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O contador e as fitas que estão por aí


13/04/2012 - 14h12

Amedrontar e circunscrever [título original do post]

por Luiz Carlos Azenha

A Globo pediu acesso a todos os documentos da Operação Monte Carlo, que resultaram num processo que corre em segredo de Justiça, no STF. A Carta Maior também pediu. O acesso foi negado a ambos.

Demóstenes Torres, como parte envolvida, teve acesso.

Curiosamente, por pura coincidência, depois que isso aconteceu sobrou para Protógenes Queiroz, Agnelo Queiroz e a construtura Delta — a construtora do PAC, grita O Globo –, que também seria a favorita de Sergio Cabral.

O objetivo que precede a CPI é jogar a rede o mais amplamente possível, suscitar medos e, ainda que não impeça a Comissão, domá-la desde o início.

Al Capone não faria melhor.

Faz sentido a notícia de que a tática dos acusados seria a de não falar absolutamente nada durante os depoimentos, deixando a bomba explodir no colo dos políticos e agentes públicos convocados.

Não digo que a tática vá funcionar, mas que faz sentido divulgar a suposta tática agora, colocando minhoca na cabeça dos deputados e senadores antes que eles criem a CPI.

Mas será que eu assino esta CPI, que pode se voltar contra quem a criou?

O movimento inclui jogar Lula — que apóia a CPI — contra Dilma que, segundo a Folha de S. Paulo, teme a investigação. Mas, será que teme mesmo?

O movimento inclui dizer que o PT pretende usar politicamente a CPI para cercear a liberdade de imprensa.

Compreendam: a mídia corporativa tem muito a perder com a CPI do Cachoeira. Pela primeira vez na história da República, o grande público terá acesso aos métodos aplicados em nome do “jornalismo investigativo” e à relação entre arapongas e redações. São estes métodos que garantem à mídia ascendência sobre políticos e agentes públicos e, portanto, atendimento a importantes interesses econômicos. Ou vocês acreditam que os tucanos alimentam a mídia paulista por achá-la boazinha?

Além disso, as capas bomba da revista Veja eram repercutidas automaticamente, sem qualquer questionamento. A bola rolava na revista, era impulsionada pelo JN de sábado e ganhava as páginas de O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo já no domingo. A ordem era repercutir, repercutir, repercutir. Se possível, com novos ângulos e novas investigações. O mar de lama, curiosamente, só banhava uma praia.

Não foi por acaso que nada menos que quatro senadores se negaram a relatar as acusações contra Demóstenes Torres no Conselho de Ética do Senado, Lobão Filho (PMDB-MA), Ciro Nogueira (PP-PI), Gim Argello (PTB-DF) e Renan Calheiros (PMDB-AL). O que Demóstenes teria guardado contra eles?

Sobrou para o ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE).

Costa, lembrem-se, foi acusado de envolvimento com a máfia dos sanguessugas, que atuou no Ministério da Saúde desde “o governo anterior”, como em priscas eras o JN se referia ao governo de FHC. Em 2006, na semana que antecedia o primeiro turno das eleições, o Jornal Nacional noticiou com destaque o indiciamento dele — que era candidato a governador de Pernambuco — no inquérito, ao lado do ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares. Mas a lista de indiciados era muito mais longa e incluía gente próxima do ex-ministro José Serra, como Platão Fischer-Pühler — Serra concorria ao governo paulista. A lista completa dos indiciados, disse Fátima Bernardes naquela ocasião, você vê no site do Jornal Nacional.

Posteriormente, Costa foi inocentado de todas as acusações. Mas, em 2006, nem chegou ao segundo turno.

Se a CPI sair — só acredito vendo –, vai nascer amedrontada. Tem muita gente com muito a perder. Ou será que teremos um acordão no fim-de-semana? É esperar e ver…

PS do Viomundo: Fonte bem informada, que nunca nos decepcionou, diz que o homem-chave continua foragido, o contador de Carlinhos Cachoeira, Giovani Pereira da Silva. Giovani, diz a fonte, guardava num cofre as fitas produzidas pela arapongagem a serviço de Cachoeira. Nos próximos dias podem vazar fitas, que serão atribuídas ao inquérito mas na verdade são do arquivo de Cachoeira. A própria fonte, no entanto, disse que às vezes é impossível discernir quem está a serviço de quem, no submundo de Brasília. Há, segundo ele, brincando, “agentes duplos, triplos e quadrúpedes”.

