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Collor: “Mais uma tentativa de manipulação da opinião pública”


22/05/2012 - 15h10

por Luiz Carlos Azenha 

No site da TV Senado, o vídeo aparentemente deu problema.

Por isso, capturamos o áudio de outro discurso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em que ele denuncia “mais uma tentativa de manipulação da opinião pública” e compara a revista Veja a uma máquina caça-níqueis.

Clique abaixo para ouvir:

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Veja também:

O primeiro discurso de Collor sobre a revista

A arapuca de Cachoeira para Valdomiro Diniz

Paulo Teixeira: Quadrilha de Cachoeira dominava Goiás

 

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109 comentários

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CPI está sendo usada como parte da estratégia de defesa da quadrilha de Cachoeira « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de maio de 2012 às 16h51

[…] Collor: “Mais uma tentativa de manipulação da opinião pública” […]

Responder

Julio Silveira

23 de maio de 2012 às 14h07

Prezado Leadro, apesar dele ser afiliado da Globo, não devemos desperdiçar, por isso, uma oportunidade que ele dá, não importa as motivações, que nos beneficiam. Pior seria nã haver nenhuma contundencia nas criticas, ou voce defende o Cachoeira e seu grupo.

Responder

Guilherme Scalzilli

23 de maio de 2012 às 13h33

Cascata

Ao contrário do que se diz, é fácil prever o resultado de uma CPI como a do Cachoeira. Basta somar os diferentes vetores conflitantes, pesando as forças das representações e seus elos diretos ou indiretos com os assuntos abordados. No caso específico, essa dinâmica tende a zero.

Os adversários de Sérgio Cabral, Demóstenes Torres, Marconi Perillo e Agnelo Queiroz (aqui inclusos alguns inimigos da Copa do Mundo) apostam nas punições dos respectivos desafetos, mas não se incomodariam em abandonar o projeto pela absolvição dos próprios aliados. A oposição vê na Delta um atalho para demolir a imagem empreendedora do governo Dilma. O Planalto responde acenando com a esquecida Privataria Tucana. Todos brincam de guerrear, enquanto os bodes expiatórios são preparados para o sacrifício no momento oportuno.

Parte do PT quer iluminar os bastidores nebulosos do escândalo midiático em torno do chamado “mensalão”, para refrear a ideologização dos votos no STF. Quanto mais aposta nos questionamentos ao procurador-geral Roberto Gurgel, no entanto, mais atiça o corporativismo e o senso de autonomia do Judiciário. Que, por sua vez, possui diversos instrumentos persuasivos contra a exaltação eventual de deputados e senadores.

Outra ala da esquerda luta para atingir o tal Policarpo Jr e a Veja, seu panfleto reacionário, criando precedente para elucidar os abusos da imprensa corporativa nos últimos anos. Mas a blogosfera está redondamente enganada se pensa que os nobres congressistas abraçarão uma cruzada brancaleônica pela “murdochização” de Roberto Civita. A mídia graúda sabe o que está em jogo ali e mostra que não poupará esforços para desmoralizar os trabalhos da Comissão caso ela afronte certos limites. E, convenhamos, é bem fácil desmoralizar nossos egrégios representantes.

Faltam poucos meses para o período eleitoral sepultar de vez a CPI e as expectativas que ela criou. Algo que seus protagonistas aceitarão com um suspiro aliviado e a certeza do dever cumprido.

http://guilhermescalzilli.blogspot.com.br/

Responder

Marcelo de Matos

23 de maio de 2012 às 13h17

Estão falando em “blogosfera progressista”, mas, já se sabe que não há como definir isso. Onde há intelectual há divergência e na blogosfera elas são mais comuns que os pontos de convergência. Se formos ver bem Edu, Azenha, Rodrigo e Miguel do Rosário podem ter opiniões em comum, mas, os pontos de divergência também são notórios. Há blogueiro “progressita” que detesta Collor; que o aceita em termos; há os que adoram Aécio, embora não o confessem; há os que só admiram Brizola Neto e Erundina; há os sentam o pau no PT. Enfim, tem de tudo.

Responder

Antônio

23 de maio de 2012 às 13h05

Um cara comete um crime e é condenado. Se a pena é branda, de quem é a culpa: do condenado, dos juízes que o condenaram, ou da sociedade que o elegeu presidente de um país decadente, porque governado pelos meios de comunicação comprometidos e beneficiários de um esquema generalizado de corrupção? Não se esqueçam que foi a Globo que elegeu o caçador de marajás. Depois do cumprimento da pena, o cara volta ao Legislativo através do voto popular. Isto significa que pelo menos a população de Alagoas resolveu dar mais uma oportunidade ao cidadão (sim, agora o cara é um cidadão; ele cumpriu a pena, lembram-se?).
Então o cara tem o direito de falar como qualquer outro parlamentar, não é não, minha gente? Ou será que uma vez culpado, para sempre condenado?

Se o Policarpo Júnior for condenado a 10 anos de reclusão (é com isto que eu sonho), uma vez cumprida a pena ele poderá voltar à atividade jornalística na revista Veja. Ou não? Uma vez condenado, para sempre culpado? Ou o cumprimento da pena não redime, pelo menos em tese, o criminoso? Mas o Maluf e o Serra precisam cumprir suas penas primeiro para depois me pedirem votos. Eu não votaria no Collor, mas pelo menos ele já foi julgado e cumpriu sua pena. Aguardo ansiosamente a condenação dos dois primeiros citados.

Responder

Rodrigo Leme

23 de maio de 2012 às 11h30

Luis Carlos Azenha citando Collor como referência. Quantas voltas esse Brasil dá, principalmente à esquerda…

Então, a lista de queridos dos “progressistas” inclui:

– Renan Calheiros
– José Sarney
– Fernando Collor

É um bom time. Dá jogo.

Responder

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 12h17

    Podemos mudar os adversários também, por que não? FHC, Serra, Arrudão, Demóstenes, Marconi Perillo. Seria o maior brasileirão político da história desse país.

    Vlad

    23 de maio de 2012 às 13h23

    É a versão blogosférica e oportunista do “vc é nosso e nós somos teu”.

Alexandro Rodrigues

23 de maio de 2012 às 10h10

Os blogs progressistas se transformaram num grande circo. O malabarismo usado por Azenha, PHA, Rodrigo Vianna e similares para explicar a repentina conversão ao “collorismo” é vergonhosa.

Gostaria de ver a mídia golpista destruída. Gostaria de ver Policarpo e Civita na cadeia. Gostaria de ver a privataria desmantelada. Mas quem aqui acredita que o PT moverá uma palha para que todos esses passos aconteçam?

