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Paulo Moreira Leite: Moralismo ajuda a esconder a lei

07 de janeiro de 2013 às 14h47

por Paulo Moreira Leite, no  seu blog

Os ataques a José Genoíno chegaram a um ponto escandaloso e inaceitável.

Vários observadores se colocam no direito de fazer uma distinção curiosa. Dizem que a decisão de Genoíno em assumir o mandato para o qual foi eleito por 92 000 votos pode ser legal mas é imoral.

Me desculpem. Mas é uma postura  de ditadorzinho, que leva a situações perigosas e inspira atos violentos. Também permite decisões arbitrárias e seletivas. Pelo argumento moral, procura-se questionar direitos que a lei oferece a toda pessoa. Isso é imoral.

Não surpreende que essa visão tenha produzido  grandes tragédias, na história e na vida cotidiana.

Isso porque os valores morais podem variar de uma pessoa para outra mas a lei precisa valer para todos.

Você pode achar que aquele livro sobre não sei quantos tons de cinza é uma obra imoral mas não pode querer que seja proibido por causa disso. Por quê? Porque a Lei garante a liberdade de expressão como um valor absoluto.

Para ficar num exemplo que todos lembram. Os estudantes de uma faculdade paulista que agrediram e humilharam uma aluna que foi às  aulas de minissaia muito mini também se achavam no direito de condenar o que era legal mas lhes parecia imoral.  Vergonhoso. Isso sempre acontece quando se pretende dizer que o moral precisa ser o legal.

Para começar, quem acha muita imoralidade da parte de Genoíno deveria olhar para o lado em vez de exagerar na indignação.

Em seis Estados brasileiros o Superior Tribunal de Justiça, a segunda mais alta corte do país, tenta licença para processar governadores e não consegue avançar na investigação. Não consegue nem apurar as acusações que o STJ considera sérias.

Por quê? Porque as Assembleias Legislativas não autorizam. Curiosidade: não há  ”petistas aparelhados”  envolvidos. Entre os 6 governadores, cinco são tucanos e um é do PMDB. Quantos são imorais nesse time? E os ilegais?  Vai saber.

O que está em jogo nos Estados? O princípio do artigo 55 da Constituição, aquele que reserva ao Congresso o direito de decidir pela cassação (ou não) de deputados e senadores. São os representantes eleitos que podem cassar os representantes do povo – e apenas eles.

Mas é curioso que ninguém fala em imoralidade neste caso.

Pergunto: cadê o abaixo-assinado, uma denúncia contra “esse políticos” ? Cadê as marchadeiras de botox e cabelo tingido? Onde ficaram nossos moralistas de punho cerrado? Onde estão os cronistas do cronstragimento, os marqueteiros da “imagem” dos políticos?

Será que voltamos (ou nunca saímos?) à lógica dos dois mensalões, o do PT e o do PSDB-MG?

A Constituição reconhece os três poderes e não reconhece, de forma alguma, qualquer hierarquia entre eles.

E aí cabe a pergunta: se as Assembleias Legislativas podem impedir a abertura de uma investigação sobre governadores, por que o Congresso não tem o direito de decidir, como manda a Constituição, o destino de quatro deputados?  Há uma diferença de princípio, uma visão de mundo?

Ou é a velha paróquia política do país ?

No caso dos governadores e deputados, a preferência é tão descarada que nem se abre uma investigação. Não vamos julgar e depois absolver. Não. Nem se começa o jogo. Não custa recordar de novo. A Lei diz que o mandato de um deputado só pode ser cassado por decisão do Congresso. Não é interpretação. Não é princípio genérico.

É texto da lei. É tão claro como dizer que o  Brasil não pode fabricar bomba atômica. Ou que o racismo é crime e é inafiançável. Ou que a licença-maternidade deve durar quatro meses.

O jurista Pedro Serrano, especialista em Direito Constitucional, disse aqui mesmo neste blogue que essa prerrogativa é um dos elementos básicos da separação entre os poderes, definição que separa a República da Monarquia.

Embora diversos ministros do Supremo tenham feito elogios demorados à Constituição do Império – entre outros traços típicos, ela tratava os escravos como coisas – desde 1899 o país vive sob um regime republicano. O retorno à monarquia foi derrotado em plebiscito, junto com o parlamentarismo, lembra?

Teve gente que levou os descendentes de Pedro II e da Princesa Isabel para percorrer o país, na esperança de que algum fantasma do passado contribuísse para melhorar o  marketing eleitoral da monarquia.

Mas o Supremo considerou por 5 votos a 4 que tem o direito de cassar os mandatos dos deputados condenados pelo mensalão. Muitos juristas – os mesmos que os donos da moral de hoje costumam ouvir quando lhes interessa  — consideram que foi uma decisão que atravessou essa divisão entre poderes.

Num plenário que em situações normais inclui onze votos, cinco ministros acharam-se no direito de questionar um artigo explícito da Lei Maior. Quatro ficaram contra essa decisão.

Em qualquer caso, não custa lembrar que, como está estabelecido, a Constituição só pode ser modificada por  uma emenda constitucional, com o voto de dois terços – e não maioria simples – dos parlamentares, que são os representantes eleitos do povo. Não é debate moral. É determinação legal.

Por que ela diz isso? Porque esse artigo 55 é coerente com o artigo 1, aquele que diz que “todo poder emana do povo, que o exerce através de seus representantes eleitos.”

Uma decisão do Supremo deve ser cumprida e tem força de lei, diz  o Ministro da Justiça.

Mas o que se faz quando, por 5 votos a 4, se estabelece uma diferença clamorosa, uma contradição com a própria Constituição?

Não é possível ser simplório nem empregar argumentos de autoridade. A menos, claro, que se pretenda criar um novo tipo de autoritarismo. Durante o Estado Novo, o Supremo autorizou que a militante comunista Olga Benário fosse enviada para a morte num campo de concentração nazista.

Seria imoral e ilegal tentar impedir a entrega de Olga Benário por todos os meios e recursos que poderiam preservar sua vida, sua dignidade e mesmo a filha que levava em seu ventre, vamos combinar.

Em 1964, o Supremo aceitou a tese de que a presidência da República ficara vaga depois que Jango deixou o país e deu posse à ditadura militar. Legal? Moral? Ou ilegal e imoral?

Em 2010, o Supremo decidiu por 7 votos a 2, que só o Congresso poderia modificar a Lei  de Anistia. Com isso,  as investigações sobre torturas e execuções perderam uma base legal importante.

Pergunto: vamos proibir os jovens que denunciam torturadores nas operações esculacho e não se rendem a uma decisão que – sem entrar no debate se correta ou não – envolve uma opção pela impunidade?

Vamos chamar a PM para dar porrada? (Quando ela não estiver perseguindo estudantes que portam maconha, o que lei diz que é legal em certa quantidade mas que muita gente considera imoral e por isso aprova todo tipo de repressão, até sem base legal).

