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Paulo Teixeira: “Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém”

publicado em 2 de novembro de 2011 às 10:00

por Conceição Lemes

Na última quinta-feira, 27 de outubro, por volta das 18h, a Polícia Militar deteve três alunos que fumavam maconha num gramado junto ao estacionamento que divide os prédios de Geografia e História da USP, na Cidade Universitária.

Um grupo de estudantes começou a protestar, para evitar as prisões. A manifestação foi ganhando adesões – chegou a cerca de 500 — e a tensão aumentando. Os PMS chamaram reforço. Por volta das 21h30 estavam na USP cerca de 15 viaturas, a Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (ROCAM) e aproximadamente 40 policiais militares.

Após quase quatro horas de discussão entre representantes da polícia, estudantes e professores, começou o tumulto. Segundo alguns relatos publicados na mídia, os estudantes gritavam palavras e xingamentos contra a presença da polícia. Irritados, os policiais partiram pra cima do grupo. De acordo com outros relatos, também divulgados na mídia, quando policiais deixavam o local com os três jovens detidos rumo à delegacia, um grupo cercou as viaturas, jogando pedras e outros objetos. A polícia reagiu violentamente, com bombas de gás lacrimogêneo, gás pimenta e cassetete.

Vários parlamentares se deslocaram para lá para ajudar a resolver o impasse, entre os quais o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que há pelo menos dez anos  se dedica a estudar e a debater a questão das drogas.

No início de setembro, por exemplo, ele promoveu um seminário de alto nível sobre a política de drogas no Brasil, do qual participaram o psiquiatra Roberto Tykanori, coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde, o professor Elisaldo Carlini, consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para área de drogas, e José Henrique Torres, presidente da Associação Juízes para a Democracia, entre outros especialistas.

Falei com o deputado por telefone na quinta à noite, quando ele estava a caminho da  Cidade Universitária. Voltei a conversar novamente ness terça-feira.

Viomundo – Como ficou a situação dos três estudantes detidos?

Paulo Teixeira — Eles foram levados ao distrito policial, onde assinaram um termo circunstanciado. Os três terão de comparecer ao Juizado Criminal de Pequenas Causas para responder pelo porte de maconha, já que, pela lei de drogas no Brasil, é um ato ainda considerado equivocadamente como crime.

Viomundo – Qual a sua avaliação de episódio, que envolveu um grande aparato policial e cerca de 500 estudantes?

Paulo Teixeira – Num momento em que a sociedade exige tanta atenção para os crimes contra as pessoas e contra o patrimônio, é lamentável que a polícia use o seu tempo, sua estrutura, para prender três jovens porque estavam consumindo maconha. Se é verdade que já temos maturidade na nossa sociedade, é inconcebível envolver tanta gente, tantos esforços, para atuar em algo que é da esfera pessoal.

Então, esse fato lamentável põe luzes para que a gente reflita sobre  algumas questões. Primeiro, até que ponto a polícia deve se ocupar dos usuários de drogas. Segundo, a atuação da Polícia Militar dentro do campus da USP. Terceiro, a necessidade de rever a lei de drogas, tirando definitivamente o usuário da esfera criminal.

Viomundo – Vamos começar pela abordagem policial do usuário de drogas.

Paulo Teixeira — O usuário não pode ser objeto de uma ação da polícia. A sociedade já entende que a decisão sobre o consumo ou não de alguma substância que altera a consciência não é da órbita estatal.   É da órbita do indivíduo. Ainda mais num ambiente universitário onde essa reflexão é feita de alguma forma. E nem só por isso: em qualquer ambiente da sociedade, seja no campus da USP ou no espaço mais longínquo da periferia,  há a consciência de que essa é uma decisão da pessoa e  não do  Estado.

Por outro lado, há uma desproporção.  Paralisou-se todo um aparato policial para cuidar de uma questão insignificante para a sociedade, que são os três jovens consumindo maconha, diante de tantas demandas graves, importantes, em relação à segurança pública, como a preservação da vida e do patrimônio das pessoas.

E o que resultou dessa ação policial? Como um grande contingente policial se deslocou para a USP para cuidar da questão, outras áreas ficaram desprotegidas. Ou seja, perdeu a sociedade. Ao mesmo tempo, houve danos para o Estado. Cinco ou seis viaturas foram quebradas por conta dessa inaceitável ação.

Viomundo – Foi um escândalo em cima de nada?

Paulo Teixeira – Com certeza. Na última quinta-feira nós nos envolvemos em algo que, se as nossas mentes e instituições estivessem atualizadas, não teria acontecido.

Fiquei impressionado com o aparato. Havia uma porção de viaturas da Polícia Militar e da Policial Civil. Havia muitos policiais  que utilizaram bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta.

Toda uma cidade parou por quase cinco horas por causa de três usuários de maconha,  enquanto toda a sociedade requer segurança e outro tipo de atenção do aparelho estatal.

Isso é fruto de uma sociedade que se recusa discutir a questão das drogas com mais serenidade. Ao mesmo tempo, uma parte da sociedade já não admite mais que a polícia aja para prender pessoas que estão consumindo maconha.

Viomundo – Em relação à PM dentro do campus, o que o senhor acha?

Paulo Teixeira – O convênio com a PM tem de ser revisto. Embora a motivação tenha sido legítima – o assassinato do aluno da FEA [Faculdade de Economia e Administração] em maio deste ano–, foi um erro do reitor [João Grandino Rodas] trazer a PM para atuar permanentemente dentro do campus, fazendo a segurança. Foi uma infeliz decisão.

Viomundo – Por quê?

Paulo Teixeira — A USP sempre teve a sua própria segurança interna. Historicamente, os jovens sempre tiveram ali uma espécie de território livre. É um espaço de expressão de uma série de manifestações e hábitos da juventude, considerados normais e que fora dali não poderiam ser compreendidos. Portanto, não tinham ali atenção policial.

Só que ao trazer a PM para dentro do campus você cria conflitos como o da última quinta-feira. Foi apenas a ponta do iceberg. Amanhã um casal flagrado namorando “mais exageradamente” pode ser abordado de forma desastrosa, com sérias conseqüências. PM e estudantes no mesmo ambiente não combinam. Há sempre uma estranheza.

Viomundo – O senhor acha que podem ocorrer outros embates?

Paulo Teixeira – Claro. Deixar a PM abordar os estudantes dentro do campus é criar um rastilho de pólvora.  E por quê? Porque não é usual um policiamento ostensivo fazer blitz na universidade. É um ambiente com códigos próprios. A universidade já resolveu esse problema, não precisa de polícia para resolver isso.

Por isso, repito: foi muito infeliz a decisão do reitor de levar a PM para agir dentro do campus. Ele poderia fazer o mesmo convênio com outros conteúdos.

Viomundo – Eu li depoimentos de vários alunos, com um mesmo argumento: nós precisamos de segurança dentro do campus. E aí?

Paulo Teixeira – A preocupação dos alunos com a presença de pessoas que possam representar alguma ameaça é legítima. Mas não o tipo de abordagem que está vigorando na USP atualmente.

Aliás, em que medida três estudantes fumando maconha podem ameaçar a segurança do campus da USP? Eles não representam qualquer ameaça para a segurança de ninguém.

Eu nunca vi uma pessoa que fuma maconha atingir ninguém, inclusive porque o efeito da maconha é relaxante. Não existe nenhuma associação ente um tema e outro. Eu acho um precedente inaceitável levar a PM para dentro do campus por causa da maconha.

Viomundo – O que fazer?

Paulo Teixeira – Se a preocupação é a segurança dos estudantes e demais cidadãos que circulam no campus, o tipo de convênio tem de ser modificado, porque a maneira como foi implementado o policiamento já mostrou ser equivocado. Ele tem de ter atenção para  quem realmente possa ameaçar a segurança física dos alunos, professores e demais funcionários da USP.

Viomundo – Que tipo de conteúdo?

Paulo Teixeira – Deveria objetivar uma maior integração entre a guarda da USP, que por sinal foi sendo sucateada nos últimos anos, e a PM. E não simplesmente colocar a PM dentro do campus. A PM poderia, por exemplo, se preocupar com o controle de entrada e a presença de pessoas que não são da comunidade.  Também ficar ao redor do campus e, sob demanda,  entrar imediatamente. Importante: o convênio deve visar a estrita proteção da vida e dos bens da comunidade.

Viomundo – Tem gente que diz que os alunos não querem a PM no campus para poder fumar maconha à vontade.  O que o senhor acha dessa visão?

Paulo Teixeira – O ambiente universitário não é um ambiente que se possa ter abordagem de “tolerância zero”.  São locais que historicamente conviveram com a cultura da contestação. Tem uma série de práticas e costumes que não são admitidos no ambiente da cidade, mas que, na universidade , são encarados sem conflitos.  É impraticável querer mudar isso depois de 30 anos.

A natureza desse ambiente não aceita o policiamento ostensivo. PM e jovens não se entendem. A PM no campus vai dar crise permanente. O erro do reitor atual foi levar a polícia para lá para cuidar dos valores com os quais ele está preocupado. Outros reitores conviveram com esse ambiente e tudo prosperou, ninguém foi prejudicado.

Viomundo – E em relação à lei de drogas o que deve ser feito?

Paulo Teixeira – Tem de ser revista. Definitivamente tirar o usuário da esfera criminal.

Junto com a sociedade, entidades e especialistas, nós estamos elaborando uma minuta de abordagem para levar esse debate também para o Parlamento.

Viomundo – O senhor pretende apresentar algum projeto nesse sentido? Quando?

Paulo Teixeira — Em fevereiro ou março. Pode ser apresentado como um projeto de lei da nossa iniciativa ou como um projeto de lei de iniciativa popular.  Dessa discussão participam três instituições: o IBCCRIM –Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, de São Paulo,  Viva Rio, do Rio de Janeiro, e o Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas – Cetad, da Bahia. Nós já estamos entabulando um diálogo  para elaborar essa iniciativa de lei.

A propósito, a professora Sandra Nitrini, diretora da Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras e História da USP (FFCLH), foi de uma dignidade imensa no episódio da última quinta-feira. Ela acompanhou os alunos até o distrito policial para protegê-los. Pena que, depois, o movimento mais radicalizado ocupou a diretoria da FFCLH, área onde ela solidariamente atuou para resolver a situação.

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204 Comentários para “Paulo Teixeira: “Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém””

  1. dom, 18/03/2012 - 13:32
    JOSE DANTAS

    Eu não sou contra a liberalização do uso da maconha. Agora, não posso ser a favor da proibição dos sanduiches do McDonald"s apenas porque uma pequena parcela da população prefere alface. Na verdade o que existe nesse mundo é muita hipocrisia.

  2. [...] Paulo Teixeira: “Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém” [...]

  3. [...] Paulo Teixeira: “Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém” [...]

  4. sex, 04/11/2011 - 16:34
    Mauro

    Parece existir uma grande confusão a respeito da própria função democrática da Polícia Militar. O procedimento equivocado ou abusivo por parte de integrantes da instituição deve ser apurado por meio de procedimento próprio, que é previsto na legislação atual, não podendo tais desvios de conduta ser confundidos com a função institucional da Polícia. A alegação de que "estudante e polícia se estranham" não pode ser encarada com naturalidade, e esse "estranhamento" não pode ser sanado por meio de violência ou da proibição da polícia no campus da faculdade. Na época da ditadura, os movimentos democráticos autoritariamente repelidos pelo governo nasciam, em sua maioria, dentro das universidades, e natural então a união dos estudantes da época contra a presença ostensiva da polícia, que cumprindo o mandato governamental tinha a função bem delineada de coibir quaisquer tipo de pensamentos contrários ao governo viegente. Era então natural defender-se um campus sem a presença da polícia, que, sem pretender proteger os estudantes, buscavam proteger o estado daqueles estudantes. Outra situação, entretanto, completamente diferente, é a que vivemos hoje, já que as instituições democráticas e a manifestação livre das idéias é uma realidade, salvo as distorções próprias da sociedade, que, ao menos em tese não são insitucionalizadas. Por óbvio que a faculdade possui códigos próprios de condutas, e mantém algumas tradições e regras herdadas, assim como quaisquer outros subsistemas da sociedade, mas isso não justifica, na minha visão, um favorecimento, ou uma maior tolerância na aplicação das leis, democraticamente elaboradas em em plena vigência a qualquer desses subsistemas, não podendo se confundir a tradição herdada de tempos ditatoriais, que demanavam a ausência da polícia no campus, com direitos especiais, privilégios a uma determinada classe, que se julga superior à própria lei, que foi o que o relato do parlamentar acima lido insinuou.

    • ter, 08/11/2011 - 15:16
      cronopio

      Por ANTONIO CARLOS LACERDA

      PRAVDA.RU

      Em 2011, a cidade de São Paulo teve 629 pessoas mortas, sendo que 128 foi a própria polícia que matou. Entretanto, para escapar da fama de 'polícia assassina', a própria corporação alega que 60% dos confrontos no período não tiveram mortos.

      A aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos assassinado por um policial militar diz que "Os policiais que levaram meu menino continuam na ativa".

      De cada cinco pessoas assassinadas na cidade de São Paulo em 2011, uma foi morta pela Polícia Militar. Os dados fazem parte de relatório da Secretaria da Segurança Pública do estado.

