VIOMUNDO

“Mídia é cúmplice do governo Alckmin na crise da água em SP”

11 de novembro de 2014 às 22h54

Marzeni (2)-001alckmin

Marzeni Pereira da Silva: “A mídia ajudou o governador a acobertar as reais razões da crise hídrica”

por Conceição Lemes

Durante o primeiro semestre de 2014, a mídia corporativa praticamente ignorou a crise de abastecimento de água na Região Metropolitana de São Paulo.

E não foi por falta de alerta de especialistas.

Em 24 março, em entrevista ao Viomundo,o engenheiro Júlio Cerqueira César Neto, professor aposentado de Hidráulica e Saneamento da Escola Politécnica da USP, denunciou:

 “Apesar de o nível do sistema Cantareira diminuir dia após dia, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) insiste: o racionamento de água está descartado em São Paulo”.

“Só que o governador e a Sabesp já estão fazendo racionamento e dizem que não vão fazer. Ao não contar todas as coisas que está fazendo, o governador  mente”.

“O governador está  preocupado com o dia 5 de outubro. Ele acha que se falar em racionamento, a população não vai votar nele. Então começa a inventar uma série de jogadas demagógicas”.

 “Na verdade, o racionamento começou há mais de dois meses. A Sabesp já está cortando água em vários pontos da cidade de São Paulo e em municípios da região metropolitana, como Osasco, Guarulhos, São Caetano do Sul. Em português, o nome desses cortes é racionamento”.

“Só que essa forma de fazer o racionamento me parece completamente injusta, pois é  dirigida aos pobres; vão deixar os ricos para o fim”.

“O problema não é falta de chuvas, mas a falta de investimento em novos mananciais”.

 “A partir da década de 1990, a Sabesp aderiu ao modelo neoliberal e passou a buscar o lucro a qualquer custo, independentemente dos direitos fundamentais do homem. Assim,  deixou de considerar o saneamento básico como problema de saúde pública.  E passou a encará-lo como um negócio qualquer”

“A Sabesp se transformou num balcão de negócios. Sucesso total no mundo dos negócios, fracasso total no mundo sanitário, na saúde pública”.

Quase nove meses se passaram desde essa entrevista e Alckmin continua a rejeitar OFICIALMENTE a possibilidade de racionamento ou rodízio.

Mas a real realidade é outra.

Os moradores de São Paulo – principalmente os das periferias, entre os quais esta repórter se inclui — sabem que isso é mentira. Eu moro na Penha, Zona Leste da capital, e por volta das 19h a água some da torneira e só reaparece por volta das 7h do dia seguinte. Dia a após dia, há vários meses.

Curiosamente, a grande imprensa não detona Alckmin por isso. E, ainda, corrobora a versão do governador, jogando a culpa das costas de São Pedro.

“A mídia ajudou o governador a acobertar as reais razões da crise”, denuncia Marzeni Pereira da Silva. “Houve a clara preocupação de poupá-lo, relacionando a falta de água somente à estiagem.”

“No noticiário, a falta de água era atribuída somente à estiagem. Toda vez que a matéria falava em falta de água, ela vinha junto com a previsão do tempo, numa manobra para relacionar uma coisa à outra e não deixar espaço para questionamento”, observa Marzeni.

“Tudo era efeito do clima. Não havia a preocupação em mostrar que a crise hídrica decorria de falta de planejamento do governador Alckmin e de seu antecessor, José Serra.”

“A mídia é cúmplice do governo Alckmin na crise de abastecimento de água em São Paulo”, detona.

Marzeni Pereira da Silva é ativista sindical, trabalha com saneamento básico e integra a oposição no Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sintaema-SP). É membro da corrente LSR – Liberdade Socialismo e Revolução.

Eis a íntegra da nossa entrevista.

Viomundo – O governador culpa a falta de chuvas pela crise hídrica em São Paulo. Como trabalhador do setor de água e esgoto, você concorda?

Marzeni Pereira da Silva  – De jeito nenhum.

Viomundo – Por quê?

Marzeni Pereira da Silva – É verdade que estamos passando por uma estiagem bastante severa, mas por período curto, quando comparado a outras regiões do Brasil. Além disso, a estiagem é um fenômeno natural, que pode ocorrer em qualquer lugar e que não controlamos. Mas já é possível prevê-la e prevenir seus efeitos. Ou seja, precisa planejamento, coisa que aqui não houve.

Não é de hoje que os sistemas de abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo trabalham próximo ao limite. Há mais de uma década especialistas vêm alertando para o risco de colapso, pois há um crescimento substancial da demanda, sem contrapartida na disponibilidade.

Para piorar, as perdas por vazamentos na rede ainda são muito altas. Segundo a Aresp [Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo], estão em torno de 30%. Mesmo que fossem 20%, já seriam muito altas.

