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Igor Ojeda: Professora que despreza Bolívia ostenta títulos obscuros
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Igor Ojeda: Professora que despreza Bolívia ostenta títulos obscuros


10/09/2013 - 22h32

Professora da USP que fez comentário polêmico sobre a Bolívia coleciona honrarias concedidas por empresas acusadas de vendê-las

por Igor Ojeda

Maristela Basso, a professora de Direito da Universidade de São Paulo (USP) que disse recentemente que a Bolívia é um país “insignificante em todas as perspectivas” em um programa de TV, tem uma extensa biografia profissional e acadêmica.

De acordo com seu Currículo Lattes, ela é, entre outras coisas, doutora em Direito Internacional, professora da Academia Mundial da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi) e membro da Inter American Bar Association e da International Law Association. Além disso, tem uma vasta produção acadêmica, inúmeros artigos em meios de comunicação e incontáveis participações em conferências e seminários.

Chama a atenção, ainda, a quantidade de prêmios e títulos recebidos: 18.

Somente de 2006 para cá, foram 11.

Um trecho de seu Lattes, que ocupa mais ou menos um quarto do texto de apresentação, diz o seguinte: “Tem seu nome como referência no Who´s Who in the World 2008, 2009, 2010 e 2012, no Outstanding Intellectuals of the 21st Century 2008 e 2009, no Great lives on the 21st Century 2008 e no The Cambridge Blue Book”- 2008/09. Recentemente recebeu do American Biographical Institute a Golden Medal 2010 — Passion, Courage, Commitment, Success, Excellence, Virtue, Spirit”.

O que o Lattes da professora não conta, no entanto, é que esses prêmios e títulos citados, justamente os últimos 11 recebidos por ela, são concedidos por editoras acusadas no mundo todo de vendê-los aos contemplados.

A operação é simples: por determinado valor em dinheiro, você pode ter seu nome incluído em algum anuário de “notáveis” e/ou receber alguma medalha ou placa. A inclusão em si é considerada um reconhecimento.

No caso de Maristela Basso, as editoras que a agraciaram com essas 11 honrarias são a International Biographical Centre (IBC), a American Biographical Institute(ABI) e a Marquis Who’s Who, especializadas justamente na publicação de anuários de biografias, muitos destes temáticos.

No entanto, essas três instituições são questionadas mundialmente há muitos anos por acadêmicos, jornalistas e autoridades por causa do inusitado modo de selecionar os homenageados.

Um exemplo. Na reportagem intitulada “Pagando por prestígio: o custo do reconhecimento”, de 15 de fevereiro de 2007, o jornal Vanguard, de Portland, nos Estados Unidos, conta a história de dois acadêmicos locais que utilizavam o “serviço” com freqüência.

Um deles é Jagdish Ahuja, um professor de matemática da Portland State Univesity (PSU) “orgulhoso de seus prêmios”.

Ele já havia recebido mais de 15 honrarias de empresas especializadas em publicar anuários de biografias, como o Great Minds of the 21st Century (Grandes mentes do século 21) e a The Genius Elite (A elite dos gênios).

“Mas Ahuja pagou mais de mil dólares pelos prêmios e reconhecimentos durante seus 40 anos como docente da PSU”, diz a reportagem.

O texto continua: “Muitos dos prêmios ou publicações são impressos e vendidos àqueles que aparecem neles por centenas de dólares, e os agraciados podem pagar mais centenas de dólares por placas e medalhas”.

A descrição do Vanguard sobre o procedimento adotado por essas editoras vai ao encontro dos muitos relatos existentes. Geralmente, enviam e-mails ou cartas a acadêmicos de todo o mundo dando a boa notícia de que seu nome será incluído em um anuário que conterá a biografia de poucos notáveis – por exemplo, o Great Minds, ou o International Professional of the Year (Profissional internacional do ano).

De acordo com Ahuja, em algumas das mensagens inclui-se a justificativa de que os pagamentos são usados para cobrir os gastos com a publicação das listagens. Segundo a reportagem do jornal de Portland, muitos professores da universidade local já haviam recebido essas missivas.

Boa parte do reconhecimento de Ahuja veio do American Biographical Institute. O ABI, sediado na cidade de Raleigh, nos Estados Unidos, publica inúmeros livros de referência diferentes, como o American Medal of Honor (Medalha de honra estadunidense) e o Legion of Honor (Legião de honra). Além disso, concede prêmios e medalhas, como a Golden Medal – Passion, Courage, Commitment, Success, Excellence, Virtue, Spirit (Medalha de ouro – paixão, coragem, compromisso, sucesso, excelência, virtude, espírito), recebida por Maristela Basso em 2010.

