VIOMUNDO

Diário da Resistência


“Mídia que diz ser golpe adiar posse de Chávez saudou a do Sarney?”
Política

“Mídia que diz ser golpe adiar posse de Chávez saudou a do Sarney?”


10/01/2013 - 19h32

Adriano Diogo: “Por que essa mesma mídia que diz hoje que é golpe adiar a posse de Hugo Chávez não disse lá atrás que a solução Sarney era golpe?” Fotos: Wikipedia (Tancredo) e twitter (Chávez)

por Conceição Lemes

Nessa quarta-feira 9, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela anunciou que é legal adiar a posse do presidente Hugo Chávez, prevista para hoje.

“O Poder Executivo, constituído por presidente, vice-presidente, ministros e demais órgãos e funcionários da administração, seguirá exercendo cabalmente suas funções com fundamento no princípio da continuidade administrativa”, afirmou a presidenta da principal Corte venezuelana, a juíza Luisa Estella Moraes. “Não é necessária nova cerimônia de posse de Chávez em virtude de não haver interrupção no exercício do cargo.”

Os antichavistas, lá e aqui, inclusive a mídia brasileira, continuam dizendo que é golpe à Constituição.  A oposição venezuelana quer a convocação de novas eleições.

“Essa mesma imprensa brasileira que hoje acusa o chavismo de golpe na Venezuela saudou como grande vitória da democracia brasileira a posse do Sarney, após a morte do Tancredo”, põe o dedo na ferida o deputado estadual Adriano Diogo (PT-SP). “‘Esquece’ que os militares botaram o pé na porta e vetaram a posse do Doutor Ulisses e a convocação de novas eleições, que eram as saídas constitucionais.”

Em 25 de abril de 1984, a emenda das eleições diretas para presidente do Brasil foi rejeitada pela Câmara Deputados devido à manobra de políticos aliados do regime militar. Cento e doze deputados não compareceram ao plenário para votar, impedindo que se alcançasse o número mínimo de votos.  Foram 298 votos a favor, 65 contra e 3 abstenções.

O caminho foi a eleição indireta no Colégio Eleitoral. Em 15 de janeiro de 1985, senadores e deputados federais decidiram entre dois candidatos: Tancredo Neves, pelo PMDB, tendo como vice o senador José Sarney. E  Paulo Maluf, pelo PDS, cujo vice era Flávio Marcílio.

Tancredo ganhou, mas adoeceu e não tomou posse em 15 de março de 1985. A sua agonia durou 38 dias. Em 21 de abril de 1985, a sua morte foi comunicada oficialmente.

Sarney assumiu a presidência no dia seguinte. De 1964 até 1979, quando foi extinto o bipartidarismo, ele havia sido membro e presidente da Arena, o partido da ditadura militar. Em 1979, com o fim do bipartidarismo, ele se transferiu para o PDS, como a maioria dos arenistas, onde ficou até 1984. Aí, ele rompeu com o PDS e filiou-se ao PFL, de Marco Maciel. No mesmo ano, ele trocou o PFL pelo PMDB.

“O Sarney jamais poderia ter sido empossado como presidente, porque Tancredo morreu antes de assumir”, argumenta Adriano Diogo. “Por que essa mesma mídia que diz hoje que é golpe adiar a posse de Hugo Chávez não disse lá atrás que a solução Sarney era golpe? Chávez ainda está vivo, foi eleito em eleição direta pelo povo venezuelano, enquanto o Tancredo foi escolhido por um Colégio Eleitoral. O Sarney só assumiu por causa de um acordão com os militares.”

O sociólogo pernambucano Edival Nunes Cajá, 62 anos,  testemunhou esse momento crítico da história política brasileira, pois tinha ido a Brasília para a posse de Tancredo.

Por isso, Adriano Diogo sugeriu-me que o entrevistasse também.

Cajá é ex-preso político, trabalhou com Dom Helder Câmara de 1975 a 1979, atualmente preside o Centro Cultural Manoel Lisboa e é membro do Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário. Em 2010, foi um dos observadores internacionais de eleição na Venezuela.

Adriano Diogo e Edival Cajá, ambos ex-presos políticos: “Os militares botaram o pé na porta e vetaram a posse do Doutor Ulisses e a convocação de novas eleições. Tinha de ser o Sarney”

Viomundo –  Cajá, o que você exatamente testemunhou? 

Edival Cajá – Eu tinha ido a Brasília para assistir à posse do presidente eleito Tancredo Neves. Na época, eu era primeiro suplente de deputado federal por Pernambuco e estava hospedado no apartamento do então deputado federal Osvaldo Lima Filho, ex-ministro de Jango.

Nós estávamos jantando no dia 14, às 19h, quando o deputado federal José Maria (PMDB-MG), amigo de Tancredo, chama Osvaldo por telefone. Era para informar que Tancredo tinha passado mal na missa e havia sido levado às pressas para o Hospital da Base Aérea de Brasília. A missa realizada na Catedral pelo cardeal arcebispo de Brasília, José Freire Falcão, já fazia parte da programação do ritual de posse.

Imediatamente, Osvaldo Lima e eu fomos  para a Câmara dos Deputados, palco das principais discussões sobre o que poderia acontecer nos dias seguintes. Enquanto Tancredo agonizava por longos 38 dias nos hospitais de Brasília e São Paulo, desenvolvia-se uma titânica luta política no Congresso Nacional e no Estado Maior das Forças Armadas em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo pela posse da presidência da República. Sentíamos no ar o clima de conspiração, de golpe de Estado.

Viomundo – Fale um pouco mais dessa luta titânica no Congresso Nacional.

Edival Cajá – Nós e todos os setores de esquerda interpretávamos, com base na Constituição vigente que, caso Tancredo morresse, deveria tomar posse como presidente o Doutor Ulisses Guimarães, presidente do Congresso Nacional, e jamais o Sarney, uma vez que Tancredo não havia sido empossado.

Entretanto, a grande imprensa falada e escrita, como verdadeiros porta-vozes dos quartéis, passou já nos dias seguintes à internação a estampar nas suas manchetes opiniões de ex-ministros da Justiça e juristas da ditadura, como Petrônio Portela, Ibrahim Abi Ackel, Leitão de Abreu, entre outros. Todos defendendo a posse do vice de Tancredo, José Sarney, mesmo sabendo tratar-se de uma afronta à Constituição, à consciência da nação e à saúde do presidente enfermo.

No final, acabou prevalecendo a posse do Sarney. Quem bateu o martelo não foi o Congresso Nacional e nem o Poder Judiciário, mas – pasme! —  os setores mais reacionários das Forças Armadas através do general Leônidas Pires Gonçalves, ex-chefe do DOI-CODI e do I Exército no Rio de Janeiro, de 1974 a 1977.

