VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Conar sugere alteração de anúncio de azeite


09/03/2012 - 22h49

do Geledés, sugestão de Luana Tolentino

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) considerou nesta quinta-feira que uma campanha publicitária da Azeite Gallo pode ser interpretada como racista e, por isso, sugere a alteração do texto publicitário.

Segundo o órgão, a publicidade veiculada em revistas apresentava a embalagem do produto com o texto: “O nosso azeite é rico. O vidro escuro é o segurança”. Mais abaixo da imagem, a campanha afirmava que a nova embalagem preservaria o azeite dos efeitos oxidantes da luz.

Na decisão, o conselho considerou que a propaganda não é racista, mas pode ser interpretada como tal. Cabe recurso. Apesar disso, o entendimento do Conar é administrativo – o órgão não pode exigir que a empresa cumpra a decisão. No entanto, a assessoria de imprensa da entidade afirma que o mercado costuma acolher as decisões tomadas.

Caso a decisão seja acatada, a Gallo deve alterar o texto da campanha imediatamente.

Em nota, a Gallo informou que a AlmapBBDO – agência publicitária responsável pela campanha – recebeu a informação da decisão do Conar, mas ambas empresas ainda não receberam “o teor oficial da decisão do Conar”. Por isso, a Gallo Worldwide e agência aguardam a publicação do órgão.

Leia também:

Fátima Oliveira: Duvanier Paiva Ferreira morreu à míngua

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



121 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Fabricante de camisinha tira anúncio polêmico do ar « Viomundo – O que você não vê na mídia

30 de julho de 2012 às 18h26

[…] Conar sugere alteração de anúncio de azeite […]

Responder

Lira Alli: Camisinha Prudence faz apologia ao estupro « Viomundo – O que você não vê na mídia

29 de julho de 2012 às 19h24

[…] Conar sugere alteração de anúncio de azeite […]

Responder

ABGLT solicita retirada do ar de comercial de cerveja « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de maio de 2012 às 19h57

[…] Conar sugere alteração de anúncio de azeite […]

Responder

“diálogo” com racistas no Viomundo « Dukrai's Blog

15 de março de 2012 às 17h25

[…] com racistas no Viomundo dukrai95p· 4 dias atrás racismo é achar que existem raças humanas, ou sub-raças, como […]

Responder

Marat

11 de março de 2012 às 22h52

Pessoas, não se esqueçam: Bunge, Cargill e Monsanto são os próceres dos produtos transgênicos… O azeito Gallo é de uma dessas multinacionais. Além disso, faz inserções na novela da nefanda Rede Globo. Preciso dizer algo mais?

Responder

Luca K

11 de março de 2012 às 18h36

Já que é para falar de racismo, vamos pegar casos reais ao invés de procurar chifre na cabeça de cavalo. Aconteceu recentemente; Insurgentes líbios, infames por seus ataques contra negros na Líbia durante levante apoiado pelos EUA/OTAN contra Gadafi, enjaulam, literalmente, grupo de negros e os humilham.
[youtube tC0jW3ZhFFY http://www.youtube.com/watch?v=tC0jW3ZhFFY youtube]

Responder

Nestor Calazans

11 de março de 2012 às 14h45

O produto é muito bom. O povo gosta. A agência de publicidade é que não está sintonizada com a "atual conjuntura". Salve Stanislaw Ponte Preta! (Sergio Porto, in memoriam.)

Responder

Manoel Teixeira

11 de março de 2012 às 14h39

Tudo gera interpretação racista, até onde não há.
O texto é muito claro, por não deixar entrar a luz devido a um vidro escuro,o azeite fica segura conta a oxidação.
Daquí a pouco irão instituir a censura prévia na mídia. Isto é ridículo!

Responder

    Scan

    12 de março de 2012 às 01h29

    IH!
    Lá vem o Manoel que, por ser provavelmente português, não entendeu nada.

    Tá vendo, Manoel, como segregação dói? E olha que nesse caso nem foi racismo, só um triste exemplo de xenofobia.

Joao Barbosa

11 de março de 2012 às 14h14

A solução é simples gente…

Toda vez que você for ao supermercado e passar pela prateleira onde vende azeite, finja que está anlisando este lindo produto e "desrosquei-e" uns 5 vidros de azeite e deixe-os lá semi-abertos…

Não se preocupe com o prejuízo do supermercado, pois:

1- absorverá este produto na fabricação de seus quitutes internos (bolos, pães e patissarias)
2- irá notificar o fabricante, que os vidros de azeite estão "vindo com problemas" e até que o defeito seja resolvido, não comprará mais o produto.

O fabricante, então, entenderá o recado…

No mundo capitalista só existe uma forma de mandar o recado: tem que doer no bolso.

Pequenas travessuras, grandes impactos!!!

Responder

Fernando Nogueira

11 de março de 2012 às 13h30

Azeite Gallo em busca da classe C e D!!!!

Responder

Marcellus

11 de março de 2012 às 12h34

Ai, ai, o mau gosto na publicidade é algo que não tem fim… é claro que a propaganda tem conotação racista, que conversinha idiota é essa de que o rico é protegido pelo segurança escuro? Difícil imaginar um texto mais cretino, tenham santa paciência! Acho que a publicidade brasileira anda precisando rever os seus conceitos e olha que não é de hoje…

Responder

Luana

11 de março de 2012 às 12h12

"É o racismo, estúpidos!"

Responder

FrancoAtirador

11 de março de 2012 às 12h12

.
.
Jogadora de vôlei cubana diz ser vítima de insulto racista em SC

A oposta cubana do Minas, Daimy Ramirez, 28, denunciou pelo Facebook ter sido vítima de racismo em Santa Catarina, na vitória sobre o time da casa, o Rio do Sul, em partida válida pela Superliga feminina de vôlei. A equipe mineira bateu o rival por 3 sets a 1 — 22/25, 25/19, 14/25 e 16/25 — na sexta-feira (9).

"Gente, estou muito triste e me sentindo muito mal. Um torcedor do Rio do Sul chegou perto da quadra, onde estávamos Herrera e eu para gritar na nossa cara: "Negras de merda, voltem para Cuba"", escreveu.

Este é o segundo caso de ofensa racista na Superliga de vôlei nesta temporada. Pela competição masculina, o ponta Wallace, do Cruzeiro, foi chamado de 'macaco' por uma torcedora do rival Minas, no último dia 29.

"Não dá para aceitar. É lamentável. Sinceramente nunca gostei da torcida daqui", disse Wallace ao Sportv, à época.

Wallace também falou que olhou para a arquibancada, tentou identificar a pessoa, mas não conseguiu. Os gritos da torcedora foram captados pela Sportv, emissora que transmitia ao vivo a partida.

"É muito revoltante escutar uma coisa dessas, não dá para aceitar. Foi até melhor eu não ter conseguido ver a pessoa, pois eu podia ter perdido a cabeça na hora. Isso me tirou um pouco do jogo", disse o jogador ao site do time após o clássico mineiro.