Segundo o Vanguard, em suas cartas a editora solicitava aos “homenageados” (na época da veiculação da reportagem, em 2007) que “comprassem” o livro em que teriam seu nome incluído por 195 dólares. Placas e medalhas poderiam ser adquiridas por 150 dólares cada. Ainda de acordo com o jornal estadunidense, na lista Great Minds of the 21st Century havia 2.500 nomes, que poderiam ter enchido os cofres do American Biographical Institute com 375 mil dólares.

Compre uma cópia você mesmo!

Também em 2007, o cientista da computação estadunidense Jeffrey Shallit, professor da University of Waterloo, no Canadá, revelou em seu blog ter recebido uma carta do ABI indicando-o para o Great Minds of the 21st Century. Segundo ele, a correspondência dizia que por 395 dólares poderia adquirir uma edição luxuosa do anuário em que seu nome estaria incluído. Por 595 dólares, receberia uma medalha referente a essa honraria. Por mais 295 dólares, ganharia uma placa de “proclamação” de seu nome como uma grande mente do século 21.

O International Biographical Centre, sediado em Cambridge, na Inglaterra – mas que não tem relação alguma com a famosa universidade da cidade –, é alvo de questionamentos semelhantes. A editora contemplou Maristela Basso com a inclusão de seu nome no Great lives on the 21st Century (Grandes vidas do século 21), em 2008, nos anuários de 2008 e 2009 do Outstanding Intellectuals of the 21st Century (Intelectuais destacadosdo século 21) e na versão 2008/2009 do The Cambridge Blue Book (O Livro Azul de Cambridge).

No site do setor antifraude do Departamento de Comércio de Western Australia, um dos seis estados australianos, há um alerta sobre o IBC. “Quanto você desejaria pagar pelo título ‘Profissional internacional do ano’?, pergunta o texto, para responder em seguida: ‘Bem, como alguns habitantes de Perth [capital de Western Australia] vêm descobrindo pelas cartas que recebem, a taxa atual é de 325 dólares, cobrada por uma organização sediada no Reino Unido chamada International Biographical Centre’.”

Segundo o site, o IBC “equivocadamente” deixa implícito que o recipiente da correspondência foi escolhido por meio de um processo especial de pesquisa que levou em consideração seu trabalho e qualificação.

Por fim, o setor antifraude do governo de Western Australia aconselha às pessoas “a considerarem cuidadosamente quanto desejariam pagar para uma inflada no ego que não necessariamente vale o papel em que é escrita”.

Em sua página na internet, o IBC disponibiliza ao navegante a possibilidade de indicar um “colega” ou de ele próprio se candidatar a alguma premiação.

“Se o senhor gostaria de ser considerado para inclusão em um de nossos títulos, por favor complete o formulário nesta página”, convida a editora britânica.

No formulário em questão, pede-se, além de nome, currículo profissional, histórico educacional e artigos publicados, entre outros dados, que o mais novo candidato escolha qual título mais bem se adequaria a sua biografia: Outstanding Intellectual of the 21st Century ou Dictionary of International Biography (Dicionário de biografia internacional).

O IBC, que se intitula um “líder mundial em publicações de biografias”, afirma em seu site que em mais de 40 anos já publicou mais de um milhão de biografias de pessoas notáveis de todo o mundo em mais de 150 edições de seus anuários. E garante: “a inclusão em nossos livros é baseada somente no mérito e nunca cobramos por isso”.

A Marquis Who’s Who tampouco escapa das críticas. Responsável por incluir Maristela Basso nos seus anuários de 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2012 do Who´s Who in the World (Quem é quem no mundo), a editora estadunidense fundada em 1899 é igualmente acusada de incluir pessoas em seus livros em troca da compra de “produtos”.

Por isso mesmo, é questionada por abrigar milhares de nomes “não merecedores” de estarem em publicações como Who’s Who in America (Quem é quem nos Estados Unidos) e Who’s Who in Science and Engineering (Quem é quem na Ciência e na Engenharia).

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Uma reportagem da revista Forbes, de 1999 significativamente intitulada The Hall of Lame — lembra que as publicações da Marquis Who’s Who costumavam ser bastante confiáveis. “Ao folhear o último volume, no entanto, não é difícil concluir que algo mudou, que o critério de seleção tornou-se – digamos – mais democrático.”

O texto diz que o Who’s Who America, por exemplo, parece ter muitos nomes de pessoas que simplesmente indicam a si mesmas, o que é permitido por meio do preenchimento de um formulário biográfico disponível na página na internet da editora.