No auge da crise, o general Lêonidas declarou a uma comissão de representantes do Congresso, entre os quais o senador Pedro Simon: “Quem assume é Sarney”.

Pior ainda. Como condição para o Sarney tomar posse, ele se impôs como ministro do Exército. Foi um duro golpe da direita nas forças de esquerda do Brasil.

Viomundo – Mas por que não o Ulisses, já que, pela Constituição, ele deveria assumir, uma vez que o Tancredo não havia tomado posse?

Edival Cajá – Porque as forças de esquerda ainda estavam fracas, sem condições de se impor pela mobilização das massas, pelo pouco desenvolvimento na organização do movimento popular e sindical.

E as forças conservadoras ainda detinham a hegemonia no processo de transição política, sobretudo nos quartéis. Por isso, se impuseram. Além disso, dentro do movimento democrático, predominavam os liberais que temiam a confrontação, tinham medo de enfrentar diretamente os estertores da ditadura e receavam também serem confundidos com a esquerda revolucionária.

Viomundo – Por que não se convocaram novas eleições?

Edival Cajá – A nossa proposta era que o Doutor Ulisses assumisse e a convocação de novas eleições. Os militares bateram na mesa: nem Ulisses nem novas eleições. Tinha de ser o Sarney.

Viomundo — O que foi feito para que o Sarney tomasse posse?

Edival Cajá – Com certeza,  fizeram um grande acordo político do tipo vocês não mexem com o passado, a lei da anistia, torturadores, desaparecidos políticos, etc, e nós, militares, nos comprometemos em não dificultar o funcionamento das instituições democráticas, as eleições, etc’.

Viomundo – O deputado Adriano Diogo diz que o desenlace de Tancredo só se deu após os militares terem vencido a queda de braço com o Congresso e imposto o Sarney.

Edival Cajá — Foi isso mesmo, foram 38 dias de negociações, de tensões.  Cada lado teve tempo para sentir seus limites. Doutor Ulysses e Leônidas Pires pareciam ser os vértices, os pontos sensíveis opostos de toda a tensão.

Viomundo  — O quadro brasileiro daquela época tem alguma semelhança com o da Venezuela neste momento?

 Edival Cajá –Em certo sentido sim. Uso da calúnia, luta ideológica, da força, busca de  apoio dos EUA…Porém, o grau de organização das massas populares, do povo trabalhador em Comitês Bolivarianos nos bairros pobres, da coesão da direção política e das lideranças do Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV) é muito superior na Venezuela de hoje do que no Brasil de 1985.

Lá, como os dois lados não escamoteiam a confrontação política, resultou também num maior grau de politização e participação da população, o que é muito bom para o Movimento Chavista, para o PSUV, para a democracia popular.

Viomundo — E o comportamento da nossa mídia na época do Tancredo e agora com Chávez?

Edival Cajá — Acho que a grande mídia brasileira de hoje está muito mais centralizada, monopolizada e à direita do que no período do Tancredo, em 1985. E também lá na Venezuela.

Acho que a grave crise que o sistema capitalista mundial está vivendo levou ao agravamento desta situação. Assim como os bancos e as indústrias passaram por um processo de centralização, ficando em poucas mãos, os meios de comunicações de massa também em todo o mundo. No Brasil, apenas quatro famílias decidem qual acontecimento ou fato político vai virar notícia nacional e qual versão será propagada.

Assim também é na Venezuela. Lá, os políticos de oposição e a grande imprensa se parecem e se confundem nos interesses, dá a impressão de serem jornais e TV do partido da oposição, tamanho o alinhamento político, numa dosagem ainda pior do que no Brasil, devido ao grau de aguçamento da luta política e ideológica.

Viomundo –  Você esteve na Venezuela como observador internacional.

Edival Cajá — Fui convidado, oficialmente, como observador internacional das eleições de 2010.  Junto com representantes de cerca 40 países, eu tive a oportunidade de conhecer o sistema eleitoral de lá.

A minha surpresa foi encontrar um sistema eleitoral muito mais seguro que o nosso. Lá, já adotavam a fórmula biométrica de votar, urna eletrônica e, ainda no final da seção, urna e cédula convencional, porém, com uma tinta especial para marcar o dedo usado na cédula de votação, de modo que você não poderá mais votar em outra seção. De maneira que é praticamente impossível acontecer uma fraude da vontade do eleitor.

Entretanto, antecipadamente, a oposição já propagandeava que haveria fraude, tentando tirar a legitimidade do pleito. Nunca vi uma oposição política tão sem credibilidade na população trabalhadora e tão identificada com a linha editorial do sistema de TV CNN e assemelhados, com os interesses dos EUA.

Viomundo –  Trabalhou com Dom Helder Câmara por quanto tempo?

Edival Cajá — Durante quatro anos (1975-1979). Era assessor da Arquidiocese de Olinda e Recife e da CNBB-Nordeste – II, cujo presidente era Dom Helder Câmara.  Também fui membro da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Olinda e Recife quando ele foi seu arcebispo. Dom Helder encantava todos aqueles que trabalhavam com ele devido à sua forma profética, transformadora de ver os homens e a sociedade.

Viomundo – Particularmente, o que te agradava em Dom Helder?

Edival Cajá – A sua grande generosidade quando se tratava de acolher os perseguidos políticos, os sem-teto, os sem-terra e os sem-nada, desempregados. Ele não se  preocupava com a cor ou ideologia dos militantes ou da organização política onde militavam. O seu compromisso sincero era com a libertação dos explorados e oprimidos, com a construção do novo homem e da nova sociedade.

Em 1978, fui sequestrado, torturado, preso, fiquei incomunicável com a minha família e advogados. Fui ainda atacado pela imprensa da ditadura como um homem perigoso à segurança da sociedade. Pois bem, Dom Helder declarou aos jornais que “Cajá está preso por amor à justiça e aos pobres”.

As suas declarações e a greve dos estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que se espalhou até a Universidade do Paraná, impediram a continuidade das torturas e ameaças de morte.

Em 1973, no auge dos sequestros políticos e das torturas no Recife, Dom Helder procurou manter a esperança acesa dos que militavam por meio de uma das suas crônicas, na qual afirmava “quanto maior a escuridão, mais clara será a madrugada”.

Viomundo – Agora, qual a sua expectativa em relação à Venezuela?

Edival Cajá – Não acredito no êxito de mais esta ofensiva golpista da oposição venezuelana. Não acredito nesta nova tentativa de impor um novo calendário eleitoral ao povo venezuelano.