Pouca coisa foi feita no sentido de aumentar a capacidade das represas, melhorar a eficiência na distribuição, no desenvolvimento de novas opções de abastecimento e no uso diferenciado da água.

Nos últimos 20 anos, não houve a construção de um único sistema de tratamento de água na Região Metropolitana de São Paulo. Menos ainda na preservação e recuperação dos mananciais.

Viomundo – O governador mentiu para a sociedade?

Marzeni Pereira da Silva – Eu não tenho a menor dúvida que sim.  O tempo todo ele omitiu a gravidade do problema. Também deixou o entendimento de que não havia falta de água e nem a possibilidade de faltar.

Se considerarmos que 50% da população o reelegeu [teve 57% dos votos dos votos válidos], é porque confia nele. Portanto, se ele afirma que não tem risco de faltar água, essas pessoas tendem a acreditar. Fator que induz uma parcela da população a continuar desperdiçando.

No debate da Globo, por exemplo, Alckmin disse:

“… não está faltando água em São Paulo, não vai faltar água em São Paulo. Nós estamos trabalhando com planejamento, obras, investimento. As mudanças climáticas atingiram a Califórnia, atingiram a Austrália,  20% dos municípios dos estados brasileiros estão em estado de emergência ou de calamidade pública e nós aqui, com 22 milhões de pessoas, a 700 m de altitude, temos garantido abastecimento e temos uma grande reserva para frente e investimentos!

Só que, nessa data [30 de setembro], vários bairros da região metropolitana e da capital já estavam com frequente falta de água e cerca de 65% da primeira parcela do volume morto já tinham sido utilizados.

Portanto, uma situação muito delicada. Alckmin sabia que não tinha como garantir que não haveria falta de água e que sabia que havia risco de colapso total do sistema. Por outro lado, onde está a grande reserva de água que o governador afirmou ter no debate?

Viomundo – O que acha comportamento da mídia na crise hídrica paulista?

Marzeni Pereira da Silva – A grande mídia teve comportamento parcial o tempo todo. Ela teve a clara preocupação de poupar o governador.

Viomundo – De que forma?

Marzeni Pereira da Silva – No noticiário,a falta de água era atribuída somente à estiagem. Toda vez que uma matéria falava em falta de água, ela vinha a previsão do tempo junto.

Ou seja, uma maneira de relacionar uma coisa à outra e não deixar espaço para questionamento. Tudo era efeito do clima. Não havia a preocupação em mostrar que a crise hídrica decorria da falta de planejamento do governador e de seu antecessor, José Serra.

Viomundo — A mídia ajudou o governador acobertar as razões reais da crise?

Marzeni Pereira da Silva  — Claro! Não tenho dúvidas quanto a isso. A grande imprensa procurou passar à população o tempo todo que o problema era geral no país e que, aparentemente, nada poderia ter sido feito antes.

Pois bem, se nada poderia ter sido feito nos últimos 10 anos para evitar os efeitos de uma estiagem, então não tem solução, certo? Errado.

Não tem a curtíssimo prazo, como a situação atual exige. Mas a médio e longo prazo tem solução, sim!

Viomundo – Que medidas poderiam ter sido postas em prática e não foram?

Marzeni Pereira da Silva – Várias:

1. Fortalecimento da Sabesp, uma empresa de âmbito estadual, que tem o melhor corpo técnico e melhor estrutura. Portanto, é preciso eliminar a terceirização e isso implica contratação de quadro próprio. Já o lucro deve ser investido no saneamento e não ser desviado pagar dividendos.

Nos últimos 20 anos, foi feito exatamente o inverso: reduziu-se o número de empregados próprios de cerca 20 mil para 14 mil e terceirizou-se a maior parte dos serviços, comprometendo a qualidade. Além disso, parte do lucro que deveria ter sido aplicado no saneamento foi para os acionistas.

2. Aumentar a coleta e o tratamento dos esgotos e fazer o reuso planejado dessa água para diversos fins, essencialmente não potáveis. Não é razoável que, na região metropolitana mais rica do País, grande parte do esgoto ainda vá para os córregos.

3. Proteção e recuperação dos mananciais. Há conivência dos governos das diversas esferas quanto à ocupação das áreas de mananciais, e em alguns casos com construções de classe média. O próprio governo estadual ocupa essas áreas. Caso concreto é o traçado do Rodoanel Mario Covas, que passa por vários mananciais.

Faz-se necessário um plano habitacional que ofereça alternativa para as famílias pobres que moram em áreas de risco e de mananciais. Além disso, é preciso reflorestar e proteger o que restou das matas ciliares. Para que essas ações tenham sucesso, a especulação imobiliária tem que ser combatida fortemente.

Viomundo – A mídia foi cúmplice do governador na crise hídrica?

Marzeni Pereira da Silva – Evidentemente que sim. A mídia foi cúmplice, já que pouco ou quase nada divulgou sobre o histórico de deficiência no sistema de abastecimento de água.

