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“Os mercados estão acima de todos os homens”

publicado em 21 de fevereiro de 2012 às 02:57

“O capital financeiro usa a arma da dívida para abolir o Estado e escravizar a população europeia”

16/02/2012

Carta aberta de Mikis Theodorakis e Manolis Glezos, reproduzida parcialmente no site da CUT

Leia abaixo os principais trechos da carta aberta divulgada pelo renomado maestro e compositor grego Mikis Theodorakis, e por  Manolis Glezos, herói grego que arrancou a bandeira nazista da Acrópole. Ambos têm mais de 80 anos e continuam nas ruas, sofrendo ao lado de seu povo a brutalidade e a covardia da repressão. Um exemplo para as novas gerações:

“Em tempos antigos, o perdão de Solón das dívidas que obrigavam os pobres a ser escravos dos ricos – a chamada reforma Seisachtheia, assentou as bases para a aparição, na antiga Grécia, das ideias da democracia, cidadania, política e Europa: os fundamentos da cultura europeia e mundial.

Lutando contra a classe dos ricaços, os cidadãos de Atenas assinalaram o caminho para a constituição de Péricles e a filosofa política de Protágoras, que disse: “O homem está muito acima de todo o dinheiro”.

Hoje em dia, vemos a vingança dos endinheirados: “Os mercados estão muito acima de todos os homens” é o lema que nossos líderes políticos abraçam com tanto gosto, aliados ao demônio dinheiro como novos Faustos.

Um punhado de bancos internacionais, agências de informação, fundos de investimento, numa concentração mundial de capital financeiro sem precedentes históricos, reivindica o poder na Europa e em todo o mundo e prepara a abolição de nossos estados e nossa democracia, com a arma da dívida, para escravizar a população europeia, colocando no lugar das imperfeitas democracias que temos a ditadura do dinheiro e a banca, o poder do império totalitário da globalização, cujo centro político está fora da Europa continental apesar da presença de poderosos bancos europeus no coração do império.

Começaram com a Grécia, utilizada como cobaia para deslocar-se a outros países da periferia europeia e, pouco a pouco, até o centro. A esperança de alguns países europeus para escapar eventualmente demonstra que os líderes europeus se enfrentam a um novo “fascismo financeiro”, não fazendo melhor do que quando se enfrentaram à ameaça de Hitler no período entreguerras.

Não é uma casualidade que grande parte dos meios de comunicação controlados pelos bancos tratem os países da periferia da Europa como “porcos – pigs” e sua campanha midiática, sádica e racista, vá tingida de desprezo. Seus meios de comunicação não se dirigem somente contra os gregos, mas também contra a herança grega e a antiga civilização grega. Esta opção mostra os objetivos profundos e ocultos daa ideologias e dos valores do capital financeiro, promotor de um capitalismo de destruição.

A tentativa dos meios de comunicação alemães de humilhar símbolos, como a Acrópole ou a Vênus de Milo, monumentos que foram respeitados até mesmo pelos oficiais de Hitler, nada mais é senão expressão do profundo desprezo dos banqueiros que controlam os meios de comunicação, já não tanto contra os gregos, mas sobretudo contra as ideais de liberdade e democracia que nasceram neste país.

O monstro financeiro produziu quatro décadas de isenção de impostos para o capital, todo tipo de “liberalização de mercado”, uma ampla desregulação, a abolição de todas as barreiras aos fluxos financeiros e às especulações, os constantes ataques contra o Estado, a compra de partidos e meios de comunicação, a apropriação do excedente por um punhado de vampiros: os bancos mundiais de Wall Street. Agora, este monstro, um verdadeiro “Estado por trás dos Estados” parece preparado para acertar um “golpe de Estado permanente” financeiro e político, e para mais de quatro décadas.

Necessitamos criar uma frente de resistência potente contra “o império totalitário da mundialização” que está em marcha, antes que seja tarde demais.

