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As muitas mortes do MST (na mídia)


18/09/2011 - 15h39

por Luiz Carlos Azenha

A reforma agrária morreu nas páginas da CartaCapital. O MST morreu nas páginas da IstoÉ. E morre diariamente nas páginas do Estadão.

Segue a resposta assinada pela direção nacional do Movimento dos Sem Terra à reportagem de capa da revista, publicada neste fim-de-semana:

O fim da ética da IstoÉ, a revista que vende reportagens por quilo

18 de setembro de 2011

A revista IstoÉ publica na capa da edição desta semana um boné do MST bem velho e surrado, sob terras forradas de pedregulhos.

Decreta na capa “O fim do MST”, que teria perdido a base de trabalhadores rurais e apoio da sociedade.

Premissa errada, abordagem errada e conclusões erradas.

A mentira

A IstoÉ informa a seus leitores que há 3.579 famílias acampadas no Brasil, das quais somente 1.204 seriam do MST.

A revista mente ou equivoca-se fragorosamente. E a partir disso dá uma capa de revista.

Segundo a revista, o número de acampamentos do MST caiu nos últimos 10 anos. E teria chegado a apenas 1.204 famílias acampadas, em nove acampamentos em todo o país.

Temos atualmente mais de 60 mil famílias acampadas em 24 estados.

Levantamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aponta que há 156 mil famílias acampadas no país, somando todos os movimentos que lutam pela democratização da terra.

A revista tentou dar um tom de credibilidade com as visitas a uma região do Rio Grande do Sul, onde nasceu o Movimento, e ao Pontal do Paranapanema, em São Paulo.

Se contassem apenas os acampados nessas duas regiões, chegariam a um número bem maior do que divulgou.

A reportagem poderia também ter ido à Bahia, por exemplo, onde há mais de 20 mil famílias acampadas que organizamos.

O repórter teve oportunidade de receber esses esclarecimentos e até a lista de acampamentos pelo país.

Mas não quis ou não fez questão, porque se negou a mandar as perguntas por e-mail para o nosso setor de comunicação.

Outra forma seria perguntar para o Incra ou pesquisar no cadastro do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Tampouco isso a IstoÉ fez.

Se foi um erro, além de incompetente, a direção da IstoÉ é irresponsável ao amplificá-lo na capa da revista.

Se não foi um erro, há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia, como escreveu William Shakespeare.

O desvio

A IstoÉ se notabilizou nos últimos tempos nos meios jornalísticos como uma revista venal. A revista é do tipo “pagou, levou”. Tanto é que tem o apelido de “QuantoÉ”.

Governos, empresas, partidos, entidades de classe, igrejas (vejam a capa da semana anterior) compram matérias e capas da revista. E pagam por quilo, pelo “peso” da matéria.

A matéria da IstoÉ não é fruto de um trabalho jornalístico, mas de interesses de setores que são contra os movimentos sociais e a Reforma Agrária.

Não é de se impressionar uma vez que a revista abandonou qualquer compromisso com jornalismo sério com credibilidade, virando um “ativo” para especuladores.

Nelson Tanure e Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, banqueiro marcado por casos de corrupção, disputaram a compra da revista em 2007.

Com o que esses tipos têm compromisso? Com o dinheiro deles.

Reação do latifúndio

A matéria é uma reação à nossa jornada de lutas de agosto.

Foram mobilizados mais de 50 mil trabalhadores rurais, em 20 estados.

Um acampamento em Brasília, com 4 mil trabalhadores rurais, fez mobilizações durante uma semana e ocupou o Ministério da Fazenda para cobrar medidas para avançar a Reforma Agrária.

A jornada foi vitoriosa e demonstrou a representatividade social e a solidez das nossas reivindicações na luta pela Reforma Agrária.

O governo dobrou o orçamento para a desapropriação de terras para assentar 20 mil famílias até o final do ano, liberou o orçamento para cursos para trabalhadores Sem Terra, anunciou a criação de um programa de alfabetização e a criação de um programa de agroindústrias.

Interesses foram contrariados e se articularam para atacar o nosso Movimento e a Reforma Agrária. Para isso, usam a imprensa venal para alcançar seus objetivos.

Os resultados da jornada e a reação do latifúndio do agronegócio, por meio de uma revista, apenas confirmam que o MST é forte e representa uma resistência à transformação do Brasil numa plataforma transnacional de produção de matéria-prima para exportação e à contaminação das lavouras brasileiras pela utilização excessiva de agrotóxicos.