“Com a maioria dos incluídos nesses anuários sabe, a inclusão dos nomes é majoritariamente autoindicada e amplamente não checada, o que os tornam lugares ideais para ajustar um currículo educacional e profissional irregular”, conclui o autor da matéria.

Procurada pela reportagem, a professora Maristela Basso afirmou: “Meus ‘títulos’ de fato importantes e significativos carrego dentro de mim e são meu maior patrimônio. Aqueles aos quais o senhor se refere têm, na minha vida, lugar bem menor e não dizem quase nada ao meu respeito”.

“O mundo está de ponta cabeça. Estamos na iminência de uma nova intervenção militar no Oriente Médio. O Brasil fora dos trilhos. E o senhor preocupado com os títulos que recebi no exterior?”, disse.

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86 comentários

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Jorge Sodré

04 de outubro de 2013 às 15h48

O que essa professora fez além de disser a verdade??? Ou alguém aqui acredita seriamente na importância da Bolívia para o desenvolvimento brasileiro? É claro, se você for um usuário do melhor produto de exportação boliviana que existe (e nós sabemos muito bem qual é) realmente você deve ter se sentido atacado com o comentário, no mais o que ela fez foi dizer a verdade.
Os imigrante bolivianos são tratados como escravos no Brasil, sem direitos e sua cultura não influência a nossa (a menos o uso da melhor matéria prima de qualidade do país). Nossas relações econômicas com o país concentram-se na nossa compra de gás “como esmola”, pois a Petrobrás é autossuficiente, e mesmo assim seu “DITADOR” invadiu com o exército as instalações da empresa brasileira por lá. mantemos uma relação de abaixar a cabeça para tudo que o “DITADOR” de lá faz, no entanto a força econômica e militar da região é o Brasil.
Os comentários classificando a professora como “coxinha” (termo adolescente da modinha) certamente deve ter sido elaborado pelas grandes mentes da ESQUERDA CAVIAR brasileira…se é que me entendem…

Responder

sandro

13 de setembro de 2013 às 13h32

Fascista desde sempre , não é a primeira vez que essa figura expressa
sua opinião sobre povos e pessoas nesse tom.

Responder

jusan

13 de setembro de 2013 às 12h07

seria justo que essa professora que compra títulos no atacado, tivesse um abatimento nos precos …
com tanto racismo entranhado no corpicho, ela poderia dar aulas de campos de extermínio, camaras de gás, etc, menos de direito internacional.
juan sanchez

Responder

Maria Fulô

13 de setembro de 2013 às 08h21

A verdade gente é que quem fala o que ela falou da Bolívia é não só medíocre, mas sem noção… apesar da carreira acadêmica, falsa ou não, é uma pessoa pequena, que sequer consegue entender o ridículo de suas afirmações. O duro mesmo é pensar que dá aulas na propalada melhor Universidade da América Latina. Mas o Reitor lá hoje é o Rodas… que veio da mesma Faculdade de Direito. Jogo duro…

Responder

Nigro

12 de setembro de 2013 às 18h50

Esses títulos são mesmo comprados. Igual ao da OPB (Ordem dos Parlamentares do Brasil). Ok.
Mas ela falou um a verdade, de maneira indelicada. Não precisamos dizer que a Bolívia é insigniifcante, mas sim que economicamente ela é irrisória, esceto pelo gás que compramos deles e dos ativos da PETROBRAS que eles roubaram e o nosso generoso Lula entregou de bandeja.

Responder

    Felipe

    19 de setembro de 2013 às 21h15

    Esceto nahah vc e genioo!

Leo

12 de setembro de 2013 às 12h55

Está parecendo pátio de colégio no perfil https://twitter.com/Maristela_Basso
Ou hackearam o perfil da maristela, ou ela desceu do salto.
Que vergonha, que vergonha.

Responder

Biru-Biru

12 de setembro de 2013 às 10h09

O presidente Lula é Doutor Honoris Causa por merecimento, e notório saber. Todos os companheiros sabem e concordam.

Responder

    Nigro

    12 de setembro de 2013 às 18h53

    Honoris causa? Que causa? Ser doutor já significa pouco. Qualquer um consegue, ainda mais no Brasil. É só ter saco. Agora sem nunca ter empreendido nada, realizado nada, e ter vivido mais da metade da vida na aba de verbas políticas…. Acho exagero. Tem pessoas muito mais qualificadas no mundo para ganhar esse “Título”.

Hermes

12 de setembro de 2013 às 08h38

Ela está certíssima! Com tanta coisa importante pra pensar, e vão dar importância ao que alguém como ela diz! O mundo está de pernas pro ar mesmo!

