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O discurso de Dilma, a Liga de Democracias e a submissão voluntária

20 de março de 2011 às 13h30

A “hierarquia” da mídia brasileira, retratada acima

por Luiz Carlos Azenha

A presidenta Dilma Rousseff fez um excelente discurso de boas vindas ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Usando o tom diplomático que a ocasião exige, Dilma reclamou das barreiras comerciais impostas a produtos brasileiros, da enxurrada de dólares que o Tesouro americano imprime, da lentidão na reforma dos organismos multilaterais e, indiretamente, afirmou que a América do Sul é “nossa”, ao mencionar a Unasul.

O Estadão, obviamente, destacou o “apreço” de Obama pela pretensão brasileira de fazer parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas, deixando em segundo plano o discurso de Dilma.

Continuo acreditando que a calibragem da política externa brasileira, em andamento no governo Dilma, tenta colocar o país no papel de parceiro privilegiado dos Estados Unidos — com as vantagens e desvantagens implícitas nisso.

Do ponto-de-vista dos Estados Unidos, o governo Obama parece ter adotado uma das propostas de campanha do republicano John McCain, que este herdou do governo Bush Jr.: o estabelecimento de uma Liga das Democracias.

O objetivo não declarado da Liga: dar a volta no “terceiro mundismo” da Assembleia Geral da ONU e turbinar a política externa dos Estados Unidos diante de Rússia e China.

Os Estados Unidos fariam concessões a estes parceiros (Brasil, Índia, Indonésia) em troca de apoio político internacional.

Não é por outro motivo que o Estadão deste domingo vibra com a diplomacia de Dilma Rousseff, com editorial elogioso e tudo.

“O estilo Lula foi um momento, e já passou”, diz o professor Riordan Roett, da Universidade Johns Hopkins, entrevistado pelo jornal.

“Ficará na história, como ponto importante, que Lula estabeleceu o Brasil como um dos Brics. O país apareceu na arena global, com mais exportações, com muitas viagens, encontros no G-20. Lula é uma pessoa especial, é carismático. Não é um grande administrador, mas entendeu esse momento e o usou a favor do Brasil. Mas foi um momento, e passou. Não vai deixar recall.”

“É difícil imaginar o Patriota como um homem de partido”, alfineta o professor ao falar do atual chanceler Antônio Patriota, obviamente numa referência ao ex-chanceler Celso Amorim, que ingressou no PT.

“Com Dilma, há sinais de um certo ajuste de rumo”, diz Fernando Henrique Cardoso na página seguinte.

O fato é que os Estados Unidos sempre se opuseram à entrada do Brasil no Conselho de Segurança, entre outros motivos por serem depositários do medo que os vizinhos do Brasil expressam, privadamente, a respeito de nossas supostas pretensões expansionistas. Qualquer brasileiro disposto a ouvir vai encontrar reticências a respeito da postura internacional do Brasil na Bolívia, no Paraguai, na Colômbia, na Venezuela…

O Itamaraty sabe disso e aparentemente trabalha em busca de um equilíbrio entre as relações com a vizinhança imediata e os Estados Unidos.

O risco, sempre, é o de trocar coisas concretas e importantes por “apreço”.

Talvez fosse o caso de não considerar assim tão importante a entrada do Brasil no Conselho de Segurança. Ou de pelo menos se perguntar: a que custo?

Aqui eu posso falar de cátedra, depois de ter vivido e acompanhado de perto, durante quase 20 anos, como funcionam os Estados Unidos: estejam republicanos ou democratas no poder, Washington sempre coloca seus interesses econômicos acima de tudo e joga duro na defesa deles.

A ponto de o Departamento de Estado criar centenas de listas, condenando este ou aquele país por uma infinidade de motivos. Qual é a função das listas? Negociar a retirada dos países em troca de concessões reais. É a tática de colocar o bode na sala alheia, para negociar a retirada.

E é aí que entra a tendência à “submissão voluntária”, como notou um comentarista deste site.

Não conheço documento tão eloquente sobre ela quanto o telegrama do WikiLeaks que flagrou tucanos e tucanófilos falando mal do governo Lula a diplomatas americanos. Seria impensável nos Estados Unidos: jamais republicanos ou democratas se aliaram a estrangeiros para adiantar seu lado. Americano defende, sempre e em primeiro lugar, o interesse dos Estados Unidos.

Se, de um lado, a presidenta Dilma Rousseff fez um discurso impecável, a “submissão voluntária” ficou explícita nesta breve visita de Barack Obama: nos dirigentes do PT que desautorizaram manifestações de militantes do partido, na permissão dada a agentes estrangeiros para revistar autoridades brasileiras em Brasília, na ideia maluca de permitir um comício de Obama na Cinelândia e na cobertura dos jornais, que hierarquizaram o Brasil como o “menos igual” na suposta parceria estratégica.

Para evitar nossa tendência à submissão voluntária, seria o caso de se perguntar, sempre: o que é que vamos ganhar com isso?

PS do Viomundo: Outra diferença gritante entre Brasil e Estados Unidos. Lá, os políticos e candidatos expõem publicamente seus pontos-de-vista sobre política externa. No Brasil, é tudo decidido entre quatro paredes e as posturas só ficam explícitas depois das eleições.

 

134 Comentários escrever comentário »

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Geysa Guimarães

23/03/2011 - 12h49

Azenha lembra que o "risco, sempre, é o de trocar coisas concretas e importantes por apreço".
Será que nesse apreço não tem nenhum espelhinho? Os índios, pelo menos, trocavam por presentinhos concretos.

Responder

tcpsilva

23/03/2011 - 11h20

É Azenha, acertou na mosca!

Para os EUA está em primeiríssimo lugar o interesse dos EUA – o resto, ora, é o resto.

E o CS, a que preço? Eu aceitaria de bom grado pagar um bom preço para que o Brasil no CS defenda a extinção das armas de fogo, o fechamento da indústria bélica. Será possível? Temos de tentar!

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“Together, together”, meu pirão primeiro | A Tal Mineira – Blog da Sulamita

21/03/2011 - 20h35

[…] Somos iguais, mas os Estados Unidos são mais iguais do que os outros. Aqui artigo revelador em Carta Maior. Obama, caixeiro-viajante, tirou a gravata nas incursões pela “cidade maravilhosa”. Exaltou os pontos de contato entre nossos países e nossa cultura. Enalteceu os avanços sócio-econômicos, as belezas naturais, a maturidade política e a democracia brasileiras. Que maravilha! Leia a análise de Luiz Carlos Azenha, no Vi o Mundo. […]

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Jair de Souza

21/03/2011 - 14h10

Para quem anda perguntando se os comentários têm simpatia por Gadaffi, digo por minha conta: hoje eu sou Gadaffi desde criancinha. Quando todas as potências assassinas da Europa e os Estados Unidos se aliam contra algum governante, não há nenhuma (repito, NENHUMA) dúvida de que o lado que está sendo apoiado por esta coligação da morte não pode ser melhor do que o governante em questão. Enquando o estado assassino de Israel massacrava os palestinos em Gaza, estas potências assassinas tudo faziam para impedir qualquer censura ao governo sionista. O mesmo se dá com seus ditadores amigos do Yemen, dos Emirados e da Arábia Saudita. Só um quinta coluna dos mais sórdidos pode estar a favor das forças assassinas do imperialismo. Falei claro?

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boupinel

21/03/2011 - 11h58

É impressão minha ou os comentaristas aqui do blog até que têm uma certa simpatia pelo Qaddafi?

Responder

    Klaus

    21/03/2011 - 13h00

    quem estiver contra os EUA tem a simpatia:Kadafi, Freddy Kruger, Lobo Mau e Hitler. O pessoal aqui torce pros nazistas nos filmes da segunda guerra.

airton

21/03/2011 - 11h24

Se FHC está gostando do governo Dilma, socorro!!!!!!! Então tá tudo errado.

