VIOMUNDO

Diário da Resistência


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CA da USP: Declaração de Maristela sobre a Bolívia é degradante


03/09/2013 - 22h48

Nota de repúdio às declarações da Profª. Maristela Basso sobre a Bolívia

Blog Racismo Ambiental,  sugestão de Fernanda Giannasi

O Centro Acadêmico Guimarães Rosa (Relações Internacionais – USP) vem a público manifestar seu amplo repúdio e indignação em relação às declarações da Professora de Direito Internacional da USP, Maristela Basso, sobre a Bolívia e o povo boliviano. Comentarista política do telejornal da TV Cultura, a docente disse no programa do dia 29/8/2013:

“A Bolívia é insignificante em todas as perspectivas, (…) nós não temos nenhuma relação estratégica com a Bolívia, nós não temos nenhum interesse comercial com a Bolívia, os brasileiros não querem ir para a Bolívia, os bolivianos que vêm de lá e vêm tentando uma vida melhor aqui não contribuem para o desenvolvimento tecnológico, cultural, social, desenvolvimentista do Brasil.”

O fato de a Bolívia supostamente não ter relevância econômico-comercial para o Brasil e ser um país pobre não a torna menos merecedora de nosso mais profundo respeito. Da mesma forma, os imigrantes bolivianos que vêm ao Brasil “tentar uma vida melhor” e que de maneira geral sofrem com as intempéries do trabalho precário e da subcidadania merecem no mínimo a nossa solidariedade.

Respeito e solidariedade foram conceitos que passaram longe da declaração professora Maristela Basso. É estarrecedora a tranquilidade e a naturalidade com a qual ela fez o seu comentário explicitamente degradante e xenofóbico em relação a um país vizinho.

A fala da professora expressa o mesmo desprezo que um brasileiro ou qualquer outro latino-americano poderia sofrer por parte dos países “desenvolvidos” – muitos dos quais, não por coincidência, nossos colonizadores. Desconheceria a docente que nós também compartilhamos de um passado colonial? Ou talvez isso simplesmente não importe quando supostamente não existem “interesses estratégicos e comerciais”, o que nos faz pensar sobre o lugar que ocupam as temáticas de paz e direitos humanos nos estudos e preocupações da professora.

Tuítes da professora, via Renato Brandão, no Facebook

O fato é que nós temos muito mais a ver com a Bolívia do que quer dar a entender a fala de Maristela Basso. Compartilhamos com este país vizinho e o resto da América Latina de um passado de brutal exploração. Uma exploração que começou com a colonização, mas que não acabou com ela e cujos efeitos ainda tentamos superar. Exploração que ainda predomina na mente colonial dos “países desenvolvidos”, ao inferiorizar tanto os governos quanto a população latino-americanos, incluindo o Brasil. Não podemos nos tornar iguais àqueles que nos subjugam.

Há razões históricas para a Bolívia ser pobre como é hoje em dia e para haver tantos imigrantes bolivianos se arriscando no Brasil. São as mesmas razões pelas quais em toda América Latina, incluindo o Brasil – como se sabe ainda um dos países mais desiguais do mundo – há tanta pobreza. Uma delas certamente é a obra histórica da uma elite que descolonizou o continente em proveito próprio, mas jamais para emancipar de fato o seu país e o seu povo. Elite que, afinal, pensava como o colonizador. E que falava como Maristela Basso fala.

É, portanto, essa mentalidade negligente com o nosso passado e que subsidia com naturalidade a xenofobia o que de fato não contribui, em nenhuma perspectiva, para o nosso desenvolvimento. E é contra essa mentalidade – tão bem representada pela lamentável fala de Maristela Basso – que apresentamos todo nosso repúdio.

Com a mesma determinação, nos solidarizamos com a Bolívia, o povo boliviano e os imigrantes que aqui vivem e convidamos a todas as entidades interessadas a assinar e divulgar essa nota.

Atenciosamente,

Centro Acadêmico Guimarães Rosa

Veja a declaração da professora no Jornal da Cultura

Maristela Basso: “A Bolívia é insignificante em todas as perspectivas”

Livro do Luiz Carlos Azenha
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!

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131 comentários

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Vera Maria

02 de abril de 2014 às 17h35

Foi a única pessoa, Dra. Maristela Basso, que teve a coragem de dizer a verdade, mesmo que doa em nossos corações. Bjs. Dra. Maristela e Obrigada por não ser falsa.

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Mauricio

14 de setembro de 2013 às 13h02

Ta aí! Ter conhecimento técnico não avalia o carater da pessoa. Olha o exemplo. ainda bem que não a tenho nem como colega. Nem quero em aproximar dos colegas dela

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13 de setembro de 2013 às 15h20

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Carlos Lima

12 de setembro de 2013 às 11h29

Tá todo mundo precisando estudar um pouco, se a Bolívia fechar o gasoduto é caos na indústria brasileira, se ela aumentar 10% é inflação no Brasil, se isso não tem relevância para a professora é muita falta de informação para uma pessoa que se diz tão titulada. Quando do apagão do FHC.. quem salvou o Brasil foi gás boliviano nas termoelétricas, pelo visto a professora esta precisando estudar mais e ser no mínimo mais prudente ao falar asneiras ou ser pelo menos mais humilde, com certeza ela não esta com essa bola toda. Professora o Brasil depende de 50% dos gás boliviano, que insignificância em professora, aposto que nas suas vestimentas e veículos que se locomove em SP tem um pouquinho do gás boliviano. é por isso que não acredito em certos “doutores”, isso sim é que é falência da educação. Nossa, que mulher do pensamento horrível.

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11 de setembro de 2013 às 23h06

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11 de setembro de 2013 às 14h46

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07 de setembro de 2013 às 21h01

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07 de setembro de 2013 às 16h24

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Ted Tarantula

07 de setembro de 2013 às 12h07

de uma madame com sotaque, óbviamente, paulista ha alguns meses saindo de uma loja de Buenos Aires depois de ter comprado umas poucas coisas: “vamos meu filho que já acabamos de matar a fome de uma família de argentinos”…bom..com toda certeza ela ignora que a Argentina está muitos e muitos e muitos furos a nossa frente em IDH, mais de 100% melhor..tem uns 15 prêmios nobel comparados os nossos…zeros. Mas seria muito querer que ela soubesse disso.

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    Vixe

    07 de setembro de 2013 às 12h31

    Eita xenofobia contra os PAULISTAS…
    A “moça” aí é GAÚCHA, entendeu?
    G A Ú C H A !
    Entendeu ou quer que eu desenhe?
    Ela foi formada numa tal “UNISINOS” (nunca ouvi falar) lá no sul.
    Mania que esse povo tem de associar tudo o que não presta ao povo paulista…
    Vamos ser menos XENOFÓBICOS por favor.