Mais ainda. Vamos silenciar procuradores que, teimosamente, ainda procuram brechas para colocar os responsáveis por crimes contra a humanidade na cadeia, lembrando que a Constituição diz que a tortura não é passível de anistia ou graça?

Os 7 a 2 do Supremo  deveriam garantir que esses garotos exemplares fossem silenciados para sempre?

Queremos a Submissão à autoridade, título de um livro antológico sobre técnicas de tortura?

Colocar a questão moral à frente da legal só ajuda a despolitizar um debate, a encobrir questões sérias e a impedir uma avaliação consciente do que está em jogo. No saldo, quem perde é a democracia.

Quando Genoíno se diz com a “consciência limpa dos inocentes” deveríamos dedicar alguns minutos de reflexão ao assunto.

Você pode, com base naquilo que viu e ouviu nas 53 sessões do julgamento, achar que ele é mesmo culpado e deveria renunciar ao mandato que recebeu.

Mas você poderia pensar o contrário.

A grande acusação é que ele assinou “empréstimos fraudulentos” que alimentaram o esquema, certo? Podemos ouvir isso todo dia, nos comentários de sabichões que frequentam o rádio e a TV.

Mas, veja só. A própria Polícia Federal, que investigou o caso e as contas do mensalão, concluiu que os empréstimos não eram uma fraude. Em seu relatório, a PF diz que os empréstimos foram verdadeiros, implicaram na remessa de dinheiro do Banco Real para o PT.  A Justiça, mais tarde, supervisionou um acordo para o pagamento do empréstimo. Era ilegal? Era imoral? Ou o quê?

Em todo caso, se era ilegal, pergunta-se: o que aconteceu com a turma do Banco Central que deveria fiscalizar essas coisas?

O que houve com quem referendou o acordo?  Alguém foi punido por ser ilegal? Ou não se julgou moralmente conveniente?

Muitos ministros condenaram Genoíno porque “não era plausível” que ele “não soubesse” do que eles dizem sobre o que seria o  “maior escândalo da história.” Uniram o papel político óbvio de Genoíno no governo Lula com um esquema financeiro, sem conseguir provar seu envolvimento direto na “compra de votos” no Congresso. Não conseguiram apontar, sequer, qual projeto foi aprovado em troca de dinheiro.

Enquanto não se provar que Genoíno cometeu uma ilegalidade, estamos,  mais uma vez, numa visão moral de uma pessoa, num julgamento que envolve a atribuição de atitudes e valores, mas não consegue reunir provas robustas – indispensáveis no direito penal — para sustentar o que diz.

O que é imoral, neste caso?

Embora o Supremo tenha condenado Genoíno, a lei  dá ao deputado o direito de aguardar pelo exame de todos os recursos antes de considerar que o caso está encerrado. Junto com a  liberdade, é a história de uma vida que está em jogo.

Ao contrário do que se poderia julgar do ponto de vista moral, ele tem o dever de resistir. A lei não lhe dá essa possibilidade por acaso. O necessário, para o esclarecimento de qualquer dúvida, de qualquer ponto de vista, é que que ele entre com seus recursos, que eles sejam ouvidos, examinados e conhecidos por todos. E a melhor forma de fazer isso é preservando seu mandato.

Vou adorar ouvir seus argumentos na tribuna da Câmara. E vou adorar ouvir os argumentos contrários.

Será uma grande novidade. Em sete anos de investigações, o mensalão transformou-se no discurso de um lado só, uma única voz, uma única verdade. Cada advogado de defesa teve direito a um discurso de duas horas num julgamento que durou cinco meses. Isso impediu que dúvidas importantes sobre Genoíno e sobre o mensalão fossem discutidas e resolvidas. Nenhuma auditoria provou que os recursos usados pelo esquema do PT foram extraídos do Banco do Brasil. Não há sinal de desvio na Visanet, empresa que fazia os pagamentos para as agências de Marcos Valério. Ou seja: verdades que pareciam evidentes em 2005 teriam de ser examinadas, revistas e explicadas em 2012. Ou corrigidas, ou retiradas.

É por isso que o  Congresso  tem razão em debater  suas prerrogativas e nossos moralistas de plantão erram quando tratam Marco Maia e seu provavel sucessor, Henrique Alves,como criadores de caso, encrenqueiros que jogam para a platéia.  Se o artigo 55 não foi abolido – o que só os parlamentares têm o direito de fazer – é mais do que razoável que sua aplicação seja discutida. Um pouquinho de história, para quem tem a memória selecionada. A cronologia diz tudo neste caso. Ao longo de 7 anos de mensalão o Congresso não moveu um dedo mínimo para atrapalhar a investigação. Tampouco cometeu qualquer gesto em direção ao STF que pudesse ser interpretado como ação indevida. Ficou silencioso em seu canto, respeitoso das atribuições de cada um. E é natural que queira ser respeitado, agora.

O ministro que decidiu a votação por 5 a 4 teve um voto oposto, em situação muito parecida.

Juízes não são obrigados a votar de modo idêntico a vida inteira.

Mas a democracia é um regime coerente.

Por isso a Constituição diz que o povo exerce o poder através de seus representantes eleitos. Esta frase não é enfeite, certo? O voto da maioria da população é o começo e o fim de tudo.

Leia também:

Pedro Serrano: “Não houve o valor do juízo imparcial”

Genoino na Câmara: Volto com “a consciência sincera dos inocentes”

Leandro Fortes: Feras togadas e o show de egolatria

Zé de Abreu: Condenar Genoino lembra Ionesco

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64 Comentários escrever comentário »

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Izaías Almada: A síndrome Safatle/Dutra (I) « Viomundo – O que você não vê na mídia

09/01/2013 - 00h07

[…] Dutra, na Rádio Guaíba, pedindo a José Genoino que renuncie ao cargo de deputado federal (comentário de Almerindo aqui). Daí o título que Izaías deu, embora não mencione Safatle e Olívio ao longo do texto.  […]

Responder

luiz pinheiro

08/01/2013 - 23h10

Eu já elogiei bastante esse artigo no blog do Paulo e em outros blogs por aí. Falta fazê-lo também aqui no Viomundo. Parabéns, Paulo Moreira Leite, pelo artigo claro, objetivo, sincero. Espero que na velha mídia ocupada pelo golpismo, da qual “Época” é um dos veículos de destaque, continue a haver espaço para jornalistas de verdade como voce. Isso nos dá mais fé no futuro do Brasil.