A luta vai continuar até a realização da Reforma Agrária e a consolidação de um novo modelo agrícola, baseado em pequenas e médias propriedades, no desenvolvimento do meio rural, na produção de alimentos para o povo brasileiro sem agrotóxicos por meio da agroecologia.

Veja também:

Ouça ou leia entrevista do Viomundo com João Pedro Stédile

A pesquisadora que descobriu venenos no leite materno

O documentário de Silvio Tendler sobre agrotóxicos

O imperdível documentário Comida S/A

Wanderlei Pignati: A água contaminada que você bebe

Raquel Rigotto: A herança maldita do agronegócio

Kaline Fávero: As doenças respiratórias e os agrotóxicos

Amaury Ribeiro Jr.: Os Privatas do Caribe

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43 comentários

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JOSE DANTAS

24 de setembro de 2011 às 15h39

Não tenho me preocupado com o que divulga ou deixa de divulgar a grande mídia, até porque inexiste a obrigação de comprar suas revistas e jornais. Agora, l56 mil famílias acampadas com que recursos? Experimentem fazer um piquenique com 10 pessoas no próximo final de semana e anotem a despesa centavo por centavo para saber por quanto fica. Enquanto isso, não se divulga quantas mil famílias sobrevivem catando papelão nas ruas em condições subumanas porém sem usar um único centavo de quem quer que seja. Para essas pessoas, que nem gente são consideradas pela própria sociedade, apesar de votarem, não existe benefício nenhum. O sujeito cata o lixo e quando chega a noite e se encontra longe da família dorme dentro da própria carroça como forma de manter a propriedade e ganha pão. Está mais do que na hora de se criar o MSN – Movimento dos Sem Nada, com direito inclusive a ministério em função do número de beneficiários.

Responder

FrancoAtirador

19 de setembro de 2011 às 20h23

.
.
Ainda que os jagunços dos coronéis

e os capangas dos latifundiários

e as revistas semanais das oligarquias

assassinem todos os trabalhadores sem-terra

o ideal do MST não morrerá:

A SOCIALIZAÇÃO DA PROPRIEDADE DA TERRA.

VIVA O MST!

REFORMA AGRÁRIA, JÁ !
.
.

Responder

    JOSE DANTAS

    25 de setembro de 2011 às 10h08

    Claro que não morrerá, mesmo porque "de graça" até injeção na testa vai bem.

Augusto

19 de setembro de 2011 às 18h52

O MST tem o meu apoio. Que se faça a reforma agrária (tenho poucas esperanças que a Dilma faça algo… mas mesmo assim…)! O MST é um dos poucos que fala da realidade que acontece nas fazendas e no campo. A mídia encobre tudo sobre os agrotóxicos (o que os jornais dizem que são são "defensivos").
A Istoé é o q é… forma parte do PIG e eu só tenho informações pela internet mesmo…

Responder

Luiz Moreira

19 de setembro de 2011 às 18h43

EU NãO SABIA! ESTÁ AGORA SABENDO? O que será que ele sabe? Recebeu uma visita da OIA!
O HOME virou RUDITO. Leu o manual de tortura da CIA. E Deve agora, para variar, ler sobre a invasão dos EUA pelas tropas vietnamitas e os bombardeios da Força Aérea Vietnamita sobre o território americano. E sobre asGuerras do Ópio, com o bombardeamento dos juncos ingleses pelos chineses. É a chamada CURTURA.

Responder

Luiz Fernando

19 de setembro de 2011 às 18h09

QuantoÉ? kkkkkkkkk …. muito boa essa …

Aliás, esse apelido deveria ser da maioria dos grandes órgãos de imprensa do Brasil.

Os interessados chegam lá e perguntam: quero detonar uns inimigos. QuantoÉ??? kkkkkkkkkkk

Responder

Vlad

19 de setembro de 2011 às 16h54

A propósito, Cristovam Buarque tocou no ponto nevrálgico que pode ter inviabilizado de vez a reforma agrária: o fim dos latifúndios improdutivos a reboque do alto preço das commodities.
Aliás, vou por o link para o texto completo, que considero muito oportuno, pela questão agrária e pelas outras:
http://www.cristovam.com.br/portal2/index.php?opt

Responder

    oalfinete

    19 de setembro de 2011 às 17h34

    O preço das commodities é um argumento fraco (como muitos do Cristóvam). A luta pela terra no Brasil perdeu um pouco o bonde da história e, hoje, ela se justifica por outras questões. Verdadeiramente no país nunca foi dado um passo real para reforma agrária nenhuma.