Assisti várias reportagens e não vi nenhuma informando que o Cantareira quase secou entre 2003 e 2004. Naquela época, houve rodízio, foram provocadas chuvas artificiais e o governador era também o Alckmin.

Pouco se falou também sobre os compromissos firmados em 2004 para a concessão da outorga do Cantareira e que não foram cumpridos, como a construção de barragens na bacia do Rio Piracicaba, redução de dependência desse sistema, reuso de água, etc.

Outra coisa foi a conivência ou cumplicidade com a administração perigosa ou inconsequente da pouca água disponível, a partir do início do ano de 2014, em função da Copa do Mundo e dos interesses eleitorais.

Os especialistas em recursos hídricos, saúde pública e saneamento com os quais eu conversei foram unânimes em dizer que usar todo o estoque de água poderia ser perigoso. Ainda, que o correto seria tomar medidas para garantir, pelo menos, a segurança no abastecimento até março de 2015. A mídia deu pouca importância para isso.

Viomundo —  Um rodízio oficial que atingisse todos os moradores na Região Metropolitana de São Paulo?

Marzeni Pereira da Silva – Seria uma medida adequada. Transparência num caso tão sério quanto esse é essencial!

Viomundo – Tem leitor que a essa altura está dizendo: “Ah, mas está faltando água em outros estados…” O que diria a essas pessoas?

Marzeni Pereira da Silva — Até o momento não ouvi ninguém colocando a culpa pela falta de chuvas no governador ou na Sabesp, o que seria realmente absurdo.

Mas  o Alckmin tem culpa pela falta de planejamento voltado para os interesses da população, pela política de sucateamento da Sabesp com redução de pessoal e terceirização dos serviços. Portanto, pela falta de água Alckmin tem culpa, sim. Pela falta de chuva, não.

Viomundo – E agora?

Marzeni Pereira da Silva — Agora é hora de a população participar e dizer o que quer. Vejo duas maneiras de isso ocorrer: uma como indivíduo e outra como ser coletivo.

Como indivíduo, a pessoa pode mudar hábitos para reduzir o consumo, reusar a água e captar água de chuva para diversas atividades não potáveis. Para esta forma de participação já existem diversos materiais sendo distribuídos pela própria Sabesp e propaganda nos meios de comunicação.

Como ser coletivo, nós podemos exigir medidas de curto, médio e longo prazo. São medidas de muito maior efetividade e alcance.

Viomundo – Por exemplo.

Marzeni Pereira da Silva  — Há várias:

1. Em caráter de emergência, incentivo à coleta de água de chuva, com distribuição de hipoclorito, caixas d’água e filtros para a população de baixa renda. Distribuição prioritária de água para as casas, hospitais, postos de saúde, escolas e creches.

2. Construir comitês populares de luta pela água nos bairros, que tenham o direito de fiscalizar e deliberar sobre as prioridades do uso da água. Criação de um conselho estadual de usuários com representantes de movimentos urbanos, sindicatos e bairros afetados para fiscalizar e deliberar sobre as questões de abastecimento de água e saneamento.

3. Exigir a preservação e recuperação dos mananciais e nascentes. Um plano de reflorestamento. Plano habitacional que ofereça alternativa às famílias que moram em áreas de risco e combate à especulação imobiliária.

4. Combate às perdas de água com utilização de materiais mais modernos (como o PEAD*), com fim da terceirização e do cartel das empresas prestadoras de serviço.

5. Exigir coleta e tratamento de 100% dos esgotos e reuso planejado da água do esgoto tratado (para fins não potáveis).

6. Reestatização imediata da Sabesp e de outras empresas de saneamento, sob o controle e gestão dos trabalhadores. Todo o lucro da Sabesp e das outras empresas tem que ser investido no saneamento. Água não pode ser mercadoria!

7. Constituir uma Comissão Popular de Inquérito, composta por representantes dos movimentos sociais e trabalhadores da Sabesp e outras empresas de saneamento, para apurar a responsabilidade pela crise.

8. Pedir a responsabilização criminal do governo do Estado pela crise hídrica. Podemos ter uma crise de saúde pública, já temos danos irreversíveis ao meio ambiente e gente perdendo o emprego. E tudo isso poderia ter sido evitado!

*Polietileno de Alta Densidade

[A produção de conteúdo exclusivo só é possível graças à generosa colaboração de nossos leitores-assinantes. Torne–se um deles!]

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Júlio Cerqueira César: Alckmin e Sabesp já fazem racionamento de água

 

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Norberto

26/06/2016 - 14h16

Engraçado nem comenta nada que o consumo aumentou, novos prédios, novas casas e isso não ey conversado
A chuva não vai aumentar ao bel prazer politico e novos reservatórios que receberiam mais aguas não são feitos. Mas ma TV vem a propaganda enganosa.

