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Comida S/A


23/04/2011 - 00h52

por Luiz Carlos Azenha

Numa recente madrugada insone vi, na HBO, o documentário Food, Inc.

Veio ao encontro de tudo o que tenho ruminado a respeito da qualidade da comida que consumimos, carregada de fertilizantes químicos, agrotóxicos, conservantes, hormônios e outros venenos.

Casa perfeitamente com as denúncias que temos publicado a respeito do uso de agrotóxicos no Brasil.

Clique aqui para ler a entrevista com a professora Raquel Rigotto.

E aqui para ler a entrevista com o professor Wanderlei Pignati.

Aqui, para a entrevista com a pesquisadora Danielly Palma, que descobriu veneno no leite materno (ouça clicando aqui).

E aqui para ouvir uma entrevista com João Pedro Stedile, do MST, em que ele trata deste e de outros assuntos.

Como presumo que nem todos tenham visto o documentário estadunidense, ainda, sugiro que vejam (encontrei uma versão com legendas em português no You Tube).

Depois, comam, se forem capazes:

[Clique aqui para ver a segunda parte, no You Tube. A partir daí, é só seguir os links, até a parte 10]

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101 comentários

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Anderson

19 de julho de 2013 às 23h03

Publiquei no youtube este excelente documentário(com legendas embutidas no video), Food. Inc, em março,
e até agora apenas 650 visualizações… divulge, por favor:

http://www.youtube.com/watch?v=T2ttG8XjcQ4

O tema agronegócio é extremamente importante,
creio que merece um link permanente nos blogs progressistas,
e uma ação conjunta para conscientizar a população sobre os crimes que estão atingindo todos nós: ambientais e nosso envenenamento.

E a solução disponível e abandonada pelo governo devido ao criminoso lobby que faz o que quer no congresso: AGROECOLOGIA, ALIMENTOS ORGâNICOS, LIVRES DE VENENOS! Temos uma mídia aberta criminosa, parcira do agronegócio, que não toca neste tema atual, grave! devido a importÃncioa do tema, deveria haver algum dispositivo jurídico(dominado pelos fascistas!)para obrigar a TV aberta a veicular estas informações!

Agroecologia em 1h41″

http://www.youtube.com/watch?v=FpEL21Lr8kk&list=PL93DF5C0A44893ACF

Outro excelente documentario que denuncia os crimes da Monsanto, esclarecedor e aterrador:

O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO

http://www.youtube.com/watch?v=gkQN5gopWSU&list=PL93DF5C0A44893ACF

Abs!
A

ps: voltei aqui para tentar encontrar link de matéria que contava sobre a entrada do agronegócio iternacional na África, através do “agronegócio brasileiro”, uma invasão ao país africano sob uma falsa máscara de um belo elo Brasil / África…terrível! SALVEMOS A ÁFRICA DO BRASIL RURALISTA FASCISTA!
Não encontrei o link desta matéria, qual é mesmo?

Responder

México: País das tortilhas agora é importador de milho « Viomundo – O que você não vê na mídia

26 de agosto de 2012 às 21h47

[…] Assista a este documentário e coma, se for capaz! […]

Responder

flavio cunha

07 de setembro de 2011 às 15h08

Eu faço parte de uma minúscula parcela de agrônomos que não foi influenciado pela Academia, a qual não admite que alguém fale mal de agrotóxicos no seu interior, é incrível como o tempo passa e, nesse sentido, a universidade não evolui. Eu faço a minha parte, como funcionário público de um órgão que deveria fazer educação sanitária(e não faz) e fiscalizar agrotóxicos, dentre outras coisas, estou atualmente fazendo esse trabalho junto à escolas rurais, inclusive com a apresentação do documentário do Tendler para debater.

Responder

    Henrique

    07 de outubro de 2011 às 08h27

    A Academi evoluiu sim caro amigo. Muitas pessoas é que não percebem. Dentro das Universidades, inclusive a minha UFAC, temos muitos professores trabalhando com agroecologia. Muitos alunos estão engajados nestes estudos. A mudança no entanto é lenta, no entanto progressiva.

Brasil de Fato: Ruralista foge de debate na TV | Viomundo - O que você não vê na mídia

07 de setembro de 2011 às 12h42

[…] O imperdível documentário Comida S/A […]

Responder

MST ocupa fazenda grilada pela Cutrale na região de Bauru | Viomundo - O que você não vê na mídia

22 de agosto de 2011 às 14h45

[…] Comida S/A, o veneno bem embalado   […]

Responder

Código Florestal: O debate de alta octanagem na rede | Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de maio de 2011 às 00h01

[…] à degradação ambiental e à própria qualidade dos alimentos produzidos. Já falamos, aqui, do documentário Food Inc., que recomendamos fortemente aos que ainda não assistiram. Não, não se trata de […]

Responder

Fernando

29 de abril de 2011 às 11h32

CTNBIo descumpre decisão e Juíza se manifesta pela segunda vez pelo direito à informação
http://terradedireitos.org.br/linhas/ctnbio-descu

Responder

Gabriel

26 de abril de 2011 às 16h13

Oi!
Hoje o "Comida S/A" será exibido na ESALQ/USP às 16h e às 19h.
O filme é o segundo a ser exibido esse ano com o objetivo de discutir as questões que envolvem a produção alimentar.
A iniciativa é do PET-Ecologia, que há vários anos exibe documentários acompanhado de discussão afim de promover espacos de debate dentro da Escola.

Responder

paulo augusto

26 de abril de 2011 às 16h09

azenha,

acho que pode ser pauta nesse tema:

Lançada campanha nacional permanente contra o uso de agrotóxicos
Raquel Júnia – Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio – EPSJV/Fiocruz
Movimentos sociais e pesquisadores afirmam que é possível e urgente produzir sem venenos que afetam a saúde humana e do meio ambiente

Responder

José Antero Silvério

26 de abril de 2011 às 13h56

Hei! a minha versão do vídeo veio sem a tradução e eu não falo inglês. Quando cliquei no "Fala Comigo", para pedir uma explicação à equipe do Azenha, apareceu a seguinte mensagem:
NÃO FOI POSSÍVEL EXECUTAR ESTA OPERAÇÃO PORQUE O CLIENTE DE e-mail NÃO ESTÁ INSTALADO CORRETAMENTE.
Alguém pode me explicar o qu é isto?
[email protected]

Responder

aldoluiz

25 de abril de 2011 às 20h15

Caro Azenha e você ainda nem viu sobre o "codex alimentarius", chemtrails, haarp, farmáfia e outras barbaridades… Só está levantando a ponta do tapete, prepare-se. Sinto muito, sou grato.