    Como eu havia escrito em outra mensagem, a questão da terra no Brasil é muito séria. Para se ter uma ideia, aqui se tornou bandeira de partido de esquerda! Digo isso porque em certos lugares é pauta de teórico de direita, visto que reforma agrária por si é a multiplicação da propriedade privada no campo.

    Enquanto isso é chicote no lombo do burro.

Vinícius

19 de setembro de 2011 às 16h43

Nojento!

Mas não é PIG. E aí?

Responder

claudete

19 de setembro de 2011 às 14h45

É tipico de quem não tem argumentos sólidos a respeito do assunto publicar inverdades e geralmente estas inverdades são as que uma parte da sociedade quer ouvir ou ler.
Nossa midia de plantão ao se dar ao trabalho de publicar inverdades não contribui em nada para um debate sério e racional sobre o assunto. Temos o direito de concordar ou não do assunto. Discordar por discordar é facil agora, discordar e ter argumentos que convalidem esta discordância é outra coisa

Responder

cidadã

19 de setembro de 2011 às 13h46

.

"O governo dobrou o orçamento para a desapropriação de terras para assentar 20 mil famílias até o final do ano, liberou o orçamento para cursos para trabalhadores"

Isso é o que mais importa. Não se pode estancar a história e o feudalismo não é sustentável.
http://www.youtube.com/watch?v=y1RZKVwzWQE

.

.

Responder

Gersier

19 de setembro de 2011 às 13h44

"Mas não quis ou não fez questão," Desde quando o PIG faz questão de divulgar os fatos como eles são? O PIG mente dos dois lados.Mentem pra proteger quem lhes enche as burras com grana do contribuite,demos e tucanóides e mentem contra o Governo Federal,claro por motívos mais que óbvios.Portanto só mesmo idiotas pe que ainda os levam a sério. Falando nisso estava eu hoje cedo na casa de uma amiga que pesquisa sobre culinária,quando ouvi a Ana Maria Braga mostrando fatos negativos da saúde pública. O interessante é que parece que em São Paulo nada do que foi mostrado acontece.Em São Paulo e em Minas,a saúde é nota "DÉS" de descaramento,de desastroso,de desapiedado,de desairoso. O PIG que também é nota "DÉS" de desacreditado, só fala mesmo para os seus,aqueles menos de cinco por cento que acreditam no cerra,no fgagac,no malafáia, no saci perêrê,ops esse não,(é afrodescendente, o que eles detestam),na mula sem cabeça,etc.

Responder

Regina Braga

19 de setembro de 2011 às 10h28

Um dos movimentos mais legítimos do País,só pode despertar ira dos conservadores.Bem ou Mal ,continuam sempre cobrando ações do Governo e denunciando o agronegócios.. Enquanto houver o MST,sei que estamos no rumo certo.

Responder

Bruno

19 de setembro de 2011 às 09h15

A IstoÉ era linda quando era útil, na época da eleição da Dilma. Agora, virou inimiga. Ah, o jornalismo de conveniências…

Responder

    Samyra

    19 de setembro de 2011 às 14h26

    Não entendo essa cobrança de lealdade cega a jornalistas e canais midiáticos, sejam eles quais forem. "Amigos" ou "inimigos", suas premissas nunca são dissociadas de princípios políticos, ideológicos, morais e éticos (talvez um pouco menos desses últimos) de seus jornalistas ou donos. O critério de neutralidade, a meu ver, por ter um stauts ilusório de idoneidade, esconde mais subjetividades do que qualquer outro.

    Não sei porque os leitores não pode usar dos mesmos critérios para acolher ou não uma reportagem.

    Klaus

    19 de setembro de 2011 às 15h01

    Bruno, a IstoÉ que fazia reportagens sobre o Paulo Preto e sobre o aborto da mulher do Serra era a boa, era a "nossa IstoÉ". Era chamada de um contrponto à Veja e à Época, junto com a CartaCapital. Esta é a IstoÉ do PIG.

carmen silvia

19 de setembro de 2011 às 03h36

Qual o interesse da revista em afirmar em matéria de capa a derrocada do MST.Ninguém chuta cachorro morto,eles sabem que o movimento é um dos maiores do mundo,tem simpatizantes sérios espalhados em vários países,é um movimento que conta com um contingente enorme de militantes,é um movimento riquissimo em experiências exitosas em várias áreas,bem estruturado,enfim a lista é enorme.