Responder

    Klaus Balogh

    21/03/2011 - 17h28

    O intuito dele, FHC, é sempre desqualificar o LULA, mesmo que isso se traduza em elogiar a Dilma.

claudio

21/03/2011 - 09h52

Pois eu acho que a visita do Obama é exatamente pra fazer a gente falar deles, de novo, e com um pouco de medo. Eles não eram um elemento presente nas nossas vidas, nos últimos tempos. Agora são, de novo.
Mesmo quem fala contra, tem medo. Acho até que é por isso que falamos contra.
Mas como disseram algumas vozes do PiG, de concreto, mesmo, nada.
Salamaleques e intenções.
Na hora que o Brasil quiser cobrar alguma coisa, tem aquele artiguinho que diz "conforme a legislação de cada país" ou "respeitada a autonomia de cada Estado" ou coisa que o valha, e eles nos dão a curva, né?
O congresso ou a comissão tal não aprovou o projeto. Ah, que pena. Mas vocês ainda nos devem 15 milhões de barris este mês…
Bom, quem disse que nós não podemos enrolar eles também?
Isso é coisa de início de governo, daqui a uns meses vai estar tudo normal na política sul-sul e nuestros hermanos poderão respirar mais devagar. Assim como nós.
Wishful thinking?
Veremos.
Abs

Responder

Marcos C. Campos

21/03/2011 - 01h16

O principal objetivo do PIG é descontruir o Governo Lula. Nem que para isso precise colocar o Governo Dilma onde não está.
Muita opinião por aqui é afobada, em relação ao Governo Dilma.

Lembram-se quando o Gilberto Gil perguntou (algo assim) se queríamos ser uma Grande Nação Guerreira (como os EUA) ou uma Grande Nação Social ?

Pergunta extremamente pertinente hoje em dia quando se fala em CS da ONU.

Responder

Euler

21/03/2011 - 00h56

Essa obsessão por uma cadeira no conselho de segurança na ONU cheira à mania brasileira – ou de alguns brasileiros – de querer aparentar aquilo que não é, ou que não pode assumir. Primeiro, é preciso considerar que a ONU hoje não passa de um gabinete a serviço dos países ricos, notadamente dos EUA. Para fazer parte do conselho de segurança, é preciso estar afinado com a política externa imperialista dos EUA e aliados. Segundo, o Brasil não tem força militar para se impor e sua presença na economia mundial é ainda débil. Seria melhor, portanto, que a presidenta Dilma procurasse manter e aprofundar a política de independência em relação aos EUA, ampliando os laços de amizade e outros com os povos dos países vizinhos e apoiando a luta dos povos de todo o mundo contra a opressão.

O problema é que Dilma vem seguindo o receituário do governo Lula, de usar o capital político nos primeiros anos de governo para tomar medidas mais amargas, para somente depois realizar pequenas reformas em favor dos de baixo. A impressão que se tem é que Dilma quer passar o primeiro ano de governo tal como Lula, tentando se projetar como confiável para as elites internas e externas, sem perder o apoio popular. Isso inclui os cortes no orçamento para manter o superávit primário, a tímida política para a Educação pública no ensino básico (tal como Lula, Dilma prometeu aumentar o salário dos professores e isso virou página virada). Seus prinicipais assessores são conservadores – Palloci, Pimentel, Cardozo, etc. – e ela ainda precisa manter uma parte da equipe indicada pelo patrono de sua candidatura, o ex-presidente Lula.

Logo, não se pode esperar muito da presidenta Dilma no primeiro ano de governo. Mas, isso pode mudar, a depender das pressões dos movimentos sociais. E não me refiro aqui às entidades sindicais e estudantis, como CUT e UNE e outras, há muito atreladas aos aparatos do estado e sem autonomia para uma pressão de esquerda.

Quanto a Obama e sua política, como de resto os demais presidentes da República dos EUA e aliados ricos, não passam de gerentes dos grandes grupos privados. Eles não defendem interesses "nacionais" como se costuma pensar, mas de grupos privados que financiam as campanhas eleitorais, as guerras, e controlam os mercados e os aparelhos de poder nos seus países. Estão pouco se lixando para os pobres dos seus respectivos países, mas financiam golpes militares e armam derrubadas de governos, quando os interesses desses monopólios – da indústria, do comércio, o financeiro, etc – são ameaçados.

Não há qualquer princípio ou valor ético, a não ser o da ganância pelo lucro e por maior controle de fatias no mercado, nas ações destes personagens. Hoje jogam bomba no ditador Kadafi – que merecia ser derrubado sim mas pela população insurgente -, mas sustentam tiranias e ditaduras e democracias de fachada, como Israel, ou antes, no Egito, no Iraque quando Saddan Husseim servia aos interesses do império, e assim por diante.

Com o fim das perspectivas emancipatórias sob a inspiração de anarquistas e comunistas, a humanidade ficou órfã de projetos libertários, limitando-se à cega disputa de mercado, com ou sem a utilização da força militar. Mas, as diferenças sociais de classe permanecem e se aprofundam; e as demais contradições geradas pelo sistema capitalista, idem. Mais dia, menos dia, esses conflitos terão que ser resolvidos. Enquanto isso, que nós, os de baixo, submetidos aos limites deste sistema, saibamos cobrar a nossa parte, através da pressão e da cobrança por políticas de distribuição de renda, melhores salários, apoio aos movimentos sociais – sem-terra, sem-teto, etc. – educação e saúde pública de qualidade e menos gastos com a dívida pública, banqueiros e afins.

Responder

    airton

    21/03/2011 - 11h21

    O comentário mais lúcido que vi aqui hoje.

aurica_sp

21/03/2011 - 00h30

Apreço ,é muitíssimo diferente de APOIO. Achei muito exagero toda essa euforia com a passagem do YES WE CAN lá pelo Rio de Janeiro com a Tukana Patricia Amorim "travestida" de presidente do flamengo querendo aparecer ao lado Yankee Mor. Deve estar pensando em 2012 na eleição para prefeitura do Rio. Desde quando o Obama gosta de "Soccer".

Responder

Rose

21/03/2011 - 00h02

Me engana que eu gosto! Toda essa seguranca norte americana imposta ai no Brasil para proteger o Obama, nao passa de mais uma jogada de markting, para promove-los,para mostrarem que ainda estao por cima.Na verdade estao desesperados.O Obama nao traria toda a sua familia se assim o fosse.

Responder

O_Brasileiro

20/03/2011 - 23h28

Quando candidata, Dilma passava a impressão de que não acreditava na própria vitória.
Como presidente, Dilma passa a impressão de que está deslumbrada com o cargo, e de que esqueceu quem a levou até lá e porquê.
Para piorar a situação, seus "conselheiros" são o Palocci e o Cardozo…
No primeiro mandato de Lula caíram Gushiken, Dirceu, Palocci e Buarque.
Isso sem falar no que aconteceu no PT: Genoíno, Delúbio, Sílvio.
Vamos ver o que acontecerá no governo Dilma!
Espero que ela seja capaz de arrumar a casa como Lula foi…

Responder

    beattrice

    21/03/2011 - 00h10

    Gostaria de acrescentar o encantamento mais que surpreendente entre dona Dilma e FHC.
    Como bem destacaram os argentinos nas redes sociais, jamais veremos CFK jantando com Menem, ou Videla.

Ricardo

20/03/2011 - 21h40

obviamente o brasil nao merece ter uma cadeira no conselho de seguranca. omite-se, quando importantes assuntos sao postos em pauta em votacoes da onu. como fez no caso iraniano, e agora, o faz novamente no caso libio! se quer ter voz para peitar a politca das potencias ocidentais, precisa faze-lo combativamente, definindo as suas posicoes na politica internacional. nao omitindo-se…

Responder

    Kyria

    20/03/2011 - 22h35

    Azenha,

    Essa visão de americanização é muito uma visão de empresariado paulista. Se eles querem exportar para os EUA, ótimo, mas deixa os chineses investirem e trazerem indústrias para o NE. O que precisa ter cuidado é que eles não façam como fizeram os portugueses e holandeses na região, porque aí seria suicídio.

    Detalhe, a China investindo lá, tem um custo muito menor nos fretes, pois os portos do NE estão muito mais próximos do Canal do Panamá, o que já diminui o frete. Mas claro que eles também vão querer petróleo, como já querem.

    O que levaria Dilma preferir os americanos? Os chineses emprestaram dez bilhões à Petrobras, enquanto os americanos vão investir apenas dois. E os investimentos na Venezuela e no Irã? São astronômicos.

