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Diário da Resistência


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Wall Street: Rompendo 30 anos de controle sobre a imaginação humana


08/10/2011 - 18h23

Occupy Wall Street redescobre a imaginação radical

David Graeber, no jornal britânico Guardian

Os jovens que protestam em Wall Street e além rejeitam esta ordem econômica vã. Eles vieram para resgatar o futuro

Por que as pessoas estão ocupando Wall Street? Por que a ocupação — apesar da mais recente repressão policial — espalhou fagulhas através dos Estados Unidos, inspirando em alguns dias centenas de pessoas a mandar pizzas, dinheiro, equipamento e, agora, a começar seus próprios movimentos chamados OccupyChicago, OccupyFlorida, Occupy Denver ou Occupy LA?

Existem razões óbvias. Estamos vendo o começo de uma desafiadora auto-afirmação de uma nova geração de norte-americanos, uma geração que está vendo um futuro de educação sem emprego, sem futuro, mas sob o peso de uma dívida enorme e sem perdão. A maioria, descobri, é da classe trabalhadora ou de origem modesta, meninos e meninas que fizeram tudo o que foi recomendado a eles: estudaram, entraram na faculdade, e agora não apenas estão sendo punidos, mas humilhados — diante da perspectiva de serem tratados como zeros à esquerda, moralmente reprovados.

É realmente surpreendente que eles gostariam de trocar uma palavra com os magnatas financeiros que roubaram seu futuro?

Assim como na Europa, estamos vendo o resultado colossal de um fracasso. Os ocupantes são pessoas cheias de ideias, cujas energias uma sociedade saudável deveria aproveitar para melhorar a vida de todos. Em vez disso, elas estão usando a energia em busca de ideias para derrubar todo o sistema.

Mas o fracasso maior aqui é da imaginação. O que estamos testemunhando pode ser também uma demanda para finalmente ter um debate que todos nós supostamente deveríamos ter tido em 2008. Aquele era um momento, depois do quase-colapso da arquitetura financeira do mundo, em que qualquer coisa parecia possível.

Tudo o que havia sido dito a nós nas décadas anteriores provou-se mentira. Os mercados não eram auto-reguláveis; os criadores de instrumentos financeiros não eram gênios infalíveis; e as dívidas não tinham de ser verdadeiramente pagas — na verdade, o dinheiro em si mostrou-se um instrumento político, trilhões de dólares podendo ser inventados durante a noite quando os bancos centrais ou governos assim quisessem. Mesmo a [revista britânica] Economist deu manchetes como “Capitalismo: Foi uma boa ideia?”.

Parecia o tempo para repensar tudo: a própria natureza dos mercados, do dinheiro, da dívida; de se perguntar para que serve uma ‘economia’. Isso durou talvez duas semanas. Então, numa das mais colossais faltas de coragem histórica, nós todos, coletivamente, colocamos nossas mãos sobre as orelhas e tratamos de tentar colocar as coisas o mais próximas do que tinham sido antes.

Talvez não seja surpreendente. Está se tornando crescentemente óbvio que a verdadeira prioridade daqueles que dirigiram o mundo nas últimas décadas não era criar uma forma viável de capitalismo, mas, em vez disso, nos convencer de que a atual forma de capitalismo é a única forma possível de sistema econômico, e que seus defeitos, portanto, são irrelevantes. Desta forma, todos assistimos sentados enquanto o aparato desaba.

O que aprendemos agora é que a crise econômica dos anos 70 na verdade nunca acabou. Foi superada com crédito barato e pilhagem maciça no Exterior — esta última, de nome “crise da dívida do Terceiro Mundo”. Mas o sul global lutou de volta. O movimento de ‘alter-globalização’ foi, no fim das contas, bem sucedido: o Fundo Monetário Internacional foi expulso do Leste da Ásia e da América Latina, assim como agora está sendo expulso do Oriente Médio. Como resultado, a crise da dívida chegou à Europa e à América do Norte, repleta do mesmo tipo de solução: declare uma crise financeira, indique tecnocratas supostamente neutros para gerenciá-la e em seguida se engaje numa orgia de pilhagem em nome da ‘austeridade’.

A forma de resistência que emergiu parece marcadamente similar ao velho movimento de justiça global, também: vemos a rejeição da antiga política partidária, a adoção da mesma diversidade radical, a mesma ênfase em inventar novas formas de democracia de baixo para cima. O que é diferente é o alvo: se em 2000 os protestos eram dirigidos ao poder das novas burocracias planetárias sem precedentes (Organização Mundial do Comércio, FMI, Banco Mundial, Nafta), instituições que não prestavam contas democraticamente, que existem apenas para servir aos interesses do capital transnacional; agora, é contra toda a classe política de países como a Grécia, a Espanha e agora, os Estados Unidos — exatamente pelas mesmas razões. É por isso que os manifestantes tem hesitado em fazer demandas formais, já que isso significa o reconhecimento implícito dos políticos contra os quais eles se revoltam.

Quando a história for finalmente escrita, no entanto, é provável que todo este tumulto — começando com a Primavera árabe — será lembrado como o tiro de largada de uma onda de negociações sobre a dissolução do Império Norte-Americano. Trinta anos de insistente prioridade na propaganda sobre a substância, do solapamento de qualquer coisa que pudesse parecer base política de uma oposição, pode fazer parecer aos jovens manifestantes que suas perspectivas são sombrias; e está claro que os ricos estão determinados a garantir uma fatia tão grande quanto possível das sobras, jogando uma geração inteira de jovens aos lobos para garantir isso; mas a História não está do lado deles.

Talvez seja bom a gente considerar as consequências do colapso dos impérios coloniais europeus. Não levou ao sucesso dos ricos em agarrar toda a comida disponível, mas à criação do estado de bem-estar social. Não sabemos exatamente o que vai acontecer agora. Mas se os ocupantes finalmente conseguirem romper o controle exercido durante 30 anos sobre a imaginação humana, como aconteceu nas primeiras semanas depois de setembro de 2008, tudo vai novamente estar em jogo — e os manifestantes de Wall Street e de outras cidades dos Estados Unidos terão feito por nós o maior dos favores.

PS do Viomundo: O movimento já atingiu 1015 cidades dos Estados Unidos.

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101 comentários

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E7ERTYN1O6IC

23 de outubro de 2011 às 23h25

quando começar o quebra quebra mundial, todos vão intender como as pessoas que estão se revoltando estão sendo usadas
assim que eles tiverem a possibilidade, eles vão ter motivos para cortar os direitos do povo, isso se existirem direitos. isso que vamos ver sera o fim da democracia. Somos a maioria, mais eles tem meios de lidar com multidões, eles sempre pesquisaram armamentos que nós nem fazemos ideia que existam, a terceira guerra mundial não é contra países é contra nós o povo
a ONU é outra organização suja e imunda, em breve vcs verão a ditadura mundial que esta por vir
não sou um louco conspiracionista, sou apenas mais uma pessoa que não acredita nas coisas e tende a investigar as coisas, não quero que acreditem na minha palavra
quero muito que vocês meus caros colegas abram os olhos, pesquisem, estudem, sejam críticos
e cuidado tem muita ovelha negra nesse meio, não se enganem

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    Massoueu

    08 de maio de 2012 às 22h34

    Concordo contigo, espero que possamos pensar em algo para evitar este desfecho iminente!Que as aves de rapina de wall street sejam abatidas em pleno vôo!