Responder

    Mário SF Alves

    26 de abril de 2011 às 18h18

    Bem observado, aldoluiz. De fato, é só a pontinha do tapete.

operantelivre

25 de abril de 2011 às 18h20

Muito boa a série de vídeos.
Me ajudou a reduzir colesterol e emagrecer.

Responder

monge scéptico

25 de abril de 2011 às 18h03

É de arrepiar os vídeos distribuidos no you tube, a respeito por exemplo, de o macdonalds
é hoje o maior comprador, senão criador, de animais chamados de corte, e de como estes
padecem para ganhar peso rápido, para ao abate e se transformar nas gorduras que enge-
-rimos e nos transformam em balôfos etc, sem nos aditivos químicos agregados.
Tá lá no you tube. Verifique!
Ao que se vê, se a NWO decidir pela depopulation of humans, a comida ,à água vão fatores
importanes, sem falar nas vacinas.
Todas vez que vejo um apresentador de tv perguntar a uma criancinha se já tem namoradin-
-ha ou vice-versa, se pudesse daria um sõco na cara do infeliz, sem aviso. Que mundo estão
querendo construir? Etc etc………………………….

Responder

    Mário SF Alves

    26 de abril de 2011 às 18h20

    Quw mundo? O deles! Quando a barra pesar fogem para o Alaska. Convém verificar. mas, sob gelo os solos costumam ser férteis.

Carlos J. R. Araújo

25 de abril de 2011 às 12h52

Azenha, o problema é quase velho. Há uns vinte anos atrás o Octavio Paz já dizia que "nós (o Ocidente) envenenamos a comida". O diabo é que a coisa piorou e está em nível insuportável e quase irreversível . Estamos mortos por antecipação.

Responder

Valdeci Elias

25 de abril de 2011 às 09h31

Tambem assisti, um documentario do Historychannel, que mostrava habitos da Roma antiga, que provocavam doenças. Como produtos de beleza feitos com chumbo e outros metais pesados. No futuro tambem vão fazer um documentário, sobre nós. Sobre as loucuras que faziamos com o amianto, com agrotoxico, com a radiação.

Responder

JotaCe

24 de abril de 2011 às 23h00

MATOLOGIA (1)
As oportunas matérias sobre agricultura, meio ambiente, e qualidade de vida publicadas neste blogue, e os debates que se seguem, fazem-me pensar a que extremos o uso e abuso de agrotóxicos estão levando o país. Incluo ‘uso’ uma vez que é fato cientifico que esses venenos e os fertilizantes solúveis causam nas plantas as chamadas doenças agricologênicas, em contraposição àquelas denominadas pelos médicos e veterinários, de iatrogênicas, que são as alterações de ordem patológica e de qualquer tipo nos animais e humanos. Como é também fato científico que as doenças agricologênicas induzem os agentes de doenças e a tudo aquilo que chamam erroneamente de ‘pragas’, a atacar preferencialmente os vegetais submetidos aos fatores já mencionados, implicando o uso de mais veneno. Ao que sei, esta verdade não é discutida em profundidade e, quase sempre, sequer referida em nossas escolas de agronomia e naquelas onde milhares de brasileiros buscam sua
(cont.)

Responder

JotaCe

24 de abril de 2011 às 22h58

MATOLOGIA (2)
formação de técnicos agrícolas e ou agropecuários. Mas, nossas escolas, universidades, não esqueceram de copiar e introduzir no Brasil e, como de costume, dos Estados Unidos, a disciplina de
Matologia, lá designada por Weed Science. Seria a ciência das plantas invasoras, que os aficcionados do veneno usualmente traduzem por ciência das ervas daninhas, ou das plantas daninhas, conceituações propositais pra lhes imprimir um sentido malévolo e justificar o combate químico. A matologia começa por se apropriar de um conceito firmado em torno da palavra ‘mato’ desde os primórdios da colonização. O ‘mato’, a ‘brenha’, no caso a maravilhosa floresta, era o habitat dos nativos, donos da terra e que, a partir dela, podiam atacar os invasores. Abrigava feras e com sua sombra, seus mistérios, impunha o medo aos ‘civilizados’ supersticiosos que vinham de Portugal. Era necessário destruir o mato e o fizeram com o facão ou a foice, o machado e o fogo. De instrumentos só usaram os primeiros pois não dispunham de (cont.)

Responder

JotaCe

24 de abril de 2011 às 22h57

MATOLOGIA (3)
eficientes motoserras. Estas eram quase desconhecidas no país até que o seu zumbido anunciasse um programa rural de TV nas manhãs dominicais. A maciça compra que se deu então, serviu de porta de entrada para o sucesso obtido já no século vinte para uma demolição mais rápida da floresta amazônica. Mais até que o resultado do emprego de arboricidas e que, inaugurados na Guerra do Vietnã, foram aqui disfarçadamente utilizados, mesmo que já se soubesse que continham, ou poderiam conter, uma dioxina. E o termo ‘mato’ viajou pelos tempos com a conotação de algo agreste, selvagem e, porque não dizer, sujo. Os terreiros das casas mesmo as mais pobres, não podiam estar sujos, com mato. Na vaidade dos pobres são eles mantidos limpos como as lavouras do agronegócio dos brasileiros ricos e grandes corporações. Sem um arbusto, sem uma árvore de sombra sequer, e na qual um pássaro possa pousar e fazer um ninho. Solo a descoberto em plenos trópicos sujeito à (cont.)