A grande função desta CPMI é salvar a pele de Dirceu e a da cúpula do PT paulista. Não sei se o mensalão existiu, mas com ou sem mensalão minha vida está melhor com o PT no poder do que com os tucanos. Por isso, desde que comecei votar, nunca votei e nunca votarei no PSDB. Agora isso não me transforma automaticamente num robozinho muito bem pago com dinheiro de publicidade da Caixa Econômica Federal como PHA. Isso não me transforma num funcionário de uma “lavanderia política” onde conhecidos vagabundos de nossa republiqueta como Collor se redimem e se transformam no herói dos progressistas.

Me desculpe Azenha, reconheço seu blog como um dos mais democráticos e plurais que existem. No do PHA qualquer comentário avesso à sua opinião é sumariamente deletado, mas o papel a que você e os outros (ditos!) progressistas estão se prestando é vergonhoso! Por mais “desejo de sangue golpista” que eu tenha, eu nunca aplaudirei alguém como Collor…

Responder

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 10h41

    É imprescindível a distância temporal para se enxergar os fatos com maior clareza. Os jovens que morreram que morreram nas escaramuças contra Getúlio Vargas, se vivos fossem, teriam a mesma opinião? Getúlio foi um ditador, mas, o próprio Luís Carlos Prestes, líder comunista, ao sair do presídio resolveu apoiá-lo porque ele representava o setor mais progressista da sociedade àquela época. Não se trata de transformar Collor em herói, mas, simplesmente reconhecer que, como disse Lula em Paris, ele “fez o que todos fazem”. O dia que caixa dois eleitoral for considerado crime muita coisa vai mudar em nossa política. Ou para tudo e começa do zero, com financiamento público de campanha e outros penduricalhos. Se, no julgamento do “mensalão”, o STF considerar que caixa dois é crime nós vamos conversar de novo. Então não iremos mais demonizar só o Collor, mas, o PT, o PSDB, o DEM e até os tão poupados partidos nanicos, da esquerda à direita.

    Alexandro Rodrigues

    23 de maio de 2012 às 12h57

    Marcelo, eu poderia enxergar algum sinal de coerência na sua argumentação se não me tivesse causado espanto o seu malabarismo (semelhante ao utilizado pelos membros do Barão de Itararé para justificar a “beatificação” de Collor) ao comparar Getúlio Vargas com o almofadinha das Alagoas…

    O momento histórico da ditadura getulista era totalmente diferente da era collorida de “caça aos marajás”. E aqui cabe lembrar que grande parte do time de descontentes com Vargas estavam lotados em São Paulo e temiam a perda de protagonismo da “província” e da elite paulista nos destinos do país. A história é engraçada, é cíclica, parece que estamos vivendo o mesmo momento nos dias atuais…

    Ademais, o projeto de nação de Getúlio, mesmo o Getúlio ditador, de nada se compara com a republiqueta submissa que Collor começou a implantar e que culminou na ascenção de FHC. Ditador ou não, é no mínimo esdrúxulo comparar o homem que iniciou o processo de industrialização do país, que criou a Petrobrás, que criou a legislação trabalhista com o calango pré-fabricado para desbancar Brizola e o Sapo Barbudo nas eleições de 1989 (pois eles não tinham outra opção, estavam desesperados…)

    As atitudes atuais de Collor não o redimem Marcelo. Vá as Alagoas, tão arrasada pelas oligarquias, e veja o mal que este vagabundo é capaz de fazer. E justamente as forças que poderiam combater essa gente, se aliam a ele num jogo sujo de “uma mão lava a outra”. Eu quero mais é que Collor ataque a Veja e aproveite e abra o bico e conte todas as tramóias elaboradas em 1989 pelas quadrilhas familiares da mídia nacional que o adotaram e que culminaram na sua vitória. Mas de novo, a pergunta que não quer calar: onde está a voz do PT atancando com todos os pingos nos “is” a Veja, sem medo de ser feliz? E falo de uma voz estridente, não de deputados do baixo clero como Fernando Ferro. Porque Lula não incendeia a nação diante de algo que eles acreditam ter sido crime? A resposta meu caro é que o PT que quer acabar com a Veja (e com razão!) tem teto de vidro, há uma “delta” no meio do caminho…

    Mas que é engraçado este momento que vivemos, isso é. Quem diria, 20 anos depois, os progressistas ouvem o clamor do almofadinha das Alagoas… Meu povo, não me deixem só!

    Bonifa

    23 de maio de 2012 às 10h42

    Fale por você, seja claro e defenda com coragem seu ponto de vista. Não venha com um bordado sofista tentando disseminar confusão.

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 11h25

    Então, vou dar mais uns pontos nesse bordado: Delúbio Soares disse à Heloísa Helena, na CPI do mensalão, que o dinheiro que financiou as campanhas petistas foi o mesmo que financiou as campanhas da ex-senadora alagoana. Heloísa ficou irada, mas, não pode dizer mais nada.

    Bonifa

    23 de maio de 2012 às 12h50

    Não falei com o Marcelo e sim com o Alexandre.

    Antonio Lyra Filho

    23 de maio de 2012 às 11h41

    Ter publicidade do governo é ter obrigação de um defender.

    O Globo, Veja Folha, Estadão e TV Globo também têm, mas usam seus espaços
    para divulgar as informações repassadas por Cachoeira a Policarpo Jr.

    Como fica agora o seu comentário.

    Beto Lima

    23 de maio de 2012 às 14h21

    O Collor está defenestrando a VEJA assim como a Veja fez com ele quando ele teve que jogar o Boné.

    Briginha pessoal., o resto é Teatrinho………

    Rafael

    23 de maio de 2012 às 17h28

    Vergonhoso é esse preconceito “de torcida de futebol” estigmatizante que não deixa uma pessoa de tão prolixa verve entender que o senador Collor de Alagoas disse uma tremenda verdade sobre essa quadrilha que mistura negócios lucrativos de dinheiro com golpes políticos, da qual a Veja é uma das principais atuantes e que é preciso sim trazer o Policarpo (e talvez o Civita) para explicar esses 10 anos de sociedade. Eu nunca fui collorido na política, mas esta proposta do senador Collor eu apoio integralmente. Eu não vi o Azenha apoiar outras atitudes de Collor além dessa tentativa de esclarecer o papel da mídia golpista.
    O que todos devem estar curiosos pra saber do Alexandro não é se ele gosta ou apoia o Collor, mas sim, simplesmente: ele acha que devemos deixar o Collor sozinho nessa proposta, ou devemos apoiá-lo nessa proposta?