Mário SF Aives

11 de outubro de 2011 às 00h16

We are the 99 percent! They are 1%!
Fonte: http://baixacultura.org/2011/10/03/nos-somos-os-9…
Saiu o primeiro comunicado oficial do #occupywallstreet. E também a sua tradução para o português, a cargo de Idelber Avelar, publicado na Revista Fórum e reproduzido aqui abaixo:
Este comunicado foi votado unanimemente pelos membros do Ocupar Wall Street, por volta das 20:00 do dia 29 de setembro. É nosso primeiro documento oficial. Temos outros três em preparação, que provavelmente serão lançados nos próximos dias: 1) uma declaração de demandas do movimento; 2) princípios de solidariedade; 3) documentação sobre como formar o seu próprio Grupo de Ocupação de Democracia Direta.
Este é um documento vivo. Você pode receber uma cópia oficial da última versão pelo e-mail [email protected]
Ao nos reunirmos em solidariedade para expressar um sentimento de injustiça massiva, não devemos perder de vista aquilo que nos reuniu. Escrevemos para que todas as pessoas que se sentem atingidas pelas forças corporativas do mundo saibam que somos suas aliadas.
Unidos como povo, reconhecemos a realidade: que o futuro da raça humana exige a cooperação de seus membros; que nosso sistema deve proteger nossos direitos e que, ante a corrupção desse sistema, resta aos indivíduos a proteção de seus próprios direitos e daquelas de seus vizinhos; que um governo democrático deriva seu justo poder do povo, mas as corporações não pedem permissão para extrair riqueza do povo e da Terra; e que nenhuma democracia real é atingível quando o processo é determinado pelo poder econômico. Nós nos aproximamos de vocês num momento em que as corporações, que colocam o lucro antes das pessoas, o interesse próprio antes da justiça, e a opressão antes da igualdade, controlam nosso governo. Nós nos reunimos aqui, pacificamente, em assembleia, como é de direito nosso, para tornar esses fatos públicos.
Elas tomaram nossas casas através de um processo de liquidação ilegal, apesar de que não eram donos da hipoteca original.
Elas receberam impunemente socorro financeiro tirado dos contribuintes, e continuam dando bônus exorbitantes a seus executivos.
Elas perpetuaram a desigualdade e a discriminação no local de trabalho, baseados em idade, cor da pele, sexo, identidade de gênero e orientação sexual.
Elas envenenaram a oferta de comida pela negligência e destruíram a agricultura familiar através do monopólio.
Elas lucraram com a tortura, o confinamento e o tratamento cruel de incontáveis animais não-humanos, e deliberadamente escondem essas práticas.
Elas continuamente arrancaram dos empregados o direito de negociar melhores salários e condições de trabalho mais seguras.
Elas mantiveram os estudantes reféns com dezenas de milhares de dólares em dívidas pela educação, que é, em si mesma, um direito humano.
Elas consistentemente terceirizaram o trabalho e usaram essa terceirização como alavanca para cortar salários e assistência médica dos trabalhadores.
Elas influenciaram os tribunais para que tivessem os mesmos direitos que os seres humanos, sem qualquer das culpabilidades ou responsabilidades.

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Robert

10 de outubro de 2011 às 15h55

cariocas-farao-faxina-na-tv-globo abaixo uma rede de comunicação manipuladora e mentirosa que detem uma concessao publica para existir e deve ser debatida em que grau atende aos interesses dos brasileiros http://altamiroborges.blogspot.com/2011/10/carioc…

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Elisabelth

10 de outubro de 2011 às 15h05

Uau!! estou adoro os jornalistas britânicos!! Adorando ver a diversidade de opiniões na imprensa da Inglaterra… Não tem aquele tom blasé dos artigos espanhóis e franceses e muito menos o jeito hipócrita dos jornais americanos e "mídia paulistana"… É dedo no olho e chute na canela!!! Kkkk Sem a famosa fleuma e mas muita destruidora ironia !! Algumas pessoas estão ainda míopes diante destas manifestações do povo no mundo todo!! Dizem que nõ é política …Eu discordo!! É política e POLITICA com letras maiúscula!! pode não ser organizado..mas é reivindicatória e se posicionando com a situação das coisas no mundo!! Só de posicionar contra o estado de coisas já [e um fato político!! Há muito tempo sem escrever aqui , no “vi o mundo”… Apenas lendo os artigos!! Já disse que 2011 será um novo 1968, agora eu digo mais.. é só começo de grande debate mundial sobre POLITICA!! que reinfunde a POLITICA , que reinfunde a economia, Reinfunde mundo!! E acabe com FMI e banco mundial no mundo … Sul, árabes e oriente já deram seu recados!! Fim para o velhos donos do mundo!! Que as nações sejam dos seus povos! Viva as nações fortes e fim da idéia potencias no mundo!!

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beattrice

10 de outubro de 2011 às 14h25

"Talvez seja bom a gente considerar as consequências do colapso dos impérios coloniais europeus. Não levou ao sucesso dos ricos em agarrar toda a comida disponível, mas à criação do estado de bem-estar social."
Estamos às portas de um novo CONTRATO SOCIAL, as bases dele quem viver verá.

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ZePovinho

10 de outubro de 2011 às 13h57

— "Ocupe o Copom : Wall Street é aqui" —

METALÚRGICOS LIDERAM MOBIZAÇÃO PELA QUEDA DOS JUROS

"O Brasil é um caso único na história econômica de prática de taxa de juros reais de dois dígitos por 16 anos seguidos, de 1991 a 2006 (…) No final de 2008 (…) o Brasil agiu na contramão do mundo e manteve a taxa em 13,75% a.a. O BC só foi reduzir a taxa em janeiro, 4 meses depois da crise se abater sobre o mundo trazendo uma contração na produção industrial brasileira de mais de 20%. Um país como o Brasil, com urgente necessidade de crescer e se desenvolver, não pode se dar ao luxo de transferir enormes volumes de capital na forma de renda improdutiva (…) Cerca de 36% do Orçamento Geral da União são destinados ao pagamento de encargos da dívida, recursos estes que poderiam atender as enormes carências de infraestrutura, saúde, transporte, educação etc"
(trechos do manifesto organizado pelos Sindicatos metalúrgicos do ABC e de São Paulo, que será lançado dia 18/10, véspera da reunião do COPOM, com assinaturas de economistas, lideranças populares e entidades da indústria).
(Carta Maior; 2ª feira, 10/10/ 2011)

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claudete

10 de outubro de 2011 às 13h08

Diante de tudo o que está acontecendo só resta afirmar
Marx tinha razão

Responder

Hans Bintje

10 de outubro de 2011 às 11h46

Azenha:

### Fora de tópico – início

A mulher da foto que ilustra a reportagem é linda e ainda recita Goethe.

Uma pessoa assim é para pedir em CASAMENTO.

### Fora de tópico – fim

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eunice

10 de outubro de 2011 às 09h00

Sim. Mas comece a fazer seu chat em ingles e ver o que essa turminha pensa. No aperto, eles votam em quem nos tira para dar a eles. Como sempre.