Três dias depois, os jogadores do Vôlei Futuro, de Araçatuba, entraram em quadra contra o Cruzeiro com camisetas negras e o nome Wallace nas costas.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1

Responder

douglas da mata

11 de março de 2012 às 11h49

Caros comentaristas,

Na minha opinião, o vidro escuro como "o" segurança, remete a película de PVC que escurece vidros de carros e os "torna mais "seguros".

Assim, "o" segurança nada tem a ver com a cor da pele de quem exerce esta atividade, mas sim coloca a cor do vidro(escuro, como a dos carros)como um substituto a qualidade de estar seguro".

Como dizemos: "Meu segurança é o meu Deus", ou "Minha segurança eu faço na cintura"(Planet Hemp, in D 2 mas mantenha o respeito).

Em tempo, enviei este comentário a Almap BBDO que respondeu, através de sua assessoria de imprensa ter sido esta a mensagem que se pretendia.

Se a peça é ruim e leva a várias interpretações, não discuto, mas o fato é que a paranoia do racismo(que eu até concordo, sendo o brasil um país de negros que detesta negros) prevaleceu nesta questão.

Abraço a todos.

Responder

    guilesp

    11 de março de 2012 às 17h23

    "O vidro escuro é o segurança". As patrulhas de plantão deram um corpo humano ao vidro…A cabeça deles é que esconde o racismo que têm. O que garante que o azeite não será afetado pelas condições de armazenamento é que o vidro é escuro, ora bolas!! Não precisa "desenhar" para a gente entender. Pensar que há um segurança, homem, trabalhador, no pedaço é forçar muito a barra, chega a ser hilário, esta patulha.
    Não vejo conotação de racismo na propaganda. Aliás eu já tinha recebido emails de amigos portugueses pasmos com esta polêmica. PS Indepentente da polêmica, a peça publicitária é mesmo ruinzinha

    Luiz Carlos Azenha

    11 de março de 2012 às 17h35

    Oras, deveriam ter escrito que o vidro escuro dá ao consumidor A segurança de que o conteúdo continuará rico. "O" segurança não existe, a não ser como referência a um sujeito oculto, que garante o rico. abs

    pperez

    11 de março de 2012 às 17h39

    Não quiseram se referir a qualidade do produto mas sim ao "segurança" ,escuro, que estava defendendo o patrimonio!

    willforlife

    12 de março de 2012 às 15h35

    mentira da agência.

    só se cai nessa balela se vc trabalhar em empresa de segurança ou for rico.

    quando um produto popular vai na prateleira ele tem a intenção ser popular e atingir o máximo de consumidores. e a propaganda deve ter essa linguagem e isso não é opcional, é norma. portanto, a agência deveria rever conceitos de senso e criatividade….
    comprei o carbonel.

    douglas da mata

    12 de março de 2012 às 14h04

    Azenha, eu não sou jornalista, mas tomei o cuidado de entrar em contato com a Almap, que me respondeu ter sido esta a intenção:

    O sujeito (o vidro escuro) substitui "o" segurança(funcionário), mas também poderia ser "a" segurança(qualidade de estar seguro, também como sujeito oculto).

    Vou repetir: é comum falarmos:

    Meu cachorro é o segurança(da casa).

    Deus (ou a minha fé) é o segurança que anda ao meu lado.

    No caso do azeite, luz estraga o conteúdo, logo só poderiam estar falando do vidro e da sua transparência(neste caso a falta de) como obstáculo a violação9alteração da acidez) do conteúdo.

    Se vamos discutir as escolhas semânticas ruins do redator, é outro filme.

    douglas da mata

    12 de março de 2012 às 14h10

    Azenha, eis o que disse a ALMAP. Bom, eu sei que muita gente dirá: Ahhh, mas é claro, agora é isto.

    No entanto, embora eu reconheça que Bordieu tem razão ao dizer que o que fixa o discurso é o ouvido, e não a fala, eu gosto de imaginar que o discurso é metade de quem fala, metade de quem ouve, logo, para o bom debate é bom darmos crédito a quem criou a peça…senão, cairemos na pior forma de autoritarismo, a falta de referência e a permanente relativização:

    Annamaria Marchesini – AlmapBBDO [email protected]
    6 mar (6 dias atrás)

    para mim
    Olá Douglas,
    Obrigada por seu apoio. É exatamente isso. O vidro escuro protege o azeite dos raios de sol, assim como a película oferece segurança a quem está dentro do carro.
    Um abraço,
    Annamaria

    Annamaria Marchesini
    Assessoria de Imprensa/Press Assistant
    Tel: 55 11 2161-5600 ramal/extension 2206 http://www.almapbbdo.com.br

    Miguel

    13 de março de 2012 às 02h37

    se eu tivesse sido responsavel por esse impacto negativo daria a mesma desculpa furada.

MChagas

11 de março de 2012 às 09h44

Vejam outro tipo de publicidade racista. E foi na Europa, o que mostra que racismo não é privilégio dos publicitários brasileiros> http://www.guardian.co.uk/world/video/2012/mar/06

Responder

Wildner Arcanjo

11 de março de 2012 às 01h38

E quem tá gostando desta história é a fabricante, e a empresa de publicidade. Discutimos os sexos dos anjos já sabendo que não vai dar em nada. Alguém afim de uma representação judicial?

Ps. Como bom pobre, filho de pobre também, que sou, gosto de azeite para fritar ovo (seja qual for a marca do azeite, de preferência uma boa e barata)!

Responder

Mary2

10 de março de 2012 às 21h52

Ao Gerson Carneiro
O sr. teceu comentários sobre a propaganda que reproduzo:
“com essa aparência você conquista o que quiser”.
Viu nela racismo. E afirma que que o termo "aparência" destingue, na seguinte
colocação: "Mas, em um passe de mágica é possível fazer a distinção, sem conflitos, de quem, com a aparência, pode ou não conquistar o que quiser".
Pois bem, fica claro que o racismo é de sua parte, aparência distingue sim, mas tanto de brancos como de negros. Aparencia na higiene, no trato pessoal, na gentileza com as pessoas e por ai vai. Cor de pele ou raça, são o que são, independente de aparência. Mas nesse caso o sr. está dizendo, ao tipificar a propaganda citada como racista, que negros não andam de Corolla. Lhe digo, sua colocação é muito mais racista que a questão da publicidade do azeite Gallo. Digo mais, sou sufisticada, tenho aparência, ando de Civic e sou NEGRA, com muito orgulho.

Responder

    willian

    12 de março de 2012 às 15h38

    Mary
    Falando português claro, só faz essa avaliação racista escondido no armário. Gostei .

    Gerson Carneiro

    13 de março de 2012 às 06h52

    Mary2,

    Você chegou atrasada na debate que citei como exemplo há pelo menos 13 anos. Você precisaria sim estar lá para entender o contexto. Abs.