    Alexandro Rodrigues

    24 de maio de 2012 às 09h14

    A resposta Marcelo é sim, quero a investigação da mídia! Estou esperando a senadora que votei em 2010, Marta Suplicy, se manifestar. Estou esperando o principal líder político do país em quem votei 3 vezes, Lula, partir pra cima, sem medo do teto de vidro de sua turma. Estou esperando a presidenta que ajudei a eleger, Dilma, assumir a necessidade de uma legislação de regulação da mídia nacional, de medidas para descentralizar o poder da informação no país como uma TV Pública de qualidade e alcance nacional, e uma rede de banda larga condizente com o tamanho e potencial do país, tudo isso claro passando pela urgente sumária demissão do incompentente que ela colocou na pasta responsável por viabilizar estas ações. Respondido?

    Agora todo esse meu desejo, que eu tenho certeza que não vai ser atendido pois o PT está jogando pra platéia, não me impede de achar vergonhoso sim a beatificação de Collor por aqueles que a 20 anos atrás foram as ruas (e com razão! eu se tivesse idade para tal na época também teria ido…) para tirá-lo do poder!

Delano

23 de maio de 2012 às 10h04

http://www.youtube.com/watch?v=F6VCbJHtzdc

Cade o marco regulatório das comunicações , cade o poder judiciário para punir os abusos desses jornalistas e de seus patrões, que permitem uma coisa dessas ?

Responder

Marcelo de Matos

23 de maio de 2012 às 09h58

Fui um dos que, de cara limpa, foram às passeatas dos “caras pintadas” contra Collor. Hoje, não iria. Lula afirmou em Paris, durante a crise do mensalão, que o PT “fez o que todos faziam”. PC Farias foi demonizado pelo PIG, mas, não fez nada diferente do que fizeram os “mensaleiros” mineiros ou brasilienses. Collor não inventou a roda. Dizem que em seu governo houve um desvio de 2 bilhões de dólares, mas, a CPI do Banestado, no governo FHC, investigou um desvio de 30 bilhões de dólares e tudo acabou em pizza. O historiador tucano Marco Antônio Villa fica irado em seus comentários na TV Cultura, dizendo que Collor não tem hombridade para atacar a Veja. Entendo que ele tem todo o direito e até o dever de fazê-lo. E tem mais: a retenção da poupança foi uma medida de coragem de sua ministra da fazenda Zélia Cardoso. Collor havia convidado para o cargo os garotos prodígio Pérsio Arida e Daniel Dantas, sendo que ambos declinaram o convite, ou seja, não tiveram coragem de fazer o que era imprescindível naquele momento.

Responder

Mardones Ferreira

23 de maio de 2012 às 09h42

K K K

Palavra de bandido só é útil quando é fonte do PIG.

Responder

jandui

23 de maio de 2012 às 09h23

Collor, nota 10!!!

Lição prática: aprendendo como o mundo é redondo e dá voltas, muitas voltas…

Responder

Eduardo Guimarães

23 de maio de 2012 às 01h39

Antes de nos atirarmos a desqualifcar quem diz, reflitamos sobre o quê diz; antes de nos perdermos no prazer ou no desprazer que tais palavras nos causam, reflitamos sobre como, nesta vida, nunca se sabe como será o dia de amanhã, o que deveria fazer com que, se fôssemos sábios, refletíssemos que fenômenos como o de termos em Collor hoje um defensor do mesmo que defendemos ou um inimigo do mesmo que combatemos, ao menos em parte, denota que nossas certezas não valem um tostão furado diante da dinâmica da vida.

Responder

    Paulo

    23 de maio de 2012 às 08h05

    Willian

    23 de maio de 2012 às 09h12

    Foi bonito, Eduardo. Seria lindo se estas palavras fossem ditas sobre alguém que falasse algo que você NÃO concordasse. Blogueiro progressista defender quem ataca a Veja, mesmo sendo quem é, é meio que chover no molhado, né? No dia em que FHC, Serra, Aécio, oU qualquer tucano ou adversário do PT falar algo que você não concorde, e você nos brindar com estas sábias palavras, aí sim lhe darei os parabéns. Deixo com você uma frase de uma pessoa que, com certeza, você conhece:

    “A liberdade apenas para os partidários do governo, apenas para os membros do partido, por muitos que sejam, não é liberdade. A liberdade é sempre a liberdade para o que pensa diferente”.

    Bonifa

    23 de maio de 2012 às 10h53

    Você está falando sobre coerência. A verdadeira coer~encia está em saber onde se quer chegar. Está em saber mudar de caminho para atingir mais facilmente os objetivos. A coerência de permanecer no mesmo caminho, sem observar as mudanças de tempo, é cabeçadurismo primitivo que pode levar a nada ou a desastres.

    paulo roberto

    23 de maio de 2012 às 13h14

    Eu gostaria de ver vc, “Sir” Willian, elogiando as palavras de alguém de que vc discorde ou, pelo menos, assumindo que do lado do seu time, digo, partido, também há corrupção.

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 09h33

    Mais uma vez meus parabéns pelo comentário, Edu. Você falou e disse.

    Pedro Soto

    23 de maio de 2012 às 13h45

    Desde ontem não estou conseguindo acessar o seu blog.

will

23 de maio de 2012 às 00h51

A direita não acreditava que um dia o PT chegaria ao poder.
Achava que o PT jamais teria recurso financeiro suficiente para uma campanha eleitoral vitoriosa.
A direita sempre soube que o PT fazia caixa dois, como ela (direita) sempre fez.
Mas a direita achava que o PT jamais conseguiria volume de recursos suficiente
para uma campanha eleitoral vitoriosa. Achava que o PT
não iria muito além da captação de recursos junto a entidades sindicais
e a alguns poucos empresários ou segmentos empresariais “exóticos”, “desgarrados” do esquemão direitista reinante. Mas o PT surpreendeu.
Os operadores financeiros do PT (com ou sem o conhecimento de Lula)
foram eficientes na ampliação do “caixa dois”
(“recursos não contabilizados”, como prefere dizer Delúbio Soares).
Para ampliar suas fontes e formas de arrecadação,
o PT utilizou, inclusive, um esquema que já estava pronto, montadinho,
o chamado “Valerioduto”, cuja origem tem a marca tucana.
O PT entrou de cabeça no esquema de caixa dois e venceu a eleição.
A direita então gritou pega ladrão. Era preciso convencer o povo que o PT
havia roubado o poder. Não se tratava de acusar por acusar.
A denúncia do “maior esquema de corrupção de todos os tempos”
tinha objetivo (não-declarado, mas indisfarçável)
de criar as condições para o impeachment de Lula.
Lula precisava ser afastado do poder a todo custo.
Foi colocado em andamento o golpe de que fala Lula.
Caixa dois não seria suficiente para justificar o que a direita tinha em mente.
A farsa do mensalão veio a calhar.

Responder

    Paciente

    23 de maio de 2012 às 08h44

    Will,

    análise nota 10! Historicamente, este será o conceito do Mensalão.