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raquel

22/01/2015 - 20h56

Pois é…..

Minha tia tem um sitio na regiao de mogi das cruzes e nos anos de 2001/2002 em diante começaram a encher as represas na região de taiaçupeba e a cada quinze dias eu visitava o sitio e para encher a represa nao ERA NECESSÁRIO CHUVA !!! Agora esse governo vem colocAR A CULPA EM SÃO PEDRO !!!! isso é conversa pra boi dormir……

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Urbano

14/11/2014 - 18h39

O pig e a oposição ao Brasil forma uma dupla da subtração de bens alheios, tendo aquele o papel de tapia…

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    Urbano

    17/11/2014 - 15h31

    Ou a água não é um bem alheio e que a incompetência aliada à má fé a surrupiaram de um povo do Estado mais populoso do nosso país? Um crime dos mais hediondos já praticados pelos cretinos da oposição ao Brasil. A propósito, será que essa estiagem não vem a ser obra dos fascistas do Norte? Como tantas outras desgraças que já espalharam pelo mundo afora? Empenharam a humanidade terrena e a essas alturas já se tornaram vítimas também. É só observar a desgraceira que se expande dia após dia por lá.

Mauro Assis

14/11/2014 - 13h51

O principal remédio para acabar com a falta de água em SP é contratar funcionário na SABESP???? Putz, é cada uma…

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    abolicionista

    25/11/2014 - 10h41

    Não precisa contratar mais, basta trocar os tucanos de mercado que colocaram lá e colocar de volta os engenheiros com especialização na área.

Nelson

14/11/2014 - 10h23

A mídia não perde uma chance de nos empulhar.

Por isso, sugiro ao Azenha publicar aqui no Viomundo uma matéria sobre as confissões que o jornalista alemão, Udo Ulfkotte, faz no livro “Jornalismo Comprado”.

O sítio http://www.cartamaior.com.br já publicou uma matéria em http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Midia/Midia-europeia-e-pro-EUA-por-pressoes-da-CIA/12/32150.

No sítio espanhol, http://www.rebelion.org, (http://www.rebelion.org/noticia.php?id=191807) pode ser lida entrevista com o jornalista.

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tiao

13/11/2014 - 23h16

O cinismo da grande mídia continua.

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    SAMWISE

    14/11/2014 - 09h13

    O Governo Federal jamais contará com a complacência da mídia com que conta Alckmin… Os textos “A Conquista da Classe C” vem tratando da recomposição da base social do governo. Na segunda parte ele trata dos problemas de comunicação com a população que só se informa através da mídia tradicional. Recomendo a leitura!

    http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR2.html

Marat

13/11/2014 - 22h44

Nos elevadores de vários condomínios de luxo há pedidos de economia de água, e sempre está escrito que isso é por conta da seca… Creio que a seca seja de verdades, por parte da elite, e de competência, por parte do governo do Estado!

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Marat

13/11/2014 - 22h42

Esse é o verdadeiro toma-lá-dá-cá. Nem é preciso ser poeta para perceber!

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wendel

13/11/2014 - 15h44

Grande manchete !!!! Eu disse e repito – Quero ue me surpreendam com manchetes diferente desta midia prostituída !!!!
Fugindo um pouco do tema peço que publiquem, os jornalistas investigativos, tão raros hoje em dia, o que foi fazer o Alkimin nos Estados Unidos ?
Tem caroço neste angú, e esta viagem, logo após as eleições, me deixa com a pulga atrás das orelhas !!!!

Vamos ficar de olho !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Julio Silveira

13/11/2014 - 12h07

A maioria da cidadania paulista possui a síndrome do corno. Sabe que está sendo traído, mas mesmo assim prefere continuar com a infiel. Rsrsrsrs.

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Cláudio

13/11/2014 - 09h13

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

. . . . Lei de Mídias Já!!!! **** … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. **** … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

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Luís Carlos

12/11/2014 - 19h49

Conceição
Lamento por você e por todos em SP. Por outro lado, é claro que a brande mídia é cúmplice, silenciando, aliviando a pressão sobre o governo estadual. Praticamente baniu da pauta a gravação em que a presidente da SABESP dizia ter recebido ordens superiores para abafar o caso. Escândalo!

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Fabio Passos

12/11/2014 - 19h15

O PiG é o verdadeiro partido de alckmin.

Para resgatar São Paulo do caos é necessário derrotar o PiG.

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renato

12/11/2014 - 17h01

São Paulo a primeira Grande Metroplole a esfacelar-se pela agua.
Quer faltando que contaminada.
É o inicio do fim.
Quem tiver um exercito, bebera as ultimas gotas.

Responder

abolicionista

12/11/2014 - 16h23

Estudos da Unicamp mostram que tratamento da água não elimina contaminação

Pelo menos três estudos da Unicamp mostram que a água potável está contaminada por substâncias que não são legisladas. Ou seja, como a lei não exige, o tratamento não é feito pelas empresas.