      Nos primeiros meses do ano, entre janeiro e julho, 629 pessoas foram assassinadas na capital paulista. Deste total, 128 registros foram feitos como "pessoas mortas em confrontos com a Polícia Militar em serviço".

      O tipo de ocorrência, conhecido em outros estados como "auto de resistência", é um indicativo de revides da Polícia Militar a ataque de criminosos ou enfrentamento em ação policial.

      Dez policiais militares estão sendo investigados através de vídeos que registraram a violência policial. Dez policiais militares estão presos sob a suspeição de não socorrer assaltantes baleados pela própria polícia.

      Em todo o estado de São Paulo, no primeiro semestre de 2011, foram registrados 2.241 homicídios. Desses, 241 foram cometidos por policiais, o que dá uma proporção de um assassinato pela PM para cada 9,3 cometidos por outros cidadãos.

      A proporção de um assassinato cometido pela polícia para cada cinco que acontecem na cidade de São Paulo faz da Polícia Militar da capital paulista uma das policiais mais violentas do mundo.

      Nos Estados Unidos, em 2009, foram registradas 406 mortes causadas por policiais em um total de 14.402 homicídios, o que significa que de cada 34 assassinatos um foi cometido pela polícia norte-americana. Na Argentina, de acordo com o Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS), em todo o ano de 2007 – os últimos dados disponíveis -, a região metropolitana de Buenos Aires (que tinha, à época, 12 milhões de habitantes) registrou 79 casos de pessoas mortas em confronto com a polícia.

      Neste mesmo ano de 2007, só na capital paulista – excluídas as cidades da Grande São Paulo -, a PM registrou 203 mortes "em confronto". Moram na capital 11 milhões de habitantes.
      (…)

  5. sex, 04/11/2011 - 15:56
    Mauro

    Parece existir uma grande confusão a respeito da própria função democrática da Polícia Militar. O procedimento equivocado ou abusivo por parte de integrantes da instituição deve ser apurado por meio de procedimento próprio, que é previsto na legislação atual, não podendo tais desvios de conduta ser confundidos com a função institucional da Polícia. A alegação de que "estudante e polícia se estranham" não pode ser encarada com naturalidade, e esse "estranhamento" não pode ser sanado por meio de violência ou da proibição da polícia no campus da faculdade. Na época da ditadura, os movimentos democráticos autoritariamente repelidos pelo governo nasciam, em sua maioria, dentro das universidades, e natural então a união dos estudantes da época contra a presença ostensiva da polícia, que cumprindo o mandato governamental tinha a função bem delineada de coibir quaisquer tipo de pensamentos contrários ao governo viegente. Era então natural defender-se um campus sem a presença da polícia, que, sem pretender proteger os estudantes, buscavam proteger o estado daqueles estudantes. Outra situação, entretanto, completamente diferente, é a que vivemos hoje, já que as instituições democráticas e a manifestação livre das idéias é uma realidade, salvo as distorções próprias da sociedade, que, ao menos em tese não são insitucionalizadas. Por óbvio que a faculdade possui códigos próprios de condutas, e mantém algumas tradições e regras herdadas, assim como quaisquer outros subsistemas da sociedade, mas isso não justifica, na minha visão, um favorecimento, ou uma maior tolerância na aplicação das leis, democraticamente elaboradas em em plena vigência a qualquer desses subsistemas, não podendo se confundir a tradição herdada de tempos ditatoriais, que demanavam a ausência da polícia no campus, com direitos especiais, privilégios a uma determinada classe, que se julga superior à própria lei, que foi o que o relato do parlamentar acima lido insinuou.
    A discussão sobre a eficiência da lei de drogas, da periculosidade potencial de usuários de maconha e tantas outras levantadas, não estão em questão, é inadequada para esse caso (existem as manifestações e as searas próprias sobre o tema), e a concordância ou discordância com o teor da lei deve ser acima de tudo manifestado na hora do voto, na escolha do representante. À polícia, no entanto, que trabalha com o direito posto, é dever aplicar a regra vigente, seja onde for, sendo absurdo julgar e condenar o procedimento policial que cumpriu com seu dever legal de prender em flgrante o aluno portador de drogas, e mais absurdo defender um tratamento diferenciado dentro da faculdade, seria fazer uma ressalva, arbitrária, estabelecer um privilégio, que a lei, elaborada pelo povo, de quem emanda o poder, não realizou. Concordando ou não, é o preço da democracia, a qual possibilita a discussão sobre a questão e a possibi9lidade de se trabalhar a consciência da sociedade para alteração das leis que não concordamos, mas que repudia a arbitrariedade mimada baseada no simples argumento de que !eu não gosto, ou não concordo com a lei" próprias dos adolescentes criados em condomínios das classes médias. E se houve abuso de autoridade, nesse ou em qualquer outro episódio dentro do campus ou fora dele, tal abuso deve ser apurado pelos procedimentos próprios, e não por meio de uma mimada invasão de um ambiente público por pseudos revolucionários confusos da classe média. A discussão beira o ridículo, a invasão é repulsiva e a argumentação dos defensores da ausência da polícia, de forma generalizada, por ser "estranho", éinfantil!

  6. sex, 04/11/2011 - 12:41
    cronopio

    Por ANTONIO CARLOS LACERDA

    PRAVDA.RU

    Em 2011, a cidade de São Paulo teve 629 pessoas mortas, sendo que 128 foi a própria polícia que matou. Entretanto, para escapar da fama de 'polícia assassina', a própria corporação alega que 60% dos confrontos no período não tiveram mortos.

    A aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos assassinado por um policial militar diz que "Os policiais que levaram meu menino continuam na ativa".

    De cada cinco pessoas assassinadas na cidade de São Paulo em 2011, uma foi morta pela Polícia Militar. Os dados fazem parte de relatório da Secretaria da Segurança Pública do estado.

    Nos primeiros meses do ano, entre janeiro e julho, 629 pessoas foram assassinadas na capital paulista. Deste total, 128 registros foram feitos como "pessoas mortas em confrontos com a Polícia Militar em serviço".

    O tipo de ocorrência, conhecido em outros estados como "auto de resistência", é um indicativo de revides da Polícia Militar a ataque de criminosos ou enfrentamento em ação policial.

    Dez policiais militares estão sendo investigados através de vídeos que registraram a violência policial. Dez policiais militares estão presos sob a suspeição de não socorrer assaltantes baleados pela própria polícia.

    Em todo o estado de São Paulo, no primeiro semestre de 2011, foram registrados 2.241 homicídios. Desses, 241 foram cometidos por policiais, o que dá uma proporção de um assassinato pela PM para cada 9,3 cometidos por outros cidadãos.

    A proporção de um assassinato cometido pela polícia para cada cinco que acontecem na cidade de São Paulo faz da Polícia Militar da capital paulista uma das policiais mais violentas do mundo.

    Nos Estados Unidos, em 2009, foram registradas 406 mortes causadas por policiais em um total de 14.402 homicídios, o que significa que de cada 34 assassinatos um foi cometido pela polícia norte-americana. Na Argentina, de acordo com o Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS), em todo o ano de 2007 – os últimos dados disponíveis -, a região metropolitana de Buenos Aires (que tinha, à época, 12 milhões de habitantes) registrou 79 casos de pessoas mortas em confronto com a polícia.

    Neste mesmo ano de 2007, só na capital paulista – excluídas as cidades da Grande São Paulo -, a PM registrou 203 mortes "em confronto". Moram na capital 11 milhões de habitantes.
    (…)

  7. qui, 03/11/2011 - 22:54
    Marcelo Augusto

    Bom, claramente o intuito de ter a polícia lá não é a segurança dos estudantes e sim a repressão política, faço das palavras de Darcy Silva as minhas:
    “A PM possui um brasão com 18 estrelas, citarei apenas três delas: a 8ª é em comemoração ao massacre de Canudos, a 10ª é em lembrança à repressão da greve de 1917 e a 18ª em comemoração à “revolução” de 1964. É mesmo seguro para o direito à livre manifestação que essa organização atue no campus de uma universidade que deve primar pelo pensamento livre?” (Darcy Silva, Folha de S. Paulo)

  8. qui, 03/11/2011 - 14:20
    Luiz Henrique

    Tudos esses comentários de ódio por causa de uma planta? São comentários feitos por causa de pessoas que são estressadas, pessoas que odeiam, que não querem sentir paz ou amor e sim simples e puro egoísmo da parte delas. Mas são tão egoístas que se tornam cegos a racionalidade, como pastores que pregam fervorosamente a intolerância e a maldade. São cegos pois não entendem que é a descriminalização a melhor FORMA de combater as drogas, a corrupção, que muitos aqui se utilizam desse conceito para defender a ignorância, aparentando fazer o contrário, e a falta de segurança. Por que é tão difícil para vocês tentar, ao menos, ver o outro lado? Desculpas como "meu filho é viciado e eu quero a morte de todos os usuários" ou "não quero ver meu filho viciado" só revelam falta de conhecimento na área de psicologia, pois é culpa dos PAIS que são irresponsáveis e ignorantes e deixam o filho se perder nas drogas, pois se eles tivessem dado todo o apoio necessário, o filho não seria viciado. As drogas não matam, são as pessoas que são suicidas ou assassinas.

  9. qui, 03/11/2011 - 9:14
    Guilherme Souto

    FHC, o maconheiro que fumou mas não tragou!!!!!!!!!!! quáquáraquáquá

    Pô, não percebem que esse foi o "único" assunto que sobrou para esse sujeito tentar ficar na grista da onda?

  10. qui, 03/11/2011 - 8:53
    Rodrigo Leme

    O Paulo Teixeira virou revisor do código penal brasileiro. Ele decidiu que existem crimes que a polícia deve ir atrás e crimes que polícia deve ignorar. Sensacional.

  11. qui, 03/11/2011 - 3:09
    tiago tobias

    Ói, eu fumava maconha na faculdade. Depois que vi os dois Tropa de Elite, fiquei cabreiro. Se você plantar na casa, criar uma hortinha de maconha, dá nada não. Mas a partir do momento que você compra, você tá alimentando quem vive da desgraça alheia: o traficante.

    Nem sei se sou contra a polícia na USP ou em qualquer universidade. Aqui na UEL, as meninas morrem de medo de voltar da aula à noite, por causa da escuridão e o medo de estupro, Os guardinhas aqui são uns senhores pançudos que não aguentam correr meio metro, quanto menos impedir a ação de um estuprador. Se a "poliça" fosse reestruturada ideologicamente, enterrando esse fascismo da época da ditadura de vez, as coisas mudariam. Polícia deveria servir para coibir assalto, assassinato, estupro e outros tantos crimes.

    Mas o "poliça", coitado (tirando o tenente, o coronel) ganha pouquinho pra arriscar a vida e defender a classe dominante. Pobre defendendo rico e assegurando a "ordem" capitalista, a extração do excedente, reprimindo quem ousa questionar a realidade tal qual aí está.

  12. qui, 03/11/2011 - 2:39
    Alan Keb Kab

    Discordo do autor do texto: três estudantes fumando maconha afetam a segurança de MUITOS!
    Em primeiro lugar, a maconha deles não é plantada na residência deles. A droga é comprada nos intermediários: traficantes; de pequeno (colega/conhecido) ou grande porte (direto na boca).
    É ilusão fomentar esse pensamento idiota de que a 'maconhazinha' de cada dia não faz mal a ninguém.
    Me faz mal ver que a visão míope e não macroscópica da situação prevalece nas camadas detentoras de poder na nação.
    Precisamos de moralidade e ética na governança dessa nação.
    Já não basta vivermos em um país permeado de anti-éticos, que buscam a desordem e regresso. Temos ainda de esconder da contabilidade social os efeitos indiretos do tráfico de drogas e isolarmos a variável "usuários de droga" como se fosse não-sistêmica.
    Como é o reflexo do povo, o Poder Executivo aplica mal os R$ 3 Tri de arrecadação.

  13. qui, 03/11/2011 - 1:23
    angelo

    Digite o texto aqui![youtube bUiujh-xAi8 http://www.youtube.com/watch?v=bUiujh-xAi8 youtube]

  14. qui, 03/11/2011 - 1:22
    angelo

    Digite o texto aqui![youtube DVD27KMujMQ http://www.youtube.com/watch?v=DVD27KMujMQ youtube]

  15. qui, 03/11/2011 - 0:56
    Francisco

    Agora todos sabem que eram três estudantes. Mas não antes das averiguações policiais. O dever profissional dos policiais era averiguar.

    Se dois traficantes de drogas e um usuário estivessem ali, a indignação seria: "a policia faz vista grossa ao tráfico em pleno campus estudantil".

    Diriam: "é por isso que determinados crimes acontecem!!!", "que absurdo!!!"

    Ingerir drogas abertamente pode ser certo na Holanda, aqui não. O povo brasileiro (que é quem paga a universidade pública e o salário do policial), certamente não o quer.

    Campus é lugar de estudo. Se não for, me informe para eu não ir lá. Quer fumar? Fume escondido e segure o rojão de ser "contestador", quando for flagrado.

    É preciso definir o que queremos da policia. Queremos que trabalhe ou não?

    Ou então precisamos ser claros em definir: quando for branco ou universitário ou classe média, não pode prender.

    Cartas na mesa!!! Detalhe: país de terceiro mundo tem muito mais problema a resolver, não acham?