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 09h38

    Complementando seu comentário, o nome real do mensalão deveria ser valerioduto, porque nada mais é que uma réplica do esquema montado em Minas por Clésio Andrade e Eduardo Azeredo que, se não me falha a memória, foram sócios da SMBP, ou coisa assim, empresa de Marcos Valério. E tem mais: como o valerioduto mineiro é mais antigo deveria ser julgado antes, para evitar a prescrição. Acontece que não há pressão do PIG para que isso aconteça. A Globo manda o acadêmico Merval Pereira à casa do ministro Lewandowski para saber se ele está estudando o processo. Há uma cobrança diária com relação ao “mensalão” petista e nenhuma cobrança quanto ao mineiro.

Simonebh

22 de maio de 2012 às 23h25

O Primeiro Collor foi forjado e imposto pela mídia com a campanha contra os “marajás” e os funcionários públicos, naquela época, uma atitude tão odiosa quanto à que FHC teve quando chamou os aposentados de vagabundos. Collor fez muita bobagem, demonstrou incapacidade para governar e acabou sendo destituído pela mesma mídia que o colocou no governo.
O Segundo Collor é o atual acusador desta mesma mídia: sabe melhor que ninguém como desvendar e mostrar as tramas e as trapaças da veja e o fio por onde ela se liga à (in)justiça, neste caso representada pelo PGJ Gurgel. Parabenizo e agradeço a este Segundo Collor pela firmeza, coragem e clareza de suas colocações na CPMI.

Responder

    Clodoveu Santos

    23 de maio de 2012 às 08h27

    O primeiro, a que você se refere, foi tão manipulado como nós mesmos. Por essa mídia que não tem compromisso nenhum com o Brasil. Apanhou de nós mesmos, os chamados “caras-pintadas alienados”. Agora nós estamos aprendendo aos poucos e o agora senador Collor quer um reencontro com o passado.

    Paulo

    23 de maio de 2012 às 08h57

    Me parece que Sérgio Cabral, amigão do Vaccarezza, também trata funcionários públicos como vagabundos!

Karla Costa - Visconde do Rio Branco MG

22 de maio de 2012 às 22h48

É triste assistir a um senhor no auge de seus 77 anos e com o histórico profissional da grandeza do doutor Márcio Thomaz Bastos ser, merecidamente, eu digo e repito, merecidamente, ser esculachado em cadeia nacional pelos deputados e senadores na sessão da CPMI que tentou arguir o bicheiro Cachoeira.

Há que se registrar que alguns parlamentares foram brilhantes na ironia e na provocação ao doutor Márcio e endosso as palavras de outro blogonauta no Conversa Afiada: “doutor Márcio, o senhor não precisa desse tipo de cliente!”.

Responder

    Marcelo de Matos

    23 de maio de 2012 às 09h32

    Karla, esse “blogonauta” vive em outro mundo. Nenhum, ouça bem, “nenhum” advogado recusa cliente marginal ou corrupto. Mesmo porque são eles que têm mais dinheiro para pagar os honorários. O dia que você me apontar um advogado que recusa clientes nós voltamos a conversar. Por enquanto, por que não parar contra essa trepação contra o Dr. Márcio só porque é petista?

    Bonifa

    23 de maio de 2012 às 09h53

    Duro mesmo é vermos o trabalho minucioso de anos de dedicação de um Ministério Público e de uma Polícia Federal republicanos, de repente ameaçado de anulação pela pesquisa microscópica do pincinê dourado de um advogado de luxo.

    Strupicio

    23 de maio de 2012 às 11h34

    se advogado fosse para defender inocentes só precisaríamos de uns 2 ou 3 para todo o Brasil…e nem iam trabalhar muito.

CARLOS MOREIRA-MACEIÓ/AL

22 de maio de 2012 às 21h08

Melhor um Collor , do que varios PTistas, acovaradados, com as calças se borrando com medo do PIG!!!!!!!

O Collor, sabe o que está fazendo, ele já foi do lado de lá…Lembrem-se o Collor renunciou e foi mesmo assim, cassado, pelo PIG!!!!!!!! Tiveram medo do Collor voltar, por isso cassaram seu mandador por mais de 10 anos… e voltaria por cima, tenham certesa!!!!!!! Mais como o Tempo é o senhor da razão, es que chegou a hora do COLLOR, ajudar a desmascarar essa mídia que patrocina o que lhes convem, desde que não seja um TRABALHADOR METALURGICO, E SEM ESTUDO….PREFEREM UMA PRIVATISTA TUCANO!!!!!!!!

CPMI da Veja já!!!!!
CPI da PRIVATARIA TUCANA JÁ!!!!!!
LEI DE MÍDIAS, pra não sermos manipulados mais uma vez pelo PIG!!!!!
OS caras PINTADAS , sabem bem o que estou falando !!!!!!!!!!

Responder

    Clodoveu Santos

    23 de maio de 2012 às 08h35

    Você tem toda razão no que fala. Mas o que me incomoda é o fato de o PT saber quem é e o mal que representa essa mídia para si mesmo e não aproveitar o momento para desmascará-la. Ninguém faz amizade com cobra…

Eudes HermanoTravassos

22 de maio de 2012 às 20h20

Que está sendo divertido ver PTralhas defendendo o Collor, isto está, não acha? hahahhahahaa

Eu não acho que os PETISTAS, estão defendendo Collor. Collor,, quando Presidente,malverssarou e por isso, foi investigado, cassado e, pelo menos,políticamente, ele pagou.Ficou 15 anos sem os seus diretos políticos, lembra?
Reconhecer que umm réu foi julgado e pagou a pena pelo seu erro é defender? Não acho!
Collor, aliás, passará para a história como um homem que errou e pagou pelo seu erro, enquanto Serra passará para história como o ministro que meteu a mão em R$30.000,000,00 públicos(PRIVATARIA TUCANA) e, ao que parece, nada o acontecerá.

Responder

    Luiz Cláudio Ribeiro

    23 de maio de 2012 às 00h06

    Faço um desafio aos petistas, ao Lula, à Dilma etc.: por que não revogam o decreto presidencial que esconde as informações de Estado consideradas secretas, confidenciais, sigilosas, entre as quais a chamada ‘privataria’? No final do mandato do FHC, o Lula e as respectivas damas se encontraram no Palácio da Alvorada para jantar… Um dos primeiros atos do Lula foi prorrogar o tempo de ‘ocultação’ de inúmeras informações e documentos classificados como secretos, sigilosos, confidenciais etc., entre os quais tudo o que diz respeito ao processo de privatização da era FHC. Gostaria muito de ter acesso para provar documentalmente os desvios e tentar, se isto ainda for possível, punir os culpados. Aliás, não é muito estranho o PT e a CUT que sempre bateram de frente contra a privatização e denunciaram um monte de corrupção e agora não faz nada para apurar. Recebi um e-mail que está circulando pela web cuja mensagem compara o PT atual a um pardal… Aparentemente, vão adotar esta ave como símbolo de agora em diante…

    Gil Rocha

    23 de maio de 2012 às 00h35

    Mas não tem um livro por aí
    cheio de provas chamado Privataria
    Tucana?Será que eu tô enganado?