    Gerson Carneiro

    13 de março de 2012 às 07h04

    Só um detalhe, Mary2: Pelé é rico e famoso, e se perguntar se já se sentiu incomodado com o racismo ou se foi destratado em função do racismo, certamente dirá que não.

    Preste atenção no reincidente QUASE, que aparece no trecho da letra de Caetano e Gil, ele faz toda a diferença, e exemplica tudo.

    Quando você for convidado pra subir no adro
    Da fundação casa de Jorge Amado
    Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
    Dando porrada na nuca de malandros pretos
    De ladrões mulatos e outros quase brancos
    Tratados como pretos
    Só pra mostrar aos outros quase pretos
    (E são quase todos pretos)
    E aos quase brancos pobres como pretos
    Como é que pretos, pobres e mulatos
    E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados.

    Haiti – Caetano Veloso e Gilberto Gil

Mauro A. Silva

10 de março de 2012 às 21h52

Azeite Gallo – ao azeite negro de alma branca. E fim de papo.

Responder

beattrice

10 de março de 2012 às 21h12

A propaganda brasileira já foi tão boa, de padrão internacional, levava premios CLIO com frequencia e com razão de ser.
De repente se tornou um festival de ismos, sobretudo de sexismo.
Pode-se deduzir que o padrão das escolas de propaganda e marketing despencou, só pode.

Responder

Fernando R.

10 de março de 2012 às 20h55

Puro delírio do Conar e de vários leitores deste blog.
Para que serve uma campanha publicitária? Já ouviram falar em erro tipográfico?
É a rapaziada engajada à cata de boas causas. Menos, senão acabam caindo no ridículo.

Responder

Marat

10 de março de 2012 às 20h54

O mais legal de tudo é que os reaças vão ter que aguentar os "baianos" e os "nordestinos" lotando aviões e aproveitando seu lugar ao sol!!!!!!!!!!!!!!! – KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder

Marat

10 de março de 2012 às 20h45

Amigos, eu já não comprava o azeite Gallo porque ele é feito numa empresa que emprega o uso de transgênicos. Essa propaganda, além das inserções nas (ARGHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!) novelas da Globo apenas reforçam minha aversão ao capitalismo e àquilo que ele tem demais sujo: o embuste!

Responder

H. Back™

10 de março de 2012 às 20h40

Dado o nível de formação educacional precário da maioria do povo brasileiro em geral, seria temerário a divulgação da tal campanha publicitária nesse momento. Poderia gerar, e com razão, protestos violentos da parte ofendida.

Responder

renato

10 de março de 2012 às 19h52

ATENÇÃO,-
1 – Nosso azeite é rico,( de dinheiro poder), portanto tenho um segurança negro( são os melhores) se der cagada foi o segurança, ( isto torna o rico duas vezes seguro).
2 – Nosso azeite é rico,( em vitaminas,e o escambal a quatro), para proteger o conteúdo nada melhor que um vidro escuro que protege líquidos da luz solar, como a cerveja.
3 – Nosso azeite é rico, o vidro escuro é A A A A A A A A A A A A A A segurança. Cacete o cara só errou a escrita, quis fazer muita firula.
4- Meu Deus vou tirar meus vidros fume do carro, antes que alguém diga que são vidros pretos.
5- Nunca vi tanta perda de tempo ( inclusive a minha), nunca teria visto isto se não me contassem, e olha que eu gosto deste azeite na salada, isto é comercial positivo ou negativo, do tipo falem bem ou falem mal mas falem de mim.
6- Quem fez a queixa. Foi um negro ou um branco para tirar uma casquinha da empresa. Se foi um negro este cara tem sérios problemas de bulling, precisa tratamento, ( Não diga nada vc não sabe minha cor),

Responder

    Eunice

    11 de março de 2012 às 14h01

    NOssa! você é realmente perigoso.

Tomudjin

10 de março de 2012 às 19h03

condenemos, então, os vidros fumê.

Responder

Fernando

10 de março de 2012 às 18h46

A melhor maneira de punir é estatizar a empresa de azeite e o escritório de publicidade, demitir todos os funcionários e abrir concurso público somente para negros e indígenas.

Responder

    Eunice

    11 de março de 2012 às 14h02

    Tô nessa! E não sou negro nem indígena. Concurso pra todos, inclusive para os milhares que são empregados sem concurso pelo PSDB, na moita.

    João Barbosa

    11 de março de 2012 às 20h08

    Fernando,

    Quem tem competência, que se estabeleça.
    Ir contra a vontade da sociedade é burrice.

    As pessoas querem viver em um mundo melhor, menos desigual.
    Para que estimular a desavença?

    É ser inteligente?
    É ser "cool" a lá Rafinha Bastos?

    Hoje em dia…menos é mais.
    Quanto mais as pessoas tentarem impor as suas vontades e vaidades, sobre os sentimentos e memória das outras pessoas, menos teremos paz.

    Veja bem onde você vai expor o seu racismo…dependedo do lugar, você estará só.

    Será que eu posso fazer piadas com a doença da sua avô?
    Com a impotencia sexual do seu pai?
    Com a frigidez da sua mãe?
    Com a sindrome de down do seu primo?

    Acho que não…né!?

    Logo, pense duas vezes antes de arrotar essas bobagens…

dukrai

10 de março de 2012 às 17h30

profissional de publicidade não faz uma cachorrada dessas sem querer não, explora o submundo do preconceito
racista naturalizado do mesmo jeito que a propaganda de calcinha Hope com a Tigela Bucha explora o machismo entranhado em homens e mulheres.

Responder

    Marat

    10 de março de 2012 às 20h48

    Dukrai, conheço muitos publicitários. Grande parte deles têm um cérebro bem sórdido e fazem qualquer negócio pelo vil metal!

    Eunice

    11 de março de 2012 às 13h59

    É mesmo. O sexo está embutido em tudo também. E eles sabem muito bem por onde pegar.

Fabio SP

10 de março de 2012 às 16h27

Já acharam o pelo? To procurando, mas parece que o ovo não tem não…

Responder

Sami

10 de março de 2012 às 15h49

Ainda estou procurando o racismo.

Responder

Silvio I

10 de março de 2012 às 15h18

Azenha:
Estamos buscando cinco patas ao gato.De aqui a pouco vão a solicitar não usar mais a palavra negro e obscuro porque usar elas e racismo.Racismo e uma coisa e usar a palavra vidro obscuro e otra coisa e dizer que o vidro obscuro e sua segurança. e outra .Parece que estão vendo fantasmas por todos lados.

Responder

Gustavo Pamplona

10 de março de 2012 às 14h48

Tinha comentado sobre isto aqui ontem com um link do G1.
https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/igor-feli

O lance todo.. galera tem a ver mais com o artigo definido "o" em "segurança"… bom… segurança é uma palavra feminina (nuances do nosso português) a não ser quando se fala de um homem que exerce a função.

