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Diário da Resistência


Chioro: Tiro de Bolsonaro contra médicos cubanos sairá pela culatra; a maioria dos médicos brasileiros não quer ir para longe e não sabe fazer atenção básica
Arthur Chioro, de terno azul: ''Bolsonaro e apoiadores serão responsabilizados pelo aumento da mortalidade infantil, materna, por hipertensão, diabetes, doenças respiratórias e outros problemas sensíveis à atenção básica que serão profundamente afetados com o fim do Mais Médicos. É um crime contra quem mais precisa de saúde''.Foto: Roberto Stuckert/PR
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Chioro: Tiro de Bolsonaro contra médicos cubanos sairá pela culatra; a maioria dos médicos brasileiros não quer ir para longe e não sabe fazer atenção básica


15/11/2018 - 19h43

Venceu a insensatez

por Arthur Chioro*, especial para o Viomundo

Uma tragédia para a vida e a saúde de 30 milhões de brasileiros.

Um caos para a organização do SUS, que depende da atenção básica para coordenar o acesso às redes regionais e garantir a universalidade e a integralidade da saúde.

Colapso no sistema de saúde nas 2.885 prefeituras que participam do programa e contam com médicos cubanos, em particular em 1.575 municípios, a maioria com menos de 20 mil habitantes, distribuídos em todas as regiões do país e que dependem exclusivamente dos médicos do Programa Mais Médicos (PMM).

Um vexame internacional que abala a relação do país com a Organização Pan-Americana de Saúde (OMS) e que desencadeará um cenário de desconfiança generalizada nas relações com outros países, parceiros do Brasil em inúmeros projetos na área da saúde.

Sem mais de 8.500 equipes de Saúde da Família completas com médicos cubanos, voltaremos ao dramático quadro vigente até 2013.

Antes do Mais Médicos, brasileiros que viviam em áreas de alta vulnerabilidade não tinham acesso às ações de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento. Estavam à própria sorte ou eram obrigados a procurar PS ou hospitais para cuidados básicos.

A atenção básica é capaz de resolver mais de 80% dos motivos que levam alguém a procurar serviços de saúde. Tudo isso será perdido e quem pagará a conta serão os que mais precisam do SUS, graças ao total despreparo do presidente eleito, incapaz de medir suas palavras.

Aos que festejam o rompimento da parceria do Ministério da Saúde com a OPAS e Cuba, certamente por nunca terem tido problemas para conseguir uma consulta médica em suas vidas, é preciso relembrar que as UBS onde estão lotados os médicos cubanos estão localizadas na floresta amazônica, nas aldeias indígenas, no semiárido nordestino, nos municípios do G-100, quilombolas e povos ribeirinhos, no Vale do Ribeira, Vale do Jequitinhonha e na periferia dos grandes munícipios brasileiros.

Lugares onde os médicos brasileiros não querem ir. Os argumentos utilizados são falácias corporativas.

A maioria dos médicos brasileiros não quer e não sabe fazer atenção básica.

Foram formados apenas para serem especialistas, num modelo elitista, restritivo e sem compromisso social. Não têm nenhuma preocupação com os 30 milhões de brasileiros que ficarão sem nenhum atendimento médico.

Fingem querer uma carreira de Estado, mas todos sabemos que não largarão seus consultórios particulares para se embrenharem Brasil afora.

Nem o presidente eleito alocará mais recursos para isso, como deixou claro essa semana.

Aliás, o orçamento aprovado para 2019, graças a EC-95 (teto dos gastos), será quase 2 bilhões menor do que o de 2108, incapaz até de recompor a inflação e manter o que hoje já precariamente funciona.

Acompanhei a chegada dos médicos cubanos como Ministro da Saúde. Todos tinham mais de 10 anos de formados. Todos tinham residência em medicina geral e comunitária, mais de 50% uma segunda especialização e 40% tinham pelo menos mestrado.

Além disso, os dois mil primeiros que vieram ao Brasil já tinham participado de pelo menos uma missão no exterior.

Bolsonaro, ao lançar desconfiança pública sobre a capacidade e veracidade da formação médica dos cubanos e impor mudanças na forma de contratação e funcionamento do PMM de forma unilateral, autoritária e inconsequente, desrespeitando os canais de negociações estabelecidos e a soberania do país parceiro, implodiu o PMM e junto com ele o SUS e a esperança de milhões de brasileiros.

As ações do PMM voltadas à abertura de novas escolas médicas só garantirão número de médicos brasileiros formados em quantidade suficiente a partir de 2026 para suprir nossas necessidades.

Portanto, é inconsequente a postura do presidente eleito que culminou nessa decisão do governo cubano sem sequer se preocupar com um plano alternativo.