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62 comentários

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Oportunidade única | Blog do cadulessa

04 de maio de 2012 às 13h13

[…] uma nota questionando a Veja: por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira? O Azenha tem outro texto muito interessante sobre o que está em jogo nesta CPMI e suas implicações na velha-grande […]

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Cláudio

30 de abril de 2012 às 19h34

Muito estranho mesmo isso dos quatro senadores que não aceitaram a relatoria da CPMI do Cachoeira. Aí tem dente de coelho. Mais interessante ainda é perceber que alguns, tempos depois, parece que se encheram de coragem que antes não tinham e agora fazem parte da CPMI, como o ‘nobre’ senador Ciro Nogueira (PP-PI), titular por parte do Senado na Comissão e que já havia recusado a relatoria, e sua esposa, a deputada Iracema Portella (PP-PI), suplente na Comissão, ambos da ‘elite’ político-econômica piauiense, enquanto o senador Wellington Dias (PT-PI), de base sindical/trabalhista, ficou também como suplente.

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Protógenes diz que Dantas e Cachoeira tinham esquemas parecidos na mídia | Viomundo - O que você não vê na mídia

19 de abril de 2012 às 23h41

[…] não esclarece quem o abastece de grampos. Fonte bem informada havia contado ao Viomundo que grampos surgiriam através do contador de Cachoeira, que está foragido e teria as gravações […]

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Gravações para inibir CPI começam a vazar | Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de abril de 2012 às 14h55

[…] já não envolve Demóstenes Torres, nem o DEM. Já havíamos denunciado que isso ia acontecer, aqui. […]

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onofre

15 de abril de 2012 às 22h38

Se sair a CPI do Cachoeira será que o Bonner vai ser convocado para sentar no banquinho lá no Congresso? Afinal, ele é o editor-chefe do JN e tem muito a dizer.

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Ermelingdo

15 de abril de 2012 às 17h56

Ótimo artigo. Cadê os abaixo-assinados na net para a CPMI da Veja? Cadê a UNE? A CUT? A OAB? A CNBB? Os sindicatos? A FENAJ?

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dukrai

14 de abril de 2012 às 23h50

cachoeira provoca a primeira baixa, o Sarney baixou no hospital e vai fazer um cateterismo, sinal que o coração de bom pai sentiu cheiro de queimado na roça do Sarneisinho.

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FrancoAtirador

14 de abril de 2012 às 18h21 Responder

Solando

14 de abril de 2012 às 18h14

O povo tem o direito de conhecer o conteúdo das conversas, isto deve ser posto na rede de modo que todos tenham acesso e não precisem ler na mídia e ainda distorcida. Este não é um caso de sigilo, pois não se trata de ssunto de família. a não ser que estejam considerando desta forma, por se tratar da família "Cosa Nostra Tupiniquim".

Responder

O Cafezinho » Blog Archive » O terrorismo psicológico da mídia

14 de abril de 2012 às 18h10

[…] por Luiz Carlos Azenha, do Viomundo […]

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Moacir Moreira

14 de abril de 2012 às 17h50

Essa CPI SOMENTE INTERESSA ao povo brasileiro.

Cabe ao povo exigir que ela seja instalada.

Responder

Remindo Sauim

14 de abril de 2012 às 17h13

Acessem este site http://cachoeiradedados.wordpress.com/ os autores estão aos pouco destrinchando as fitas e entregando alguns jornalistas da periferia do Cachoeira. Já tem cronistas mais do meio do esquemão e pedindo o boné. Até o fim deste mês vai sobrar muita vaga em Brasília, Rio e São Paulo, e das graúdas.

Responder

Tadeu Braga

14 de abril de 2012 às 17h01

Enquanto existirem teorias capitalistas, marxistas, neoliberais, anarquistas, etc., penso (posso estar errado) que sempre existirá a mídia tendenciosa, partidária. Acho natural. Bater no peito e dizer que a imprensa totalmente independente, não partidária, não tendenciosa, existe, é um tanto quanto irreal. Isto, em qualquer país (ou comunidade) do planeta.

Responder

Eunice

14 de abril de 2012 às 16h47

E apareceu um juiz novo no PIG, para dar credibilidade.

Responder

Luana

14 de abril de 2012 às 16h31

Demóstenes lá, Benedito cá. É o poder do jogo
Gravações apontam que Procurador-Geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, irmão do senador, agia para favorecer negócios de Cachoeira14 de Abril de 2012 às 15:42

Goiás247 – Gravações apontam mostram que Procurador-Geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, irmão do senador, agia para favorecer negócios de Cachoeira

O jornal Correio Braziliense traz hoje reportagem que revela a existência de conversas gravadas com autorização da Justiça que mostram acerto entre o senador Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira para intervenções do Ministério Público goiano em favor dos negócios do contraventor.

continua…

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/53902/Dem&o

Responder

spin

14 de abril de 2012 às 16h03

A par do esquema criminoso de Cachoeira, a Delta Construções é empresa legalmente constituida, com contratos junto ao DF tudo dentro das normas, o que, não é o caso dos contratos da mesma Delta com o governo de GO: mais de 100 milhões repassados em 1 ano.