Assim como eu tinha dito no comentário anterior… eu nem ligo para isto… eu já percebi a "paranóia" da sociedade em ver coisas onde elas não existem realmente.

—-
Desde Jun/2007 não ligando para paranóias no "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

Ivone Hoffmann

10 de março de 2012 às 13h51

Nao considero a propaganda racista, o Jose Dantas falou muito bem! Tem gente ganhando em cima para fazer tumulto, e é só isso !!!

Responder

betinho

10 de março de 2012 às 13h48

Nesse caso quem está sendo racista é o Conar. Explico
Quem realmente consome azeite ou qualquer outro óleo, e é informado, sabe que o vidro escuro preserva o óleo dos raios de luz e esse é o sentido da propaganda. O Conar nesse caso, ao questionar, está dizendo que negros são ignorantes, não conhecem azeite e suas peculiaridades.
E digo isso também baseado num depoimento de um negro, lá no IG que a exemplo do EUNAOSABIA, também li ontem.
Portanto, o azeite Gallo veio em boa hora com essa publicidade, pois parece que de todos os que aqui comentaram, nenhum sabe ou sabia da vantagem de frasco escuro na conservação.
Mas tem quem adora procurar chifre em cabeça de cavalo.

Responder

    Gerson Carneiro

    10 de março de 2012 às 14h05

    Balela. Fosse realmente o que você diz a propaganda diria: "o vidro escuro é A segurança".

    João Grillo

    10 de março de 2012 às 17h03

    E ponto final! Valeu Gerson!!! O vidro escuro é a segurança". Texto publicitário, não um dissertação que acabou entregando a intenção do advertising do PIG…rs rs!

    candido

    10 de março de 2012 às 22h30

    Ooops, quer dizer que além do vidro escuro ser subalterno, ainde é mulher?!? Nossa, as mulheres seguranças e escuras estarias com toda a razão de reclamar!!!

    Lu_Witovisk

    11 de março de 2012 às 07h50

    Verdade Gerson!!!

Urbano

10 de março de 2012 às 12h49

Mudando o "o segurança" para "a segurança", creio que resolva o problema. Agora, será que "o segurança" não foi adrede?

Responder

Luca K

10 de março de 2012 às 11h50

Não vi nada demais. O Viomundo e muitos por aqui procuram chifre na cabeça de cavalo… tanta coisa mais importante acontecendo no mundo…
Falando no Gallo, engraçado, mesmo os bons azeites mudaram, estão mais ralos e com pouco aroma. Eu lembro como o Gallo, quando eu era criança, era mais viscoso e perfumado, aquele delicioso aroma de azeite de verdade.

Responder

Willian

10 de março de 2012 às 10h38

Preconceituoso este comercial, parece coisa de português.

Responder

Paulo Ribeiro

10 de março de 2012 às 10h10

A partir do momento em defendemos que "preto de alma branca" não é preconceituoso, por uma questão de coerência vamos aceitar este eslogan como algo que enaltece a raça negra como guardiã dos bons valores

Responder

CLP

10 de março de 2012 às 09h51

E obviamente racista.Fica evidente que eles "se desculpam" pelo vidro "ser escuro" dizendo que o azeite "e rico".Sao ppublicitarios e sabiam muito bem que as pessoas fariam este "link", do ricaço "claro" e do segurança "escuro"..Como já disse o EUNAOSABIA, deve ter sido por querer, para chamar atenção.Vivemos dias tao confusos que ate repercussão negativa "e bom para os negócios".

Responder

Antônio Nunes

10 de março de 2012 às 09h36

Mas que chatice essa onda de politicamente correto. Diga-se de passagem que é uma onda de politicamente correto da boca para fora, já que na prática o preconceito está arraigado no interior das pessoas, mesmo essas boas de retórica.
Obviamente que precisa ser extirpado toda e qualquer ação preconceituosa, mas aí começa achar que tudo é racismo é demais.

Responder

    Carlos M.

    10 de março de 2012 às 11h52

    olha, tive que me esforçar para ver onde estava o racismo, penso que só racista para enxergar tal preconceito na primeira leitura.

    dukrai

    10 de março de 2012 às 18h09

    mas é pra isto que se discute, Antônio, pra desvendar os (nossos) preconceitos arraigados, eles são difíceis até de serem percebidos, passam de leve como uma mão levando a sua carteira.

    pperez

    10 de março de 2012 às 19h01

    Mas também uma propaganda que diz que o vidro escuro é "O" segurança ao inves de "O vidro escuro é para proteger a qualidade do produto" tá querendo o que?
    Pra mim cheira a provocação sim!

    Marat

    10 de março de 2012 às 20h46

    Carlos, procure ler alguns livros de psicologia, e algumas obras do Humberto Eco. É importante conhecer o que são mensagens subliminares!

    Scan

    12 de março de 2012 às 01h33

    Marat, essa não é uma mensagem subliminar.
    Trocar "A segurança" por "O segurança" não tem nada de subliminar: é escandalosamente direto.

    Marat

    12 de março de 2012 às 07h37

    É, Scan, é verdade, mas, mesmo assim, muitos teimam em não ver as verdades… Abraços

    Eunice

    11 de março de 2012 às 14h00

    Ô loco! Tem certeza de que não falou bobagem ou escreveu depressa demais, na raiva?

    Carlos

    12 de março de 2012 às 10h13

    O racismo está na cabeça de quem vê.

    Seguranças, sejam eles brancos, negros, azuis ou cor-de-rosa, costumam usar ternos negros.

    "Vidro preto" também remete a carros que seguranças particulares costumam usar.

Davi

10 de março de 2012 às 09h13

Foi bom saber, tambem não compro mais esse azeite, propagandinha sem vergonha. e racista sim e se não racista com certeza classista.

Responder

EUNAOSABIA

10 de março de 2012 às 08h57

Eu já tinha visto isso desde ontem, pensei em publicar aqui, até estranhei a demora em não ter saído aqui, já que o aparato é muito grande e não perde tempo.

Quando eu li essa matéria ontem no G1, cheguei a conclusão que pode ser uma jogada de marketing do Galo, e se for torna o caso pior ainda. Mas me digam, quem teria lido essa propaganda do azeite Galo não fosse por este incidente?

As vezes acho que essas coisas são feitas de prosósito só para chamar atenção, os supermercados foram invadidos com dezenas de macras de azeite – fruto da maior taxa de juros do mundo e do dólar cirminoso que destrói a indústria nacional, o Brasil de Lula retrocedeu aos anos 50 – mas isso não vem ao caso agora, como eu ia dizendo, o supermercados foram invadidos por dezenas de marcas de azeite, daí que o Galo resolveu partir com essa… parece absurdo mas não é.