Leia também:

Mark Weisbrot: A praga de gafanhotos causada por Chávez na Venezuela

José Fialho: Voto supremo só vale quando é a favor deles

Max Altman: Jornal esconde artigo da Constituição venezuelana

Altamiro Borges: A torcida pelo câncer de Chávez





86 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Sérgio Amadeu: Teles querem fazer negócio com nossos dados « Viomundo – O que você não vê na mídia

14 de janeiro de 2013 às 11h18

[…] Adriano Diogo: E o caso Sarney? […]

Responder

O suicídio de Aaron Swartz, o criador do RSS « Viomundo – O que você não vê na mídia

14 de janeiro de 2013 às 11h15

[…] Adriano Diogo: E o caso Sarney? […]

Responder

FrancoAtirador

13 de janeiro de 2013 às 22h33

.
.
UM TESTEMUNHO SOBRE COMO SE TRAVA A BATALHA CONTRA A MÍDIA BANDIDA
.
.
A mãe de todas as batalhas

Venezuela: muito longe da mídia “técnica”

Por Rodrigo Vianna, no ESCREVINHADOR

“Vampiros! Miseráveis!”, esbraveja o homem de meia-idade que aparece na TV em mangas de camisa e com um boné vermelho. Não é um manifestante na rua. Trata-se de um dos mais importantes líderes do chavismo. Ele fala em rede nacional. Os “vampiros” são os líderes da oposição. E o homem que fala alto na TV é Jorge Rodriguez, ex-alcaide (espécie de governador) de Caracas.

Rodriguez responde aos líderes da oposição, que transformam a doença de Chavez em mote político. Um deputado da oposição devolve no mesmo tom, agora usando a tribuna da TV privada: chama Nicolas Maduro (o vice que comanda o governo, na ausência do presidente) de “usurpador”.

Estou há cinco dias na Venezuela, onde acompanho para a TV Record a crise provocada pela doença de Chavez, e pela impossibilidade de o presidente (eleito para mais um mandato) tomar posse nessa quinta-feira.

Mario Silva faz o contraponto, na TV, à midia comercial
É a terceira vez que venho a Caracas. E sempre me impressiono com o grau de politização e de acirramento nos debates. Aquilo que no Brasil nós só vemos nos blogs (a pancadaria verbal e o debate duro quase sempre ficam restritos à internet), aqui na Venezuela se dá nas ruas e nas telas da TV aberta.

Caminho pelo centro de Caracas, acompanhado pelo cinegrafista Josias Erdei. Um militante chavista nos observa, e provoca: “olha aí mais dois mercenários da informação, manipulando as notícias sobre a Venezuela”. Paro pra conversar. O discurso é agressivo, mas eles são simpáticos quando percebem que somos do Brasil; “Lula, Lula, grande companheiro”… Explico minhas opiniões pessoais, e o chavista se acalma um pouco. Ainda assim, completa: “nosso companheiro Mario Silva explica muito bem como funcionam os meios de comunicação internacionais.”

À noite, vejo Mario Silva na tela da VTV (a TV estatal). É pau puro. Ele usa a tribuna na TV para criticar o noticiário dos canais privados (a “matriz informativa que tentam impor ao povo”, como dizem os chavistas). Isso é o interessante. Mario Silva é um apresentador com barba por fazer, agressivo, e que fala em socialismo às 11 da noite na TV. Ele tem um público amplíssimo. O chavismo politiza o povo.

Termina o programa de Mario Silva, e entra um rapaz mais jovem, com roupa e visual mais modernos. Na tela, ao fundo do estúdio, aparecem manchetes da imprensa internacional. O jovem apresentador, numa linguagem leve e provocadora, analisa como as redes sociais e os sites dão notícias sobre a Venezuela. Analisa, pontua, critica. É uma espécie de contra-pauta. Aquilo que no Brasil tentamos fazer nos blogs, aqui na Venezuela se faz na TV aberta, em horário nobre.

Ah, dirão alguns: a correlação de forças na Venezuela é outra. Claro. Mas a correlação é outra, também, porque o chavismo não fugiu dessa questão central: a comunicação. A mãe de todas as batalhas.

Programas como os que vejo na VTV põem a nu a produção jornalística clássica. O jornalismo deixa de ser visto pelo grande público como o detentor da “verdade”, e passa a ser compreendido como aquilo que realmente é: uma arena onde se disputam idéias, valores.

Apresentadores e programas desse tipo no Brasil fariam Merval Pereira e Otavinho, de um lado, e a turma da “mídia técnica” do governo Dilma, de outro, terem um ataque apoplético.

Mídia “técnica”, sei. O chavismo não acredita nessa bobagem.

http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/venezuela-longa-da-midia-tecnica.html

Responder

Helder

13 de janeiro de 2013 às 02h46

PiG apoiou o GOLPE no Paraguai! Não se esqueçam disso.

Se é golpe que a beneficie os barões da mídia então eles estão dentro.

Responder

Mário SF Alves

12 de janeiro de 2013 às 21h46

El toro:

Este

Responder

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 22h01

    El toro:
    Este
    ______________________________
    Olé!

    FrancoAtirador

    13 de janeiro de 2013 às 18h49

    Este?

    FrancoAtirador

    13 de janeiro de 2013 às 21h19

    .
    .
    Será este ?!?

    Mário SF Alves

    14 de janeiro de 2013 às 18h54

    Franco,

    Creio que seja a sequência toda. Valeu. Agora, conta aí, como é que você derrubou ele?

Hélio Pereira

12 de janeiro de 2013 às 17h48

A diferença entre Chaves e Tancredo tem relação com o apoio Popular.
Hugo Chaves foi eleito pela maioria do Povo da Venezuela,portanto seu vice é representante direto do voto dado ao CHAVISMO e tem no voto dado a Chaves a legitimidade de Governar a Venezuela até a volta do Presidente eleito,enquanto Tancredo não foi eleito pelo Povo,mas pelos Parlamentares que trairam o movimento dos “Caras Pintadas”,que se uniram a uma ala do PDS comandada por ACM e José Sarney para chegarem ao Poder via colégio eleitoral.
O vice de Hugo Chaves tem mais legitimidade do que tinha José Sarney,que era vice de Tancredo e vinha do Partido da Ditadura,portanto nunca teve apoio popular.
Os Brasileiros foram vitimas de dois golpes,primeiro o de 64 e depois o do colégio eleitoral que levou Sarney ao poder,com a conivência destes que hoje se “preocupam” com o destino da Venezuela!

Responder

    Emmanuel Ramos de Castro

    13 de janeiro de 2013 às 15h08

    Show de Bola, Hélio.
    A síntese de tudo.