    Kyria

    20/03/2011 - 22h36

    continua

    O dinheiro está na Ásia não nos States. O que há lá é um plutocracia. Os empresários brasileiros precisam olhar mais para a conjuntura. Do contrário, ficarão sempre. Um dos erras está em não querer aprender, não querer ver o diferente e mudar. Estão com a ideia de quererem pronto. Vivem no tal mundo corporativo que a China está dizendo que algo diferente disso e eles não sabem nem sempre, o que fazer.

    beattrice

    21/03/2011 - 00h13

    Concordo, a abstenção neste caso da LIBIA envergonhou a história da nossa diplomacia, e foi agravada pela atitude indecente do Itamaraty ao propiciar essa invasão do WARNOBEL, que não precisou de mísseis, mas certamente usou outros argumentos que desconhecemos no momento para cooptar o governo DIlma.

Fabio

20/03/2011 - 21h34

Os 2 maiores problemas da Dilma.
O sr Palocci e o Sr Patriota
Duas pessoas totalmente submissas aos americanos e com nenhum amor ao Brasil.
Vamos ver ate quando a Dilma vai ficar fechando os olhos para isso.

Responder

Nelson

20/03/2011 - 21h33

Subservientemente, o Brasil segue com as tropas no Haiti.
Subservientemente, também, nosso país absteve-se na votação que abriu as portas ao bombardeio de mais um país pelas forças da OTAN.
Deprimente.

Responder

oswaldo j. baldo

20/03/2011 - 21h04

Dilma só esqueceu de avisar aos americanos que revistar até mesmo os ministros do governo em solo brasileiro jamais deveria acontecer, uma decepção.
Aqui no Brasil em solo brasileiro as maiores autoridades tendo que ser revistadas por serviço de inteligencia gringo é demais, isso sim é submissão aos moldes FHC.

Responder

lauro

20/03/2011 - 21h00

No, we can´t. Visita decepcionante. Só sobrou o interesse explícito manifestado por Obama pelo pré-sal, após o fracassado lobby contra novo marco regulatório do petróleo brasileiro. Quanto aos PIGs, estes merecem até levar o Larry Rother como comentarista .

Responder

Sev

20/03/2011 - 20h38

Tem muita gente preocupada com o encaminhamento do governo Dilma. Certamente não ouviram o discurso dela na recepção ao Obama. Ou não prestaram atenção. Suas palavras poderiam ser colocadas na boca do Lula, o único presidente brasileiro que peitou o governo americano.

Responder

    beattrice

    21/03/2011 - 00h46

    Suas ações jamais seriam desempenhadas por LULA, esta visita ficará como um divisor de águas deste governo, ou des-governo, a saber.
    Um WARNOBEL declarou guerra dentro do território brasileiro, e o sinal verde foi dado por aquela abstenção patética patrocinada pelo senhor Tony Patriota, o da piada pronta.

Jotaroberto

20/03/2011 - 20h01

Calma gente! Nada mudou. Vocës viram o vestido da Pres. Dilma? Aquilo não é um vestido, é uma bandeira.

Responder

    Gustavo Pamplona

    20/03/2011 - 20h39

    J. Roberto… parabéns!

    É cara… somente alguns aqui não perceberam que a cor vermelha foi uma clara demonstração que ela não abandonou seus ideais. Eu até achei que ele iria usar uma cor neutra, tipo um bege, branco ou sei lá um pretinho básico… preferiu usar aquele vestido vermelho.

    beattrice

    21/03/2011 - 02h21

    E os sapatos vermelhos foram uma bandeira do Mágico de OZ?
    Fatos são relevantes. Fatos.

Luis

20/03/2011 - 19h46

MOçada, a Leila Stereinberg (é assim que se escreve?) da globo news quase foi à loucura com o não-discurso do Obaobama no Rio. Ela ouviu que o nada era um "pronunciamento histórico", ela leu que ele falou a palavra "together" nove vezes, e não apenas seis, como ela tinha sido informado que seria!!!! UAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU. A cientista política não tinha nada o que dizer. E a Leila tinha orgasmos múltiplos. Só faltou alguem dizer a elas que a defesa que ele faz da democracia em geral e do mercado contradiz a prática do Dan Mitrioni, da CIA da Marinha Americana dando apoio ao golpe no Brasil.

Responder

Abel

20/03/2011 - 19h30

Eu quero ver o que essa imprensa neoliberal vai publicar quando a Dilma fizer sua primeira visita à Venezuela. Podem esperar… vai ser muito divertido ;)

Responder

    José Vitor

    20/03/2011 - 20h23

    Se isso acontecer (ou então, se houver uma visita de estado do Chávez) acho que vai ser bem mais à frente.

    Provavelmente Dilma está seguindo Maquiavel, e fazendo toda as "maldades" (acenos à direita) agora, no início do mandato. :)

    Quem viver, verá.

    PS. Quando é que aqueles @#%$# dos políticos paraguaios vâo aprovar a entrada da Venezuela no Mercosul ? Independentemente de Chávez ou não Chávez, acho que é a coisa certa a fazer.

sergio josé dias

20/03/2011 - 19h22

Porque eu não iria à Cinelândia assistir Barack Obama. http://pelenegra.blogspot.com/2011/03/porque-eu-n

Responder

FrancoAtirador

20/03/2011 - 18h39

.
.
Ano passado, este mesmo jornal ESTADO DE SÃO PAULO EXIBIU A SEGUINTE MANCHETE:

Obama indica apoio a assento para Índia em Conselho da ONU
08 de novembro de 2010 | 7h 49

Em visita à Índia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, indicou nesta segunda-feira que poderia apoiar o pedido da Índia de ter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU – iniciativa que poderia consolidar as relações cada vez mais próximas entre os dois países.

"Nós discutimos a necessidade de instituições internacionais, de refletir as realidades do século 21", disse Obama durante uma entrevista coletiva à imprensa conjunta com o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

"Falarei sobre a questão de um assento permanente para a Índia em meu discurso no Parlamento, hoje", declarou Obama.

Obama está realizando um giro por países asiáticos, que incluirá ainda a Indonésia, Japão, e Coréia do Sul, onde se realizará esta semana a cúpula do G20.
.
.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,…

Responder

Andre

20/03/2011 - 18h31

Patriota,sinal de muito trovão é pouca chuva!!!

Responder

Ronaldo Irion

20/03/2011 - 18h26

Discurso muito bonito, mas não adisnta falar fino. Um ato vale mais do que mil palavras. Gostaríamos de conhecer a lista dos ministros que se submeteram à revista ("tiraram os sapatos"). Acho que a Dilma falou fino. Deve agora distribuir havaianas para seus ministros. Pêitriot, go home! Já sabemos de que lado vc está!

Responder

Roberto

20/03/2011 - 18h15

Pelo discurso da presidenta Dilma, a política externa não mudou nada.

Responder

sergio.silva

20/03/2011 - 18h02

Eu também acho que a Dilma é culpada do tsunami do Japão, da agressão à Líbia, do Rodrigão do BBBBBB ser lider e etc.__Este complexo de vira-lata me persegue, não consigo ter um complexo de cachorro de raça.__

Responder

Marcos Mello

20/03/2011 - 18h01

Como membro do PT e eleitor ferrenho da Dilma, estou PROFUNDAMENTE desapontado com a submissão do governo aos interesses estadonidenses e a essa visita do Baraka. Os caras estão deitando e rolando aqui dentro! Nunca mobilizamos um aparato de segurança tão grande para proteger alguém! Trancram todas as ruas por onde a criatura passou! Vistoriaram as viaturas da PF! Chegaram ao absurdo de decidir substituir os funcionários do Cristo Redentor por membros do Serviço Secreto estadonidense no caso do bonito resolver subir lá pra ver a paisagem! Que fiasco! Quer decepção! Queria ver se quando a Dilma for para lá, vão fazer o mesmo para ela! Me sinto humilhado como brasileiro! Provamos que continuamos uma república de bananas!!

Responder

Julia

20/03/2011 - 17h48

Azenha, se me permite, sugiro aos comentadores a leitura do artigo "Dilma, Obama e o pêndulo entre China e EUA", no blog do Rodrigo Vianna, o escrevinhador.

Responder

Julia

20/03/2011 - 17h42

Corrigindo a frase acima:

"Lula e Amorim foram e são maravilhosos, mas parecem que MUITA GENTE ESQUECE que Dilma e Patriota já esTavam trabalhando com os dois esses 8 anos anteriores. "

Abraço.

Responder

    Julia

    20/03/2011 - 17h53

    Desculpem, é lá embaixo a correção que fiz a um post meu.