Responder

eunice

10 de outubro de 2011 às 08h58

A palavra mais usada pelo Banco Central e Min. da Economia no governo do PSDB foi "austeridade".
Pensemos nisto durante a eleição.

Responder

augusto

10 de outubro de 2011 às 08h53

"dois Americanos ganham premio Nobel de Economia".
A manchete é singela. Por terem estudado os reflexos das politicas de governo sobre a Economia.
Entendi.
Pergunta mais singela ainda: A banca examinadora do nobel ja cogitou em dar um premio
aos economistas que estudaram os reflexos das politicas do cassino financeiro-e Wall St sobre a Economia?
Eu não tô sugerindo o premio para o Timothy Geithner, embora seja exatamente o que ele faz.

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Renato

10 de outubro de 2011 às 07h51

O pessoal aqui está comemorando com o "Fim do Capitalismo". O Capitalismo se reinventa.

Responder

cronopio

09 de outubro de 2011 às 23h00

O dinheiro é um bem público!

Responder

FrancoAtirador

09 de outubro de 2011 às 22h51

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Ativistas acampam em Bruxelas

Após terem tentado pernoitar num espaço público em Bruxelas, Bélgica, quase cinco dezenas de ativistas foram detidos pelas autoridades tendo sido libertados após doze horas.

Para esta semana estão marcadas inúmeras iniciativas de mobilização para a manifestação internacional de 15 de Outubro.

Este sábado, perto de 200 ativistas provenientes de Espanha, Itália e França chegaram a Bruxelas para poderem participar na manifestação internacional convocada para o próximo sábado, dia 15.

O intuito dos ativistas seria acampar durante a próxima semana no parque Elisabeth, de forma a promoverem ações de sensibilização na capital perto da basílica nacional, contudo, durante a noite, 48 manifestantes foram detidos por não terem permissão para pernoitar no local, tendo sido libertados após doze horas.

De acordo com o jornal El Pais, os ativistas estão agora instalados num edifício desocupado na Universidade de Flandres e esperam ser recebidos entre terça e quarta-feira no Parlamento europeu.

<img src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/400xY/espanha1_0.JPG">

Esquerda.Net

Responder

David

09 de outubro de 2011 às 19h56

Esse movimenrto não sabe bem oq quer, até parece que algum investidor vai deixar de comprar ou vender ações ou especular. Alias Wall Street não tem nada haver com essa crise.
Verdade seja dita, a farra com juros baixos acabou, agora é a ressaca !

Culpados são os Keynesianos, FED, Bernank, Grispan (O gênio), Kruggman.

E outra, os EUA vão virar socialista, ACORDEM !

A solução é diciplina financeira. Fazer poupança, gastar dinheiro que tem, não pegar empréstimos !.

Responder

    David

    09 de outubro de 2011 às 21h55

    Quero dizer.

    E outra, os EUA vão virar socialista ?????????????????????? ACORDEM !

    Pessoal éssa é a verdade, gostem ou não. Fato é fato.

    Vejam esse gráfico
    http://colunistas.ig.com.br/ricardogallo/files/20…

    O que a turma que culpa os mercados e os donos do capital pela crise esquece é quanto os donos do Kapital perdem nestas crises. Seria interessante analisar este gráfico acima que mostra a perda de valor ( riqueza) que foi ocasionada pela crise nas bolsas de valores do mundo todo desde Maio. Os ” capitalistas e especuladores” da bolsa perderam US$ 10 tri em alguns meses.

    PauloRick

    10 de outubro de 2011 às 10h37

    O filme que ganhou o Oscar de melhor documentário Inside Jobs mostra bem o que ocorreu, e os maiores culpados foram os operadores do mercado financeiros, e eles estão em Wall Stret, o dinheiro na maior parte não é deles, mas de poupadores, correntistas, etc. O total das perdas dessa irresponsabilidade já beira 20 trilhões, e isso ocorreu porque tem muito safado, corrupto e picareta como CEO dessas empresas financeiras, bancos, corretoras de risco, etc.. Gente que promoveu uma alavancagem de ativo da ordem de 13 vezes ou mais, quer dizer para cada Dólar real em mãos se emprestou 13!! Não se fazia análise de risco, porque os especuladores ganham por empréstimo efetuado! Esse castelo de cartas não poderia durar, é caso de cadeia, mas o governo dos EUA nada fez, pelo contrário, colocou alguns dessas raposas para tomar conta do galinheiro, é o maior caso de corrupção, incompetência e irresponsabilidade da História Humana.

    David

    10 de outubro de 2011 às 11h43

    Paulo Rick,
    Concordo com vc dessas instituições financeiras, essas alavancagem com risco máximo.
    O banco acho que UBS Pactual teve perda de 2 Bilhões de dólares em uma operação errada. Lula disse sabiamente que Bilhões negociados e não se cria um prego. Isso tudo é verdade.
    Não estou aqui defendendo o MF, mas sim mostrando que eles são a consequencia não a causa.
    Os governos são a causa. Governos que se endividaram, que gastaram demais. Os bancos apenas os financiam, dão dinheiro e quando o governo dá sinais que não pode pagar mais eles cortam o crédito e cobra a famosa Austeridade.
    Lembra-se de FHC implorando para o FMI ????
    O governo do PT pagou a dívida do PSDB e agora vemos tudo de camarote. Não se engane, os banqueiros são sujos mesmo, mas os governos são + cruéis que sacrificam o povo.
    Como que a Grécia vai sair do buraco??? Já privatizaram tudo, estão cortando funciónários públicos, aumentando impostos. Eles são agente na década de 90.
    Pra concluir, O governos só gastam para se manterem no poder esse moviemnto Ocupe Wall St não tem propósito pq ninguem nos EUA apoia o socialismo.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 12h59

    O complemento perfeito para esse filme é o doc "Capitalismo: uma história de amor" do Michael Moore que mostra inclusive a proposta do Roosevelt de regulamentação do setor financeiro, nunca implementada.

Regis

09 de outubro de 2011 às 19h40

A crise no, chamado, primeiro mundo é a outra face do florescimento democrático do resto do mundo. Nós, a rapa, conseguimos perceber que nossos meios e nossos recursos devem ser geridos com independência. Nós em primeiro lugar. Ao contrário da regra de ouro da história moderna que nos impunha a civilidade deles. Rompido este paradigma fica evidente que nada têm a nos oferecer este velho mundo.
Os protestos nos Estados Unidos e Europa tem sabor de ressaca. Esta juventude das praças pode não ter se fartado, mas seu pais e avós certamente colheram, e sugaram, os frutos deste quase um século de hegemonia e abundância.
Culpar Wall Street é um excelente slogan, mas não reflete a verdade integral. As dificuldades de hoje não resultaram de erros passados. São o subproduto tardio das ações conscientes de sociedades que cresceram usurpando a riqueza mundial com os recursos mais sórdidos possíveis: suborno, intriga, infiltração, corrupção, manipulação, invasão, massacre, assassinatos, intimidação. Esta é a história desses impérios que vemos ruir.
O mundo está dizendo que não quer mais sua "proteção". Não quer mais seu dinheiro. Não aceita sua opinião e não vai seguir sua orientação.
O que o primeiro mundo precisa aprender é algo que nós, a rapa, já conhecemos e muito:
Cada um com seus problemas.