  16. qui, 03/11/2011 - 0:26
    FranX

    O post do Bob foi só uma piada com o n°3 (perdão),. Sobre ameaça e segurança prefiro este assunto:
    Potências ensaiam renovar arsenais nucleares
    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/potencia

    FranX: Eu amaria ver o Boris Casoy frente ao Netanyahu, dizendo a ele que está tendo uma atitude belicista. kkkkkkkkk[youtube 1EEmA27LnJw&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=1EEmA27LnJw&feature=player_embedded youtube]

  17. qui, 03/11/2011 - 0:14
    Alexandre Bueno

    Claro que não. Pessoas fumando maconha e/ou usando drogas são problemas no centro e na periferia, nunca para os filhinhos de papai da USP.

    Sou graduado em História pela USP e me sinto muito à vontade para comentar o assunto. O que os estudantes fizeram é crime. Flagrados em um delito, que arcassem com as consequencias. Eu fumei maconha 3 vezes na minha vida, sendo 1 no famoso Bosque. Assumi um risco e se fosse pego assumiria, como homem, meu desvio de conduta. A cada branquinho reclamando da "opressão" na USP tem 1.000 na periferia tomando borrachada e levando tapas na orelha. Esses eu respeito.

  18. qua, 02/11/2011 - 23:59
    P Pereira

    Al Capone era contrário à liberação de bebidas alcoólicas?

  19. qua, 02/11/2011 - 23:58
    angelo

    Digite o texto aqui![youtube PN-uhaAc3_0 http://www.youtube.com/watch?v=PN-uhaAc3_0 youtube]

  20. qua, 02/11/2011 - 23:50
    angelo

    A cura: um relato sobre a cannabis (legendado)

    [youtube vBTB64r5dso http://www.youtube.com/watch?v=vBTB64r5dso youtube]

  21. qua, 02/11/2011 - 23:33
    Romero

    Legalizar ou não as drogas é assunto para ser discutido com a sociedade e alguns especialistas. Fazer passeata também não vejo problemas, mas querer ficar acima da lei para tentar justificar suas ideias é absurdo.
    A PM fez o certo em encaminhar os estudantes drogados à delegacia.

  22. qua, 02/11/2011 - 23:26
    Pyotr

    Quero aproveitar a oportunidade do assunto para denunciar um site brasileiro que faz apologia ao uso da maconha.

    Segundo o STF, isso é crime.
    http://www.diariodaerva.com/

    Cadê a Polícia Federal?

  23. qua, 02/11/2011 - 23:11
    Guilherme Souto

    Como é deputado? Não se preocupar com um simples maconheiro curtindo o seu baseado? Onde é que o senhor está com a sua cabeça? E o rastro de miséria e desgraça que está por trás do deleite dessas pessoas?

    Tem que reprimir sim senhor!! Eu até penso que as pessoas tem o direito de se drogar mas, às custas da desgraça social, nem pensar. Que vão para a Holanda, enquanto há tempo, pois por lá a coisa está retrocedendo.

  24. qua, 02/11/2011 - 22:46
    george

    A proibição só gera corrupção e desperdicio de dinheiro publico, sem contar que é moralista e hipócrita, pois os que a defendem possuem defeitos piores, entre eles, o preconceito e a falta de visao sobre o tema.
    Os filhos de ninguem aqui nesse blog, incluindo os meus, estão livres do contato com as drogas só porque elas são proibidas. A proibição é uma questão social. Nunca foi uma questão de saúde. É o controle da classe dominante sobre a pobreza.
    Não percebem que só pobre usuario é que vai preso? Quem pode pagar um bom advogado consegue se livrar da prisão até com 1kg de cocaína.
    Sem contar que, qualquer que seja o crime de uma pessoa tenha cometido, ele se torna secundário no momento em que, junto a ela for encontrado uma mísera bituca de maconha (ou ponta, como se diz no meio). Estar "envolvido com drogas" hoje em dia é a mesma coisa que ser negro, na epoca do Brasil império.

  25. qua, 02/11/2011 - 22:45
    Julio

    Já que é tão importante para os universitários que eles fumem maconha, gostaria que o sr Deputado respondesse: onde vão fumar os alunos da Uniban? E os alunos da Uninove? E da os FMU?

    No que eles são piores que os alunos da USP para terem que se sujeitar à polícia?

  26. Polícia não prende prende banqueiros bandidos. No capitalismo, cada vez mais, polícia é só para controlar os escravos (nós).
    [youtube IJhlD6q71YA&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=IJhlD6q71YA&feature=player_embedded youtube]

  27. qua, 02/11/2011 - 22:30
    Sagarana

    "território livre"!? Livre do quê? Da lei? Ora meu caro deputado, mude a lei!

  28. qua, 02/11/2011 - 22:28
    George

    Aos que acham que quem fuma maconha sustenta o tráfico:

    1) Quem planta, nao compra!!!!

    2) Quem é a favor da proibicao do cultivo caseiro é a favor do trafico!

    • qua, 02/11/2011 - 23:20
      Pyotr

      Então o pessoal da USP agora está plantando maconha?

      Minha nossa, está pior do que eu pensava…

      Se não me engano, dependendo do tamanho da planta encontrada, isso configura tráfico de drogas. Para configurar uso a porção tem de ser muito pequena, mas pra se enquadrar em tráfico, basta ter uma planta de um metro.

      Agora está explicada a revolda do pessoal da esquadrilha da fumaça. Além de serem chamados de fumeiros e assinarem termo circunstanciado na delegacia, temem ser enquadrados por tráfico de drogas.

      E são esses caras que poderão estar no poder amanhã… cruz credo.

  29. qua, 02/11/2011 - 22:16
    FranX

    "This is my message to you-ou-ou:"
    [youtube LanCLS_hIo4 http://www.youtube.com/watch?v=LanCLS_hIo4 youtube]

  30. qua, 02/11/2011 - 21:52
    Jason_Kay

    Olha o estilo dos baderneiros encapuzados da USP:

    <img src="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/files/2011/11/invasor-da-usp-gap.jpg"&gt;

    GAP + RAY-BAN

    Filhinho de papai "anti-imperialista".

    Vendo essas coisas só me lembro do TROPA 1 quando o Nascimento da tapa na cara de um maconheirinho filho da papai revoltado, dizendo que tem que limpar a sujeira que eles fazem.

    • qui, 03/11/2011 - 11:42
      cronopio

      Jason, acho Tropa de Elite é um filme de ficção, não é?

      • qui, 03/11/2011 - 14:13
        Marcio H Silva

        cronopio, é um filme de ficção com muitos fatos verdadeiros. Entreviste um favelado ( sujeito que reside em uma favela ) ou passe um mes em uma favela no RJ que verás que muitas cenas do filme são baseados em fatos reais. O próprio autor do filme declarou em entrevista que muitas ações praticadas pela polícia em favelas se fosse feita em copacabana, a sociedade ia ficar indignada. Lembre do caso de são conrado. Ação desastrada da policia na rocinha que desceu para o asfalto foi noticiada no brasil todo por uma semana, com toda a elite indignada.

      • sex, 04/11/2011 - 12:48
        cronopio

        Caro Marcio, acho que o problema desse filme é justamente essa mistura entre realidade e caricatura que se propõe como "cinema verdade". Ao lado de "fatos verdadeiros", como você diz, há representações absolutamente caricatas, como a cena de uma hipotética aula de filosofia que faz qualquer pessoa que já assistiu uma aula de filosofia gargalhar. Além disso, os personagens do Bope são representados como aurautos da moral, soldados incorruptíveis, quando sabemos que o Bope já esteve envolvido em situações bem menos nobres do que as representadas no filme. Outro problema do filme é que ele possui um narrador parcial, o capitão do Bope, uma voz diretamente interessada em expor sua versão da história. Enfim, é uma questão complicada, que valeria uma discussão mais ampla. Um abraço.

    • sex, 04/11/2011 - 21:00
      Gerson Carneiro

      Relutei todo esse tempo mas, vou comentar: se for analisar por estilo… olha o teu cabelinho.

      • sáb, 05/11/2011 - 13:13
        Pedro

        O que o Jason ta questionando é a demagogia dos "rebeldes". Jason, da próxima vez desenha pro Gerson entender.

      • sáb, 05/11/2011 - 17:12
        Gerson Carneiro

        Hummm… que lindo. Defendendo o amiguinho. É namoro ou é amizade?

      • dom, 06/11/2011 - 12:57
        Pedro

        Os progressistas tem dificuldades de entender certas ironias, Jason. O jeito é desenhar mesmo. kkk

  31. qua, 02/11/2011 - 21:45
    sherlock

    Há, hoje, na USP, um grande indústria da vagabundagem! Há um tráfico de drogas sem limites. Muitos "mauricinhos" e também "patricinhas" que se inscrevem em vestibulares (ou curso) com pouca procura, simplesmente para ostentarem o título de "alunos da USP". Lá dentro é só sexo, droga , muita música e uso das piscinas e equipamentos de diversão da Universidade. Aqueles que procuram uma formação técnica e científica ficam reféns dos bandidos. A P.M. não está dando segurança nem fora os portões da USP., quanto mais lá dentro. Mas, bem ou mal , é um fator inibidor. Só que os adeptos da "baderna" querem que a "baderna" prossiga. E quem são as vítimas, vocês sabem ? São os alunos oriundos das camadas mais pobres da sociedade. Vamos para com esta pouca vergonha. A USP é para formar cidadãos não bandidos ou vítimas.

  32. qua, 02/11/2011 - 21:13
    Asdrubal de Pereira

    No mínimo, um imbecil!

  33. qua, 02/11/2011 - 21:02
    Ronaldo Luiz

    Resumindo: os campus universitários são território livre para fumar um baseado. Perguntinha incomoda: quais outras contravenções lá são permitidas?

  34. qua, 02/11/2011 - 21:02
    Érico

    Alguem cale a boca do Reinaldo Azevedo pelo amor de Deus, o cara é uma afronta ao intelecto alheio!!!!
    Alguem já leu os absurdos que ele escreve? Com todo o respeito, mas ele sim deveria ser censurado!!!
    Me desculpem os erros de portugues.

    • qui, 03/11/2011 - 17:36
      angelo

      O dia em que ele tomar uma traulitada do MP por incentivar violência ele aprende.

    • sex, 18/11/2011 - 16:22
      cronopio

      Aquele é um histérico de carteirinha. Não devemos censurá-lo, pois seria combater fogo com fogo. Ele censura todos os comentários dos leitores do blog dele. Trata-se de um agtador, nada mais do que isso. Um tipo patético no sentido etimológico do termo, não merece atenção.

  35. qua, 02/11/2011 - 20:57
    Caio

    "Paralisou-se todo um aparato policial para cuidar de uma questão insignificante para a sociedade, que são os três jovens consumindo maconha, diante de tantas demandas graves, importantes, em relação à segurança pública, como a preservação da vida e do patrimônio das pessoas."

    Calma lá, a polícia não chegou com grande aparato para conter os estudantes que protestavam para que seus colegas não fossem levados para assinar o termo circunstancial?
    Acho que o debate às vezes (muitas vezes) se perde em alguns pontos que, sinceramente, parecem ser propositados!
    1° ponto: O uso de maconha é permitido, seja no campus ou fora dele? (sou favorável a legalização de todas as drogas!)
    2° ponto: Se um policial cruza ou encontra (não sei se foi por acaso, ou se os policiais estão dentro da USP apenas procurando usuários!) com um cidadão utilizando droga, o que ele deve fazer? Levando-se em consideração que segundo as leis o uso e porte são coisas ilegais, qual deveria ser a postura dele? (mais uma vez sou favorável a liberação de todas as drogas!)
    3° ponto: os estudantes estavam sendo presos?
    4° ponto: Uma coisa é a polícia chegar sentando o pau em estudantes em manifestações extremamente legítimas, como reivindicações salariais, melhores condições nas instalações da universidade, segurança no campus entre outras legítimas e necessárias.
    5° ponto: Talvez a discussão se perca por conta de alguns sempre fazerem conexões simplistas entre usuário = violência, por acreditar que nessa equação o traficante "perverso" e violento sempre está inserido e que, acabando com o usuário em um passe de mágica a violência deixará de existir, pois no plano intelectual do formulador de tal teoria o mundo funciona com pouca complexidade, assim como seu pensamento!
    Chega de pontos, até porque isso é chato pra caramba.
    Apenas um último comentário. Quem de fato está errado nessa história? Os policiais que, independentemente de assaltos, furtos e estupros que aconteçam dentro do campus, estão cumprindo sua função (mais uma vez lembrando que o porte de droga é crime, por mais que isso seja discutível!). Ou os estudantes que sabiam ser ilícita sua ação?
    Desculpem-me, mas realmente não dá para polícia ter que se preocupar com estudantes fazendo uso de maconha! Não consigo visualizar, de maneira alguma, tal problema como uma forma de contestação que possa aprofundar o debate sobre a questão das drogas no país, tão pouco da atuação das polícias.
    Marcha da Maconha? Aprovo!
    Polícia no campus? Aprovo e não entendo como isso pode interferir na autonomia universitária. Até mesmo porque, quem escolhe os reitores das universidades estaduais? Não seria esse ato mais prejudicial para a dinâmica universitária?