Mais inconsequente e risível ainda é a proposta do quase-indicado para o comando do Ministério da Saúde (quase, já que os problemas enfrentados como ex-gestor municipal de saúde em Campo Grande parece que não permitirão que seja alçado ao cargo), que liderou incansavelmente os ataques ao PMM no Congresso Nacional nos últimos anos.

Agora, sugere o serviço médico militar obrigatório para os recém-formados.

Será interessante assistir aos médicos que lideraram a oposição ao PMM verem seus filhos trabalharem por 3 anos em favelas, aldeias indígenas, e quilombolas…

Talvez mudem para Miami ou peçam aos colegas cubanos que voltem com urgência…

Portanto, o que têm a comemorar os opositores do PMM?

Bolsonaro e seus apoiadores serão responsabilizados pelo aumento da mortalidade infantil, materna, por hipertensão, diabetes, doenças respiratórias e outros problemas sensíveis à atenção básica que serão profundamente afetados com o fim do PMM.

É um crime contra quem mais precisa de saúde.

É uma lástima terminar assim um programa reconhecido e elogiado internacionalmente e que, como tem sido demonstrado por inúmeros estudos, pesquisas e teses, teve um impacto excepcional sobre a saúde do povo brasileiro.

Venceu a insensatez. Perde o Brasil.

Só me resta pedir aos médicos e ao povo cubano desculpas e agradecê-los por tudo que fizeram por nossa gente.

Arthur Chioro é médico, professor da Escola Paulista de Medicina – Unifesp e ex-ministro da Saúde.

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30 comentários

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Bruno

27 de novembro de 2018 às 11h00

Passando aqui só prá falar que 97%das vagas já foram preenchidas,com mais de 19000 inscritos,provando uma grande falácia petista, dê que os médicos Br não queriam trabalhar em lugares longínquo.kkkkkkkkkkkkkkk

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Fernando Carneiro

16 de novembro de 2018 às 20h48

Diante do elevado nível do debate aqui realizado, o que se deduz é a completa falta de educação e excesso de intolerância que nos aflige e só deverá se acentuar.

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Zé Maria

16 de novembro de 2018 às 19h34

“Ideologia? Pretexto.
Bolsonaro serve às corporações médicas.
Protegem mercado e, se não querem demolir o SUS, tratam de chupinhá-lo para o que negam ao cliente privado.
Pra que atenção básica?
Isso acaba com a “mercadoria” deles: doença!”

https://twitter.com/VIOMUNDO/status/1063393241922441216

Responder

Sidnei

16 de novembro de 2018 às 16h02

É tudo muito simples: os mais prejudicados são os que estão nos rincões do país. Não são só lugares para os quais os médicos brasileiros não dão a mínima. São lugares que boa parte da população em geral que está nos grandes centros urbanos não dá a mínima. É com esse público, que não está nem aí com cuidados médicos com indígenas, por exemplo, que o presidente eleito dialoga.

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Zé Maria

16 de novembro de 2018 às 15h37

Tiro na culatra de milhões de brasileiros carentes.
Política de Extermínio.

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Ricardo

16 de novembro de 2018 às 12h42

Deve haver uma forma de resolver isso que não passe por escravizar cubanos em solo brasileiro ou dar dinheiro a um regime ditador.

Responder

    Jardel

    17 de novembro de 2018 às 01h37

    Esses médicos só estão aqui porque os médicos brasileiros não querem trabalhar nos lugares que os médicos cubanos aceitam trabalhar.
    Resolver isso… sim, é bom resolver, mas aqui no Brasil você não se forma em medicina sem gastar pelo menos 500 mil reais.
    Lá no regime ditador o ensino é gratuito desde o fundamental até o superior e é por isso que eles têm tantos médicos.
    Vamos ver se o Bostonauro vai resolver…

Marcos

16 de novembro de 2018 às 10h23

Palavrinhas que fingem dizer, para que os menos atentos não notem o que realmente acontece. É disso que os tiranos comunistas e seus porta-vozes nos países democráticos são feitos.

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Denis

16 de novembro de 2018 às 09h04

É só pegar os mais de 20mil médicos BRASILEIROS que tem formação no exterior e que não podem atuar aqui.
Fora que os médicos que pedirem para ficar, vai ter o apoio dele

Será que é tão difícil aceitar a derrota assim que precisa ficar criando o caos desss jeito? Efeitos negativos vão ter até se estabilizar, mas é preferível ter médicos BR do que estrangeiros que nem fizeram prova estarem atuando no Brasil, enquanto tem o DOBRO de brasileiros lá que podiam estar na vaga deles na mesma situação

(ps: não gosto de Jair Bolsonaro, mas eu acho que foi uma boa chamada SE mandarem embora essa gente e CHAMAR vários dos BRASILEIROS formados para trabalhar no nosso território, caso isso não aconteça, foi sim uma péssima decisão)

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    Luiz Carlos Azenha

    16 de novembro de 2018 às 09h57

    Os brasileiros formados no Exterior já atuam no Mais Médicos, sem fazer o Revalida. abs

    Um Patriota

    16 de novembro de 2018 às 16h18

    Tomou?

    ana zucatti

    16 de novembro de 2018 às 16h21

    Um dos problemas é que poucos médicos brasileiros (principalmente formados no exterior) se interessam em trabalhar em cidadezinhas onde o diabo perdeu as botas ou mesmo em locais sem cidade alguma, no meio do mato.