    Cláudio Medeiros

    20/03/2011 - 22h10

    É vero. E parece, também, que não terminaram o estágio.

J. Andrade

20/03/2011 - 17h31

Azenha
Discordo, e acho que você está caindo na armadilha construída pela midia e agregados. Criaram este discurso e o vendem nas publicações, radio e TV . Na CBN e GloboNews, convidados instados a dizer que a politica externa mudou, que estamos mais próximos dos EUA (em relação a que, carapálida?), que a visita é um sucesso só por ter ocorrido (engraçado, não?). E tome lixo midiatico-televisivo de irrelevancias: o não-comício, a segurança paranóica, etc. OBJETIVAMENTE: a posição brasileira está cristalinamente explicitada no discurso de Dilma. Convergencias e diferenças. Um mapa do caminho das potencialidades e dificuldades da nossa relação com os EUA. A politica externa é a MESMA: soberania, respeito mútuo, discussão franca de questões de interesse comum. É isso, e só isso. Não caia nessa, Azenha.

Responder

    M. Iack

    20/03/2011 - 21h42

    Concordo plenamente J. Andrade, e não consigo entender por que os que antes advertiam sobre as armadilhas da mídia, agora fazem ecos à ela…

ZePovinho

20/03/2011 - 17h21

Eu já armei uma pequena vingança,Azenha,caso você mexa os pauzinhos aí em São Paulo e,quem sabe,convença o Obama a vir ao Nordeste.Veja,veja o que estamos preparando para o negão:

[youtube ngRSyMzY4d8 http://www.youtube.com/watch?v=ngRSyMzY4d8 youtube]

OBS:A flatulência fica por conta da Carmem Leporina.

Responder

    Fabio SP

    20/03/2011 - 17h41

    Negão?!?!? Algum problema?

    ZePovinho

    20/03/2011 - 18h21

    Somos,né FabioSP?

    anti

    20/03/2011 - 22h55

    o FabioSP logo logo se acostuma a usar o tal do "afrodescendente"…

margarida

20/03/2011 - 17h17

Dilma como brasileira que é, representa toda a babaquice do povo pelo qual foi eleita, mais uma pessoa neste Brasil babando estrangeiro.

Responder

Ana Terra

20/03/2011 - 17h16

A essa altura o pessoal da direita deve estar aliviado por ter "perdido" a eleição.
Nem em sonho poderiam imaginar um governo tão com a sua cara: juros subindo, salário arrochado, realinhamento a Washington, centrais sindicais cooptadas com cargos, MST anestesiado e pendurado no pincel, PHDH/Controle social da mídia engavetados, privatização de aeroportos em curso, e por aí vai.
Serra não teria feito melhor.

Responder

    Carlos

    20/03/2011 - 21h56

    Concordo Ana, o Serra nao seria tao direitista como esta sendo a Dilma
    Decepção.

Carmem Leporace

20/03/2011 - 17h14

Só a título de informção, mas quem incluiu a letra B de BRICS, não foi Lula, foi Fernando Henrique Cardoso.

""""Em economia, BRIC (normalmente traduzido como "os BRICs", "os países do BRIC" ou "os países BRIC") é uma sigla que se refere a Brasil, Rússia, Índia e China, que se destacaram no cenário mundial pelo rápido crescimento das suas economias em desenvolvimento. O acrônimo foi cunhado e proeminentemente usado pelo economista Jim O'Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, em 2001.""

Em 2001, o presidente era Fernando Henrique.

E nós sabemos que para os petistas,o Brasil só foi descoberto em 01 de janeiro de 2003.

Responder

    Pedroso

    20/03/2011 - 17h59

    O Brasil de verdade, de 190 milhões de brasileiros realmente só veio à tona a partir de 2002.

    ZePovinho

    20/03/2011 - 18h24

    O FHC também descobriu a antimatéria,Carmem Leporina.Nessa época ele ensinava teoria quântica para o Paul Dirac…

    José Manoel

    20/03/2011 - 19h10

    Ah é, é???????????????????? Não sabia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cai fora!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Marcos

    20/03/2011 - 21h56

    vou pesquisar, mas na minha lembrança o termo é bem mais antigo, anterior ao plano real inclusive,
    conheço esse termo desde quando fiz a 6ª ou 7ª serie nos idos de 92/93 e está associado ao chamado milagre economico no Brasil

EFE

20/03/2011 - 17h12

Como pode países que se dizem desenvolvidos (Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Canadá), acharem que vão resolver um problema tão complexo (o caso Líbia), simplesmente jogando bomba na população da Líbia. Isso é uma insanidade.
Como fez Dilma ao cumprimentar o Farol no almoço festivo para Obama: conviver, mas sem se misturar com essa gentalha.

Responder

    Geraldo

    20/03/2011 - 17h54

    O que seria das fabricas de fogos de artifício se ninguém os usasse?

    Janaina Galdino

    20/03/2011 - 21h31

    Muito bom.

glapido

20/03/2011 - 17h12

Azenha,
Uma coisa é

"dirigentes do PT que desautorizaram manifestações de militantes do partido,"

outra é

"desautoriza a qualquer membro manifestar opinião, em nome do Partido, que não reflita o posicionamento oficial do mesmo" (do comunicado oficial do PT, que você cita)

Acho que desautorizar manifestações de membros EM NOME DO PT não é a mesma coisa do que desautorizar qualquer membro a manifestar opinião.

Agora, se é condenável que o PT apóie, oficialmente, a visita de Obama, como implicitamente o comunicado diz, aí são outros quinhentos. Mas vamos nomear as coisas de forma correta.

Responder

Henrique

20/03/2011 - 17h09

Não podemos nos contaminar com essa tentativa de nossa imprensa em querer "afastar" a imagem de Dilma a do Lula. A Dilma não está mudando de lado, nem traindo as diretrizes com que foi eleita. Lembro bem do quanto no inicio do primeiro mandato do Lula a quantidade de PTista de carteirinha que se diziam traídos porque o Lula nao fez caça as bruxas do período de privatização e a continuidade de algumas bases econômicas próximas ao governo anterior. Depois vimos no que deu, e que esta primeira impressão deu lugar a um sentimento de orgulho e confiança em um novo país. A Dilma vai arrebentar ainda em seu governo. Ela nao tem porque pegar nenhuma corda e motivar-se realmente a se distanciar de Lula, ela só tem a perder com isto e burra ela nao é. A imprensa exorta Lula, pois o Lula é a personificarei de todo o asco que a elite tem ao povo. Ele é nordestino, não fala inglês, é o brasileiro de maior destaque no mundo em todos os tempos e o grande responsável por deixarmos de ser uma eterna promessa e virarmos uma potência mundial de fato. O Lula ficara na história graças a tudo que fez e porque existe a Internet.

Responder

    Mel

    20/03/2011 - 20h00

    Mas convidar o FHC sentar à mesa com o Obama foi demais. Os outros ex presidentes ficaram em mesa separada. Qual significado disso? Tô colacando a maior fé na Dilma e continuo acreditando, pois acho que ela não é burra. Assim como batalhamos muito pra ela vencer as eleições, podemos virar em uma oposição combativa e aguerrida. Até acho tudo bem ter ido no jantar da Folha, mas convidar o FHC pra mesa foi muito.

    Jorge

    20/03/2011 - 20h52

    Amigo, acho que estamos perdendo o senso da ironia: colocar o FHC na mesma mesa do americano do norte: realiza a cena: Obama+FHC…….. Assim como Lula pregou o FHC no Serra, a Dilma pregou o FHC no Obama. Acho a nossa Presidente com um profundo senso de ironia: o vestido vermelho (minha irmã viu bens as pregas do vestido o que pareciam imitar—vamos lá pessoal, é só um pequeno exercício), além daquele adereço caido sobre os ombros, que lembrava em muito o oriente. Eu pessoalmente teria me divertido muito, internamente! E acho que a cara de felicidade dela dizia tudo.
    E vou mais: ela deve estar lendo todas as idiotices que estão sendo escritas sobre isso. Deve estar dando gargalhadas. Para aqueles que acham que deveríamos falar alto, gritar, ou qualquer outra barbaridade, devo sempre lembrar: os doidos do norte tem o dedo no botão nuclear e um exército poderoso. Segundo, para leitores do Príncipe de Maquiavel ou a Arte da Guerra do Sun Tzu, tentem achar os conselhos dos dois livros em ambos dignatários. Para os jogadores de xadrez, o palco não poderia ser melhor: exército negro e exército branco (ou vermelho, para dar um colorido local).
    Não nos esqueçamos: estamos lidando com os maiores doidos que este mundo ja produziu depois do Império Romano e a aventura nazista. Não se enganem: os doidos do norte são capazes de destruir o mundo para manterem seu estilo de vida.

    beattrice

    21/03/2011 - 02h17

    Como analisaram os argentinos ontem, nunca vamos ver CFK jantando com Menem.
    pano rápido.