Responder

Roberto Locatelli

09 de outubro de 2011 às 19h14

Já são 1.115 cidades. Site do movimento Occupy: http://www.occupytogether.org/

Responder

assalariado.

09 de outubro de 2011 às 14h47

— Pessoal, esta havendo neste momento um movimento chamado de: O MUNDO vs WALL STREET.
— Vamos nos juntar a este movimento global.
— O protesto atingiu o centro principal do sistema capitalista. Ainda bem que os americanos também estão acordando.
— Para quem quiser acessar/ assinar esta petição, a pagina é esta aqui:

https://secure.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/…

Responder

    assalariado.

    09 de outubro de 2011 às 18h15

    Para quem não esta conseguindo acessar pelo endereço do meu comentário anterior, então digite este site, acesse por aqui: www.avaaz.org/po/

    Mário SF Aives

    09 de outubro de 2011 às 21h57

    AVAAZ?!! Aquela do abaixo-assinado pela aprovação da exclusão de espaço aéreo na Líbia? Eu assinei. Estou arrependido, e, até agora, sem nenhum esclarecimento daquela ONG.

    assalariado.

    09 de outubro de 2011 às 22h29

    Mario, confesso que passei batido neste assunto, sobre a Libia. Tem mais detalhes? Comecei a assinar Avaaz, ha pouco tempo…

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 14h21

    Assalariado,
    Cara, só agora li seu comentário. Dê-me um tempo e eu te mando os detalhes.
    Abraços,
    Mário.

    david

    09 de outubro de 2011 às 19h42

    Mundo… ???? q mundo ?
    Movimento põe na conta de Wall ST, mas quais são as reivindicações????

    assalariado.

    09 de outubro de 2011 às 21h43

    david, seu comentário vem a propósito. Devido a manipulação do PIG ( Partido da Imprensa Golpista), braço politico da burguesia nos noticiários, se não tomarmos cuidados, nos tornaremos um bando de rebeldes sem causa. Como já disse em outros comentários, os verdadeiros causadores deste caos social e ambiental tem sua origem,o que a imprensa burguesa chama de "os mercados" que, não é nada menos do que a burguesia industrial e financeira travestida de " os mercados", isto mesmo, camuflar e esconder a burguesia para nos confundir que é exatamente o nosso inimigo politico a ser combatido.

    Outro mundo é possivel, e não tenho duvidas que este mundo tem um nome, este mundo se chama Sociedade socialista. Uma alternativa lógica para o mundo selvagem e egoista do mundo capitalista, governados pelo deus mercado. Ou seja, pelas elites do capital.

    Saudações Socialistas.

FrancoAtirador

09 de outubro de 2011 às 14h38

Wall Street: a ocupação necessária

Por Saul Leblon, na Carta Maior

Por sua pertinência e poder de síntese a bandeira que nasceu com um acampamento singelo em Nova Ioque há menos de um mês ganhou rapidamente o foco mundial . Pode se tornar uma espécie de resposta-síntese da sociedade aos dogmas, mantras e salmos dos mercados que jogaram o mundo na maior crise do capitalismo desde 29 e insistem em aprisionar a humanidade dentro dela. 'Ocupar Wall Street' tem fôlego histórico para ser uma espécie de 'pão, paz e trabalho' do século XXI.

É preciso ter em conta, porém, o tamanho da 'ocupação necessária'. A crueza no discernimento do jogo é crucial para um movimento cujo principal legado será arguir, afrontar e transformar plataformas e programas que se propõem a superar a crise atual. Para que a mobilização persiga de fato os fundamentos de sua bandeira, será necessário em algum momento decodificá-la do simbolismo contundente em objetivos concretos. Não necessariamente isso ocorrerá nas assembléias da praça da Liberdade. Mas Atenas, Madrid, Lisboa, Londres, Tel Aviv, Santiago e agora Wall Street já demonstraram que só as ruas tem o calibre e a densidade necessária para derrubar ou pautar governos, refundar ou enterrar partidos, fortalecer ou descartar lideranças. A esperança do mundo é de que seja assim também nas eleições presidenciais de 2012 nos EUA , com as ruas opondo contrapesos claros ao extremismo conservador e à hesitação democrata.

Se assim o fizer, 'Ocupe Wall Street' terá cumprido a missão de transformar a disputa sucessória de Obama no palco mundial de um embate pedagógico – que a mídia ofusca – entre os interesses devastadores dos chamados 'livres mercados' e as forças que buscam uma alternativa solidária, democrática, ambientalmente viável ao longo crepúsculo neoliberal.

A resistência a isso, como tem experimentado na carne os indignados de Atenas, não pode ser subestimada.

Hoje, 20 maiores bancos do mundo entrelaçam o mercado global
formando um poder financeiro superior ao de dezenas de países e governos juntos.

Dez maiores empresas gestoras de fundos de investimentos controlam US$ 17,4 trilhões – uma riqueza financeira 20% superior ao PIB dos EUA. Oito vezes o tamanho do Brasil.

A desproporção pode ser resumida num dado: o orçamento da FAO, o principal organismo da ONU para cuidar da segurança alimentar e da agricultura é de US$ 1 bi. Parece muito, mas equivale a destinar um dólar per capita/ano aos quase 1 bilhão de famintos existentes no mundo. É nada…

'Ocupar Wall Street' tem esse sentido de uma rebelião reordenadora contra a lógica que subtrai recursos à saúde e à educação pública no Brasil; frauda o escrutínio das urnas na Espanha e corrói o emprego nos EUA e em dezenas de outras nações, regurgitando juros sobre juros numa autofagia inútil e sem controle. Mesmo em inglês, o grito que partiu da Praça da Liberdade, em Nova Iorque, encontrou empatia imediata em todos os idiomas e agruras do mundo porque fala ao sentimento intuitivo de todos os povos: é preciso enfrentar o cerne do capitalismo em nosso tempo.

Íntegra em:

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos…

Responder

Pedro

09 de outubro de 2011 às 14h25

E qual é o projeto dessas pessoas??? Falta um projeto político. Esse projeto só poderia ser o socialismo. Sem isso, esses protestos ficam sem foco como os da Espanha, onde os jovens não sabiam o que dizer ou o que propor contra o sistema. Aliás, esses protestos sequer colocam claramente o capitalismo como inimigo. Assim, as coisas ficarão apenas na gritaria sem destino.

Responder

    David

    09 de outubro de 2011 às 19h44

    Boa !!
    É simples, não entendem de economia !
    Quem é culpado ?
    O banco de emprestar, ou países que se endividaram ????

    cronopio

    09 de outubro de 2011 às 22h58

    David, desculpe, mas quem está demonstrando conhecimentos precários de economia e história é você. A desregulamentação econômica foi imposta goela abaixo dos países ocidentais desde o tatcherismo. Leia "a mundialização do capital", do PHD em economia Allan Chesnais e vai entender do assunto. O capital rentista precisa de freios, não há dúvida. Como a classe política está comprometida com esse capital, a população tem mais é que ir às ruas, colocar a mão na massa. Culpar o povo pela ruína econômica do sistema financeiro é primário, não faça isso, por favor.