    Paulo

    23 de maio de 2012 às 10h13

    O Collor é realmente a vanguarda do pensamento sobre o direito de acesso à informação.

    http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5434990-EI7896,00-Senado+rejeita+proposta+de+Collor+para+sigilo+eterno+de+documentos.html

    De tão esquerdista que ele é, a próxima dupla para presidência do Brasil talvez seja: Lula e Collor. Só não me arrisco a prever quem será o vice.

    luis castro

    23 de maio de 2012 às 11h16

    Entendo que não interessa tanto saber de onde parte a indignação com o PIG. Mesmo que tardiamente, como no caso do COLLOR DE MELLO, o que realmente interessa é que hj ele detem mandato de senador, eleito democraticamente após 10 anos de exilio politico e sabe o que já penou por conta da mesma midia que forçou a barra na manipulação de informações e o elegeu Presidente em 1990. Já que nem no PT podemos confiar, pois demonstra claramente que não quer investicação coisa nenhuma, pelo menos o discurso do Collor serve de alento. Desanimado estou porque poderiamos ver passado a limpo todas essas falcatruas, roubalheiras, juristas comprados, editores vendidos etc.. Mas fazer o que, caras pálidas, parece que são todos farinha do mesmo saco!! ÉnTÃO… dá-lhe COLLOR.

José Antônio

22 de maio de 2012 às 20h11

Acho que o Collor de alguma forma está se redimindo perante a opinião pública, do mal que ele causou à sociedade brasileira, quando se deixou manipular por essa mesma rede de interesses que ele hoje denuncia. De qualquer forma ele está prestando um grande serviço à sociedade brasileira, ao desmascarar a grande imprensa. Abaixo o PIG e seus asseclas. Viva a democracia.

Responder

    Fabio Passos

    22 de maio de 2012 às 22h27

    Collor está mandando ver.
    É assim que a população quer que o PIG seja tratado. Que o bom exemplo seja seguido.
    Todo político que enfrenta o PIG tem mérito e será reconhecido pela população.

    O PIG é a organização mais corrupta do Brasil. São o atraso.

Francisco

22 de maio de 2012 às 20h07

Quem já leu “Chatô” de Fernando Morais sabe: não há nada de novo na mídia brasileira.

Criar dificuldades, para vender facilidades.

Resumo da ópera: se o PT fosse mensaleiro mesmo, pagava o mensalão da Veja (e esse é o problema…) e tava tuuuuudo bem!

Pergunte para o Cerra se nõ funciona assim!

Quem paga é dono!!!

Responder

Antônio

22 de maio de 2012 às 19h48

Minha gente, o comentário mais equilibrado dos anteriores é o do Péricles.

O Collor só foi cassado porque não tinha base parlamentar para sustentá-lo. E ele nunca foi inocente. Mas se tivesse a imprensa e uma base parlamentar numerosa, ele teria sido inocentado.

O julgamento ou a absolvição política não quer saber quem é culpado ou inocente. É um julgamento que aposta nos seus objetivos e que se estrepe a vítima, se ela for inocente.

É o caso de A Privataria Tucana. Alguém duvida do Amaury? E a família do Serra continua numa boa e talvez nunca seja julgada.

Alguém acredita no julgamento da Globo sobre a bolinha de papel que atingiu a careca do Serra? E a Globo, junto com o Molina, insistem nesta farsa até hoje, com a maior cara de pau. O julgamento da bolinha de papel pela Globo também foi um julgamento político, contra a inteligência nacional.

Alguém acredita no chamado “mensalão” do Roberto Jefferson (RJ), que recentemente disse que o “mensalão” nunca existiu? Por que a imprensa acreditou em RJ
quando ele denunciou o “mensalão” e não considerou o seu desmentido? Todo mundo sabe, inclusive os jornalistas do PIG, que o que houve foi caixa 2. E porque eles insistem e pressionam juízes da Suprema Corte para julgarem tal farsa, como se tivesse havido a compra de votos pelo governo para aprovar os seus projetos.

No julgamento político, é o grito que ganha a parada. E a verdade que se arrombe.

Responder

Gustavo Pamplona

22 de maio de 2012 às 19h43

“Integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes da Câmara apresentaram nesta terça-feira (22) dois requerimentos para convidar a apresentadora Maria da Graça Meneghel, a Xuxa, para prestar depoimento ao colegiado”

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/05/deputados-querem-ouvir-xuxa-em-comissao-sobre-abuso-sexual.html

Será que é verdade o depoimento? Analisando que esta Xuxa aí não passa de um fracassada. Seria sexual? Já que até para ter uma filha teve que arrumar um marido de aluguel, o tal do Luciano Szafir.

Hmmmm… vejamos…

Apresentadora… sofrível… tão sofrível que se não fosse um pitaco outro dia da Fabíola Reipert (Sim! Eu leio a Reipert! E me divirto! =D ) lá do R7 falando que o programa dela nas manhãs de sábado da Globo sempre cortavam quando tinha alguma transmissão esportiva e isto era quase todo o sábado até que mudaram o programa dela para a parte da tarde e pararam com isto.

Atriz… idem, cantora… idem, modelo… idem.

Logo, logo do jeito que o PORCO é, vai falar que a CPI do Cachoeira e esta outra aí acima são a mesma coisa… bom… vocês já sabem como são especialistas em manipular…

No começo fizeram o possível para fingir que a CPI do Cachoeira é contra o governo, inclusive até lembro uma cena do “Grampinho”… o tal do ACM Neto bradando e dizendo que “nós vamos investigar tudo” além do cara de pau (seria pau para toda obra?) do Álvaro Dias do PSDB falando as besteiras de sempre.

E até tiveram a cara de pau (o tal do Ari Peixoto da Globo) em falar que o governo queria a presidência e a relatoria da CPMI para justamente controlar a comissão.

—-
Desde Jun/2007 sofrendo com apresentadoras sexualmente fracassadas no “Vi o Mundo”! ;-)
PORCO = Partido de Oligarcas Represenantes de Capitalistas Opressores
(PIG)

Responder

    Gustavo Pamplona

    22 de maio de 2012 às 22h18

    Não complementei direito isto aqui…

    O lance todo é ver parlamentares perderem tempo com uma mulher “vazia” que se deixou rebaixar a este ponto (já que pode ter sido tudo combinado) é que é produto exclusivamente de uma mídia corrupta.

