.

Antoun diz que Eduardo Cunha simplesmente compara maçã com banana. Que hoje já existe discriminação na velocidade de conexão dos internautas, dependendo do pacote de acesso.

“Não estamos discutindo quanto de internet se usa, mas o fato de que as teles querem criar vias seletivas para pacotes [de informação]. Algumas vias serão para os Porsche, outras para os carros de passeio normais. Pretendem selecionar a via por onde os pacotes vão trafegar. Os carros populares vão andar por ruas apertadas, engarrafadas. Os Porsche em ruas amplas, só para eles. É uma injustiça! Os Gol, os Fusca e os Fiat vão enfrentar ruas esburacadas, sem dar vazão ao tráfego”, afirma.

“Se aplicassemos a falta de neutralidade à cidade é como dizer que alguém só pode passar pela avenida Atlântica se pagar uma taxa especial”, continua.

As teles, diz o professor, “querem controlar as ruas e dizer por onde alguém pode passar. É sobretaxar a privatização de algo que foi feito com dinheiro público”. Henrique Antoun lembra que boa parte da infraestrutura utilizada pelas teles no Brasil foi construída com dinheiro do Estado.

Usando contra Eduardo Cunha um argumento brandido por Eduardo Cunha, Antoun diz: “É como criar um cano de gás para transportar o gás do rico e outro, do pobre”.

Antoun também refuta a ideia de “comunização”, lembrando que milhões de internautas dos Estados Unidos participam da campanha em defesa da neutralidade da rede.

O que as teles querem, com apoio de Eduardo Cunha, “é um cidade injusta, não importa se ela é capitalista ou comunista”.

“Aliás, se estamos falando em controle de caminhos, a posição das teles é muito mais próxima da dos comunistas chineses que a dos que defendem a neutralidade”, brinca.

De acordo com o professor, Eduardo Cunha é apenas um “lobista”, que defende tanto a “intimidação advocatícia” da Globo — que através de uma simples notificação pretende retirar conteúdo da rede — quanto a discriminação digital dos usuários visando lucro, das teles.

Sobre a chance de um eventual acordo costurado por Eduardo Cunha passar no Congresso, Henrique Antoun diz que tudo depende da pressão do governo Dilma sobre a base governista. Muitos integrantes do PT, acrescenta, são militantes pela neutralidade na rede. Mas, no Congresso, nunca se sabe…

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17 comentários

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san paradise

09 de novembro de 2013 às 20h06

e o errado “é” o black bloc!!!!!!!!!

Responder

Pafúncio Brasileiro

07 de novembro de 2013 às 20h19

Alô, alô Pafúncios cariocas, fluminenses e evangélicos de lá. Vocês vão continuar a dar os votos para esse Eduardo Cunha ser eleito novamente ? Vocês vão querer a figura representando vocês ? As eleições estão aí no próximo ano, parem de dar mancadas … O País precisa evoluir. Não conseguirá com trancas do tipo. Precisamos desde já nos preocuparmos em melhorar o Parlamento, faxina ampla lá. Tá tudo na nossa mão como cidadãos.

Responder

jõao

06 de novembro de 2013 às 19h40

KAMEL PROCESSA CAFEZINHO.
ELE GOSTA DE PERDER
A Justiça como instrumento da censura. O Kamel pensa que é a Globo

Como se sabe, o Gilberto Freire com “i” (*) acaba de ser derrotado na Justiça pela (excelente) advogada Maria Elizabeth Queijo.

Oferece- se, assim, para nova derrota, ao tentar calar o Cafezinho pelo bolso.

O Freire (*) gasta mais tempo com a perseguição judicial do que com a queda dos telejornais (?) da Globo.

Os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – um dia vão perceber.

ALI KAMEL PROCESSA CAFEZINHO

O Cafezinho perdeu a virgindade. Eu esperava que isso fosse acontecer mais cedo ou mais tarde. Mas confesso que fiquei decepcionado, porque foi muito previsível. O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, está me processando por tê-lo chamado de “sacripanta reacionário e golpista”, num post de janeiro deste ano, intitulado As taras de Ali Kamel, no qual eu procuro defender o colega Rodrigo Vianna, que fora absurdamente condenado por um chiste.