  36. Como já comentei aqui, não aprovo o uso de drogas. Mas sou contra a repressão ao uso de drogas.

    Álcool é droga pesada, e pode ser comprada em qualquer supermercado.
    - Álcool provoca acidentes de trânsito com mortes, TODOS OS DIAS.
    - Álcool destroi o organismo, mesmo se o consumidor é moderado. Dessa forma, reduz-se a espectativa de vida.
    - Álcool produz perda de capacidade cognitiva, provocando brigas e mortes, gravidez indesejada (porque quem está alcoolizado acaba não usando preservativo) e perda de aproveitamento nos estudos.

    Enfim, o álcool é um destruidor de vidas. E é legalizado.

    E se a resposta dos moralistas for: "Ah, mas tem gente que sabe beber com moderação", então está provado que a maconha deve ser liberada, pois também há gente que a usa com moderação. Aliás, a maioria.

    Quem é contra a liberação das drogas? Basicamente os traficantes, os policiais corruptos e os juízes corruptos. Pois todos eles teriam um enorme baque financeiro caso as drogas fossem legalizadas.

    Ou então, que a sociedade deixe de ser hipócrita e criminalize também o álcool, o tabaco, o café (cafeína é alcaloide poderoso) e o chocolate (teobromina altera funções cerebrais).

  37. qua, 02/11/2011 - 20:47
    graziela

    Depois de ler os comentários, gostaria de dizer que sou aluna da USP, sempre votei na esquerda, em geral no PT e sou CONTRA o consumo e legalização das DROGAS. Há muita gente de esquerda que considera que comprar drogas deveria ser crime, pois financia o tráfico. O pobre traficante que mora na favela e foi esquecido pelo estado não é o grande criminoso. O grande criminoso é o filhinho de papai de clásse média que gasta sua grana com drogas recreativas por se maria vai com as outras e financia a violência. Já temos drogas legais (as quais não uso) e mesmo assim temos problemas. Ter mais uma droga legal não muda nada. Se for legalizar, tem que legalizar TUDO, só que isso significaria um enorme problema de saúde e segurança pública. Imagine gente que consome drogas pesadas vagando por aí… Mesmo que eu concordasse que maconha devia ser legal, NADA justifica comprar enquanto não for. EGOÍSTAS.

  38. qua, 02/11/2011 - 20:42
    Pyotr

    Portanto colegas, não sabemos exatamente o quê esses jovens de hoje estão fumando.

    Não estamos nos anos 70/80, onde fumar unzinho era só pra relaxar. Hoje os traficantes querem consumidores fiéis que alimentem seu negócio diariamente.

    Defender esse pessoal da esquadrilha da fumaça da USP é tiro n'água: não sabemos o que vai acertar.

    Na dúvida, fico com os policiais lá na USP. Mesmo pq eu fiz Poli naquele lugar e o cheiro característico de aranha cozinha dominava os prédios. Tinha maconheiro demais…

  39. qua, 02/11/2011 - 20:40
    Pyotr

    Mas o Vi o Mundo foi invadido por defensores ferrenhos de cannabis sativa? Calma, pessoal.

    É notória a potencialização do THC nos últimos 10 anos. As plantas foram modificadas geneticamente para que a carga de torpor seja mais intensa. E não há pesquisas disponíveis sobre essa nova cannabis que se alastra entre os jovens.

    Paralelamente a essa modificação genética, ainda há um outro grande e imenso risco aos jovens: os traficantes andam "batizando" a maconha. Nesse batismo é introduzida uma pequena porção de crack, para que que o usuário se vicie. Essa "nova maconha", que já correspnde a 30% de toda maconha consumida no Rio, por exemplo – dados da PMERJ – é altamente maléfica e recebeu o nome de "zirrê".

    Aqui em SP os dados do zirrê não estão disponíveis, mesmo pq PSDB odeia dados desse tipo, mas não deve estar longe do que acontece com nosso vizinho Rio.

  40. qua, 02/11/2011 - 20:37
    graziela

    Como pode haver gente tão egoísta que acha ter direito básico às drogas recreativas, mesmo que sejam contra a lei e mesmo que financiem o tráfico? Querem liberar as drogas? Lutem por isso, dou o maior apoio (embora seja contra). Acho que todos devem ter direito a opinião. Mas NADA justifica comprar droga de traficante. Enquanto for proibido, é crime e deve ser tratado como tal. Sobre o que aconteceu no campus da USP, eu que sou aluna lhes digo. A polícia foi atacada por alunos e professores que se acham acima da lei.

  41. qua, 02/11/2011 - 20:31
    Luiz Rogerio

    A única pergunta que faltou ao "deputado" foi: O que eles estavam fazendo ali, estudando ou fumando maconha? Já que a resposta está dada então o que fazer? Pelo "Deputado" temos que plantar folha de coca em todas as faculdades do Brasil, e "Viva o Brasil"…

  42. qua, 02/11/2011 - 20:01
    Ted Tarantula

    li todos nos comentários, todos mais ou menos pertinentes, mas em nenhum deles faz-se qualquer referencia à unica questão relevante no antagonismo repressão x liberação: a de que pura e simplesmente, repressão não funciona, é ineficaz, corrompe a todos que se envolvem no circuito, desperdiça rios de dinheiro, causa violência e morte; pesquisem a situação do Mexico, um país com IDH superior ao nosso que se tornou um narco estado por conta da repressão ao trafico de drogas; se nao forem dados à leitura peguem o filme Traffic do Soderbergh que algo poderão aprender.

  43. qua, 02/11/2011 - 19:57
    Beto

    No dia em que a maconha for legalizada vou importar umas boas sementes de Amsterdam e fazer uma hortinha aqui em casa, Home Grown… bye bye boca de fumo!!!

  44. qua, 02/11/2011 - 19:38
    monge scéptico

    Porque não fumam em casa? No ambiente aconchegante do lar, com papai e mamãe
    dando um tapa solidário na marijuana? Porque no local de estudo?………
    Entendo que a juventude quer desafios para auto afirmar-se; mas há limites, que preci-
    -sam serem respeitados; ou não?

  45. qua, 02/11/2011 - 19:01
    Maurício - Santos

    Quero deixar uma observação aqui depois de ler todos os comentários>
    As pessoas que "criminalizam" os usuários de maconha não tem conhecimento de causa.Agem com preconceito e desconhcem o efeito que esta droga causa no organismo.Nunca vi…..isso mesmo…nunca vi um usuário de maconha causar mal a ninguém.Diferentemente da cocaína, do crack e do álcool, a maconha tem efeitos que agem no sentido de causar uma sensação amena.Aquelas, além de ter um efeito de aceleração do metabolismo, causam sensação de "poder" e aí sim, o viciado é capaz de qualquer atitude para saciar suas vontades.Em outras palavras, a galera da maconha é suave.

    Duvido muito que os hipócritas que criticam os maconheiros não tomem sua cervejinha, seu whisk, sua cachaça ou fuma seu cigarrinho da Souza Cruz..Então pessoal, é isso aí, todo mundo tem seu vício, a violência é outro papo.

    Vcs estão discriminando!!!!!!

  46. qua, 02/11/2011 - 18:58
    jairo vieira

    "Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém"

    Infelizmente tenho que discordar, pois a cadeia de destruição gerada pelo consumo de drogas é nefasta. Alimenta o contrabando, destrói familias e gera mais violencia. Enquanto que na Europa e nos EUA os estudantes lutam por melhores condições de estudo, o mesmo acontecendo em paises vizinhos como Chile e Argentina, nós aqui vendo essa bagunça inutil.

  47. qua, 02/11/2011 - 18:53
    dukrai

    taí, achei maravilhoso a PM prender os três maconheiros. aliás, como disse muita gente aqui, puliça é pra isso mesmo, mas se me permitem as otôridades e o Roda Dura, dançou playboy, entraram numa robada, foi um tiro no pé, chute no balde, trupicão no pinico, pisada no tomate e pior que falar mal da sogra pro cunhado, todo mundo fica sabendo, do lado da sogra e achando o cunhado maior gente boa.
    os cana sairam mal prakrai, invês de se mandar com os meliante ficaram de bate-boca com a galera, juntou gente e dançaram de novo quando deram moral e chamaram reforço. pra piorar, acharam de jogar bomba na rapeize. bão, lógico que deu errado, cana é pra bater nas professoras e veín aposentando, dos meninos levaram uma chuva de pedras de troco, voltaram pra casa com a moral na sarjeta e um monte de viatura na oficina. Devem estar tudo pêutêó, xingando do tenente ao reitor e periga ainda a mulher zoar da palhaçada.
    Da minha parte gostei muito, detesto puliça desde que era estudante na UnB e continuo na maior bronca de ver a cachorrada do Anestesia de jogar a cavalaria contra os professores na Praça da "Liberdade", com direito a bala de borracha, bomba de gás e spray de pimenta. Por falar nisto, me disseram que tem uma manifestação dos professores para o dia 10 de novembro porque o Pinóquio não pagou o que prometeu. Esta eu não perco de jeito nenhum, só vou arranjar uma filmadora decente.

  48. O dia em que a polícia matar o primeiro estudante, aí será tarde demais! Será a guerra! E esse fato seria imensamente vergonhoso para o país frente ao mundo. Ou seja, mais uma bicada tucana na cara do Brasil. Já está mais do que na hora de Brasília decretar de uma vez por todas intervenção federal em São Paulo antes que nosso estado afunde de vez na fossa tucana!

  49. qua, 02/11/2011 - 18:26
    Wilson

    Usuário compra droga de traficante. Portanto, os usuários financiam o tráfico. E isso é crime. O crime não está no ato de usar, embora as leis brasileiras digam isso. O crime está no ato de financiar o tráfico. De onde vem o dinheiro para trazer essa droga pro Brasil? Do usuário. De onde vem o dinheiro para a compra ilegal de armas? Do usuário. Portanto, o usuário também é criminoso nessa estória. Se ele pudesse comprar sua droga, legalmente, na padaria, no supermercado, no posto de gasolina, como acontece com o cigarro de tabaco, tudo estaria tranquilo. O tráfico não seria financiado, o governo seria remunerado com os altos impostos. Estaria tudo certo. Mas, com a ilegalidade, o dinheiro vai direto pro tráfico e, consequentemente, para toda a violência que o trafico gera.

  50. qua, 02/11/2011 - 18:14
    luiz pinheiro

    O deputado está coberto de razão. Universidade tem que ser um espaço de liberdade, de criação, de ciência, de arte, de formação humana. PM dentro de universidade é absurdo, é fascismo. Ainda mais com arma de fogo, ainda mais essa PM troglodita e criminosa de São Paulo, que vive de achacar o cidadão desprotegido. Qualquer universidade democrática do mundo tem seu próprio corpo de segurança. Nenhuma admite PMs como essa no campus. Isso é idéia de jerico – quer dizer, de tucano. Afinal, como fica o FH defendendo a liberação da maconha e o Alckmin pondo PMs armados para prender dentro da universidade estudantes que se dedicam a essa tão comum prática?

  51. qua, 02/11/2011 - 17:57
    RicardãoCarioca

    Para os 'sábios', que pensam que liberando a venda de maconha e assemelhados irá tirar a clientela da bandidagem, só me ocorre uma palavra para adjetivá-los: Ingênuos!

    Se for legalizada, vai pagar impostos, tributos e contribuções, como qualquer produto.

    Na mão do miliciano, do PCC e demais corjas pelo país a fora, via contrabando, vai sair mais barato!

    Pensar antes de falar, pode doer, mas é necessário, usuários!

    • qua, 02/11/2011 - 23:36
      ANNA

      Até que enfim alguem com bom senso,Disse tudo!
      Os defensores de drogas, deveriam dar "preferência" a contratarem para suas empresas os " calmos" maconheiros.
      Darem prefeência a serem atendidos por médicos com alguma na cabeça…
      Contratarem advogados para os defenderem quando precisarem, de preferência bem "calmos",
      contratarem babás para seus filhos também usando o remedinho para a calmaria…

      Gente, chega de artifícios, drogas remédios,,, etc para a vida ter cor e alegria!

    • qua, 02/11/2011 - 23:40
      angelo

      Maconha é mais barato que água. Se cuspir na semente brota fácil. E$$e é o 'problema".

      Ademais, o camelô que lhe vende, a vc e a 73 milhões de brasileiros, contrabando está armado com fuzil?

    • qui, 03/11/2011 - 0:21
      angelo

      Milicianos não vendem drogas. Muito pelo contrário, chegaram à população oferecendo a promessa de segurança que o Estado não tem competência e/ou interesse para prover. Prometendo inclusive combater os 'perigosos' usuários e tráfico. Povo desinformado e cheio de ódio, ignorante que é, aceitou. Deu no que deu.

      Pesquisar antes de falar não dói.

    • qui, 03/11/2011 - 0:50
      Piero

      O seu problema não é que você não saiba falar e argumentar. Falta ir mais afundo nos assuntos. Tenho acompanhado palestras sobre o fracasso do Proibicionismo na contenção das drogas. Mostrou-se totalmente ineficaz ( mais de 80% da produção de drogas, chega ao seu consumidor ). Além do que, termos como "usuários" e etc, são burros e pre-conceituosos. O sr é também usuário de alguma coisa com certeza, e não estou falando somente de drogas.
      Por favor, menos exaltação, tente tornar isso em algo construtivo. Não é porque você pode ou não estar certo, que você tem que julgar, humilhar, menosprezar, outras formas de pensamento. Talvez essa agressividade toda seja porque você não tenha neuronios ( que ironico não? ) para entender certas coisas, mas paciencia, basta não ter medo !