    Além do mais… ao que tudo indica cujo “depoimento” foi usado para diminuir a audiência (será que devemos confiar no GLOBOPE mesmo?) do concorrente direto, no caso o Domingo Espetacular que novamente atacou a Veja.

    Gustavo Pamplona

    23 de maio de 2012 às 14h44

    Vocês viram? O PHA falou do caso da Xuxa! E eu também! hahahhahaa

dhiego

22 de maio de 2012 às 19h28

Santo Deus, Azenha!!!! Que gente burra! Podes até não publicar este comentário, em virtude dos xingamentos. Mas cá pra nós, que pensamento tacanha deste povo! Partidarizando um assunto que está acima de tendências políticas É o futuro da república que está em jogo. Ou esta gente quer que a veja produza mais quantos Collor’s e Padim Pade Cerra’s da vida? Abraço, força na caminhada.

Responder

Regina Braga

22 de maio de 2012 às 19h07

Collor é a melhor pessoa pra falar.Conhece o esquema,foi criado pelo pig e destronado pelo pig.Fale mesmo senador…mostre que o pig é um golpismo só.

Responder

lulipe

22 de maio de 2012 às 19h05

Ainda perguntam como um político que foi defenestrado da presidência, consegue ser eleito Senador!Aqui têm vários comentaristas que dariam o voto a ele sem pestanejar.E viva o Brasil!Collor paladino da moral e da ética!!!

Responder

    jones

    22 de maio de 2012 às 23h47

    O Collor com todos os seus defeitos ainda é melhor que o Serra, ídolo do Lulipe.

    Gil Rocha

    23 de maio de 2012 às 00h43

    É melhor mas o Serra nunca
    ficou inelegível.
    Mas a inversão de valores está
    tão comum, que nada me surpreende.

    paulo roberto

    23 de maio de 2012 às 13h25

    Por que será, Gil, que o Serra nunca ficou enlegível? Será porque a justiça de SP é séria e não tem envolvimento com a “elite”?

Fabio Passos

22 de maio de 2012 às 18h58

Caramba. O Collor tá detonando com os pilantras da revista veja.

Sabendo que tem razão e que a população aplaude… o Collor vai continuar batendo na #VejaBandida indefinidamente.

Responder

    lulipe

    22 de maio de 2012 às 22h17

    Que população, caro Fabio???Você acha que alguém se preocupa com as declarações do Collor? Prefiro o bizarro depoimento da Xuxa, chamou mais a atenção e ainda alavancou a audiência da Globo!!!

    paulo roberto

    23 de maio de 2012 às 13h28

    Preferir o depoimento da Xuxa e aplaudir a audiência da Globo. Lulipe, vc, tal qual o Serra, é mesmo um “jênio”. Quanto discernimento!

Luciano Mello

22 de maio de 2012 às 18h48

Azenha, ao pesquisar achei três coincidências interessantes no ano de 2009 (ano pré-eleitoral), segue abaixo:

1-Mensalão do DEM:
O caso estourou em novembro de 2009, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora.

2-Interceptações demonstram suposto esquema de ‘caixa 2′ envolvendo senador José Agripino (Atual Presidente Nacional do DEM):
A Procuradoria-Geral da República (PGR) promoveu o arquivamento do processo (em 2009) que tratava dos vídeos do escândalo ocorrido a partir de 2006, segundo a PGR por falta de indícios incriminatórios. (Será que não existia mesmo?)

3-Caso da Operação Vegas
Em 2009 vem à tona a relação do contraventor Cachoeira com o senador guardião da moralidade Demóstenes Torres (ex-líder do DEM), também, de maneira coincidente foi “quase” arquivado (pois ficou paralisado) em 2009, após a PF entregar o relatório final da Operação à PGR.

Três coincidências em ano (2009) pré-eleitoral, né???

Ai fica a pergunta:

Será que o Engavetador Geral tinha medo que isso trouxesse prejuízos ao DEM e demais partidos de oposição ao governo federal??? A série de escândalos não poderia provocar o efeito cascata e enfraquecer ainda mais a oposição ou até mesmo a extinção de alguns partidos, a exemplo do DEM, que teve vários de seus filiados saindo do partido…

Será que se essas 3 investigações aparecessem na mídia naquela época (período próximo das eleições de 2010) não iria provocar prejuízos e seqüelas irreparáveis nos partidos de oposição (PPS/DEM/PSDB) e mudar o quadro político atual?

Responder

E. S. Fernandes

22 de maio de 2012 às 18h40

Dane-se a origem política do Collor.
Seu governo, todos sabemos, pavimentou o estrago neoliberal do fhc. Esta foi a pior desgraça feita por Collor: amamentou, ninou, fez papinha, etc à década da vergoha, do cerra, da privataria, etc.
Contudo, todos tem direito a buscar se redimir; penso que o Collor precise de umas dez cpis destas para começar a ganhar o meu respeito.
Mas se ele esquerdou; outros tantos endireitaram.
É direito dele.
Por isto, só por isto, eu o parabenizo!
Mas ainda não tem o meu perdão.

Responder

Francy Granjeiro

22 de maio de 2012 às 18h17

Bravo, bravíssimo Collor como ninguém,austero autêntico sem meias palavras
Isso mesmo Pedro Soto, o pig morre de medo do Collor do Roberto Requião….

Responder

Paulo Monteiro

22 de maio de 2012 às 18h01

Agora se essa CPMI não der em nada…o Collor e nóis tamo ferrado!!

Responder

Pedro Soto

22 de maio de 2012 às 17h34

Collor é o único que vai direto ao ponto:

Essa CPMI só tem duas razões de ser:
1)Investigar o relacionamento mídia/criminalidade
2)Investigar a omissão do Procurador Geral da República na questão acima.

O resto é conversa mole para boi dormir.
DÁ-LHE, COLLOR! FALOU E DISSE SÓ O QUE PRECISAVA SER DITO.

Responder

    Luís CPPrudente

    22 de maio de 2012 às 18h09

    A CPMI tem que exigir explicações do brindeiro Gurgel. Tem que convocar a revista Veja Bandida e o seu funcionário Poli.

    Quando será que a CPMI vai se debruçar sobre as atividades da Delta em São Paulo?

frank

22 de maio de 2012 às 17h29

É Azenha, abriram a jaula dos trolls e eles vieram fazer coro contra o color. A Veja colocar contraventores em reportagens como testemunhas pode, colocar o Demostenes como palafino da ética pode, agora que o povo e o PT estão querendo dar voz a um Senador picareta, mal ou bem eleito pelo povo, sem com isto legitima-lo como exemplo de boa conduta, vem um povinho querendo calá-lo. É o mesmo povo que invemta robos e insetos contra si mesmo.

Responder

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h52

    Pô frank, mas quanto povo
    tem no Brasil não?