A Europa somente pode sobreviver se apresenta uma resposta unida contra os mercados, um desafio maior que o deles, um novo “New Deal” europeu.

Devemos deter de imediato o ataque contra a Grécia e aos outros países da União Europeia na periferia, precisamos por fim a esta política irresponsável e criminosa de arrocho e privatização, que conduz diretamente a uma crise pior que a de 1929.

As dívidas públicas devem ser reestruturadas de forma radical na Eurozona, especialmente às expensas dos gigantes da banca privada. Os bancos devem voltar a ser avaliados e o financiamento da economia europeia deve estar sob controle social, nacional e europeu. Não é possível deixar a chave financeira da Europa nas mãos dos bancos, como Goldman Sachs, JP Morgan, UBS, Deutsche Bank, etc …

Temos que proibir os excessos financeiros incontrolados que são a coluna vertebral do capitalismo financeiro destrutivo e criar um verdadeiro desenvolvimento econômico em lugar de ganâncias especulativas.

A arquitetura atual, baseada no Tratado de Maastricht e nas regras da OMC, instalou uma máquina na Europa para fabricar dívida. Necessitamos uma mudança radical de todos os tratados, a submissão do BCE ao controle político da população europeia, uma “regra de ouro” para um mínimo de nível social, fiscal e meio-ambiental da Europa.

Necessitamos urgentemente uma mudança de paradigma, um retorno ao estímulo de crescimento através da demanda de novos programas de investimento europeus, as novas regulações, os impostos e o controle do capital internacional, uma nova forma de protecionismo suave e razoável numa Europa independente seria protagonista na luta por um mundo multipolar, democrático, ecológico e social.

Chamamos às forças e pessoas que compartilham estas ideias a convergirem, o mais rapidamente possível, numa ampla frente de ação europeia para produzir um programa de transição, para coordenar nossa ação internacional, com o objetivo de mobilizar as forças do movimento popular, para reverter o atual equilíbrio de forças e derrotar aos atuais líderes dos nossos países, historicamente irresponsáveis, com o fim de salvar a nosso povo e a nossa sociedade antes que seja demasiado tarde para a Europa”.

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abolicionista

24/02/2012 - 09:21

Lamentável. Acho que compartilho com muita gente a sensação de que o mundo está indo mesmo para um buraco e que nós somos absolutamente incapazes de mudar o que quer que seja. Ao que parece, o poder para evitar que a humanidade inteira vá para a puta-que-o-pariu está nas mão de meia dúzia de alucinados inconsequentes, ou talvez nem esteja nas mãos de ninguém. Mesmo os que dão pulinhos extasiados com os novos brinquedinhos que a tecnologia proporciona não conseguem nem mesmo proferir uma opinião a respeito do futuro do mundo. Ninguém consegue nem mesmo opinar, é um pesadelo. Tenho certeza de que não sou o único a ficar com a impressão de que está vivendo em um filme de ficção científica lado B, com atores ruins e cenário de má-qualidade. Acho que a raça humana merecia, pelo menos, uma morte menos patética…

Responder

roger

22/02/2012 - 23:11

“O capital financeiro usa a arma da dívida para abolir o Estado e escravizar a população europeia”

Milhares de pessoas que assistiram os documentários Zeitgeist, Zeitgeist Addenddum e Zeitgeist Moving Foward já sabiam dessa advertência.

A propósito, recomendo:
http://www.esquerda.net/artigo/goldman-sachs-como

"Goldman Sachs: como criar uma crise e governar o mundo

O banco de investimentos Goldman Sachs conseguiu uma façanha pouco frequente na história política mundial: colocar os seus homens na direção dos governos europeus e do banco que rege os destinos das políticas económicas da União Europeia"

"Muitos dos homens que fabricaram o desastre foram chamados agora para tomar as rédeas de postos chaves e com a missão de reparar, ao custo do bem estar da população, as consequências dos calotes que eles mesmos produziram. O banco de investimentos Goldman Sachs conseguiu uma façanha pouco frequente na história política mundial: colocar os seus homens na direção dos governos europeus e do banco que rege os destinos das políticas económicas da União Europeia. Mario Draghi, o atual presidente do BC Europeu, Mario Monti, presidente do Conselho Italiano, Lukas Papademos, o novo primeiro ministro grego, todos pertencem à galáxia do Goldman Sachs."