    Ted Tarantula

    07 de setembro de 2013 às 14h52

    nada sei de vc..mas uma coisa fica evidente: tem pouca familiaridade com o dicionario e nem desconfia o que quer dizer xenofobia..

    Vixe

    07 de setembro de 2013 às 21h26

    Bom, pelo menos uma coisa já sei sobre você:
    Tens aversão à paulistas e se não for “xenofobia” que seja preconceito de origem, pode ser?
    Te agrada?
    Pois é, em nada você difere dos que discriminam sexo, cor, religião, raça ou “origem”…
    Qual é mesmo a palavra para descrever pessoas assim???

    sandro

    13 de setembro de 2013 às 17h00

    Você não deve ser melhor que ela..aliás deve ser bem pior porque não se enxerga, coxinha!

Giovani Bonfanti

07 de setembro de 2013 às 00h33

Talvez o que tenho a dizer sirva para uma melhor compreensão das concepções preconceituosas e desprezíveis da ilustre professora a respeito dos nossos vizinhos Latino-americanos. Aqui no RS recebemos grandes levas de imigrantes italianos, a partir de 1875, que colonizaram especialmente a serra gaúcha. Estas pessoas provinham das regiões mais remotas do norte da Itália, da região alpina na fronteira com a Áustria, principalmente. Em geral eram agricultores muito humildes, sem-terra, ou com pouca terra, que não tinham opção melhor que não fosse imigrar. Estavam também marginalizados no que se refere ao acesso à cultura desenvolvida na Itália nos últimos milênios (com todo o respeito, estavam mais para invasor bárbaro, do que para cidadão romano).
Ao chegarem ao Brasil, como uma estratégia de defesa frente à uma dura realidade, estes imigrantes procuraram se autovalorizar e se apegaram aos seus próprios valores culturais, resistindo, de certo modo, ás influências luso-brasileiras. Desenvolveu-se, assim, um curioso preconceito com todos os não italianos. Na comunidade rural em que meus avós paternos viviam, meu pai foi a primeira pessoa a casar com alguém que não tinha origem italiana. Minha mãe é portuguesa nata, e assim, mesmo eu sendo, portanto, branco, várias vezes me senti discriminado.
É comum até os dias de hoje, descendentes de italianos considerarem-se de alguma forma “superiores” aos luso-brasileiros, aos chamados “gaúchos pêlo-duros”. Atribuem ao seu emprendendorismo, ao seu trabalho, etc.. o fato de comporem grande parte da classe média e das elites empresariais da serra gaúcha. Muitas destas famílias enriqueceram, mas apesar de seus filhos terem acesso ao conhecimento formal, escolas e universidades, isto não significou um crescimento a nível de cultura geral, de valores, de crítica, de respeito às diferenças, de rompimento com preconceitos e dogmas e etc…
Historicamente,a tradição de obedecer às autoridades constituídas sem questionar, a forte religiosidade dos italianos, e outros fatores ideológicos conferiram à região um perfil conservador, e mesmo reacionário. O facismo de ontem ainda está bem representado pelos filhos de uma elite ignorante e prepotente.

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    Mário SF Alves

    08 de setembro de 2013 às 15h09

    Prezado Giovani, seu depoimento pode não ser a expressão da verdade em sua totalidade. Também, pudera, síntese tão brilhante em tão poucas linhas, pudera. Mas, ainda assim, não deixa de ser uma contribuição e tanto para fazer vir à tona as razões do fato, da limitação intelectual e a origem do preconceito da PROFESSORA Basso (ou seria Baço?).
    ________________________________
    Baço 1:
    É um órgão extremamente frágil, sendo muito suscetível à ruptura, em casos de trauma ou ao crescimento (esplenomegalia) em doenças do depósito e na hipertensão portal.
    ___________________________________________________
    Baço 2:
    É o maior dos órgãos linfáticos e faz parte do sistema reticuloendotelial, participando dos processos de hematopoiese (produção de células sanguíneas, principalmente em crianças) e hemocaterese (destruição de células velhas, como hemácias senescentes – com mais de 120 dias). Tem importante função imunológica de produção de anticorpos e proliferação de linfócitos ativados, protegendo contra infecções, e a esplenectomia (cirurgia de retirada do baço) determina capacidade reduzida na defesa contra alguns tipos de infecção.
    __________________________________________________________
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Baço

    Antonio Vieira

    09 de setembro de 2013 às 13h29

    Ótima análise! Parabéns! Estive em visita à diversas cidades da serra gaucha e como lá, na serra capixaba, pude notar esse padrão preconceituoso e retrogrado da população de origem italiana! Participei de uma festa, de italianos, como convidado e a única figura negra a participar da festa era uma boneca, que simulava estar grávida, procurando pelo pai da criança!

Flavio Passos

06 de setembro de 2013 às 22h01

Não falou nenhuma inverdade. A Bolívia é realmente insignificante em vários aspectos.

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    Bley

    07 de setembro de 2013 às 11h53

    Insignificante eh minha sinistra gonada!

Fabio Hideki

06 de setembro de 2013 às 21h27

O twitter dessa professora tem respostas inacreditáveis.

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06 de setembro de 2013 às 13h08

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06 de setembro de 2013 às 12h58

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João-PR

06 de setembro de 2013 às 12h43

Espero que a Profa. Maristela Basso não seja casada, e se for não tenha filhos (e mesmo se for solteira não faça uma “produção independente”).
Explico: que tipo de educação essa(s) criança(s) teriam? Iriam, com certeza, bater com lâmpadas fluorescentes nos rostos daqueles que achassem que fossem gays ou diferentes do padrão estabelecido de “beleza”.
Gente intolerante não deve ter filhos para essa chaga não ser passada às novas gerações.

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Elias

06 de setembro de 2013 às 12h02

Os governos direitosos que comandam o estado de São Paulo há vinte anos foram aos poucos acabando com o que havia de melhor na TV Cultura. A começar pelo Roda Viva. Com a demissão de Heródoto Barbeiro que ousou discordar do entrevistado José Serra, o programa passou a ser chamado por muitos de Roda Morta. Agora, com o novo âncora Augusto Nunes, arauto da Veja, podemos dizer que o semanal foi pro saco. O Jornal da Cultura, nas poucas vezes que assisti, ainda sob o comando de Maria Cristina Poli, não me surpreendi com o padrão tendencioso de notícias. Por mais que Poli se esforçasse com seu talento, seus dois comentaristas pareciam Tico e Teco nas opiniões onde um dava no cravo e o outro na ferradura sem nenhum convencimento. Quanto às afirmações deploráveis de Maristela Basso sobre a Bolívia, só vêm a confirmar o projeto direitoso que os governos do Estado de São Paulo impingiram à emissora. Enfim, com Marcos Mendonça, fundador do PSDB, indicado em maio deste ano à presidência da Fundação Padre Anchieta, o que mais se pode esperar da TV Cultura?