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Messias Franca de Macedo

08/01/2013 - 21h41

“Os integrantes da quadrilha do MENSALÃO [DEMo]TUCANO agiam como ‘bandoleiros de estradas’!…” “supremo do supremoTF” Celso de Mello

ENQUETE

A afirmação acima foi originalmente proferida pelo decano Celso de Mello em uma das sessões [da tarde!] do julgamento televisionado, uma das fases do golpismo ora [e sempre (sic)] em curso…

… Em sendo assim, a potencial frase – enunciada antes da palavra ‘ENQUETE’ – será/seria literalmente reproduzida pelo “inclemente e ácido” magistrado Celso de Mello…

a) … não será reproduzida porquanto “o supremo julgamento” da Ação Penal 536 – que trata do MENSALÃO [DEMo]TUCANO, nascedouro do ‘Valerioduto’ – será postergado ad eternum;
b) … não será reproduzida pelo simples fato de ‘a teoria do domínio do fato’ não poder ser aplicada a réus “cheirosos”!
c) … seria reproduzida se “não nascesse dentes em bico de ave”! [Notícias recentes dão conta de que pesquisadores identificaram uma ave que apresenta dentes no segmento mais externo do bico.]
d) … seria reproduzida se o decano Celso de Mello fosse acometido de ‘caduquice suprema’ antes de se aposentar!
e) … seria reproduzida se um mesmo raio caísse três(!) vezes no para-raios instalado no prédio do STF!

Que país é este, sô?!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

08/01/2013 - 20h18

… Nesta republiqueta de bananas, segundo o PIG, ilibado e sábio – entre outros “supremos ‘dotôres'” – é o desembargador “cheiroso” Tourinho Neto”…

Viva o ‘brazil’!… Viva “os supremos do supremoTF”, à exceção do catedrático ministro Ricardo Lewandovski(!)… Viva o PIgolpista/terrorista/antinacionalista…

(… É o nosso verão ‘bananiense’, estúpido!… “O imaculado (sic) casal Cachoeira” que o diga, direto de uma ilha paradisíaca na Bahia, e sob os holofotes [“e os ‘canetas'(!) do PIG!”…)

NOTA FÚNEBRE: estamos (quase-)perdidos!…

RESCALDO: as ruas, becos, guetos, avenidas, alamedas… Estão mortos… De vergonha – e de indignação!…

Que país é este, sô?!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Messias Franca de Macedo

    08/01/2013 - 21h09

    *“os supremos do supremoTF”: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!… E o que não deixa de ser o seriíssimo risco à nossa subdemocracia de bananas e ao “nosso” estado subDemocrático e de Direito! [Direito?!]…

    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

    Messias Franca de Macedo

    08/01/2013 - 21h12

    RESCALDO II: as ruas, becos, guetos, avenidas, alamedas… Clamam, ansiosos, por vozes!… Ou não?!…

    (Hasta la Victoria Siempre!)

    Que país é este, sô?!…

    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Messias Franca de Macedo

08/01/2013 - 18h38

MESTRE ANTONIO CANDIDO PARA GENOINO “OS QUE TE CONHECEM NUNCA TIVERAM UM MINUTO DE DÚVIDA”

Em http://mariafro.com/2013/01/08/mestre-antonio-candido-para-genoino-os-que-te-conhecem-nunca-tiveram-um-minuto-de-duvida/comment-page-1/#comment-56640

################################

… Somente um mestre – e da estatura moral -, a exemplo do eminente Antonio Cândido, poderia traduzir em tão poucas palavras [quase] toda a dimensão do sujeito histórico José Genoino Guimarães Neto (Quixeramobim, Ceará, 3 de maio de 1946)!…

… Muito obrigado, mestre Antonio Cândido: por ensinar-nos mais um pouco acerca da vida deste conspícuo brasileiro…

Somente a estupidez dos beócios justifica as diatribes perpetradas contra o egrégio brasileiro José Genoino!…

(… A verdadeira história do Brasil saberá, um dia, definitivamente, reconhecer os legados destes dois sapientes, honestos e impávidos brasileiros: José Genoino e Antonio Cândido…)

Saudações democráticas, progressistas, civilizatórias, nacionalistas e antigolpistas,

BRASIL NAÇÃO – em homenagem ao José Genoino e ao Antonio Cândido!
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Eduardo Oliveira

08/01/2013 - 16h41

À casa legislativa retorna um de seu grande componente e pelo país afora ficamos sensibilizados pelo respeito da Câmara Federal ao Dep. José Genoíno. Da historia contemporânea Brasileira ele é um ícone interessante.

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André

08/01/2013 - 16h27

Cade a Rede Globo?
“Em seis Estados brasileiros o Superior Tribunal de Justiça, a segunda mais alta corte do país, tenta licença para processar governadores e não consegue avançar na investigação. Não consegue nem apurar as acusações que o STJ considera sérias.

Por quê? Porque as Assembleias Legislativas não autorizam. Curiosidade: não há ”petistas aparelhados” envolvidos. Entre os 6 governadores, cinco são tucanos e um é do PMDB. Quantos são imorais nesse time? E os ilegais? Vai saber.”

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trombeta

08/01/2013 - 16h17

O tribunal da casa grande aplicou a maior fraude judiciária da história do país, condenou pessoas sem nenhuma prova sequer apenas com base em retórica e na distorcida doutrina do domínio do fato, um escândalo que demonstra que o Brasil ainda é uma republiqueta midiática de bananas.

Como sempre a análise de PML é impecável, parabéns.

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flavio.wittlin

08/01/2013 - 15h25

Fato real 1: um dia um rapaz, na falta de opção no instante, resolveu trocar de roupa num matagal. Ao ser visto por alguém da comunidade, ele foi denunciado e acusado de ter currado quatro mulheres (?!). Mas, nem fôra ele, nem ocorrera a tal curra. A turba contudo nem quis saber: partiu para linchá-lo. E de tanto apanhar, ele quase morreu. Com efeito, o rapaz transgredira um padrão moral básico. Em compensação, recebeu um castigo desproporcional ao pequeno deslize.
Fato real 2: Genoíno recebeu uma pena tremendamente desproporcional a um hipotético deslize moral, com magistrados, imprensa e políticos inimigos em ação análoga ao fato real 1. Pior, seletiva, pois gigantescos atos destes últimos, repletos de provas materiais e testemunhais quanto à sua natureza criminosa, estão pendentes nas gavetas da justiça há tempos. Sinistro (no sentido antigo) isto, não?

Responder

Almerindo

08/01/2013 - 14h17

Azenha!!! Olha essa: “Ao vivo, Olívio Dutra pede renúncia a José Genoino”:

http://oglobo.globo.com/pais/ao-vivo-olivio-dutra-pede-renuncia-jose-genoino-7222384

É MOLE??? ATÉ o Olívio????????????