Responder

JotaCe

24 de abril de 2011 às 22h56

MATOLOGIA (4)
ação do sol, do vento, e ao impacto das chuvas, de microvida agonizante. E nesse campo, com a benção das corporações dos agrotóxicos, viceja a matologia. Com outra designação e menos dedicada à aplicação de venenos que os parcos recursos das universidades ajudam a difundir, mais preocupada em verificar e denunciar as causas verdadeiras da ocorrência de plantas invasoras nas grandes plantações do agronegócio, a cátedra da matologia não serviria, como acontece, para sustentá-lo e para divulgar cada vez mais o emprego do veneno que envenena a nossa comida, o solo, as águas, e até o leite materno. É digno de lástima que a inteligência e dedicação dos nossos pesquisadores e professores da área não contem com o apoio, nem com a crítica do governo e da sociedade, para que a pesquisa e o ensino relativos a ervas invasoras, que tanto protegem o solo e a Vida, sejam mais revestidos de sensibilidade social.

JotaCe

Responder

Marcio Aragao

24 de abril de 2011 às 21h26

Assunto interessante esse do Food Inc. Para os que não conhecem, recomendo visita ao blog http://docverdade.blogspot.com/ e a "matéria da capa" é sobre vacinas e Autismo Fabricado nos EUA. Vale a pena conferir e refletir, afinal, temos filhos, sobrinhos etc e quem não faz uso das "milagrosas" vacinas ? Os órgãos que deveriam nos proteger estão subjulgados pelo $$$$. Abraços e boa sessão. Abraço Azenha.

Responder

O_Brasileiro

24 de abril de 2011 às 19h10

Pelo menos lá eles pagam só US$ 1,00 ou US$ 2,00 pelos veneno. Já nós brasileiros…
Quase tudo no Brasil é mais caro do que nos EUA e na Europa, inclusive a comida!

Responder

Sandro

24 de abril de 2011 às 03h02

Azenha, duas coisas importantes.
Porque a Record não passa este importante documentário, assim como aquele que passou na TV Brasil sob título "O dia que durou 21 anos" a respeito do golpe de 64. A grande credibilidade da programação da Record está na sua isenção e poder em divulgar coisas que a mídia não passa. Portanto, a primeira indagação importante é esta e gostaria que vc tentasse influenciar positivamente a emissora neste sentido.
Segundo, gostaria que você, se possível, levantasse os motivos pelos quais houve o bloqueio no youtube das partes 9/10 e 10/10 deste documentário, que tive de procurar assistir em outros idiomas ou através da tradução do próprio youtube que é bem ruinzinha. Se foi uma decisão da Justiça brasileira e com base em que, bem como provocada por quem? Afinal quem determinou o bloqueio, com base em que fundamento e solicitado por quem? São dúvidas importantes e tenho certeza que dá uma excelente matéria investigativa para se passar na Record. Mãos à obra, grande amigo

Responder

Mário SF Alves

24 de abril de 2011 às 00h13

De fato, um belíssimo, arriscado e impresicindível trabalho da jornalista.

Responder

    JotaCe

    24 de abril de 2011 às 14h23

    Concordo contigo, caro Mário SF Alves. É um documentário excelente e que dá uma idéia mais precisa ao grande público dos males que o agronegócio, cujas bases se fundamentam no agrotóxico, causam ao Brasil. Também concordo com um outro comentário seu feito alhures sobre o trabalho do Azenha. Pois, com o jornalismo que fazem, ele e sua equipe estão prestando um grande serviço à causa da agricultura e qualidade de vida do povo brasileiro, este ainda insciente dos danos que têm sido causados pelo agronegócio. Lutemos para que a Lei dos Meios seja criada a fim de que matérias como essa e os debates que tanta luz criam sobre os temas apresentados, possam chegar (também) às escolas de agronomia e de técnicos agrícolas e agropecuários, espalhadas pelo Brasil. Um abraço neste Domingo de Páscoa, do
    JotaCe

liosant

23 de abril de 2011 às 23h56

minha bisavó morreu aos 92 com cabelos pretos e os fios brancos podiam ser contados nos dedos, nunca teve doenças como câncer e trabalhava mais que muito moleque novo, a base alimentar era natural, longe de fertilizantes.
Certo dia no DF fui a um açougue bem conhecido e legalizado, vi que a carne soltava uma substancia semelhante a ADE(esteroides anabolizantes), produtos agrícolas enormes, carregados de fertilizantes sem sabor e praticamente sem valor nutritivo .
É nessas horas que bate aquela saudade do nordeste em especial o interior.

Responder

Djalma

23 de abril de 2011 às 21h42

Mas, o Requião quiz acabar com os fertilizantes e agro-tóxicos e só recebeu críticas.
O POVO BRASILEIRO É UM ESPETÁCULO, SÓ PRESTA ATENÇÃO AO QUE NÃO É IMPORTANTE. EU ACHO É POUCO, AO TEMPO EM QUE CONVOCO, O POVO QUE AINDA PENSA À REBELDIA. VAMOS DIZER NÃO E LUTARMOS CONTRA A SAFADEZA IMPLANTADA NO PAÍS APÓS OS ANOS 90(1990)

Responder

    Jair de Souza

    24 de abril de 2011 às 12h40

    Parece que você acredita que os únicos que pensam são você e uma pequena minoria. Você pode e deve ajudar o povo a entender e resolver seus problemas, mas se acha que que ele não serve para nada, com certeza em pouco tempo você será mais um defensor de nossas oligarquias. Analise o caso de nossos ex-esquerdistas (Gabeira, o verme Bob Freire, a Leitoa, etc.) e entenderá o que eu quero dizer. Nosso povo, com todas as suas deficiências, é muito mais sábio do que alguns iluminados acreditam ser. Se dependêssemos dos sabichões letrados, leitores de jornais e revistas sofisticadas, hoje Serra, a máfia midiática e o imperialismo seriam os donos completos do país. Se ainda não é assim, é graças ao povão. Não quero te ofender, mas achei que devia te dizer estas palavras.