Responder

    Luca K

    10 de março de 2012 às 11h41

    Cara, vc é ridículo! Tu encontras motivo pra atacar o Lula( só faltou a tradicional parte enchendo a bola dos teus heróis, fhc e serra ) até num post sobre suposta campanha publicitária de teor racista.
    A propósito, teu herói fhc foi um dos PIORES presidentes q o Brasil já teve e olha q a concorrência é forte!
    ;-)

    daniel

    10 de março de 2012 às 15h22

    Azeite racista? A culpa é do Lula!

    Marat

    10 de março de 2012 às 20h53

    Rsrsrsrsrs

    Eunice

    11 de março de 2012 às 13h58

    Até o coitadinho do azeite serve de motivo para psicopata?

willforlife

10 de março de 2012 às 08h35

o azeite gallo era o preferido por mim que sou fã de azeite.
vou procurar outra marca.
nada a ver a propaganda.
ao contrário daquela do nivea, é racista sim. sem dúvidas.
a 1ª impressão é a que fica. não adianta lançar argumentos técnicos para justificar.
quem faz propaganda sabe o que é semiótica. não há nem sentido dúbio. é evidente a discriminação.
eles não estão nem aí.

Responder

Caracol

10 de março de 2012 às 07h30

Normalmente eu sou muito sensível quanto a manifestações de racismo, sejam elas subreptícias ou escancaradas. Mas nesse caso não cheguei nem a ficar indignado, pois a RUINDADE do anúncio é de tal ordem, que o racismo ali contido não deu pra me incomodar. Vai ser ruim assim na patagônia! Que coisa mais babaca! E essa coisa aí saiu da Almap, hein, uma agência de tradição, leva o nome de Alcântara Machado, cara, que vergonha…
É… já não se fazem publicitários como antigamente…

Responder

    Marcellus

    11 de março de 2012 às 12h37

    É uma vergonha, um constrangimento… Patagônia é perto pra uma imbecilidade desse tamanho!

Gilberto

10 de março de 2012 às 06h54

é obvio que é racista… a ideia é, não se deixe enganar pela cor escura, nosso azeite é rico…

esse slogan é um bom exemplo do tipo de racismo que temos no Brasil, uma mescla de preconceito de cor, com preconceito social…

podiam colocar logi o slogan "é escuro mais é limpinho"…

Responder

    Márcio Gaspar

    10 de março de 2012 às 19h46

    O azeite é " rico branco de olhos azuis" e o vidro escuro, o queria dizer: o cara preto é o segurança,que protege o "rico branco de olhos azuis". O que é isto? Como se chama isto? Preconceito? Racismo? Para mim, acredito muito mais em preconceitos. No Brasil os negros são tratados de forma subalterna, o que, aqui é considerado normal. E este tipo de anúncio reforça mais ainda os preconceitos, como na novela, aonde a empregada é negra, o motorista também. O protesto do conar é válido, sim. Para quem quer uma sociedade em que todos se respeitam sem discriminação, preconceitos e racismos, é necessário combater tais formas de pensamento posto como definitivo.

Lu_Witovisk

10 de março de 2012 às 06h21

O slogan é muito ruim… independente do conteudo, parece tirado daquelas piadas toscas de facebook.

Sem comentarios para a tosquice do conteudo, a naturalidade com a qual pensam certas coisas me deixa encabulada.

Responder

    dukrai

    10 de março de 2012 às 09h00

    de sentido dúbio e proposital, esses caras de agências publicitárias sabem direitinho como usar as palavras e a tosquice lembra também essas músicas bregas de duplo sentido.

Gerson Carneiro

10 de março de 2012 às 03h57

O texto é ofensivo sim porque determina e limita a tonalidade escura ao profissional segurança, e ainda nos diz que o segurança escuro está fazendo a segurança de um rico que não é o escuro (o escuro não é o azeite, o escuro é o vidro).

Não há nada de ofensivo em ser o segurança, a ofensa está na atribuição da relação da tonalidade da cor.

É público e notório que a maioria absoluta dos seguranças é de cor de pele escura, fator este resultante de uma disfunção da sociedade.

Assim como não cabe mais afirmar que “lugar de mulher é na cozinha” também não é adequado afirmar que o sujeito escuro deve ser o segurança. Ao fazer e reforçar essa última afirmação recai sim no racismo, tal qual a primeira afirmação recai no machismo.

<img src= http://www.tribunahoje.com/vgmidia/resize/650/465

Essa aí, de cor de pele escura, ao lado da Michelle Obama, é A SEGURANÇA. Policial militar desde 1998,
comandante da primeira UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Rio, no morro Dona Marta, em Botafogo (zona sul), a major Pricilla de Oliveira Azevedo, 33, acabou de receber, nos EUA, o Prêmio Internacional Mulheres de Coragem 2012.

Mas, digo com toda certeza, quem criou o slogan “O nosso azeite é rico. O vidro escuro é o segurança” não criou pensando nessa foto.

Agora, não acho ofensivo o slogan que vou sugerir. Resta saber se a empresa vai acatar.

“O nosso azeite é o Gallo. E a nossa empresa é a Gallinha”.

Responder

    JOSE DANTAS

    10 de março de 2012 às 07h22

    "É público e notório que a maioria absoluta dos seguranças é de cor de pele escura, fator este resultante de uma disfunção da sociedade. "
    Não duvido dessa afirmativa. Agora, gostaria de saber onde é que constam dados a esse respeito sobre os seguranças.
    Fui bancário durante 28 anos e a maioria dos seguranças com os quais trabalhei eram brancos, em pleno Nordeste brasileiro.
    Só que, em um estado onde haja predominância de pessoas negras é muito provável que isso aconteça. Aí alguém poderá questionar: e porque a maioria dos banqueiros também não são negros?
    Na verdade, se não houvesse gente ganhando a vida em defesa desse tipo de coisa, jamais o consumidor perceberia o racismo embutido nesse texto, uma vez que não foi produzido com essa conotação, o que seria um absurdo tratando-se de uma propaganda destinada a todas as raças.

    Gerson Carneiro

    10 de março de 2012 às 12h19

    “Não duvido dessa afirmativa”.

    Se não há dúvidas quanto à minha afirmativa, não há porquê demonstrar aonde é que constam dados a esse respeito sobre os seguranças.

    Em 1999, em Campinas-SP, aonde dizem ser a última cidade do Brasil a abolir a escravidão, em um cursinho pré-vestibular, eu afirmei, para espanto da gelera, que o racismo no Brasil é um racismo sofisticado. E provei isso com uma publicidade na revista Veja que mostrava um automóvel japonês, Corola, que dizia: “com essa aparência você conquista o que quiser”.

    Pois bem, minha afirmação causou um alvoroço e deboches, até por parte da professora, que era negra, e me perguntava como poderia existir um “racismo sofisticado”.

