Simon Jenkins: A maior ameaça à paz mundial

Tempo de leitura: 5 min

Drones são como ouro de tolo: prolongam guerras que não conseguimos vencer

Nomeações da Casa Branca indicam a era da guerra por controle remoto, que não traz vitória, mas retaliação

por Simon Jenkins, no diário britânico Guardian, em 10.01.2013, sugerido pela GN

A maior ameaça à paz mundial não são as armas nucleares e sua possível proliferação. São os aviões não-tripulados e sua garantida proliferação.

As bombas nucleares são armas inúteis, brincadeira de poderosos ou dos que aspiram ao poder. Os drones estão tomando conta dos mercados globais de armas.

Existem 10 mil em serviço, dos quais mil armados, a maioria dos Estados Unidos. Alguns relatórios dizem que os drones já mataram mais civis não combatentes que os atentados de 11 de setembro.

Não li nenhum estudo independente das guerras por controle remoto no Afeganistão, Paquistão e no chifre da África que diga que estas armas sirvam a algum objetivo estratégico. Seu “sucesso” é expresso apenas pela contagem dos mortos, o número dos assim-chamados “comandantes ligados à al-Qaeda” que foram abatidos. Se a contagem dos mortos representasse vitória, os alemães teriam ganho em Stalingrado e os norte-americanos no Vietnã.

Nem a legalidade nem a ética justificam os ataques com aviões não tripulados. O exaustivo estudo do ano passado feito por advogados das universidades de Stanford e Nova York concluiu que houve muitos ataques ilegais, que mataram civis e que são contraproducentes. Entre os mortos há 176 crianças. Tal matança levaria uma unidade de infantaria à corte marcial. As forças aéreas tem tanto prestígio que as mortes de civis são consideradas um preço a pagar para não colocar em risco a vida de pilotos.

Esta semana o presidente Obama nomeou dois “entusiastas”  dos drones como secretário de Defesa — Chuck Hagel — e chefe da CIA — John Brennan. A guerra dos não-tripulados é o sabor do momento e o complexo industrial militar está lambendo os beiços. Se Obama, que é advogado, tinha qualquer dúvida sobre a legalidade do uso destas armas, com certeza a superou.

Além das questões da ética e da lei, acho impossível descobrir a contribuição destas armas à vitória. A morte de combatentes leva à substituição deles por outros, que buscam vingança. O Predator original, destinado à vigilância, foi adaptado para fazer bombardeios especificamente para matar Osama bin Laden. Quando Osama foi finalmente encontrado, o drone foi considerado um aparelho muito impreciso e as velhas botas-com-armas foram despachadas para fazer o serviço.

Quanto à morte inevitável de civis, por menor que for o número, isso não é apenas “dano colateral”, mas uma questão crítica para a vitória ou a derrota. Os drones não ocupam ou asseguram território, mas devastam corações e mentes. Os bombardeios aéreos sempre foram uma arma de guerra questionável. Não levam à derrota do inimigo, mas à retaliação.

Na segunda-feira um documentário da BBC sobre o cerco de Malta analisou o devastador ataque aéreo alemão, o mais intenso da segunda guerra mundial. Embora tenha causado danos à infraestrutura da ilha, não freou a resistência. A crença no bombardeio e o fracasso em invadir Malta custaram à Alemanha a campanha da África. Uma arma de terror aéreo que não acovarda o inimigo mas apenas convida ao desafio não é eficaz. Três quartos dos paquistaneses podem agora ser considerados inimigos dos Estados Unidos.

Ainda assim, toda semana Obama aparentemente consulta a “lista de morte” dos muçulmanos que pretende eliminar, sem processo judicial e com uma identificação que se baseia na palavra meia boca de um espião em solo. Pelo menos os drones britânicos em Helmand [província do Afeganistão], nos dizem, são usados apenas para dar apoio aéreo a tropas em solo.