    David

    10 de outubro de 2011 às 00h58

    Cronopio,
    Esse movimento é mais barulho, nem eles sabem oq quer. Vamos ver no que dá.
    Nunca disse que o povo é culpado, não sei onde vc leu isso.
    Por fim, não adianta culpar os outros pelos seus fracassos. Cada país está procupado com o seu lado, é assim mesmo.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 13h02

    Os bancos que endividaram os países.

    Roberto Locatelli

    10 de outubro de 2011 às 09h43

    Falta, ainda, ao movimento, uma direção com clareza de objetivos. Os partidos de esquerda que existem por lá não tem estofo para enfrentar um desafio dessa magnitude.

    Essa direção os militantes vão ter que forjar no fogo da luta. Como há mais e mais pessoas aderindo (que já se espalhou por mais de 1100 cidades), a tendência é o movimento ganhar uma conotação mais focada.

    Já há uma diferença marcante entre o Occupy WS e os "indignados" da Espanha. Lá eles realmente não tinham propostas. Este movimento tem: eles exigem que o governo tome medidas para criar empregos e que os banqueiros devolvam os trilhões que roubaram. Além disso, na Espanha eles identificavam "os políticos" como o inimigo a combater. Como se o próprio ato deles não fosse também um ato político. O Occupý WS sabe quem são os verdadeiros inimigos: o capital financeiro, ou seja, a espinha dorsal do Capitalismo.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 13h02

    Aliás, nem os partidos de "esquerda" por aqui tampouco perceberam o que vem por aí e quando chegar de fato ao BR vão continuar sem saber o que fazer.

FrancoAtirador

09 de outubro de 2011 às 14h24

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Che Guevara e os mortos que nunca morrem

Eric Nepomuceno, na Carta Maior

No dia em que executaram o Che Guevara em La Higuera, uma aldeola perdida nos confins da Bolívia, Julio Cortázar – que na época trabalhava como tradutor na Unesco – estava em Argel. Naquele tempo – 9 de outubro de 1967 – as notícias demoravam muito mais que hoje para andar pelo mundo, e mais ainda para ir de La Higuera a Argel.

Vinte dias depois, já de volta a Paris, onde vivia, Cortázar escreveu uma carta ao poeta cubano Roberto Fernández Retamar contando o que sentia: “Deixei os dias passarem como num pesadelo, comprando um jornal atrás do outro, sem querer me convencer, olhando essas fotos que todos nós olhamos, lendo as mesmas palavras e entrando, uma hora atrás da outra, no mais duro conformismo… A verdade é que escrever hoje, e diante disso, me parece a mais banal das artes, uma espécie de refúgio, de quase dissimulação, a substituição do insubstituível. O Che morreu, e não me resta mais do que o silêncio”.

A ansiedade de Cortázar, a angústia de saber que não havia outra saída a não ser aceitar a verdade, a neblina do pesadelo do qual ninguém conseguia despertar e sair, tudo isso se repetiu, naquele 9 de outubro de 1967, por gente espalhada pelo mundo afora – gente que, como ele, nunca havia conhecido o Che.

Passados exatos 44 anos da tarde em que o Che foi morto, o que me vem à memória são as palavras de Cortázar, o poema que recordo em sua voz grave e definitiva: “Eu tive um irmão, não nos encontramos nunca mas não importava, meu irmão desperto enquanto eu dormia, meu irmão me mostrando atrás da noite sua estrela escolhida”.

No dia anterior, 8 de outubro de 1967, um Ernesto Guevara magro, maltratado, isolado do mundo e da vida, com uma perna ferida por uma bala e carregando uma arma travada, se rendeu. Parecia um mendigo, um peregrino dos próprios sonhos, estava magro, a magreza estranha dos místicos e dos desamparados. Foi levado para um casebre onde funcionava a escola rural de La Higuera. No dia seguinte foi interrogado. Primeiro, por um tenente boliviano chamado Andrés Selich. Depois, por um coronel, também boliviano, chamado Joaquín Zenteno Anaya, e por um cubano chamado Félix Rodríguez, agente da CIA. Veio, então, a ordem final: o general René Barrientos, presidente da Bolívia, mandou liquidar o assunto.

O escolhido para executá-la foi um soldadinho chamado Mario Terán. A instrução final: não atirar no rosto. Só do pescoço para baixo. Primeiro o soldadinho acertou braços e pernas do Che. Depois, o peito. O último dos onze disparos foi dado à uma e dez da tarde daquela segunda-feira, 9 de outubro de 1967. Quatro meses e 16 dias antes, o Che havia cumprido 39 anos de idade. Sua última imagem: o corpo magro, estendido no tanque de lavar roupa de um casebre miserável de uma aldeola miserável de um país miserável da América Latina. Seu rosto definitivo, seus olhos abertos – olhando para um futuro que ele sonhou, mas não veria, olhando para cada um de nós. Seus olhos abertos para sempre.

Quarenta e quatro anos depois daquela segunda-feira, o homem novo sonhado por ele não aconteceu. Suas idéias teriam cabida no mundo de hoje? Como ele veria o que aconteceu e acontece? O que teria sido dele ao saber que se transformou numa espécie de ícone de sonhos românticos que perderam seu lugar? Haveria lugar para o Che Guevara nesse mundo que parece se esfarelar, mas ainda assim persiste, insiste em acreditar num futuro de justiça e harmonia? Um lugar para ele nesses tempos de avareza, cobiça, egoísmo?

Deveria haver. Deve haver. O Che virou um ícone banalizado, um rosto belo estampado em camisetas. Mas ele saberia, ele sabe, que foi muito mais do que isso. O que havia, o que há por trás desse rosto? Essa, a pergunta que prevalece.

O Che viveu uma vida breve. Passaram-se mais anos da sua morte do que os anos da vida que coube a ele viver. E a pergunta continua, persistente e teimosa como ele soube ser. Como seria o Che Guevara nesses nossos dias de espanto? Pois teria sabido mudar algumas idéias sem mudar um milímetro de seus princípios.

Diz Eduardo Galeano, que conheceu o Che Guevara:

ele foi um homem que disse exatamente o que pensava,
e que viveu exatamente o que dizia.

Assim seria ele hoje.

Já não há tantos homens talhados nessa madeira.
Aliás, já não há tanto dessa madeira no mundo.
Mas há os mortos que nunca morrem.
Como o Che.

E, dos mortos que nunca morrem, é preciso honrar a memória,
merecer seu legado, saber entendê-lo.
Não nas camisetas: nos sonhos, nas esperanças, nas certezas.
Para que eles não morram jamais.
Como o Che.

<img src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/74/foto_mat_30666.jpg">
[youtube OfMvvGw4lIs http://www.youtube.com/watch?v=OfMvvGw4lIs youtube]

Responder

Eudes H. Travassos

09 de outubro de 2011 às 13h38

Mas o fracasso maior aqui é da imaginação. O que estamos testemunhando pode ser também uma demanda para finalmente ter um debate que todos nós supostamente deveríamos ter tido em 2008. Aquele era um momento, depois do quase-colapso da arquitetura financeira do mundo, em que qualquer coisa parecia possível.