O professor Wilson de Figueiredo Jardim, do Laboratório de Química Ambiental (LQA) do Instituto de Química, já orientou pesquisas que mostraram essa situação, que pode se agravar com o abastecimento da população com água proveniente do tratamento de esgoto, como pretende a Prefeitura de Campinas.

Pelo menos dois estudos foram feitos em Campinas, em 2006 e 2011 e outro sobre as capitais brasileiras, em 2012.

Os principais contaminantes pesquisados na Unicamp, que não são analisados para considerar uma água potável, são os fármacos (princípios ativos de remédios), hormônios sexuais e produtos industriais. As substâncias hormonais são chamados ‘interferentes endócrinos’, o que pode alterar o funcionamento das glândulas de animais e seres humanos. Em 2006, uma pesquisa orientada pelo Wilson de Figueiredo Jardim, detectou vários hormônios como estrona, estradiol, progesterona, hormônio similar à testosterona e outros, além de fármacos usados pela população como diclofenaco, dipirona, paracetamol e outros, além de produtos químicos.

Em outro estudo, de 2011, verificou-se os hormônios tanto na água da captação quanto na tratada, a partir de amostras coletadas da Bacia do Rio Atibaia. A pesquisa constatou que os sistemas de tratamento utilizados atualmente não são suficientes para eliminar da água que chega à torneira das residências uma série de contaminantes, entre eles o estrógeno, popularmente conhecido como hormônio feminino. Expelida pelo organismo, essa substância, na forma natural ou sintética (presente nas pílulas anticoncepcionais), vai parar nos mananciais através do esgoto doméstico. “Este composto tem a capacidade de afetar o sistema endócrino de animais aquáticos, como os peixes. Ainda não sabemos, porém, qual o seu efeito no organismo humano. De toda forma, é uma situação preocupante”, afirmou o professor Wilson de Figueiredo Jardim, orientador da pesquisa ao jornal da Unicamp.

Em um estudo de 2012, foram analisadas a água em 16 capitais brasileiras, onde vivem aproximadamente 40 milhões de pessoas, para analisar a contaminação por substâncias ainda não legisladas, mas que podem ser potencialmente nocivas à saúde humana. Os pesquisadores identificaram a presença de cafeína em todas as 49 amostras coletadas no cavalete (cano de entrada) de residências espalhadas pelas cinco regiões do país. Para o professor Wilson Jardim, esse dado é relevante, pois a cafeína funciona como uma espécie de traçador da eficiência das estações de tratamento de água. Ou seja, onde a cafeína está presente, há grande probabilidade da presença de outros contaminantes.

Além de cafeína, os pesquisadores também encontraram concentrações de atrazina (herbicida), fenolftaleína (laxante) e triclosan (substância presente em produtos de higiene pessoal).

Fonte: http://cartacampinas.com.br/2014/11/estudos-da-unicamp-mostram-que-tratamento-da-agua-nao-elimina-contaminacao/

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Lilica

12/11/2014 - 16h18

Os paulistas acreditam piamente em tudo o que Alckimin e a mídia dizem. Fazer o que? Eu sou paulista mas faço parte da minoria que reconhece a culpa do PSDB, e aí? Fica assim mesmo e daqui 4 anos, vem o netinho do Mario Covas substituir Alckimin e ganha viu!

Responder

Romanelli

12/11/2014 - 10h16

discordo concordando ..a falta de água é SIM, hoje, aqui, devido a estiagem.

Tivesse sido inciado um revesamento mais agressivo e a economia do país poderia ter entrado em COLAPSO ..e não que não vá, sou que hoje, por culpa da DILMA

Os alertas começaram em fev ..desde março ou abril recebo descontos na conta

Embora todos os pontos levantados pelo entrevistado caminham na direção certa, penso que a população e os movimentos ditos sociais (sociopatas) tem muito da culpa tb:

Culpa quando jogam lixo na rua e riachos, nos rios ..quando INVADEM áreas reservadas a mananciais e dizem que de lá não saem ..quando USAM aquecimento a GÁS que, só pra esquentar a água que desce por uma COLUNA dum prédio, gastam MUITO MAIS do que quem usa chuveiro elétrico ..e por aí vai

a propósito, falar em se PLANTAR árvore por todas as avenidas e eixos centrais, por todas as estradas que chegam na capital, por ruas e “alamedas” ..ou em se gramar aqueles espaços ESTÚPIDOS de concreto puro do Niemeyer, disso ninguém vai falar ?