Silvio I

23 de abril de 2011 às 21h36

Azenha:
O negocio e fácil e apenas o governo disser basta! O problema e como chegar a isso quando se movem interesses fabulosos com dinheiros de valor incarculable, para convencer políticos (porque não disser comprar) Os lobbies são um câncer, que deve a tudo custo ser extirpado. Eles se movem com desenvoltura, nas câmaras de deputados, e senadores ou em qualquer parte dos governos estaduais o federal.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 23h27

    "Eles se movem com desenvoltura, nas câmaras de deputados, e senadores ou em qualquer parte dos governos estaduais o federal." E mão apenas aí, caro Silvio I, acrescente alguns dos cablegates vazados pelo WikiLeaks.

Rosko

23 de abril de 2011 às 18h53

Triste ver aquelas familias levando para suas casas, fardos de caixas de leite longa vida, achando que estão levando um bom alimento. Não consigo entender como as pessoas aceitam um produto destes. O homem é mesmo um gênio, consegue manter um produto chamado "leite"por meses numa caixinha.
O leite normal quando não está mais adequado para o consumo fica azedo, e este de caixa, como fica? não fica, apodrece.

Responder

Mário SF Alves

23 de abril de 2011 às 18h05

Caro Azenha,
É imprescindível que mais e mais intelectuais e ativistas sociais promovam a discussão deste tema. O Brasil e o mundo têm de superar de vez essa já histórica resistência em discutir o processo de obtenção dos alimentos.
Temos consciência de que a estratégia da chamada revolução verde foi algo excepcional, e já de saída conferiram um Nobel (nada a ver com o do US President Obama) ao agrônomo americano Norman Borlaug, prêmio Nobel da Paz de 1970 e considerado o pai da tal revolução. Notou que a idéia de revolução quando usada pela direita tem finalidade estratégica?
Parabéns! Mais uma vez você acertou no tema. E por falar em alimentos, que coisa formidável a reação àquele post de ontem sobre o bacalhau e o Vaticano, heim?

Responder

kaka

23 de abril de 2011 às 17h53

Oi Azenha

obrigada pelos artigos sobre alimentos contaminados. A mim também me interessa muito esse tema. Nao me esqueço que o Brasil utiliza agrotoxicos que em muitos paises sao proibidos por suas propriedades cancerigenas e de outras naturezas patologicas. Todos deveriam se preocupar com essa questao e de alguma forma pressionar por regulações e fiscalização. É só lembrar que 50 anos atras nao era comum crianças com cancer como é hoje em dia. E o que o estado de sao paulo o mais rico da America Latina faz com a arrecadação, que nem manter as ruas livres de entulhos irregulares e com iluminação decente consegue?

Responder

lucas

23 de abril de 2011 às 17h27

a agroecologia na veia!

Responder

Regina Braga

23 de abril de 2011 às 16h32

E,enquanto mata, o Monsanto continua lucrando,35% foi o seu crescimento em 2010…O pior é ,pagar prá morrer…duro demais.Jeffrey Smith,estará no roda viva,falando dos transgênicos,e das mudanças que podem produir no ser humano…Bom,o documentário da Monique Robin. Qdo, o Governo vai despertar para o genocídio…Denúncias não faltam.

Responder

Zilda

23 de abril de 2011 às 15h28

Faltou a legenda, Azenha!

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    23 de abril de 2011 às 16h51

    Zilda, tem de acionar as legendas, no canto direito da tela. Em CC, acione as legendas. abs

Paulo Chaimsohn

23 de abril de 2011 às 15h26

Encontrei o documentario Food inc completo em espanhol: http://www.youtube.com/watch?v=GQyERH_KbQo

Responder

Paulo Chaimsohn

23 de abril de 2011 às 15h24

Prezado Azenha
Eu acho que este é um tema de fundamental importância, não só para nossa saúde, mas também está relacionado com o desenvolvinento econômico, social e a sustentabilidade ambiental. Necessitamos, urgentemente, de uma política que fortaleça e crie mecanismos para novos modelos de produção, comercialização e consumo de alimentos.
Isto inclui a produção orgânica e a produção agroecológica, o fortalecimento da agricultura familiar (que é quem produz comida de verdade para nós), sistemas de comercialização por cooperativas de agricultores familiares e outras formas de comércio justo, mudanças muito profundas em nossos hábitos de consumo. Temos que reverter o "jogo" e parar de consumir "docilmenente" aquilo que a propaganda e o sistema da grande indústria de alimentos nos impês e consumir aquilo que favorece nossa saúde, promove justiça social, contribui para a conservação ambiental, etc. O consumidor tem um grande poder, mas não exerce, influenciado e "domado" pela midia.
Com relação aos transgênicos, acredito que o problema fundamental é a dependência que as grandes empresas impõe, cada vez mais sobre os agricultores, além dos eventuais problemas ambientais e de saúde. O documentário sobre a Monsanto ilustra muito bem isto e os efeitos dos transgênicos sobre o milho no México e Guatemala ("berços" da graminea) são dramáticos.

Responder

Artur Coelho

23 de abril de 2011 às 14h18

Não entendo como o CADE permite as compras de pequenos por grandes. Fica tudo na mão de alguns lazarentos. Não há concorrência. Tudo é manipulado. Dominam preços e estoques. Eles têm o poder de quando quiser, envenenar a população para que ela diminua. Eles são os donos do mundo e, juntamente com os poderosos da mídia, fazem as cabeças. Acho que por enquanto é um balão de ensaio. Muitas doenças e mortes estão sendo produzidas. Eles não querem uma população muito grande. Haverá de se dar muitos empregos. E eles não querem. Gostam de máquinas. Já imaginou o quanto se polui o mundo diariamente com o cocô dos pobres ? Já imaginou a altura deste monte se este cocô fosse amontoado ? E as revoltas ? Máquina não se revolta. Pelo menos até hoje. Há filmes que mostram a revolta de robôs. Mas por enquanto não há isso. Ainda… O ser homano não vale nada. Não tem compaixão. Não tem amor pelo próximo. O negócio é dinheiro e lucro. Todo o ano o lucro tem que ser x% maior.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 23h36

    E o enfrentamento Davi-Golias. A imensa maioria da população representa essa dualidade de ser a um só tempo um e outro. O poder de convencimento/sujeição/ilusiomismo/distração da mídia convencional (Casa -PIG- Grande) é tão desproporcional e ainda tão irresistível que se desodorizarem e engarrafarem todo o monte que você mencionou e alardearem na TV que é bom para a saúde, não tenha dúvida, vai vender tudo!