André Mota

16 de novembro de 2018 às 09h00

Comentário não leva em consideração a verdade. Qual o problema de se aplicar um teste de validação, pagar se não o valor integral para o médico, pelo menos 80%. Cuba está errada nesta decisão, não o novo governo. Porque não aproveitam e pagam os bilhões que devem ao Brasil, decorrentes de empréstimos fraudulentos? O problema da saúde existe, mas não é executando práticas erradas que iremos concertar.

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Stalingrado Lula da Silva

16 de novembro de 2018 às 08h20

Agora tem que fazer o que os bozos fazem, viralizar a exaustão o fato nas redes sociais.
Tem que entrevistar os desassistidos e reverberar constantemente.
Temos que utilizar as ferramentas de comunicação de massa melhor que os bots dos bozos.

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CIRIO DE SOUZA SANTOS

16 de novembro de 2018 às 06h22

Então vc apoia serviço semiescravo né? Então doa 60% do seu salário pro governo seu hipocrita ahhh mas perae é a soberania do estado cubano né tem que ser respeitada, mas a soberania de Israel não pode ser respeitada né, vcs são ótimos adoro rir da cara dessa esquerda vagabunda e sem argumentos.

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Canuto

16 de novembro de 2018 às 05h34

Corrigindo.
Os CURANDEIROS CUBANOS.
Pois nenhum dele fez e/ou passou na prova do REVALIDA.
Se quiserem ficar, é só pedir asilo ao Brasil, para se livrar do regime de ESCRAVIDÃO que vivem na ditadura castrista.

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    Luiz Carlos Azenha

    16 de novembro de 2018 às 09h58

    Não apenas os cubanos. Os brasileiros formados no Exterior e outros estrangeiros atuam no programa sem o Revalida. abs

    Jardel

    16 de novembro de 2018 às 18h01

    Canuto, Cuba é referência MUNDIAL em medicina.
    Você não passa de um idiota mal informado e preconceituoso.
    Difamador barato, pra ser mais exato.

Jardel

16 de novembro de 2018 às 05h19

A difamação e a dignidade

A difamação
Difamação 1ª – Um dos motivos alegados pelo beócio presidente eleito, para condicionar a permanência dos 8.500 médicos cubanos no Programa Mais Médicos, foi a injustificada suspeita de não serem devidamente habilitados para a função. Exige um exame de revalidação. Ou seja: reexaminar aquilo que já foi examinado. Ele não sebe que Cuba é referência em medicina e seus médicos atuam em dezenas de países através de um programa de cooperação. Ele sabe, mas finge que não sabe que esses médicos já estão atuando a cinco anos no Brasil, já atenderam mais de 63 milhões de brasileiros e, pasmem, não há registros de erro médico ou negligência por parte desses médicos.
Longe disso, são muito queridos e respeitados pelos seus pacientes.

Difamação 2ª – O beócio presidente eleito alega que os médicos cubanos são explorados porque recebem aqui no Brasil apenas 30% do seu salário e os outros 70% vão para Cuba. “Se esquecem” de dizer que o país (Cuba) destina ¼ do total do salário às famílias desses médicos. Ou seja, os médicos recebem 30% do salário aqui no Brasil e suas famílias em Cuba recebem ¼. O Restante é do erário cubano que banca o ensino gratuito a todos os cubanos desde o fundamental até o superior. Absolutamente todos os médicos cubanos se formaram através do ensino gratuito.
Aqui no Brasil, que tende a se tornar um país de extrema direita, portanto, um regime de capitalismo selvagem, você não se forma em medicina por menos de 500 mil reais.

Difamação 3ª – O beócio presidente eleito alega que o único motivo de Cuba enviar esses médicos ao Brasil é o interesse nos valores recebidos por aquele país.

A dignidade

Fosse verdade essa alegação, Cuba não teria rompido com o Programa Mais Médicos.
Teria esperado ao máximo o beócio presidente revogar oficialmente o contrato feito com a OPAS e receberia por no mínimo mais uns 8 meses o referido pagamento.
O digno país, que é referência mundial em Medicina, provou que não são movidos a dinheiro e que eles têm muita, mas muita dignidade.
Chupa, Bostonauro!