Esta frase do texto é deveras sintomática, porquê ela começa a dar ampliude a uma questão até agora latente "e se não for isso, o que será?"
As expectativas, ao meu ver, não são das piores, o capitalismo ainda tem muito sangue acumulado, mas já tá mais do que na hora de a esquerda no mundo acordar do cataclisma do 1989 e começar a pensar em como fazer o tal mundo possível melhor.

Responder

JOSE RAMOS PEDRAL

09 de outubro de 2011 às 13h03

Todo castigo para norte- americano é pouco.

Responder

Roberto Locatelli

09 de outubro de 2011 às 13h02

Michael Moore discursando na Praça Tahrir, digo, na Praça Liberty, Wall Street – via Escrevinhador.

Ainda sem legenda. A tradução está em http://www.rodrigovianna.com.br/videos/moore-disc…

[youtube MtYnoOpLYAE&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=MtYnoOpLYAE&feature=player_embedded youtube]

Responder

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 13h54

    Th right man, the right place.

Taques

09 de outubro de 2011 às 12h50

Dilma, nossa grande timoneira, poderia dormir sem essa.

Viramos piada.

Veja o que deu no Financial Times, segundo o jornalista Brickmann:

"O país classificado em 152º lugar pelo Banco Mundial por seu pesado sistema tributário aconselha contra impostos restritivos".

"A sugestão de que o Brasil deveria resgatar países cuja renda per capita é o triplo da brasileira foi recebida com surpresa".

"Dilma ressaltou a necessidade de combater o protecionismo uma semana depois de aumentar impostos sobre carros importados em colossais 30 pontos percentuais".

Responder

    Roberto Locatelli

    09 de outubro de 2011 às 19h06

    Carga tributária em relação ao PIB

    Dinamarca – 49%
    Suécia – 47,9%
    Bélgica (país que está falido) – 46,50%
    França (está para falir) – 44,60%
    Itália (faliu) – 43,10%
    Áustria – 42,90%
    Noruega – 42,10%
    Alemanha – 40,60%
    Holanda (faliu) – 39,80%
    EUA (estão à beira do abismo) – 39,60%
    Brasil – 34,40%, Espanha (faliu) – 33,90$
    Israel (sustentados pelos EUA) – 33,50%
    Canadá – 32,20%, Austrália – 30,80%

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 21h31

    Valeu, Roberto! E, se der, por favor, informe a(s) fonte(s).

    José Rezende Jr.

    10 de outubro de 2011 às 12h01

    O Brasil, com seu "pesado sistema tributário", cresce, gera milhões de empregos, distribui renda, promove ascensão social como nunca antes na história. Os Estados Unidos, com seu sistema tributário levinho, segue ladeira abaixo: desemprego cada vez maior, concentração de renda atingindo níveis insuportáveis, classe média virando pobre e pobre virando miserável. Agora responda: quem é a piada?

    cronopio

    10 de outubro de 2011 às 20h28

    Perfeito, José Rezende!

ZePovinho

09 de outubro de 2011 às 12h50

Digite o texto aqui![youtube Rcbq1dXMS6A http://www.youtube.com/watch?v=Rcbq1dXMS6A youtube]

Responder

ZePovinho

09 de outubro de 2011 às 12h46

"O Segredo de OZ",a continuação do documentário "Os Donos do Dinheiro"(The Money Masters,disponível no YOUTUBE com legendas em português)

[youtube VWJTGCw6JoY http://www.youtube.com/watch?v=VWJTGCw6JoY youtube]

Responder

    PauloRick

    10 de outubro de 2011 às 00h44

    Cuidado com esse vídeo!!! Ele cheira a populismo puro, e se essas idéias malucas fossem implementadas seria um depressão que faria a de 1929 ser brincadeira. O banqueiros tem enorme culpa no cartório da crise atual, porém, ninguém reclamava quando tudo ia bem. Esse vídeo coloca a culpa de tudo errado nos banqueiros e no exterior. Quando a culpa é de toda a sociedade americana. Afinal, o governo é eleito, e foi ele que deixou os banqueiros agirem livremente. E o problema atual não se deve a escassez de dinheiro ou a juros altos. Pelo contrário, o problema é ter dinheiro demais e os juros nos EUA são negativos. A dívida interna cresceu porque gastam muito mais do que arrecadam! E isso ocorreu porque baixaram os impostos e fizeram duas guerras alucinadas.

ZePovinho

09 de outubro de 2011 às 12h39

[youtube UtTW72F8xo0 http://www.youtube.com/watch?v=UtTW72F8xo0 youtube]

Responder

Jairo_Beraldo

09 de outubro de 2011 às 12h28

Eles queriam ensinar os países em desenvolvimento a receita….e ainda dizem que Lula é um lunático!

Responder

Alvaro Tadeu Silva

09 de outubro de 2011 às 11h09

Até 1989, quando existia a União Soviética, havia um equilíbrio de terror no mundo. Mas o Ocidente precisava caprichar, dar alguns direitos aos trabalhadores para o capitalismo não ser varrido do mapa. Assim foi por dezenas de anos, a cada conquista socialista, mais um puxadinho capitalista. Quando o Trio do Terror (Reagan, Thatcher & John Paul II, o polaco) se uniram para derrubar o socialismo, agiram sabiamente. Em vez de armas nucleares mais sofisticadas, compraram o Secretário Geral do Partido Comunista da URSS. O comunismo acabou, criaram o fim da História e ferraram quem estava do lado de lá. Agora, comemorem o fim do comunismo lambendo imbira, é o que vocês merecem.

Responder

    Roberto Locatelli

    09 de outubro de 2011 às 19h08

    Olha, Alvaro, o Partido "Comunista" da URSS já estava louco pra ser comprado há décadas. De resto, concordo com você.

    David

    09 de outubro de 2011 às 19h40

    Quer dizer que o Comunismo acabou por causa de 3 pessoas ??
    Simplista vc…. Não desconsidere a história, OK

ZePovinho

09 de outubro de 2011 às 11h06

Que tal nós aproveitarmos a onda e exigirmos que o Banco Central do Brasil seja subordinado ao Congresso,ou seja:a nós,cidadãos brasileiros???A política monetária deve ser decidida pelo poder do povo,não por algumas centenas de banqueiros privados que escalpelam o Brasil.
Olha aí a lista de dealers primários,os bancos que têm o privilégio de lucrar horrores com os títulos da dívida pública brasileira.O BRADESCO(aquele que financia o Jornal Nacional,da GLOBO,onde só se fala em aumentar os juros.Pra quê,hein????) é o primeiro:
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/de…

Responder

    augusto

    10 de outubro de 2011 às 09h03

    ze, esse teu comentario me fez lembrar o Paulo Renato, ex min Educaçao etc tucano, que deus o tenha,
    e que fez um artigo para jornal, mas ANTES de publica-lo ENVIOU o texto para o presidente do Bradesco para … aprovaçao!
    A secretaria dele errou o Clic do dedo no "FWD" e caiu na Net, dançou!

    ZePovinho

    10 de outubro de 2011 às 11h43

    Grande Augusto!!Precisamos pressionar,também,petistas que fazem o jogo do sistema financeiro.Já mandamos um deles,o Pallocci,para Ribeirão Preto,mas ainda falta um bocado.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 14h18

    A começar pelo Cardozo Dantas que enlameia a cadeira de MJ.