Desde que a guerra dos não-tripulados começou para valer, em 2008, houve um declínio na atividade do Talibã e da al-Qaeda. Qualquer redução de recrutamento está apenas esperando a saída da Otan. O presidente afegão, Hamid Karzai, descreve os ataques como “injustificáveis”. O governo do Paquistão, contra o qual os ataques tem sido crescentemente direcionados, retirou qualquer permissão para o uso dos drones.

O jovem escritor iemenita Ibrahim Mothana protestou no New York Times contra a carnificina que os drones estão promovendo na política de seu país, apagando “anos de progresso na construção de confiança entre as tribos”. Os iemenistas agora encaram recrutadores da al-Qaeda com fotos de mulheres e crianças destroçados. O número de integrantes da al-Qaeda no Iêmen triplicou desde 2009. Jimmy Carter declarou que “as violações dos direitos humanos internacionais pelos Estados Unidos reforçam nossos inimigos e alienam nossos amigos”.

A guerra dos drones parece sem sentido, mas impossível de deter. O apelo deles para os líderes ocidentais se baseia parcialmente na novidade e parcialmente na esperança de que as derrotas pareçam menos ruins. São como o bombardeio do USS New Jersey contra as montanhas Chouf do Líbano, em 1984, uma demonstração de força sangrenta para dar cobertura à retirada. Os drones não ajudam na vitória, facilitam a derrota que seu uso tornou mais provável.

O Tabilã no Waziristão não é uma ameaça para Londres ou Washington. A al-Qaeda não tem mais capacidade de solapar um estado, a não ser com a bomba ocasional, que pode ser evitada com inteligência doméstica. As “guerras de escolha” de hoje refletem um aspecto sinistro da democracia. Líderes eleitos parecem buscá-las, desafiando todos os alertas de como é difícil acabar com uma guerra. Hipnotizados pela vitória de Margaret Thatcher nas Malvinas, todos buscam uma boa guerra.

Nisso, os drones são o ouro de tolo. Guiados pela pressão dos vendedores de armas, Obama (e David Cameron) são informados de que os drones representam a guerra à distância, do futuro, segura, fácil, limpa, “com alvos precisos”. Ninguém do nosso lado se fere. Terceiros podem fazer o trabalho sujo em solo.

A legalidade tênue desta forma de combate requer que o agressor “declare guerra” contra outro estado. Mas a al-Qaeda não é um estado. Como resultado, estes ataques em solo estrangeiro não são apenas guerras de nossa escolha, são guerras auto-inventadas. Quanto tempo vai demorar até que os Estados Unidos “se achem” em guerra com o Irã e a Síria e despachem os drones? Quando isso acontecer e a matança começar, não terão como reclamar se as vítimas retaliarem com ataques suicidas.

Mas não apenas com suicidas. Os aviões não tripulados são baratos e fáceis de proliferar. Onze estados já os utilizam. Os Estados Unidos vendem drones para o Japão, para ajudá-lo com a China. A China está construindo 11 bases para seus drones Anjian na costa. O Pentágono agora treina mais operadores de drones que pilotos. O que vai acontecer quando toda nação com uma força aérea fizer o mesmo e todas as fronteiras combustíveis estiverem cheias deles?

Nunca temi proliferação nuclear por acreditar que tais bombas são aquisições de prestígio, tão horríveis que nem lunáticos as usariam. Os drones são diferentes. Quando eram chamados de mísseis teleguiados, eram governados em certo grau por protocolos e leis internacionais, assim como era a prática de assassinatos.

Obama rejeita tudo isso. Ele e os Estados Unidos estão ensinando ao mundo que uma aeronave não tripulada é auto-justificável, auto-desculpável, uma arma legal e eficaz de guerra. Por mais que um drone seja contraproducente do ponto de vista da estratégia, tem glamour com os eleitores em casa. Difícil imaginar algo mais perigoso para a paz mundial.