Mesmo com o combate cotidiano contra o MST, esses panfletos da elite ainda não deram conta de extermina-lo,quanto a arranhar a imagem do movimento com essas matérias…bem a cada dia temos que inventar um antídoto pra isso,e nada melhor do que mostrar com trabalho o que efetivamente vem contribuindo a melhoria das condições de vida de muitos brasileiros.

Responder

Duarte

18 de setembro de 2011 às 21h55

Perai, quer dizer que a velha imprensa do país tá igual a parede de banheiro? Virou balcão de negócios.

Responder

Luís

18 de setembro de 2011 às 21h39

IstoÉ fazendo uma reportagem como essa?

Responder

multiplus

18 de setembro de 2011 às 21h12

MST não "morreu" não?

q chato!

mas ainda há esperanças, né!?

Responder

    Vinícius

    19 de setembro de 2011 às 16h46

    Arrã. Se tudo der certo, toda comida que seus netos comerem vão vir de 20 ou 200 produtores/empresas. Comida orgânica, só importada. Câncer comendo solto na zona rural e favelização ainda maior das cidades.

    Isso se os petralhas não acabarem com nossas esperanças.

oalfinete

18 de setembro de 2011 às 20h06

A questão da terra no Brasil consegue reunir todos os setores políticos/econômicos retrógrados, conservadores e aproveitadores.

Talvez seja o único que consigua motivar o ódio, a manipulação e os atos criminosos comuns dos que detém o poder no Brasil.

Aí não interessa se é Globo, Abril, Record ou qualquer outro.

A terra é séria demais.

Responder

Pedro Brasileiro

18 de setembro de 2011 às 19h35

O MST, assim como CUT e UNE, não passa de um movimento que é bancado por dinheiro publico.

Responder

    Samyra

    19 de setembro de 2011 às 14h28

    Bancos, grandes empresas particulares e regalias políticas também. Até onde posso ver, o dinheiro público parece ser para todos.

    Bom, exceto para questões de relativa importância como saúde, moradia, alimentação e educação.

    JOSE DANTAS

    24 de setembro de 2011 às 16h23

    Na verdade quem não estudou em escola pública, tem plano de saúde, jamais precisou de uma cesta básica e possui moradia própria não terá que fazer muito esforço para chegar a essa conclusão a respeito da aplicação do dinheiro público em saúde, moradia, alimentação e educação. Imaginem num País continental, mesmo tudo funcionando precariamente, com superfaturamento, cabides de emprego, corrupção e tudo mais o tamanho da encrenca.

    Marcelo Fraga

    19 de setembro de 2011 às 19h52

    A "grande imprensa" também é, pelas caríssimas campanhas publicitárias governamentais.

    Mas eu nunca ví tucano vindo aqui para reclamar disso.

    Pedro Brasileiro

    19 de setembro de 2011 às 20h49

    Nao sou tucano. Mas CUT, UNE e MST nao servem pra nada. Desviar dinheiro publico para essas entidades é crime!

    Douglas Ciriaco

    19 de setembro de 2011 às 21h56

    Rolou uma CPMI que visava provar que o MST recebia esses tais "desvios" ai, e nada foi provado. Crime é caluniar e difamar por aí, meu caro.

    JOSE DANTAS

    24 de setembro de 2011 às 16h40

    https://www.viomundo.com.br/politica/mst-celebra-c

    O endereço acima mostra um linguajar cujas cifras terminam sempre nos "lhões", sendo que umas começam com "mi" e outras com "bi" e isso tudo é grana, mesmo que na forma de crédito rural cujo retorno é sempre contestado pelos beneficiários, cuja atividade dificilmente gera recursos suficientes para manter o imóvel, a família e liquidar as dívidas.

18 de setembro de 2011 às 19h28

Resta que o cidadão é praticamente obrigado a tomar partido. Uma forma de imposição que nem sempre agrada a determinados grupos. Céticos por exemplo são relegados a uma classe considerada menor. Engels explica essa história muito bem. hehe

Responder

18 de setembro de 2011 às 19h22

Não existe jornalismo isento. Todos , absolutamente todos tem seus interesses.
O máximo que se pode esperar é que haja um equilíbrio. Isenção? Difícil. Quase impossível.
O ser humano não é assim. Como seria capaz de produzir algo que fugiria tanto da sua natureza?