SILOÉ

23 de abril de 2011 às 14h09

Como já dizia minha vó: Ou come, ou morre, ou cai n'agua…

Responder

Paulo

23 de abril de 2011 às 13h43

Desde que sai do ovo a galinha leva somente 43 dias para o abate. As pobrezinhas jamais vêem a luz do sol e são entupidas de hormônios e antibióticos. Nossa!..

Responder

    Carmem Leporace

    23 de abril de 2011 às 15h16

    Tá bom, então cria a tua própria galinha e come rapaz.

    Elton

    23 de abril de 2011 às 18h35

    Porque você já está criada…

    Carmem Leporace

    23 de abril de 2011 às 19h36

    Olha a educação dos progressistinhas de meia pataca… qua qua qua qua qua…..

    Vai pra Cuba rapaz.. vai cortar cana por la vai… depois tu me manda um email me contando… iiiii… em Cuba não tem internet…. game over tocador de tuba.

    GustavoEgito

    25 de abril de 2011 às 01h07

    ELTON, você errou: xingou a Carmem;
    CARMEM, você errou: julgou a educação coletiva baseada apenas em um erro individual; e
    MODERADOR (A), você errou muito: publicou o xingamento de um, dando margem ao julgamento da outra.

Yes we créu !!!

23 de abril de 2011 às 12h51

Pesquisas mostram que o planeta eh capaz de abrigar de modo sustentavel apenas 200 milhoes de pessoas com o padrao de consumo de um cidadao americano. Ou seja: o "american way of life" estah acabando com nosso planeta, dado que os EUA tem 300 milhoes de habitantes.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 16h45

    Yes,
    Com toda a certeza este número está subestimado. E em muito.
    Para se ter uma idéia, dados de experimento agropecuário mostram que a taxa de lotação média de em uma pastagem bem conduzida tecnicamente pode chegar a 7,1 UA/ha/ano. Enquanto que em pastagens maltratadas um hectare de pasto suporta em torno de uma unidade animal (UA) de bovino (fêmea adulta)/ha/ano, ou seja, 1 UA/ha. É sério! Agora, imagine a quantidade de terra agricultável em todo o planeta.
    Um cálculo rápido: considere que 1km² = 100 ha; agora, acrescente a isso as terras semi-destruídas pelo capitalismo predatório atual. Deu para ter uma noção?
    Já o padrão de consumo do estadunidense, e que é predatório, quanto isso, não há a menor dúvida.
    Abs.,
    Mário.

    Yes we créu !!!

    23 de abril de 2011 às 18h41

    Caro Mario,
    Eu entendi sua colocacao e a considero procedente. Esses dados que eu apresentei sao de Jeremy Rifkin, que nao considerou apenas a sustentabilidade do ponto de vista alimentar, mas incluiu ai tambem o impacto sobre o meio-ambiente de toda e qualquer forma de consumo. Quando eu me referi a consumo, eu quis dizer nesse sentido mais amplo, pra alem do aspecto alimentar.
    Abraco.

    GustavoEgito

    25 de abril de 2011 às 01h21

    Querem solução?

    1º) Diminuam a criação de animais para abate.
    Cada 1 hectare dedicado aos bois, prescinde de 5 hectares para produção de alimento (vegetal) para o consumo dos bois + 1 hectare de árvores para zerar as emissões de carbono dos bois.
    Ah, sim: antes que perguntem, sou Vegan!

    2º) Criem um "Plano Diretor" mundial para otimizar o potencial das áreas agricultáveis (bem como das residenciais, industriais, turísticas, etc).
    Ah, sim: sei que isso no momento é utopia!

    Bruno

    25 de abril de 2011 às 13h54

    Evidente que você é vegan. Só alguém assim proporia a substituição da criação de gado – aumentando o preço desta saborosa comida – para baratear o preço dos produtos vegetais. À força, claro, como todo vegan quer.

Márccio Campos

23 de abril de 2011 às 12h20

Azenha, Conceição Lemes e Amigos:

NÓS TEMOS A SOLUÇÃO: A MULTIMISTURA da Dr.a Clara Brandão…
http://www.multimistura.org.br/

que defende o projeto de hortas comunitárias em escolas e/ou comunidades SEM AGROTÓXICOS, pois nossa flora é resistente e incrivelmente saudável!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

alimenta as crianças para que cresçam e fiquem longe dos remédios…

alimenta a gestante para que tenha um bebe saudável em parto NORMAL em 20 minutos!!!…

e amamentem sem ter o bico do seio rachado…

alimenta o POVO para que seja LIVRE de (TODAS) as "drogas"… (até alcoolismo!!!)…

já falei com vocês sobre ela, QUE FOI CERCEADA NO MINISTÉRIO DA SAÚDE PELAS MULTIS DAS FARINHAS INDUSTRIALIZADAS; DOS FÁRMACOS e talvez dos agrotóxicos também pois são uma máfia mesmo!!!!

PROCUREM-NA AGORA PARA UMA ENTREVISTA BOMBÁSTICA SOBRE TUDO CITADO ACIMA!!!!!!

VOCÊS ME DEVEM ESTA A TEMPOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Márccio Campos
rio de janeiro

Responder

    Maria Amélia

    23 de abril de 2011 às 16h22

    Passei a comer arroz parbolizado já que não gosto muito do arroz integral e a usar o óleo de arroz depois de assisti a uma palestra da Drª Clara Brandão, Azenha, faça uma entrevista com ela, os internautas só tem a ganhar, vocês vão conhecer a eficiência das multimisturas.

    Brasília, 23/4/2011

Marat

23 de abril de 2011 às 11h29

Aqui em casa ninguém come nada que seja da Cargill, da Monsanto e da Bunge… Também informo a todos os perigos desses "alimentos" transgênicos!