  52. qua, 02/11/2011 - 17:46
    Maurício - Santos

    Bem, lamentável ver aqui o uso político e distorcido de gente que briga justamente contra a ataução do PIG e na hora em que mais precisamos, estes atores agem como o PIG.Explico.

    Em primeiro lugar gostaria de esclarecer aos leitores e lembrar especialmente ao "Paulo Teixeira" que a simples assinatira de TC, Termo Circustanciado, não obriga o infrator à comparecer diante do juiz.Isso vai depender de análise da promotoria, em verificar a gravidade da denúncia e a necessidade de desenvolver a questão punitiva.Creio que as palavras que o Sr. Paulo Teixeira usou nesse sentido agem com uma indução à querer mistificar o flagrante.

    Em segundo lugar e o mais importante é prestar atenção ao fato, e este, não começa com o flagrante nos jovens que estava "dando um tapinha".O fato, não tem marcadamente um início, mas recorre à uma evolução da atuação da criminalidade dentro do Campus.Além de já ter tido pelo menos uma morte, que que gerou a busca pelo policiamento ostensivo dentro do campus, existem vários episódios de assaltos, sequestros relâmpagos e até estrupos dentro daquela cidade, digamos assim.

    No meu circulo de amizades tenho pelo menos um fato concreto de sequestro relâmpago onde a finalidade dos assaltantes era se apoderar da motocicleta do estudante, a qual estava em casa.Após ser colocado dentro do porta malas do seu carro, e vendo sua ação frustrada, esse amigo levou um tiro na cabeça, foi jogado no mato e felizmente não morreu por obra divina.

    Assim, aquele campus, infelizmente estava virando terra de ninguém.Creio que pais de estudantes estrupadas, filhos assaltados e sequestrados não irão compartilhar o uso político de uma turminha que "dormiu na roda".

    Pior é ver toda uma legião de estudantes se manifestar equivocadamente apenas por causa do desejo de fumar maconha.Oras, ninguém os esta proibindo de fazer isso.Apenas era bom essa turminha ter consciencia que para eles, infelizmente o uso da maconha não está liberado.Pelo menos ainda é Ato Infracional e o flagrante, com a atuação da máquina do estado, ainda é uma instituição válida.

    O melhor que estes "manés" tinha a fazer, quando viram a viatura da PM se aproximando, pois não creio que foram pegos de surpreza, era comer o baseado e pronto, tava evitada a contenda.
    Coisa que todo mundo que já passou pelo mundo da maconha já deve ter feito pelo menos uma vez na vida.

    Agora, o que essa turminha de não pode é levar uma legião junto com eles e lhes oferecer a visão distorcida de que, fora do Campus, a PM pode atuar, e dentro do Campus não pode.Isso, no meu entender é uma visão egoísta, onde jovens, que construirão o futuro da nossa nação, demosntram uma total falta de preocupação com a coletividade querendo impor de maneira egoista uma luta contra atitudes inapropiradas e pessoais.

    Se querem lutar pela legalização da maconha, existem os meios próprios, porém achar que podem sair por aí fumando na cara da polícia é exagero e utopia.

    Lamentável Sr. Paulo Teixeira.

  53. qua, 02/11/2011 - 17:33
    Julio_De_Bem

    Viomundo fazendo campanha pras drogas. Libera tudo logo. Pq só maconheiro tem que ter privilegio? Libera cocaína, crack, ecstasy, LSD. Vamos todos nos drogar comprando na farmacia, a vida será melhor…

  54. qua, 02/11/2011 - 17:28
    Marcio H Silva

    Estes tres fumantes mais os milhares que existem por ai somados aos usuários de Cocaína e crack que dão poder economico aos PCC, Comando vermelho, terceiro comando, e aqui no RJ aos milicianos. Depois vão fazer passeata pedindo pedindo PAZ e contra a violencia. Sociedade hipócrita esta.

  55. qua, 02/11/2011 - 17:07
    Sr.Indignado

    As universidades públicas discutem cada vez menos o Brasil, não importa, o que importa é o professor cumprir suas tarefas, que fiquem minuciosamente registradas com seus lattes bem gordos, alguns tentam manter suas tetas nas adminsitrações e os alunos, conseguirem seus diplomas.
    Quanto a polícia, o de sempre, centuriões despreparados, brutamontes que odeiam estudantes, falta de inteligência e estratégias. É a culpa do abandono da universidade em discutir o Brasil, voltando-se contra si.

  56. qua, 02/11/2011 - 16:59
    Bonifa

    É impressionante a ingenuidade de certos estudantes da USP na televisão. Em lugar de pedirem providências sérias e diferenciadas pela segurança da Universidade, a partir da requalificação e do reaparelhamento da Guarda Universitária, querem a polícia de São Paulo no Campus, confiam inteiramente na polícia comum de São Paulo. Acho que esta distorção de visão da realidade vem da sonegação midiática dos fatos, que procura apresentar o estado paulista por lentes de Pangloss, com ocultas intensões políticas. Nisso, pelo menos, o Rio não engana ninguém. O Capitão Nascimento está aí para provar.

  57. [...] Apenas uns poucos desclassificados inimigos da democracia e da ordem pública ousaram criticar a iniciativa, como um juiz renegado e um deputado vermelhóide. [...]

  58. qua, 02/11/2011 - 16:05
    angelo

    Maconha é a planta mais importante do planeta. Queimam hectares e hectares, detonando o meio ambiente e jogando alimento fora.

  59. qua, 02/11/2011 - 16:02
    angelo

    Militares gostam de bater nas pessoas. A maconha é só um pretexto, assim como a causa, quando da ditadura militar, não tinha nenhuma importância. Era só desculpa pra extravasar seus doentios instintos assassinos. Psicotécnico pra ingresso na polícia by organizações tabajara.

  60. qua, 02/11/2011 - 16:00
    angelo

    Jornada de trabalho de duas horas díarias já.

  61. qua, 02/11/2011 - 16:00
    angelo

    Meu cachorro quando sente a marola fica todo contente e nunca estuprou nenhuma cadela da vizinhança.

  62. qua, 02/11/2011 - 15:59
    angelo

    Recente pesquisa publicada no Jornal do Brasil indica que 73 milhões de brasileiros consomem diversos produtos contrabandeados. De outra fonte, de um dono de transportadora, fui informado que o contrabando é a principal fonte de renda do crime organizado. 73 milhões com telhado de vidro.

  63. qua, 02/11/2011 - 15:54
    angelo

    Cânhamo incomoda várias indústrias, dentre elas, a petrolífera. Já disseram o mundo é uma fábrica suja e barulhenta.

  64. qua, 02/11/2011 - 15:53
    Henrique

    São quase duas décadas da mesmice burra de sempre.
    É o PSDB se eternizando em SP.
    E SP paga pela burrice do pensamento único.
    E a USP?
    Bom são quase duas décadas de intelectuais mais bem preparados/capacitados que governam SP!

  65. qua, 02/11/2011 - 15:46
    angelo

    "Sob efeito da marijuana, mulheres brancas sentem desejo por negros"; "Negros olham brancos nos olhos e pisam em suas sombras sob efeito da erva". Com 'pérolas' desse tipo proibiram na década de 30.

    A discussão do usuário não é com a sociedade. População consome coca-cola, financiando indústria bélica americana e ninguém enche o saco dos cocacólatras, para citar apenas um exemplo.

    Nossa discussão é com o Estado que desrespeita CF tolindo liberdade individual.

    Estado, vai caçar miliciano antes que o país fique sitiado a exemplo do Rio.

    Sociedade careta, vai lavar louça ou discutir culinária, pois de maconha vc não entende nada.

    "Maconha cura câncer e isso não é divulgado" (Sidarta Ribeiro – neurocientisa)

  66. qua, 02/11/2011 - 15:05
    aurica_sp

    Esses estudantes que estão fazendo todo esse barulho ai na USP não devem precisar acordar as 05:00 horas da manhã pegar trem e ônibus lotado para ir trabalhar, depois a noite ter que ir pra Faculdade cansando para estudar, tentando tem uma ocupação melhor, portanto vou dizer o que penso.
    Acho que eles tem que criarem vergonha na cara e protestar por algo mais justo do que pelo direito de ficar fumando essa porcaria. Tenho um irmão com 30 anos dependente químico,( isso não é culpa de ninguém mas…) sou contra todas essa porcarias em questão. Faça me o favor viu. Bando de bobos …..Desculpem que é a favor deles, penso assim….

  67. qua, 02/11/2011 - 15:03
    Thomaz Magalhães

    Ah…,sim, claro, o campus duma universidade é um bom lugar para privilegiar o uso de droga, naquelas de haver algo acima da lei para combater crimes. Menos charmoso seria aplicar o privilégio nas cracolândias de São Paulo – que risco representam três viciados cachimbando um craquezinho lá no centrão da cidade? Então.

  68. qua, 02/11/2011 - 15:01
    JOSÉ ANTÔNIO

    Porque algumas pessoas usam drogas? Será que é porque falta repressão? Óbvio que não não. O uso de drogas é fruto da insatisfação do ser humano, que sempre acha que a grama do outro lado é mais verde. Não nos iludamos senhores, a presença da Polícia, não inibe o uso de drogas. Já fui Agente e Delegado de Polícia e centenas de vezes ouvi pais falarem que deram o melhor aos seus filhos e estes os decepcionaram. Será que deram o melhor? E se deram o melhor, que melhor foi esse? que gera um delinquente? A grande verdade é que a questão das drogas é um simples pano de fundo utilizado pelo governo paulista, para defender a privatização da educação, da segurança, etc. O governo paulista tomou uma decisão contrária a lei e quer justificar a sua ação. Na grande São Paulo, tem tanto lugar precisando de policiamento e o governo paulista não demonstra a menor sensibilidade. Porque será que existe tanto interesse em policiar a USP? É bom que reflitamos seriamente a respeito.

    • qua, 02/11/2011 - 15:25
      wEEdy

      EXCELENTE!

    • qua, 02/11/2011 - 15:44
      RicardãoCarioca

      Primeiro, depois de mais de 20 anos de tucanos, SP está sucateada. A USP é uma das (pelo menos nas cabeças da oposição) uma das poucas vitrines. Privatizar? É o 1o mandamento tucano, o 2o é dar um cala-boca pra mídia abafar tudo, em forma de compra de assinaturas de suas publicações, sem licitação e isonomia;

      Segundo, 'dar de melhor' que a maioria dos pais dizem, trata-se de coisas materiais. Quantos não enchem seus filhos de coisas e quase nenhuma lição de moral, respeito e civilidade? Sequer lições de meritocracia? Quando os filhos crescem e os presentes diminuem ou cessam, alguns, viciados na euforia que tais presentes ofereceram, passam a buscar por conta própria algo semelhante e a encontram nas drogas.

      Presumo que tenha sido um jovem nos anos 70, quando éramos 80 milhões. Hoje, existem 2,5 vezes mais pessoas neste país, 2,5 vezes mais possibilidades de você estar no lugar errado e na hora errada, confrontando-se com um alterado e vendo a sua vida por um fio.

    • ENTÃO CHAMEM A OTAM PRA BOMBARDEAR TODAS AS UNIVERSIDADES DO MUNDO!
      ENQUANTO ISSO OS TRAFICANTES SÃO VIZINHOS DELES, DESTA ELITE CÍNICA E MAIOR CONSUMIDORA DE DROGAS EM TODOS OS PAÍSES DO MUNDO!

      • qua, 02/11/2011 - 17:51
        Conceição Lemes

        João, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. Norma do Viomundo. abs

    • qua, 02/11/2011 - 19:13
      Usuária.com

      Tenho 30 anos, sou professora, graduada numa universidade publica, casada e feliz. Sou usuária de maconha há 12 anos, não pq queria o jardim do meu vizinho. Mas pq ali encontrei meu ponto de equilibrio. Trabalhar 50 horas por semana (salario horrivel, salas com 40 alunos, + capacitação continuada) é demasiado cruel pra mim. Nao consigo dormir quando chego da escola.
      Aí pego uma revista, fumo e relaxo.
      Nao me faltou amor, José Antonio. Tenho uma relação muito saudavel com minha familia.
      Fumo, assim como minha vizinha toma remédios pra dormir. Assim como meu amigo professor tomar uma cerveja quando sai da escola. Assim como meu irmao joga video game por horas, assim como muitos aqui mergulham na internet. E todos estes procedimentos trazem malefícios pra saúde. Até a xicara de café que vc toma no trabalho traz.

      O corpo é meu e eu que decido. Passou da hora do Estado parar com este autoritarismo e regulamentar a venda de canabis. Para diminuir o tráfico, o crime, a exploração de crianças. Separar a maconha das drogas mais pesadas.
      A SEAD tem pesquisas que comprovam que a verdadeira "porta de entrada" é o álcool e não a maconha…

      Comparar o usuário a um "delinquente" é hipocrita.