Messias Macedo

20/03/2011 - 17h08

Obama preferiu a VEJA
Em http://www.conversaafiada – jornalista Paulo Henrique Amorim
Desabafa, matuto ‘bananiense’!

… num supermercado, na gôndola de papel higiênico, [Paulo Henrique Amorim] encontrou um exemplar da revista VEJA.
Sorte sua, indômito e ansioso jornalista: o mais comum é encontrar páginas rotas deste folhetim nas lixeiras de sanitários! Ou servindo de tapete para animais, digamos, inferiores! Coisas da vida PRIVADA!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

FrancoAtirador

20/03/2011 - 17h04

.
.
Parafraseando o ditado
.
.
Em matéria de relações diplomáticas,

NÃO BASTA SER PATRIOTA, É PRECISO PARECER SÊ-LO.
.
.

Responder

    Maristela Aguiar

    20/03/2011 - 22h02

    Pronto! acharam um bode expiatório.
    Tão parecendo o português que jogou o sofá no lixo.
    O Patriota pediu para ser Ministro?
    O PIG ou a elite o impôs?
    O império o impôs?
    Ele traçou a política externa à revelia do governo do PT?

Gustavo Pamplona

20/03/2011 - 16h58

Links dos discurso do Obama

Em Inglês (G1)
http://g1.globo.com/videos/obama-no-brasil/v/conf
de-janeiro-versao-em-ingles/1464727/#/todos%20os%20v%C3%ADdeos/page/1

Português (G1)
http://g1.globo.com/videos/obama-no-brasil/v/conf

R7
http://noticias.r7.com/blogs/urgente/2011/03/20/v

Responder

ZePovinho

20/03/2011 - 16h50

"Discurso da servidão voluntária",de Etienne de La Boetie:
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/boetie.pdf

Responder

assalariado.

20/03/2011 - 16h50

O representante mor do capital internacional fez uma encenação enorme,mil elogios para a colonia Brasilis e seus colonos apaniguados capitalistas,porém,sua maior esperança é nos arrancar o combustivel que movimenta a maior berlinda financeira mundial que é:o petroleo.No restante tome barreiras comercial. A diplomacia dos EUA é definida de acordo as necessidades de saquear esta ou aquela nação/povo e,se for o caso,tome ditaduras(amigas,é claro,inimigas não servem), já que fora do G8,qual país não é colonia do império do capital? E, aí daqueles que se rebelarem,tome bombas em nome da "democracia capitalista". Creio eu,que,a real intenção das elites americana para com a colonia Brasilis é, nos separar das relações sul/sul,dos irmãos latinos e do BRICs,o resto é ,lobo travestido em pele de carneiro. Até hoje,os impérios existentes foram a ruinas,com este não vai ser diferente.Ou seja,o império do capital,travestido de G7, esta ladeira abaixo porém,convém não subestima-los.Quanto as atitudes/discursos da dona Dilma foi um bate/ assopra, tipicos das diplomacias mundo afora.Sem esta de arriar as calças,por favor…

Responder

jose

20/03/2011 - 16h27

Eta povinho apavorado…Precisamos nos dar conta de uma coisa: a imprensa golpista inverte completamente a posição do Brasil e de Dilma nesta visita. Quem veio pedir penico é OBAMA. Agora não faz nenhum pouco mal, ficarmos atentos ao jeito "arrumadinho" do Patriota…Ainda não sabemos muito qual é a dele. A Chancelaria brasileira devia deixar logo claro para o povo como será a política externa. Lula nos tirou do buraco e nos pôs na agenda internacional e nisto o papel de Celso Amorim foi fundamental. E Patriota que rumo vai seguir?

Responder

Julio Silveira

20/03/2011 - 16h26

Azenha, nossos dirigentes são pusilanimes demais, eles querem copiar dos americanos só o que de pior tem naquela sociedade, malandramente. Caracteristica cultural, aquilo que eles entendem poderiam lhe impor algum sacrificio fingem que não é com eles.

Responder

Bertold

20/03/2011 - 16h22

Essa Dilma vai fazer o mesmo que a Bachelet fez no Chile: entregar um país que está ficando próspero e civilizado para a direita.

Responder

alicio

20/03/2011 - 16h11

Quem acha que o PATRIOTA é patriota? Votemos !

Responder

    Messias Macedo

    20/03/2011 - 17h18

    "Antônio de Aguiar patriota is patriot", diria Barack Obama e comitiva!…
    Vamos e venhamos, alguém já viu algum Aguiar, algum Veiga, algum Albuquerque… Ser patriota neste 'Brasil de meu Deus dará ao povo'?!…
    Pense nisso, antes de tomar a próxima Coca-Cola®!…

    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

    José Manoel

    20/03/2011 - 19h11

    Volta, Amorim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

tonypoeta

20/03/2011 - 16h05

No coceito de hospitalidade, pertencente aos "humanos" há milenios, o visitante não pode ser agredido e sim agradado, e o que se tem de falar, é feito na entrelinhas. Assim foi feito. Concordo.

Responder

Antonio Alves

20/03/2011 - 16h05

Ao ouvir o Obama falando da ditadura no Brasil e elogiando a biografia da Dilma, da tortura sofrida por ela e da sua perseverança, e falando justamente pra muitos conservadores, "filhotes da ditadura" presentes.
É um circo para loucos isso aí, QUANTA HIPOCRISIA. Os mesmos que IMPLANTARAM DITADURAS em todo o continente latino-americano, mandam agora seu representante, prêmio NOBEL da guerra, fazer pose de guardião da democracia e da liberdade, enquanto manda bombardear a Líbia.
Tem muita gente por aí com saudade da ditadura e da relação SERVIL que tínhamos com o império
O BRASIL TANTO PODE AVANÇAR, COMO PODE TAMBEM RETROCEDER em seu projeto de nação LIVRE E SOBERANA.

Responder

    Werner_Piana

    21/03/2011 - 01h08

    uma aproximação com os EEUU só pode trazer ATRASO. A História demonstra…
    (siamo tutti fatti, diria um observador italiano…)

Julio Silveira

20/03/2011 - 15h50

Não gostaria de ver o meu país e minha gente se tornarem objetos de reposição do almoxarifado americano. Que eles pudessem contar sempre conosco com contam hoje com a Inglaterra, Canada, França e Australia principalmente, seus miquinhos amestrados.
O Lula visionário estava no caminho certo ao construir a alternativa Bric – Unasul, países como o nosso não podem ficar a merce de uma cultura predadora e beligerante, necessitamos nos fortalecer por que aqui dentro trabalham para nos vender pelo preço mais vil, o da subserviência.
Por isso o Lula foi e demonstra continuar sendo gigante, imcomparavel, perto dessas pulgas politicas que lhe fazem oposição.

Responder

    Werner_Piana

    21/03/2011 - 01h07

    "Por isso o Lula foi e demonstra continuar sendo gigante, incomparavel, perto dessas pulgas politicas que lhe fazem oposição." – e as que diziam que seguiriam sua politica…

    Lula parece que será insuperável. E a dupla com Amorim foi como Pelé e Tostão na politica internacional.
    O que estamos vendo atualmente, é lamentável, desanimador, desestimulante.

    Pena que não pudemos reeleger Lula para um terceiro mandato. Aí sim, teriamos certeza da continuidade.
    Não estou vendo continuidade nenhuma de D. Dilma na politica externa. Nenhuma. Lutamos tanto pela eleição da presidente e nada! Uma pena…

Gustavo Pamplona

20/03/2011 - 15h49

Aê Azenha… abre um post aí para falar do discurso do Obama no Teatro Municipal, seus leitores agradecem… ;-)

Responder

Maria Dirce

20/03/2011 - 15h46

Dá nojo assistir a Globo News falando de Obama com um Deus, como se ele fosse o grande guardião da história do mundo.Enqto ele sorria ao discursar seus blás blás blá furado, pq ele não faz nada sem aprovação do senado americano, bombas estouram na Líbia matando inocentes , pois os alvos foram acertados com os 110 mísseis jogados no povo.