Responder

    Carmem Leporace

    23 de abril de 2011 às 15h18

    Estas mentindo, és apenas um coitado de um fanático.

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 16h55

    Sessão I
    Psicanalizando a(o) Carmem.
    Carmem,
    Por favor, deite-se ali. Agora diga tudo o que lhe vier à cabeça. Ou, melhor, diga-nos o mais lhe aflige hoje; suas expectativas em relação à vida ou…. Lembre-se: você tem apenas 50 minutinhos, ouviu? Aproveite!

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 17h47

    Sessão I
    Psicanalizando a(o) Carmem.
    Carmem,
    Por favor, deite-se ali. Estás confortável? Agora diga tudo o que lhe vier à cabeça. Ou, melhor, diga-nos o mais lhe aflige hoje; suas expectativas em relação à vida; fale sobre o Vi O Mundo, ou…. Mas, lembre-se: você tem apenas 50 minutinhos, ouviu? Aproveite!

    Marat

    23 de abril de 2011 às 20h15

    Prezada Carmen, depois de uma certa idade, fiquei fanático sim, por uma alimentação mais saudável. Se isso é ser coitado, então coitado eu seja. E você, que idade tem? Já está na hora de começar a ingerir alimentos saudáveis. Faz bem para o corpo e para o cérebro. Abraços coitadinhos e fanáticos!!!

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 23h53

    Marat,
    Não sei qual é a sua região, ou quais as condições ambientais para a agricultura aí. No entanto, posso te garantir que aqui no meu estado, o ES, ainda é possível encontrar agricultores que praticam uma modalidade de agricultura totalmente livre de venenos, à qual chamo de pré-capitalista. Vale a pena conhecer. É lamentável que os governantes locais nada façam para impedir seu extermínio, e fato ainda mais preocupante e que não é só esse processo (técnica que remonta à Idade Média) que vai para o ralo não. Desaparece junto toda uma cultura secular, que sabe-se lá como, ainda resiste na Região Centro-Serrana do Estado.

    GustavoEgito

    25 de abril de 2011 às 01h10

    Carmem provocando de novo!

    Parece Troll!

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 16h49

    E por acaso você já teve a curiosidade de verificar uma marca composta por um triângulo com um T em seu interior? Se não, observe as embalagens de óleo de soja, milho ou outras. Sabe o significado, não é?

    Marat

    23 de abril de 2011 às 20h13

    Ah sim, prezado Mário. Um dia desses compramos um óleo e tinha o maldito T estampado. Vamos trocar… temos que ficar de olho. Na internet também há listas de produtos transgênicos…

Armando S Marangoni

23 de abril de 2011 às 11h25

Acho que o raciocínio é simples: a cadeia produtiva só se encerra com o dinheiro chegando às mãos do produtor. Ou seja, nós, os consumidores, somos parte da cadeia produtiva de dinheiro para os empresários e todos os que gostam de ganhar dinheiro sem ter que trabalhar por ele e cantam "não tô nem aí" sempre que se veem forçados a justificar essa posição. Temos o mesmo valor – talvez menos – que o produto de uma indústria. Você vale menos que um frango defumado. Cada um por si é o lema capital.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 18h24

    Marangoni,
    Você sabia que tem ambientalista que propaga isso, quero dizer essa coisa aí que você disse de "Temos o mesmo valor – talvez menos – que o produto de uma indústria. Você vale menos que um frango defumado.", só que versão deles todos nós humanos, valemos menos que uma galinha. Mas, deixemos isso pra lá. Mesmo porque esses caras são neo-Darwinistas sociais.
    Seja como for, é interessante notar o seguinte: um determinado produtor paulista (veja bem até a denominação da ofício mudou, nada mais de agricultor), mineiro ou capixaba, que seja, especializado na produção de alface e que tem um contrato com a rede hoteleira local de entrega semanal de 5.000 unidades. Pensemos sobre ele. A ANVISA identificou resíduo de substâncias (venenos agrícolas/agrotóxico) não indica para o alface. Você acha que o dito produtor iria deixar de entupir a lavoura de venenos por conta disso?

Lucro

23 de abril de 2011 às 11h13

Temos que produzir nosso próprio alimento. O que estamos ingerindo não é saudável e com o tempo damos lucros aos donos de hospitais e de laboratórios. Temos que reduzir sódio, açucares e gorduras trans de nossa alimentação pela preservação de nossa saúde. Os capitalistas da industria de aliemtnos além de não mostrarem suas "caras" lucram produzindo o que não é saudável. Que num futuro próximo o poder político das nações sejam exercidos pdor mulheres mais solidárias e que não priorizem lucrar e explorar para acumular riquezas de qualquer maneira.Alimento saudável é um Direito Humano.

Responder

Yes we créu !!!

23 de abril de 2011 às 10h10

Como diz no documentario: criaram um veu entre o alimento e o consumidor. Aqui onde moro, um pais industrialmente desenvolvido, eles comem galinha, mas nunca viram uma. Comem tomate, mas nunca viram um tomateiro. Bebem leite sem nunca terem visto uma vaca. Numa tipica cidade com 500 mil habitantes existe supermercado tao diversificado de produtos que eu nunca vi igual em Sao Paulo, com mais de 10 milhoes de pessoas. Aqui, o lixo passa apenas um dia por semana, quando posso entao ver a quantidade imensa de caixas de alimento industrializado consumido por residencia. Conheco gente aqui que simplesmente come todo dia em fast food ou abre uma embalagem pra fazer suas refeicoes. Meu medo eh que o Brasil um dia chegue nesse nivel de "desenvolvimento".

Responder

    @philipe7

    23 de abril de 2011 às 11h18

    O Brasil comprou a imagem que ser uma grande economia é um bom caminho a ser seguido. Infelizmente enquanto nos desenvolvemos, não notamos como países extremamente desenvolvidos estão lidando com seus problemas. Olhe os EUA que estão a deriva numa crise financeira tremenda, a democracia yankee já se degenerou em plutocracia, e o mesmo acontece aqui em terras tupiniquim. Olhe a Alemanha que sofre com a imigração de países menos desenvolvidos, ou o Japão que tem super cidades saturadas (Tokyo). O nosso país não precisa se desenvolver desordenadamente nos moldes americanos, aceitar a desculpa da globalização de tudo, é aceitar o modelo puramente americano de desenvolvimento. O capitalismo pode assumir uma forma mais coerente e menos destrutiva, como os países nórdicos já demonstraram. E tal forma de desenvolvimento não se alcança chegando aos 250 milhões de habitantes ou com uma economia multi-trilhonária.