Responder

Geraldo

12 de setembro de 2013 às 08h17

Não havia assistido a este debate ainda. Mas confesso que fiquei chocado. Me remeteu imediatamente àquela figura abjeta de Natal, que ofendeu, ao mesmo tempo, os médicos cubanos e empregadas domésticas. Em se tratando de obscuridade e insignificância, creio ela saber bem do que fala. Afinal, quem é esta senhora, qual o peso de sua “obra” sua obra? Irrelevante!

Responder

Pelika

12 de setembro de 2013 às 08h06

Com todo este curriculum, é só escrever meia dúzia de artigos contra o ex presidente LULA,publicá-los nos jornalões para poder fazer companhia ao Merval e ao FHC na Academia Brasileira de Letras.

Responder

    Marmeladov

    12 de setembro de 2013 às 10h07

    O reverso da medalha: basta ter sido advogado do partido, ou filho de uma comadre da ex-primeira-dama para chegar ao STF? Lewandowski ainda vai, mas o Toffoli…

Kazuhiro Uehara

12 de setembro de 2013 às 03h45

A prática e marca demotucanopps.

Responder

clodoaldo

11 de setembro de 2013 às 23h27

Se a Bolívia é realmente “insignificante em todas as perspectivas”, como ela disse, eu gostaria que ela explicasse, se é que ela tem conhecimento disso, porque o Brasil compra a maior parte do gás natural que consome da Bolívia.

Responder

    Nigro

    12 de setembro de 2013 às 18h54

    É isso, faltou ela dizer, “Exceto pelo gás que compramos deles e pelos ativos que eles nos roubaram”, antes de começar a sentença.

Hudson Luiz Vilas Boas

11 de setembro de 2013 às 22h25

Ainda bem que tinha o Carlos Novaes (que nem de longe é um “petista”)também estava no programa e lhe deu uma resposta próxima daquilo que alguém civilizado pensaria.

Responder

Regina Braga

11 de setembro de 2013 às 22h21

Demotucanos são sempre iguais…adoram plumagens.Cadê o diploma do Cerra?

Responder

    Hermes

    12 de setembro de 2013 às 08h40

    O Serra ainda tem de responder criminalmente por mentir em formulários ainda que particulares – pra quem não sabe, isso é crime!!! Mas disso ninguém vai atrás, porque nossos Pomotores de Justiça querem fazer o nome em cima de ladrões de galinha e subir até bicheiros, não têm culhões pra brigar com cachorro grande.

Gerson Carneiro

11 de setembro de 2013 às 21h26

A Maristela Basso estava fora dos trilhos.

Responder

geraldo

11 de setembro de 2013 às 20h57

Essa dita cuja professora esta mal do basso,coitado do orgao,ter
seu nome usado por um ser tao pequenino.

Responder

Luís Carlos

11 de setembro de 2013 às 19h31

“O Brasil está fora dos trilhos”? Ela está falando de qual Brasil? Talvez do Brazil da Petrobrax e da Alston e Siemens.

Responder

Alex Mostreyer

11 de setembro de 2013 às 18h39

Se a USP foi uma instituição minimamente séria, essa professora seria obrigada a se retratar ou perderia seu cargo. Mas como De Gaulle continua certo, ainda vivemos em um país que não é sério, infelizmente!

Responder

    Hermes

    12 de setembro de 2013 às 08h43

    Acho que perder o cargo por um comentário tão fútil, ainda que vilipendioso não rola, mas deveriam cobrar dela ou fazer um pedido de desculpas compulsório, só pela ética mesmo.

Jayme Vasconcellos Soares

11 de setembro de 2013 às 18h34

O governo brasileiro, representando o nosso País, Brasil, vai continuar dando refugio, escondendo um fugitivo, o Sr. Molina, acusado pelas leis bolivianas de mais de 20 Processo criminais. Isto é, no mínimo, um desrespeito a uma nação amiga, com a qual temos mantido as melhores relações políticas e comerciais. Já basta de tantos corruptos e criminosos em nosso País. A Presidenta Dilma deve, por força das leis internacionais, e em consideração ao governo da Bolívia, extraditar, imediatamente o Sr. Molina, para que ele vá responder aos Processos dos quais é acusado, naquele País!

Responder

Liz Almeida

11 de setembro de 2013 às 18h30

Diante da resposta que ela deu ao Viomundo, acredito que ficou evidenciado que os títulos foram comprados; quando não temos argumentos, damos respostas como as que ela deu.