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José BSB

08/01/2013 - 13h13

Genoíno foi condenado a 6 anos e cumprirá pena no semi aberto. Não obstante, nos termos da constituição, assumiu o mandato de deputado federal. E por isso esta sofrendo uma perseguição implacável.
Cachoeira, condenado a quase 40 anos de prisão, conseguiu (pra variar) um habeas corpus “relâmpago”, casou-se e esta curtindo a lua de mel num resort 5 estrelas na Bahia.
A esposa (indiciada por chantager o juiz com um dossie que seria elaborado pelo jornalista da veja) posa de fio dental enquanto o maridão deleita-se com algumas “geladinhas”, certamente aliviado depois que os tucanos livraram sua cara na CPI.
Indignação e moral cada um tem a sua.

Responder

angelo

08/01/2013 - 12h58

Beleza pura…quase pura…

Portar maconha, em qualquer quantidade, ainda é ilegal.

Não punível com reclusão, mas sim pena alternativa: sermão, pintar parede etc, desde que a pessoa flagrada seja enquadrada como usuário.

O desastre da lei é que não é definida uma quantidade que diferencie usuário de traficante. Fica a critério do juiz.

Responder

    damastor dagobé

    08/01/2013 - 19h30

    e comoo juiz vai decidir quem é comerciante ou consumidor: simples; pela cor..branco consumidor, e preto é traficante…é para isso que serve a flexibilidade da lei…

damastor dagobé

08/01/2013 - 12h52

No caso dos petistas, cabe-lhes tentarem provar que, no final das contas, compensou o Dirceu ter fechado aquela barganha imunda com os senhores do Brasil em 2002, quando assegurou que a política econômica neoliberal de FHC seria escrupulosamente mantida desde que eles dessem seu consentimento para o PT gerir as miudezas do estado burguês.

Dito e feito: a mais-valia continuou intocável e em patamares escandalosos, enquanto as políticas que tão somente atenuam a desumanidade capitalista têm sido suficientes para perpetuar esse descaracterizado (para não dizer castrado) PT no poder, exatamente como acontecia com o PRI mexicano.

No nosso caso, basta-nos honrar os ideais pelos quais o mesmo Dirceu lutou outrora, mas foi abandonando ao longo do caminho.

Responder

Willian

08/01/2013 - 11h04

E o Tarso Genro, hein, que coisa? Virar direitista a esta altura da vida?

Responder

anac

08/01/2013 - 09h01

O nick adotado por alguns rola bostas os condena. Não é por acaso que Azenha deixa passar os pifios comentarios.
Continuo querendo saber onde se encontra o dinheiro oriundo do maior crime de corrupção já praticado no Brasil, cujo crime Genoino foi condenado? Gostaria de saber porque Genoino ao contrario de alguns tucanos ,não obstante beneficiario da maior corrupção praticada no Brasil, reside em um apto de dois quartos em bairro de classe media em São Paulo, enquanto os santinhos tucanos possuem mansões no Morumbi em São Paulo, apto em Paris, no Quartier Latin, opto em Higienopolis em SP, Fazenda em Minas Gerais, Ilha na Bahia etc?

Responder

    Willian

    08/01/2013 - 11h03

    Genoíno foi condenado por corrupção ATIVA, não PASSIVA. Ninguém disse que ele recebeu dinheiro, por isto pode se orgulhar de continuar “pobre”.

    francisco pereira neto

    08/01/2013 - 13h15

    Puxa vida!!! Não tinha notado essa “nuance”. Ele é passivo. Então Genoíno pode continuar com a sua vida de pobre. Ser pobre, como prega o catolicismo, se aproxima mais rápido de Deus. Jesus Cristo nasceu numa manjedoura e portanto todos os seus seguidores devem ser iguais a ele, pelo menos na pobreza, porque nas outras virtudes, nenhum ser humano pode ser comparado a um Santo.
    E viva Daniel Dantas, Gilmar Mendes, Cacciolla, Dr Roger Estuprador, Cachoeira, Perilo, Demóstenes…

anac

08/01/2013 - 08h43

Realmente, a justiça no Brasil enfim mudou, cachoeira depois de HC gozando sua merecida lua de mel na Bahia, Eduardo Azeredo do mensalão tucano impune, Governador de Goiás Perillo em Cancun com passaporte internacional, FHC com seu aptão no Quartier Latin em Paris e apto em Higienopolis São paulo, Serra com sua mansão no Morumbi, Aecim o eterno menino do rio dirigindo alcoolizado seus carrões importados, etc.
Condenado paenas Genoino com seu miseravel apto de dois qurtos em são paulo. Quem manda genoino dar sinais exteriores de pobreza.

Responder

Romanelli

08/01/2013 - 08h34

Verdade é que muitas de nossas LEIS são imorais ..verdade é que nós vivemos numa democracia de FAZ DE CONTAS ..verdade é que as leis deveriam refletir os valores da sociedade, e aqui isso é fato raro

Pra imensa maioria da população, BANDIDO e CRIMINOSO condenados não devem assumir cargo público ..se há leis que permitem a fuga e o adiamento de pena, isto sim é mais um ENTULHO autoritário, assim como o é o direito a mentira, foro e prisão especial, a prescrição da pena por tempo e/ou idade, os direitos exclusivos, corporativos e especiais tb

NEM tudo que é LEGAL é moral ..será que o autor nunca tinha dado atenção ao significado desta expressão secular ?

e essa de que a LEI é igual pra todos ..ORAS FAZ FAVOR, vai ??!!! ..por acaso o autor goza do direito especial tb ? ..afinal, todo este enrosco foi pq a lei foi mais igual pra uns do que pros outros tb, ou não ? ..por ex. em se permitir o FORO especial, o julgamento de político pelo STF, sem no entanto darmos a eles a autoridade para a execução da pena ..mais uma brasileirice pro mundo nos “admirar”

Responder

    abolicionista

    08/01/2013 - 13h37

    Curiosa, sua argumentação, caro Romanelli. Pois eu me lembro muito bem de que o senhor havia dito que as leis eram absolutas e que não deveriam subordinar-se à ética. Agora, surpreendentemente, vemos o senhor assumir a posição contrária. Não acha isso contraditório. Só posso concluir que, em alguma das duas ocasiões, o senhor argumentou contrariamente a suas convicções. Isso se chama agir de má-fé e, embora não seja algo ilegal, principalmente em um blog democrático como esse, é certamente algo muito feio de se fazer, não? Que tal pedir desculpas?

    abolicionista

    08/01/2013 - 13h39

    A propósito, o senhor assumiu a citada opinião quando da famigerada desocupação do Pinheirinho. Ou era outro Romanelli?