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Eugenio C Rebelo

06 de setembro de 2013 às 10h59

O que a professorinha esqueceu, é que os “brazucas” que vão trabalhar nos Steites também em nada contribuem para o desenvolvimento de lá. Mesmo porque eles mandam seus suados dólares para cá.

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Tomudjin

06 de setembro de 2013 às 10h02

Um resumo do que o Lula disse: Quando assumi a presidência, o Brasil estava de costas para a America Latina e, mesmo assim, nem enxergava a Africa.

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Leandro_O

06 de setembro de 2013 às 08h56

É essa mesma elitezinha nojenta que infesta SP há décadas, que, por exemplo, procurou se cercar em seus castelos e ignorar o que se passava lá fora. Quando menos percebeu, a pobreza já transbordava no Morumbi e eles se viram cercados e “presos” em seus castelos pessoais. Agora querem sair de lá. Ignorou, também como exemplo, a Zona Leste, ou seja, metade da população de São Paulo. Nunca se preocupou em colocar um universidade pública lá, nunca se preocupou que as pessoas tenham que gastar 2 ou mais horas para chegar ao local de trabalho, afinal, a concorrência pelos empregos os favorece. Elitezinha nojenta!

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Nigro

06 de setembro de 2013 às 07h57

Palavras duras mas reais. Sim, a Bolívia é insignificante economicamente. Mesmo o Gás que temos só foi extraído graças à Petrobras, e nossos ativos foram confiscados por essa republiqueta de araque, com conivência do “Presidente” Lula. Podem espernear esquerdopatas, mas a realidade é essa.
O Brasil é lixo, mas eles são bem mais.

Responder

    bolita

    06 de setembro de 2013 às 12h07

    Insignificante “economicamente”… E humana e culturalmente? Cultura e convivência não significam nada pra você? Aliás, a propósito de realidade, você já parou para enxergar a sua volta, ou sua própria ganância não permite enxergar nada além de si mesmo?

    lukas

    06 de setembro de 2013 às 12h47

    Culturalmente, a Bolívia é uma nota de rodapé na história do mundo.

    Eita mundão véio sem vergonha

    06 de setembro de 2013 às 16h42

    Aham, isso mesmo Lukas, tanto quanto TODAS as culturas aborígenes brasileiras!!! Opa, não, desculpa, todas as culturas indígenas sulamericanas, centro americanas, norte americanas, africanas, asiáticas, oceânicas, e por aí afora.

    Quanta besteira a gente lê na vida…

Bene

06 de setembro de 2013 às 06h45

Ela é tão professora quanto o Serra , o Fhc. Protótipo de elite paulista e quem os elegem, e os que os imitam.
Isso é Direito Internacional ?
Uma certeza eu tenho, ele odeia o povo e nunca votou no pt.
Bolívia, um exemplo para o mundo, com um Índio no poder. Viva a Bolívia. Amo e respeito , o sofrido e heroico povo boliviano.
Viva,ó próximo Governo de SP será do PT. Graças.

Responder

marco

05 de setembro de 2013 às 22h44

Ora o que esperar da degradante professora da direita?Atitudes de direita ora pois!Não consegue produzir mais do que atitudes de direita.

Responder

Celso Carvalho

05 de setembro de 2013 às 22h00

Essa mulher é mais um desses trastes cucarachas que a exemplo do mordomo do lord inglês, toma-lhe as maneiras. Essa história deveria ir para a página de humor. É o que Folha e o PSDB sabem construir de cidadania e de consciência nacional.

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Helenita

05 de setembro de 2013 às 19h01

Depois de falar os absurdos que falou, ao ser rebatida pelo outro comentarista, a tal professora ainda insultou mais a Bolívia e seu povo, quando disse que ” a Bolívia não tem um sistema democrático, que é militarizada” etc etc, quanto mais se justificava mais tolices dizia. Está no nível do senadorzinho Molina, que espertamente se diz perseguido, não pelo Poder Judiciário do seu país, mas pelo governo Evo Morales… Se o sacripanta perseguidor de índios ainda não foi preso naquele país, é mais uma garantia que a liberdade ali não é limitada… Viva a Bolívia! Sugiro ler mais uma vez “As Veias Abertas da América Latina”, e mais uma vez reverenciarmos aquele povo!

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Arthur Araújo

05 de setembro de 2013 às 18h59

Partindo de uma “comentarista política do telejornal da TV Cultura” é insignificante em todos os sentidos.

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airton

05 de setembro de 2013 às 18h03

Essa senhora se tornou a rola-bosta do psdb.

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Zanchetta

05 de setembro de 2013 às 16h50

“Há razões históricas para a Bolívia ser pobre como é hoje em dia e para haver tantos imigrantes bolivianos se arriscando no Brasil. ”

E a maior delas é que os europeus não ficaram por lá, tomando conta. Deixaram para os índios e deu nisso…

Responder

    Bley

    07 de setembro de 2013 às 12h15

    Que tpo de libido eh essa que se jubila em defesa do poder economico a massacrar toda a causa humana por um mundo compartilhado com todos os povos.i

Caracol

05 de setembro de 2013 às 16h45

Isso aí é professora de “Direito” Internacional? Então…das duas uma: ou ela é uma sacripanta ou Direito Internacional envolve a noção de que há países que não merecem consideração nem serem dignificados como nações e sociedades. Seu “Direito” não é direito, é torto.
Outra coisa: a paulista aí ignora que seu estado chupa o gás boliviano a preço de banana e que é assim que mantém seu parque industrial funcionando? Como assim não temos interesses comerciais com a Bolívia? Essa mulher não sabe coisa alguma, é doutora fajuta, está enganando seus infelizes e desavisados alunos, além de ser pessoa preconceituosa, reacionária, elitista e ignorante, vide seus demais comentários sobre outros assuntos.
Ela deve achar também que se os USA podem se dar o “direito” de espionar o Brasil… então é porque o Brasil é um país insignificante.
Pois insignificante é ela.

Responder

    Vixe

    05 de setembro de 2013 às 22h14

    Caracoles, a “moça” aí não é paulista não…
    A “moça” aí veio lá do Sul Maravilha com todos os seus preconceitos dentro da mala.
    É por isso que eu me pergunto: O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A USP QUE NÃO SELECIONA ADEQUADAMENTE OS SEUS QUADROS DOCENTES???

Gerson Carneiro: O que o Conselho Tutelar tem a dizer? - Viomundo - O que você não vê na mídia

05 de setembro de 2013 às 16h11

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Almerindo

05 de setembro de 2013 às 14h45

Azenha, estou BOQUIABERTO com o baixíssimo nível das respostas dessa professora no Twitter! BARBARIDADE TOTAL!!! Que nível é esse, meu Deus??? De uma professora de Direito Internacional da USP (da USP!!!)!