      QUanto a privatização vc tem toda razao, parece uma estratégia do governo pra "precisar" privatizar…

  69. qua, 02/11/2011 - 14:58
    alcides

    Três estudantes fumando maconha não fazem mal a ninguém. E três favelados fumando maconha?
    Independente da resposta à pergunta acima, a maconha que está sendo fumada não se materializou na mão dos fumantes. Percorreu um longo caminho até lá. Nesse percurso houve mortes, ameaças, corrupção. Muita coisa ruim. Deveríamos permitir tudo isso para que os três estudantes possam exercer sua liberdade de fumar umzinho em paz? Será que eles não têm outra coisa melhor para fazer que possa substituir seu vício?
    Descriminalizar o comércio de drogas poderia evitar o crime, defendem muitos, inclusive FHC. Para mim, a solução é a inversa: Dificultar ao máximo o acesso da população às drogas, inclusive aquelas socialmente aceitas, como o álcool. Pragmaticamente, isso seria feito caso a caso. Muitos daqueles que defendem a legalização do comércio e uso de drogas nunca viram a tristeza que é uma cracolândia. Cracolândias existem em muitas cidades da Europa. Em um parque de Zurique, em uma estação de metrô em Viena, perto do teatro da Ópera. A cena é triste. Jovens se entregam às drogas, parecem zumbis. Destroem suas vidas e as de suas famílias. Não vejo a razão para a sociedade desistir deles.
    Não entendo aqueles que defendem a liberdade de dar um traguinho na maconha ou uma cheiradinha numa carreira de coca e serem contra o porte livre de armas. Para mim, são coisas ruins que devem ser evitadas.

  70. qua, 02/11/2011 - 14:39
    Roberto Leão

    Os estudantes que estavam fumando maconha não deveriam estar em sala de aula estudando?
    Ora. A maconha é uma droga ilícita. Todos sabem. Não fazem mal a niguém? De onde compraram? De traficantes fortemente armados? Ou plantaram em seus quintais?
    Os estudantes deveriam preocupar-se mais com suas saúdes e com seus futuros do que com o "status" do fazer algo ilegal.
    A polícia fez o seu papel. Os estudantes promoveram a maior baderna para aparecer. É impressionante como estamos vivendo a maior inversão de valores. E aí vem deputado como tantos outros querendo aparecer. Só porque é da oposição ao governo do Estado. Lembrando que FHC também é a favor desses estudantes.
    A "rebelião estudantil" deveria ser utilizada para promover uma educação mais dígna e de melhor qualidade. Mas não. Preferem rebelar em prol do vamos fazer tudo errado. E aí… Querem exigir que os políticos sejam todos honestos. Tá difícil.
    Sou totalmente contra a disciminalização da maconha e inclusive e a favor da criminalização do cigarro. Chega de ver as pessoas se matando diariamente.
    E aí… vão falar mal do SUS. Ah!!! Se ninguém fumasse, com certeza o câncer na sociedade seria bem menor.

  71. qua, 02/11/2011 - 14:23
    Carlos Oliveira

    Não faz mal a ninguém? O Paulo Teixeira sabe quem financia o tráfico? Por acaso são as pessoas honestas? Claro que não. São os viciados em maconha, que começaram na cerveja, no cigarro, têm potencial para crack, cocaína, etc. Só falta ao deputado, líder do PT, pedir a construção de quiosques de distribuição de drogas aos alunos da USP. Pelo amor de Deus, a libertinagem vai extinguir a humanidade. Será que esse pessoal está sem condições de pensar? Pode ser que sim, afinal, drogados não têm neurônios.

  72. qua, 02/11/2011 - 14:09
    Ilha

    A USP não é o Vaticano. Devemos obedecer as Leis , se não concordamos , vivemos em uma democracia então os jovens então os jovens pensantes devem saber como funciona uma democracia. Os policiais foram chamados para dar segurança após alguns crimes acontecidos eles não estavam lá porque não tinham o que fazer. Os estudantes que estavam fumando foram abordados iriam ser encaminhados feito a ocorrência e se não traficantes seriam liberados. Mas estudantes que atacaram com violência os policiais achavam como os políticos corruptos e alguns empresários que estavam acima da Lei. Se os policiais fossem mal preparados reagiriam com tiros , porém chamaram reforços não para prender os estudantes maconheiros, mas pela reação dos estudantes jogando objetos contra os policiais. Quem já perdeu um filho ou qualquer pessoa da familia por uma jovem ou adolescente para manter o seu vicio é a favor dos protestos desses estudantes?

    • qua, 02/11/2011 - 23:18
      angelo

      Quem já perdeu um filho ou qualquer pessoa da familia… "

      Meu primo teve problemas com substâncias. E a proibição não ajudou em nada, pelo contrario: ele tinha um problema, passou a ter dois.

    • qui, 03/11/2011 - 1:02
      HEMP

      Maconha mata pessoas? Isso é novidade… escreva uma pesquisa acadêmica ou se informe mais…

      MORTES AMERICANAS CAUSADAS POR DROGAS:
      - Tabaco (Cigarro) = 400.000
      - Alcool (Bebidas) = 100.000
      - Drogas LEGAIS (comprimidos, xaropes, speedy) = 20.000
      - Drogas ILEGAIS (ecstasy, etc) = 15.000
      - Cafeina = 2.000
      - Aspirina = 500
      - Marijuana / Weed / Maconha / Cannabis = 0 (NENHUMA MORTE)
      Source: US government, National Institute on Drug Abuse, Bureau of Mortality Statistics.

  73. qua, 02/11/2011 - 13:58
    ZePovinho

    http://blogdomello.blogspot.com/2011/11/agressao-

    TERÇA-FEIRA, 1 DE NOVEMBRO DE 2011

    Agressão a jornalista da Globo não é a primeira. Outros já foram agredidos, até pela própria Globo
    Ontem, a jornalista da Rede Globo Monalisa Perrone foi agredida covardemente por uns idiotas (não vou dar o link, como sempre faço, porque não vou divulgá-los aqui), enquanto fazia seu trabalho. A emissora já anunciou que vai processá-los, no que faz muito bem. Mas daí a dizer que o ataque é um atentado à liberdade de imprensa já é demais.

    A não ser que a Rede Globo também considere como atentado à liberdade de imprensa os tópicos a seguir, todos retirados aqui do blog, em que a emissora é acusada de agredir ou deixar agredir seus repórteres:

    1.
    9 anos da morte de Tim Lopes, um repórter, um jornalista investigativo
    Ontem, 2 de junho, foi o dia do 9º aniversário da morte de Tim Lopes. Tim arriscou a vida para fazer aquela que seria sua última e inconclusa reportagem, pois foi barbaramente assassinado por traficantes na Vila Cruzeiro, comandados por Elias Maluco.

    O fato é que Tim Lopes subiu o morro, quando não deveria fazê-lo, porque havia recebido um Prêmio Esso por uma reportagem investigativa na mesma Vila Cruzeiro. Sua imagem apareceu e ele ficou marcado pelos marginais. A Rede Globo o deixou ir assim mesmo. (Continuar lendo)

    2.
    Em depoimento na Associação Brasileira de Imprensa, jornalista denuncia assédio e pressão que sofrem repórteres da Rede Globo
    Ainda outro dia, fiz uma postagem aqui que dizia que Cinco meses antes da morte de Tim Lopes, repórter da Globo denunciou ameaças na Folha. Diretor da Globo duvidou.

    O tal diretor era da Central Globo de Comunicação, Luís Erlanger: (Continuar lendo)………………….

  74. qua, 02/11/2011 - 13:32
    Arthur Schieck

    É um trabalho dificil esse de fazer as pessoas entenderem a diferença de maconha para cocaína ou crack, sem ao mesmo tempo, dar a entender que seu uso não faz mal. A campanha de demonização dessa droga específica começou há quase 100 anos.
    Faz muitos anos que decidi parar de fumar maconha porque ela me tornava uma pessoa mais burra, diferentemente do alcool, que me torna uma pessoa mais chata e perigosa.

  75. qua, 02/11/2011 - 13:26
    Fabio_Passos

    A população desprotegida enquanto a puliça atacava estudantes na universidade.

    Estupidez fascista da pior "elite" do mundo.

    <img src=http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ChargeBessinha_tucanoNazi_tvdestaques.jpg>

  76. qua, 02/11/2011 - 13:09
    Lima

    E por que três adolescentes, negros em uma esquina de uma cidade qualquer, ameaçam?
    Eita dois peos e duas medidas, quando se e estudante e fiolho de burgues.

  77. qua, 02/11/2011 - 13:00
    Henrique

    Enquanto no campus uns estudam uns usam maconha.
    Uns debatem a discriminilização das drogas porque acham que não será um passo para o vício eterno.
    Uns se preocupam com a saúde – que é o principal.
    Uns se preocupam com a falta de saúde apoiando as drogas.

    Realmente precisa ser debatido, mas:
    - coloquem seus filhos viciados em maconha para estudar!
    - não queiram ter um elemento da família viciado em maconha!
    DEIXEM DE HIPOCRISIA – LUTEM CONTRA TODAS AS DROGAS!

  78. qua, 02/11/2011 - 13:00
    Elias

    A que ponto chegamos, o que deveríamos estar discutindo sobre a USP ou sobre qualquer outra Universidade é capacidade de se produzir ciência, conhecimento, produtos para a sociedade, idéias, inovações… e com o que ficamos? com uma discussão sobre o consumo de maconha dentro do campus… patético.

    Posso estar falando bobeira, mas as Universidades que lideram os rankings mundiais estão com certeza focadas em discussões mais importantes do que essa.

    Estudantes que querem se ocupar de outras coisas que não o conhecimento dentro da Universidade estão em meu ponto de vista tirando a vaga de gente que realmente deseja o progresso da sociedade.

  79. qua, 02/11/2011 - 12:53
    Adilson Kiel

    Tem que desse o cacete mesmo nestes vagabundos, que saudade da Rota. Faculdade é para formar pessoas melhores do que são não um bando de maconheiro arruaceiros e ourtros sem vergonha. Educação é coisa séria, tantas pessoas querendo entrar na USP para estudar e esses babacas fikhinhos de papai barbarizando uma istituição que deveria ser referência na educação.

  80. qua, 02/11/2011 - 12:51
    Alex

    Quanto ao uso da maconha, que se faça uma consulta popular, se a população decidir por sua liberação, ok.
    Contudo, por enquanto a venda e uso são proibidos e "alguns" estudantes da USP nao podem ficar à margem da lei. Ademais, a quantidade de assaltos no campus é enorme. É fato que alguns estudantes fumando maconha, a não ser que fiquem completamente malucos, o que não é provável com uma droga como essa, não fazem mal a ninguém, mas quem vai até lá vender para eles? O deputado também garante a idoneidade dessa pessoa?

    • qua, 02/11/2011 - 23:24
      angelo

      Não se faz referendo pra decidir direito individual.

      E a pergunta seria: Vc é a favor da proibição da maconha e de todas as drogas mais pesadas que a maconha, como álcool e cigarro?

  81. qua, 02/11/2011 - 12:46
    Juliano

    Nunca vi tamanho absurdo na minha curta vida, a sociedade chegou a tal ponto que os mauricinhos, alunos de uma Universidade que deveria ser exemplo para o Brasil, reinvindicam liberdade para se drogar dentro do Campus. Quantas vezes esse mesmo grupo de viciados(porque não merecem ser chamados de alunos) ocuparam a reitoria para exigir mais e melhores aulas? Se esses indivíduos querem se drogar que façam isso em suas casas e não na Universidade, pois o imposto que pagamos é para que a Universidade forme mentes pensantes que possam melhorar nossa sociedade e não servir de espaço para vagabundos viciados. Se eu fosse aluno da USP ao invés de protestar estaria apoiando o trabalho dos policiais. Nesse episódio estou totalmente a favor dos Policiais, tem que meter o cassetete nesses indivíduos e a diretoria da USP tem que no mínimo expulsar esses que não querem estudar e dar lugar para pessoas que realmente tem vontade de adquirir conhecimento e fazer alguma coisa que ajude e não piore nossa já combalida sociedade.

  82. qua, 02/11/2011 - 12:44
    Duarte

    3 estudantes sáo presos por fumarem maconha, agora o senador Aécio e o deputado índio da costa sáo pegos mamados no volante e nada acontece. Talvez fosse melhor a inepta PM paulista vigiar o congresso.

  83. qua, 02/11/2011 - 12:44
    pedro - ba

    Espero que não descarte o meu comentário. O primeiro não saiu. Porque?

  84. qua, 02/11/2011 - 12:42
    pedro - ba

    Três rapazes privilegiados por ter conseguido vaga na USP para estudar, resolvem usar o território da universidade para, com segurança, fazer o uso da maconha! E ainda me vem um deputado, pseudo representante da sociedade para defendê-los. Lamentável.

  85. qua, 02/11/2011 - 12:39
    Raul Nin

    Vejam relato de como a PM trata jovens de periferia com a desculpa do uso de drogas: http://coletivodar.org/2011/10/da-usp-ao-grajau-o
    Essa política de drogas justifica cada vez mais a intervenção militarizada da polícia com os jovens brasileiros. É inadmissível que a sociedade brasileira feche os olhos para isso e susente essa política cada vez mais insustentável.
    Legalização já!!!

    • qua, 02/11/2011 - 14:33
      sao pedro

      Muito bom Raul Nin. Inacreditável que NENHUMA mídia de 'destaque' tenha tocado no assunto de forma séria. O aumento de mortes de suburnanos mulatos por pms por 'resistência' nunca é materia de TV…. a politica de `"repressao às drogas" na usp nunca será contada por seu angulo uspiano.