    Expliquei que, nos EUA branco era branco e negro era negro. Não havia sofisticação nenhuma em separar brancos de negros. Já aqui no Brasil, mantêm-se todos agrupados, brancos, negros, morrons-bombons, mulatos jambos, todos misturados. Mas, em um passe de mágica é possível fazer a distinção, sem conflitos, de quem, com a aparência, pode ou não conquistar o que quiser.

    Essa é a sofisticação do racismo.

    betinho

    10 de março de 2012 às 14h19

    Gerson
    Você com isso está dizendo que um negro não tem possibilidade de comprar um Corola. de ser sofisticado? Estás dizendo que isso só é possível para um branco?…estás sendo racista e descriminador…rsrs

    JOSE DANTAS

    11 de março de 2012 às 10h16

    Eu não duvido da sua afirmativa porque não tenho dados oficiais a esse respeito, apenas fiz essa constatação na prática e você não demonstra esses dados porque simplesmente eles não existem para comprovar sua tese. Nas agências onde trabalhei só encontrei um vigilante negro, conhecido por Chico da Torre (também era eletricista) na agência de Lavras da Mangabeira (CE) e esse fato sim, poderia ser interpretado como racismo, o caso do azeite, não. Se você quiser digo o nome de dezenas de outros que eram brancos.

    dukrai

    10 de março de 2012 às 18h06

    racismo é achar que existem raças humanas, ou sub-raças, como sugerem alguns.

    Fernando R.

    10 de março de 2012 às 20h49

    As raças humanas existem sim, embora antropólogos e sociólogos rejeitem esta ideia e alardeiem intensamente suas posições. Na Biologia entende-se majoritariamente que existem muitas raças em nossa espécie.
    Negar as raças acaba por servir ao racismo.

    Lu_Witovisk

    11 de março de 2012 às 07h53

    Estranho, meu professor de Evoluçao Humana sempre disso o contrário… vê bem onde vc anda aprendendo Biologia.

    Fernando R.

    11 de março de 2012 às 11h22

    Sou biólogo e professor de Evolução em Cursos de Biologia. Os biólogos evitam esse debate, pois temem a exposição negativa. Te asseguro que a ampla maioria dos biólogos bem formados, estudiosos da Evolução, vêem as coisas dessa forma. Não haveria de ser de outra forma, pois entende-se uma subespécie (ou raça, para as espécies domesticadas) como uma população que compartilha algum grau de isolamento, o que lhe conferiu características fenotípicas e adaptações próprias.

    Marcelo

    11 de março de 2012 às 14h46

    O mais famoso e conhecido geneticista do mundo atual, Jonh Craig Venter, diz que – "A raça é um conceito social, não científico, todos evoluímos nos últimos 100 mil anos a partir do mesmo grupo reduzido de tribos que emigraram da África e colonizaram o mundo".

    Luca K

    11 de março de 2012 às 18h05

    E assim Venter garante o pão nosso de cada dia, garante o dim dim q financia suas pesquisas. Vai ele dizer o contrário e a carreira dele sofreria abalo forte muito rapidamente. É o mesmo com o famoso geneticista Luigi Cavalli-Sforza. Diz q raça não existe na introdução do livro para agradar a patrulha e continuar recebendo dim dim, mas o conteúdo do livro desmente a declaração. Fica claro a validade do conceito biológico de raças humanas.

    Abel

    11 de março de 2012 às 21h37

    Pois é. Foi assim que os nazistas começaram. Belo discurso ;)

    dukrai

    11 de março de 2012 às 23h07

    é ignorância, má fé ou estupidez. Luigi Cavalli-Sforza na sua obra "Genes, povos e línguas" "atrela-se a uma influente tradição humanista da biologia e da genética da segunda metade do século XX, tradição esta que viu no esvaziamento científico do conceito de raça um elemento importante na estratégia de contraposição aos pressupostos racistas, incluindo a idéia de superioridade racial." http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex

    Luca K

    12 de março de 2012 às 16h22

    Está claro q vc nunca leu Cavalli-Sforza. O q vc pescou do site é exatamente o q eu disse antes. Aprenda a andar antes de tentar correr.

    dukrai

    13 de março de 2012 às 00h01

    dançou, playboy

    Lu_Witovisk

    12 de março de 2012 às 06h20

    Tá explicado.

    Lu_Witovisk

    12 de março de 2012 às 06h36

    Era o que o prof falava na época… De minha parte, tava ferrada pra estudar bioquimica e so escutava as aulas do cara, acreditava e não ia atras. Que coisa. Agradeço os esclarecimentos.

    Luca K

    11 de março de 2012 às 18h27

    Obrigado pela coragem Fernando. De fato muitos biólogos, antropólogos e geneticistas hj em dia evitam os fatos no tocante à realidade das raças humanas. Pelo menos publicamente. O politicamente correto é dizer q só há uma raça humana e que as diferenças são apenas "skin deep". Os fatos são outros no entanto. Os 3 grupos raciais mais bem estudados e documentados, brancos europeus, negros subsaarianos(particularmente em estado mais 'puro', africa centro-ocidental) e asiáticos do extremo oriente(chineses, japoneses, coreanos) apresentam várias diferenças marcantes. Falar a respeito é um problema no entanto. Obviamente q se houvesse apenas uma raça humana não teríamos doenças q atingem determinadas raças – e até etnias – mais q outras(com a produçao de vacinas específicas!) ou esportes claramente dominados por certas raças, como o domínio absoluto dos negros em provas de atletismo de curta distância. Brancos, asiáticos e outros só conseguem resultados em provas curtas técnicas, com barreiras por exemplo. Infelizmente raça é um de muitos tabus q não devem ser tocados atualmente nas "democracias" ocidentais.

    Miguel

    12 de março de 2012 às 12h55

    me aponte em que lugar voce encontra algum desses grupos realmente isolados, sem miscigenacao com outros grupos, e penso em aceitar esse besteirol ideologico que voce esta tratando como ciencia.

    abolicionista

    13 de março de 2012 às 17h31

    Nossa, fazia tempo que eu não encontrava um nazista puro-sangue como você, mude seu nome para Luca KKK

    Gerson Carneiro

    11 de março de 2012 às 18h54

    Na eleição presidencial de 1989 o Lula chegou a denunciar que em Macéio estava surgindo uma sub-raça em função da desnutrição, os homens gabirus. E foi obviamente muito criticado pelo Collor que demagogicamente chegou a dizer na TV "não chme meu povo de sub-raça".

    Há de fato um estudo tratando desse assunto que o Lula trouxe a baila, no entanto, Collor como presidente nada fez para mudar a condição dos "homens gabirus".

    Luca K

    11 de março de 2012 às 17h55

    Talvez Lu, vc devesse tomar cuidado onde anda aprendendo Biologia… e uma dica; não acredite em tudo q teus professores te dizem. Professores dizem muitas bobagens e o aluno sagaz é o q mantém a mente aberta e questionadora. A realidade biológica das raças humanas é bem documentada mas é cada vez mais suprimida no mundo academico em nome da ideologia do politicamente correto.