Responder

henrique de oliveira

05 de setembro de 2013 às 14h32

Tem certeza que essa lavadeira é professora da USP?

Responder

    lukas

    05 de setembro de 2013 às 16h15

    Preconceituoso o rapaz, hein… Rs

    joaquim

    05 de setembro de 2013 às 19h31

    Não é assim não! Minha mãe, Dona Maria, foi lavadeira a vida toda, analfabeta, muito digna, honrada, bem vista pelos vizinhos e pelos seus “patrões”, respeitada por todos, nunca fazia fofocas ou levantava falsos testemunhos, rezava o terço todas – mas todas – as noites, se vestia decentemente, usava ‘coque’ no cabelo, tinha muitos amigos, nunca fez inimigos, porque via nos outros a si mesma, nunca devia a ninguém, etc, etc. Portanto, compará-la a qualquer pessoa(s) que alimenta preconceito de todo tipo é, por si só, inumano, é ser incapaz de ver no outro depositário de dignidade, ética, educação, vida, respeito e amor!

Instituto João Gourlart: Justificar o erro é para resgatar imagem comercial - Viomundo - O que você não vê na mídia

05 de setembro de 2013 às 13h19

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Antonio Lassance: Caso Donadon mostra uma Câmara à deriva - Viomundo - O que você não vê na mídia

05 de setembro de 2013 às 13h18

[…] CA da USP: Declaração de Maristela Basso sobre a Bolívia é degradante […]

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Pedro Macambira

05 de setembro de 2013 às 12h10

Bom, para os olhos de quem ela se importa, Maristela será sempre uma brasileirinha boba e útil aos interesses da metrópole. Nunca, disse NUNCA, será vista como pertencente à metrópole, mas apenas um papagaio .

Quando muito, será vista como exemplo da beleza da mulher brasileira, na quela visão sexualizada que eles têm de nossas mulheres, o que, convenhamos, é muito pouco para quem ostenta títulos acadêmicos.

Responder

Horridus Bendegó

05 de setembro de 2013 às 11h59

Ela é casada com o Rodrigo Constantino?

Responder

    FrancoAtirador

    05 de setembro de 2013 às 15h24

    .
    .
    Digamos ‘ideologicamente amasiada’, meu caro Horridus Bendegó.
    .
    .

Horridus Bendegó

05 de setembro de 2013 às 11h55

O Vladimir Saflate sempre a abate na primeira tentativa de alçar qualquer voo em debates na Cultura.

Ela nunca decola.

Responder

leprechaun

05 de setembro de 2013 às 07h26

Fico imaginando os esquemas, arranjos e maracutaias que essa “coisa” se envolveu pra fazer mestrado, doutorado e ganhar uma vaguinha de professor da USP, com certeza, foi tudo esquema….não foi por mérito, e agora ela é obrigada a cumprir esse papel. As unidades da USP, com algumas exceções, só deixam passar em concurso para professor quem professa esse credo

Responder

Pafúncio Brasileiro

05 de setembro de 2013 às 06h29

Como não bastasse o absurdo, racista e indigno comentário da “perua”, ouví também ela dar “pitacos” na CBN.
Lá foi sobre as questões da espionagem americana por aquí. Foi de uma mansidão e subserviência completa. A “perua” já mostrou a que veio. Como dizia o grande Nelson: “bonitinha, mas ordinária…..”

Responder

PauloH

05 de setembro de 2013 às 06h08

Dá a impressão de que alguns tuítes foram escritos pelo tal Sérgio Marques, em nome de Maristela Basso (por isso o “P/p”). Esse Sergio Marques é advogado, sócio do escritório Maristela Basso e membro da comissão de direitos humanos (!) da OAB. http://www.istoe.com.br/reportagens/297667_ADVOGADO+SE+DIZ+PRESSIONADO+PARA+DEIXAR+A+DEFESA+DOS+CORINTIANOS+PRESOS+NA+BOLIVIA

Responder

FrancoAtirador

05 de setembro de 2013 às 00h47

.
.
É triste ver a mente humana ’embassada’ pelo preconceito.
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    08 de setembro de 2013 às 15h19

    Embalsamada. Mumificada. Embotada. Tragicomediada.

Paulo Piloto

04 de setembro de 2013 às 23h22

Gostaria de ver a senhora neo nazista diplomada sendo sabatinada pelos nossos senadores que consequentemente seria até punida por suas palavras e recomendada a tratamentos psiquiátricos, uma pessoa com esta de filosofia ruim diplomaticamente jamais poderá ocupar um cargo no poder ela é uma ameaça significante a qualquer meio ocupacional político/social imagine a geração de neo nazistas de diplomados que ela está criando como professora acadêmica em suas aulas. Repudio total a esta mulher.

Responder

Marat

04 de setembro de 2013 às 22h51

Espero que o povo boliviano saiba que apenas uma minoria branca e reacionária apoia tal “professora”.

Responder

denis dias ferreira

04 de setembro de 2013 às 22h46

O vídeo mostra a diferença entre um progressista e uma progressiva!

Responder

Marat

04 de setembro de 2013 às 22h31

Maristela é uma coitada, uma perua deslumbrada com os países ricos. Uma pessoa tão desqualificada moralmente jamais poderia dar aulas na USP. Eu me envergonharia de ser aluno de uma pessoa tão insignificante!

Responder

SILOÉ-RJ

04 de setembro de 2013 às 22h08

Donde se conclui:
Tucano nenhum mesmo com PHD, se iguala a uma simples coruja.

Responder

Ana

04 de setembro de 2013 às 22h01

Gostaria de lembrar que pelo sobrenome, ela não deve ser descendente de estrangeiro, esquece suas raízes de imigrante, branca, e é importante frisar, não é professora da USP, mas da faculdade de Direito. Quem é ou foi aluno da USP bem sabe como boa parte dos alunos da “sanfran” fazem parte e defendem, com afinco, essa mentalidade colonialista nada mais que para manter seu status quo. Deve se pensar, que com um senso crítico muito exacerbado em suas fileiras, deveria ser muito difícil defender, como necessariamente defenderão, certas ideias, certas pessoas, como resolveriam, eticamente, certos conflitos. Deixo claro que não são todos a comunidade da São Francisco, porque, ainda bem tem muitas pessoas que pensam e agem com ética em prol do próximo, mas, nãoé sempre aassim

Responder

Regina

04 de setembro de 2013 às 21h55

Tantos livros na cena, mas com um cérebro subdesenvolvido de nada valem.

Responder

Jorge Moraes

04 de setembro de 2013 às 21h29

A estratégia da professora é a de sempre: desqualificar quem dela discorda.

Vale-se, para isso, de algum ghost-writer de baixo calibre, provavelmente (mal) remunerado pela Fundação Padre Anchieta.

Opus Dei. Orem, bolas!