    Sagarana

    13 de janeiro de 2013 às 19h58

    “caras pintadas”??? Você não está confundindo 85 com 92?

anac

12 de janeiro de 2013 às 16h46

Por que?
Millor responde:

Millôr Fernandes em 2006:
““A imprensa brasileira sempre foi canalha. Eu acredito que se a imprensa brasileira fosse um pouco melhor poderia ter uma influência realmente maravilhosa sobre o País. Acho que uma das grandes culpadas das condições do País, mais do que as forças que o dominam politicamente, é nossa imprensa. Repito, apesar de toda a evolução, nossa imprensa é lamentavelmente ruim. E não quero falar da televisão, que já nasceu pusilânime”.

O porquê dos trolls rbs seguirem o PiG:
Joseph Pulitzer ( 1847 – 1911 )
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.

Responder

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 22h27

    Querida Anac, creio que jamais deveríams esquecer disso:

    Joseph Pulitzer ( 1847 – 1911 )
    “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.

Bonifa

12 de janeiro de 2013 às 12h07

Demorou, mas finalmente compreendi porque o Brasil, ao contrario dos países europeus, é imune às mentiras da imprensa. Primeiro, porque se acostumou a ver tais mentiras durante a Ditadura. Se acostumou a ver que aquilo da imprensa era mentira. Se acostumou a encontrar pessoas que sabiam a verdade, através de outros meios, cochichos, lembretes, que não eram da imprensa, e a acreditar nessas pessoas e não na imprensa. A imprensa, era a imprensa da ditadura. A Globo era a voz da ditadura, já que era censurada. Esta vacina que faz ineficaz o goebolismo da mídia, ao tempo em que se convive com o aplauso das novelas, permenecerá no Brasil por muitas gerações. Em segundo lugar, porque a imprensa não tem talento, e quando consegue a adesão de um tipo de segunda classe, fica eufórica.

Responder

    Abel

    12 de janeiro de 2013 às 16h03

    Só ouvem se for “especialista” do Instituto Millenium…

    anac

    12 de janeiro de 2013 às 16h59

    O povo se tornou imune a imprensa de tanto apanhar. Enquanto o povo brasileiro foi relegado a miséria, fome e analfabetismo, o povo europeu prosprerou tendo acesso a serviços publicos de qualidade como educação e saude.
    No Brasil o discurso do PiG martelado diruturnamente: a miseria era produto da miscigenação do povo, por natureza preguiçoso e ignorante.
    Até alguem do povo mostrar quem era o verdadeiro culpado: a elite entreguista, ladra e mal-carater.
    O masoquismo do povo teve limite.

    Bonifa

    12 de janeiro de 2013 às 17h23

    A teu modo, caro amigo, digo que é isso mesmo.

Gerson Carneiro

12 de janeiro de 2013 às 06h46

Acabe com a crise de enérgia elétrica: desligue a televisão.

Responder

Messias Franca de Macedo

11 de janeiro de 2013 às 23h37

GILMAR, O ATOR DO MENSALÃO.
O DINHEIRO NÃO SUMIU
Por que o MP tirou os tucanos da reta ? Mas, sumiu como, se o dinheiro foi gasto ?

Saiu na revista “Retrato do Brasil”:

COMO SE MONTOU A PROVA DO “MAIOR ESCÂNDALO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA”. E POR QUE ESSA “PROVA” É FALSA E PRECISA SER REVISTA PELO STF

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/12/27/gilmar-o-ator-do-mensalao-o-dinheiro-nao-sumiu/#comment-1019334
Publicado em 27/12/2012

################################

… Bom, vamos ao ‘domínio do fato factual’: quando os réus do mensalão [o do PT, revisor!] irão ingressar com ações requerendo indenização por calúnia, difamação, danos morais, danos materiais, danos psíquicos/psicológicos?!… Ou esta gente torpe ficará impune?! Pensemos na história deste país! O que ficará para a posteridade?! As futuras gerações terão ou não direito a tomar conhecimento desta página obscena e obscura da cena nacional?!…

AS RUAS, AVENIDAS, BECOS, GUETOS, ALAMEDAS… ESPERAM – E CLAMAM -, ANSIOSOS, POR VOZES! OU NÃO?!…

Que país será este, sô?!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 22h37

    Pois é, caro companheiro Messias, esses caras acham mesmo que o mundo acabou e que eles podem tudo, inclusive apagar a História recente.

    _________________________________________

    Talvez eles tenham alguma razão. Aquele mundo tal qual conhecíamos, de fato, acabou mesmo. O problema é que o mundo que aí está não está pronto ainda, e mesmo assim insistem em enquadrá-lo de qualquer maneira, ou à mesma estúpida maneira.
    __________________________________________________
    Quem sabe, talvez por acreditarem mesmo que o mundo, o novo, o inacabado, seja produto de magistrala criação deles. Reducionistas é o que são!

    Messias Franca de Macedo

    13 de janeiro de 2013 às 10h59

    Prezado e valoroso brasileiro MS Alves, desta quadra em que vivemos ficará registrada a história ou a ‘estória’ deste país?!…

    Felicidades!

    Hasta la Victoria Siempre!

    Messias Franca de Macedo
    Feira de Santana, Bahia
    República de ‘Nois’ Bananas

Messias Franca de Macedo

11 de janeiro de 2013 às 23h07

[Data venia]

VALÉRIO DESVIOU $
DA VISANET PARA A GLOBO ?
Que conclusão o prezado leitor tiraria ao saber de lista com grandes depósitos feitos pelo famoso Marcos Valério na conta da maior emissora de TV do País?

Reportagem de Lia Imanishi da revista Retrato do Brasil (a mesma Retrato que já havia demonstrado que o dinheiro da Visanet não era público *nem que tivesse sumido!
em http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/01/11/valerio-desviou-da-visanet-para-a-globo/#comment-1019317

Publicado em 11/01/2013
* GILMAR, O ATOR DO MENSALÃO.
O DINHEIRO NÃO SUMIU
Por que o MP tirou os tucanos da reta? Mas, sumiu como, se o dinheiro foi gasto?
em http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/12/27/gilmar-o-ator-do-mensalao-o-dinheiro-nao-sumiu/
* Publicado em 27/12/2012

#############################3

… O circo – perdão, ato falho -, o cerco está se fechando! No final, o conluio PIG/STF irá revelar que os réus do mensalão [o do PT, revisor!] foram vítimas de chicanas jurídicas amplificadas pela “grande” mídia nativa, eternamente terrorista/golpista/antinacionalista… Os que ontem indigitavam e bravateavam ficarão nus – e sob o risco de passarem a vestir um paramento (adorno, indumentária, fardamento) listrado, “numerado sob medida”!…

“Meu ‘fi’, não há nada ‘mió’ do que o dia que ‘assucede’ o outro!” Minha saudosa e sábia avó

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana

Responder

jõao

11 de janeiro de 2013 às 21h48

Valério desviou $
da Visanet para a Globo ?