  86. qua, 02/11/2011 - 12:38
    josé de Queiroz

    Se maconha é uma droga ilícita, é lógico que a polícia irá sempre intervir ao ver alguém usando. Seja na USP ou em qualquer lugar.
    O que os estudantes que protestaram queriam? Dizer que dentro da USP não se deve proibir fumar maconha? Lá é liberado?
    E mais, onde existem muitos usuários, também existe com certeza o traficante.

  87. qua, 02/11/2011 - 12:36
    Costa

    Sou a favor da descriminalização da maconha, mas é o cúmulo do egoísmo ver um grupo de estudantes preferir a maconha à segurança de seus colegas. E que fique claro, não são os "maconheiros" que representam perigo à comunidade acadêmica, mas os bandidos que só com a presença da polícia(boa ou má com sua política anti-drogas) podem ser afastados do campus.

    Não adianta falar de guarda da USP, que todos sabem que não tem qualquer condição fazer frente aos criminosos de verdade, a PM é a única alternativa para a segurança no campus e tentar expulsá-la apenas para garantir o direito de "fazer a cabeça" é absurdo.

  88. qua, 02/11/2011 - 12:35
    ´pedro - ba

    O uso da maconha ainda é ilegal em nosso país e o território da USP pertence ao território brasileiro. Quanto ao deputado, espero que aqueles que votaram nele não façam novamente de forma e encerrar o seu mandato. Quanto a polícia, ainda que não seja recomendado a violência, não se pode tirar o direito de sua ação. É preciso assegurar o direito daqueles que frequentam a USP para estudar ou trabalhar. Com relação aos estudantes envolvidos deveriam cancelar as suas matrículas e procurar uma outra atividade. O que a sociedade espera desses futuros (sic) profissionais? Lamentável que tem gente que ainda dê apoio a esse tipo de comportamento. A melhor maneira de combater os traficantes é inibir o uso.

  89. qua, 02/11/2011 - 12:30
    Ottoni

    Esse deputado aí tem o direito de falar o que pensa. Só que fala bobagem.
    Um plebiscito em meio aos estudantes seria fácil de fazer e mostraria o que eles realmente querem. Façam um.(agora, essa turminha não vai querer um).
    Podem apostar, querem a PM no campus! Nada de território livre pra traficante, drogado e desocupados afins.
    A USP é uma academia – que seja do avanço, não do atraso.

    • qua, 02/11/2011 - 23:28
      angelo

      Questão direito individual. Não se faz plebiscito pra decidir se vc pode mudar o sofá da sua casa de lugar.

      Ou

      Vc é a favor da proibição da maconha e de todas as drogas mais pesadas que cannabis, como álcool e cigarro?

  90. qua, 02/11/2011 - 12:25
    Mario Asor

    Eu que não sou louco de ser contrário ao consumo de maconha aqui nestes comentários; o patrulhamento ideológico aqui é pior que o da PM lá no campus.

  91. PM e a comunidade da USP podem conviver no mesmo espaço se houver bom senso e tolerância. O porte de maconha é uma contravenção que a sociedade e a legislação consideram leve hoje em dia, mas ainda assim é uma contravenção que a PM deveria inibir, mas o poder da PM foi abusivo neste caso, como dito pelo Deputado. Infelizmente a PM não mostrou pra que veio em relação a assaltos, roubos e outros possíveis delitos.

  92. qua, 02/11/2011 - 12:03
    São Bento

    Então, eu como "viciado" estou cagando para a concepção de vcs sobre usuários de drogas.Continuem comprando seus computadores, roupas, seus viciados em consumir produtos feitos com trabalho semi-escravo e em situações desumanas.Continuem a acreditarem no mundo maravilhoso que não existe.Continuem, perfeitos como vcs acham que são.Eu, um viciado vagabundo vou continuar rindo de vcs, como vcs levam esse mundo idiota a sério.Vcs acreditam mesmo que existe justiça, acreditam mesmo que o problema do mundo são as drogas, os traficantes mendigos, só rindo…

    • qua, 02/11/2011 - 13:20
      Fabio SP

      Tá vendo! Estamos gastando imposto com gente que pensa assim…

    • qua, 02/11/2011 - 15:09
      aurica_sp

      Amigo você só pode estar brincando…

      • qua, 02/11/2011 - 19:13
        dukrai

        os maconheiros que eu conheci na década de 70 estão aí trabalhando numa boa, outros aposentados e alguns morreram, nenhum deles de maconha. o "viciado vagabundo" rs aí de cima protesta, acho que é só pra provocar mas tá falando de coisas que a gente entra de gaiato e sem querer querendo comparar, ele é muito mais lúcido que os fundamentalistas cana-legalistas que invadiram o viomundo.

    • qua, 02/11/2011 - 15:29
      RicardãoCarioca

      Hehehe… Quando a vitalidade da adolescência passar e os seus 40 anos chegarem, você verá o acumulado de toxinas no seu organismo vir cobrar a conta. Desde que você só faça mal a você mesmo, estou me lixando com a sua saúde física e mental.

    • qua, 02/11/2011 - 20:00
      ricardo

      continua assim, fique à vontade.

      que belo exemplo…

      ao menos o mal você só fará a você mesmo.

      pelo comentário, você já deve ter fumado um bocado. já tá afetando.

      descriminalização das drogas : que tolice.

      os meus colegas que fumavam maconha, tanto na escola quanto na faculdade, estão todos na merda. não se salvou um, vivem todos lascados, até presidiário tem. se pra quem é sério a concorrência é braba, imagina pra um maconheiro com o cérebro em câmera lenta ? você reconhece um maconheiro de longe. e de perto, basta deixar ele falar.

      que imagem esses estudantes deixam ? a de maconheiros arruaceiros ?

      cordiais saudações

      Ricardo
      Recife.

  93. qua, 02/11/2011 - 11:54
    Zé Bolinha de Papel

    Concordo com o deputado, com apenas uma exceção:

    "Viomundo – Tem gente que diz que os alunos não querem a PM no campus para poder fumar maconha à vontade. O que o senhor acha dessa visão?

    Paulo Teixeira – O ambiente universitário não é um ambiente que se possa ter abordagem de “tolerância zero”. São locais que historicamente conviveram com a cultura da contestação. Tem uma série de práticas e costumes que não são admitidos no ambiente da cidade, mas que, na universidade , são encarados sem conflitos. É impraticável querer mudar isso depois de 30 anos."

    Existem práticas e costumes da academia uspiana que não mudam e não se mexe uma palha para se mudar. Realmente, a maconha não é o problema, mas sim, o "quem indica futuro mestrando/doutorando", entre outras práticas que são "difíceis de mudar".

  94. qua, 02/11/2011 - 11:52
    André

    Na hora de associar o consumo da maconha com a violência do tráfico ninguém lembra que isso é consequência da proibição. O consumo de qualquer maconha sempre existiu e sempre vai existir. A questão é quanto de dano à sociedade e dinheiro público poderiam ser evitados se a maconha fosse legalizada. Não faz sentido justificar que fumar maconha é errado por ser proibido, afinal, ao contrário, deveria ser proibido se fosse danoso a sociedade, o que não é. Usuário de maconha não assalta, não mata, não rouba. E pra quem duvida eu desafio a procurar artigo, estatística ou algo que prove o contrário. E fica a dica de leitura http://super.abril.com.br/ciencia/verdade-maconha

    • qua, 02/11/2011 - 16:38
      Jr.

      Mas, e o restante das drogas? Vão ser legalizadas também? Legalizando a maconha, o que vai acontecer? As outras drogas continuarão ilegais, e não vai refrescar nada. Afinal, quem em sã consciência pensa em liberar o crack, o oxi, a cocaina… Para combater as drogas, só repressão mesmo.

    • qui, 03/11/2011 - 19:15
      willian

      melhor post, falo tudo!

      • sex, 04/11/2011 - 10:42
        Pedro

        Pois é, mas será que os usuarios vão ficar satisfeitos somente com a Maconha? Todo mundo sabe que a maconha é somente o inicio, depois os usuarios vão atras de drogas mais pesadas. E não seja tolo rapaz, varias maconheiros roubam justamente para conseguir dinheiro para comprar as drogas.

      • ter, 08/11/2011 - 15:15
        cronopio

        Ué, eles não eram playboys? Então, por que precisariam roubar para comprar drogas? Curioso…

  95. qua, 02/11/2011 - 11:52
    Eduardo

    Qual o custo, para a sociedade, combater o trafico de entorpecentes? Três estudantes maconheiros serão inofensivos? quantos criminosos estarão envolvidos no trafico para que a maconha lhes chegue as mãos? Quantas toneladas de maconha são necessárias pra suprir pequenos víciados? Qual o lucros dos PCCs da vida pra que três maconheiros da USP fumem sossegados? Qual a despesa do SUS com viciados e quem paga essa conta? No rastro da maconha, quais outras drogas vem junto e quantas armas são utilizadas para a pratica do trafico? A universidade publica e local onde tudo se pode fazer? Será zona livre?

  96. qua, 02/11/2011 - 11:38
    Marcelo

    Engraçado, o senhor Fernando Henrique Cardoso, intelectual e sociólogo, defende a descriminalização da maconha… porque, até agora, ele não assumiu posição pública sobre isso? Será que é porque aqui, a realidade, não é tão "bonitinha" quanto o filminho que ele fez? porque ele não aparece para defender sua posição?
    A despeito das diversas posições dos colegas que já postaram, consumo de maconha ainda é crime. Existe um debate em curso mas o que está na lei é para ser cumprido. Um outro lado que não está sendo veiculado é o lado dos estudantes que não fumam maconha. Até onde se sabe, os estudantes que não fumam maconha são a maioria. Será mesmo que "dois ou três" fumando maconha não incomodam ninguém? Como mencionou um colega acima, vamos devagar com o andor. Em discussões apressadas relegam as diversas nuances a ficar sem voz.

    • qua, 02/11/2011 - 13:22
      Fabio SP

      "Engraçado, o senhor Fernando Henrique Cardoso, intelectual e sociólogo, defende a descriminalização da maconha… porque, até agora, ele não assumiu posição pública sobre isso? "

      Quanta bobagem, se ele não assumiu posição pública sobre isso, como é que eu, você e a torcida do Corinthians sabemos disso?

  97. qua, 02/11/2011 - 11:36
    Tomudjin

    Pelo menos neste caso, o FHC apoiaria estes ingênuos estudantes que tardiamente descobriram que são, foram e serão os únicos consumidores desta droga em toda a história da USP.

  98. qua, 02/11/2011 - 11:26
    Luc

    Tópicos a se pensar:

    A PM que está na USP desde 2007, sim, quando o aluno foi assassinado a pouco tempo já havia PM na USP.
    A PM fica com viaturas posicionadas em frente aos prédios da Politécnica (Engenharias) e em frente a FEA (Administração, Economia…) ou seja,em frente ao lugar onde estudam os filhos do "Seu Dr". Na Rua do Matão, Rua do Lago, saídas da USP para comunidade carente, lugares muito escuros a noite, onde deveriam ficar, vai lá ver se tem PM !

    É vendido bebida alcoólica na USP, principalmente em festas, frequentadas por alunos das faculdades acima. Os esses caras dirigem sóbrios quando saem da USP?????

    São menos perigosos que os 3 que fumaram maconha? Ou muito mais?

    • qua, 02/11/2011 - 21:08
      Caio

      Luc,

      Os alunos da FFCH, FAU e ECA não usam bebidas alcoólicas? Calma lá né! Cara, também tem festa nessas outras faculdades e também se toma cerveja e outras "cositas" mais! E venhamos e convenhamos, os alunos das FFLCH, FAU e ECA são tão filhos do "Seu Dr", quanto os das FEA, POLI e Med! Por favor né!

  99. qua, 02/11/2011 - 11:17
    Marcelo de Matos

    Senhor Paulo Teixeira – faça-me o favor! Universidade não é lugar de fumar maconha. Morei lá no CRUSP em 1968, mas, nunca fumei em minha vida. Gostava de beber, mas, não era maluco a ponto de pegar um isopor com latas de cerveja e ir fazer piquenique no jardim do campus. Bebia lá no Largo de Pinheiros, no bar das batidas, ou na Avenida Vital Brasil, onde tinha linguiça assada no álcool. Ou no bar do Corso, lá perto da faculdade de Direito, onde eu estudava. Beber ou fumar maconha perto de jovens é dar mal exemplo. Para isso deve haver local apropriado. Se a maconha vier a ser liberada, como querem o PSDB e o PIG, bem como a esquerda festiva, que o seja só em locais apropriados. Nunca em campus de universidade ou em salas de cirurgia. Tem meninas na USP que “se acham” porque desfilam com uma cigarrilha de marijuana. Beber ou fumar não é bonito nem serve de exemplo para os universitários. São vícios extremamente prejudiciais à saúde. Nós, que não conseguimos nos desvencilhar deles, devemos guardá-los só para nós, porque isso não é motivo de orgulho.

  100. qua, 02/11/2011 - 11:16
    Gerson Carneiro

    Aí sim, fomos surpreendidos novamente, pela hiprocrisia!

    Aonde estava "a rainha dos detentos, das loucas, dos lazarentos, dos moleques do internato" que foi ao programa "Esquenta" da Regina Casé defender a liberação da maconha mas se esconde nas horas que é preciso entrar em ação de verdade? De quem estou falando? Dela que aparece na figura abaixo.