Responder

    Eduardo

    12/11/2014 - 14h44

    Não tem um monte de gente questionando o que se passa na cabeça de grande parte dos paulistas?
    Sugiro (quem tiver estomago extra-forte) fazer uma longa entrevista com esse Romanelli pra entender a cabeça do Paulista
    Acaba de ler que o govenrno estadual não fez NADA em 20 (VINTE!!) anos e começa o comentário afirmando que a culpa é, sim, da estiagem!
    Claro, termina no senso-comum de culpar a população…

    Romanelli

    12/11/2014 - 17h02

    Não precisa me entrevistar não, afinal, vocês são o POLVO, vocês entendem o POLVO não ..aquele que invade, picha, toma, arrependa, interdita.

    Continuem vivendo o presente, desprezando o futuro e repassando o passado ..continuem tratando GATUNO como herói ..continuem tentando regular propriedade, quando o problema é de ÉTICA ..continuem tentando explicar seus pecados pelos dos outros.

    Continuem mentindo, não cumprindo, adiando, aditivando, comissionando, escondendo por ex, que vocês entenderam como “eu penso”.

    Inventem, denigram ou desconstruam, xinguem e não apresentem propostas (pior, não se comprometam nem respondam pelos desvios) ..continuem governando com RACISMO e SEXISMOS, com o fígado

    ..continuem mandando seus principais LÍDERES aqui de SP pra PAPUDA ..continuem elegendo deputado ligado a doleiro, ao PCC ou assassino ..ou construindo ciclovias desertas e que já desbotam com as 1as chuvas ..continuam oferecendo ÔNIBUS puadinho como solução pra mobilidade, ou impedindo e atrapalhando a vida de quem comprou e ainda nem pagou o carro

    .continuem tentando enganar os jovens, mas ignorantes os que tem mais de 30 e sabem muito bem que esta estiagem é MUITO SÉRIA e, em parte, vinda pelos desmatamentos que seu governo federal de 12 anos não deu conta

    enfim, continuem cobrando com churrasquinho, metrô não no GRAJAÚ, mas ´ra HIGIENÓPOLIS que já conta com 8 estações próximas, só pra “aterrorizar” os grã finos e ficar fazendo gracinha.

    EM tempo, hoje o país, com DILMA, derrete, esta FALINDO ..ela esta destruindo o pouco que LULA I nos deixou ..derrete nos índices de geração de emprego, desemprego, renda e miséria ..derrete nas contas internas e externas, no PIB e nos investimentos que eram pra ONTEM ..derrete na falta de perspectiva, nas contas explodidas, nos jeitinhos, desmatamento e no risco de ainda nos faltar energia ..derrete, e começa por SP

    enfim, continuem tentando defender uma líder que foi omissa, conivente e/ou incompetente e que sequer soube detectar um desvio BILIONÁRIO em estatal que hoje destrói o FGTS da classe média´, empresa que ora estava sob sua guarda como presidente do conselho, ministra da energia, da casa civil, ou mesmo como presidente

    então, não precisa entrevistar não ..basta se informar e ter como inspiração não só a história e experiência, como inúmeras fontes de informação pra vc entender como “esse” Romanelli pensa

    abolicionista

    12/11/2014 - 22h41

    É o que acontece quando a gente lê exclusivamente os panfletos produzidos pelo PIG.

    Fernando

    13/11/2014 - 20h01

    Nem todo paulista bateu com a cabeça na parede, amigo! Esse aí é ponto fora da curva, caso grave…

    abolicionista

    12/11/2014 - 16h17

    Desculpe, mas a permissão para que a Sabesp retire água do Cantareira foi renovada há dez anos, quando o atual governador Alckmin ocupava o mesmo cargo. Na época, já se previa no contrato de outorga buscar formas de reduzir a dependência da região da capital, que é abastecida por outros três sistemas – o Alto Tietê, Guarapiranga e Rio Claro -, em relação ao Cantareira.

    O governo estadual já havia sido alertado da fragilidade do sistema em 2009, durante a administração de José Serra, que é do mesmo partido do atual governador Geraldo Alckmin, o PSDB. Um documento produzido pela Fundação de Apoio à USP, o relatório final do Plano da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, destacava que o Cantareira tinha um “déficit de grande magnitude” e aconselhava que medidas fossem tomadas para evitar seu colapso.

    A própria Sabesp já alertava (os acionistas, não a população, é claro), em 1994, para um provável período de escassez após realizar uma análise do regime hídrico e sua série estatística, recomendando que a companhia se preparasse para esse momento. Entretanto, nessa mesma época a Sabesp começava a aderir ao modelo administrativo neoliberal, enfiado goela abaixo dos serviços públicos paulistas pelos tucanos, promovendo mudanças nos quadros da companhia e lotando de economistas e administradores de empresa setores estratégicos como gerências de operação e superintendências regionais. Ou seja, a Sabesp, através da política do Governo do Estado de São Paulo, é transformada em uma empresa que visa o lucro antes de qualquer coisa e deixa de lado a ideia do saneamento como uma importante questão para a saúde pública, tendo a água como um mero produto distribuído pela companhia.