    Romanelli

    09/01/2013 - 07h45

    sinceramente, não entendi o que vc quis dizer ..até procurei alguma coisa aqui no BLOG em que eu teria dito qq coisa similar e não encontrei

    Lembro sim que no Pinheirinho eu condenei a atitude do governo do Estado e Federal que sempre deixam o leite derramar pra depois ficarem tentando empurrar da culpa

    Sobre condenar nossa democracia representativa e nossas leis assimétricas e feitas sob encomenda, sob isto sei que minha opinião não muda desde quando comecei a entender o que seria se ser um CIDADÃO protegido pelo 5o artigo ..então

    se vc puder ser mais preciso na afirmação, quem sabe vc possa me ajudar a relembrar e, talvez, ser mais “coerente”, ou claro em minhas considerações

    abrá

Zezinho

08/01/2013 - 07h16

Eita artigo mais furado! Taxar de imoral a posse de Genoíno é diferente de proibí-lo de fazê-lo.

Outra, os 5 governadores “citados” ainda nem foram julgados, ao contrário de Genoíno.

Responder

    francisco niterói

    08/01/2013 - 19h30

    os cinco governadores nao serao julgados pois as assembleias ainda nao autorizaram e, é claro, esperarao a prescriçao.

    E vc nao se indigna com isso? So serve tal fato ( ainda nao julgados) para o seu comentario rola-bosta?
    Vc se preocupa com o que, afinal?

    Em ser paspalho na net?

    Desde quando dois erros fazem um acerto? PARVO.

francisco pereira neto

08/01/2013 - 02h12

Oh Lulipe!!!
Não desvia de assunto.
Quantos deputados, senadores, governadores estão milionários?
E foram pegar só o Genoíno?
Voce sabe, mas finge não saber que os parlamentares, cobram(Roubam) porcentagens dos prefeitos de emendas parlamentares que conseguem aprovar.
Tem deputado que cobra (rouba)até 20% das verbas que conseguem. E foram pegar só o Genoíno.
Diga-me, onde está a fortuna do Genoíno?
Voce é cara-de-pau mesmo!!!
PS: ah! esqueci, os prefeitos também entram com a boquinha, e foram pegar só o Genoíno?

Responder

Daniel

07/01/2013 - 23h22

Acredito na inocência do Genoíno, quem conhece politica sabe que qualquer ato politico por mais bem intencionado que seja pode ser distorcido e transformado em maracutaias,esquemas ou “mensalões”.Basta apenas cair nas mãos de um bom “fazedor” de noticias,coisa que o PIG tem aos montes. Hoje o mantra que todo mundo repete e que foi incutido pela grande mídia é (Não tinha como ele não saber),isso num País em um numero crescente famílias são surpreendidas todos os dias pelo consumo de drogas de seus filhos.A politica é um dos pilares da sociedade, a imprensa vem ao longo de algumas décadas desconstruindo a politica e os políticos desse país com a nossa conivência,temos que acordar para o fato de que quando esse pilar vir abaixo todo o prédio vai ruir com ele.

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saulo

07/01/2013 - 23h14

Para os direitistas raivosos, tanto faz tanto fez !!! Eles são hipócritas e pronto !!! Portanto não se apegam aos fatos !!! Eles se alimentam de mentiras !!!

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Messias Franca de Macedo

07/01/2013 - 23h11

“… A Lei diz que o mandato de um deputado só pode ser cassado por decisão do Congresso. Não é interpretação. Não é princípio genérico. É texto da lei…” Emérito, lúcido, competente e intrépido jornalista Paulo Moreira Leite

NOTA ACAUTELATÓRIA: prezado jornalista Paulo Moreira Leite, o excerto lapidar do seu texto emblemático e elucidativo não corrobora com o que pensa o Merval “da ‘grobo’”! Merval Pereira é ‘um [imortal (risos)] jornalista amigo dos patrões barões da grande (sic) mídia nativa’! E pós-douto em jornalismo Penal e Constitucional! Não é mesmo, Renata Lo Prete?!…
Segundo Merval “não há nenhuma celeuma! Não há a menor dúvida (idem sic): quem deve cassar os deputado réus do processo do mensalão [o do PT, revisor!] são ‘os supremos do supremoTF’ – ainda que o processo Penal não tenha sido transitado em julgado!”

Viva o Merval “‘da grobo'”! Viva “o ‘BRAZIL’ mudado por um menino pobre de nome Joaquim!” [RISOS DO MATUTO!]

República Destes Bananas da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, terrorista, histriônica, alienada, aloprada, MENTEcapta, impunemente terrorista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’! (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente e catedrático pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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J.Carlos

07/01/2013 - 23h07

Demorou, mas finalmente o economista-chefe do FMI, o francês Olivier Blanchard, reconheceu que os programas de austeridade teem um efeito depressivo sobre as economias debilitadas. O reconhecimento pela insistência no erro ocorreu no encontro anual da Associação Americana de Economia, que acabou de ocorrer em S.Diego-EUA.

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Willian

07/01/2013 - 23h06

FHC eleito por milhões de votos teve que aguentar o FORA FHC do PT e agora vocês vem me falar que Genoíno tem que tomar posse por que representa não sei quantos votos (insuficientes para elegê-lo). FHC representava milhões e vocês queria ele fora. Cara de pau não tem limite.

FORA GENOÍNO!

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    Yacov

    08/01/2013 - 18h57

    Correção: o FORA FHC não foi do PT, foi de milhões de brasileiros que em 2002, de saco cheio, elegeram LULA, em 2006 reelegeram LULA, em 2010 elegeram DILMA, o poste de LULA, e em 2012, mesmo sob o fogo cerrado do “julgamento” da AP-470 elegeram HADDAD prefeito de São Paulo. O POVO BRASILEIRO está gritando FORA FHC!!, até hoje percebe???

    NO PASSARÁN!! VIVA GENOÍNO!! VIVA ZÈ DIRCEU!! VIVA A LIBERDADE, A DEMOCRACIA E A LEGALIDADE!! VIVA LULA!! VIVA DILMA!! VIVA O PT!! VIVA O BRASIL!! ABAIXO A DITADURA DO STF E MÍDIA LACAIOS & SEUS ASSECLAS!! CPI DA PRIVATARIA TUCANA, JÁ!! LEI DE MÍDIAS, JÁ!! “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

Isidoro Guedes

07/01/2013 - 22h51

Nem tudo que é moral é legal e vice-versa, isso todos sabemos. Agora a questão é a seguinte: é a moral que se impõe a lei ou o contrário? Se for o a contrário o regime republicano e o Estado de Direito estão feridos de morte, porque o moral jamais pode se sobrepor ao que é legal. Até porque há conceitos de moral, mas se esses conceitos se chocam com o que a lei prevê é a lei que prevalece.
Portanto, Genoíno está mais do que certo ao assumir seu mandato. Afinal os que lhe apontam o dedo e insinuam que é imoral que ele assuma uma mandato (que a lei lhe prevê e garante), são em geral os mesmos que por cinismo ou conveniência nada falam sobre situações semelhantes que são tratadas de forma distinta. Se com o PT valeu o julgamento em um único e definitivo fórum dito “privilegiado” (o STF) por que seu predecessor (o “mensalão” do PSDB mineiro) teve tratamento distinto? Por que seu julgamento foi fatiado e para instâncias inferiores do Judiciário (favorecendo a defesa dos réus)? E, pior ainda, por que sequer chegou a ser julgado?
E o que dizer dos pedidos de investigação contra governadores tucanos? Por que esse pessoal sequer pode ser investigado?
Por que a moral (ou falsa-moral – ao velho estilo udenista e lacerdista) só se volta para o PT e não para outros partidos do campo conservador? Acaso o moralismo é seletivo (ou repito: é apenas falso-moralismo, vergonhosamente cínico e dissimulado)?