Publicado em 11/01/2013
Valério desviou $
da Visanet para a Globo ?

Que conclusão o prezado leitor tiraria ao saber de lista com grandes depósitos feitos pelo famoso Marcos Valério na conta da maior emissora de TV do País?

Compartilhe
Vote:
Avaliação NegativaAvaliação Positiva (+43)
| Imprimir Imprimir

O Conversa Afiada reproduz reportagem de Lia Imanishi da revista Retrato do Brasil ( a mesma Retrato que já havia demonstrado que o dinheiro da Visanet não era público nem que tivesse sumido!) :

(Clique nas imagens pera vê-las em tamanho maior)

Responder

Fabio SP

11 de janeiro de 2013 às 20h56

Estão dizendo que a Presidência da Venezuela nada mais é que um “Estado de Espírito”…

Responder

Abelardo

11 de janeiro de 2013 às 19h48

A mídia decrépita, nos últimos anos, vem se blindando cada vez mais contra o crescente repúdio da população por sua falta de profissionalismo, de caráter e de ética. Para agradar a elite conservadora e golpista, se submatem as mais sujas e constrangedoras missões. Tentam fabricar notícias, destruir reputações e jogar a população contra todos os que não rezam na cartilha de seu patrão, que é a elite golpista e despudorada. Dizem que a posse de Chávez é golpe, porque já blindaram o seu telhado de vidro e, coitados, acham que isso é suficiente para fazer, falar e escrever o que quiserem e achar que estão protegidos. Em breve, veremos muitos e muitas, dessa turma, “comendo bola” e se engasgando nas palavras que usarão para tentarem se defender das tantas covardias que praticam e comemoram, no breu das tocas, sob o patrocínio da Casa Grande.

Responder

Embaixada lamenta desrespeito de Jabor com venezuelanos « Viomundo – O que você não vê na mídia

11 de janeiro de 2013 às 19h44

[…] Adriano Diogo: “Por que a mídia que diz ser golpe adiar posse de Chávez saudou a do Sarney?” […]

Responder

Simon Jenkins: A maior ameaça à paz mundial « Viomundo – O que você não vê na mídia

11 de janeiro de 2013 às 18h48

[…] Adriano Diogo: “Por que a mídia que diz ser golpe adiar posse de Chávez saudou a do Sarney?” […]

Responder

Evo Morales: Chávez representa a luta anti-imperialista do mundo « Viomundo – O que você não vê na mídia

11 de janeiro de 2013 às 18h26

[…] Adriano Diogo: “Por que a mídia que diz ser golpe adiar posse de Chávez saudou a do Sarney?” […]

Responder

demetrius

11 de janeiro de 2013 às 17h42

É lindo ver a mídia suja se suicidar diante da população.
Quanto mais atacam líderes que governam para o povo, mais mostram para este povo de que lado estão.

Assim, com a martelação diária na TV dessa ideia, nos dão a possibilidade de em 2014, em meio a comemoração de mais uma vitória do povo, mostrar o dedo do meio na TV deles mesmos.

Responder

Cândido

11 de janeiro de 2013 às 16h44

Resposta possível: o governo Chávez manteve a Venezuela na década de 1980. Desde então, a imprensa nacional deve ter evoluído um pouco desde então.

Responder

LEANDRO

11 de janeiro de 2013 às 15h58

Na Venezuela assim como no Brasil a palavra final e indiscutível é do supremo. Se o STJ diz que é legal, acabou a discussão. Assim como no Paraguai e em Honduras.

Responder

FrancoAtirador

11 de janeiro de 2013 às 15h45

.
.
TAGs: MÍDIA BANDIDA; EUA, ESTADO TERRORISTA DA AMÉRICA & GUERRA DA INFORMAÇÃO

A MÍDIA BANDIDA sempre saudará tudo o que for favorável aos interesses

políticos e econômico-financeiros do ESTADO TERRORISTA DA AMÉRICA (EUA).

A MÍDIA BANDIDA ESTÁ A SERVIÇO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO NORTE-AMERICANO.

A MÍDIA BANDIDA É O PRINCIPAL BRAÇO IDEOLÓGICO DO GRANDE CAPITAL DO NORTE.

A MÍDIA BANDIDA JAMAIS DARÁ SOSSEGO A QUALQUER GOVERNO CONTRÁRIO AOS EUA.
.
.

Responder

J.Carlos

11 de janeiro de 2013 às 12h01

O modelo de sucessão democrática para a rede globo e demais pigóides é a sucessão do ditador Costa e Silva por uma junta militar. A globo e seus satélites acharam tudo normalíssimo…

Responder

    Julio Silveira

    11 de janeiro de 2013 às 12h41

    Se não achassem sequer receberiam as concessões.
    Possivelmente entregariam direto aos mentores, a Time-Life.

    FrancoAtirador

    11 de janeiro de 2013 às 16h36

    .
    .
    OS MARINHO À TIME LIFE;

    OS CIVITA À NASPERS

    & OS FRIAS AO MURDOCH.
    .
    .

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 12h55

    .
    .
    OS MARINHO À TIME LIFE;

    OS CIVITA À NASPERS

    & OS FRIAS AO MURDOCH.
    .
    .
    _________________________
    E qual é mesmo o de-no-mi-na-dor comum?

    FrancoAtirador

    12 de janeiro de 2013 às 20h44

    .
    .
    Meu caríssimo Mario SF Alves.

    Obviamente você quis dizer

    qual é o DO-MI-NA-DOR COMUM…
    .
    .

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 21h33

    Desculpa aí, um instantinho. É que preciso dizer isso ao Franco.

    Prezado Franco,

    O que eu quis dizer foi isso mesmo, “denominador comum”, mas, por infeliz coincidência/ingerência dos agentes do destino manifesto, o significado-resposta é como você corretamente inferiu: “dominador comum”.

    ____________________________________
    E… que “venga el toro”… images?q=tbn:ANd9GcTc5nxXuADkGSoiFG-tDORS6KPi2exAjmAM0wJtUGnIq5K_GhOu6g

    FrancoAtirador

    13 de janeiro de 2013 às 13h47

    .
    .
    É Mario SF Alves.

    São ironias do “Destino Manifesto”.
    .
    .

Julio Silveira

11 de janeiro de 2013 às 11h56

Tem assuntos que se tornam entendiantes, dada ao conhecimento geral, dos males, e também, da consequente responsabilidade sobre quem deveria iniciar o processo para remediá-los. Xarope em tudo isso são os ouvidos moucos de quem de direito. Irritantemente, teimosamente, empacados numa não não solução, com base num estranho sentimento de que sofrer a violência da desigualdade, e compartilhar isso com a cidadania, em função deu inequivoco e perceptivel desiquilibrio entre os detentores desse poder, que pelo aspecto financeiro ganham a capacidade de impor o tom e a modulação nas vozes, faz parte da democracia. Para que governo? Onde reside a cidadania?