Responder

Messias Macedo

20/03/2011 - 15h44

… Democracia, ah! Democracia tão provocada e tripudiada, senão vejamos:

"….Os problemas políticos dos países devem ser resolvidos por sua gente, sem interferência externa…
O povo brasileiro e o povo estadunidense compartilham de vários ideais, de vários valores, sobretudo o da democracia…" Barack Obama – em discurso proferido no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Rescaldo: [lembrei dos indecorosos e covardes mísseis despejados no lombo do povo líbio…] É verdade, estas palavras do presidente do genocida EUA não poderiam ser melhor abrigadas do que num palco de um teatro brasileiro – theatro grafado com 'th', diga-se de passagem! A cara do Tio Sam da vez é a de um artista, na acepção pejorativa da palavra…
Viva o teleprompter do discurso do Obama! Viva a salva de palmas dos colonizados, seus perfumes franceses, suas jóias, grilhões de um provincianismo atroz, tão precários quanto as artimanhas de 'showman'…

República de 'Nois' Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Messias Macedo

    20/03/2011 - 17h20

    … grilhões de um provincianismo atroz, tão precários quanto as artimanhas de um 'showman'…

    República de 'Nois' Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

    Jorge

    20/03/2011 - 20h59

    Meu caro, o teatro foi o melhor local para tal ato. Surgido desta forma na Grécia, os gregos tinham uma palavra interessante para designar os atores: ὑποκριτής – HIPÓCRITA!.
    Repito: o lugar não poderia ser melhor!

    Messias Macedo

    20/03/2011 - 23h32

    Prezado Jorge, e os 2000 convidados a dedo para assistirem a encenação [embromação] tiveram os seus 20 minutos e alguns segundos de glória: o tempo mais ou menos demandado pelo discurso do presidente da vez do genocida e imperialista decadente EUA… De quebra,o êxtase coletivo da platéia [seleta?!] fez o Menino Maluquinho do Ziraldo ter surtos recorrentes de hiperatividade…
    O pão na Cidade de Deus; o Circo no Theatro Municipal – e nas varreduras da equipe de segurança do visitante desconfiado…

    República de 'Nois' Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

margarida

20/03/2011 - 15h31

Não deve ser Deus que protege os Americanos, deve ser o Diabo. Que etnia podre, este povo não tem nenhuma varredura da natureza, existe terremotos e tsunames em toda parte do mundo, mas no pais desta gente sem escrúpulo, deste câncer planetário nao tem nada. De que lado esta Deus? Do bem ou do mal? È melhor ser cético mesmo, somos mais realistas e vemos com mais nitídez que a justiça nao existe nem na terra nem no além.

Responder

Bonifa

20/03/2011 - 15h25

No discurso do Municipal, talvez alertado de que tinham notado falta de respeito à chefe de estado do Braasil por declarar guerra a outro país a partir de seu território, Obama babou o quanto pôde a Dilma. Elogiou enfáticamente até a sua luta contra a Ditadura, chamada de ditadura comm todas letras (os alucinados americanófilos, também apoiadores da ditadura, como ficarão agora?). É queixudo, o Obama.

Responder

FrancoAtirador

20/03/2011 - 15h20

.
.
O RISCO "PATRIOTA" É MUITO ALTO PARA NOSSA PÁTRIA.
.
.

Responder

    Fabio

    20/03/2011 - 21h44

    O Patriota Americano, precisamos fazer uma campanha para tirar este senhor de la, ele vai detonar o que o Amorim construiu em 8 anos.

    beattrice

    21/03/2011 - 00h19

    E nem vai precisar de 8 meses, pela amostra deste fim de semana, todos já percebemos qual é o lado dele.

Marcola

20/03/2011 - 15h11

Esse governo que se inicia está sendo uma enorme e terrível decepção.
Foi para isso que nós, eleitores que acreditam em mudanças políticas (tolos?), suportamos meses de uma campanha eleitoral vil e mentirosa?
Foi para isso que discutimos e defendemos a candidatura da Dilma Roussef???
Lamentavelmente não resta outra saída digna que não seja engrossar a multidão dos desiludidos que votam nulo.

Responder

    Fabio

    20/03/2011 - 21h43

    Concordo com vc cara, estou completamente decepcionado com a Dilma, que se mostra uma frouxa.
    Perceberam que ao subiar a rampa do planalto, na hora do hino, a Dilma nem cantou?
    Isso mostra que ela ta se lixando para o Brasil.

ozeias laurentinoAp

20/03/2011 - 15h05

Reforçar nosso mercosul, as parcerias com os BRICS, CRIAR SE POSSIVEL UMA NOVA ONU, sem a presença da EUROPA E EEUU, já que eles não querem mudar. Quem sabe faz a hora não espera acontecer.

Responder

Marcelo de Matos

20/03/2011 - 15h04

(parte 2) Ou numa citação mais atual, “a fila anda”, como diz Luana Piovani, ou ainda, “quem vive de passado é museu”, como diz minha filha. O professor falou em Brics; Edmar Bacha falava em Belíndia, referindo-se ao Brasil – metade Bélgica, metade Índia. A expressão Bric está ultrapassada. Pelo menos a China não é mais país emergente e, sim, a maior potência industrial do mundo. Emergentes, agora, serão outros: Egito, Indonésia, África do Sul. O nosso gigante adormecido está na bica de se tornar a quarta economia. E a Índia? Continua tão belíndia quanto o Brasil, a China, a Rússia, os States e quem mais quiserem. Nenhum país dessas proporções resolveu o problema da distribuição de renda. Talvez, somente países como a Dinamarca. Não podemos ter fixação com a era Lula. Não é porque o Estadão tem preferência pela Dilma que devemos excluí-la. Eu nunca entendi as preferências do Estadão, mas, se a família mesquita estiver enamorada da Dilma, não vou morrer de ciúme. Na minha idade, aprendi a controlar as paixões.

Responder

Marcelo de Matos

20/03/2011 - 15h03

(parte 1) Domingo, 14h30. Estou aqui teclando e ouvindo a rádio Nova Brasil FM. Em matéria de música sou um saudosista. “Meus heróis morreram de overdose”? Alguns sim: gosto de Tim Maia, Elis, Cazuza, Renato Russo. Na verdade, para mim eles não morreram. Em matéria de política, porém, não consigo ser saudosista, nem fazendo esforço para acompanhar os amigos do blog. O professor Riordan Roett, da Universidade Johns Hopkins, citado no post, acertou na mosca: “Ficará na história, como ponto importante, que Lula estabeleceu o Brasil como um dos Brics. O país apareceu na arena global, com mais exportações, com muitas viagens, encontros no G-20. Lula é uma pessoa especial, é carismático. Não é um grande administrador, mas entendeu esse momento e o usou a favor do Brasil. Mas foi um momento, e passou. Não vai deixar recall.” Disse tudo: a fila anda, ou, como dizia Emílio Carlos, “enquanto os cães ladram a caravana passa”.