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    maria olimpia

    08/01/2013 - 19h09

    Concordo totalmente com você, Isidoro Guedes!
    Texto irretocável do PML!

Messias Franca de Macedo

07/01/2013 - 22h03

FHC: A JUSTIÇA NÃO FALHA.
O VALERIODANTAS VEM AÍ
No Valeriodantas estão o FHC e sua Obra Prima, o Gilmar Dantas.
em http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/01/06/fhc-a-justica-nao-falha-o-valeriodantas-vem-ai/#comment-1015299

############################
…Cara e bico-de-paus somente não consegue superar o próprio cinismo!…
O “supremo” ‘sloogan’ acima serve para caracterizar, entre outros, FFHH, ‘Álvaro 16 Milhões Sonegados Dias’ e Gilmar Mendes, este último “o supremo inédito”: ao julgar o MENSALÃO [DEMo]tucano (Ação Penal 536), será, concomitantemente (sic), *réu e juiz do processo! Que beleza!…
*as provas robustas, portanto nada ‘tênues’, incriminam “o supremo do supremoTF”, Gilmar [Dantas] Mendes, não havendo a mínima necessidade de “o supremoTF” recorrer à teoria do eminente jurista alemão **Claus Roxin!
**Claus Roxin esteve recentemente no Brasil, tendo sido desqualificado pelo Merval “da ‘grobo'”! Merval Pereira é ‘um [imortal (risos) jornalista amigo dos patrões barões da grande (sic) mídia nativa’! E pós-douto em jornalismo Penal e Constitucional! Não é mesmo, Renata Lo Prete?!…
Viva “o ‘BRAZIL’ mudado por um menino pobre de nome Joaquim!” [RISOS DO MATUTO!]
República Destes Bananas da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, terrorista, histriônica, alienada, aloprada, MENTEcapta, impunemente terrorista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’! (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente e catedrático pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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R Godinho

07/01/2013 - 21h59

Só um reparo: a CF pode ser modificada pelo voto de três quintos dos membros de cada Casa Legislativa, em dois turnos de votação em cada uma. Dois terços era o que vinha desde o Império, até a CF de 1946. Em 1988 esse número foi mudado (de 66,67% para 60%).
Dita coisa séria, vamos ao delírio: imaginem se o Congresso resolver que:
Art 1° – Nenhum ministro permanecerá no respectivo tribunal mais do que 8 anos.
Parágrafo Único – O princípio do direito adquirido não se aplica frente a comando constitucional que altere ou extinga direito.

Seria de dar risadas…

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    maria olimpia

    08/01/2013 - 19h16

    Aí, o Congresso – como um todo – nos representaria, de fato! Que bom seria !

Marcelo

07/01/2013 - 21h26

Simplesmente ótimo este texto.

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MTHEREZA

07/01/2013 - 19h57

Excelente texto e corajoso. Mas pinço apenas um trechinho: “a Constituição só pode ser modificada por emenda constitucional, com 2/3 dos votos dos parlamentares”. Melhor mandar um exemplar da CF para cada um dos componentes do stf, que também devem ter “pulado” o pedaço onde diz que o papel do stf é defender a CF.
Podemos até não ter gostado, os 2/3 terem sido conseguidos à base de muita “conver$a”, mas foi assim que se instituiu a reeleição e aí está.
Então não serão, 4 ou 5 ou mesmo 11 votos que poderão mudar a Constituição (pelo menos até agora).

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FrancoAtirador

07/01/2013 - 19h05

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Tag: MÍDIA BANDIDA

Indícios de conspiração contra a Democracia em todo o mundo

Não existe hoje no Brasil (e no mundo) algo que mereça mais uma investigação jornalística séria do que o próprio jornalismo.

Luís Nassif e Paulo Henrique Amorim vêm fazendo esse papel.

Eu costumo rejeitar teorias conspiratórias, mas neste caso as evidências são óbvias.

Uma delas é o caso Murdoch, da Fox.

Qual é o pano de fundo dessas atividades jornalísticas criminosas, que põem em risco até as maiores e mais antigas democracias do mundo?

O artigo é de J. Carlos de Assis(*), na Carta Maior

Em 1983, bem antes do fim da ditadura, denunciei três grandes escândalos financeiros urdidos nos bastidores do sistema autoritário, os quais ficaram conhecidos como o caso Delfin-BNH, o caso Coroa-Brastel e o caso Capemi.
Foi a inauguração do jornalismo investigativo na área econômica no Brasil, contribuindo fortemente para a desmoralização do regime.
Era investigação jornalística crua:
sem Polícia Federal, que só pensava em prender opositores políticos;
sem Ministério Público, sem CPI, sem quebra de sigilos, sem escuta telefônica.

Trabalhei exclusivamente a partir de documentos vazados por empregados e funcionários públicos insatisfeitos com a corrupção em suas empresas ou instituições, e com depoimentos verbais rigorosamente conferidos por no mínimo três testemunhas.
Nunca fui processado por civis que eventualmente questionassem minhas afirmações.
Fui processado, sim, por dois ministros de Estado com base na antiga Lei de Segurança Nacional, aquela que criminalizava a intenção subjetiva, e não só os atos supostamente contra o regime.

Escapei de condenação porque o juiz militar de primeira instância entendeu que, ao contrário do que a LSN não previa, me devia ser dado fazer a prova da verdade.
Não precisei fazer. Na verdade, já estava feita nas reportagens.
Com isso os ministros, um deles chefe do SNI, o outro da Agricultura, desistiram da ação.

Comparo isso, em pleno regime militar, com o jornalismo dito investigativo que tem sido feito no Brasil em pleno regime democrático.
É o jornalismo da espionagem, da invasão da privacidade, da exposição pública de suspeitos, do achincalhe de inocentes, da opinião prevalecendo sobre a informação.

Na verdade, não existe hoje no Brasil (e no mundo) algo que mereça mais uma investigação jornalística séria do que o próprio jornalismo.
Luís Nassif e Paulo Henrique Amorim vêm fazendo esse papel.

Eu costumo rejeitar teorias conspiratórias, mas neste caso as evidências são óbvias. Uma delas vem de fora, o caso Murdoch, da Fox.
Na Inglaterra, ele montou um sistema de espionagem de centenas de personalidades para alimentar um jornalismo de chantagem do sistema político.
Nos EUA, ele tentou inventar um candidato a presidente da República que seria apoiado por seu império de comunicação.