O que é crime organizado? O Comando Cachoeira é poderoso.
http://www.advivo.com.br/blog/juriti-do-cerrado/u

Responder

FrancoAtirador

14 de abril de 2012 às 13h44

O medo da Veja (Comentário ao post "A capa da Veja")

Por foo, no Luis Nassif OnLine

Eu li o artigo da Veja, e só tenho uma observação: a Veja quer enterrar a CPI, custe o que custar.
O caso Cachoeira pega diretamente o senador Demóstenes Torres (DEM/Goiás), o governador Marconi Pirilo (PSDB/Goiás), o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB/GO) e o editor-chefe da revista Veja, Policarpo Jr.

A primeira reação da mídia, diante do escândalo, foi tentar envolver todo mundo: Agnelo (PT/DF), Protógenes (PCdoB/SP), e a construtora Delta — que, segundo a imprensa, "faz negócios com o Governo Federal" — convenientemente omitindo o fato de que a Delta faz negócios com todas as esferas do governo, em diversos estados, INCLUSIVE SÃO PAULO!!! [ASSIM COMO A VITAPAN "CACHOEIRA" FARMACÊUTICA DE ANÁPOLIS-GO]

A Veja não quer investigação, e usa todos os artifícios que têm à sua disposição para isso: apela para a PT-fobia, para o "risco para a liberdade de expressão", para a imagem de Hitler e Mussolini… nenhum recurso é deixado de lado no objetivo de demonstrar, por A+B, que a CPI será péssima para o Brasil.
(…)
O Brasil é uma democracia, e a liberdade de imprensa não está sob ameaça.
Qualquer um pode escrever o que quiser, e sites na internet começam a dar furos em tempo real — antes mesmo que as revistas possam chegar às mãos dos assinantes.
Isso não significa que a imprensa possa se associar ao crime, ocultar a existência de uma quadrilha por 8 anos em troca de informações privilegiadas, obtidas de maneira ilegal, e promover membros desta quadrilha a "mosqueteiros da ética".
(Apenas como exemplo, além dos mais de 200 telefonemas entre Policarpo e Cachoeira, agora temos evidências de que a gravação do Hotel Naoum — naquela fatídica capa contra "o poderoso chefão" José Dirceu — foi feita pelo "EMPRESÁRIO DO RAMO DE JOGOS CARLOS RAMOS")

Para defender Policarpo, sem citar o seu nome, a revista diz: "A oportunidade liberticida que apareceu agora no horizonte político é tentar igualar repórteres que tiveram Carlos Cachoeira como fonte de informações relevantes e verdadeiras com políticos e outras autoridades que formaram com o contraventor associações destinadas a fraudar o Erário."
É uma simplificação grosseira. Policarpo Jr. fez muito mais do que apenas usar Carlos Cachoeira como fonte. Ele usou e foi usado. Durante mais de 8 anos, em mais de 200 telefonemas gravados e reuniões presenciais, Policarpo Jr ajudou a promover os interesses da quadrilha, enquanto a quadrilha satisfazia os interesses da Veja.
A Veja sabia das relações de Demóstenes com Carlinhos Cachoeira, e nunca falou nada. Ou melhor: enalteceu Demóstenes, chegando ao ponto de dizer que ele era um dos "mosqueteiros da ética" do senado. A Veja também ajudou a melar uma CPI contra Cachoeira em 2004. Em troca, Cachoeira foi responsável por inúmeros "furos" da revista, em gravações ilegais que envolviam terceiros.

Mas a Veja prossegue com a seguinte lição sobre a ética jornalística:

"Os petistas acham que atacar o mensageiro vai diminuir o impacto da mensagem. Pelo que disse Marco Maia, eles vão tentar mostrar que obter informações relevantes, verdadeiras e de interesse nacional lança suspeita sobre um jornalista. Maia não poderia estar mais equivocado. Qualquer repórter iniciante sabe que maus cidadãos podem ser portadores de boas informações. As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Isso é básico."
Se Cachoeira tivesse feito gravações de suas conversas com Demóstenes e Pirilo, isto estaria dentro da ética jornalística.
Mas Cachoeira fez gravações contra terceiros — pessoas que não estavam envolvidas com eles.
Hoje sabemos que as filmagens no Hotel Naoum foram obra da quadrilha.
A reportagem de capa de Veja foi ironicamente intitulada "O Poderoso Chefão". A Veja tinha acesso ao verdadeiro "chefão" — e nunca falou nada.
A Veja teve acesso a todas as informações sobre a máfia de Goiás e nunca denunciou o esquema.
Durante 8 anos a Veja usou e foi usada por Carlinhos Cachoeira. E é por isso que estão com medo.
Mas não é só isso:
"Motivo mesmo para uma CPI seria investigar os milionários repasses de dinheiro público que o governo e suas estatais fazem a notórios achacadores, chantagistas e manipuladores profissionais na internet. Fica a sugestão."

