VIOMUNDO

Kenarik Boujikian: Petição de apoio à causa indígena já tem 19 mil assinaturas

27 de novembro de 2012 às 12h18

por Conceição Lemes

A campanha Eu Apoio a causa indígena está na reta final. “Já somos 19 mil, vamos ultrapassar 20 mil!”, avalia a dra. Kenarik Boujikian, desembargadora no Tribunal de Justiça de São Paulo e co-fundadora da Associação Juízes para  a Democracia (AJD).

O Viomundo apoia a petição. Ela é contra a PEC 215, em favor das demarcações das terras e pelo julgamento urgente dos processos que estão no Supremo Tribunal Federal (STF) que envolvam direitos dos povos indígenas. A luta dos índios contra os massacres é a luta das periferias, é a luta da juventude negra, é a luta de todos!

Quem ainda não a assinou, tem até dia 31 para fazê-lo. Clique AQUI.

No dia 4 de dezembro, às 10h, haverá audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Representantes de diversos povos, dos jovens e das mulheres indígenas falarão.

Após a audiência pública, a petição e as assinaturas da campanha serão entregues a representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, para que cumpram a Constituição Federal e respeitem de forma plena a organização social, costumes, línguas, crenças, tradições e as terras originárias dos indígenas.

 Carlos Latuff fez  a charge acima especialmente para a campanha. “Ela é forte, impactante, diz tudo, mesmo!”, afirma a dra. Kenarik. “Ajudem a divulgá-la também!”

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Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Kenarik Boujikian: Cardozo não se porta à altura de um ministro de Estado - Viomundo - O que você não vê na mídia

21/05/2013 - 19h07

[…] Kenarik Boujikian: Petição de apoio à causa indígena já tem 19 mil assinaturas […]

Responder

Willian

28/11/2012 - 14h52

Como todas as charges do Latuff, esta é muito ruim. Charge tem que ter uma sacada e em todas as dele ele recorre a colocar por escrito do que se trata, explicando a charge, como nesta que os punhos têm os nomes dos três poderes.

Responder

Maria Libia

28/11/2012 - 13h09

Posso fazer camisetas com esse emblema? Como contatar?

Responder

    Conceição Lemes

    28/11/2012 - 13h22

    Maria Líbia, vc se refere à doutora Kenarik? abs

    FrancoAtirador

    28/11/2012 - 18h06

FrancoAtirador

28/11/2012 - 09h29

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Kátia, a antropóloga, criadora da abreugrafia

A maior contribuição da antropóloga da Folha talvez tenha sido justamente a recuperação que fez de categorias como “silvícola” e “aborígene”, muito usadas no período colonial, mas lamentavelmente já esquecidas por seus colegas de ofício.
Desencavá-las foi um trabalho de arqueologia num sambaqui conceitual, que demonstrou, afinal, que um conceito nunca morre, permanece como a bela adormecida à espera de alguém que o desperte com um beijo.
Não precisa nem reciclá-lo.

Foi o que Kátia Abreu fez…

Por José Ribamar Bessa Freire, do *(Blog Taqui Pra Ti), via Brasil de Fato

Nelson Rodrigues só se deslumbrou com “a psicóloga da PUC” porque não conheceu “a antropóloga da Folha”. Mas ela existe. É a Kátia Abreu. É ela quem diz aos leitores da Folha de São Paulo, com muita autoridade, quem é índio no Brasil. É ela quem religiosamente, todos os sábados, em sua coluna, nos explica como vivem os “nossos aborígenes”. É ela quem nos ensina sobre a organização social, a distribuição espacial e o modo de viver deles.

Podeis obtemperar que o caderno Mercado, onde a coluna é publicada, não é lugar adequado para esse tipo de reflexão e eu vos respondo que não é pecado se aproveitar das brechas da mídia. Mesmo dentro do mercado, a autora conseguiu discorrer sobre a temática indígena, não se intimidou nem sequer diante de algo tão complexo como a estrutura de parentesco e teorizou sobre “aborigenidade”, ou seja, a identidade dos “silvícolas” que constitui o foco central de sua – digamos assim – linha de pesquisa.

A maior contribuição da antropóloga da Folha talvez tenha sido justamente a recuperação que fez de categorias como “silvícola” e “aborígene”, muito usadas no período colonial, mas lamentavelmente já esquecidas por seus colegas de ofício. Desencavá-las foi um trabalho de arqueologia num sambaqui conceitual, que demonstrou, afinal, que um conceito nunca morre, permanece como a bela adormecida à espera de alguém que o desperte com um beijo. Não precisa nem reciclá-lo. Foi o que Kátia Abreu fez.