Recomendo ainda que assistam Margin Call, excelente!

Responder

Pedro

22/02/2012 - 22:11

Acho o programa do Occupy Wall Street melhor do que esse.

Responder

Lucas Cardoso

22/02/2012 - 01:10

Ora, por favor. Eu concordo com o espírito do autor da carta, mas elogiar a democracia grega antiga é idiotice. Era uma oligarquia com outro nome. Só os grandes donos de terras com muitos escravos eram capazes de gastar seu tempo na ágora discutindo poli-tiké e philo-sophia.

Fora isso, toda solidariedade aos trabalhadores gregos, que agora sofrem com o imperialismo neoliberal, assim como os trabalhadores latino-americanos já sofreram. A esperança é que eles se livrem da troika como a Argentina se livrou do FMI.

Responder

Marat

21/02/2012 - 22:29

As moçoilas Daslu, os especuladores, os capitalistas e os tontos defendem o "livre" mercado. Este prosaico grupo, muito respeitado pelos meios de comunicação, manda e desmanda e crê piamente que o dinheiro está acima dos seres humanos. A tal da "democracia" de mercado é um grande engodo e o mundo está caminhando rapidamente para a autofagia. Finalmente os darwinistas estão dando as cartas e o jogo é esse espetáculo grotesco que vivenciamos. E o pior está por vir, pois essa gente é insaciável!

Responder

assalariado.

21/02/2012 - 22:19

Vamos acordar gente!
O capitalismo está moribundo, em sua fase final enquanto modo de produção social de sobrevivencia dos humanos. Estamos em plena ditadura do capital, da qual a imprensa burguesa, porta voz oficial da burguesia capitalista, os camufla, chamando- os de "os mercados". Não se iludam com o Estado burgues, travestido de "Estado de direito" que, nunca passou de uma ditadura de classe. Afinal não vivemos numa sociedade de luta de classes? Sim, o Estado nada mais é do que a burguesia industrial/ financeira organizada politica, militar,economica e administrativa, para além das portas de suas empresas, para nos manterem na condição de explorados pelo resto de nossas vidas.

O aparato burgues é apenas um passaporte legalista, das elites, para realizar os seus desejos de estupros sociais e econômicos, cada vez mais violentos, contra os povos assalariados/ explorados pelo capital e, nações que se rebelam. O Estado burgues, agora globalizado, sempre reprimiu, e reprime, qualquer reação de luta dos explorados, movimentos sociais, greves, … tachando -os muitas vezes de baderneiros, vândalos, motins, terroristas, etc … Este aparato, por sua vez, nada mais é do que, a legitimação em formas e leis, a favor dos donos dos meios de produção. Agora sim, está cada vez mais claro, a que veio o Estado do capital, econômica, Militar, jurídica e administrativamente. Sim, um é a cria (o Estado), o outro, o seu criador (a burguesia) logo, tem a mesma doença. São corruptos e mafiosos na sua propria origem, faz parte do seu DNA ideológico.

Saudações Socialistas.

Responder

Operante Livre

21/02/2012 - 22:06

O Irã não é o Iraque. Sabe que será invadido e está preparado. Os iranianos têm trunfos para estar agindo como estão. O Iraque era frágil como a Líbia. Os persas são a última esperança de quebrar o expansionismo do tripé USA, Londres e Israel. O Irã é a última fronteira da região. China e Rússia não ficarão inertes.