Responder

Gerson Carneiro

11 de setembro de 2013 às 18h30

Detalhe: na semana seguinte à semana da declaração infame sobre a Bolívia, ela não compareceu à bancada do Jornal da Cultura.

Não era de se esperar covardia de quem disse que o Julian Assange “se acovardou e se refugiu em embaixada de país pequeno”. Seria no mínimo uma incoerência mas, incoerências existem.

Resta saber aonde ela se refugiou.

Responder

Bacellar

11 de setembro de 2013 às 18h29

Então na realidade a Sra Basso é insignificante em todos os sentidos? Quá quá quá!

Responder

Edgar Rocha

11 de setembro de 2013 às 18h05

Que tal escarafunchar o curriculum de cada intelectual que aparece dando carteirada? Só por diversão. Matéria orgástica. Podem me acusar de despeitado. Não troco o prazer proporcionado por esta matéria por nada. Depois, fazem matéria contra a pobre da mulher-pêra e seu programa infantil. Com intelectuais deste calão, quem precisa saber da vida de subcelebridade?

Responder

marcosomag

11 de setembro de 2013 às 17h27

A tal professora disse que o Brasil está “fora dos trilhos”. Em quais “trilhos” esta senhora que foi ostenta o título obscuro de “super mega blaster fêssora das galaquicia tabajara”, entregue pessoalmente pelo Seu Creysson, quer amarrar o nosso querido país? O trilho do desemprego em massa, concentração de renda e submissão ao Império estadunidense? NÃO, OBRIGADO! VAI OSTENTAR SEU “CURRÍCULIO SEU CREYSSON” NAS REUNIÕES DE “BACANAS” QUE FREQÜENTA E DEIXE O BRASIL (E A BOLÍVIA) EM PAZ!

Responder

Ivo M. Gloeden

11 de setembro de 2013 às 14h37

Esta foi direta no fígado, digo, no basso.

Responder

antonio carlos ciccone

11 de setembro de 2013 às 14h19

Só podia ser comentarista na moribunda TV Cultura, que antes do Tucanato era uma TV de alto nível.

Responder

Paulo Figueira

11 de setembro de 2013 às 13h42

Deus do céu! Mais uma que mata no peito

Responder

Urbano

11 de setembro de 2013 às 13h40

A imbecilidade se acentua quando queremos justificar o erro, principalmente o crasso que tem algumas facetas infames como a segregação e o preconceito, por exemplos.

Responder

lukas

11 de setembro de 2013 às 12h45

Toda cidade tem esta picaretagem. Ligam para uma padaria dizrndo que ela foi escolhida TOP OF MIND em uma pesquisa popular e que para receber o premio numa festa ela deve adquirir duad mesas. Se vc diz que nao, ligam para a “segunda” colocada.

Responder

    Gerson Carneiro

    11 de setembro de 2013 às 18h19

    Traduzindo: “todo mundo faz então ela pode fazer”.

    É a velha “justificativa” torta.

    Está cada vez mais cômico.

    lukas

    12 de setembro de 2013 às 04h58

    Alem de sem graça, não sabe ler.

    Triste…

Gilles

11 de setembro de 2013 às 12h40

Hahaha.

Eu tenho uma grande intolerância a carteiradas e inflações de currículos. Quantas vezes alguém veio pra cima de mim dizer que era doutor sendo doutor em administração de empresas?

E não se enganem, a grande maioria dos MBAs são tão comprados quanto um Marquis Who’s Who, só custam mais caro (e tomam tempo, em alguns raros casos que cobram presença). Descobri que essa coisa de títulos não faz o meu temperamento já durante o mestrado (quando a turma que fazia matérias acadêmicas de verdade seguia o mesmo rumo que aquela que fazia meta-discurso).

Sempre preferi o autodidatismo. De 50 doutores que conheci em 2013, um deles era uma criatura inteligente, de interesses diversos, capaz de aprender assuntos novos e sempre disposta a sair da zona de conforto. Decidi há muitos anos que não queria ser um doutor, e histórias como estas sempre acabam confirmando aquela decisão.

(Este comentário é tangencial à discussão? Confio nos moderadores para cancelá-lo se não for conveniente.)

Responder

O DOUTRINADOR

11 de setembro de 2013 às 12h33

Ela sempre esta na Tv Cultura, que atualmente OBEDECE ao Alckmin, então sua presença esta no nível dos seus prêmios. Pde ser que deixe de ser convidada foi falar em TRILHOS o PATRÃO PICOLÉ DE XUXU, vai lembrar do Metro, e lembrara da Siemens, e consequentemente do METROLHAS.

Responder

Walter

11 de setembro de 2013 às 12h08

O mais grave não são os títulos recebidos mas, sim, ela acreditar que eles são o reflexo da sua sapiência.