Com tal ferramenta inovadora, ela estabeleceu as linhas de uma nova política indigenista, depois de fulminar e demolir aquilo que chama de “antropologia imóvel” que seria praticada pela Funai. Sua abordagem vai além do estudo sobre a relação observador-observado na pesquisa antropológica, não se limitando a ver como índios observam antropólogos, mas como quem está de fora observa os antropólogos sendo observados pelos índios. Não sei se me faço entender. Mas em inglês seria algo assim como Observing Observers Observed.

Os argonautas do Gurupi

Todo esse esforço de abstração desaguou na criação de um modelo teórico, a partir do qual Kátia Abreu sistematizou um ousado método etnográfico conhecido como abreugrafia que, nos anos 1940, não passava de um prosaico exame de raios X do tórax, uma técnica de tirar chapa radiográfica do pulmão para diagnosticar a tuberculose, mas que foi ressignificado. Hoje, abreugrafia é a descrição etnográfica feita com o método inventado por Kátia Abreu, no caso uma espécie de raio X das sociedades indígenas.

Esse método de coleta e registro de dados foi empregado na elaboração dos três últimos artigos assinados pela antropóloga da Folha: Uma antropologia imóvel (17/11), A Tragédia da Funai(03/11/) e Até abuso tem limite (27/10) que bem mereciam ser editados, com outros, num livro intitulado “Os argonautas do Gurupi”. São textos imperdíveis, que deviam ser leitura obrigatória de todo estudante que se inicia nos mistérios da antropologia. A etnografia refinada e apurada que daí resulta quebrou paradigmas e provocou uma ruptura epistemológica ao ponto de não-retorno.

A antropóloga da Folha aplicou aqui seu método revolucionário – a abreugrafia – que substituiu o tradicional trabalho de campo, tornando caducas as contribuições de Boas e Malinowski. Até então, para estudar as microssociedades não ocidentais, o antropólogo ia conviver lá, com os nativos, tinha de “viver na lama também, comendo a mesma comida, bebendo a mesma bebida, respirando o mesmo ar” da sociedade estudada, numa convivência prolongada e profunda com ela, como em ‘Lama’, interpretada por Núbia Lafayette ou Maria Bethania.

A abreugrafia acabou com essas presepadas. Nada de cantoria. Nada de anthropological blues.Agora, o antropólogo já não precisa se deslocar para sítios longínquos, nem viver um ano a quatro mil metros de altura, numa pequena comunidade nos Andes, comendo carne de lhama, ou se internar nas selvas amazônicas entre os huitoto, como fez um casal de amigos meus. E tem ainda uma vantagem adicional: com a abreugrafia, os antropólogos nunca mais serão observados pelos índios.

Em que consiste, afinal, esse método que dispensa o trabalho de campo? É simples. Para conhecer os índios, basta tão somente pagar entrevistadores terceirizados. Foi o que fez a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) que, por acaso, é presidida por Kátia Abreu. A CNA encomendou pesquisa ao Datafolha que, por acaso, pertence à empresa dona do jornal onde, por acaso, escreve Kátia. Está tudo em casa. Por acaso.

Terra à vista

Os pesquisadores contratados, sempre viajando em duplas – um homem e uma mulher – realizaram 1.222 entrevistas em 32 aldeias com cem habitantes ou mais, em todas as regiões do país. Os resultados mostram que 63% dos índios têm televisão, 37% tem aparelho de DVD, 51% geladeira, 66% fogão a gás e 36% telefone celular. “A margem de erro” – rejubila-se o Datafolha – “é de três pontos percentuais para mais ou para menos”.

“Eu não disse! Bem que eu dizia” – repetiu Kátia Abreu no seu último artigo, no qual gritou “terra à vista”, com o tom de quem acaba de descobrir o Brasil. O acesso dos índios aos eletrodomésticos foi exibido por ela como a prova de que os “silvícolas” já estão integrados ao modo de vida urbano, ao contrário do que pretende a Funai, com sua “antropologia imóvel” que “busca eternizar os povos indígenas como primitivos e personagens simbólicos da vida simples”. A antropóloga da Folha, filiada à corrente da “antropologia móvel”, seja lá o que isso signifique, concluiu:

– “Nossos tupis-guaranis, por exemplo, são estudados há tanto tempo quanto os astecas e os incas, mas a ilusão de que eles, em seus sonhos e seus desejos, estão parados, não resiste a meia hora de conversa com qualquer um dos seus descendentes atuais”.

Antropólogos da velha guarda que persistem em fazer trabalho de campo alegam que Kátia Abreu, além de nunca ter conversado sequer um minuto com um índio, arrombou portas que já estavam abertas. Qualquer aluno de antropologia sabe que as culturas indígenas não estão congeladas, pois vivem em diálogo com as culturas do entorno. Para a velha guarda, Kátia Abreu cometeu o erro dos geocêntricos, pensando que os outros estão imóveis e ela em movimento, quando quem está parada no tempo é ela, incapaz de perceber que não é o sol que dá voltas diárias em torno da terra.