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Comentários

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[…] também:  Simon Jenkins: A ameaça dos aviões não tripulados Santayana: Estados Unidos numa sinuca de bico Mairead Maguire: A degeneração do Nobel da Paz […]

Luca K

A ‘lista de morte’ do criminoso de guerra não indiciado, Obomber,digo, Obama, inclui até mesmo cidadãos americanos. Dois cidadaos americanos natos foram assassinados via drones recentemente. Um deles menor de idade. Absolutamente ILEGAL mesmo se houvesse provas contra os 2 mas estas jamais foram apresentadas, possivelmente por não existirem.
E depois me vem os babacas aqui no Brasil citando os EUA como exemplo de
Democracia. Os direitos civis e a Constituicao nos EUA vêm sendo
sistematicamente agredidos e o país, desde a farsa do 11-9, caminha
inexoravelmente para transformar-se num estado policial.

Temos que primeiramente saber exatamente o q realmente ocorreu pq a explicação oficial do governo americano dos ataques do 11 de Set. é certamente FALSA. Para quem entende inglês, assistam ao documentário completo ‘AE911Truth Experts Speak Out’, em q diversos especialistas( engenheiros, arquitetos, físicos,etc) falam a respeito dos problemas da versão do governo sobre 9-11. https://www.youtube.com/watch?v=YW6mJOqRDI4

O artigo acima diz”Desde que a guerra dos não-tripulados começou para valer, em 2008, houve um declínio na atividade do Talibã e da al-Qaeda.”
Da al-Qaeda sim, do Taliban NÃO. A atividade do Taliban tem apenas
aumentado e as perdas militares dos EUA/OTAN vêm subindo. Obviamente
q o Taliban nada teve a ver com o atentado de 11-9 e, possivelmente,
nem Bin Laden.
As razões da invasão e permanência americana no Afeganistao
não tem nada a ver com al-Qaeda e muito menos com o Taliban, elas
foram e são:
1. instalar bases militares a cercar e envolver os ‘inimigos’ Irã,
Russia e China.
2.restaurar e controlar o maior suprimento de ópio para os mercados
de heroína e usar as drogas como armas geopoliticas contra seus adversarios.

Lemos no artigo acima q “Na segunda-feira um documentário da BBC sobre o cerco de Malta analisou o devastador ataque aéreo alemão, o mais intenso da segunda guerra mundial.”

Que besteira, se o propósito era citar um exemplo dos limites do poder
aéreo, uma verdade, deveria se referir aos verdadeiros devastadores ataques aéreos na 2 guerra, feitos pelos anglo-americanos contra Japao e Alemanha e q fracassaram em quebrar o moral da população. 500 mil civis mortos na Alemanha e num ÚNICO ataque com bombas incendiariais
contra Tóquio em 9 de Março de 45, os americanos mataram mais 87 mil
pessoas, deixando 1 milhão de desabrigados. Poderia citar exemplos recentes, como os ataques aéreos( e de artilharia) generalizados feito por Israel contra o Líbano em 2006. Fracassaram e obrigaram os israelenses a uma invasao por terra na qual os duros milicianos do Hezbollah lhes deram uma tremenda surra.

Mário SF Alves

Verdade seja dita: os americanos souberam construir um País. À custa do quê e de quem são outros quinhentos. Planejaram e foram rigorosos em construir uma estrutura fundiária livre de latifúndios; desenvolveram o que há de melhor em tecnologia, inclusive a informática que hoje orienta os drones. Mas, descuidaram-se daquilo que os fez chegar aonde chegaram. Descuidaram-se da defesa de seu bem mais sagrado: a democracia interna. Assim, e por conta disso, a mesma tecnologia e rigor protestante que os fez elevarem-se ao topo do mundo os faz agora ir ao submundo da barbárie oculta sob um tênue manto de civilizados.
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A tecnologia que os enobreceu, trouxe consigo o germe de sua própria destruição: a psicopatia das corporações. O neoliberalismo, resultante da morte da política, e a informatização da mídia e das finanças que o “viabilizaram”, resultou neste vôo alucinado, não de drones, mas de Ícaros. Estão cegos. E o que os cegou foi “consentir” que matassem sua alma política, a democracia.
Talvez seja nisso que o Lula tenha pensado quando recentemente, na França, propagou a ideia da necessidade de se globalizar a política.
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Drones são “brinquedos” tecnológicos informatizados. A informática, no entanto, é movida a zeros e uns. Dialeticamente, tanto seve para atacar como para ser atacado.
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Não demora muito e a inteligência dentro e por trás de um iPad vai derrubar um drone. Melhor ainda se a computação evoluir para a fase seguinte, a quântica.