    <img src=http://maconharia.files.wordpress.com/2011/06/fhc-e-thc4-300×224.jpg>

    Quanta hipocrisia. FHC "defende" a liberação da maconha em programas de tv, e filme, e a PM desce a porrada em usuários.

    Além de que batalhão de choque para prender três baseados é deficiência da gestão de Segurança Pública.

    Enquanto todo esse efetivo se ocupava da prisão de três baseados quantas toneladas chegaram à cidade?

  101. qua, 02/11/2011 - 11:10
    mello

    Cada argumento dos defensores da tirania da polícia, da reitoria, do governo estadual e de grande parte da mídia decadente…Porque esse aparato todo contra tr~es fumantes de maconha, enquanto as cracolândias de todos conhecidas….Por que o procedimento diferenciado/ Ou não foi diferenciado?

  102. qua, 02/11/2011 - 11:01
    EUNAOSABIA

    Eu adoro ver petista defendendo maconheiro, isso dá voto pra caramba meu, adoro ver petista defendo o maconhão e de que quebra, defendendo que lhe fornece a droga, ou seja, o traficante.

    • qua, 02/11/2011 - 11:07
      Gerson Carneiro

      FHC defende maconheiro e não é petista. Se liga mané!

    • qua, 02/11/2011 - 11:18
      Jairo_Beraldo

      EUNAOSABIA, então foi por isso que o "amado" Príncipe dos Sociólogos, o "Doutor Honoris Causa Inveja em Fernando" balbuciou certa vez sobre a liberação da maconha nos seus "Diários Oficiais"? Ou será, EUNAOSABIA, que ele também já pediu que esqueçam o que ele disse e esreveu sobre este tema?

    • qua, 02/11/2011 - 11:20
      Gerson Carneiro

      Ô NUNSABIA, repete aí aquele negóço de "dualidade onda-partícula". Pô véi, achei a maior onda esse lero. Pena que as mulé que eu contei isso não se interessaro por essa nóia. Mas de qualquer forma valeu véi. A gente aprendemos muito cum suncê.

      • qua, 02/11/2011 - 14:17
        Beto

        Comentários do Viomundo… o mais democrático da web!
        Até ignorante em caixa alta pode se manifestar à vontade, esse daí não sabia, não sabe e vai continuar sem saber, de nada!
        Ignorância tem cura, mas a imbecilidade é coisa crônica!

    • qua, 02/11/2011 - 12:15
      El Cid

      O seu problema, "moleque cinquentão", é que só consegue fazer "análises" da profundidade de um pires…

      você comenta sem ler, sem contextuar, sem a mínima análise. Não da pra ter polícia militar em campus pois vai ter problemas. E não dá pra ter esse reitor, pois é pagar pra ter problemas…

      entendeu, "Reinaldete" ??

  103. qua, 02/11/2011 - 10:59
    Porto

    Paulo Teixeira pode ser muito inteligente, mas me responda sr. QUEM MANTÉM O PODER DOS TRAFICANTES DE DROGAS???? Eu entendo que é o usuário….logo FUMAR UM CIGARRO DE MACONHA FAZ MAL SIM…..Prejudica a família, prejudica o próprio ser humano, prejuduca a sociedade…… A USP como todas as Universidades do Brasil é um lugar para adquirir e aprimorar conhecimentos____SMUITO SIMPLES!

  104. qua, 02/11/2011 - 10:58
    RicardãoCarioca

    Pergunta ao deputado que deseja ver o consumo de drogas descriminalizado: Se uma pessoa consumir uma dessas drogas ilícitas, entrar em estado alterado de consciência e matar alguém em virtude disso, o que o sr. acharia? Que aí sim, matando, ela seria presa, porque matar é crime? Mas a vítima morreu, em virtude da dscriminalização do uso de drogas ilícitas! Não há justiça que repare a morte de uma pessoa! Por gentileza, antes de proferir essa ideia absurda, imagine esta situação acontecendo com alguém da sua família.

    • qua, 02/11/2011 - 11:23
      Jairo_Beraldo

      RicardãoCarioca, o consumo de drogas descriminalizado, já acontece em países como a Holanda, Suíça, Suécia e o que se sabe são países com baixíssímos índice de violencia, e alto número de suicídios. E antes que me ataque, não sou e nunca fui usuário de drogas ditas ilícitas, mas faço uso de bebidas alcoolicas comedidamente.

      • qua, 02/11/2011 - 12:08
        EUNAOSABIA

        Quer dizer que o nosso Jairo Beraldo é um Pigaiada, digamos, "comedido"???

        qua qua qua qua…. rapaz,.. eu caio na gargalhada com esses tipos…

        Vocês já viram um Pingão.."comedido"??

        Faço uso de bebidas e bla bla bla bla..comedidamente… bla bla bla…

        Vocês não se emendam mesmo..

      • qua, 02/11/2011 - 13:38
        Jairo_Beraldo

        EUNAOSABIA ……..

      • qua, 02/11/2011 - 15:11
        Jairo_Beraldo

        EUNAOSABIA, vi que não ingeriu seu remedinho, e vim perder tempo em replicar: o termo "comedido", que usei, se refere em eu NÃO usar a bebida para exaltar, agredir, matar…uso para "degustar", relaxar, me sentir mais eu, MAS…. em minha residencia, em minha privacidade.

      • qua, 02/11/2011 - 12:55
        Angelica

        Rapazes, o que sei é que o Paulo Teixeira está falando com a maconha em mente e é muitíssimo improvável cometer crimes violentos sob efeito dela. Agora imagine quantos crimes violentos seriam evitados caso no futuro o comércio fosse retirado das mãos de traficantes.
        Bêbados são infinitamente mais perigosos e não são considerados criminosos, e nem deveriam, a meu ver o álcool apenas desinibe as tendências violentas de quem já as possui.

      • qua, 02/11/2011 - 14:15
        Mahagonhy

        Experiência científica caseira aguardando aval do Instituto Internacional de Ciência Comportamental do Baixo Bixiga – São Paulo:

        Promova uma festa com 50 pessoas e distribua maconha para consumo. Possibilidade de a festa transcorrer clima amistoso, alegre e pacífico durante toda a sua duração: 100%

        Promova uma festa com 50 pesoas e distribua álcool para consumo ilimitado. Possibilidade de a festa transcorrer de em clima agressivo e terminar em pancadaria: 100%

        Possibilidade de os frequentadores protagonizarem acidentes de trânsito graves após a festa: 80%

        Agora intervalo comercial para propagande de bebidas alcoólicas sendo consumidas por jovens e sarados alcoólatras na praia. Voltaremos em seguida.

      • qua, 02/11/2011 - 19:17
        dukrai

        sou voluntário pra pesquisa do IICCBB/SP sobre o consumo de canabis rs

      • qua, 02/11/2011 - 15:24
        RicardãoCarioca

        Já viu adolescente fora de controle após cheirar cola de sapateiro em garrafas PET? Vou dar só um exemplo leve. Já vi postos de gasolina, lojas, sendo assaltados por esse tipo de gente, tendo havido uma morte, de uma jovem mãe, estudante e trabalhadora que perdeu sua vida através dos atos de alguns vagabundos que só dão despesas ao estado e não pagam nenhum imposto, como eu e, você e demais leitores. Você acha certo deixar a coisa correr solta para depois o Estado vir com tratamento, médico, cama limpinha, comida no prato, etc, tudo pago com o meu, seu, nosso dinheiro, enquanto os buracos nas nossas ruas ficam sem serem tampados? Fora o perigo que essa gente inflige em nós e nos nossos amigos e familiares. O deputado do post pode até ganhar alguns votos de 'bonzinhos', mas perde o meu e de quem consigo influeniciar.

    • qua, 02/11/2011 - 11:26
      EUNAOSABIA

      Ricardão, eu falei a mesma coisa que você diz agora em outro comentário e fui alvo de muitos "elogios" de sua parte….fui açoitado por suas considerações carinhosas…o que houve? vício de origem?? se vem do eunaosabia então não presta?

      É claro, se vocês me deram positivo ou concordarem comigo eu não venho mais aqui e vou passar mal, vou achar que estou ficando parecido com vocês.

      • qua, 02/11/2011 - 13:12
        Lu_Witovisk

        cara, vc é um comédia!

      • qua, 02/11/2011 - 15:18
        RicardãoCarioca

        EUNAOSABIA, você havia deixado um comentário dúbio sobre 'minoria'. Sou parte da maioria progressista e talvez da minoria que queira ver drogado preso, pois quando estão alterados, se tornam tão ou mais perigosos em relação a muitos dos piores assassinos. Fica na paz.

  105. qua, 02/11/2011 - 10:42
    Alisson Frazão

    O que se quer? Que dinheiro publico seja gasto para se criar um ambiente seguro para que alguns moços possam usufruir de sua canabis livremente, porque afinal de contas foi um evento menor superdimensionado pela imprensa de direita? Devagar com o santo, não se discute aqui narco-salas, ambientes seguros onde pessoas com séria dependência, ou seja, doentes, recebem ajuda. O que se quer é que a polícia ou qualquer outro tipo aparelho repressivo (publico ou privado) esteja na USP para reprimir crimes contra o patrimonio e a incolumidade fisica da comunidade universitária e não preste atenção no uso de drogas, que não é crime mas que exige a formalização de TCO. Então, neste caso especifico, o que fez a policia? Cumpriu a lei. E os estudantes?????

    • qua, 02/11/2011 - 23:33
      angelo

      O quê se quer? Legaliza e não se metam na vida alheia. Só isso.

    • qui, 03/11/2011 - 0:05
      JC, o Leleh

      Também me pareceu assim: polícia para proteger a integridade mas sem importunar. Qualé, malandragem? Prá fazer a cabeça tem hora, já dizia o malaco Bezerra da Silva.
      Sem essa de que o ambiente universitário não "aceita" a PM. Então "eles" – os universitários – são mais iguais do que outros? Na-na-ni-na-não!
      Acho que nossa polícia militar ainda transpira ditadura, não gosto de polícia sem inteligência, mas dizer que os carinhas podem ficar ali, fumando um baseado na boa, não! Não mesmo.
      O viciado é doente. E doente deve ser tratado. Mas e o rastro de criminalidade – com violência, suborno e quetais que a maconha deixou até chegar ao usuário? Não conta?
      O prazer – ou necessidade, que seja – de um não pode ser maior do que o sofrimento de outro.
      Droga não é "cult"! É doença ou vício. Simples assim.

  106. qua, 02/11/2011 - 10:34
    Jason_Kay

    Encapuzados perdem assembléia que decide o fim da invasão de prédio da FFLCH e invadem a reitoria:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/11/est

    • qua, 02/11/2011 - 11:56
      EUNAOSABIA

      São os democratas que pensam e agem como Mussolini.

      É uma minoria insignificante, retrógrada, reacionária e que querem na força e na marra impor suas sandices e pensamento que nos remetem ao paleolítico moral.

      Não merecem a menor consideração, ou cumprem a lei ou o cassetete de borracha tem que cantar no lombo.

      Não há meio termo.

      Não há mais o que negociar.

      • qua, 02/11/2011 - 13:00
        Angelica

        Sim: não merecem consideração.
        Não: o cassetete de borracha não tem que cantar, taí uma idéia retrógrada.

        Amanhã pode ser você o errado, o desconsiderado.
        Assuntos políticos são para serem discutidos.

  107. qua, 02/11/2011 - 10:32
    David

    "Três estudantes fumando maconha não ameaçam segurança de ninguém"

    Demagogo, Simplista !

    Então quer dizer que senhor desconsidera a violencia gerada por traficantes na defesa da venda da "maconhinha" ??

    Desconsidera a Violencia dos trombadinha "Nóiados " ?

    Descosidera os crimes, assassinatos, estupros, latrocínios, cometidos por viciados e traficantes ????

    Desconsidera o DINHEIRO PÚBLICO gasto na repressão ao tráfico ???

    Desconsidera o DINHEIRO PÚBLICO gasto no REHAB dessas viciados ??

    DEMAGOGO !

    • sex, 04/11/2011 - 10:47
      jeová

      Meu amigo, voce já viu alguem sobre o efeito da maconha cometer tais delitos?

    • sex, 04/11/2011 - 23:07
      thoreau

      Amigo, leia a reportagem mais uma vez. A polêmica do ponto de vista tratado pelo Paulo Teixeira é exatamente essa: repressão não é eficiente! Todos esses fatores que você sugere serem "desconsiderados" seriam anulados através da REGULAMENTAÇÃO (e nao legalização) das drogas.
      Quer um exemplo? Lei seca dos Estados Unidos de 1930. Funcionou? Não, apenas deixou os mafiosos extremamente ricos. E o que aconteceu quando o álcool foi novamente liberado? A maior parte da máfia foi simplesmente anulada, certo?
      Tudo o que o Paulo Teixeira aponta é exatamente essa teimosia de pessoas de opinião formada por mídia manipuladora como você.
      p.s.: Você, como profundo entendedor do assunto – fato que explica todos os fundamentos de seus argumentos, deveria saber que a maconha não faz nenhuma pessoa atingir deliberadamente contra outra. Fato esse também exposto no texto e você nem ao menos criticou.
      PAZ!

  108. qua, 02/11/2011 - 10:27
    Maldoror

    Parabéns Paulo Teixeira pela sua lucidez…. o tema é complicado mas temos que descomplicar… como está não dá para ficar…

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