A Veja está com medo porque não controla mais a informação.
Se a CPI sair, não haverá como filtrar as informações.
Viva os blogs sujos!
Viva a internet!

Íntegra em:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-medo-d

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Murdok

14 de abril de 2012 às 09h02

Quer dizer que o Civita pode ficar calado perante a CPI?

Então a coisa vai ficar sem graça!

E aquela estória de que o cachoeira tava pensando na delação premiada?

Responder

Marcio H Silva

14 de abril de 2012 às 00h58

Eu só sei que não sei de nada. Vejam texto do blog do Garotinho:

O clima em Brasília é de velório. A oposição e o governo não sabem o que fazer com o defunto. Pra se ter idéia da confusão, ninguém mais quer CPI, mas não sabem como fazer pra se livrar dela.

Vejam a que nível chegou a situação. Ontem, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB – AP) colocou emissários para ouvir lideranças expressivas do PMDB por todo o país (governadores, senadores e deputados federais) para sentir deles a temperatura. Todo mundo estava com os nervos à flor da pele e ninguém quer a CPI.

Do interlocutor que falou em nome do governador Sérgio Cabral, o emissário de Sarney ouviu o seguinte: ”Vocês querem levar o Cabral pra cadeia e enrolar a vida da Dilma? É melhor parar com essa brincadeira de CPI”. E completou ao perplexo ouvinte do outro lado da linha: "O helicóptero que caiu lá na Bahia estava levando Cabral pra casa do Cavendish (dono da Delta), ele não quer nem ouvir falar nesse assunto de investigação”.

É realmente o clima está pesado e sobre isso vale a pena lerem o artigo do blog Brasil 247.

Responder

FrancoAtirador

14 de abril de 2012 às 00h53

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O DISPOSITIVO ENTRA EM CENA

Passado o primeiro momento de perplexidade, depois que savonarolas, bicheiros e jornalistas
foram flambados nas próprias chamas, o dispositivo midiático demotucano se recompôs.

A pasmaceira aos poucos recupera a afinação de um jogral:
o importante no primeiro momento é confundir.

A desempenadeira torta da suspeição nivela partidos e reputações.

A política é uma confederação de quadrilhas.Instalada a neblina a hierarquia se inverte:
o secundário se sobrepõe ao principal.

Sombra e luz, tudo a mesma coisa.

Agora é martelar a versão: não há mais fatos.

A versão diz que a verdadeira origem e destino da corrupção é o governo e o PT

e ameaça Lula nas entrelinhas: 'E aí, vai encarar?'.

Devia…

CARTA MAIOR
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Responder

Marcio H Silva

14 de abril de 2012 às 00h41

“agentes duplos, triplos e quadrúpedes”.
Esta foi ótima…..

Responder

Fabio_Passos

14 de abril de 2012 às 00h34

Nassif alerta sobre a estratégia da quadrilha para tirar o foco das investigações e tentar escapar…

"As manobras do esquema Cachoeira" http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/as-manob

"
Na condição de réu, o senador Demóstenes Torres teve acesso às peças do inquérito Monte Carlo.

Agora, está selecionando informações para, em conluio com jornalistas do esquema Cachoeira, jogar o foco das investigações na Construtora Delta.
(…)
A lógica da estratégia Cachoeira-Demóstenes-aliados é simples. A Delta é parte do universo a ser investigado; Cachoeira é o todo. Focando na Delta, tenta-se tirar do foco o chefe da quadrilha, Cachoeira, seu principal lugar-tenente, Demóstenes, assim como as ligações midiáticas da estrutura criminosa.
"

Responder

Gerson Carneiro

14 de abril de 2012 às 00h06

A @rede_globo pôs gasolina no jatinho do JN !!!!

O jatinho saiu do hangar e tá voando. #OperaçãoAbafaPerillo

E tem mais:

O JN está mostrando corrupção no Piauí.

Noooofffaaaa… a @rede_globo descobriu o Piauí ?!

Responder

Marat

13 de abril de 2012 às 23h40

Será que o PIG (Zorro) vai ganhar mais uma do Sargento Garcia (esquerda brasileira)? – Tô de saco cheio!

Responder

FrancoAtirador

13 de abril de 2012 às 23h24

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Por falar em contador que fugiu,

CADÊ O PAULO PRETO ?
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Responder

Lenin

13 de abril de 2012 às 23h07

No Brasil,tudo sempre é preocupante -principalmente na hora de avançar,das mudanças progressistas…mesmo assim,mesmo assim,acredito q o monstro foi ferido;ferimento grave,q,no mínimo,o assusta como nunca -será preciso o pêndulo do Judiciário,além de pressão…tudo é difícil,mas continuo apostando.