No seu artigo, a antropóloga da Folha lamenta que os índios “continuem morrendo de diarreia”. Segundo ela, isso acontece, não porque os rios estejam poluídos pelo agronegócio, mas “porque seus tutores não lhes ensinaram que a água de beber deve ser fervida”. Esses tutores representados pela FUNAI – escreve ela – são responsáveis por manter os índios “numa situação de extrema pobreza, como brasileiros pobres”. Numa afirmação cuja margem de erro é de 3% para mais ou para menos, ela conclui que os índios não precisam de tutela.

– Quem precisa de tutela intelectual é Kátia Abreu – retrucam os antropólogos invejosos da velha guarda, que desconhecem a abreugrafia. Eles contestam a pobreza dos índios, citando Marshall Sahlins através de postagem feita no facebook por Eduardo Viveiros de Castro:

‎”Os povos mais ‘primitivos’ do mundo tem poucas posses, mas eles não são pobres. Pobreza não é uma questão de se ter uma pequena quantidade de bens, nem é simplesmente uma relação entre meios e fins. A pobreza é, acima de tudo, uma relação entre pessoas. Ela é um estatuto social. Enquanto tal, a pobreza é uma invenção da civilização. Ela emergiu com a civilização…”

Miss Desmatamento

A conclusão mais importante que a antropóloga da Folha retira das pesquisas realizadas com a abreugrafia é de que os “aborígenes”, já modernizados, não precisam de terras que, aliás, segundo a pesquisa, é uma preocupação secundária dos índios, evidentemente com uma margem de erro de três pontos para mais ou para menos.

– “Reduzir o índio à terra é o mesmo que continuar a querer e imaginá-lo nu” – escreve a antropóloga da Folha, que não quer ver o índio nu em seu território. “Falar em terra é tirar o foco da realidade e justificar a inoperância do poder público. O índio hoje reclama da falta de assistência médica, de remédio, de escola, de meios e instrumentos para tirar o sustento de suas terras. Mais chão não dá a ele a dignidade que lhe é subtraída pela falta de estrutura sanitária, de capacitação técnica e até mesmo de investimentos para o cultivo”.

A autora sustenta que não é de terra, mas de fossas sépticas e de privadas que o índio precisa. Demarcar terras indígenas, para ela, significa aumentar os conflitos na área, porque “ocorre aí uma expropriação criminosa de terras produtivas, e o fazendeiro, desesperado, tem que abandonar a propriedade com uma mão na frente e outra atrás”.

Ficamos, então, assim combinados: os índios não precisam de terra, quem precisa são os fazendeiros, os pecuaristas e o agronegócio. Dados apresentados pela jornalista Verenilde Pereira mostram que na área Guarani Kaiowá existem 20 milhões de cabeças de gado que dispõem de 3 a 5 hectares por cabeça, enquanto cada índio não chega a ocupar um hectare.

Um discípulo menor de Kátia Abreu, Luiz Felipe Pondé, também articulista da Folha, tem feito enorme esforço para acompanhar a produção intelectual de sua mestra, usando as técnicas da abreugrafia, sem sucesso, como mostra artigo por ele publicado com o título Guarani Kaiowá de boutique (9/11), onde tenta debochar da solidariedade recente aos Kaiowá que explodiu nas redes sociais.

Kátia Regina de Abreu, 50 anos, empresária, pecuarista e senadora pelo Tocantins (ex-DEM,atual PSD), não é apenas antropóloga da Folha.
É também psicóloga formada pela PUC de Goiás, reunindo dois perfis que deslumbrariam Nelson Rodrigues.

Bartolomé De las Casas, reconhecido defensor dos índios no século XVI, contesta o discurso do cronista do rei, Gonzalo Fernandez de Oviedo, questionando sua objetividade pelo lugar que ele ocupa no sistema econômico colonial:

– “Se na capa do livro de Oviedo estivesse escrito que seu autor era conquistador, explorador e matador de índios e ainda inimigo cruel deles, pouco crédito e autoridade sua história teria entre os cristãos inteligentes e sensíveis”.

O que é que nós podemos escrever na capa do livro “Os Argonautas do Gurupi” de Kátia Abreu, eleita pelo movimento ambientalista como Miss Desmatamento?
Que crédito e autoridade tem ela para emitir juízos sobre os índios?
O que diriam os cristão inteligentes e sensíveis contemporâneos?
Respostas em cartas à redação, com a margem de erro de 3% para mais ou para menos.