Responder

    Jorge

    20/03/2011 - 21h22

    É Marcelo, mas falta o tal professor do Templo de Delphos, desculpe-me, da Universidade Johns Hopkins combinar isso com os russos. Explico: "mas foi um momento e passou. Não vai deixar recall", que a fila anda concordo, mas acho que você foi infeliz ao descrever a caravana, pois, realmente, os cães da imprensa e os cães da guerra ladram e a caravana dos miseráveis vai passando. Acho que você não entendeu o ditado, pois as pessoas os usam para dizer que, inobstante o poder e as armas (os cães ladrando!) de alguns que se declaram donos da estrada da vida, a procissão das pessoas (isso, uma caravana, uma procissão!) vai passando inexoravelmente para o seu destino. Quando disse que o professor tinha que combinar com os russos é porque pensei: então o professor e a imprensa dizem que o Lula tem que calar a boca e aí ele simplesmente cala? Amigo, para quem fez uma "caravana da cidadania" pelo Brasil inteiro, viu muito cão ladrar por ai. O presidente Lula não fala para os ricos, para a imprensa, ou para certos professores de universidades: fala é para os membros da caravana, em uma linguagem que, desculpe-me, você jamais entenderia. Não vai deixar recall? Bem, por parte de quem? Dos cães ou dos membros da caravana? A caravana tem um lider, e esse se chama Luis Inácio Lula da Silva, então o recall acontece expontaneamente. E ele vai falar o quanto quiser em qualquer lugar que estiver. Só há um jeito de silencia-lo, e é isso que mais eu temo pelo Presidente. Mas rezo para o seu Anjo da Guarda! É muita petulância de quem quer que seja achar que podem calar o moço de Pernambuco só porque querem isso. Pais desenvolvido é uma pais sem pobreza. E só para atualizar: há no mundo hoje cerca de 3,5 bilhões de pessoas em estado de pobreza. Viu o tamanho da amostra da caravana do Lula? Viu o tamanho do recall? Pois, pobreza tem fome e não se esconde pobreza debaixo do tapete!
    Com relação aquelas pitonisas, uma delas teria dito para o conquistador Alexandre, o grande: irás vencerás não morrerás ali. Aí os assistentes da nossa pitonisa americana de plantão (a imprensa, direita, você…) poderão interpretar: Irás! Vencerás? Não! Morrerás alí. Ou: Irás! Vencerás! Não morrerás ali!
    Mas acho que o Obama, como bom jogador que é, usou mesmo uma moeda…..

Sidnei Brito

20/03/2011 - 14h52

E o político FHC, chanceler no governo de Itamar Franco de 1992 a 1993, era ou não era um homem de partido?

Responder

ZePovinho

20/03/2011 - 14h51

Vamos de Jackson do Pandeiro,mizifio Azenha:

[youtube kshyohhaq6Q http://www.youtube.com/watch?v=kshyohhaq6Q youtube]

Se o PCdoB quiser aceitar um catimbozeiro com experiência em Campina Grande,por favor,me avisem.Depois de 10 anos no PT,acho que já é hora de pegar meu boné.

Responder

José Manoel

20/03/2011 - 14h49

Azenha: porque você colocou a figura desse dejeto no seu blog????????????????????????????

Responder

Guanabara

20/03/2011 - 14h47

Dilma capitulou.

Responder

José Vitor

20/03/2011 - 14h39

———————————
Continuo acreditando que a calibragem da política externa brasileira, em andamento no governo Dilma, tenta colocar o país no papel de parceiro privilegiado dos Estados Unidos — com as vantagens e desvantagens implícitas nisso. (Azenha)
———————————

Acho que por enquanto não dá para se afirmar isso, não existe nenhum fato corroborando isso.

Eu desconfio que Dilma quer ser pragmática, tanto em política interna quanto externa.

Eu acho que ela quer mostrar que não está presa a dogmas e ideologias, que a priori não vai discriminar nada e ninguém. Este é o recado que ela quis passar, ao participar daquela comemoração da Folha e de programas populares de televisão. E tudo que ela faz é bem pensado, faz parte de um plano político e de marketing. Pelo menos por enquanto acho que é possível aceitar essa interpretação.

No entanto, ainda estou achando que esta atitude dela vale para todos, à direita e à esquerda. A prova disso será quando Dilma precisar tomar alguma atitude que a coloque em confronto: em confronto com os EUA, externamente; em confronto com o PIG (e a direita em geral), internamente.

Acho que a melhor explicação do que a Dilma está fazendo, por enquanto, eu li em um comentário aqui mesmo no Viomundo: ela está deixando a direita perplexa e a esquerda indignada.

Enfim, veremos.

Responder

Ana cruzzeli

20/03/2011 - 14h36

Azenha

A política externa com Dilma continua a mesma linha da era Lula, não mudou nada muito pelo contrário está mais firme e mais forte nesse sentido. Muitos estão contrariados com a postura dos visitantes do norte em terras tropicais e extrema deselegância dos que aqui aportaram.
O PT do Rio de Janeiro, no meu ponto de vista não desautorizou manifesto como muitos insistem em falar, só disse que quem quisesse fazê-lo não poderia só usar o nome do PT do Rio pois é ele que está governando a Nação e quem responderia porque qualquer desatino de qualquer louco de plantão seria a autoridade presidencial da Republica . Essa postura foi perfeita.
Com relação ao ocorrido no Centro de Convenções em Brasília, o tal da vistoria os ianques, há de se falar em jurisdição e direito. Esse centro é arrendado, qualquer pessoa física ou jurídica pode fazê-lo, pelo que eu soube foi a CNI, do qual o senhor Skaf da FIESP é filiada que fez tal arrendamento . Uma vez pago o arrendamento pode ser feita a vigilância que quiser desde que não descumpra as leis brasileiras. Se alguma autoridade foi molestada cabe ação de indenização junta a justiça da Republica Federativa do Brasil pedindo indenização na pessoa jurídica da CNI.
Por fim Dilma não está se alinhando aos EUA coisa nenhuma pois ele sabe que a SF dos EU estão uma @#$$$$ sendo assim as transações comercias continuam no mesmo patamar de sempre, as diplomacia idem e os vínculos com os nosso irmão latino-americanos mais forte de nunca. O Obama nem beijando os pés de Dilma vai conseguir demovê-la do seu intento de trazer paz e prosperidade para os sul-americanos e africanos, ajudar sempre que possível os povos injustiçadas e explorados pelo mundo afora. Em 2010 isso ficou bem claros para Dilma quando houve um derramamento de dinheiro europeu e estadunidense na campanha do Serra, só não viu quem não quis e a CNI está por trás disso juntamente com a FIESP. Dilma já gritava para quem quisesse ouvir: O PRÉ-SAL É NOSSO, NEM VEM QUE NÃO TEM.

Responder

    Marcelo de Matos

    20/03/2011 - 15h29

    Ana. Foi bom você aparecer aí com o retrato da Dilma. Tem muita gente querendo ver a caveira da Presidenta. Pior que não só a dela: também às do Palocci, Nelson Jobim, Eduardo Cardoso, Aldo Rebelo, entre outros. Nem sei se o pessoal se contentaria com um simples escalpo, mas, pelo menos agora vejo que nem tudo está perdido.

    Julia

    20/03/2011 - 17h16

    Ana e Maecelo:

    É isso aí mesmo…

    Parece que o P.I.G. tá jogando o "osso" e muita gente, sem perceber, está "mordendo".

    Carmem Leporace

    20/03/2011 - 17h10

    Coitada.

    José Manoel

    20/03/2011 - 19h12

    Fora daqui, cara!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Guanabara

    20/03/2011 - 20h43

    Pra mim isso aqui é trollagem. Moderação?

    jorge

    20/03/2011 - 21h32

    Parabéns, finalmente uma explicação sensata. Mesmo não gostando do FHC, se por acaso algum dia tiver a infelicidade de encontrá-lo em alguma situação — e o pior que há essa possibilidade!—, o chamarei de Presidente. Por isso, fomos educados com o sr. Obama. Falamos latim, por isso temos a obrigação de sermos civilizados.
    Interessante é que por aqui apareceu escrevendo uma tal de Carmem Leporace., que por esse nome parece ser o alter-ego de alguém. Só fico pensando quem poderia ser, principalmente pelos aspectos misógenos de seus escritos. Curiosidades…

    Werner_Piana

    21/03/2011 - 01h00

    se eu passar pela rua com esse FHC proximo, escarrarei no melhor estilo de Augusto dos Anjos. Na rua, nele eu apanharia e iria preso…
    O que esse canalha FHC fez durante seus dois termos é caso de policia, não de respeito.
    Acho lamentável D. Dilma estar reabilitando essa coisa nefasta.
    Vergonhoso.

    Que D. Dilma assuma sua paloccice e passe junto com ele pro PSDB… seria mais honesto.
    Chega de empulhação.

Nara Serra

20/03/2011 - 14h35

Obama não é, nunca foi e não será essa coca-cola toda por quem a imprensa brasileira está deslumbrada e os Estados Unidos sempre serão um partido voltado para o seu próprio umbigo. Quando enxergam um pouco mais longe, veem o próprio nariz. Fato.

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mariazinha

20/03/2011 - 14h30

Tomara que D, DILMA tome juízo. Nem tudo está perdido, ainda, talvez ela tenha um curinga na barra da saia. Menos mal que não votou a favor da invasão na Líbia; SERIA O FIM. Esse Patriota tem cara de …….. Lamentável!
Qto. à revista por que passaram todos acho até natural se considerarmos que ianques/sionistas são odiados pelas maiorias, no mundo. Eles sabem bem o que é assassinato, conhecem bem o assunto.
Quem não queria ser revistado, não deveria ter ido ao tal encontro como, sabiamente, LULA não foi.
VIVA LULA, o nosso melhor presidente!

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    beattrice

    21/03/2011 - 00h17

    Podem revistar quem quiserem, LÁ.
    Aqui se houver necessidade de revista, fica a critério e responsabilidade de brasileiros, ou estamos disputando uma estrela com PORTO RICO naquela bandeirinha medíocre?

    mariazinha

    21/03/2011 - 09h21

    Acontece que o evento em que houve a revista foi organizada pela iniciativa privada; a Fiesp, no meio. Eles tiveram a primazia de escolher como e quem iria fazer a escolta. Não houve participação governamental; foi organizada por empresários, despesas por suas contas. É bom dar as notícia com clareza para não ficarmos confundidos. Esses tais, não iriam perder essa oportunidade; ingênuos foram os ministros, ao embarcarem nesse deboche.
    Lógico que o pig vai distorcer a notícia ao máximo.

José Manoel

20/03/2011 - 14h29

Azenha: não sei, mas gostei muito do discurso da Dilma. Direto, preciso e conciso! Deu para entender quais são nossas pretensões!!!!!!!!!!!!!!

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Luciano Prado

20/03/2011 - 14h24

Ou seja, os EUA aceitam a entrada do Brasil no Conselho, mas em contrapartida Brasil deve experimentar a posição de quatro e ver o tanto que suporta.

Será que essa gente ainda não aprendeu que "ninguém respeita quem não se respeita"?

Tem neguinho na imprensa dando pulinhos de alegria pela suposta mudança da política externa brasileira.

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Samuel Velasco

20/03/2011 - 14h19

Eu ia comentar da minha indignação com a subserviência voluntária, o tirar de sapatos, a Cinelândia, as boas-vindas… Mas aí bateu uma vergonha desgraçada decorrente disso tudo e acho que vou ficar numa ressaca dessa visita do Obama por algumas semanas, evitando esbarrar com meus amigos estrangeiros no corredor… Me sinto como se o Corinthians tivesse tomado de goleada do São Paulo, acho que isso define bem.

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Gustavo Pamplona

20/03/2011 - 14h06

Aí Conceição… Aí… Azenha… Ai todo mundo do "Vi o Mundo". o mundo é uma beleza!!! (hahahahha)

Não tem nem pouco mais de uma semana onde um terremoto matou uma porrada de gente lá no Japão e ainda ameaça a vida por lá com a radiação, potências estrangeiras em "conluio" agora matam uma outra porrada de gente lá na Líbia.

Eita humanidade!!! Eita civilização!!! O mundo é ou não é uma maravilha!!! (hahahahahhahahahha)

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    Elton

    20/03/2011 - 15h07

    De vez em quando você dz algumas coisas lúcidas….

    Gustavo Pamplona

    20/03/2011 - 15h55

    Elton… tenho uma certa história por aqui… desde Jun/2007 e já tive até alguns comentários e artigos publicados em 2008, 2009 e 2010, sou um cara bacana mas um sacana também!!! (hahahhahaa)

    E agradeceria se você pelo menos se identificasse com dois nomes… Outro dia notei um Elton Ribeiro, não sei se era você.

    Eu sinceramente até hoje eu não sei o medo que as pessoas tem aqui de se identificar, ou pior ainda.. aqueles que escrevem com "nicks" imbecis achando que alguém vai se importar com a opinião deles.

    —-
    Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
    Desde Jun/2007 fazendo história no "Vi o Mundo"! ;-)
    Fundador do PORCO – Partido de Oligarcas Representantes de Capitalistas Opresssores (PIG)

    Dias Melhores

    20/03/2011 - 17h03

    E viva a raça humana! Humana?Que vergonha.
    Não nasci para isso.
    Viva Marte, minha terra.

    ANA

    20/03/2011 - 15h27

    Você me surpreendeu.

    aldoluiz

    20/03/2011 - 17h49

    Eles financiam um dos lados até que esteja suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiam o lado oposto e deixam ambos se destruírem até ficarem sem recursos.
    A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que são atirados é criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos dominadores no cume da pirâmide de onde nos exploram.
    "O mundo já está preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional.
    Disse David Rockfeller em 1991.

    POLÍTICOS ESTÃO AÍ PARA NOS DAR A ILUSÃO QUE TEMOS ESCOLHAS neste escravismo travestido de democracia. Cegos não vemos que ELES nos pegam pelos culhões e pelos ovários, nos castram, senzalam e exploram… Corrupção, drogas, tráfico, farmáfia, guerra, religião, fratricídio, terrorismo, favela, bigbrother, H.A.A.R.P., coca-cola, "fast-food", sionismo, não são religiões, são uma ideologia.
    Sinto muito, sou grato.

    Werner_Piana

    21/03/2011 - 00h54

    sempre lúcido você, Aldo Luiz. Tudo triste, mas tudo verdade.

    Dilma é o nosso Obama. Mistificação. Decepção.
    Reabilitando FHC? É o fim!

    Saudades de Lula e Amorim. De sentir orgulho.
    Parece que é passado, mesmo.
    Triste Brasil…

    rodalvarenga

    20/03/2011 - 21h50

    bom, certamente o senhor nao pensa tambem do lado de la da historia. fica com esse seu "discursinho" antiamericano manjado, mas nao pensa em quem sofre nas maos do kadafi. nao sou proocidente ou proestadosunidos, julgo apenas necessario a ofensiva proposta. os governos tentaram convence-lo pelo dialogo….

Lucas

20/03/2011 - 14h02

O Brasil e seu complexo de vira-latas: o G8 adora isso!
A conferir no link: http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2011/0

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isaias

20/03/2011 - 14h00

nada .Seremos mais um governo no bolso dos EUA ,assim como são o governo sueco eo governo inglês .

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zepgalo

20/03/2011 - 13h52

Espero que essa visita do Obama sirva para a Dilma perceber que os americanos querem o de sempre, e que não adianta ficar forçando uma parceria com eles por causa de etanol, petróleo, etc. Tomara que ela acorde para a importância do que se estava fazendo com Lula e Amorim no comando, e não tenha medo de continuar o trabalho por eles iniciado, que ainda está no começo. E que não tenha medo da "nossa" mídia, deixa os entreguistas falando sozinhos.

Os americanos não tem tempo para dar proridade para nós, estão em franca decadência, têm muitos problemas a resolver. Se eles precisarem da gente, que venham nos procurar, e o Brasil decide se ajuda ou não e coloca o seu preço.

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    Julia

    20/03/2011 - 17h30

    Pois é, Zepgalo.

    Parece que foi exatamente isso que os estadunienenses fizeram: "Vieram nos procurar AQUI, e COLOCAMOS ( nossa Presidenta) NOSSO PREÇO.

    Sem deixar de indicar a Unasul como nosso maior fator força, e ainda "colocamos o dedo na cara da lambança que eles fizeram por lá com o a crise . Foi pontual e perfeito o Discurso da Dilma, em nosso solo, diante de todos os "flashes" nacionais e internacionais.

    E sem esquecer que , ela começou falando de quem, de quem? Do nosso querido "Nunca Dantes"

    Finalizando: Ela PERCEBE sim…E como. Deu seu recado muito bem.

    Lula e Amorim foram e são maravilhosos, mas parecem que se esquecem que Dilma e Patriota já esravam trabalhando com os dois esses 8 anos anteriores.

    Deixem eles trabalharem.

    O "todo sorrisos estaduniense" tentou, mas já viu que aqui temos nome e memória a seguir. Desenhando: LULA E AMORIM.

    Julia

    20/03/2011 - 17h51

    Corrigindo a frase acima:

    "Lula e Amorim foram e são maravilhosos, mas parecem que MUITA GENTE ESQUECE que Dilma e Patriota já esTavam trabalhando com os dois esses 8 anos anteriores. "

    Abraço.

    beattrice

    21/03/2011 - 00h51

    E pelo visto não aprenderam o básico de política externa para defenderem os interesses brasileiros frente aos EEUU.

    Julia

    21/03/2011 - 03h42

    E quais seriam, na sua opinião, os interesses brasileiros , segundo sua ótica, que eles não defenderam?

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