Qual é o pano de fundo dessas atividades jornalísticas criminosas, que põem em risco até as maiores e mais antigas democracias do mundo?
A pista é o próprio Murdoch, o bilionário das comunicações.

A articulação da grande mídia com as grandes corporações mundiais, notadamente os bancos, constitui uma base de poder incomparável nas democracias.
Os bancos financiam a mídia para que a mídia faça a lavagem cerebral nos eleitores em defesa de seus interesses.
A isso se deveu o sucesso ideológico espetacular do neoliberalismo nas últimas décadas.
(Vejam aqui [no Brasil] as críticas da mídia à queda dos juros!)

O processo foi facilitado pela desestruturação da União Soviética.
Durante o governo Yeltsin, a imensa máquina de espionagem russa ficou completamente desamparada e sem objeto, até que foi em parte recuperada por Putin.
No intervalo, porém, muitos espiões ficaram virtualmente sem emprego na Rússia e no mundo.
A meu ver, boa parte deles foi recrutada por corporações jornalísticas inescrupulosas como jornalistas ou simples informantes remunerados por “trabalho”, e colocada a serviço dos sistemas financeiros.

E no Brasil, o que está acontecendo?
Primeiro, há um problema estrutural no mercado jornalístico.
Sob pressão da Internet, que comanda o processo de produção de notícias, o espaço dos jornais se estreitou.
Para sobreviver lhes resta o campo da análise, da crítica, do lazer etc.
Mas e as revistas?
Bem, as revistas ficaram com um espaço ainda menor. Sua circulação está caindo, com ela a publicidade.
Para reagirem, só têm o espaço do escândalo.
E para publicar escândalos contratam espiões, dos quais os jornalistas são meros redatores.

Não é possível com os meios de que disponho fazer prova direta disso, mas é só prestar atenção nas indiretas.
Quem publica escândalo semana sim, semana não?
Quem contrata espiões como informantes, tal como ficou comprovado na CPI do Cachoeira, infelizmente abortada?
Quem obtém (ou compra) da Polícia Federal fitas com degravações de escutas telefônicas sigilosas?
Quem tem acesso a processos do Ministério Público ainda protegidos por sigilo?
Quem manipula parlamentares com chantagens?

Pessoas de boa fé acreditam que essa é a única forma de identificar corruptos.
Minha experiência, como indicada acima, diz que não é.
Além disso, a maioria dos corruptos se protege, nada de ilegal tratando por telefone.
Mas o que acontece quando há um corrupto na linha grampeada por ordem judicial falando com Deus e o mundo?
Podem ser centenas, e grande parte inocente. Mas sua privacidade é invadida e colocada à mão de policiais que, se forem corruptos, têm ali farto material de chantagem.

Por acaso alguém controla isso, já que tudo pode vazar impunemente?

É claro que toda essa situação coloca um desafio e um risco imenso para a democracia no Brasil.

A ameaça maior é que a violação de direitos recorrentemente praticada pela mídia está sob a bandeira de um bem público maior, a liberdade de imprensa.
Não é conveniente jogar fora o bebê com a água da bacia.
Contudo, é preciso aproveitar algum fato concreto para se criar uma CPI.

Além disso, o Executivo deveria reorganizar seu sistema de informações, talvez criando uma Agência Nacional de Segurança como os EUA, integrando numa só estrutura órgãos que hoje se encontram sem qualquer supervisão e controle.

(*) Economista e professor de Economia Internacional da UEPB, autor, entre outros livros, de “A Razão de Deus”, editado pela Civilização Brasileira.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21474

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    Lafaiete de Souza Spínola

    08/01/2013 - 17h00

    Isso explica quase tudo!

    “A articulação da grande mídia com as grandes corporações mundiais, notadamente os bancos, constitui uma base de poder incomparável nas democracias.
    Os bancos financiam a mídia para que a mídia faça a lavagem cerebral nos eleitores em defesa de seus interesses.
    A isso se deveu o sucesso ideológico espetacular do neoliberalismo nas últimas décadas.
    (Vejam aqui [no Brasil] as críticas da mídia à queda dos juros!)”

    Aqui está o âmago das crises no mundo inteiro. O poder está, quase todo, nas mãos dessa gente. É uma verdadeira teia de aranha.

    O HSBC, só como um exemplo, acaba de ser multado ( só multado!) por ser um dos guardiões do dinheiro banhado de sangue do crime organizado no mundo. Pergunto: E os donos desse dinheiro?

    Bancos, indústria armamentista, indústria petroleira e outras grandes multinacionais mandam e desmandam.

    Aqui no Brasil, resistem, com todas as artimanhas possíveis, em baixar os juros.

    A Dilma esteja atenta! A CEF e o Banco do Brasil estão usando, também, de artifícios para não baixar os juros. Assim, estão dando uma ajuda aos demais para manter tudo como está, dentro da margem de manobra possível.

    maria olimpia

    08/01/2013 - 19h28

    Excelente!

ZePovinho

07/01/2013 - 17h31

http://www.novojornal.com/politica/noticia/exclusivo-relatorio-da-policia-federal-sobre-o-mensalao-do-psdb-02-01-2013.html

EXCLUSIVO: Relatório da Polícia Federal sobre o “Mensalão do PSDB”

Relatório desvenda ligações de Aécio Neves com organização criminosa do PSDB mineiro e comprova que lista contendo nome de Gilmar Mendes é legítima

Integrantes da PGR encaminharam, segundo eles, com exclusividade para Novojornal um manifesto acompanhado do “Relatório da Polícia Federal” que fundamentou a denúncia do Procurador Geral da República (PGR), Antônio Fernando de Souza, contra o então senador, hoje deputado federal, Eduardo Azeredo como o chefe da organização criminosa responsável pelo desvio de R$ 100 milhões, incluindo empresas estatais para sua campanha ao governo de Minas em 1998.

No manifesto, Antonio Fernando é acusado de ter poupado o então governador mineiro, hoje senador Aécio Neves. Na página 86 do relatório da Polícia Federal, documento da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Divisão de Repressão a Crimes Financeiros, cita LÍDIA MARIA ALONSO LIMA que, em seu depoimento, confirmou ter recebido R$ 15 mil do esquema, a pedido do deputado estadual Eduardo Brandão, primo do senador Eduardo Azeredo.

Ocorre que o ex-deputado já havia falecido e a justificativa de Lídia Maria Alonso Lima não convenceu a Polícia Federal. Na época do recebimento do dinheiro desviado dos cofres públicos, Lídia Maria Alonso Lima trabalhava na empresa COMERCIAL FACTORING LTDA, de propriedade de Andréia Neves da Cunha. Lídia Maria foi sócia de Andréia Neves, irmã do governador Aécio Neves da Cunha na empresa TAKING CARE. Tudo isso está na página 86 do relatório da PF.