Responder

Vixe

11 de setembro de 2013 às 12h06

Qual o termo, em inglês, para PICARETAGEM???

Responder

    Maurício Habert

    11 de setembro de 2013 às 15h02

    Nessa história acho q “quackery” ia ficar melhor, qua-quará-quá-quá. “Títulos insignificantes”, Basso nível.

zico

11 de setembro de 2013 às 12h02

Ela e doutora em direito internacional e prof da USP, belos títulos, realmente nosso braza tá bem pracaramba

Responder

João Vargas

11 de setembro de 2013 às 11h35

Assisto com frequência o jornal da cultura e este comentário da “professora” sobre a Bolívia não é excessão, pelo contrário, é regra. Esta senhora representa o que de pior existe na nossa sociedade: Pessoas mesquinhas, arbitrárias, discriminadoras…na opinião delas só os EUA e Europeus merecem respeito. Aproveito este espaço para fazer uma crítica: é lamentável como o PIG se apoderou da TV Cultura, para culminar colocaram o bossal do Augusto Nunes para comandar o Roda Viva. Afinal, a TV Cultura não é pública? Como pode que seja entregue de bandeja para a direitona ressentida?

Responder

Álvaro

11 de setembro de 2013 às 11h31

É muita picaretagem… será ministra do Supremo,em breve.

Responder

    Rodrigo Leme

    11 de setembro de 2013 às 14h41

    Para isso precisa ser aprovada pelo presidente, assim como a maioria destes que estão fazendo justiça e condenando quadrilheiros foram por Lula e Dilma.

    Marcilio Serrano

    11 de setembro de 2013 às 21h50

    Continuo esperando suas resposta??? Você andou sumido….Quando você vai comentar sobre ALSTOM e SIEMENS…..

    Rodrigo Leme

    12 de setembro de 2013 às 07h56

    Chegou a minha líder de torcida, rs.

    Tem cadeira em casa? Senta e espera eu obedecer seus caprichos. Parece uma criança mimadinha querendo atenção da mãe.

maria de sobral

11 de setembro de 2013 às 11h20

É isso aí que voce diz, dizem quase nada a seu respeito. Sim, e recorreu a eles pra que? Precisa deles pra que?
Entao, aqueles que voce carrega dentro de voce, que é o seu maior patrimonio, serviu pra dizer o que voce disse? Porque o que voce disse diz muito a seu respeito.

Responder

Genghis KIhan

11 de setembro de 2013 às 10h14

Ah ah ah ah ah ah ah ah…..rapaz. Essa foi no fígado. Para quem andava como um pavão, apregoando aos quatro ventos os ‘títulos e honrarias’, essa senhora basso agora vai ficar quietinha. Com certeza a garotada da USP vai rir muito da cara de pau dela.

Responder

Matheus

11 de setembro de 2013 às 10h07

Mais uma farsa acadêmica. Nem sempre um grande currículo lattes é o espelho de uma grande mente.

Responder

Marcos AC Lopes

11 de setembro de 2013 às 10h07

É gente como a senhora que deixa “o mundo de ponta cabeça” e que tira “o Brasil dos trilhos”. Não venha com esta lorota agora e explique-se. Quem é insignificante? A Bolívia ou a senhora que para estar no Lattes precisa comprar seus títulos e enganar as pessoas? Com o seu cérebro de minhoca, a senhora deve achar também que só o Estado de São Paulo “anda nos trilhos”. E como anda!!Como prova, o trensalão.

Responder

leprechaun

11 de setembro de 2013 às 09h54

eu desconfiava e a cada ano que passa eu tenho mais certeza, nesse país (não só aqui, claro) as pessoas que estão em alguma posição de destaque são as mais incapazes e são as que menos sabem, tudo aqui funciona na base da falcatrua e das relações de amizade, o Brasil e o terceiro mundo são grandes depósitos de ótimo material humano entulhado sem chance de vingar

Responder

henrique de oliveira

11 de setembro de 2013 às 09h29

Sempre achei que essa dona não passava de uma lavadeira ( no termo perjorativo mesmo) , sem ofender as lavadeiras.
Mas as lavadeiras de verdade não falariam dessa forma desrespeitosa com a Bolivia ou com qualquer pessoa.
Isso sim é que é ser insignificante e inutil.

Responder

Zé Francisco

11 de setembro de 2013 às 09h19

“O título da professora é ‘insignificante em todas as perspectivas'”. Ass.: Profº Bolívia. kkkkkkkkkkk

Responder

Márcia

11 de setembro de 2013 às 08h47

Dona Maristela, que já era feia, ficou pior. Inacreditável, uma formadora de opinião! Lastimo pelos alunos dela.