Responder

    Fabio_Passos

    13 de abril de 2012 às 23h54

    A mídia-corrupta vai jogar pesado porque está mergulhada até o pescoço nos crimes.
    Não só a quadrilha veja do mafioso civita.

FrancoAtirador

13 de abril de 2012 às 22h25

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No Status Democrápula da Direita, os meios ilícitos justificam os fins golpistas.
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Responder

    FrancoAtirador

    14 de abril de 2012 às 21h48

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    Adendo: ou Vice-Versa.
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Julio Silveira

13 de abril de 2012 às 22h10

Enquanto os brasileiros não tiverem coragem de varrer da politica esses maus elementos que conduzem as opiniões, até a economia, com seus golpes oportunistas o País viverá assim, suscetivel a chantagens, declaradas ou não. O momento é muito oportuno para se escancarar aos cidadãos a verdadeira identidade por trás da falsa moralidade que norteia nossos corporativos orgãos de imprensa e seus investidos, por esses só defendem dois lados o dos próprios, e dos amigos que lhes colocaram lá subvertendo a verdade.

Responder

FrancoAtirador

13 de abril de 2012 às 21h18

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Notícias STF
Sexta-feira, 13 de abril de 2012

Negada suspensão de inquérito contra Demóstenes Torres

O ministro Ricardo Lewandowski indeferiu pedido de liminar na Reclamação (RCL) 13593, em que o senador Demóstenes Torres pede a suspensão do inquérito (INQ 3430) que tramita contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao mesmo tempo, o ministro, que é relator da RCL, solicitou informações aos juízes federais da 11ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Goiás e da Vara Única da Subseção Judiciária de Anápolis (GO), que autorizaram escutas telefônicas envolvendo o senador.

Na reclamação, o senador sustenta que, ao processar interceptações telefônicas, os dois magistrados teriam usurpado competência do Supremo Tribunal Federal, uma vez que, de modo velado, promoveram a investigação de parlamentares (que têm prerrogativa de foro, ou seja, o direito de ser julgados, originariamente, pela Suprema Corte) sem, todavia, chamá-los formalmente de investigados.

No mérito da ação, que ainda será julgado pelo STF, a defesa do senador pede que a Suprema Corte declare a ilicitude das gravações telefônicas que tenham mencionado o parlamentar, bem como o impedimento de sua utilização contra ele. Em consequência, pede o trancamento do inquérito contra o parlamentar.

Quando chegarem as informações solicitadas pelo ministro-relator, os autos do processo serão encaminhados ao procurador-geral da República, para que emita parecer sobre o caso.

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?i...

Responder

Fátima

13 de abril de 2012 às 20h39

Azenha, o PIG com certeza absoluta vai jogar pesado, (só ver o artigo do AN postado no blog do Noblat), Acredito piamente que a CPMI vai vingar , caso contrário, o Congresso Nacional sairá desmoralizado perante a opinião da grande maioria dos eleitores.Quem viver, verá.

Responder

FrancoAtirador

13 de abril de 2012 às 20h35

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Jornalismo investigativo ou cumplicidade?

Jornalismo investigativo e cumplicidade com práticas criminosas podem estar sendo confundidos. Vale lembrar a afirmação de Paul Virilio:
“A mídia é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis,
ao mesmo tempo em que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra”.

Por Venício Lima, na revista Teoria e Debate, via Carta Maior

Algo de muito errado está acontecendo com a grande mídia no Brasil.

Enquanto empresários da mídia impressa ou concessionários do serviço público de radiodifusão – e seus porta-vozes – reafirmam, com certa arrogância, seu insubstituível papel de fiscalizadores da coisa (res) pública, o país toma conhecimento, através do trabalho da Polícia Federal, de evidências do envolvimento direto da própria mídia com os crimes que ela está a divulgar.

E mais: a solidariedade corporativa se manifesta de forma explícita. Por parte de empresas de mídia, quando se recusam a colocar setores de seu negócio entre os suspeitos da prática de crimes, violando assim o direito à informação do cidadão e o seu dever (dela, mídia) de informar. Por parte de jornalistas, que alegam estarem sujeitos a eventuais relacionamentos “de boa fé” com “fontes” criminosas no exercício profissional do chamado jornalismo investigativo.

Será que – na nossa história política recente – o recurso retórico ao papel de fiscalizadora da coisa (res) pública não estaria servindo de blindagem (para usar um termo de agrado da grande mídia) à indisfarçável partidarização da grande mídia e também, mais do que isso, de disfarce para crimes praticados em nome do jornalismo investigativo?