    Conclusão, se você quer pagar para beber merda envenenada (desculpe as palavras fortes, mas é literalmente disso que se trata), o problema é seu. Eu vou pra rua exigir meus direitos.

    abolicionista

    12/11/2014 - 16h19

    Como, aliás, é meu direito constitucional (embora São Paulo ignore a Carta Magna).

    Romanelli

    12/11/2014 - 17h12

    SP não ignora a Carta MaGda ..é MAGDA que ignora SP

    é ela que nos faz bancar 42% dos recursos da União e receber só 11% em troca

    é ela que nos iguala em poder de voto e palavra no SENADO, SP, um Estado com 45 milhões de habitantes a RR, um “bairro de 450 mil pessoas ..ou, nós como sendo 23% do BRASIL, com outros que representam 0,23%

    fossem realmente sérios e os esquerdopatas e pogreÇistas estariam pensando e lutando por isso, UM HOMEM um voto ..mas MAGINA, justo agora que eles conseguiram ENCABRESTAR os atrasados do N/NE, você acha que eles vão querer dar a quantidade certa de cidadania isonômica pro Sul SE ?!

    abolicionista

    12/11/2014 - 16h21

    Algumas fontes, para evitar escrever tanta besteira, caro Romanelli:

    Balanço Patrimonial Sabesp. Disponível em: http://br.advfn.com/bolsa-de-valores/bovespa/sabesp-SBSP3/balanco

    Conflitos no Campo Brasil 2013. Comissão Pastoral da Terra. Disponível em: http://cptnacional.org.br/index.php/component/jdownloads/finish/43-conflitos-no-campo-brasil-publicacao/344-conflitos-no-campo-brasil-2013?Itemid=23

    Copa em São Paulo? Vai ter. Água a gente não sabe. Entenda o problema do sistema Cantareira. Disponível em: http://gizmodo.uol.com.br/giz-explica-agua-sistema-cantareira/

    Especialistas: não há solução de curto prazo para abastecimento de água em SP. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/CONSUMIDOR/465259-ESPECIALISTAS-NAO-HA-SOLUCAO-DE-CURTO-PRAZO-PARA-ABASTECIMENTO-DE-AGUA-EM-SP.html

    Júlio Cerqueira César: Alckmin e Sabesp já fazem racionamento de água. Disponível em: http://www.viomundo.com.br/denuncias/julio-cerqueira-cesar-alckmin-e-sabesp-ja-estao-fazendo-racionamento-de-agua-ha-mais-de-2-meses-ele-e-dirigido-aos-pobres.html

    No país, 32% afirmam ter sofrido falta d’água nos últimos 30 dias. Folha de S. Paulo. 10 de junho de 2014. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/06/1467727-no-pais-32-afirmam-ter-sofrido-falta-dagua-nos-ultimos-30-dias.shtml

    ‘Volume morto’ do Cantareira ameaça espécies de extinção. Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,volume-morto-do-cantareira-ameaca-especies-de-extincao,1149996,0.htm

    Léo

    12/11/2014 - 16h33

    Você acredita mesmo no que disse?
    A estiagem é um fator menor nesse descaso do governo de SP, já que vem sendo alertado a cerca de anos.
    Se você culpa a Dilma Pena, ela só cumpre ordens de chefias da ex-estatal Sabesp e do governador, já que o “Estado menor” tem cerca de metade das ações. Se culpa a presidenta do Brasil errou e feio, afinal ela como representante maior do Estado, só pode destinar verbas ou ajuda.
    Já viu o que cerca a cantareira? Não é só de invasores pobres ou desinformados, lá tem condominios de luxo!

    Romanelli

    12/11/2014 - 18h10

    não se preocupe, minha FOICE corta longe ..o que não posso é fulanizar um problema que foi causado por MILHÕES

    já faz uns 2 meses eu escrevi isso aqui, aqui meso

    EU ACUSO !!!

    Acuso a SABESP e TODAS as companhias de saneamento de cobrarem, mas de não limparem nossos rios desde a década de 70 ..de não canalizarem nossos esgotos ..de poluírem nossos mananciais.

    Acuso-as de não darem manutenção na rede, de fazer com que 30% da água tratada se perca.

    Acuso as PREFEITURAS de permitirem a invasão CRIMINOSA dos MAL ditos movimentos populares e das obras SEM planejamento

    ..acuso os fiscais, engenheiros, arquitetos e técnicos diversos que receberam ou deram propina pra se fazerem de rogados.

    Acuso o GOVERNO FEDERAL de estar PASSIVO e leniente diante desta insofismável catástrofe climática MUNDIAL.

    ..acuso-o de ser IRRESPONSÁVEL diante desta insegurança hídrica anunciada há ANOS

    ..acuso-o de estar desorientado diante do imponderável ..de não nos construir reservatórios e aquedutos que nos ligassem e regulassem de Leste a Oeste e de Norte a Sul.