Responder

    Ricardo

    16 de novembro de 2018 às 12h51

    Uma das exigências foi justamente 100% do salário aos profissionais.
    Outra foi o direito de trazer os familiares.
    A quebra do combinado se deu justamente porque Cuba iria de qualquer modo perder o dinheiro que vem recebendo e, ainda, perder os profissionais, que jamais desejariam retornar. Foi por dinheiro que Cuba saiu do esquema.

    MMG

    16 de novembro de 2018 às 14h23

    Se Cuba é tão boa assim, tão “humanitária”, porque você não vai morar lá??????? Os médicos foram enganados quando vieram para o Brasil. Procure se informar melhor antes de falar besteira. Eles são explorados e ameaçados pelo governo cubano. Se quiserem ficar aqui são considerados desertores e proibidos de pisar em Cuba (bem democrático).

    Jardel

    17 de novembro de 2018 às 01h27

    O “argumento” do MMG é o famoso “vai pra Cuba”
    Cara, vá ler um pouco pra ver se você aprende algo na vida.
    Ficar por aí na internet enchendo os comentários de ????????????? e !!!!!!!!!!!!!!!!!!! é coisa de idiota.

Maria

16 de novembro de 2018 às 04h18

Acho lamentável , mínimo que precisa fazer é tentar pedir desculpas , e voltar a traz , pq não pode os inocentes pagar pelos pecadores .

Responder

MMG

16 de novembro de 2018 às 01h32

Bolsonaro já assumiu como presidente?????? rsrsrsrs…. Não li em nenhum lugar que Cuba quis sentar a mesa para negociar com o novo governo. Isto se chama autoritarismo. O mais engraçado é que os esquerdopatas brasileiros aceitam o trabalho quase escravo que estes médicos realizam aqui, a fim de sustentar uma corte ditatorial. Isso pode????? E o presidente eleito não dispensou, nem acabou com o programa Mais Médicos, apenas quer torná-lo mais justo para os médicos, e suas famílias, e regularizar de acordo com a lei brasileira. Somos brasileiros e todos devem viver aqui de acordo com as nossas leis. O que há de errado nisso??????? Por falar em lei, é aquela “coisa” que esquerdopatas não respeitam.

Responder

    Jardel

    16 de novembro de 2018 às 17h55

    Não há o que negociar. O acordo está em vigência! Foi renovado no governo Temer e Bolsonaro, desonesto como sempre, quer mudar as regras do acordo.

Julio Silveira

15 de novembro de 2018 às 23h44

No Brasil da inteligencia arcaica, do seculo XIX, quem sabe XV, as classes dominantes, as que herdaram as consequencias do escravismo, grilagem, benesses por aproximação com as cortes e outras formas de privilegios que recaem em explorações alheias, e que assim conquistaram seu poder aquisitivo. As que no decorrer da historia deste país sempre fizeram medicos, advogados, milicos de alta patente também, e as profissões que detinham maiores prestigios na corte, essa gente sempre teve verdadeira ogeriza pela periferia. Seja ela a das grandes cidades, seja ela estados menores, considerados perifericos, mas importantes na formação geografica e cultural brasileira. A formação cultural torta e preconceituosa recebida por eles ajuda na manutenção desses gargalos de atrazo e pobreza regionais e nada indica que vão mudar, pelo contrario. O preconceito que se transforma em aversão supera todo e qualquer idealismo que gerou os fundamentos das profissões burguesas no Brasil, e os médicos de Cuba são as vitimas disso.

Responder

a.ali

15 de novembro de 2018 às 22h12

com certeza nos resta pedir desculpas ao médicos cubanos pela ignorância que grasna no pais graças a um amontoado de manipulados pelo irmão do norte. bolsolixo e seus cúmplices estão pouco se lixando para os que necessitam dos serviços qualificados do programa mais médicos e está, o energúmeno, “pagando” o apoio que teve da “elite” que quer distância dos menos aquinhoados pois a ordem é morram sem atendimento, ou alguem acha que a classe hiper corporativa vai se embrenhar nos matões desse brasil à fora ?

Responder

Bolsa de B*

15 de novembro de 2018 às 21h43

basta nacionalizar todos os médicos cubanos , proibir de sair daqui e mandar o exército invadir Cuba para trazer os familiares desse que tudo se resolverá. Além disso, outra solução é pagar diária de R$ 200.000,00 que não chover de médicos querendo ir para o interior

Responder

    Alberto

    18 de novembro de 2018 às 17h28

    Basta vocês seguirem o acordo e os atendimentos. Essa loucura contra a esquerda desses cabeças de vento dá preguiça.


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