Imprensa partidária
Historiadores da imprensa periódica nos países onde ela primeiro floresceu, sobretudo Inglaterra, França e Estados Unidos, concordam que ela – ou o de mais parecido com aquilo que hoje entendemos como tal – nasceu vinculada à política e aos partidos políticos. Numa segunda fase, transformou-se em empresa comercial, financiada por anunciantes e leitores. No Brasil, as circunstâncias históricas, certamente nos diferenciam dos países citados, mas não há distinção em relação às origens políticas e partidárias da imprensa nativa.

Foi Antonio Gramsci, referindo-se à imprensa italiana do início do século 20, quem primeiro chamou a atenção para o fato de que os jornais se transformaram nos verdadeiros partidos políticos. Muitos anos depois, entre nós, Octavio Ianni chamou a mídia de “o Príncipe eletrônico”.

Apesar disso, a imprensa que passa a se autodenominar de “independente” é aquela que é financiada, sobretudo, pelos anunciantes e, ao longo do tempo, reivindica sua legitimação no princípio liberal do “mercado livre de ideias”, externo e/ou interno à própria imprensa.

No Brasil dos nossos dias, até mesmo os empresários da grande mídia admitem seu caráter partidário como, aliás, já afirmou publicamente a presidente da ANJ.

Jornalismo investigativo
O chamado “jornalismo investigativo” acabou levando a grande mídia a disputar diretamente a legitimidade da representação do interesse público, tanto em relação ao papel da Justiça – investigar, denunciar, julgar, condenar e, eventualmente, perdoar – como em relação à política institucionalizada de expressão da “opinião pública” pelos políticos profissionais eleitos e com cargo nos executivos e nos parlamentos.

Ademais, o assumido papel de oposição partidária parece estar levando setores da grande mídia a não diferenciar “jornalismo investigativo” – e/ou relação com “fontes” – e o exercício de uma prática profissional que escorrega perigosamente para o crime, sem qualquer limite ético e/ou legal.

Jornalismo investigativo e cumplicidade com práticas criminosas podem estar sendo confundidos. Vale, portanto, lembrar a afirmação de Paul Virilio: “A mídia é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis, ao mesmo tempo em que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra”.

Parece que, lamentavelmente, atingimos a esse perigoso e assustador limite no Brasil.

Professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações – História, poder e direitos, Editora Paulus, 2011.

http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost

Responder

Jorge Nunes

13 de abril de 2012 às 19h16

Aposto na CPI do Cachoeira, mesmo com a turbulência a capacidade da mídia de poupar seus aliados vai está no limite, não vai dá para proteger todos na edição do Jornal Nacional.

Responder

    Bonifa

    13 de abril de 2012 às 22h24

    Também creio que o JN vai ser insuficiente para aguentar a avalanche. Mesmo que não perca credibilidade, tenderá a perder substância e interesse, já que não poderá comandar a cena, naquele velho estilo categórico e impositivo de quando falava de cima para baixo.

    FrancoAtirador

    13 de abril de 2012 às 23h15

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    Agora, mais do que nunca, Blogs, Twitter, Facebook e Esculacho podem fazer a diferença.
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Luana

13 de abril de 2012 às 18h39

Azenha, você matou a pau. Tem até um tal de Mino Pedrosa lá no 247 mandando recado a nome do Cachoeira. Mas será que foi o Cachoeira mesmo? Ele só atacou petistas, curioso,não?

Responder

Adilson C Fonseca

13 de abril de 2012 às 17h24

Do meu ponto de vista é uma vergonha ver o ceticismo das pessoas que tem alguma influência. Não tenho nenhuma, mas modifiquei meu ponto de vista a paritr de um "mundo" que não passava no rádio, no jornal e nem na TV, primeiramente por aqui (na antiga hospedagem, via Globo), depois no Cidadania e culminando com os Casos da Revista Veja, by Nassif. Depois veio muito mais. Já velho, envergonhado, me achando a muito esperto, me senti como num filme, saindo de um casulo de uma enorme mentira (Matix). Também fiquei decepcionado com a postura "jango-no-momento-do-golpe" – sem reação – pelo governo, após tantos ataques desferidos pela, agora descoberta, tríplice PIG-oposição-bandidagem. Será que o "desbotado" grito de "Revolução Já" tá mesmo fora de cogitação? Ou terei que me mudar e ir para a Argentina? E por qual motivo os partidos (pelo menos o PTB, PC do B, PSOL, PSTU), em vez de ficarem uns ensebando o governo, outros o escrachando, não se juntam e utilizam seus horários reservados à propaganda partidária (de livre concepção, ao contrário do horário eleitoral) para tomar o horário televisivo e revelar essa desgraça que assombra nosso país, desde muito