A acusação, porém, é tosca e inepta. Tem um erro grosseiro logo no início, ao dizer que eu o acusei de cometer “todo o tipo de abuso contra a democracia” e “a dignidade humana”, “se empenhar dia e noite para denegrir a imagem do Brasil, aqui e no exterior” e de utilizar “métodos de jornalismo” que “fazem os crimes de Rupert Murdoch parecerem estrepolias de uma criança mimada”.

Kamel se identifica tanto com a empresa onde trabalha, que ele acha ser a própria empresa. O meu texto, que inclusive vai reproduzido no processo, diz textualmente:

“É inacreditável que o diretor de jornalismo da empresa que comete todo o tipo de abuso contra a democracia, contra a dignidade humana, a empresa que se empenha dia e noite para denegrir a imagem do Brasil, aqui e no exterior, cujos métodos de jornalismo fazem os crimes de Ruport Murdoch parecerem estrepolias de uma criança mimada, pretenda processar um blogueiro por causa de um chiste!”

Ou seja, esses carinhosos epítetos são destinados à empresa, à Globo, e não a Ali Kamel. Ele vestiu a carapuça por sua conta.

Ainda mais incrível, o processo tenta jogar a própria Justiça contra mim, ao dizer o seguinte:

“Como se não bastasse, o réu ainda afirma que a Justiça seria ‘empregadinha dos poderosos’.”

Ora, Ali Kamel quer me processar por críticas ao Judiciário brasileiro? No caso, minhas críticas nem foram ao Judiciário em si, mas à decisão judicial de condenar Rodrigo Vianna.

Prezado Ali Kamel, os adjetivos “sacripanta reacionário e golpista” não se referem à sua pessoa, visto que não lhe conheço, e sim ao cargo de diretor de jornalismo de uma empresa ao qual eu faço duras críticas políticas. Isso fica bem claro no texto.

É realmente ridículo que o executivo mais poderoso do jornalismo da Globo, cujo maior ativo é uma concessão pública líder no mercado, e portanto constitui um agente político com grande influência na opinião pública e nos processos eleitorais, queira asfixiar as vozes dissonantes através de chicanas jurídicas.

O processo reitera que deve aplicar a pena maior possível contra o blogueiro, para “desestimular ao máximo que o imenso sofrimento do autor com as descabidas ofensas que lhe foram dirigidas no post As taras de Ali Kamel se repita ou venha a ser experimentado por novas vítimas do réu”.

Imenso sofrimento?

Quem sofre sou eu, blogueiro latino-americano, sem dinheiro no bolso, esmagado por um governo inerte (na questão da mídia), de um lado, e uma imprensa historicamente golpista e reacionária, de outro.

Kamel pede R$ 41.000,00 de indenização moral. Hahaha.

Ou seja, ele simplesmente pretende destruir o blog que noticiou um dos maiores crimes de sonegação da história da mídia brasileira, cometido pela empresa para o qual ele mesmo trabalha, porque o blogueiro lhe chamou de “sacripanta reacionário” e fez críticas à sua empresa?

Tenho esperança que o Judiciário não vai deixar barato esse ataque sórdido à liberdade de expressão, ainda mais grave porque cometido por uma pessoa que dirige uma concessão pública confessadamente golpista e, como tal, com obrigação de ser humilde e tolerante no trato com aquelas mesmas vozes que ela ajudou a calar nos anos de chumbo.

O advogado de Ali Kamel, João Carlos Miranda Garcia de Souza, é também advogado da Rede Globo. É pago, portanto, com recursos oriundos de uma concessão pública que se consolidou durante um regime totalitário, e com apoio de um governo estrangeiro (EUA). Posso afirmar, portanto, que estou sendo processado pelas mesmas forças que implantaram a ditadura no Brasil.

Eu não tenho advogado, não tenho dinheiro, nem minha conta bancária foi abastecida com recursos da ditadura ontem, e da Secom hoje.

Só que estamos em outro momento, Kamel. Ou pelo menos, eu quero acreditar que estamos.