Responder

Mardones

11 de setembro de 2013 às 08h43

Um sujeito formado em universidade falar algo desse gênero é falta de respeito para dizer o mínimo. Agora com a revelação desse artigo fica provado que ela corre o risco de ser mais uma picareta.

Responder

FrancoAtirador

11 de setembro de 2013 às 08h39

.
.
Membro da Seita “Neotomismo Antropofilíaco Culturalista”

travestida do nome engana-trouxa “Capitalismo Humanista”

em que Ricardo Sayeg é Guru e Wagner Balera é Diácono.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Hasson_Sayeg)

A teoria do Capitalismo Humanista salienta que se a fé é de uns, a cultura cristã é de todos [SIC], na linha que foi profundida pelo jurista e governador do estado de São Paulo – Prof. Franco Montoro [PSDB], fundador e titular da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Assim, a partir do culturalismo difundido por Miguel Reale, a teoria do Capitalismo Humanista compatibiliza o caráter laico do direito com o humanismo cristão, no intuito de efetivar um mandamento do preâmbulo da Constituição Federal brasileira, que é a construção de uma sociedade fraterna sob a proteção de Deus.

O ‘Capitalismo Humanista’ se tornou disciplina obrigatória no curso de graduação em Direito da PUC-SP, sob a denominação ‘Direito Econômico’.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_Humanista)


Neotomismo Antropofilíaco Culturalista: Alfa e Ômega

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Caracol

11 de setembro de 2013 às 08h39

Estou vendendo por 20 dólares cada:

“Top Stupids of the 21st Century”

e

“Brazil’s Most Insignificant Teachers”

Responder

    Mário SF Alves

    11 de setembro de 2013 às 18h15

    Há quem mereça ficar com os dois. Quanto a forma de pagamento, você acha que deve ser como, em cash ou em basso? Se for em basso pode demorar um pouco mais. Essa modalidade estará disponível só quando o Brasil voltar aos trilhos. Ou, senão isso, quando SP desentucanar de vez. A última parece mais próxima.

Luiz

11 de setembro de 2013 às 08h26

O problema do ego é que ele é cego e surdo mas não é mudo.

Responder

Sr.Indignado

11 de setembro de 2013 às 08h14

O “Brasil fora dos trilhos” até que é um problema bom… o Brasil DECOLOU!!!

Professora, olhe para o céu, olhe para cima, não para baixo nos trilhos…

Responder

Tiao

11 de setembro de 2013 às 08h09

Ela é só ordinaria,bonitinha jamais…

Responder

maria ferreira

11 de setembro de 2013 às 08h04

“Ö Brasil está fora dos trilhos”…….
Será que ela estava se referindo a Siemens, CAF, Alstom?
Fora dos trilhos, o partido limpinho dela terá muito menos chances de conseguir alguma coisa.
Que lástima, maestra.

Responder

    Mário SF Alves

    11 de setembro de 2013 às 18h22

    Pelo visto a justificativa pós-doctor dela traduz bem a ideia de ato falho.
    _________________________
    Totalmente fora dos trilhos. E bota bota título podre nisso.

Rodrigo Leme

11 de setembro de 2013 às 07h59

Assassinato de reputação. Ad hominem. Coisa de PIG, né?

Responder

    renato

    11 de setembro de 2013 às 14h42

    Pau que dá em chico, o francisco come.
    membro da Inter American Bar Association, não sabia
    que ela ela GOLEIRA, não de bola de gole.
    Ela quis arrumar para cabeça, já que comprando só
    não estava dando ibope, ela ganha para isto, do jornal
    que a contrata.
    Eu assisti, e não gostei…
    Mas como vai render dinheiro o telejornal vai mante-la.
    Afinal ela não é insignificante…
    Dá nojo…

    Antonio C.

    11 de setembro de 2013 às 14h45

    Prometo pensar no assunto. No entanto, com este post, pretendo comprar a minha reputação já.

    Gerson Carneiro

    11 de setembro de 2013 às 18h14

    Não meu caro. Alto lá.

    Trata-se de SUICÍDIO DE REPUTAÇÃO.

    Abandone o vício e faça um pequeno esforço, você é capaz de conseguir perceber a enorme diferença.

    Força.

    Rodrigo Leme

    12 de setembro de 2013 às 07h57

    Eu ja sei xeque lado vc estaria se ela atentasse contra os interesses do “PIG” e fizessem com ela essa pesquisa de currículo, passado para desqualifica-la.