Responder

Bonifa

13 de abril de 2012 às 17h11

Tudo é posssível, acordão, medo, pânico… Mas esta CPI traz uma atmosfera muito diferente das CPIs xôxas que de antemão sabe-se que darão em pizza. Seu parto foi bem mais difícil do que se pensa. Uma modorrenta Câmara arrepiava-se por qualquer ameaça de barulheira atípica. Talvez o choque avassalador que sacudiu o Senado, que assistiu incrédulo o mais forte moralista transmudar-se de repente no mais desavergonhado dos finórios, tenha sido o toque decisivo. No anúncio da CPI, sentados em um sofá, Sarney estava sério, mas tranquilo. Já o Maia mostrava-se extremamente nervoso. Mas ao ver-se inapelavelmente dentro da briga, deu corajosas declarações compensatórias da aparente fraqueza inicial. O material a ser vasculhado é denso de conteúdo e de análises. Nada irá partir do zero, buscando pelo em ovo, como em outras CPIs. Devemos acreditar que esta CPI promete, e que irá trazer um sopro de frescor e sanidade ao processo político em geral, abrindo perspectivas para teses que têm perdido força por culpa da impressão geral de degradação do meio político, como por exemplo o financiamento público exclusivo de campanha.

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Guanabara

13 de abril de 2012 às 17h07

Já dizia Sea Bob: o que importa não é o que a Globo mostra, mas o que a Globo NÃO mostra.

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_Rorschach_

13 de abril de 2012 às 17h07

Há muito se alerta para o risco de os empresários do crime (traficantes, bicheiros, contrabandistas, etc) chegarem ao poder, seja por meio de vereadores e deputados eleitos pelo crime, seja por meio de corrupção.

Esse troço todo com o Demóstenes foi muito sério. O cara, sendo da oposição, mandava e desmandava; tentava influir em licitações e nomeações…Imaginem que era cotadíssimo para vice do Serra. Já pensou se ganhasse?????

Teríamos literalmente um B-A-N-D-I-D-O na Presidência.

Agora vemos o segundo cargo mais importante do Executivo, Governadores (Perilo e Agnelo), envolvidos com esse mafioso. Senadores, Governadores e Deputados.

Se Poder é do povo, que o exerce por meio de tais representantes, a que pé estará nosso povo?

Não é que os políticos chegam lá e perdem a probidade. Vendem suas almas ao diabo antes para poder chegar lá.Triste País com políticos como estes.

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renato

13 de abril de 2012 às 16h52

Azenha, homem de Deus, não desanime, a CPI vai sair.
Tô com fé.

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renato

13 de abril de 2012 às 16h50

Ninguém pode melar esta CPI, o Sr: Humberto disse: Sai dá frente que esta eu CHUTO!
Faz horas que ele esta se preparando, se perder esta oportunidade o Protógenes será eleito Senador!
E mais Tarde Presidente.
Já comprei tudo para assistir a TV Senado na CPI, antes e durante a Copa.
Porque antes e durante, porque o Galvão vai transmitir a Copa e não a CPI, não vai dar para fazer os dois,
a Fátima Bernardes, esta fazendo um programa novo que vai estrear com a CPI, por isto a demora de sua instalação.

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Marcelo de Matos

13 de abril de 2012 às 16h31

Ia esquecendo de dizer: se a CPMI acabar "no tapetão", alguém terá de ser sacrificado. Demóstenes, certamente. Carlos Alberto Léria, muito provavelmente. Marconi Perillo, por incrível que pareça, pode até ser inocentado.

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Marcelo de Matos

13 de abril de 2012 às 16h17

Eu acredito mais num acordão, como disse você.

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Gustavo Pamplona

13 de abril de 2012 às 15h29

"Se a CPI sair — só acredito vendo –, vai nascer amedrontada. Tem muita gente com muito a perder. Ou será que teremos um acordão no fim-de-semana? É esperar e ver…"

É… eu também só acredito vendo.. (sou pragmático). E sobre o "acordão no fim de semana"… tecnicamente falando… será que eles estão esperando a próxima capa da Veja?

—-
Desde Jun/2007 só acreditando vendo no "Vi o Mundo"! ;-)

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Carlos

13 de abril de 2012 às 15h11

Quanto ainda falta para a Presidenta Dilma ir para cima do PIG assim como foi com tudo para cima dos bancos?

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    pperez

    13 de abril de 2012 às 19h26

    Falta seu ministro das comunicações Paulo Bernardo tomar um chá de coragem, uma dose de determinação e um balde de vergonha na cara!