    Yes we créu !!!

    23 de abril de 2011 às 13h25

    Exatamente. Eh necessario repensar o conceito de desenvolvimento. Nesse sentido eu recomendo um autor que tem escrito muito sobre essa questao: Jeremy Rifkin.

    Elton

    23 de abril de 2011 às 11h53

    VocÊ mora nos EUA?

    Mário SF Alves

    23 de abril de 2011 às 23h59

    E a continuar o ritmo de imposição de transgênicos, logo, logo estarão comendo uma gosma qualquer e, de igual forma, sem a menor idéia de procedência.

Fernando

23 de abril de 2011 às 10h06

O que me deixa muito preocupado é saber que quem redigiu nosso decreto regulamentador da Lei de Biossegurança foi um advogado contratado pela então ministra Dilma junto à Monsanto.

Responder

marcyo

23 de abril de 2011 às 10h02

eu tambem vi ontem esse documentario… vem de encontro ao q penso … tem q cair a ficha…

Responder

Alexandre Barreto

23 de abril de 2011 às 09h59

Qual o problema de usarmos tecnologia para desenvolver alimentos bons e mais baratos. Claro que fica feia a "fazenda" e tal, vira de fato uma fábrica, mas até que ponto, é errado usar essa tecnologia para facilitar a produção de alimentos.
Para mim o grande o problema é se esse tipo de produção faz mal a saúde ou não. O outro problema é a concentração que isso gerou, com apenas algumas empresas mega poderosas e tudo mais

Responder

    Elton

    23 de abril de 2011 às 12h02

    Os alimentos saem BONITOS da fazenda mas daí a dizer que são 'bons" há uma distância bem grande………

    Mário SF Alves

    24 de abril de 2011 às 00h06

    Tem razão. É exorbitante a concentração de poder nas mãos dessas grandes corporações da agrobioquímica. E, sobre a fábrica, é isso mesmo; o espaço ou a fazenda, como queira, se transforma numa imensa fábrica, fábrica de galinhas, por exemplo.

Roberto Ribeiro

23 de abril de 2011 às 09h50

Dia 16/04 assisti na EPTV/Ribeirão Preto uma reportagem sobre transgênicos, mostraram duas plantações de milho uma convencional e a outra trangênica.
A lavoura convencional sofreu ataque de lagartas, a transgênica não.
Meu raciocínio foi imediato:
Lagartas são sábias, por instinto de sobrevivência não consomem alimentos transgênicos.

Responder

    Bruno

    25 de abril de 2011 às 13h49

    Método científico: a gente vê por aqui.

EUNAOSABIA

23 de abril de 2011 às 08h44

Humm…. sei…. é claro que nosso alimento tanto o vegetal como o animal vem cheo de substâncias nocivas, isso todo mundo sabe.

Mas eu pergunto, o que fazer como alternativa a isso a fim de produzir alimentos baratos e em grande quantidade.

Rapaz, ou é isso ou teremos a profecia de Malthus sendo cumprida.

Não adianta só bla bla bla… isso eu também sei fazer… quero saber é quais são as propostas concretas a fim de mudar esse quadro.

Responder

    Roberto Ribeiro

    23 de abril de 2011 às 10h50

    Pequenas propriedades no campo.
    Plantations, é um mercado de commodities, tem a ver com o embolso de trilhões de dólares pelo agrotóxico-negócio, não com a alimentação da Humanidade.

    Elton

    23 de abril de 2011 às 11h58

    Uma agricultura menos "transnacional", apoio INCONDICIONAL ao produtor familiar, que é quem REALMENTE produz o que deveríamos comer e para isso tem de existir mais seriedade na reforma agrária.
    Tudo o que acabei de escrever é o que mais dá "urticária" no pessoal do agronegócio, que planta como as empresas transnacionais e as agroindústrias querem. Ganham os megaprodutores, ganha a indústria, ganham os publicitários ao divulgar e incentivar o consumo de produtos industrializados.
    Perde o produtor familiar, perdemos nós que comemos veneno e "monstros genéticamente fabricados".

    Bruno

    25 de abril de 2011 às 13h48

    Que tipo de apoio ao agricultor familiar? Subsídio? Isto é caro, como é a própria agricultura familiar. E SEMPRE será mais cara, pois não há os ganhos de escala que existem nos latifúndios. Ou seja, você pode querer minifúndios, agricultura familiar (subsidiada ou não), mas vai ter que SEMPRE conviver com uma menor capacidade produtiva (em parte compensada por pesados investimentos governamentais em desenvolvimento agrotecnológico) e maiores preços.

    Fique claro: não sou contra a agricultura familiar, só sou contra essa frescurada de alimento "orgânico", um desses nomes que não quer dizer nada, não tem nenhum embasamento científico e não garante saúde nenhuma.

    alberto silva

    26 de abril de 2011 às 18h29

    Você é um mentiroso contumaz!!! Aqui estão dados sobre a Agricultura Familiar no Brasil (http://www.mda.gov.br/portal/publicacoes/senso agropecuário de 2006), responsável pela produção de alimentos, enquanto o agronegócio produz commmodities para exportação!
    Quanto aos produtos orgânicos e agroecológicos, positivamente você não sabe nada de ciência, meu caro…

    V. Souza Magalhães

    24 de abril de 2011 às 09h15

    No final de seu texto existe um detalhe importante. ….

    Não adianta só bla bla bla… isso eu também sei fazer…

    Melhor seria "….isso é somente o que eu sei fazer".

Eduardo

23 de abril de 2011 às 07h48

Alguém pode me dizer se realmente é verdade que a única coisa que os transgênicos fazem é suportar mais a alta carga de agrotóxicos? Pesquisei um pouco, mas não dá pra saber o que é sensacionalismo e o que é verdade.