    Lu_Witovisk

    17 de março de 2012 às 07h38

    Cara, eu ir atras ok… mas vc é muito equivocado. Fala cada asneira que é de deixar qualquer um envergonhado. pode deixar que vou atras pra ler, mas pega leve, cara… onde vc aprende Biologia?? no quartel nazi paulista?

    dukrai

    12 de março de 2012 às 11h15

    quais as fontes de pesquisa científica que vc consulta pra afirma esta imbecilidade?

    Luca K

    12 de março de 2012 às 16h40

    Há muitas. Por exemplo: Neil Risch, Esteban Burchard, Elad Ziv, and Hua Tang Genome Biology, 2002. "[…]it is not surprising that numerous human population genetic studies have come to the identical conclusion – that genetic differentiation is greatest when defined on a continental basis.[…]Effectively, these population genetic studies have recapitulated the classical definition of races based on continental ancestry – namely African, Caucasian (Europe and Middle East), Asian, Pacific Islander (for example, Australian, New Guinean and Melanesian), and Native American.[…]The existence of such intermediate groups should not, however, overshadow the fact that the greatest genetic structure that exists in the human population occurs at the racial level.[…]numerous studies over past decades have documented biological differences among the races. In this context, it is difficult to imagine that such differences are not meaningful. Indeed, it is difficult to conceive of a definition of 'biological' that does not lead to racial differentiation." Outro exemplo: Bruce Lahn and Lanny Ebenstein, Nature, 8 October 2009 "[…]The current moral position is a sort of 'biological egalitarianism'. This dominant position emerged in recent decades largely to correct grave historical injustices.[…]Biological egalitarianism is the view that no or almost no meaningful genetically based biological differences exist among human groups.[…]We believe that this position, although well intentioned, is illogical and even dangerous.[…]We also think that biological egalitarianism may not remain viable in light of the growing body of empirical data."
    Nos 3 principais grupos raciais estudados as diferenças são inúmeras e abragem comportamento sexual, personalidade, maturação, tamanho do cérebro, QI, expectativa de vida, estabilidade familiar e vários outros.
    A única imbecilidade portanto, é a sua própria! ;-)

    dukrai

    12 de março de 2012 às 23h56

    Esses autores que vc cita, Neil Risch, Esteban Burchard, Elad Ziv e Hua Tang, relatam no artigo que vc esconde: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR
    Nesse artigo relatam que em "um recente editorial no New England Journal of Medicine [ 1 ] afirmam que "raça é biologicamente insignificante" e advertiu que "a instrução em genética médica deve enfatizar a falácia da raça como um conceito científico e os perigos inerentes à prática da medicina baseada na raça." Em apoio a essa perspectiva, um artigo recente na revista Nature Genetics [ 2 ] pretendia descobrir que "comumente utilizados rótulos étnicos são ambos representações insuficientes e imprecisos de inferidos grupos genéticos." Além disso, um editorial apoiando na mesma edição [ 3 ] concluiu que "aglomerados populacionais identificadas pela análise do genótipo parecem ser mais informativo do que aqueles identificados pela cor da pele ou auto-declaração de 'raça'."
    O New England Journal of Medicine e Nature Genetics afirmam isto em editoriais, o resto é relativização que serve a fins racistas, não necessariamente dos autores, mas com certeza aos seus.

    Luca K

    13 de março de 2012 às 16h41

    Um monte de blá-blá-blá né jênio! O pior é q tentar debater o assunto com um fanático com uma agenda como vc e ignorante sobre o assunto é como tentar discutir equação de terceiro grau com um sujeito q não sabe as 4 operações. O professor de Antropologia e antropólogo forense George.Will explica bem seu caso Dukrai; "Those who believe that the concept of race is valid do not discredit the notion of clines, however. Yet those with the clinal perspective who believe that races are not real do try to discredit the evidence of skeletal biology. Why this bias from the 'race denial' faction? This bias seems to stem largely from socio-political motivation and not science at all. For the time being at least, the people in 'race denial' are in 'reality denial' as well. Their motivation (a positive one) is that they have come to believe that the race concept is socially dangerous. In other words, they have convinced themselves that race promotes racism. Therefore, they have pushed the politically correct agenda that human races are not biologically real, no matter what the evidence." (Gill, 2000). A propósito se vc tivesse lido "The History and Geography of Human Genes" de Cavalli-Sforza conheceria sua descrição do mapa genético q ele oferece no livro ;"The color map of the world shows very distinctly the differences that we know exist among the continents: Africans (yellow), Caucasoids (green), Mongoloids (purple), and Australian Aborigines (red). The map does not show well the strong Caucasoid component in northern Africa, but it does show the unity of the other Caucasoids from Europe, and in West, South, and much of Central Asia."
    ;-)

    dukrai

    14 de março de 2012 às 11h15

    trollzinho, os autores que vc cita é que se referem "a falácia da raça como um conceito científico", o resto é ctrlC/ctrlV sem link, desonesto, capcioso e repetitivo.

    Luca K

    14 de março de 2012 às 16h38

    Sem argumentos e sem conhecimentos sobre o assunto, reduzido a Argumentum ad hominem! A propósito dukrai, uma vez q vc até agora não apresentou NADA de substancial, vamos a algo prático; estou curioso pra saber como vc explica o DOMÍNIO TOTAL de negros com origem específica na Africa Ocidental nas provas de curta distância. Por outro lado como vc explica a ausência de corredores de curta dist. originários da África Oriental? Como vc explica que os negros americanos – originários geralmente na A.O – somem 12% da população mas componham todo o time de sprinters dos EUA? O caso da Inglaterra é idêntico. Como vc explica a total ausência dos chineses nas provas de velocidade a despeito de sua vasta população e grande investimento em esportes(1 lugar nas ultimas olimpiadas)? Como explicar que em todos os times de futebol americano da NFL, nas posições em q se exige velocidade, os jogadores sejam quase sempre negros? Por ex; poucos anos atrás, 58 dos 60 RUNNING BACKS eram negros. As estatisticas da temporada atual não mudaram. Porém em posições q exijam força há MUITOS brancos. E então?
    Tire seus óculos ideológicos, ponha os de grau e vá estudar velhinho! Ainda há tempo… kkkkkkkkkkk

    dukrai

    14 de março de 2012 às 17h41

    hitlerzinho caboclo, vc parece uma maritaca, isto é genético ou ficou assim depois do ensino fundamental?

    Luca K

    14 de março de 2012 às 18h29

    Como eu pensava…. vc não sabe N-A-D-A e NEM está aqui para um debate honesto de idéias!
    Falôra infeliz!

    Miguel

    14 de março de 2012 às 18h40

    KKK, ate agora voce nao mencionou onde existiriam grupos realmentee isolados que dessem algum suporte empirico a esse seu argumento estapafurdio.