Responder

beattrice

21/02/2012 - 22:01

A face nazifascista de Fraulein Merkel
[youtube N2qJwYz_G0w&feature=youtu.be http://www.youtube.com/watch?v=N2qJwYz_G0w&feature=youtu.be youtube]

Responder

    Pedro Soto

    21/02/2012 - 22:40

    Me desculpe. Nem o nazifascismo combatia o estado como esses débeis mentais do neoliberalismo.

    beattrice

    22/02/2012 - 00:39

    Isso claro depende da concepção do ESTADO.

marcosomag

21/02/2012 - 20:37

A face cultural da dominação econômica deveria ter mais atenção no círculo das esquerdas. O projeto hegemônico dos EUA sempre valorizou muito incutir uma "nova mitologia" no imaginário ocidental para substituir tanto os mitos quanto os categorias filosóficas que vêm desde os gregos. Tem usado para este intento o poder financeiro do capital em multilinguagens.

Quanto à situação da Grécia: as "informações" que chegam ao Brasil via imprensa burguesa são muito truncadas, e não tenho clareza se existe alguma liderança que possa aglutinar o povo grego em uma luta revolucionária. A situação trágica que o capital impõe aos gregos já deveria ter dissipado todas as ilusões propagadas pela mídia e empurrado o povo para a Revolução.

Responder

    beattrice

    21/02/2012 - 21:56

    A questão do canibalismo e da conversão da mitologia grega pela dominação cultural dos EEUU tornou-se muito evidente através da difusão dos mitos cinematográficos hollywoodianos, possivelmente a indústria de multimeios mais difundida por eles.

Piotr Ilianovic

21/02/2012 - 18:49

Disseram tudo, mas nao me surpreendo quando aparecem aqueles que confundem democracia com liberalismo de mercado.

Responder

Luana

21/02/2012 - 18:42

E a Alemanha, pela terceira vez consecutiva, criando o ressentimento dentro da Europa. E não vai parar o ressentimento contra alemães e franceses.

Responder

Antonio

21/02/2012 - 18:29

Por que pouco fala a "imprensa livre" sobre a solução adotada pela Islândia?
Não interessa divulgar que o país deu uma banana para os bancos!

Responder

Robert

21/02/2012 - 12:14

em breve o preço do
petroleo vai a estratosfera
para crise
isso sera o equivalentea jogar alcoolem fogueira
isso aí ainda não é nada…esperem até 20/03, quando Bolsa d Petróleo iraniana começará vender petróleo em outras moedas e dólar perderáexclusividade
ai é q vai ficar feio pq dolar vai despencar
quem viver vera

Responder

    Marta

    21/02/2012 - 19:25

    E os Estados unidos vão invadir o Irã como fizeram com o Iraque pelos mesmo motivos: venda de petróleo em outras moedas. É o que o Ghadaf queria fazer também. Foi assassinado pelos americanos.

    beattrice

    21/02/2012 - 21:56

    O Irak não tinha armamento nuclear.

    marcosomag

    22/02/2012 - 16:24

    Além disto, o Estreito de Ormuz poderá ser traiçoeiro com a Frota Estadunidense. O Irã tem os melhores mísseis antinavio do mundo (de fabricação russa) e mísseis antimísseis que podem mitigar bastante o poder dos Tomahawk dos EUA.

Julio Silveira

21/02/2012 - 12:11

Como é bom ver que ainda existem pessoas dispostas a iluminar as mentes fora da doutrinação dos clerigos replicadores da "verdade" do "mercado". Essa entidade ilusória chamada mercado é uma excelente fantasia, espertamente, maquiavelicamente, pensada pelos seus arquitetos para fugirem da responsabilização dos processos altamente condenaveis de exploração economica dos cidadãos do mundo todo.
Essa gente, o tal mercado, como uma sociedade secreta, está determinando através de seus recursos financeiros, que compram seus clérigos de baixos insistintos, a existência de uma nova forma de escravidão nas sociedades humanas. Isso, alem de propiciar a cultura dos mais baixos instintos vinda de seus seguidores sobre aqueles que teimam querer dignidade na sobrevivência..