A família Marinho, segundo noticiado hoje por este blog, é a segunda maior fortuna de mídia do planeta. Com tanto dinheiro, mídia e poder, qualquer agressão de seus diretores a blogueiros políticos que criticam a sua linha editorial se torna um atentado particularmente hediondo à democracia.

Em 1981, já nos estertores do regime militar, uma tragédia terrível aconteceu na minha família. Meu tio, Francisco do Rosário Barbosa, um homem pacato, sem filiação partidária, sem militância política, mas com alguma ideologia, foi preso num ônibus, sem razão nenhuma além de ter protestado contra a forma como os policiais estavam revistando os passageiros. Levado a 9ª DP do Catete, foi torturado até a morte. Tinha 9 irmãos, entre eles meu pai, primogênito, e uma mãe.

Diante do sofrimento inaudito que quase levou a família à loucura, meu pai reuniu a todos e disse que a melhor forma de lidarem com aquela tragédia era a usarem como mais um instrumento de luta contra a ditadura.

Nesse momento, em que vivemos uma democracia pujante, mas conspurcada por um sistema de comunicação oligopolizado, herdeiro do regime militar, não me resta outra saída senão me aferrar àquela postura tão digna de meu pai, José Barbosa do Rosário, e afirmar que vou usar este processo do diretor de jornalismo da Globo contra minha pessoa como mais um instrumento para derrubar, ou ao menos debilitar, esse odioso oligopólio midiático liderado pela família Marinho e seus capangas.

O processo é o número 0314414-68.2013.8.19.0001, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A primeira audiência de “conciliação” acontece em fevereiro de 2014. Não preciso de nenhuma contribuição financeira porque acho muito improvável que eu perca esse processo, que é surreal. E se eu perder, vou recorrer até as últimas instâncias.

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Bernardino

06 de novembro de 2013 às 13h37

É sr Francisco Pereira!Cadê a coragem da Dilma?Eu respondo está dormindo na Cultura Portuguesa que alem de frouxa [e tambem antipatriota.
Veja o exemplo dos Hermanos Argentinos: A Cristina Kichner partiu pra cima deles e venceu.Ja é constitucional a LEI dos Medios.Isso sim é coragem,mesmo tendo perdido a guerra das malvinas os Hermanos nao fugiram e mataram 250 ingleses.Fossse aqui em uma semana se entregariam com certeza
e mais temos as esquerdas mais covardes e corruptas da America Latina!!

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Mardones

06 de novembro de 2013 às 10h38

O Marco Civil é mais uma grande batalha para o governo defender. Realmente basta o governo pressionar a base, assim como fez na MP dos Portos. E também o Eduardo Cunha era do contra. Lembram? Não faltam argumentos e poder de barganha para o governo.

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Nilson Moura Messias

06 de novembro de 2013 às 10h36

A maioria do PMDB, é composta de lobbystas. Sem surpresas.

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Rodrigo Leme

06 de novembro de 2013 às 09h32

A questão do consumo de banda é injusta mesmo, mas a solução do Cunha é imbecil e vai contra o que é a internet.

Eu não escondo de ninguém, uso MUITA banda em casa (Netflix é minha novela das 7 e das 8, além de torrents, streamings de rádio, games, etc.) e acho que o cara que usa para e-mail e navegar deveria pagar menos que eu.

Porém, isso se resolve como muitos provedores já fazem: com teto de navegação. Na Vivo (móvel), se eu atingir meus 2Gbs do compartilhado de dados, a operadora me dá a opção de ou navegar a uma velocidade irrisória ou pagar R$10 (acho que é isso) para continuar com velocidade normal até o fim do mês. A NET usa o esquema dos GB utilizados (download e upload), e a partir do teto a conexão é reduzida.

Acho os dois dispositivos justos, dentro do conceito de quem usa mais tem que pagar como quem usa mais. Tem que ter um ponto que iguale o heavy user ao usuário normal.

Mas parou aí: identificar o que uso e o que não uso, tabelar por esse uso e querer cobrar mais por serviços aos quais eu tenho direito é uma violação de privacidade e econômica.