Responder

ZePovinho

11 de janeiro de 2013 às 10h57

http://xeque-mate-noticias.blogspot.com.br/2013/01/e-preciso-ver-alem-das-pontas-dos.html

É preciso ver além das pontas dos icebergs!

Xeque – Marcelo Bancalero

Mirian Leitão em publica nota dizendo que “encontrou-se por acaso com Gurgel”…
Alguém acredita neste acaso?
Eu vou dizer uma coisa sobre estas novas pontas de Icebergs que se apresentam.
Precisamos aprender a olhar abaixo das pontas destes Icebergs se quisermos compreender as manobras do inimigo do povo.
Não vamos ter uma investigação sobre Lula ainda, como não tivemos nenhuma vítima da AP 470 presa por enquanto. Pois eles querem estes trunfos, para usarem o mais próximo das eleições de 2014.
Só não enxerga quem não quer a manobra destes golpistas.
O papel da mídia golpista através do PIG é exatamente este… Ir sevando a população com notinhas, um escandalosinho aqui outro ali… Pra depois jogar a isca na tentativa de pescar o que desejam.
Não podem deixar que caia em esquecimento nada do que aconteceu até aqui. Vão sempre que puder mostrar notícias onde possam relembrar a AP 470. E claro não vão queimar cartucho á toa atirando diretamente em Lula, pelo menos por agora não, pois se fizerem isso sabem que darão um tiro no escuro, pois a credibilidade de Lula é intocável. Só podem tocar nele através do próprio povo. Só assim para que ele não eleja mais um de seus postes em 2014, dessa vez aniquilando o tucanato no estado de SP. Tenho pra mim que devem estar mais preocupados em não perder SP do que conquistar o cargo de presidente. Até por que é irrisória as chances que tem com os candidatos possíveis para o cargo.
O que não podemos é permitir que estas falácias ganhem força.
Eu compreendo que para Dilma entrar numa batalha para o marco regulatório no país ( uma das únicas chances de tornar mais justa nossa luta), traria um ônus complicado, pois até que se vencesse esta batalha, daria munição aos golpistas para a acusarem de ir contra a liberdade de expressão, acusando-a de censura e etc. Mas pesando os prós e contras, ainda sou à favor da regulamentação da mídia agora com Lula nos ajudando nas ruas, trazendo a população para o lado da verdade.
Outra coisa que precisa ser logo explicada para a população, custe o que custar, doa em quem doer… É uma nota pública do Banco do Brasil explicando tudo sobre o desvio que não aconteceu dos 73 milhões, e assim, colocar em xeque o STF, a PGR que teriam de inocentar Henrique Pizzolato e em consequência disso rever toda a AP 470. Se não fizerem isso, os inimigos deste governo que tanto fez pelo Brasil serão fortalecidos… E em troco do que? De proteger quem?
O Congresso Nacional não pode ficar passivo diante de tudo que foi tentado contra ele enquanto um dos poderes da nação.
A população também precisa receber informações de maneira mais ampla. Não adianta termos a torcida da maioria do povo para Lula e Dilma. Isso não resolve os problemas da nação… Precisamos conscientizá-los de que existe uma tentativa de golpe. Focamos na torcida pela justiça na AP 470 e vejam o que aconteceu!
O povo fala nas pesquisas que aprova o governo Dilma… Então que este mesmo povo entre na luta para manter o governo que aprovam, ou tudo poderá ser perdido e nosso país voltará a ser vendido em privatarias, voltará cair nos índices que conquistou nestes últimos 10 anos.
Eu desafio você leitor a olhar para trás, relembrar a história e depois tentar imaginar um Brasil sem Lula e Dilma. Depois diga se não vale à pena sair da torcida e entrar na luta para mantermos as vitórias que temos conquistado.
Questione as noticias que você recebe em sua casa. Filtre através das informações na internet. Cobre explicações das mentiras que falam, cobre do STF a verificação do que os advogados pediram em memorandos e foram indeferidos pelo relator e presidente do supremo. Perguntem o porquê disso. Façam uso de seus direitos, usem a ferramenta que tiverem nas redes sociais , blogs, por emails.

Não deixem que nosso país volte para trás!

Não permitam que inocentes sejam presos num julgamento politico sem provas. Cobrem explicações do Banco do Brasil no caso da AP 470.

Cobrem da mídia a divulgação de verdadeiros casos de corrupção como o mensalão tucano, Privataria tucana, e outros…
Só assim você poderá sentir orgulho de ser brasileiro!
Fazendo parte da construção de uma história democrática em nosso país!
Chega de ficar na torcida… Lula e Dilma precisam de vocês! Famílias que foram jogadas na lama do PIG precisam de vocês!
O Brasil precisa de você!
Venha para o campo de batalha agora… Pois amanhã, pode ser você na mira dos golpistas!

Obs: clique nos links das palavras para saber mais!
Se precisar tem muito mais no Megacidadania e nas colunas ao lado deste Blog
Lembre-se de apoiar a petição pública contra a cassação de Genoíno aqui http://xeque-mate-noticias.blogspot.com/2013/01/peticao-publica-somente-para-voce-que.html

Responder

    sandro

    11 de janeiro de 2013 às 14h55

    Minha indgnação.
    Me sinto lesado ao ler , constatar e me manifestar contra o famigerado
    “PIG” e ao mesmo vê-l (boquiaberto) como patrocinador de um espaço que
    faz oposiçaõ aos malfeitos do mesmo. Dando “nome aos bois”, esse blog
    existe e tinha meu respeito.O que acabei de relatar não é falso e
    muito menos’CONVERSA FIADA”, veja m , e tirem suas conclusões.

    FrancoAtirador

    11 de janeiro de 2013 às 17h39

    .
    .
    ZéPovinho.

    INTEGRALMENTE APOIADO !!!

mello

11 de janeiro de 2013 às 10h51

Cinismo..

Responder

mello

11 de janeiro de 2013 às 10h50

Só tem uma explicaçãp : conismo , falta de caráter .

Responder

anac

11 de janeiro de 2013 às 10h32

O PiG é isso mesmo, LBs, ou lambe Bstas do imperio.
Chavez controla o que os USA necessita ao ponto de mover sua poderosa foças armadas para invadir paises do oriente medico: Petroleo.
Chavez é o inimigo a ser abatido pelos USA. Os LBs aderem a campanha golpista. As vezes fico a pensar se o PRE-SAL não é uma maldição. O PiG esta doido para entregar o PRE-SAL aos USA.Serra prometeu a Chevron que mudaria as regras do Pre-sal assim que assumisse a presidencia. Traidores da patria.