    Você tbm sabe, né? Pense.

    Marcilio Serrano

    11 de setembro de 2013 às 21h56

    Rodrigo Leme,

    Já vimos que você anda gastando LATIM mas fugindo das minhas perguntas…

    Nada de ALSTOM, SIEMENS e sempre os mesmos comentários infantis…

    Rodrigo Leme

    12 de setembro de 2013 às 10h11

    Vive de mim. Mas ja tenho esposa, desculpe. Posso te mandar um pôster autografado pra vc pendurar no quarto.

Murdok

11 de setembro de 2013 às 07h01

Ela entrou nos sites, colocou o nome e depois recebeu honraria por correio?

Responder

Karl

11 de setembro de 2013 às 06h22

Eita elitinha da extrema direita. Sempre eles.

Se fizer uma operação “pente fino” nos ditos “doutores”, quase todos da elite branca, racista, preconceituosa, sem vergonha na cara e canalha, todos irão ter várias “surpresas”(Serra, CADÊ O DIPLOMA?).
Sobrarão poucos muito poucos “doutores”.
No entanto, todo cuidado é pouco para tratar com essa “Senhora”. Como se dizia antigamente, ela é da “turma do risca a faca”. Tá sempre pronta pra sacar a “peixeira” e ir pro pau. Ela gosta.
Insistimos ela é amiga da Globo. O momento, pra eles, esta “delicado”, cuidado ela tá DESTRAMBELHADA!

Responder

Gerson Carneiro

11 de setembro de 2013 às 03h34

“Um tolo nunca é mais tolo do que quando se mete a sábio”.

Essa aprendi aos 8 anos de idade, em uma lição de classe na segunda série primária, em uma cidade pequena escondida no sertão da Bahia. Quase um vilarejo. E minha professora Iolanda não possuía os títulos que possui a Maristela Basso porém, ainda assim, a Maristela Basso tem lá o seu significado: é o ser que comprova o que a professora Iolanda me ensinou.

Responder

Francisco

11 de setembro de 2013 às 01h04

péssima professora, sem mais.

Responder

Lagrange

11 de setembro de 2013 às 00h38

Se ela se esforçar um pouquinho mais vai conseguir chegar ao stj. Conversará alegremente com o batman e o dantas, acompanhará o fux na guitarra e “otras cositas mas”. Quando a picaretagem fala alto, ela realmente se faz ouvir.

Responder

francisco pereira neto

11 de setembro de 2013 às 00h26

Está vendo só?
Como é gostoso ser chamada de insignificante?
Ai pula nas tamancas.

Responder

Maxwell

10 de setembro de 2013 às 23h21

Tem que se preocupar sim, pois como professora, ela é formadora de opinião. Mesmo que não se concorde com o que ela diz, é necessário que tenha credibilidade. Quantos alunos passam por ela todos os anos?

Não estou aqui para atirar pedras nessa senhora, mas sim pra deixar claro que é necessário que haja coerência! Pode-se encontrar lucidêz(ou não) numa esquina, em casa ou na sala de aula. Se é difícil que sua opinião seja ouvida, e até aceita, quando se tem formação comprovada, o que dirá se não tiver?

Responder

Jorge Moraes

10 de setembro de 2013 às 23h09

“O Brasil fora dos trilhos” é uma frase interessante. Em Basso, embaça. Diz trilhos, escuta-se fatalmente trens. Basso. Não passo.

Parabéns pela reportagem!

Responder

clemilton

10 de setembro de 2013 às 23h08

Nesse momento não gostaria de ser aluno dessa “professora” foi muito vergonhoso. poderia ter ficado calada. Ela reforçou a célebre frase do sábio Nelson Rodrigues: “bonitinha mas, ordinária.

Responder

    Maria Lucia Gonçalves

    11 de setembro de 2013 às 08h33

    Esta é uma tucana nata , representa direitinho a elite sem vergonha que temos . Come sardinha e arrota caviá . Coitados se seus alunos .
    Viva a Bolivia

Leo

10 de setembro de 2013 às 22h50

““O mundo está de ponta cabeça. Estamos na iminência de uma nova intervenção militar no Oriente Médio. O Brasil fora dos trilhos. E o senhor preocupado com os títulos que recebi no exterior?”, disse.”

Sim, sim, “estamos” preocupados. Pois são tipos como você que coloca o mundo de ponta cabeça. Então, não fuja da raia, Ô dona Maristela. Fique esperta pois, também, estamos de olho nas suas presepadas.

Responder

maria utt

10 de setembro de 2013 às 22h46

Essa professora é insignificante em todas as perspectivas.

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