Escolhe algum contendor que facilite o seu triste trabalho, tática conveniente aos propósitos de seu empregador, e passa a desmerecer o adversário com as suaves adjetivações típicas ao cartel-general da inteligência brasileira.

Com o tempo, seu bico se alongará e suas penas, uma muda após a outra, revelarão a conversão nada inusitada: de mamífero, ao menos no sentido biológico, humana, a ave.

A cada dia que passa, por sinal, mais rara.

Responder

Gerson Carneiro

04 de setembro de 2013 às 20h47

A fessora perdeu o equilíbrio. Tá batendo boca no twitter.

Hoje tem espetáculo?

Tem. Sim senhor.

Tem Maristela Basso?

Tem. Sim senhor.

Pipoca no microondas. Corram pro sofá.

Qual bizarrice, ela vai falar?

Bolsa de aposta aberta: qual será a próxima bizarrice da fessora?

A Maristela Basso é o supra sumo de quanto anda a Educação em São Paulo.

A criatura ocupa o posto de professora da USP!!!

Responder

Urbano

04 de setembro de 2013 às 18h59

Está vendo, dona Fátima Oliveira?…

Responder

antonio carlos ciccone

04 de setembro de 2013 às 18h14

Comentarista da Cultura, a TV que está sendo dizimada pelos Tucanos. O que vcs esperavam??!!

Responder

Edgar Rocha

04 de setembro de 2013 às 17h55

“Não podemos nos tornar iguais àqueles que nos subjugam.” Este foi e parece que sempre será o maior anseio daqueles que sempre comandaram o Brasil. Devemos considerar, portanto, a existência inequívoca de dois Brasis. Duas nações separadas por uma consciência de classe repleta de simbologias e referências que agem como verdadeiros muros contra a integração nacional. A despeito de uma certa mobilidade social, relativa e condicionada à conjuntura política, é obrigação de qualquer brasileiro que queira pensar com sinceridade as questões de identidade sócio-cultural, considerar que tal mobilidade está submetida a um processo de ruptura e de mudanças de referências na medida em que a condição financeira daquele que “emerge” economicamente lhe abre a possibilidade de participação nos círculos sociais mais abastados. É por este motivo principalmente, que ainda hoje, o preto quando melhora de vida, clareia, vai alvejando sua matiz cutânea: vira mulato, moreno, bronzeado até chegar ao ápice de ser um “preto de alma branca” (o máximo que consegue alcançar). Da mesma forma, o caipira ascende socialmente até aderir a um arremedo de “country” texano. Caipira, jeca, é o que ficou para trás. Se não for assim, se não se abandonam os referenciais culturais do passado, pode-se ter quanto dinheiro for possível, sempre será pobre. E isto se transfere, a julgar pelas palavras da ilustre e clichê “professora de USP” até mesmo às relações internacionais. Bastou o Brasil melhorar um pouquinho, tornar-se um pouco evidente e relevante no cenário internacional, pra que esta representante da “inteligência” de nossa elite passe a ver um outro país, semelhante a nós num passado muitíssimo recente, como o jeca, o atrasado, o insignificante. Talvez por isto a classe média e a classe alta ainda nutram por Lula alguma consideração. Ele proporcionou a estes pseudo-europeus a sensação orgástica de um cafona qualquer numa fila de aeroporto, indo passar férias em “Maiame”. Creio ser necessário que a maioria do povo brasileiro se conscientize deste processo mental de autonegação pra recusar, de uma vez por todas, a imagem pernóstica do burguês higienizante e parar de reforçar a ideologia dos que historicamente sempre parasitaram nosso povo. Esta seria a verdadeira revolução brasileira.

Responder

marcio

04 de setembro de 2013 às 16h56

Essa ai quando vai pra Miami é tratada como cucaracha e finge que ta tudo bem

Responder

    Marat

    04 de setembro de 2013 às 22h40

    Marcio: Sensacional… Ela deve ser sacoleira de luxo, e, entre uma sacolada e outra, deve ter aqueles espasmos de deslumbramento tolo, tais como: “aqui tudo é melhor que no Brasil e bem mais barato”… E os alunos devem ouvir isso sempre, como mantra!

Antonio

04 de setembro de 2013 às 16h53

Esta professora participa do Jornal da Cultura.
A TV Cultura foi desmontada ao longo dos quase vinte anos de governos tucanos em São Paulo, tendo sido entregue ao Grupo Folha aquele que diz não ter o rabo preso.
Logo ela é empregada do Frias, concordam?
Queriam o que de uma empregadinha!

Responder

Maria Fulô

04 de setembro de 2013 às 16h42

A citada Professora é uma vira-lata de baixíssimo pedigree… Ainda usando Nelson Rodrigues como referência, impossível não acha-la Bonitinha, mas Ordinária.

Responder

Edgar Rocha

04 de setembro de 2013 às 16h03

“Não podemos nos tornar iguais àqueles que nos subjugam.” Este foi e parece que sempre será o maior anseio daqueles que sempre comandaram o Brasil. Devemos considerar, portanto, a existência inequívoca de dois Brasis. Duas nações separadas por uma consciência de classe repleta de simbologias e referências que agem como verdadeiros muros contra a integração nacional. A despeito de uma certa mobilidade social, relativa e condicionada à conjuntura política, é obrigação de qualquer brasileiro que queira pensar com sinceridade as questões de identidade sócio-cultural, considerar que tal mobilidade está submetida a um processo de ruptura e de mudanças de referências na medida em que a condição financeira daquele que “emerge” economicamente lhe abre a possibilidade de participação nos círculos sociais mais abastados. É por este motivo principalmente, que ainda hoje, o preto quando melhora de vida, clareia, vai alvejando sua matiz cutânea: vira mulato, moreno, bronzeado até chegar ao ápice de ser um “preto de alma branca” (o máximo que consegue alcançar). Da mesma forma, o caipira ascende socialmente até aderir a um arremedo de “country” texano. Caipira, jeca, é o que ficou para trás. Se não for assim, se não se abandonam os referenciais culturais do passado, pode-se ter quanto dinheiro for possível, sempre será pobre. E isto se transfere, a julgar pelas palavras da ilustre e clichê “professora de USP”. Bastou o Brasil melhorar um pouquinho, tronar-se um pouco evidente e relevante no cenário internacional, pra que esta representante da “inteligência” de nossa elite passar a ver um outro país, semelhante a nós num passado muitíssimo recente, como o jeca, o atrasado, o insignificante. Talvez por isto a classe média e a classe alta ainda nutram por Lula alguma consideração. Ele proporcionou a estes pseudo-europeus a sensação orgástica de um cafona qualquer numa fila de aeroporto, indo passar férias em “Maiame”. Talvez seja necessário que a maioria do povo brasileiro se conscientize deste processo mental de autonegação pra recusar, de uma vez por todas, a imagem pernóstica do burguês higienizante e parar de reforçar a ideologia dos que historicamente sempre parasitaram nosso povo. Esta seria a verdadeira revolução brasileira.