Responder

Rafael

21/02/2012 - 12:02

Não sou economista, mas nem precisa para ver que em seguida a Alemanha vao junto nessa. Irlanda, Espanha, Itália, Portugal, Grécia, França em breve. A vez da Alemanha vai chegar. Ela foi a grande beneficiária, foi quem mais se deu bem nas exportações para esses países. Em tempo o efeito vai chegar para a Alemanha.

Responder

Caracol

21/02/2012 - 11:51

Uma pergunta:
Qual é a diferença entre o conceito mais a supremacia exercida pelo regime nazista sobre nações que foram esmagadas, seus povos escravizados, minorias assassinadas e cruelmente dizimadas… qual é a diferença entre aquela barbárie e a hegemonia e a supremacia de uma exploração financeiro-hegemônica-globalizada que esmaga nações, escraviza seus povos impondo dívidas inexistentes, assassinam maiorias (!) pela fome, doenças e eliminação das mais básicas condições de vida humana… qual é a diferença? Tem diferença?
Pra mim, isso aí é um novo Tratado de Versailles. Aquele esmagou a Alemanha e deu no que deu. Esse aí esmaga o mundo.
A História se repete e o teatro é o mesmo, só os atores são outros: desta vez as vítimas somos nós todos, os 99%.

Responder

    Pedro Soto

    21/02/2012 - 22:48

    A resposta para a sua pergunta é: NENHUMA.
    No regime nazista países como a Romênia, Hungria, Finlândia e Croácia não foram invadidos e ocupados pelos alemães. Tinham apenas governos fantoches. Assim como hoje o Iraque, a Líbia e o Afganistão. Esta é a resposta à sua pergunta.

Elton

21/02/2012 - 10:22

Os donos do poder na União Européia costumam responsabilizar a Grécia pelos seus problemas e pelas consequências que isso poderia trazer para o resto daquele bloco, como que pela "desenfreada gastança" do governo grego. Alguns dizem que "foi um erro" aceitar esse país na zona do Euro. Ora, seria o mesmo que culparmos ao Paraguai pelos defeitos do Mercosul. O mais pobre "paga o pato"!!!!! Uma vergonha……

Responder

César

21/02/2012 - 10:19

A solução para o povo enfrentar os banqueiros já existe: são os bancos Cooperativos.Eu sou sócio do Sicoob, lá eu tenho juros mais baixos e no final do ano ainda recebo parte dos lucros. Lá eu sou um dos donos do banco
O povo precisa parar de reclamar e agir.

Responder

Waldemar Yotoshi

21/02/2012 - 09:25

Não sei se já perceberam! Fala-se que a Grecia precisa de 300 Bilhões de Euros para quitar suas dívidas e soerguer a sua economia.
Mas, eu pergunto? Vocês não acham 300 bi de Euros muito dinheiiro não? Ainda mais para um mínúsculo pais como a Grecia (que equivale ao menor Estadodo Brasil ou seja Sergipe) afinal de contas porque tanto dinheiro?
Então vou dar a explicação: Esta dinheirama toda não é para erguer a economia da Grecia não! É para socorrer os bancos que emprestaram para a Grecia e sabem que vão tomar um calote monumental.
Desse dinheiro nem 5% irá para a Grecia, pois ficará exatamente onde está! Nos bancos que emprestaram para a Grecia com juros extorsivos.
Vocês se lembram quandoo Brasil quebrou e que tomávamos dinheiro emprestado do FMI?
Pois é, o dinheiro não vinha para cá não! Simplesmente trocavam o valor da promissória, rasgava uma e fazia outra com o valor dos empréstimo. Juros sobre juros.
Ísto está igualzinho o que aconteceu com a Argentina quando Kirchney deu uma "banana" para os Bancos.
A Grecia vai ter de fazer a mesma coisa.