*(http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1008)

http://www.brasildefato.com.br/node/11221

Responder

Adilson

27/11/2012 - 22h22

Eu apóio a campanha. Dia 1 de dezembro, todos a Praça Sans Pena, na Tijuca, para protestar contra a remoção dos índios da Aldeia Maracanã.

abraços!

Responder

Luana

27/11/2012 - 18h02

Pedi aos alunos que levassem seus notebooks para sala de aula. Todo mundo assinando!!!
Ah! Foi lindo!

Responder

    Conceição Lemes

    27/11/2012 - 18h15

    Vc fotografou, Luana?! Beijos

francisco niteroi

27/11/2012 - 16h16

viomundo

ha uma forte pressao contra a demarcação de terras em SC (araquari, se nao me enganos).

Eos ruralistas de lá dizem que investimentos, inclusive da bmw, estao com o pe no freio por causa da demarcaçao. Que tal invertermos a situação e queimarmos o filme das empresas que, inocentes ou nao, colaboram com isso. Acho que a bmw, na alemanha, teria dificuldades com seus clientes se se portar contra as causas indigenas. Vamos ver se o discurso ambientalmente correto delas é verdadeiro ou nao.

Responder

assalariado.

27/11/2012 - 15h51

Vou traduzir politicamente esta charge do Latuff e, o que tem haver com a luta de classes.

Que punhal é este? Que mãos são estas, que nos sangram diuturnamente?

Sejamos indios, pobres, pretos, putas, progressitas, assalariados, …

O punhal tem no seu cabo o cifrão ($$), que em última análise representa a figura do deus mercado que esta sob o comando do deus capeta, acionista do CAPETA-LISMO. Passa pela cabeça de voces quem esta por detrás destes braços da charge, e quem é são estes braços de corpo invisível? E que o cabo deste mesmo punhal tem cifrão que corresponde a casa da moeda da qual, o capital também é dono. Esta regra de três é uma conta politica e ideologica, soma facil de fazer:

1) LEGISLATIVO: esses fazem as leis e, sem o povo perceber (manipulado), vota tempo inteiro, nos inimigos de classe, ao ponto de os assalariados e os explorados da nação sermos 75% da nação e os donos dos meios de produção serem 5%. Partindo desta matematica os (HEGEMONICOS), nesta sociedade teriamos que ser nós, os de baixo, e não os exploradores, os donos do capital. Isto, não é uma contradição? Quanta falta faz um partido de esquerda enraizado nas bases da sociedade, para nos politizar e mostrar essas e outras mais contradições nesta luta de classes, e assim, contruirmos nossa -(HEGEMONIA POLITICA)-, nesta sociedade de desiguais.

2) JUDICIÁRIO: ora, o capital se legitima, e é, quem faz as leis nas casas legislativas nos tres niveis( municipal, estadual e federal) que, por sua vez, são usados como ferramentas “democraticas” pelos escribas de plantão e seus tribunais burgueses enviesados, que por sua vez, são em sua imensa maioria e, ao mesmo tempo, os donos do capital na vida privada. Advinhem, uma lei feita por um congresso com maioria patronal, julgada e fiscalizadas por capitalistas camuflados como juízes, na casa grande juridica. Qual é o resultado final disso mesmo?

3) Governo: no caso do Brasil o PIG e demais elites enganadoras do capital nos manipulam e dizem que, vivemos num Estado de direito, republicano, mas que, na hora de reforçar ideário republicano que se realizam através das eleições “livres, diretas e sem manipulações”, correm às portas dos seus quarteis e chamam seus soldados sejam judiciais, militares ou que valha para golpear a sua democracia consentida. Ou seja, o fio da navalha que separa a democracia burguesa de um golpe de Estado, equivale a sua perda de (HEGEMONIA) no Estado de Direito, mesmo se for em tese. Então nos preparemos, não passarão, …

Saudações Socialistas.

Responder

    assalariado.

    27/11/2012 - 17h45

    No item numero três (governos), entendam como: EXECUTIVO.

    abraços.

assalariado.

27/11/2012 - 13h13

Viomundo diz:

“Quem ainda não a assinou, tem até dia 31 para fazê-lo. Clique AQUI.”

Só que não esta direcionando para as assinatuiras.

O que acontece?

Abraços.

Responder

    Conceição Lemes

    27/11/2012 - 13h48

    Vamos verificar e corrigir, Assalariado. Obrigada pelo alerta. abs

    Conceição Lemes

    27/11/2012 - 16h06

    Assalariado, já corrigimos. Obrigada. abs

Dom Pedro Casaldáliga é ameaçado por invasores de Marãiwatsédé « Viomundo – O que você não vê na mídia

27/11/2012 - 12h52

[…] Kenarik Boujikian: Petição de apoio à causa indígena já tem 19 mil assinaturas […]

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