LUIZ FORTALEZA

22 de maio de 2012 às 17h24

COLLOR Tá mais esquerdista do que os próprios esquerdistas.

Responder

Maria

22 de maio de 2012 às 17h19

Nunca pensei que um dia concordaria com Collor. Ele foi perfeito no seu comentário. Podem dizer o que quiserem mas a população brasileira não é obtusa e já faz tempo que percebe a manipulação de parte da imprensa. Pior não é só a Veja, globo,folha e outros fazem parte da turma.Tá na hora de se investigar direitinho essas empresas.
Para aproveitar o embalo – além da ética de alguns meios de comunicação, confesso que hoje assistindo a transmissão da CPI, lamentei que Márcio Tomás Bastos estivesse defendendo um Cachoeira da vida. Sabemos que todo criminoso tem direito a defesa, mas um ex-ministro da justiça assumindo esse papelé de doer na alma. Triste, muito triste..e assim a ética,o pudor ficam cada dia mais fragilizados.

Responder

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h28

    Mas Maria.
    Ficou triste com o Thomaz Bastos
    fazendo o trabalho dele.
    E ficou alegre com o Collor defendendo
    a verdade e transparência?
    As vezes eu acho que estou no mundo da fantasia.

    Felipe

    22 de maio de 2012 às 17h40

    Sai dessa, Gil. Não adianta perder seu tempo aqui. abs.,

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h55

    Mas Felipe, é bom argumentar.
    O que mais se vê aqui é reclamação
    de que a mídia golpista distorce,
    mente, aumenta, inventa e etc.
    Bem, parece que isso acontece no geral
    não é?

Paulo

22 de maio de 2012 às 17h10

Não alimente um troll! No caso, Collor!

Responder

Gil Rocha

22 de maio de 2012 às 17h02

Mas não é uma beleza?
Até o Collor virou progressista.
Falou em Dossiês, esqueceu o Cayman
que ele morreu com uma grana preta.
E no final das contas, o dossiê serviu
para bloco de anotações.
Também afirma que Policarpo Jr. teve participação
na CPI da Loterj em 2004, o que não é verdade.
Policarpo foi convidado a dar depoimento no Conselho
de Ética da Câmara dos deputados em 2005.
E que história é essa de defender o Cachoeira?
Que eu saiba Cachoeira nunca foi deputado.
Em um conselho de ética dos deputados, de que o Cachoeira
estava sendo acusado?
Por acaso não estava sendo julgado o deputado André Luiz,
que resolveu chantagear e ganhar uma graninha fácil?
E por isso foi cassado.
Ele esqueceu de falar nas 200 ligações entre Policarpo e o
Cachoeira.
O Nassif já baixou para 47…

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    22 de maio de 2012 às 17h07

    Que medo do Collor, hein? Foi postar o áudio e baixou o que parece até ser uma torcida organizada…

    Paulo

    22 de maio de 2012 às 17h16

    Entreviste o Maluf e o questione sobre a mídia, inclusive a progressista! Muito provavelmente ele tenha a mesma opinião de Collor!

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h25

    Porque medo?
    Afinal eu escrevi alguma mentira?
    Collor está sendo usado, ele não percebeu
    ainda porque já conhecemos a peça.
    Quando fica raivoso não raciocina direito.
    O PT precisa ser elogiado nesta, conseguiram
    um aliado para dizerem o que gostariam mas não
    tem coragem.
    Já que tudo que existe contra a revista é quase nada.
    Muito espertos, o serviço pesado fica pro Collorido.
    E no caso da coisa não mudar até o fim da CPMI, Collor
    volta ao devido anonimato.

    Pedro Soto

    22 de maio de 2012 às 17h41

    Collor, ao contrário de muito governista, não está nem aí pra mídia.
    Bota pra quebrar, que eles é que se borram de medo, Collor!

    Pedro Soto

    22 de maio de 2012 às 17h44

    Ô Gil, se não tem quase nada contra a revista, porque que o tal de Policarpo não vai lá se explicar? Quem não deve não teme.

    dhiego

    22 de maio de 2012 às 19h19

    Pois é, Azenha. Parece que quem falha em algum momento perde o direito de dizer algumas verdades. Collor não se transformará, da noite para o dia, no arauto da boa conduta moral, sem dúvida. O cara é Senador e goza de todos seus direitos civis, tanto quanto qualquer um de nós. Antes lutar ao lado do Collor nesta trincheira comum (talvez a única) a passar a fazer coro com a mídia moralista, que montou e desmontou o mesmo Collor quando quis. Deixem o homem prestar um serviço à história do nosso Brasil. A questão da mídia golpista é ponto nevrálgico capaz de abalar os alicerces da república. Espero, de verdade, que todos os sujeitos que foram espoliados por veja e assemelhados tomem a mesma postura combativa. Entre Collor e mídia nativa, a segunda é seguramente a mais nociva.

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 19h24

    Se explicar sobre o que Pedro?

    Péricles

    22 de maio de 2012 às 18h18

    Sobre sua resposta lá embaixo, Caro Gil. O Collor renunciou sim. Eu estava lá. Vi ao vivo. E isto só corrobora o que eu disse, porque ainda assim o Congresso cassou o seu mandato. O circo foi tão grande que até o Roberto Campos apareceu em cadeira de rodas para votar pela cassação. Havia que se cassar alguém. Então, meu caro Gil, o Collor renunciou sim, se não estou enganado, através de um bilhete escrito à mão. Mas o congresso fez questão de votar sua cassação. Deu um tiro de misericórdia em um defunto. Se és mais velho que eu já viste muita coisa assemelhada por aí. Se não és já leste. Um abraço.

    Gil Rocha

    23 de maio de 2012 às 00h49

    Pois é, todo este tempo ele
    foi um injustiçado.
    Já que é aliado do governo,
    podiam criar uma chapa Lula
    presidente e Collor de vice.
    Que tais?

    paulo roberto

    23 de maio de 2012 às 13h37

    Não adianta, Pércles. o Gil (assim como um tal de “eunãosabia” que anda sumido aqui do blog) encara a política como futebol. Não tem discernimento, é como o torcedor fanático que só consegue ver um lado da questão e por pior que esteja o time, continua torcendo e defendendo a camisa e quando o time perde de goleada, coloca a culpa no juiz. O pobre diabo ainda não entendeu que corrupção não tem partido.

Ricardo

22 de maio de 2012 às 17h00

Azenha, audios são melhores que videos para ser usado em noticias! Carregam mais rápido (e a internet ainda não é das melhores em boa parte do país) nao têm bloqueadores (como youtube que as empresas bloqueam o acesso para seus trabalhadores) e são mais leves. Poderia colocá-los de um modo que desse para fazer download. Acho que muitas pessoas gostariam de guardar esse tipo de informação.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    22 de maio de 2012 às 17h04

    Se você usa o Firefox e baixou o download helper, clique com o botão direito do mouse depois de colocar o áudio para rodar e baixe a mídia para o seu computador!