Responder

Abdula Aziz

21/02/2012 - 09:17

O que está para surgir na Europa é a tal da Nova Ordem Mundial, representada por um só governo, que provavelmente sairá um ditador sanguinário pior que o Hitler e Mussolini juntos.

Responder

    beattrice

    21/02/2012 - 11:56

    Ou a ruptura do EURO e a sobrevivencia da EUROPA desunida como viveu por séculos AMÉM.

    Robert

    21/02/2012 - 12:16

    quem sabe…
    de onde viria este ditador?
    familia real britanica?

    Gustavo Pamplona

    21/02/2012 - 13:25

    MEGADETH – "New World Order"

    Where hath the apostles gone?
    Joining hands with wicked ones
    Revelation has come to pass, New World Order
    will hold the mass
    A book written by the man
    used to control and command
    All rights will be denied,
    without the mark you shall die

    No confession, all is known, all is known
    New world order, you shall be shown shall be shown

    Monitoring all wages
    New world order comes in stages
    Currency is obsolete
    Feel the agony of defeat

    Symbol of society today,
    A must have or you shall pay
    As humans flesh leads the mind
    Just as a pawn the last martyr dies

    No confession, all is known, all is known
    New world order, you shall be shown shall be shown

    Where hath the apostles gone?
    Joining hands with wicked ones
    Revelation has come to pass, new world order,
    will hold the mass

    Especialmente esta parte:

    Monitoring all wages
    New world order comes in stages
    Currency is obsolete
    Feel the agony of defeat

    Monitorando todos os salários
    Nova Ordem Mundial vem em estágios
    Moeda é obsoleta
    Sinta a agonia da derrota.

    Nota #1: A música apesar de ser do álbum TH1RT3EN de 2011 era demo do álbum Youthanasia de 1994

    Nota #2: O Dave Mustainte (líder, vocalista e guitarrista do Megadeth) já criticou a ONU na música "United Abominations" (UN) no álbum de mesmo nome lançado em 2007 – United Abominations (repleto de músicas de conteúdo político) – http://www.oldielyrics.com/lyrics/megadeth/united

    Sobre: http://en.wikipedia.org/wiki/Dave_Mustaine#Politi

    —–
    Desde Jun/2007 listening Megadeth at "I saw the World"! ;-)

RicardãoCarioca

21/02/2012 - 08:20

A volta ao Dracma já não é mais uma questão de 'se', mas de 'quando'. Até economistas conservadores por aqui já adimitem isso. Esse último plano de super arroxo para receber mais uma parcela de empréstimo, em minha opinião, é um erro que só está sendo cometido porque o 1o ministro grego é um funcionário do Goldman Sachs e que está lá para ratificar o que o 'mercado' quer, em detrimento do que é melhor para a Grécia.

Responder

Caracol

21/02/2012 - 06:57

"…e sua campanha midiática, sádica e racista, vá tingida de desprezo….
A tentativa dos meios de comunicação alemães de humilhar símbolos, como a Acrópole ou a Vênus de Milo, monumentos que foram respeitados até mesmo pelos oficiais de Hitler, nada mais é senão expressão do profundo desprezo dos banqueiros que controlam os meios de comunicação, já não tanto contra os gregos, mas sobretudo contra as ideais de liberdade e democracia que nasceram neste país."

É… pegaram pesado. E é isso aí mesmo.

Responder

ZePovinho

21/02/2012 - 04:03

Isso é um aviso ao PT,mizifio Azenha.Se a esquerda aplica políticas de direita o povo acabará escolhendo as legítimas havaianas………………………

Responder

    beattrice

    21/02/2012 - 11:57

    Como acontece em Sp há décadas.

    lucasvazcosta

    21/02/2012 - 18:23

    Há quem esteja muito encantado com o capitalismo aqui pelo Brasil. Tudo que é demais é veneno, já dizia o povo…

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