    Acuso nossos empresários do AGRONEGÓCIO que se valem de pivotantes, que desprezam técnicas gotejantes, eles que se servem fartamente da natureza enquanto negam à ela a chance de poder se reerguer.

    Acuso as empresas intensivas no uso de água que coletam-na límpida e a devolvem fétida e opaca.

    Acuso TODA nossa classe política, de todos os Ps, esta que acompanhada de suas súcias e parentes se preocupa muito mais com suas contas correntes do que garantir-nos deste recurso imprescindível à sobrevivência.

    Acuso, acuso sim, de dedo em riste.

    Inclusive acuso boa parte da população que passa sua vida desperdiçando desde líquido e deixando ao vizinho o dever de se conter em exageros e desperdícios.

    Bem, dito tudo isso, acuso o MP e JUSTIÇA que esperam burocrática e preguiçosamente sob suas togas e estabilidades, que um mal maior aconteça.

    Afinal, BANDO de FDP (Fiéis Depositários da Pátria), quem efetivamente vai começar a arregaçar as mangas e convocar o exército, a Petrobrás e demais empresários pra que eles comecem o quanto antes a nos construir, em TEMPO RECORDE, de aquedutos que recomponham, nem que minimamente, os reservatórios de TODA REGIÃO SUDESTE ?

    Será que teremos que esperar as “consultas” públicas da Marina, os laudos do Ministério do 1/4 de Meio Ambiente, as reuniões da Dilma com a sua meia centena de ministérios, os técnicos americanos do Aócio, ou a opinião dos palpiteiros da ONU pra nos acudir, hein ?

    Pelo amor de deus, o que estes grupos de IMPRESTÁVEIS e inservíveis brasileiros estão esperando ? Será que eles acham que a população, COM SEDE e IMUNDA, diante duma crise SEM precedentes, fedendo, vai querer saber de quem é a culpa ?

    ps – hoje os Andes, Alpes, Ártico, Picos da Ásia e Africa derretem ..nossos reservatórios estão BAIXOS em todo país ..a Antártida aumentou seu volume de gelo como nunca se tinha registrada (o que diminui a água suspensa e a umidade pro BR/Austrália) ..as matas nos diversos continentes queimam, desaparecem ..e vocês acham que a culpa é do Alckimin ..pior, nem uma palavrinha pros coligados cariocas que tb não fizeram a sua parte e prometem secar antes de SP ? ..oras vá…

    EM julho fui ao MG, GO, MS, oeste de Sp, TODOS diziam que nunca tinham visto um Araguaia tão raso, um rio Cuiba tão miúdo ou um Paraná de margens tão extensas ..e a culpa é do Ackimin ? ..oras vá !!!

    Mesmo se este governador tivesse se antecipado e parado SP, e junto com ele o país em 2014 (ai vocês o acusariam de golpe e de querer prejudicar o desgoverno de Dilma, não é verdade ??), mesmo assim não teria adiantado, a coisa esta feia cumpadi, e não é de hoje ..aqui antes era terra da garoa, lembra ? ..desde que LULA e ocs companheiros INVADIRAM o Bristão ou o Riacho grande pras suas churrascadas, nos anos 70, desde lá a garoa sumiu..

Maria Libia

12/11/2014 - 09h08

Se os da Higienópolis estão pensando que não serão atingidos, enganados estão. Não adianta comprar água engarrafada pois não existe legislação que obrigue fiscalização no setor. Portanto, beber coleiforme fecal engarrafado, talvez seja mais chique, mas não higiênico. Sempre achei que paulista tinha merda na cabeça, hoje, com certeza, tem no corpo todo.

Responder

FrancoAtirador

12/11/2014 - 04h49

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A Única Solução aos Paulistas é Tratar o Esgoto

das Redações de Jornais e Revistas de São Paulo.
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Responder

    Hell Back

    14/11/2014 - 18h06

    Não dá prá tratar esse esgoto dessas publicações, porque o tratamento não consegue tirar o ranço das ditaduras passadas.

    abolicionista

    25/11/2014 - 10h43

    Boa, Franco. Mas acho que é melhor acabar de vez com esses poços de ódio e encontrar novas nascentes.

Adilson

12/11/2014 - 03h26

O Jornal do SBT está fazendo uma série de reporcagem demonstrando a seca pela qual a Flórida nos EUA passa. Ocorre que o SBT quer fazer crer que as causas da seca na Flrida são as mesmas de São Paulo. Não são, eis que no Estado americano não chove há mais de 3 anos e não ocorreu falta de água por falta de governança, muoto menos as autoridades são irresponsáveis ao ponto de privilegiar os acionistas em detrimento do contribuinte.
Em suma, a falta de água na Flórida não tem nada haver com a falta de àgua em São Paulo.

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