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Nabil Bonduki: Mídia faz até isentos ficarem "enfurecidos" com IPTU de Haddad - Viomundo - O que você não vê na mídia

06 de novembro de 2013 às 00h26

[…] Henrique Antoun rebate Eduardo Cunha: “Querem controlar as ruas” […]

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Elias

06 de novembro de 2013 às 00h11

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) conseguiu irmanar-se a Eduardo Azeredo (PSDB-MG)numa xifopagia mental, muito mais aberrante que infelizes criaturas que nascem grudadas. Tanto um como outro causam certa aflição nas suas fórmulas bizarras que com muito caradurismo apresentam no Congresso. Creio que uma mobilização em massa se deva fazer imediatamente. Conclamemos usuários de redes e blogs a denunciar esse tipo de projeto lei muitas vezes aprovado na calada da noite. Quando menos se espera damos de cara com um dejeto desses no Diário Oficial. Vamos lá: Hashtag contra Eduardo Cunha e Rede Globo já.

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francisco.latorre

05 de novembro de 2013 às 21h35

eduardo cunha. anta. tosca.

e o discurso. auto-destrutivo.

não cola.

ao contrário. mobiliza.

..

no fim. se precisar. dilma veta.

suave.

..

Responder

Rodrigo BArros

05 de novembro de 2013 às 21h33

Estas notícias jamais saberemos pela mídia convencional, e é isso que incomoda eles. A perda de audiência e a capacidade de manipulação é inegável, As grandes estão se incomodando e colocando seus soldados para trabalhar.

Responder

francisco pereira neto

05 de novembro de 2013 às 20h27

É o que eu ia dizer, mas a resposta está no fim da matéria.
Se tem um idiota congressista como esse defendendo os interesses da Globo, não tenham dúvidas: ele não está sozinho nessa batalha.
Se Dilma continuar com essa frouxidão na relação com a base “aliada” (é bom que se explique; aliada de quem?) e com o poderio inexplicável da Globo – tem uma dívida impagável de 10 bi, segundo Requião -, eu não sei mais o que governo precisa fazer para fechar a Globo.
Seria uma atitude saneadora, e estaria fazendo um grande serviço para a sociedade. Deixaria essa turminha lá do Congresso sem grana para fazer lobby. Mas cadê a coragem?

Responder

Ivo Markum

05 de novembro de 2013 às 20h17

Não se trata de velocidade nem de quantidade. O perigo, e objetivo desse pessoal é dificultar ou simplesmente impedir o acesso a certo tipo de informação. Esse pessoal não se conforma com a crescente perda da capacidade de manipulação das massas que a internet trouxe. Querem voltar àqueles tempos em que aquilo que não deu na Globo não aconteceu.

Responder

    Rita Candeu

    05 de novembro de 2013 às 22h12

    verdade verdadeira

    Guanabara

    06 de novembro de 2013 às 00h20

    Perfeito.

    Eu diria que a internet é o único espaço mais próximo de uma democracia plena. Basta conseguir acesso à rede e pronto: pode-se participar de inúmeros debates e saber de diferentes opiniões, ao invés do pensamento único dos meios de comunicação tradicionais, e isso incomoda MUITA gente que se acostumou a manipular a opinião pública, repercutindo apenas o que lhes de interesse, e vários desses incomodados dão as caras por aqui, em PÂNICO por verem algo diferente o qual não podem controlar.

    Eduardo Cunha é mais um do eufêmico “lobby”, que mostra quem de fato nossa suposta democracia representa e, parafraseando uma atriz global, tem medo de que ela saia da teoria e ocorra na prática.

José Silva

05 de novembro de 2013 às 19h58

Se depender do governo Dilma e for vontade da Rede Globo o projeto já está aprovado!

Responder

    renato

    06 de novembro de 2013 às 00h10

    Se Dilma achar bom, beleza.
    Já que não entendo nada disto.
    Por isto coloquei ela lá.
    Dilma 13 2014, fazendo a vontade
    da maioria. Já que não dá para
    agradar a gregos e povão.
    E só não mexer nos meus filmes
    on line, e nos blogs sujos…


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