    FrancoAtirador

    .
    .
    Caríssimo e sábio Mário SF Alves.

    Já fiz algumas observações a esse seu profundo e abrangente comentário,
    no post (http://www.viomundo.com.br/denuncias/desinformacao-e-arma-de-guerra-do-pentagono.html?replytocom=410604#respond).

    Mas falando em “Destino Manifesto”, Decadência Ocidental & outros Drones:
    .
    .
    William Pfaff: Ocidente comete “suicídio econômico”

    Postado por Husc, no

    O jornalista estadunidense William Pfaff, velho conhecido dos leitores do MSIa INFORMA, é um dos mais argutos observadores do presente cenário de crise sistêmica global. Radicado em Paris há mais de três décadas, é colunista do jornal International Herald Tribune e autor de vários livros, entre os quais o recém-lançado «The Irony of Manifest Destiny: The Tragedy of American Foreign Policy» («A ironia do Destino Manifesto: a Tragédia da Política Exterior dos EUA»), no qual analisa a evolução da ideologia estadunidense de “democratização universal” e dominação militar global, que, segundo ele, se aproxima do seu clímax e posterior fracasso. Em sua coluna de 05 de janeiro [de 2011], ele faz uma didática consideração sobre o «suicídio econômico» do mundo ocidental, da qual vale a pena destacar alguns trechos relevantes, mas recomendando a sua leitura integral. Vejamos:

    Quem são os culpados pela crise?
    «Neste começo de 2011, as pessoas ainda falam sobre a crise da economia ocidental como se tivéssemos sido vítimas de uma praga vinda do nada, como haitianos em meio a um furacão ou melros no Arkansas. Nenhum indivíduo é considerado culpado por algo. Certamente, não os líderes da finança ou dos negócios, que insistiam em que os mercados sabem mais, ou os líderes políticos que os colocaram onde estão.
    (…) «Uma vez, as nações ocidentais professavam a crença em um capitalismo das partes interessadas [stakeholder capitalism, no original], que se supunha beneficiar as nações como um todo e cujos atores principais – gerentes, empregados, força de trabalho, banqueiros e consumidores – eram considerados como sendo uma comunidade que possuía interesses comuns.

    Um capitalismo “esclarecido”?
    «Esse foi o “capitalismo esclarecido” dos anos pós-II Guerra Mundial, nos EUA e na Europa Ocidental. Ele foi o produto de empresários progressistas nos EUA, influenciados pelas duas presidências Roosevelt (Theodore Roosevelt e o Movimento Progressista do início do século XX e o New Deal de Franklin D. Roosevelt); pelo sindicalismo esclarecido nos EUA, o Partido Trabalhista do período da guerra e o pensamento fabiano no Reino Unido, social-democratas e democratas cristãos no continente. (…) Ele proporcionou aos estadunidenses e europeus ocidentais os trinta anos do pós-guerra que, hoje, são vistos como uma espécie de era dourada de prosperidade e enriquecimento individual, educação universal e conquistas sociais… Certamente, foi essa ordem social democrática que derrotou o comunismo. (…)
    «Desde então, muitos fatores contribuíram para a destruição da versão ocidental do capitalismo, mas para os EUA, a mais importante foi a rejeição dos teóricos às manufaturas – em seu sentido fundamental de fazer coisas. Nos anos 1960, se tornou comum argumentar que as atividades manufatureiras, com os seus correspondentes trabalho físico e consumo de matérias-primas, eram inadequadas para uma sociedade moderna, cujas vantagens peculiares e determinantes eram a posse e o uso de conhecimento e a sua capacidade de inovação.

    Um processo orquestrado de desindustrialização
    «A nova teoria sustentava que uma economia avançada deveria prover a economia mundial com ideias, inovações e serviços em grande medida intelectuais, deixando as manufaturas para as sociedades mais atrasadas… Isto também eliminou a onerosa demanda de pagar salários aos trabalhadores estadunidenses.
    «Parte da transformação desse período foi a convicção adquirida… de que o Estado deveria se afastar das intervenções econômicas diretas. As economias deveriam ser privatizadas; a alternativa seria o caminho para a servidão… Isso era uma negação das responsabilidades do Estado para com a infraestrutura. A influência dessa ideia fica aparente na presente dilapidação e desintegração da infraestrutura nos EUA e no Reino Unido. (…)

    Empresas só no papel…
    «Esse é um elemento na tentativa de suicídio nacional. Um outro foi a teoria da “Corporação Virtual”, que incentivava a improvisação de entidades administrativas essencialmente efêmeras, para explorar oportunidades de negócios específicas, isoladamente ou em parceria. A despeito das suas vantagens de ocasião, isto desestruturou a economia nacional.
    «Hoje, os EUA, para usar o exemplo óbvio, padece de um fraco nível de consumo doméstico. A falta de consumo se deve à exportação dos empregos manufatureiros de qualidade que, no passado, impulsionavam o consumo, tanto nos EUA como no Reino Unido. A Alemanha e a França também experimentaram este impulso, mas se retraíram. Ambas ainda são reais economias industriais fortes, que produzem bens de alto valor para vender em todo o mundo. Os EUA só fazem armas, para o seu próprio uso.» (…)

    http://blogdoambientalismo.com/william-pfaff-ocidente-comete-suicidio-economico/

Lu Witovisk

Eisenhower já tinha avisado sobre a “inadequação” da industria bélica crescente em 1961

Discurso:

http://youtu.be/KIwyontk2ek

J Souza

E os “drones” da mídia golpista, que têm longas conversas com embaixadores americanos?
E que depois saem “atirando” “bombas” em quem não lhes agrada?
Também estão proliferando nas TVs, revistas, jornais e internet.

E estão “bombardeando” as mentes das nossas crianças, pois tais “drones” não contentes com o oligopólio da mídia, agora também estão oligopolizando a Educação!

Para quem não acompanha notícias de Economia, empresas de “Educação” foram as que tiveram maior ganho na bolsa em 2012. Estão entre as chamadas “small caps”. E não tem nenhuma vergonha de dizer que obtiveram esse “sucesso” graças ao financiamento estudantil, PROUNI, e outras benesses do governo federal para as empresas privadas de “Educação”. Bem ao gosto da mídia golpista…

    J Souza

    Errata: Onde se lê “foram as que tiveram maior ganho”, leia-se, “estão entre as que tiveram maior ganho”.

    Willian

    Este drone da mídia golpista que você cita ganhou uma gorda indenização na justiça por esta difamação.

    Abel

    Diz o nome. Ficou todo mundo curioso…

José X.

Eu acho que o mundo ainda não se deu conta: é uma espécie de Skynet (do filme O Exterminador do Futuro) em formação. São os EUA praticamente “invadindo o mundo” com os drones.

Os drones inauguraram uma nova maneira de fazer a guerra, e no momento os EUA estão muito à frente de todos os outros países.

Não duvido nada que existam já muitos deles invadindo a Amazônia brasileira, a partir de bases na Colômbia. E agora, com o golpe no Paraguai, o perigo fica maior ainda. Espero que os militares brasileiros façam MUITA pressão para que o Brasil aumente MUITO a vigilância do território nacional por radares.

Urbano

Desde tempos imemoriais que eles transformaram o país numa máquina de assassinar. Outra coisa: será mesmo que o Bom Deus colocou a sua mão, de forma especial, sobre a cabeça desse país e daquele outro, que vem a ser parceiro em primeira instância deste? Por tudo o que eles fizeram e fazem, custo a acreditar. Deve ser coisa do deus deles: do meu Deus, não.

    Urbano

    Depois do “deus deles” é um ponto e vírgula. Obrigado.

Moacir Moreira

Brinquedinho de guerra para o Obama se divertir.

Os dirigentes ocidentais se parecem cada vez mais com crianças mimadas e birrentas.

Seria engraçado se não fosse trágico.

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