Responder

ADILSON SANTOS

18 de setembro de 2011 às 18h58

Todo Apoio ao MST , que é a unica Organizaçao que conceitua aquilo que a Midia golpista realmente é , sem meias palavras : VENAL .

Os Coliformes Fascistas latem e zurram de acordo com os ditämes de seus Patrões Canalhas , assim como a Midia Corrupta , após receber polpuda contibuiçao De$intere$$ada ataca os movimentos sociais com a hidrofobia que os caracteriza .

Latifundio improdutivo é crime contra a humanidade , pois além de náo produzir nada , exceto especulação , impede que quem queira fazer o faça .

Reforma agrária Já e puniçao exemplar aos que praticam crime contra a humanidade

Responder

Salvador Benevides

18 de setembro de 2011 às 18h18

Agencia Brasil é da Empresa Brasil de Comunicação S.A., foi criada pela Lei Federal 11652 de 2007, é gerida por um conselho e é empresa publica ligada a Presidencia, e tem parceria com duas outras empresas privadas de noticias, uma de Portugal e outra da Argentina. Jornalismo isento é algo que não existe, quem paga manda, quem dá de comer manda fazer. É dificl jornalismo isento num país tão polarizado politicamente, onde qualquer questão é sequestrada por este ou aquele grupo e usada como arma politica. Por não saber quem está com a razão, por ser muito dificil num país grande e complicado vc averiguar as versões, é que muita gente prefere se alienar e estar com quem é mais forte.

Responder

EUNAOSABIA

18 de setembro de 2011 às 18h18

Mas não foi essa revista que agora chamam de "Quantoé" que publicou o dossiê fajuto contra Serra??? e não foi esse dossiê fajuto que vocês trombetearam um tempãocomo sendo verdadeiro?? então, me explica uma coisa manos do progreço, naquele tempo essa revista tinha ""credibilidade""" agora não tem mais???

Só para lembrar que o dossiê fajuto foi desmascarado antes da agora, ""Quantoé""" ir às bancas, e mesmo assim… tome panfletagem….toma corneta… quer dizer… quando é contra seus adversários ela é séria, quando é contra vocês, não?

Responder

Fabio_Passos

18 de setembro de 2011 às 18h07

isto é uma porcaria famosa por vender reportagens…

É lixo do mesmo nível da revista veja.
Leitura para preconceituosos ignorantes.

Responder

    EUNAOSABIA

    18 de setembro de 2011 às 18h51

    A Veja é um lixo que derruba ministros, será que é por isso que ela é um lixo? ou será que quem cai é que é um lixo?

    Samyra

    19 de setembro de 2011 às 14h30

    A Veja é um veículo midiático que merece respeito, mas não aceitação. Especialmente de quem conhece um pouco mais sobre o código de ética jornalística.

    Vinícius

    19 de setembro de 2011 às 16h50

    A Veja é um lixo porque é criminosa, não tem pudores de demonizar ou santificar quem lhe convém, e publica matérias "jornalísticas" sem ter o que comprove suas teses. É uma revista que se permite ser um panfleto, mas não ousa admitir que é um panfleto. Por conta disso tudo, é lixo.

    Mas é oposição, e lixo de oposição é melhor que oposição nenhuma.

    O problema maior nem é o dano injusto que causa ao Gov Federal (quando causam dano justo, por mim beleza). É que a Veja ajuda a assassinar no útero movimentos sociais, pois sufoca eles debaixo de seu travesseiro.

Marcio H Silva

18 de setembro de 2011 às 17h37

Mais um lixo que não leio. Se a Veja fechar, já tem um substituto.

Responder

    Fabio_Passos

    18 de setembro de 2011 às 21h58

    Falou e disse.

    FrancoAtirador

    19 de setembro de 2011 às 20h17

    .
    .
    Na Mosca!

    IstoÉ: no Lixo!
    .
    .

Rasec

18 de setembro de 2011 às 15h59

É incrível como não surge um meio de comunicação que faça jornalismo! Super estranho também é o site da Agência Brasil. Achei que era pública e federal. Pois não é que eles divulgaram com bastante antecedência a Marcha contra a Corrupção do dia sete de setembro! Incrível, por mais de um dia, o tempo todo, chamada para a mobilização. Acho que até perdeu dos outros meios quanto a quantidade de convocações!
É lamentável!

Responder

    EUNAOSABIA

    18 de setembro de 2011 às 17h32

    Sei.


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