Responder

    Marina Costa

    08 de setembro de 2013 às 21h32

    As origens de um cidadão com certeza contribuem muito para a maneira de pensar de um cidadão, mas uma cidadã que leciona Direito Internacional na USP teria que, no mínimo, saber História e proncipalmente Política, pelo menos da região do mundo onde vive. Professora, a Sra. precisava entender um pouquinho mais de interesses regionais, comércio internacional, estratégias políticas e comerciais. O Brasil tem sim muito interessa na Bolívia. Acho que importamos, ainda, gàs de lá e para o Capitalismo e capitalistas interessa, quando nada, a mão-de-obra barata dos trabalhadores que migram para cá, viu!

Jotage

04 de setembro de 2013 às 15h17

Ela até pode ter diploma, mas professora não é.

Responder

    renato

    04 de setembro de 2013 às 16h38

    Dá uma olhada no pano de fundo da foto.
    Patricona….

Marcos

04 de setembro de 2013 às 15h07

Pensamento e professora insignificantes.

Responder

rodrigo

04 de setembro de 2013 às 14h48

É triste ver a persistência dessa visão limitada quando temos tanto acesso à informação. Já no século retrasado haviam pessoas cosmopolitas e que enxergavam o mundo com empolgação pelas diferenças e pelas diversidades. Essas pessoas viajavam e estudavam de forma antropológica e com sede de saber, de conhecer. O que quer então uma professora assim? Que interesse científico ela pode gerar em seus alunos? Ela vai ensinar na aula que o que importa é o status de poder? Que não importam provas e direitos, mas sim as relações? E que o bom é ter um povo carente pra ter mão de obra barata como defenderam o desemprego há pouco tempo atrás, os mesmos que pintam mentirosamente que o Brasil não cresce, que não presta? Coitada de uma pessoa assim nos dias de hoje, obrigada a viver num mundo mesquinho e desinteressante, aprisionada por sua própria mente limitada.

Responder

Luis Campinas

04 de setembro de 2013 às 14h43

Diferentemente do que ocorre nos EUA onde pra atacar um país basta que o seu presidente esteja convicto de algo, pouco importando os outros inclusive a ONU, aqui no Brasil, ideias com o mesmo viés, como o dessa professora, devem ser combatidas de forma dura. Caberia a Comissão SP de Direitos Humanos se posicionar. Quem sabe até o pessoal que jogou merda na Globo pudesse…
Temos que ter ódio ao preconceito, ao racismo a prepotência!

Responder

Rasec

04 de setembro de 2013 às 13h33

Ponham o vídeo da cheirosa. Foi participação no Jornal da Cultura. Ainda bem que foi na hora contestada por outro analista!

Responder

Rodrigo

04 de setembro de 2013 às 13h14

Essa fala é hedionda por dizer o que diz, evidentemente. Mas além disso, também é hedionda por dizer isso onde diz. Evidencia o descalabro do sistema neoliberal tucano quase no seu ápice, quando uma TV pública agride o público por meio de uma agente pública de educação superior. A TV Pública é quase uma lembrança, privatizada de vários meios, cedendo horários inteiros à iniciativa dos barões (TVFolha e etc.), e permitindo que sua produção “própria” restante, o jornalismo, seja tocado por agentes a serviço de interesses privados, muito evidente pela invasão da Veja no Roda Viva e no Jornal da Cultura. Não bastasse isso, a Universidade de São Paulo é cada vez mais loteada de cursos pagos, cedendo espaços e reputação à Fundações Privadas, que sub-contratam muitos professores que como Maristela, deveriam ter dedicação exclusiva. Há denúncias de que professores envolvidos no esquema fazem propaganda de suas aulas nestas Fundações durante às aulas regulares. Alunos denunciam, com respaldo da ADUSP, que professores sequer se envergonham da “Dupla Porta”, tornando as aulas regulares secundárias em razão das aulas irregulares. É o dinheiro da educação pública fornecendo recursos e abrigando educação privada DENTRO das suas dependências, com a conivencia e respaldo (sim, pois tanta omissão é respaldo) da USP, na figura de pró-reitores de extensão, que deveria ser pública. É a mesma coisa na SABESP, e em tudo… que dizer da Saúde, e para isso precisa ter a TV ao seu serviço para “passar um pano” desinformando a Opinião pública.
É REPULSIVO!!! CHEGA!!!

Responder

Malu

04 de setembro de 2013 às 12h57

Essa unzinha aí é apenas uma dentre várias espécies do mesmo tipo na USP. Fiquei estarrecida em palestra sobre Dtos humanos…um tipinho só elogiou FHC, mas falou horrores sobre Lula pela condenação do Brasil(de crimes cometidos na era FHC ou antes!!!!)…é o jeito usptucanoide de ser!

Responder

f

04 de setembro de 2013 às 12h30

Só pode falar mal se for dos “imperialistas” dos EUA né?
Que chatice, hoje em dia não se pode mais ter opinião. Só pode falar o que a esquerda gosta. Dá licença viu.

Responder

    renato

    04 de setembro de 2013 às 16h37

    F é oda!
    Mas se você tivesse assistido o programa, porque não é jornalismo.
    Teria jogado qualquer coisa que tivesse na mão na TV.
    Foi repugnante do ponto de vista de uma pessoa.
    Agora preste atenção, porque eu disse que é um programa.
    Ora uma artista fala para outros dois artistas, a problematica
    XyK…..o artista um diz que é XY e o outro diz que é YK.
    E nós ficamos assistindo a porcaria toda, termina o programa e
    eles vão receber o cachê. Não interessa o que acontece, é simples assim.
    E ela consegue visualização em muitos lugares, eles vivem disto.

    Péricles

    04 de setembro de 2013 às 17h04

    Talvez valha à pena pesquisar a diferença entre falar mal das políticas de um governo e/ou de um país e desrespeitar o seu povo.
    Nenhum problema com sua opção por seus imperialistas queridos, afinal toda e qualquer idiossincrasia sempre encontrará admiradores. Eles, os imperialistas, são fortes e cheirosos. Costumam também ter belos bíceps …

Marlene Petros Angelides

04 de setembro de 2013 às 12h03

Maristela finalmente escancarou a que veio, seja como professora da USP, seja como articulista do Jornal da Cultura: reproduzir e, assim, perenizar a ideologia dos donos do poder, os preconceitos que servem de justificativa para o massacre de populações, a arrogância de quem se julga acima dos comuns mortais. O Conselho de Ética da USP deveria se pronunciar a respeito!
Abaixo a prepotência e ignorância intelectual de uma docente da maior universidade pública do país!!!!!!!

Responder

Vixe

04 de setembro de 2013 às 11h54

Já que é pra discriminar, então vamos lá:
COMO É QUE UMA EX ALUNA DA DESCONHECIDA E INSIGNIFICANTE “UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS” CONSEGUE SE TORNAR MEMBRO DO QUADRO DOCENTE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO???
Certamente a USP já não é mais a mesma e caiu no conceito qualidade, abaixo do mínimo aceitável…

Responder

    Adrián Fanjul

    04 de setembro de 2013 às 13h30

    Bom, não concordo com você nesse ponto. Em vários concursos docentes na USP tenho visto desempenhos excelentes de candidatos formados em universidades de muito menor porte. A mesma coisa em seleções para pós-graduação. O que seria incrível é a desinformação que ela mostra não apenas sobre a Bolivia mas sobre o contexto regional, no qual uma crise com um país não é apenas uma crise com esse país. Mas penso que ela apenas “mostra” desconhecimento, duvido que realmente desconheça. Trata-se de alguém que milita politicamente por uma mudança nas relações internacionais brasileiras (veja outras intervenções em debates), e prioriza isso por cima da produção de conhecimento e da reflexão séria, para não falar de valores. Isso na USP é perfeitamente possível e corriqueiro tratando-se de defesa das políticas da direita organizada, é um espaço para essa atuação, e é faz muito tempo.

    Marcos

    04 de setembro de 2013 às 15h23

    Disse tudo.

    Rodrigo

    04 de setembro de 2013 às 17h05

    Nunca vi ninguém questionar o porque de um insignificante advogado formado na Faculdade de São Bernardo do Campo ter se tornado Professor da USP, Desembargador do TJ/SP e hoje ser Ministro do STF.

    Mais, a lógica da esquerda é ” ou ta comigo, ou é meu inimigo”, por isso tanta gente morre nos países onde a esquerda governa.

    Vixe

    06 de setembro de 2013 às 12h29

    Tá explicado a INOPERÂNCIA do STF…
    Assim como a da USP…

    Seoade

    05 de setembro de 2013 às 19h23

    Comparar a UNISINOS com essa pessoa !!!! conseguistes ser igual ou pior que a tal professora, procura te informar. VIXE KI VEXAME

    Luiz Moreira

    06 de setembro de 2013 às 03h50

    Seoade!
    Tua colocação é correta. E assim o Rodrigo se posiciona. Mas em termos médicos, o NOSSO RODRIGO é uma besta! Pois a mortalidade, até nos STATES dele é bem maior que em CUBA.TANTO infantil como assassinatos. E, se ele não sabe, a tortura em GUANTANAMO é fato diário e corriqueiro. Vai falar ABOBRINHA para a mãe dele.

Péricles

04 de setembro de 2013 às 11h51

Não se fazem mais professoras da USP como antigamente.

Responder

    Edgar Rocha

    04 de setembro de 2013 às 21h31

    Premissa errada. Foram os professores de antigamente que fizeram estes novos professores. Se os velhos não foram do nível desta aí de cima, no mínimo foram omissos durante o processo de formação destes novos profissionais, na defesa de suas teses e avaliação técnica. Caso contrário, não ocupariam as cadeiras destes mesmos doutores após suas aposentadorias.

Marlene Petros Angelides

04 de setembro de 2013 às 11h50

A deslumbrada finalmente deixou claro a que veio, seja como professora da USP, seja como articulista do Jornal da Cultura: reproduzir e, assim, perenizar, a ideologia dos donos do poder, os preconceitos que justificam massacres de populações, a arrogância q

Responder

Horridus Bendegó

04 de setembro de 2013 às 11h11

perguntinha que não quer calar:

Há alguma possibilidade de fraude em concursos para professores da USP?

Fui…

Responder

    Marcos

    04 de setembro de 2013 às 15h25

    Fraude não! Como a USP é do governo de SP, no máximo, houve cartel.

Marco

04 de setembro de 2013 às 11h01

Parabéns ao Centro Acadêmico Guimarães Rosa por refletir um país mais justo e inclusivo. É uma lástima termos professores com tamanho preconceito!!!

Responder

renato

04 de setembro de 2013 às 10h56

Era melhor falar da Popozuda.
Do que ficar dando chance para quem
tem dinheiro e tem a liberdade de falar
todo tipo de asneira…com arrogância e
sorriso na cara, numa evidente demonstração
de ato artístico, paga para falar mau, enquanto
o outro paga para falar bem.
É a mídia podre que esta aí atras dos noticiários.

Responder

O DOUTRINADOR

04 de setembro de 2013 às 10h52

Liga NÃO Pessoal! Assim que o Padilha assumir o Governo Paulista, ela nunca mais dará entrevista ou participara de programas ao vivo na TV Cultura. Deus é Pai, Não é Padrasto.

Responder

Valcir Barsanulfo

04 de setembro de 2013 às 10h50

Essa má professora deve ter sido pupila do FHC,CAIADO E BOLSONARO.

essa má professora deve ter sido aluna do FHC e do Bolsonaro.

Responder

paulo

04 de setembro de 2013 às 10h33

Quando essa criatura virou professora na USP? Será fruto dos 20 anos de tucanagem no estado?

Responder

Mateus Silva Ferreira

04 de setembro de 2013 às 09h56

Ela é profa. da USP!!! Parecia mais uma dessas comentaristasignirantes e preconceituosas do PIG.

Responder

tamires

04 de setembro de 2013 às 09h52

Repudio!

Responder

Horridus Bendegó

04 de setembro de 2013 às 09h50

… e já teve a mancada do “Trottois do Lula pela Europa”, em que ela teve que se desculpar com sorriso amarelo…

Em tempo: uma professora da USP colonizada por Tio Sam é dose, heim?

Responder

Horridus Bendegó

04 de setembro de 2013 às 09h46

“Qualquer academicista vindo do Brasil se especializar aqui em Bologna é rotundamente insignificante, por que qual é a importância do Brasil na no conhecimento mundial? Um país que jamais ganhou Prêmio Nobel de espécie alguma.. e o que é USP?”

Maristelo Bassa, Prof Dr. heitor da Universidade de Bologna, a mais antiga do mundo.

Responder

augusto2

04 de setembro de 2013 às 09h26

Nao gosto de ouvir os comentarios da tucanilda internacional no canal 2.
A bolivia tinha montanhas de prata. Levadas nos galeoes espanhois.
Sobraram outras, mas apenas de lítio. E reservas de gás. Estao em andamento
projetos de utiliza-los e ela ainda vai ouvir falar disso no futuro.
E um povo que criou uma Constituiçao original, a mais avançada do mundo.
E o vice presidente boliviano Alvaro Linera é um inteletual perto do qual a chutonilda ai é uma iletrada. Sociologo e matematico,uma especie de celso furtado do altiplano, eis aqui duas frases suas:

” A descolonização é um processo de desmontagem das estruturas institucionais, sociais, culturais e simbólicas … submetidas às narrativas impostas por poderes territoriais externos.
“A colonialidade é uma relação de dominação territorial que se impõe à força e com o tempo se ‘naturaliza’, inscrevendo a dominação nos comportamentos ‘normais’, nas rotinas diárias, nas percepções de mundo dos próprios povos dominados. Por conseguinte, desmontar essa maquinaria da dominação requer muito tempo.”
‘Índios no poder’, é a frase seca e depreciativa com que as deslocadas senhoras classes dominantes anunciam a hecatombe [pra elas] desses seis anos [de governo Morales]. (os colchetes sao do internauta-)
Pode vestir, Dna Mª Estela, que a carapuça pra usar um pouco tua lingua, é ‘tailor made”

Responder

Mardones

04 de setembro de 2013 às 09h19

Maristela Basso é adepta da escola da Tacanhêde. k k k k

Responder

baader

04 de setembro de 2013 às 08h42

que desgraça. sonhávamos com um país melhor para todos em todos os sentidos já na adolescência, mas com uma elite, ou pretensa elite, como a nossa…que desgraça.

Responder

wilson

04 de setembro de 2013 às 08h18

O nome da carcamana nova rica é esse mesmo? É Basso ou Baixo? Mais uma descendente de migrantes que ficaram bem na nossa terra, esqueceram as agruras dos pais e hoje parecem cuspir nos pratos em que se lambusaram. Pessoal do CA, pau nela, de um jeito bem estudantil, com um certo tipo de etiqueta que professores não podem adotar (se é que vocês me entendem).

Responder

Luiz Felipe

04 de setembro de 2013 às 07h47

Estou chocado com a fala desta professora. É esta senhora que está formando nossos jovens? Triste Brasil.

Responder

Alemao

04 de setembro de 2013 às 07h44

A Bolívia merece nosso total respeito, principalmente após ter surrupiado uma refinaria da Petrobrás, incentivar a produção de coca para a exportação, desrespeitar nossos diplomatas ao revistar aeronaves oficiais, e tratar o Brasil como os esquerdopatas tratam os EUA.

Responder

    Marcos

    04 de setembro de 2013 às 15h29

    “Cabeça de pig” a repetir mantras até se tornarem verdade.

Tiao

04 de setembro de 2013 às 07h44

Café Preto,voce disse tudo.Parabéns !!!

Responder

Miriam

04 de setembro de 2013 às 07h24

“O fato de a Bolívia supostamente não ter relevância econômico-comercial para o Brasil…”

Como não?! Ela fornece metade do gás natural ao Brasil!!Como observou nota do Viomundo:

PS do Viomundo: E isso porque a Bolívia fornece quase metade do gás natural consumido no Brasil, que toca grandes indústrias do estado de São Paulo…

https://www.viomundo.com.br/denuncias/maristela-basso-a-bolivia-e-insignificante-em-todas-as-perspectivas.html

Responder

Volnei João

04 de setembro de 2013 às 05h59

Visão absurda e desprovida de valores de civilidade. Como uma instituição de ensino como a USP pode ter uma personagem com tão pouca envergadura racional ministrando aulas de Direito Internacional ?

Responder

edir

04 de setembro de 2013 às 05h47

Pergunto: O que está acontecendo com a nossa sociedade ? parece que näo salva ninguem ! säo médicos preconeituosos contra os médicos cubanos, professora contra os bolivianos.

Responder

Tiago Tobias

04 de setembro de 2013 às 01h30

Em janeiro tive a oportunidade de conhecer a Bolívia, especificamente La Paz e seus arredores. O que tenho a dizer que além de suas paisagens desconcertantes, a Bolívia tem um povo politizado ao extremo, incapaz de levar desaforo para a casa, como a própria história demonstrou.

Cinco minutos de conversa com um boliviano são enriquecedores, pois ele é conhecedor de sua história, de sua política.

Maristela, vai pra Bolívia, comer um “pollo”, mascar uma coca e ouvir esse povo lindo e rebelde. Garanto que você voltará de lá um ser humano melhor.

Responder

Eduardo

04 de setembro de 2013 às 01h12

Pobre de tudo, menos de dinheiro!Para a Bolivia e seu povo,Maristela é o sol no deserto! Para o povo brasileiro, nem sol nem deserto!

Responder

Café Preto

03 de setembro de 2013 às 23h46

A Bolívia é o centro geográfico e político do continente sul-americano. Um altiplano cheio de gás e minérios. Um pequeno Tibete. Seu povo é enraizado, profundo. Tiauanaco é, provavelmente, a cidade mais antiga do mundo. O próprio Che, que lá fora executado por carniceiros a soldo, entendeu bastante bem o seu significado para o sentido e o poder de América do Sul.

Então surge uma cretina diplomada, uma capachilda das botas do Império, e faz o seu serviço sujo ao desviar a atenção da classe média ignorante da história e do poder real do continente.

Branca, rica, esmerilhada, diplomada e fascinada com o brilho dos senhores de Londres e seu Império racista e genocida.

Mas ela não é a única. Ela é sargento na tropa de ocupação. A máquina de guerra Imperial comprou e arregimentou quase toda elite ilustrada do Brasil, notavelmente em São Paulo, como fosse matilha de hidrófobos feitos para latir sempre que necessário.

Responder

    Seu Zé

    04 de setembro de 2013 às 01h35

    Comentário perfeito.

    Augusto G. Sperandio

    04 de setembro de 2013 às 02h12

    Uau! Só posso me solidarizar a tão profundo e conciso comentário a respeito da deplorável manifestação daquela professora. Seus argumentos foram imorais. Com certeza ela nos envergonha e muito, pelo que pedimos desculpas ao povo boliviano por dividirmos a cidadania com pessoa de tão baixo estofo moral.

    João Alexandre

    04 de setembro de 2013 às 08h26

    Exatamente!!!

    Cicero Macci

    04 de setembro de 2013 às 09h32

    Concordo plenamente. Muito bem!!!

    Ana Arrigoni

    04 de setembro de 2013 às 10h09

    Boa Café Preto. Essa professora de importante universidade pública (?!) precisava que alguém respondesse, com profundidade e classe como você fez, à altura da agressão e arrogância que ela cometeu de forma absolutamente gratuita.

    ma.rosa

    04 de setembro de 2013 às 10h27

    Obrigada, sr. café preto, peço licença para fazer minhas, sua sábias palavras!!!

    Mário SF Alves

    08 de setembro de 2013 às 22h15

    Sim, de fato. Brilhante. Some-se a observação dele com a do Giovani Bonfanti e teremos um bom raio X de grande parte da tragédia que nos condena ao subdesenvolvimento eterno.
    ___________________________
    A pior elite do mundo tem longos e impensáveis braços. Inclusive, na pública USP.


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