Responder

Luís Carlos

11 de janeiro de 2013 às 10h28

Esta mesma grande mídia apoiou o golpe contra Chaves anos atrás, vide Veja que fez capa saudando o golpe e a Globo, e agora estão repetindo a palavra “golpe” para tentar colar seu interesse no caso atual. Aliás, trabalham para aqueles que querem desesperadamente o petróleo da Venezuela.

Responder

André

11 de janeiro de 2013 às 08h50

Pior mesmo é ouvir o comentário do Arnaldo Jabour dizendo que a massa da população da Venezuela é analfabeta política…sendo que o povo de lá anda com a constituição no bolso…
Enquanto nós, brasileiros, “antenados politicamente”, assistimos o STF burlar a Constituição com a anuência dos barões da grande mídia.

Responder

Mardones

11 de janeiro de 2013 às 08h32

Bom mesmo nisso tudo é ver o povo venezuelano nas ruas. Algo que o PIG e seus patrocinadores privados e públicos temem acontecer no Brasil.

Saudade do tempo em que a política invadia as ruas do Brasil.

Responder

Moacir Moreira

11 de janeiro de 2013 às 07h25

A posse de Sarney apenas significou a troca de guarda.

Saem os gerentes militares, entram os gerentes civis supostamente restaurando a democracia.

Mas o objetivo, ontem como hoje, foi ludibriar o povo brasileiro e mantê-lo sob absoluto controle.

E assim é até hoje.

Sem a benção do sistema veja-globo nenhum presidente sequer é eleito e, se for eleito, não assume.

Responder

ricardo silveira

11 de janeiro de 2013 às 00h30

Porque é uma questão de caráter.

Responder

“Desinformação é arma de guerra do Pentágono” « Viomundo – O que você não vê na mídia

10 de janeiro de 2013 às 22h57

[…] Adriano Diogo: E o caso Sarney? […]

Responder

Willian

10 de janeiro de 2013 às 22h45

Deve ser pq são países, legislações e situações diferentes.

Responder

    Mário SF Alves

    10 de janeiro de 2013 às 23h21

    Sim e não, Willian. O sim você esclareceu. O problema é o não. E o não, prezado Willian, esse tem a ver com justiça social, coisa que pelo visto não lhe interessa nem em outra próxima galáxia.

    Willian

    11 de janeiro de 2013 às 08h37

    Como justiça social entrou nesta história? rs Se era para discordar de mim e argumentar poderia ter dito que o problema era bóson de Higgs ou a curvatura do quadrado, daria quase na mesma.

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 13h27

    Willian, Willian, deixe de modéstia, homem. Você entendeu, sim. Mas, não seja por isso, eu também sou aficcionado pelo Bóson de Riggs. É ele que vai deixar todo este passado, como dizia Marx, a pré-história do Homem, a injustiça social, a desumanidade, no passado.
    ____________________________________________________
    Mesmo porque, prezado Willian, não se assuste, a REVOLUÇÃO que há de vir virá por aí. Fora isso, e agora francamente, o resto, meu caro, é a luta pela consolidação da democracia, e é tudo o que por hora o mundo está precisando.

Messias Franca de Macedo

10 de janeiro de 2013 às 22h00

Merval Pereira, o “imortal”, vai rezar

Por Altamiro Borges

Em sua coluna ontem no jornal O Globo, o “imortal” Merval Pereira demonstrou toda sua crendice: “Vamos rezar para que chova”. Do contrário, ele garante, haverá racionamento de energia e será um caos total. O especialista em quase tudo – ele decretou a morte de Hugo Chávez ainda no ano passado e garantiu que Fernando Haddad era um “poste” e que seria derrotado em São Paulo – discorda de todos os técnicos da área e integrantes do governo federal de que não há qualquer risco de “apagão” no país.
(…)

em http://altamiroborges.blogspot.com.br/

##########################

LÁ VEM O MATUTO TIETE DO MERVAL!…

… MERDAL Pereira “da ‘grobonews'” é um ‘jornalista amigo dos patrões barões da grande MÉRDIA nativa’ – e pós-douto em jornalismo Penal, Constitucional e recém pós-graduado em jornalismo energético! (sic)… Uma sumidade ‘jenial’!… Todos os assuntos – por mais complexos que sejam – ganham uma dimensão de ‘simplista resolutividade’ na análise imparcial (idem sic) e onisciente (ibidem sic) do Merval!… Não é mesmo, Renata Lo Prete?!…

Viva o Merval “‘da grobo’”! Viva “o ‘brazil’ mudado por um menino pobre de nome Joaquim!” [RISOS DO MATUTO!]

Que país é este, sô?!…

República Destes Bananas da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, terrorista, histriônica, alienada, aloprada, MENTEcapta, impunemente terrorista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’! (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente e catedrático pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Mário SF Alves

    10 de janeiro de 2013 às 23h26

    E não satisfeito, o sui generis Merval, acaba de cravar mais um título: o de especialista em recursos hídricos. Será que ele, o especialista, o eclético bobo da corte, tem conhecimento de que MG é a caixa d’água do Brasil?

    Willian

    11 de janeiro de 2013 às 08h45

    Bem, pelo que a blogosfera progresssista acreditava, Chavez iria disputar as Olimpíadadas.

    Luiz (o outro)

    11 de janeiro de 2013 às 10h38

    Bom, isso é bem mais plausível do que acreditar que o cerra seria eleito presidente…

Mário SF Alves

10 de janeiro de 2013 às 21h49

E por falar em golpe, desde quando, à luz da Constituição Federal, pode ser considerado lícito à mídia exercer papel de partido político?

Responder

Urbano

10 de janeiro de 2013 às 21h48

Um cajazinho meio rançoso…

Responder

Jair de Souza

10 de janeiro de 2013 às 21h15

Não faz sentido continuar com esta discussão. A máfia midiática não aceita e nunca aceitará nada de Hugo Chávez porque ele representa os interesses do povo trabalhador. É tão simplesmente isto!

Os cachorrinhos lambe-botas das oligarquias e do império também nunca vão aceitar nada de Hugo Chávez porque eles devem obediência a seus amos, e seus amos odeiam a Hugo Chávez. No mais, tudo é uma lenga-lenga sem sentido. Aqui, nós ainda não temos força popular organizada que impeça que eles “interpretem” as leis segundo os interesses das oligarquias e do imperialismo. Na Venezuela, eles já não podem nem sonhar com ter tal possibilidade.