Celso

13 de abril de 2012 às 15h06

Infelizmente, de ambos os lados, de mocinhos e bandidos, numa abordagem maniqueísta que não abrange todos os protagonistas políticos em ação em Brasília, algum deles, em algum momento teve sua "maõ molhada" por papel moeda. Uma CPMI nesse contexto é natimorta e só serve para gerar alguns holofotes. Nossos doutos deputados e senadores são capazes das mais estafúrdias peripécias em nome do povo, mas contra o povo, com raras exceções, mas praticarem autofagia com CPMI, nunca.

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marcelo caipira

13 de abril de 2012 às 15h05

azenha
só fico me perguntando o seguinte…
sera que teremos a change de "passar o Brasil a limpo"? de verdade? sem medo?
identificando um a um…quem é quem?
ou como voce disse, tem muita gente com muito a perder e portanto, e por isso com medo de perder alguns soldados, os partidos nem entrarão na batalha?
pois da maneira como estão acontecendo as coisas, a conclusão é que tem gente mais ruim….gente menos ruim….mas santo nessa historia não tem ninguem
espero ansioso por esse momento, onde as cortinas irão ser abertas, e as mascarás cairão todas por terra
mas infelizmente não tenho crença que ira acontecer.
abçs

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Fernando

13 de abril de 2012 às 15h02

Torço por um acordão.

Precisamos de um Congresso sem turbulências para aprovar os projetos necessários ao Brasil na luta contra a desigualdade social.

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    _Rorschach_

    13 de abril de 2012 às 17h42

    Que besteira!

    A corrupção é um dos maiores inimigos do povo.

    Gasta-se 5 x mais do que o necessário. Isso se o gasto for necessário.

    Na hora que falta remédio no postinho de saúde ou leite na escola é o povo que se ferra.

    Gerson Carneiro

    13 de abril de 2012 às 19h11

    Lula sob incessante ataque nos oito anos que lá ficou e nunca vi ninguém manifestar esse pensamento. Pelo contrário, presenciei gente chegar em banca de jornal só pra dar uma olhada na capa da Veja.

    É incrível, agora aparece gente pensando até no bem do Brasil :)

    Leider_Lincoln

    14 de abril de 2012 às 08h34

    Deve ser o Richard, coitado, que aposentou o EUNAOSABIA por razões óbvias…

    Gerson Carneiro

    14 de abril de 2012 às 14h43

    É Cumpadi Leider, pior seria se pior fosse.

    Por onde anda o EUNAOSABIA? rs

    dukrai

    14 de abril de 2012 às 23h37

    a gente mal começa a gostar do personagem e ele pirulita.

    M. Nunes

    14 de abril de 2012 às 10h13

    Bingo, ops, lembrou Carlinho Sete Quedas. Enfim: quero concordar com sua excelente leitura dos fatos, Gerson. Ou seja: Se tentamos apurar a verdade, estamos – na visão do PIG – sendo mesquinhos, movidos pelo ódio, sendo vingativos e etc. Contudo – olhando pelo lado A e o lado B como atesta a brilhante tese do sempre ex Arthur Virgilio no http://brasil247.com/pt/247/poder/53664/Dem%C3%B3… – Se eles, o pig e seus seguidores, apontarem com o dedo sujo, na verdade, estão tentando promover uma limpeza ética – independente dos meios! – mesmo que seja uma propaganda mentirosa no melhor estilo Nazi- Facista.

    Marcio H Silva

    14 de abril de 2012 às 00h39

    Quer jogar o lixo para debaixo do tapete? porque não se manifestou desta forma com o mensalão?

    Fernando

    14 de abril de 2012 às 12h22

    Quanta besteira estão falando.

    O Lula também fez um acordão naquele esquema BrOi do Dantas.

    Ao invés de ficar com o Congresso engessado com um acusando o outro ele foi maduro, deixou a investigação pro futuro e conseguiu aprovar no Parlamento as medidas que transformaram o país miserável do tucanato no mais próspero do mundo.

    Pedro Santos

    14 de abril de 2012 às 19h28

    Realmente precisamos de um Congresso sem turbulênica, mas primeiro vamos passar isto tudo a limpo. Do contrário a coisa vai continuar cada dia pior. Vamos separar o joio do trigo. Depois sim,poderemos seguir em frente.

Willian

13 de abril de 2012 às 14h36

Se fosse um senador do PT que vazasse informações sobre adversários para a blogosfera progressista, esta, por pudor, não publicaria. Aliás, pra começar, um senador do PT, por mais envolvido que estivesse num caso destes, não usaria, jamais!, um subterfúgio deste, não é verdade? isto é coisa de demotucano. Faça – me um favor. Este caso tava legal quando só o Demóstenes e o Perillo estavam envolvidos. Agora que apareceu gente do PT reclamam do vazamento de informação. Antes, não, não havia reclamação nenhuma.

Responder

    abolicionista

    14 de abril de 2012 às 08h02

    Quer abafar, né, Willian? Além de fascista é corrupto, é?


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