Em seu depoimento na Polícia Federal Lídia confessou ter sido usada para colocar em seu nome rádios e empresas pertencentes à Andrea e Aécio Neves.

No mesmo relatório, em sua pagina 11ª, a polícia federal relata em qual documento apreendido fundamentou suas investigações, informando que seria a mesma “Lista do Mourão”, que vem tendo sua autenticidade questionada pelo Ministro Gilmar Mendes.

Gilmar apresentou denúncia contra Carta Capital fundamentando-se na alegação de falsidade. O Relatório da Polícia Federal, esteve “sumido” desde 2004 na Procuradoria Geral da República e no Supremo Tribunal Federal.

Novojornal está checando os fatos denunciados e informados no manifesto recebido dos integrantes da PGR para só então publicá-los.

A verdade é que diante do relatório, comprova-se que a lista divulgada por Carta Capital não e falsa, desta forma merece investigação a presença do nome do Ministro Gilmar Mendes como um dos beneficiados pelo esquema, dando novo rumo ao processo do, ”Mensalão do PSDB”.

Documento que fundamenta esta matéria: http://anexo.novojornal.com/91946_1.pdf

Responder

souza

07/01/2013 - 17h22

parabéns pelas palavras sr. moreira leite.
são moralista por que não existe o direito de resposta.
num futuro próximo haveremos de ter este direito.

Responder

Camila

07/01/2013 - 17h17

É isso mesmo. Lei é uma coisa e justiça é outra – infelizmente, inclusive.

Responder

antonio

07/01/2013 - 16h34

Cada admiro a coragem de Paulo Moreira Leite.

Responder

    lulipe

    07/01/2013 - 16h59

    Deve ser por que ele escreve o que você quer ler, não é Antonio??Se por acaso um dia ele escrever algo criticando lula ou Dilma será imediatamente tachado de reacionário, a serviço dos ianques, tucano etc…

    antonio

    07/01/2013 - 17h30

    Não é por isso. É porque ele está remando contra a maré. É como se o redator do jornal cubano escrevesse sobre a necessidade do plnano Marshall para Cuba. E continuasse editando o jornal.

    francisco pereira neto

    07/01/2013 - 17h57

    Já que vc acha que o autor do artigo escreve só o que agrada o Antônio e por dedução desagrada vc, então faça o favor de argumentar contra o que foi dito. Não adianta ficar criticando comentários a favor ou contra este, aquele ou acolá.
    Justifique o que o PML acaba de afirmar? Que cinco governadores, do PSDB e PMDB nem processado podem ser porque as assembléias não autorizam processo de investigação.
    Voce sabe, só não tem coragem de afirmar que existem um grande números de deputados, que eram pés raspados antes, e agora são milionários.
    Genoíno lutou contra a ditadura para que voce pudesse dizer o que quiser, inclusive, besteiras.
    Aponte onde está a fortuna do Genoíno?

    lulipe

    07/01/2013 - 21h02

    A história do Genoíno não o exime de nada, ele deveria ter pensado nela antes de se envolver no mensalão.A Corte suprema do país o condenou por corrupção e formação de quadrilha.O resto é chororô das viúvas!!!Quanto ao artigo do Paulo Moreira posso dizer que ele entende de Direito tanto quanto o lula entende de Física Quântica.

    flavio

    08/01/2013 - 09h36

    pessoal………..perder tempo com este cidadão mal-caráter que se denomina lulipe, é jogar pérola aos porcos……….

    lulipe

    08/01/2013 - 12h06

    Caro Flávio, aprenda um pouco mais de português antes de comentar por aqui.Não existe “mal-caráter”, analfa!!!

José Ricardo Romero

07/01/2013 - 16h08

Surpreendente e excelne artigo. De uma clareza linear e indiscutível. Devo declarar que votei em Genoino e quero, porque tenho direito como cidadão igual a qualquer outo, que ele tome posse e atue no cargo para o qual foi eleito. E não será nenhum porra-loca que vai questionar esse meu direito com argumentos moralistas.

Responder

Caracol

07/01/2013 - 15h49

E o habeas corpus para o médico Abdelmassih, currador de suas pacientes, que aproveitou e fugiu do Brasil em seguida, não será imoral?

E os dois habeas corpus para o Daniel Dantas, conseguidos em tempo recorde de minutos, não serão imorais?

E o Carlinhos Cachoeira em liberdade e em plena lua de mel? Alguém se lembrou de dizer a ele: Olha, Carlinhos, não fica bem, faz isso não, não toma posse não, digo, não faz isso não, isso é meio imoral.

E o Demóstenes Torres, que tomou posse como procurador depois daquele vexame todo, não é imoral?

Ah! Sei! Dependendo do caso há diferença entre o que é legal e o que é legítimo e moral, né? Mas só dependendo do caso. Tem então que perguntar pra tucanalha, pra mídia e pro JB, né?

Responder

Rodrigo Leme

07/01/2013 - 15h37

Quem proibiu Genoino de assumir a vaga? Classificar como “imoral” (e é mesmo) é um juízo de valor. O que o autor quer é que esse juízo de valor não seja expresso, aí sim um desejo de censura efeitva ao pensar alheio.

E me espanta o autor se perguntar o que há de imoral nesse caso. Oras, precisa de uma louca com a explicação? É crimonoso condenado! Na hora de taxar a imoralidade do Maluf por continuar exercendo mandato é tudo preto no branco, aí com o Genoíno vira tons de cinza (50?).

Isso sim é moralidade seletiva.

No mais, se eram 300 picaretas com anel de doutor no congresso, pode colocar 301.

Responder

    Lucas

    07/01/2013 - 16h53

    moralidade seletiva por moralidade seletiva, ficamos por isso mesmo.

    A diferença é que uns estão defendendo a expressão da soberania popular e outros estão a destruí-la.

    francisco pereira neto

    07/01/2013 - 18h01

    Imoral é o seu comentário.

    Vivi

    07/01/2013 - 23h11

    Imoral é o eleitor que vota em Maluf e o reelege!

    lulipe

    08/01/2013 - 17h35

    E quem o tem como aliado é o quê, Vivi???

José X.

07/01/2013 - 15h23

“Dizem que a decisão de Genoíno em assumir o mandato para o qual foi eleito por 92 000 votos pode ser legal mas é imoral.”

O moralismo é o recurso habitual dos hipócritas.
“Quem não tiver culpa que atire a primeira pedra.”

Responder

josé maria de souza

07/01/2013 - 15h04

Um texto primoroso!
Deveria ser leitura de cabeceira obrigatória de certos joaquins, fuchs, gilmares, mellos, casoys, cantanhêdes, melchiades, fernandos et caterva.
josé maria de souza

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