Ricardo

22 de maio de 2012 às 16h41

Impoluto patriota! Injustamente impedido devido à campanha caluniosa da mídia bandida. Agora pergunto: quem pagará o prejuizo causado ao povo brasileiro pelo longo e injusto ostracismo a que foi condenado este monumento da ética pública?

Responder

Willian

22 de maio de 2012 às 16h39

É lindo demais ver a ressureição da respeitabilidade de Collor pelas mãos, ora, ora, da blogosfera progressista. Isto só confirma duas característica do PT e, por extenção, da blogosfera, que sempre me foram claras:

1. Para o PT, o inimigo de meu inimigo é sempre meu amigo;
2. Por pior que seja a pessoa, do momento em que ela esteja do lado do PT, ou que sirva aos seus propósitos, automaticamente a lavanderia de reputação é acionada. E como lava mais branco, meu Deus.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    22 de maio de 2012 às 16h57

    Collor é senador eleito. Tem o direito de falar. Ou só a Veja tem?

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h11

    Está mais do que certo Azenha.
    Agora, porque será que os petistas
    da CPMI não fazem o mesmo discurso?
    Na minha opinião o Collor está sendo
    bem ingênuo.
    Ele virou boi de piranha e quando perceber,
    já vai ser tarde demais.
    Fica a dica.

    Gustavo Pamplona

    22 de maio de 2012 às 17h12

    Mas cá para nós… Azenha…

    Que está sendo divertido ver PTralhas defendendo o Collor, isto está, não acha? hahahhahahaa

    —-
    Desde Jun/2007 vendo PTralhas defendendo Collor’s no “Vi o Mundo”! ;-)

    Ricardo

    22 de maio de 2012 às 17h13

    Elle tem o direito de falar mas você não tem o dever de fazer coro grego, ou tem?

    jose manoel

    22 de maio de 2012 às 17h16

    Azenha, a sua resposta mais parece de torcida de petista, não acrescenta nada, somente mostra seu lado

    Luiz Carlos Azenha

    22 de maio de 2012 às 17h18

    Jose Manoel, este é o seu primeiro comentário no site, né? De repente, vc caiu do céu para comentar aqui…

    Luiz Carlos Azenha

    22 de maio de 2012 às 17h21

    Ricardo, você também é novo no site, né? Fez dois comentários, os dois neste texto. Outro que caiu do céu!

    Willian

    22 de maio de 2012 às 20h04

    Tem, aliás, sempre teve. Mas que é engraçado como as coisa mudam, é.
    Como dizem, o mundo gira e a Lusitana roda…rs

    1989 – Veja e Collor se unem contra o PT.
    1992 – Veja e PT se unem contra Collor.
    2012 PT e Collor se unem contra Veja.

    P.S. 1989 e 1992 a Veja ganhou a parada.

    Marcos Jansen

    22 de maio de 2012 às 17h15

    Tivesse o Dep. Bolsonaro algo a dizer que esclarecesse algo sobre o assunto, a ele eu daria atenção, sem problema algum. De todos os políticos que tem votos que o levaram ao CN não abrirei mão de nenhum para tanto (esclarecer algo com a verdade). Qualquer um que tenha algo a dizer deve ser ouvido.

    Péricles

    22 de maio de 2012 às 17h30

    O Collor não é menos digno de respeito do que José Sarney, Jader barbalho, ACM, Álvaro Dias ou Tasso Jereissati. Ou mesmo da maioria das moscas que pousam neste grande bolo que é a República Federativa do Brasil. Ele foi cassado por corrupção por não ter base para sustentá-lo. Não pela corrupção em si, que foi apenas um mote utilizado pelos poderosos que desagradou. A CPI da corrupção do governo Sarney foi arquivada porque este sim manda e desmanda nesta República. É bom não confundir cassação com justiça. Não estou dizendo aqui que agora Collor é mais honesto que o Senador Torres, mas ele já cumpriu sua pena e sua cassação foi uma farsa, como aliás todas as demais. No mensalão, todos os réus confessos, exceto um meio azarado foram absolvidos. Contra o Zé dirceu nunca foi apresentada qualquer prova e ele foi cassado. Cassação é um expediente que até aqui tem sido utilizado indebida e covardemente pelo Congresso nacional.

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 17h50

    Amigo, o Collor renunciou.

    Ricardo JC

    22 de maio de 2012 às 20h39

    Quem falou em lavanderia de reputação? Lavanderia é com o Serra (e não é de reputação…). O que leio aqui é que, apesar de tudo que aconteceu, devemos escutar o que ele tem para dizer e julgar se é importante. Ou a liberdade de expressão vale apenas para a Veja, como aliás alegou o Azenha? A mais velha das armas dos autoritários é tentar desmentir o que alguém diz através da desqualificação de sua pessoa. Analise e veja (sem trocadilho) se é de fato relevante ou não e faça o seu julgamento. Outros também o farão…

    will

    23 de maio de 2012 às 01h07

    do oiapoque ao chuí, vcs são minoria !
    fora psdb! fora globo! fora abril ! fora pig!

Paulo

22 de maio de 2012 às 16h12

Aonde a insanidade desta polarização partidária sem ideais, e da sua associação amoral e aética com seus âncoras midiáticas, todos em busca do poder, nos levou?

Ter que ouvir ou usar os argumentos críticos a uma mídia arcáica, emitidos por Collor, fruto desta mesma mídia que nos brindou com este marajá “caçador de marajás”, para afirmar a pluralidade de uma internet inovadora, seria algo impensável há alguns anos.

A minha impressão é que estamos andando acelerados de ré para o “futuro”!

Responder

lulipe

22 de maio de 2012 às 16h00

Não é ele que disse que tinha “aquilo roxo” e foi escurraçado do cargo de presidente após algumas matérias da veja???

Responder

LEANDRO

22 de maio de 2012 às 15h59

Esse Collor….a família dele é dona da TV Gazeta, afiliada a rede Globo. Que moral tem alguem que confiscou a poupança de todo um povo e não fez nada para posar de moralista?

Responder

    Julio Silveira

    23 de maio de 2012 às 09h31

    O passado deve servir para aprendizados. Mas não podemos nos apropriar dele para autoritariamente negar esse aprendizado aos outros. O que serve para nós pode servir ou ter servido para ele. Negar isso é não só ignorancia como desumanidade. É como marcar a ferro ou mutilar para dizer que aquele ser é incorrigivel. Eu não concordo com isso.

    LEANDRO

    23 de maio de 2012 às 09h47

    Não é o passado, é o presente. Ele ainda é afiliado a rede Globo e faz esse teatro todo.


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