    ZePovinho

    10 de outubro de 2011 às 15h58

    A batata dele tá assando,Beatrice.

    Roberto Locatelli

    10 de outubro de 2011 às 09h35

    Apoiado, ZePovinho. Essa conversa de Banco Central "autônomo" é cortina de fumaça para subordinar o BC aos banqueiros e rentistas. http://3.bp.blogspot.com/-96yYvdPRYnw/TmSlm2kF3YI…

    ZePovinho

    10 de outubro de 2011 às 13h48

    Veja o artigo 164 da CF 88,CAPUT,Locatelli.O mesmo esquema,em potencial,do FED americano está na nossa constituição:

    Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central.

    § 1º – É vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

    § 2º – O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros.

    § 3º – As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

    Penso que já é época de pressionarmos o Congresso a elaborar uma Lei de Responsabilidade Financeira e Cambial,impedidno o Estado de se endividar ilimitadamente com credores privados.
    A Lei de Responsabilidade Fiscal,no formato em que está,apenas constrange o Estado a limitar "gastos" com o funcionalismo público e outros "gastos" que são investimento no povo brasileiro.
    A Lei de Responsabilidade Fiscal amarra o Estado para investir no povo e não inibe o gasto com juros da dívida pública,que em qualquer livro de contabilidade pública e AFO(administração Financeira e Orçamentária) é classificado como gasto corrente.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 13h00

    O Banco Central "autônomo" é o princípio do fim, é só olhar o caso do Fed nos EEUU.

    Deborah

    10 de outubro de 2011 às 21h45

    E quem disse que o Congresso está nas mãos do povo brasileiro??Temos que encontrar uma maneira é de capturar o Congresso para povo brasileiro…antes de qualquer coisa…

André

09 de outubro de 2011 às 08h51

Novo filme do JOHNNIE WALKER para o Brasil. Maravilhoso…

Confiram!!!
http://www.youtube.com/watch?v=lGq-6U-93GM

Responder

Ricardo_Alves

09 de outubro de 2011 às 06h40

como e duro descobrir as coisas, boa sorte aos americanos…

Responder

    Avel de Alencar

    09 de outubro de 2011 às 18h28

    Aos americanos? Nos devemos fazer o movimento ocupem a Paulista.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 14h13

    O correto seria ocupar a praça diante do Palácio dos Bandeirantes, mas lá é proibido ter manifestações, graças ao Quércia.

Thiago Machado

09 de outubro de 2011 às 03h40

Isso tá acontecendo em vários lugares do mundo, e em 15 de Outubro vai acontecer em mais de 300 cidade do mundo, inclusive aqui.
http://www.espacobanal.com.br/2011/10/confusao-da…

Responder

FrancoAtirador

09 de outubro de 2011 às 00h16

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#OccupyTVGlobo

Dia 19/10 às 13h: População vai fazer “faxina" na TV Globo

RJ: A "lavagem da Rede Globo" faz parte das comemorações da Semana Internacional pela Democratização da Mídia, que acontece entre os dias 17 e 21 de outubro, com programação em todo o país.

A “faxina” na Globo acontece na quarta (19), no Jardim Botânico, a partir das 13 horas.

As pessoas estão sendo convidadas pelo Facebook .

“Traga sua vassoura, seu cartaz e junte-se a nós!”

Este é mote do evento, que promete: “a população do Rio de Janeiro fará a faxina que a Rede Globo merece.”

Os organizadores do ato são o RioBlogProg, FALE-Rio, UEE-RJ, DCE FACHA e UJS.

Participe!

A Semana Internacional pela Democratização da Mídia, que apresentará programação intensa em todo o país, terá como tema principal o Marco Regulatório das Comunicações.

<img src="http://4.bp.blogspot.com/-x1LlbDHKr4M/TovPXNtF6PI/AAAAAAAADbY/CEgg88PWVoY/s320/rede-globo-nao1.jpg">
<a href="http://altamiroborges.blogspot.com/2011/10/cariocas-farao-faxina-na-tv-globo.html” target=”_blank”>http://altamiroborges.blogspot.com/2011/10/cariocas-farao-faxina-na-tv-globo.html

Responder

FrancoAtirador

08 de outubro de 2011 às 23h59

<img src="https://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/yapb_cache/goethe.6vv4zbtqz4owswsgw8s84gc40.cw1uletj81cs0w8ogs8k0o4kg.th.jpeg">

Americanos X Americanos

Por Paulo Nogueira*, no Diário Do Centro Do Mundo

Demorou.
Os americanos estão enfim protestando contra eles mesmos. Quer dizer: contra o governo e mais a plutocracia que manipula a Casa Branca. A inspiração vem dos protestos do mundo árabe.
O nome é sugestivo: Occupy Wall Street. Ocupar Wall Street. Ou apenas OWS.

O movimento surgiu num site canadense de esquerda chamado adbusters, e por razões óbvias conquistou muitos corações na sociedade americana. A crise econômica e mais uma extraordinária agressividade militarista do governo estão testando o limite da paciência dos americanos.

No final de semana, quando Obama comemorou a execução de mais um líder do Al-Qaeda, um clérigo nascido nos próprios Estados Unidos, Anwar al-Awlaki, milhares de integrantes do OWS foram reprimidos pela polícia de Nova York quando faziam seu protesto. Muitas prisões foram feitas.

É vital, para que o mundo se torne mesmo mais seguro, como levianamente falou Obama depois da morte de bin Laden, que a sociedade americana cobre energicamente uma mudança na atitude da Casa Branca, nos moldes do que aconteceu nos anos 1960. A Guerra do Vietnã começou a terminar ali.

Me chamou a atenção uma foto do OWS, tanto que a usei para ilustrar este texto. Uma mulher ergue um cartaz com uma frase de Goethe: “Ninguém é mais escravo do que aquele que ilusoriamente acredita ser livre”.

O fato é que em nome da liberdade os Estados Unidos têm cometido horrores no mundo. Isso me remeteu a um dito de Einstein que estava ontem na Frase do Dia do DCM: “O mundo não vai ser destruído pelo mal, mas pelos que não fazem nada para combatê-lo”.

Obama foi uma falsa esperança de renovação. “Disseram a nós que Obama mudaria as coisas, mas na verdade o que estamos vendo é mais um mandato de Bush”, diz o ativista Phil Budenick, do OWS.
Enquanto isso, no Brasil…

Bem, uma amiga do Facebook postou uma matéria estrangeira que falava do OWS. E observou: “Paulo: vi todos os jornais brasileiros e não encontrei nada.”

Como dizia o diretor de redação Guzzo nas madrugadas de fechamento da Veja nos anos 1980, a quem apelar?

*Paulo Nogueira é jornalista e está vivendo em Londres. Foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente de uma unidade de negócios da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo.

Responder

    Avel de Alencar

    09 de outubro de 2011 às 18h34

    Eu diria que são o povo americano lutando contra os podres poderes da América.

    FrancoAtirador

    10 de outubro de 2011 às 00h02

    Tens razão.

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 21h29

    E o cartaz nas mãos da moça diz tudo! E olha que Goethe nem em sonho devia imaginar o poder do PIG-pensamento-único-global em criar ilusões, dissimular e distrair politicamente os povos.