Responder

    Yes we créu !!!

    23 de abril de 2011 às 11h15

    Nao eh verdade. Existem plantas transgenicas resistentes a pragas, e sem nenhuma relacao com o uso de agrotoxicos. Na minha opiniao, o problema dos OGMs eh principalmente relacionado com a escala de producao. Invariavelmente, eles beneficiam o grande produtor em detrimento da producao familiar. Esse ganho de escala resulta em problemas ambientais relacionados com a monocultura. Isso sem falar daqueles OGMs que aumentam, sim, a resistencia aos agrotoxicos. Sem esses ultimos OGMs, o agricultor nao podia colocar muito agrotoxico na plantacao porque isso mataria a planta. No entanto, com o OGM, nao ha esse problema, pois a planta eh resistente ao agrotoxico. Resultado: o agricultor pode pulverizar muito mais veneno na plantacao.

    Mári SF Alves

    23 de abril de 2011 às 17h36

    Pior, caro Yes. Muitíssimo pior. A coisa passa pelo patenteamento de sementes, que é o patenteamento de seres vivos. E ainda pior, caro Yes, a coisa passa por um processo de obtenção obtuso, cheio de atalhos visando apressar resultados que no final das contas não se sustentam cientificamente. E o problema, o resumo da ópera é impacto e mais impacto sócio-ambiental negativo. Isso sem dizer dos impactos econômicos negativos a médio e longo prazos.
    Só há uma saída que não seja a via revolucionária: o princípio da precaução! E nem este querem respeitar ou fazer valer.

    Bruno

    25 de abril de 2011 às 13h44

    O uso de espécies transgênicas tem, entre suas várias vantagens, a REDUÇÃO da necessidade do uso de defensivos agrícolas, devido à maior produtividade e resistência a praga que se procura nestas espécies.

    alberto silva

    26 de abril de 2011 às 18h13

    Mentira! A resistência, no caso da soja RR, é justamente a uma maior aplicação do glifosato (por sinal, agrotóxico da mesma Monsanto, "dona" da soja RR), o que garante o "controle" das ervas "daninhas". Não é a toa que o Brasil é hoje o maior produtor de soja e maior consumidor de agrotóxicos. MAs como vc mesmo disse antes, isso não é científico…..

Rom

23 de abril de 2011 às 06h19

Legumes em geral parecem não terem sabor. Tudo muito igual. É necessário uma pesquisa sobre este lixo que comemos.

Responder

    Elton

    23 de abril de 2011 às 12h00

    Já notaram que encontramos hoje em dia quase TUDO nas quitandas e seção de frutas e legumes dos supermercados e a qualquer época do ano? Com raras exceções……..sou do tempo em que só se comia o que era "da época". Hoje embora variem os preços, consegue-se o que se quiser. Morangos, por exemplo, só "davam" no inverno, hoje pode-se comprá-los quase todos os meses do ano.
    Quem conseguiu isto e de que modo? Artificializando a produção no campo.

FrancoAtirador

23 de abril de 2011 às 03h37

.
.
Menstruação cada vez mais cedo

Um estudo feito na Califórnia, Estados Unidos, com 17 mil garotas mostrou que a primeira menstruação está chegando cada vez mais cedo:

Muitas meninas menstruam pela primeira vez aos 9 anos. Os médicos ainda não conhecem todos os motivos dessa chegada antecipada do fluxo menstrual, mas sabem que ela não aparece se o corpo ainda não tiver desenvolvido outras características da adolescência. O crescimento dos seios é uma delas. Hoje em dia, existem garotas que com 7 ou 8 anos já têm seios desenvolvidos.

Nos países de clima mais quente, as meninas costumam menstruar mais cedo do que as outras que cresceram em lugares mais frios. Os especialistas acreditam que é por causa da ação da luz e do calor, que faria as glândulas do corpo trabalharem mais. Eles também acham que o organismo das meninas que estão acima do peso – principalmente entre 6 e 11 anos – amadurece mais rápido. Junto, vem a menstruação.

UM OUTRO FATOR É O TIPO DE ALIMENTAÇÃO ATUAL.

COMO ISSO ACONTECE?

OS CIENTISTAS ACHAM QUE ALGUMAS SUBSTÂNCIAS USADAS NAS RAÇÕES PARA ANIMAIS

E FERTILIZANTES APLICADOS NO CULTIVO DE ALIMENTOS

POSSIVELMENTE INTERFEREM NO ORGANISMO,

AUMENTANDO A PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS.

http://www.klickeducacao.com.br/conteudo/pagina/0

Responder

    Mário SF Alves

    24 de abril de 2011 às 00h11

    E o tamanho e ritmo de crescimento dos pés? Nem a estória "A Gata Borralheira" se entenderia mais.

    FrancoAtirador

    24 de abril de 2011 às 09h13

    .
    .
    Cuidado para não ser denunciado por pOdofilia.
    .
    .

    Mário SF Alves

    24 de abril de 2011 às 12h44

    Hi!

    Bruno

    25 de abril de 2011 às 13h42

    Tem gente que acha que ciência se faz assim:

    As meninas, ao longo do século XX, passaram a menstruar cada vez mais cedo. A comida, ao longo do século XX, passou a ter níveis elevados de processamento industrial e carga de agrotóxicos em sua produção (embora não necessariamente no produto final). THEEEREFORE, existe uma clara e irrestrita correlação positiva entre a alteração do padrão hormonal da população e a quantidade de defensivos agrícolas, produtos transgênicos, etc., utilizados.

    Felizmente, não é assim que a banda toca.

    alberto silva

    26 de abril de 2011 às 15h03

    FElizmente a banda toca, a caravana passa e os cães ladram…

ANTONIO ATEU

23 de abril de 2011 às 02h57

Lista de reprodução com todas as partes: http://www.youtube.com/view_play_list?p=3865AE9DF

Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.

O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos.

[youtube xhXnUfUnwsQ&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=xhXnUfUnwsQ&feature=related youtube]

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