    Luca K

    14 de março de 2012 às 21h15

    Miguel, vc deve ser discípulo do dukrai q no momento está sentado no canto da sala usando o chapéu de burro. Isolamento total não existe mas o isolamento foi mais que suficiente. Do mesmo estudo q eu citei acima pode-se ler: “Anatomically modern humans first appeared in eastern Africa about 200,000 years ago. Some members migrated out of Africa by 50,000 years ago to populate Asia, Australia, Europe and eventually the Americas. During this period, geographic barriers separated humanity into several major groups, largely along continental lines, which GREATLY REDUCED gene flow among them. Geographic and cultural barriers also existed within major groups, although to lesser degrees.[…] Given these geographically differentiated polymorphisms, it is possible to group humans on the basis of their genetic make-up. Such grouping largely confirms historical separation of global populations by geography. Indeed, a person's major geographic group identity can be assigned with near certainty on the basis of his or her DNA alone.” E por fim Miguel, não é um argumento meu mas de CIENTISTAS.

    dukrai

    15 de março de 2012 às 17h05

    afffffffffe, adolfinho, haja ctrllC/V e pregação racista

    Lu_Witovisk

    17 de março de 2012 às 07h30

    Nossa cara, vc pega pesado demais. Pinçar artigo por pinçar vc tb faz… fala serio. Nazi mesmo credo.

    douglas da mata

    11 de março de 2012 às 11h58

    Eu nem vou entrar no debate sobre a peça em si, porque já coloquei minha opinião em comentário separado.

    Mas vamos ao outro ponto: O que há de mal em associar uma profissão a uma cor de pele, se isto for comprovado pelas estatística?

    Essa "negação" mudaria o fato de que há profissões e salários melhores para brancos e outras, piores, para negros, pardos e mulheres?

    Porque negar o óbvio, alimenta, de sinal trocado, a negativa dos brancos da elite que negam que os negros sejam a maioria dos presos e dos mortos por letalidade violenta.

    Então, quando é para defender o direito(o que eu acho justíssimo)pode, e quando é para fazer uma constatação qualquer que não esteja vinculada a causas que se consideram nobres, não pode?

    Quer dizer que se eu falar que a maioria dos jogadores milionários no futebol brasileiro, ou do basquete estadunidense são pretos eu os estou ofendendo?

    O problema não é que a maioria de pretos ou brancos ocupem esta ou aquela profissão.

    O problema é como enxergamos esta ou aquela profissão(dizemos que não temos nada contra a profissão de segurança, por exemplo, mas consideramos ofensiva a associação, que paradoxo não?), o papel (legitimação) que destinamos a elas, a enorme diferença de rendimentos entre uma e outras, conferindo maior ou menos status entre elas, e enfim, a pouca mobilidade social permitida a ocupantes de cargos considerados menos importantes.

    O resto é blá, blá, blá.

    Gerson Carneiro

    11 de março de 2012 às 14h07

    Você não entendeu o que escrevi. Vou repetir a parte mais importante: a maioria absoluta dos seguranças é de cor de pele escura, fator este resultante de uma disfunção da sociedade.

    E isso não é uma negação. Não se trata de esconder esse fato. O comercial está usando esse fato de forma pejorativa. Ou você acha que não seria pejorativo comparar você a um vidro de azeite?

    "O problema não é que a maioria de pretos ou brancos ocupem esta ou aquela profissão."

    Então qual é o sentido das cotas para negros nas universidades?

    Óbvio que há problema nesse fato também.

    douglas da mata

    12 de março de 2012 às 13h56

    Gerson, caro Gerson, você que parece que não entendeu o que escrevi, e pelo jeito, nosso pequeno debate tende a ficar interditado.

    É justamente isto o que mencionei: As cotas, que são a redução simplista do que chamamos de políticas afirmativas são reconhecimentos de que o corte de raça remete a injustiça no acesso a oportunidades, ou em uma metáfora ruim que utilizo:

    Pedem a um branco e a um negro que cortem duas árvores de mesma espessura, dando ao negro o canivete e ao branco a motosserra, e querem os mesmos resultados. Não dá.

    O que eu disse, é que este reconhecimento também serve para dizer que esta ou aquela profissão é praticada mais por esta ou aquela cor de pele. PONTO. Não há nada de injusto ou injurioso em associar uma cor de pele a uma profissão, ou a uma manifestação cultural. Ora, o samba é branco? O blues é branco? O jazz de qual "cor" que é?

    Então fica meio esquizofrênico. Uma hora pode, outra não pode.

    Sentir-se injuriado racialmente por ser associado a profissão por este reconhecimento público é que cheira a paranoia.

    De um lado porque desvaloriza a profissão em si (mais do que ela já desvalorizada por quem contrata) e por tentar dar uma implicação racista onde não existe, pois: se os seguranças são, na maioria negros, e protegem os ricos(você já viu segurança protegendo pobre?)nada demais há na escolha da agência, pelo menos, nada a ser censurado.

    Agora, se gostamos ou não, e vamos comprar ou não, aí é azar (ou sorte) deles.

    Mas veja, enfim, que o anúncio, como disse lá embaixo, não menciona "o" segurança como escuro, mas o fato de que o vidro escuro(como as das películas nos carros) substitui "o" profissional da segurança.

    Esta mensagem também poderia ser usada, como você disse com o artigo "a", para substituir a qualidade de estar seguro.

    FrancoAtirador

    11 de março de 2012 às 15h32

    .
    .
    Pior é que o crime foi premeditado.

    A agência de propaganda, obviamente "azeitada" pela própria empresa fabricante,

    direcionou intencionalmente o anúncio do produto a um público rico, branco e racista.
    .
    .

Norberto

10 de março de 2012 às 00h39

Ao meu ver, a empresa deveria estar a frente do tempo e mudar a campanha independente da decisao do conar sendo favoravel ou contra, a não ser que ela queira investir numa campanha racista. Bom, independente de qualquer decisão, eu a partir desse fato deixo de consumir produtos dessa empresa.

Responder

    Joao Barbosa

    11 de março de 2012 às 20h10

    A solução é simples Norberto…

    Toda vez que você for ao supermercado e passar pela prateleira onde vende azeite, finja que está anlisando este lindo produto e "desrosquei-e" uns 5 vidros de azeite e deixe-os lá semi-abertos…

    Não se preocupe com o prejuízo do supermercado, pois:

    1- absorverá este produto na fabricação de seus quitutes internos (bolos, pães e patissarias)
    2- irá notificar o fabricante, que os vidros de azeite estão "vindo com problemas" e até que o defeito seja resolvido, não comprará mais o produto.

    O fabricante, então, entenderá o recado…

    No mundo capitalista só existe uma forma de mandar o recado: tem que doer no bolso.

    Pequenas travessuras, grandes impactos!!!


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.