Thiago Machado

08 de outubro de 2011 às 23h54

Isso tá acontecendo em vários lugares do mundo, e em 15 de Outubro vai acontecer em mais de 300 cidade do mundo, inclusive aqui.

15O no Brasil, na minha avaliação, só tende a perder o foco se juntando à Marcha contra Corrupção. O que atacamos é essa democracia burguesa, a mesma que tem por trás de si uma mídia que adora crítica superficializada, como essa que reclama dos corruptos e não dos corrupitores. Democracia Real Já!
http://www.espacobanal.com.br/2011/10/confusao-da…

Responder

ZePovinho

08 de outubro de 2011 às 23h43

O inimigo é este aqui: http://www.federalreserve.gov/

[youtube pgysURwwNAA http://www.youtube.com/watch?v=pgysURwwNAA youtube]

Responder

ZePovinho

08 de outubro de 2011 às 22h22

Digite o texto aqui![youtube f2dmiAKxO0Y http://www.youtube.com/watch?v=f2dmiAKxO0Y youtube]

Responder

    FrancoAtirador

    09 de outubro de 2011 às 00h02

    <img src="http://divergences.be/local/cache-vignettes/L440xH294/american-dream-over-01713.jpg">

    Maxwell B. medeiros

    09 de outubro de 2011 às 09h42

    Assisti esse documentário, e achei legal. Só não posso dizer se isso é verdade ou se é aquela mania de procurarem bode expiatório.

    ZePovinho

    09 de outubro de 2011 às 10h21

    Uma das primeiras pessoas a falar contra o banco central privado foi Ezra Pound,o famoso poeta americano.Ele passou anos na cadeia por isso.Foi na cadeia que G.Edward Griffin(tem um vídeo dele que postei aí embaixo nos outros posts) o conheceu e foi Pound quem deu as coordenadas para ele escrever esse livro:
    http://pt.scribd.com/doc/13299587/Reserva-Federal

    José Ruiz

    09 de outubro de 2011 às 11h00

    Muito legal, sobretudo pela linguagem bastante acessível, ainda que boa parte das pessoas, mesmo assim, não entenda a mensagem..

    cronopio

    09 de outubro de 2011 às 23h00

    Excelente, vou passar para os meus alunos!

Paulo Villas

08 de outubro de 2011 às 21h56

Depois da primavera árabe , um verão de incertezas , e depois do outono ianque , o que virá ?

Responder

ZePovinho

08 de outubro de 2011 às 21h48

O inimigo é este aqui: http://www.federalreserve.gov/

[youtube YocaEuldzKY http://www.youtube.com/watch?v=YocaEuldzKY youtube]

Responder

Cvoando

08 de outubro de 2011 às 21h42

Isto faz parte de uma agitação geral que se estende por todo o mundo e cuja expressão mais luminosa foi a revolução árabe. Estes explosivos acontecimentos produziram profundo impacto na consciência dos trabalhadores e da juventude em todos os lugares. Isto ficou comprovado na declaração feita por Bob Masters do Communications Workers of America (Sindicato dos Trabalhadores em empresas de comunicação). Ele disse que o levantamento espontâneo se alinha às revoltas populares que explodiram em todo o mundo neste ano: “ocupar Wall Street capturou o espírito de nosso tempo”, disse ele. “Isto é Madison. Isto é o Cairo. Isto é Túnis”.

Responder

ana db

08 de outubro de 2011 às 21h15

O saudoso brizola tinha razão: crime de lesa patria.
No Brasil, O FMI declarou uma crise financeira, indicou tecnocratas supostamente neutros para gerenciá-la e em seguida seus aliados sabujos tucanos engajaram numa orgia de pilhagem (Privataria) em nome da ‘austeridade’.

Responder

Carlos Nunes

08 de outubro de 2011 às 20h57

Grande texto, só uma questão:
"Os ocupantes são pessoas cheias de ideias, cujas energias uma sociedade saudável deveria aproveitar para melhorar a vida de todos. Em vez disso, elas estão usando a energia em busca de ideias para derrubar todo o sistema."
E derrubar o sistema, ou criticar/repensar ou pedir reformas, não é justamente usar ideias e energia para melhor a vida de todos?

Responder

    Roberto Locatelli

    09 de outubro de 2011 às 07h34

    Ah, agora você tocou no ponto. Apesar do ótimo texto, o articulista tem seus limites ideológicos. Afinal, o The Guardian é um jornal de direita.

Eudes H. Travassos

08 de outubro de 2011 às 18h59

A minha sugestão é que brevemente se faça o mesmo protesto com representações do mundo inteiro, grandes intelectuais, formadores de opinião, artistas, enfim…..as gentes dos continentes estejam lá pela humanidade. Uma pequena parte do forum social mundial neste protesto.

Responder

    FrancoAtirador

    09 de outubro de 2011 às 13h37

    <img src="http://givenoground.org/wp-content/uploads/Earth-99p-400×400.png">

    FrancoAtirador

    09 de outubro de 2011 às 16h02

    <img src="http://media.thingd.com/default/265516547_050f3bbced21.jpg">

Roberto Locatelli

08 de outubro de 2011 às 18h52

A mídia rentista tenta mostrar o Movimento Ocupar como uma mera iniciativa de hippies tocando violão (com todo respeito aos hippies). Mas trata-se de um movimento da sociedade que começa a acordar de seu sono hipnótico induzido pela lavagem cerebral do capitalismo.

Repito aqui o que disse em outros posts: esse movimento é apenas um vaporzinho saindo de uma fenda no chão. Lá por baixo, há uma gigantesca câmara de magma. A pressão sobre as camadas tectônicas está aumentando. A erupção será bem mais explosiva que a do Monte Santa Helena.

Responder

    Marcio H Silva

    08 de outubro de 2011 às 22h10

    Concordo. Em 68 falavam a mesma coisa.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 12h21

    E parece atávico que o chamamento forte parta do dito berço da democracia, de terras gregas.

Fabio_Passos

08 de outubro de 2011 às 18h47

<img src=http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/74/foto_mat_30627.jpg>

Responder

    Roberto Locatelli

    08 de outubro de 2011 às 20h06

    Sensacional!!

    JOSE LUIZ RIBEIRO

    08 de outubro de 2011 às 20h40

    AGORA EU QUERO VER SE ESTE PAÍS QUE FEZ E FAZ MERDA NO MUNDO TUDO IMPÕE UM CAUDILHO NA CASA BRANCA E COMEÇA A PRENDER E TORTURAR MANIFESTANTES.

    Conceição Lemes

    08 de outubro de 2011 às 21h03

    José Luiz, letras minúsculas nos próximos comentarios, por favor. Facilita a leitura. abs

ZePovinho

08 de outubro de 2011 às 18h43

O inimigo é este aqui: http://www.federalreserve.gov/

O povo americano devia acabar com o FED e devolver o poder de emitir dinheiro ao Congresso dos Estados Unidos.

Responder

Fabio_Passos

08 de outubro de 2011 às 18h42

"… orgia de pilhagem em nome da ‘austeridade’"

É um ótimo resumo do que a minoria rica pratica contra a população em escala global.
Boa notícia que parte da população estadunidense está finalmente reagindo.

Responder

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