Tudo sempre pode ser visto e interpretado de diferentes maneiras, dependendo da força que se tem. Em muitos lugares onde só o poder econômico prevalece, pode acontecer (e realmente acontece) que um milionário que tenha esfaqueado a um de seus empregados consiga na justiça (através da habilidade de seus advogados altamente remunerados) ser considerado vítima do trabalhador, o qual “o agrediu dando barrigadas em sua faca”. Ele pode até pleitear e obter uma indenização pelo dano que o empregado causou em sua faca com seus golpes de barriga.

Pois é, mas na Venezuela, esta fase já passou. Então, aos oligarcas, aos imperialistas e, principalmente, aos cachorrinhos lambe-botas, só resta a lamentação.

Responder

    Mário SF Alves

    10 de janeiro de 2013 às 23h17

    Pois é, então. E não é exatamente isso o que foi o dito mensalão tudo [só] contra o PT?
    __________________________________
    Vale ressaltar:
    “Tudo sempre pode ser visto e interpretado de diferentes maneiras, dependendo da força que se tem. Em muitos lugares onde só o poder econômico prevalece, pode acontecer (e realmente acontece) que um milionário que tenha esfaqueado a um de seus empregados consiga na justiça (através da habilidade de seus advogados altamente remunerados) ser considerado vítima do trabalhador, o qual “o agrediu dando barrigadas em sua faca”. Ele pode até pleitear e obter uma indenização pelo dano que o empregado causou em sua faca com seus golpes de barriga.”

Fabio SP

10 de janeiro de 2013 às 20h33

Porque a do Tancredo foi para enterrar uma ditatura, enquanto a do Chavez é para perpetuá-la…

Responder

    Lu Witovisk

    10 de janeiro de 2013 às 22h46

    Realmente, a ditadura na Venezuela espanta!!! é um horror!!! de tão democrática que é.

    vai se informar mané ou volta pro covil de onde saiu.

    Mário SF Alves

    10 de janeiro de 2013 às 23h30

    Liga não, Lu. Pelo visto o Fábio-SP condenaria até Pericles em pleno explendor da democracia ateniense.

    luiz

    10 de janeiro de 2013 às 23h51

    Já fez o terno pro velorio?

    Scan

    10 de janeiro de 2013 às 23h26

    Ora vejam!
    O digestor de celulose tem ares de frasista.

Bruce Guimarães

10 de janeiro de 2013 às 20h28

Pelo que consta na história o Sarney não tomou posse após a morte do Tancredo, pelo que li, ele tomou posse no dia que tinha que tomar de fato ( 15 de março de 1985). A Constituição de 1969, vigente na época pregava o seguinte em seus artigos 76 a 80

Art. 76. O Presidente tomará posse em sessão do Congresso Nacional e, se êste não estiver reunido, perante o Supremo Tribunal Federal, prestando compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil.

Parágrafo único. Se, decorridos dez dias da data fixada para a posse, o Presidente ou o Vice-Presidente, salvo motivo de fôrça maior, não tiver assumido o cargo êste será declarado vago pelo Congresso Nacional.

Ou seja, o parágrafo único nos diz que ou um ou outro ou os dois tomam posse. O artigo 79 nos diz quando terá novas eleições

Art. 79. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente, far-se-á eleição trinta dias depois de aberta a última vaga, e os eleitos completarão os períodos de seus antecessores

Portanto, o caso do Sarney é bem diferente do Chávez!!!

Responder

    Mário SF Alves

    10 de janeiro de 2013 às 23h34

    Ué, mas a Constituição de 69 já não era em si a própria expressão de um golpe?

    Bruce Guimarães

    11 de janeiro de 2013 às 00h23

    Foi mesmo? Então, qual constituição devemos analisar?

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 14h34

    Não analise pseudo-constituição nenhuma, meu caro. Mesmo porque, convenhamos, constituição outorgada/imposta/resultante de um golpe contra a normalidade democrática, qualquer que seja ele, e qualquer que seja ela, não é propriamente Constituição. Sugiro um documentário intitulado “A Revolução Que Não Será Televisionada”. Ajuda a entender. É só googlar.

    Bruce Guimarães

    13 de janeiro de 2013 às 08h32

    Desculpa Mário, se você não quer analisar constituição alguma, como concluir que o Sarney deu um golpe? Tem que ter algum respaldo jurídico.

    Willian

    11 de janeiro de 2013 às 08h48

    Bruce, este negócio de lei por aqui não cola.Por mais que você esfregue na cara a lei, mesmo assim eles não concordam e também não argumentam porque não concordam. O negócio aqui “justiça social”. Se o ditador de plantão disser que é tudo pela justiça social e contra a mídia, pode fazer o que quiser.

    Perda de tempo.

    Bruce Guimarães

    11 de janeiro de 2013 às 13h19

    Percebe-se, e depois é tal do “PIG” que manipula notícia!!!

    Jobson

    11 de janeiro de 2013 às 08h57

    A Constituição que se deve analisar é a em vigor. Importa seu teor ideológico? A de 69 deixa claro PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE, e não Presidente OU Vice-Presidente. Portanto, Sarney estava legal. Já a constituição bolivariana deixou margem para qualquer interpretação. E como sabemos que a Suprema Corte Venezuelana fecha com o chavismo, usurpar e torcer a interpretação da Constituição é liquido e certo.

    Willian

    11 de janeiro de 2013 às 11h54

    Não só a Suprema Corte é fechada com o chavismo, como a procuradora geral é esposa do novo presidente, o Maduro. Ao decidir que tudo era constitucional, a procuradora tornou-se primeira-dama do país também.

    Tá dominado, tá tudo dominado…rs

    Willian

    11 de janeiro de 2013 às 12h02

    Na Constituição brasileira, presidente e vice são eleitos juntos; na Venezuelana, o presidente escolhe livremente o vice para seu mandato. Maduro foi escolhido há poucos meses por Chavez para o restante daquele mandato, mas não do que se inicia. São tantas diferenças que fica até chato discutir aqui.

    Parece que não intrigar a ninguém o porque dos partidários de Chávez não quererem uma nova eleição, que venceriam facilmente, dado a comoção da doença ou morte de Chávez.

    Marcelo

    11 de janeiro de 2013 às 19h11

    Não existe Constituição Federal de 1969. Existe a Emenda Constitucional n° 1 de 17 de outubro de 1969 que modifica a Constituição Federal de 1967.

    Mário SF Alves

    12 de janeiro de 2013 às 20h39

    Obrigado, Marcelo.

    Bruce Guimarães

    13 de janeiro de 2013 às 08h37

    Devido as profundas mudanças realizadas pelos militares, muitos a consideram como uma nova constituição.

MTHEREZA

10 de janeiro de 2013 às 20h00

porque eles acham que somos todos hommer simpson e, portanto, não percebemos as incoerências e conveniências. Além, é claro, de não termos memória alguma.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding