VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Santayana: Em nenhum governo agentes públicos enriqueceram tão rápido quanto no de FHC


10/09/2012 - 20h26

Blog do Mauro Santayana

Houvesse sido o seu governo o mais limpo e mais honrado de toda a nossa história republicana, naturalmente, o Sr. Fernando Henrique Cardoso manteria silêncio sobre os seus sucessores. Não lhe caberia censurá-los, nem elogiá-los, deixando o juízo à transparência dos fatos.

Quando alguém despreza a inteligência alheia, e é o que faz o ex-presidente, infirma a própria inteligência. Em nenhum governo houve tão rápido enriquecimento de agentes públicos, quanto no seu. Tudo se fez de forma asséptica, com cuidadoso planejamento legal, para que os brilhantes rapazes da equipe econômica saíssem por uma porta – a das instituições públicas – e entrassem pela outra – a do sistema financeiro e das empresas privatizadas, ganhando milhões neste movimento. É provável que, em nenhum dos casos, houvesse infração às leis, ajustadas previamente ao programa, a partir do governo Collor. Pode ter sido “legal”, mas contrariou todas as regras morais e feriu profundamente o mandamento ético.

É claro que sempre há descuidos, como houve o do “adjutório” ao banqueiro Cacciola. Cacciola, que pôde fugir para a Itália, foi laçado pelas circunstâncias e acabou indo para a prisão. Os outros implicados, diretores do Banco Central, apesar de condenados, respondem em liberdade. O dinheiro desapareceu no vórtice da crise.

Nenhum chefe de Estado, antes dele – e, até agora – nem depois dele, violou a Constituição a fim de reeleger-se, mediante o suborno de parlamentares com favorecimentos e, de acordo com as denúncias conhecidas, dinheiro vivo. A emenda da reeleição já se encontra na História como um dos momentos mais constrangedores da vida republicana.

Em entrevista a um portal da internet, há alguns meses, Fernando Henrique se referiu ao Ministro Gilmar Mendes – que ele nomeou – como “corajoso”. Não lhe pode ser negada a mesma coragem. A coragem, por exemplo, de se referir aos fatos lamentáveis da Ação 470, em julgamento pelo STF, como se referiu, esquecendo-se de que homens de seu partido se encontram sob suspeita de atos semelhantes. O publicitário Marcos Valério, é o que se sabe, sempre agiu com neutralidade partidária. Em lugar do ataque a Lula, seria melhor a Fernando Henrique um ato de contrição.

No julgamento dos pósteros, Lula, com todos os seus acertos, erros e defeitos, será lembrado como o sertanejo que entrou para a História, arrombando-a com o próprio peito, como fazem os pobres. E Fernando Henrique será lembrado como o “intelectual” arrogante, que chamou o seu próprio povo de caipira, e os aposentados de vagabundos. Ele, sim, é até hoje fascinado com os estrangeiros, embasbacado com Paris e Boston, frustrado por não ter nascido no Marais do século 18, nem na Nova Inglaterra de Franklin e Jefferson.

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62 comentários

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Requião: Não me arrependo de ter extinto a publicidade oficial quando governador do Paraná | EVS NOTÍCIAS.

01 de novembro de 2014 às 12h43

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Paulo Kliass: Mamata nas tetas do Estado põe em risco Previdência pública e universal « Viomundo – O que você não vê na mídia

22 de setembro de 2012 às 19h02

[…] Santayana: Em nenhum governo agentes públicos enriqueceram tão rápido quanto no de FHC  Requião: Reformas econômicas do governo Dilma são tímidas […]

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Requião: Não me arrependo de ter extinto a publicidade oficial quando governador do Paraná « Viomundo – O que você não vê na mídia

17 de setembro de 2012 às 12h27

[…] Santayana: Em nenhum governo agentes públicos enriqueceram tão rápido quanto no de FHC […]

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Pepe Escobar: Como o Mal se tornou o Bem e agora voltou a ser o Mal « Viomundo – O que você não vê na mídia

15 de setembro de 2012 às 15h34

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Donato: Foco do PT é mostrar o que Serra-Kassab prometeram e não fizeram « Viomundo – O que você não vê na mídia

12 de setembro de 2012 às 16h27

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Rafael S. Botteon

12 de setembro de 2012 às 12h50

Santayana, você, com o recurso de acusação do “meninos do poder” terem saído para, pela capacidade de conhecimento técnico e experiência, enriquecerem no meio privado, acabou de confirmar que no governo FHC, verdadeiramente o melhor presidente da história da República,não houve enriquecimento de membros enaquanto ocupantes de cargo no governo. Analise, friamente, não com cegueira político-partidária, a fortuna , antes e depois dos Exs- Presidentes FHC e Lula e, depois,tire conclusões.
E me desculpem aqueles que compartilham da roubalheira e inoperância das empresas estatais e pedem a reestatização de algumas, creio que, pela ignorância de conseguências históricas, ainda acreditam que o comunismo não morreu.
Ass. Rafael S. Botteon Fundação Faculdade de Medicina.

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    Mário SF Alves

    16 de setembro de 2012 às 12h25

    Quer mesmo entender o que o FHC e PSDB significaram para o Brasil? Ainda tem dúvida quanto a importância política do ex-presidente Lula? É simples: veja o que o neoliberalismo, traduzido em “políticas” de tipo Consenso de Washington, reaganismo e tatcherismo, amplamente adotado pelo fernadohenriquismo, e resultado prático da ideologia neoconservadora norte-americana, fez e ainda faz com povo na Europa e nos EUAA. Então? Ainda persiste a dúvida? Sendo assim, confesso, o processo de entendimento vai ser bem mais trabalhoso; envolve linha do tempo, estudo comparativo, estatísticas e complexidade política nacional.

Vlad

11 de setembro de 2012 às 21h17

E os filhos do presidente também.

Responder

Julio Silveira

11 de setembro de 2012 às 17h19

FHC foi um luminar da concentração. Nunca fez tanto por tão poucos.

Responder

Sergio Navas

11 de setembro de 2012 às 16h31

O Fernando Henrique tem a clareza de que uma pequena parte da população o apoia, e que a maioria dessa pequena parte são os energúmenos que apoiam este tipo de experteza.
abçs

Responder

Willian

11 de setembro de 2012 às 16h17

Nestas contas estão os consultores Zé Dirceu, Palocci e Pimentel?

Responder

Urbano

11 de setembro de 2012 às 15h19

Nem se precisa de áudio de grampo, nem de quebra de sigilo telefônico, fiscal ou bancário. A regra é maciça e a exceção esquálida até demais. O único partido com quatro super poderes.

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Apavorado por Vírus e Bactérias

11 de setembro de 2012 às 11h50

Mas FHC fica de quatro mesmo para os ianques.

E seu desgoverno foi um dos mais corruptos da história, o mais entreguista e vendilhão. Se a turma do Velho Farol Metralha continuasse no Governo Federal, seríamos cobrados pelo ar poluído que respiramos, como acontece em SP. A violência de SP é a tônica do PSDB. O analfabetismo funcional no ensino médio é a tônica de Alckmin. Para essa gente, o Estado é o grande negócio. E aqui, a Saúde mata antes do atendimento. A tônica são os planos de saúde, que viraram SUS e custam caro. É que também existe a Agência Reguladora de Nada – ARNA – onde dominam os donos dos planos de saúde, que estão fazendo a festa do PSDB.

Responder

Gersier

11 de setembro de 2012 às 10h54

Senhor fhc,como é mesmo o nome daquele outro senhor que era professor quando entrou no seu governo(?) e saiu banqueiro?
Tivesse tal fato acontecido no governo do “apedeuta”,PIG e cia ilimitada estariam martelando a história nos nossos ouvidos diariamente.
E aquele ex minsitro que foi pego com a mão na boca da botija com UM MILHÃO de dólares em seu apartamento,foi ministro em qual governo?
Senhor fhc,nem todos os brasileiros são alienados pelo PIG e muito menos desmiolado.

Responder

claret

11 de setembro de 2012 às 09h55

Dez anos de Governo do PT , penso ser tempo bastante para a reestatização de tudo aquilo que foi privatizado, não? Aliás constava da plataforma de campanha do PT, assim como a investigação de todo o processo. O mesmo quanto ao Proer. Acho uma estupidez se referirem ao mensalão mineiro para minimizarem o mensalão federal, ambos devem ser tratados da mesma maneira, como devem ser tratados todos os crimes. Eduardo Azeredo e cia são tão merecedores da lei, quanto os outros. Sem esse papo furado quanto ao mesmo ser o iniciador do esquema e portanto os demais serem apenas inocentes seguidores do mestre.
Porque não adotarem também FHC como mestre nas recentes privatizações? Se foram um mal antes, adotem também este lema: Eles faziam, porque nós não podemos?
FHC não se aliou ao que pior existia na política nacional? Porque também não podemos? E tome Sarney, Collor, Maluf, não é mesmo? Parece que dá certo. Abraços.

Responder

Jose Mario HRP

11 de setembro de 2012 às 09h47

Falando de riqueza?
Vejam o que um governo descente faz:
http://www.bcb.gov.br/pec/sdds/port/templ1p.shtm
Nos tempos do Boca de Sovaco, passavamos o pires no FMI!!!
E aqui alguém que sabe das coisas dando uma LIÇÃO NO CARA DURA DE PAU!

http://saraiva13.blogspot.com.br/2012/09/uma-carta-aberta-fhc-que-merece-ir-para.html

Responder

Ana Cruzzeli

11 de setembro de 2012 às 09h34

O problema, caro Mauro
É que depois que Lula deu as caras lá no jornal de Nova York com o titulo ele voltou, o Bambi quer pelo menos entrar nas letras diminutas desse periodico.

SIMPLES ASSIM

Doi não é Bambi esse aculturado que não fala ¨ingreis¨aparecer aqui e acolá e ocê ? Será que ocê vai sair pelo menos sair na gazeta de Nova Orleans depois de abraçar esse afogado chamado Cerra, o Zé do Alagão?

Como, mas como esse nordestino de um dedo perdido vai sair no jornal mais importante do mundo, afinal Nova York é a meca das finanças mundiais não é mesmo Bambi??? kkkkk

Responder

Rodrigo Leme

11 de setembro de 2012 às 09h28

Nunca se falou tanto de alguém que deve ser esquecido. Assim fica difícil esquecer.

Ou como meu avô dizia, “não se fala de quem não tem importância”. Mas como falam dele, viu…

Responder

    Moacir Moreira

    11 de setembro de 2012 às 22h05

    Isto é verdade, caro amigo Rodrigo Leme.

    O companheiro Maluf costuma dizer que toda publicidade é boa.

    Fale bem ou fale mal, mas fale de mim.

LEANDRO

11 de setembro de 2012 às 09h04

Bota na conta de enriquecimento estratosférico o filho do lula (esse então mega latifundiário), palloci, dirceu, delúbio.

Responder

Marcelo de Matos

11 de setembro de 2012 às 08h15

A meu ver, o que marcou o governo FHC foi o desvio de 30 bilhões de dólares, investigado pela CPI do Banestado que acabou arquivada. Outro aspecto polêmico de sua biografia é a campanha pela descriminalização das drogas. Seria um lobby em favor da Souza Cruz?

Responder

Fabio SP

11 de setembro de 2012 às 07h45

Pelo jeito a entrada no FHC na campanha do Serra causou um certo receio na tchurma mesmo…

Responder

Hiro

11 de setembro de 2012 às 03h21

Que os escândalos da época do farol de alexandria e tukanocracia sejam um dia noticiados ao público em massa e, esses casos, enfim, julgados… Artigos como esse auxiliam ao menos termos esperança.

Responder

Jotace

11 de setembro de 2012 às 03h07

CONCESSÃO E PRIVATIZAÇÃO

Que me desculpem todos por estar fora de pauta! Mas nos seus comentários para nós, os analfabetos, o ilustrado ‘indiozinho’ Tupi entulha o blog com o seu malabarismo verbal tentando sempre tapar o sol com uma peneira. É lamentável tal comportamento, dirigido principalmente aos usuários que buscam patrioticamente a mudança da política entreguista dos governos petistas, que vem dando absoluta continuidade à privataria desonrosa de fhc e serra. Como sempre, assim o fez o escriba seguramente bem pago da taba de privatistas em sua melopéia de 17 de agosto neste blog, que somente hoje pude ler e intitulado ‘Há, sim, diferença entre concessão e privatização’. Além das múltiplas observações, particularmente a da comentarista Regina Maria de Paula, que desfazem a algaravia jurídica do ilustrado escriba, aqui é de se lembrar que o termo ‘concessão’ já era, desde séculos passados, também eufemisticamente empregado pelas potências coloniais européias. As mesmas que hoje nos roubam, ou tentam fazê-lo, apoiadas por talentosos vendepátrias. Já naqueles tempos tais potências disfarçavam com o termo a apropriação das terras africanas e asiáticas e, com elas, de suas riquezas levando à escravidão as populações locais. A expulsão dos piratas colonialistas europeus (ingleses, franceses, belgas, alemães, holandeses etc.) apenas aconteceu, ainda que de forma parcial, à custa do sangue e de grande sofrimento das populações nativas, pois ainda continua a pilhagem desenfreada em quase todos os países africanos. Qualquer tentativa de libertação é respondida descaradamente com as tropas dos governos europeus, como foi o caso recente da Costa do Marfim e do Mali. No desprezo aos argumentos daqueles que se opõem à entrega do Brasil por que fogem os governos petistas, através dos seus escribas, às repetidas juras e promessas ao povo brasileiro? Por que fingem desconhecer o desastre ocorrido em tantos outros países como demonstra a própria história do mundo? Não há dúvidas de que, como estão agindo os governos petistas, as duplas fhc/serra e dilma/lula não estarão tão diferenciadas aos olhos – e juízo – do povo brasileiro nas próximas eleições presidenciais. Jotace

Responder

    Wladimir

    11 de setembro de 2012 às 10h51

    Só uma perguntinha, então, ao Jotace: Se Concessão e Privatização é a mesma coisa, quando é que a “Vale do Rio Doce” vai voltar para as mãos do povo brasileiro?!?

    Jotace

    11 de setembro de 2012 às 13h49

    Caro Wladimir,

    Não posso responder a sua pergunta, uma vez que não sou profeta. Mas acredito que à falta da decisão que cabe ao governo, qualquer que ele seja, o povo vai recuperar um dia e por ele próprio o patrimônio que lhe foi subtraído. Abraços, Jotace

    Valdeci Elias

    11 de setembro de 2012 às 13h51

    Quando ela estiver perto de abrir falencia, o governo vai recompra-la. E o povo brasieliro vai pagar o pato.

Helder

11 de setembro de 2012 às 01h45

FHHC fala a parte podre desse país: a elite e seus apaniguados.

Responder

    MARCELO

    11 de setembro de 2012 às 11h09

    Por quê o Santayana não fala de seu amigo Aécio
    Neves?O Santayana não vai falar do mensalão do
    Eduardo Azeredo?Esse Santayana não me engana.

    joaquim tonelli

    24 de setembro de 2012 às 17h12

    Escuta aqui, Marcelo, o Mauro Santayana já falou inúmeras vezes sobre o mensalão tucano, e se vc quiser basta ir ao blog dele, no http://www.maurosantayana.com E te aconselho a não misturar alhos com bugalhos. O Aécio não tem nada a ver com o mensalão do governo eduardo azeredo. Não estava no governo, ao contrário do Eduardo, que desmantelou o estado, nunca fez nenhuma privatização em Minas, e se comportou com muita civilidade com relação a Lula durante a CPI dos Correios, a primeira carga do PIG a respeito do mensalão, que durou um ano, etc, etc. Você está querendo dar uma de trouxa, mas de trouxa você não tem nada. Só que aqui não tem nenhum idiota para ser manipulado.

Moacir Moreira

11 de setembro de 2012 às 01h43

De qualquer maneira o PT nos 10 anos em que esteve no poder em nenhum momento cogitou desfazer o mal que a privataria tucana fez ao patrimônio público.

Creio que caberia uma investigação séria também sobre o gestão do PT.

Palloci e Lula, entre outros, cobram uma fortuna para prestar consultoria e promover palestras a empresas privadas.

Se uma consultoria vale tanto é porque o consultor deve ser muito bom.

PT e PSDB, duas faces da mesma moeda reacionária, ambos filhotes da ditadura.

Responder

    Helder

    11 de setembro de 2012 às 03h36

    PT filhote da ditadura, quanta bobagem…

    Paciente

    11 de setembro de 2012 às 05h03

    De fato: “evitar conflitos”, “evitar marolas que desgastem a governabilidade” não são desculpas…

    Prevaricar é prevaricar!

    Se o mandato petista desconfia que a emenda da reeleição foi comprada, tem que ir até as últimas consequências!

    Gurgel errou por saber de um delito e não investigar. Investigar o antecessor não é opcional: é de oficio!

Rose SP

11 de setembro de 2012 às 00h18

Santayana , arrasaste neste texto, perfeito! Realmente FHC não passa de ex esquecido, lembrado apenas pelos desrespeitos praticados contra nosso povo trabalhador, o homem tem uma tremeda cara de pau de fazer esssa propaganda eleitoral para o Cerra achando que está se dirigindo ao monte de otário. Valeu, Santayana, por dizer a verdade sobre esse ser arrogante.

Responder

    Fabio Passos

    11 de setembro de 2012 às 02h44

    fhc só é respeitado no PiG.
    A população sente asco dele.

Willian

10 de setembro de 2012 às 23h54

Tudo isto porque venceu Lula. Duas vezes. As duas, no primeiro turno. Esqueçam disto, sigam suas vidas. Vai passar, vai passar…

Responder

    Helder

    11 de setembro de 2012 às 01h46

    E quebrou o país quantas vezes?

    Vinicius Garcia

    11 de setembro de 2012 às 09h44

    Bom essa intervenção de FHC para salvar a candidatura do Coiso, vamos ver quantos votos ele consegue, se contrapondo ao apoio do Lula para o Hadad…

    Luiz (o outro)

    11 de setembro de 2012 às 16h30

    Pois é, trollha… com o apoio do PIG que escondia a bandalheira da tucanalha e pintava o Lula como o Satanás… sem contar a farra cambial que nos deixou de 4 outra vez para o FMI… mas depois que o povo experimentou a administração do Lula, ele conseguiu eleger o “poste” como sucessor… já o FHHC tá ajudando a afundar o chirico…

    Sergio Navas

    11 de setembro de 2012 às 16h45

    É verdade devemos ser grato ao governo Fernando Henrique, não fosse êle não haveria contra ponto, daí não conseguiríamos separar o bom do ruim.
    abçs

João Pedro

10 de setembro de 2012 às 23h48

Mas, o mensalão Mineiro se deu bem longe das barbas do FHC. O mesmo não podemos dizer do Lula e o Mensalão Petista.

Responder

    Helder

    11 de setembro de 2012 às 03h37

    O que bando dos privatas ganhou equivale a quantos “mensalões”?

    João Pedro

    11 de setembro de 2012 às 13h16

    Onde você viu os números??? Me mostra…

anac

10 de setembro de 2012 às 23h39

É simples: CADÊ OS 100 BIS DA PRIVATARIA, o gato comeu?
neoliberalismo=neocolonialismo. E ainda falavamos mal dos indios que trocavam ouro pelas quinquilharias dos portugueses. kkkkkkkkkkkkkkkk
Na era tucana, nunca se roubou tanto do Brasil….
Tucanos são os Joaquins silvérios dos reis do seculo 21. Tucanos traidores!

Responder

    Fabio Passos

    11 de setembro de 2012 às 02h48

    Não tenha dúvida.
    Se deixar os humanos vendem a própria mãe.

    Depenaram o Brasil…

luiz mattos

10 de setembro de 2012 às 22h54

Caro professor,obrigado por ser BRASILEIRO.

Responder

Emília

10 de setembro de 2012 às 22h47

FHC e seus tucanos amestrados acreditam de verdade que o resto de todos nós, somos idiotas.

O pior dos burros é aquele que pensa que é inteligente.

Responder

Mônica

10 de setembro de 2012 às 22h21

Porque o PIG não mostra as roubalheiras da tucanalha PRIVATEIRA? Porque o PIG esconde os CRIMES da tucanalha corrupta?

Responder

    Fabio Passos

    10 de setembro de 2012 às 22h41

    Porque o PiG é co-patícepe da roubalheira.
    É mais do que apenas um cúmplice.

    globo = psdb = veja = dem = fsp = pps = estadão

    É tudo uma coisa só.
    É tudo a mesma coisa.

    Helder

    11 de setembro de 2012 às 01h47

    Porque se beneficiou e muito com as “peripécias” de FHHC/Serra e compadres…

francisco.latorre

10 de setembro de 2012 às 22h14

não falei?..

pediu. tá levando.

quem mandou botar a cabeça pra fora?..

..

Responder

    Cibele

    11 de setembro de 2012 às 00h22

    Grande Santayana, ele nunca deixa barato. Pro FHHC, então… Dá até um tiquinho de pena do danado.

josé maria de souza

10 de setembro de 2012 às 21h35

Texto perfeito.
josé maria de souza

Responder

Fabio Passos

10 de setembro de 2012 às 21h15

Também é importante ler “Os Cabeças de Planilha”.
Nassif coloca verdades duras que até hoje não foram questionadas:

“Para Nassif, criadores do Real buscaram enriquecer”
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1550781-EI6579,00.html


Eles tomaram um conjunto de medidas técnicas cuja única lógica foi permitir enormes ganhos para quem sabia para onde o câmbio ia caminhar. E o grande vitorioso desse período é o André Lara Resende, que é um dos formuladores dessa política cambial

(…)

– Existe alguma prova que aponte quem enriqueceu com essa grande tacada?
O banco Matrix ganhou centenas de milhões de dólares naquele período. O Matrix é do André Lara Resende…

Arrasaram com o Brasil para ganhar uma fábula de dinheiro sujo… e sob aplausos do PiG!
Estes bandidos permanecem impunes.

Já passou da hora de um acerto de contas definitivo com a “elite” branca, rica e ladra!

Responder

    FrancoAtirador

    10 de setembro de 2012 às 23h20

    .
    .
    Perto desse aí, o Pallocci é mequetrefe
    .
    .
    IstoÉ Dinheiro

    NEGÓCIOS

    Nº EDIÇÃO: 161 | 22.SET.00 – 10:00 | Atualizado em 12.03 – 18:25

    A volta de Lara

    De olho no dinheiro dos grandes fundos internacionais,
    pai do Real retorna ao mercado com uma companhia de investimentos

    Por Marcelo Aguiar

    André Lara Resende, um dos pais dos planos Cruzado e Real, ex-negociador da dívida externa e ex-presidente do BNDES, vai sair de circulação como homem público para poder voltar ao mercado como financista.

    O economista, fundador do Banco Matrix no início dos anos 90, está a menos de um mês de abrir para o mercado uma nova companhia de investimentos, formada em parceria justamente com os sócios que controlam hoje o seu antigo banco. Sua nova incursão no mercado, segundo Lara explicou à DINHEIRO, será uma empresa de administração de fundos semi-fechados, a exemplo dos hedge funds americanos.
    “Vamos limitar as entradas e saídas de dinheiro”, adianta o economista.
    O modelo vai permitir aos fundos a montagem de operações grandes e de longo prazo.

    O negócio tem alvo certo: o dinheiro de grandes investidores institucionais internacionais.

    Traduzindo em miúdos, Lara e os donos do Matrix vão ser os gestores no Brasil do dinheiro de grandes bancos de investimento estrangeiros e de fundos de investimento fechados internacionais.

    O perfil da clientela escolhida representa quase uma volta às origens.
    Um dos negócios centrais do Matrix em seus primeiros anos era justamente o de representar estrangeiros no mercado brasileiro.
    A instituição andou afastada desse caminho, mas, com o mercado cada vez menos favorável para as tesourarias se arriscarem em operações de valor alto, a idéia voltou a encantar seus sócios.
    Parte dos contatos que o banco tinha àquela época está sendo agora retomado, mas ainda como sondagem, porque a captação de dinheiro ainda não foi oficialmente iniciada.
    As conversas, porém, estão adiantadas. A previsão é de que a empresa esteja em operação em no máximo quatro semanas.

    O novo negócio ainda não tem nome, mas já começa a ganhar forma.

    André Lara ficará no conselho, juntamente com os três maiores sócios do Matrix, Roberto Moritz, Antônio Carlos Freitas Valle e Roberto Ruhman.

    “Já passei da idade de ficar em mesa de operações”, resume o economista.

    Seu papel será, como o dos demais conselheiros, de traçar estratégias e de abrir as portas dos grandes investidores para a companhia.

    Os outros seis sócios com participação menor no banco também estarão na empresa e serão eles os encarregados de colocar a mão na massa – terão a responsabilidade de ocupar os cargos executivos.

    Longe do BC. Um modelo que chegou a estar em discussão entre os sócios foi o da GP Participações, a empresa para onde os ex-banqueiros liderados por Jorge Paulo Lemann se mudaram de vez logo após a venda do Banco Garantia.

    É o tipo de negócio que tem a vantagem de ser integralmente não financeiro e de, com isso, estar liberado dos intermináveis e caros controles que o Banco Central exige dos participantes do mercado.
    Mas a preferência acabou recaindo sobre um modelo mais próximo da experiência acumulada no dia-a-dia do Matrix.
    “O projeto envolve ao mesmo tempo operações em bolsas e com empresas”, diz um representante dos sócios do banco.

    Um exemplo de negócio que cabe no perfil da nova empresa é a operação que acabou na venda da Elevadores Atlas, no ano passado.

    O Matrix tinha comprado nas bolsas uma participação acionária relevante na empresa e, com os demais minoritários, ajudou a conduzir a empresa até a venda – lucrativa para os acionistas – do controle para a concorrente Schindler.

    Pegar um novo projeto a unha é praticamente a única rotina na trajetória profissional de André Lara nos últimos anos.
    Quando o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso começou, ele era assessor especial do presidente e estava escolhido para chefiar um estelar conselho de assessores econômicos.

    O conselho não saiu do papel e o economista, ainda sentindo o bombardeio causado pelo GRAMPO DO BNDES, que o derrubou da presidência do banco no segundo semestre do ano anterior, preferiu se retrair.

    Lara chegou a se associar ao outro grande afetado pelo grampo, o ex-ministro Luís Carlos Mendonça de Barros, para lançar um site de análise política e econômica na Internet, o Primeira Leitura, mas sua aventura na rede acabou antes mesmo de o site ir ao ar.

    A oportunidade de voltar ao mercado em parceria com os sócios do banco que fundou falou mais alto.

    Vida de banqueiro o economista sabe levar.
    Obcecado pela idéia de não expor sua intimidade, Lara, nas poucas vezes em que é visto em público, está às voltas com brinquedos caros como carros esportivos e cavalos. A paixão pela velocidade já lhe valeu vitórias em corridas de resistência, como os 500 Quilômetros de Interlagos, e até um honroso quarto lugar em uma das mais tradicionais provas do mundo, as 24 Horas de Daytona. Quando não está com o boné do Porsche Clube do Brasil, do qual é sócio de primeira hora, pode ser visto com o chapéu usado pelos cavaleiros que disputam provas de saltos, nos clubes de hipismo.
    O gosto pelos cavalos é uma mania compartilhada por um de seus novos sócios, Antônio Carlos Freitas Valle, e foi um dos fatores que manteve a amizade entre eles após a saída do economista do Matrix.

    http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/15663_A+VOLTA+DE+LARA

niveo campos e souza

10 de setembro de 2012 às 21h14

Professor Santayana,

Meu total, irrestrito e amplo apoio.
FHC sempre foi um lambe-botas de qualquer que seja a elite estrangeira.
E no dizer de Darci Ribeiro, é um representante de primeira linha da nossa “elite exógena e infiel a seu povo”

Niveo Campos e Souza

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10 de setembro de 2012 às 21h00

A maioria dos agentes públicos do governo FHC se saiu bem, não por causa de sua competência nos negócios, mas por causa da chancela de seu chefe-mor; Fernando Henrique Cardoso.

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Mario José Costa

10 de setembro de 2012 às 20h57

Fora ou dentro do tema, mas eu gostaria de entender como um cara que se acha inteligente cair no conto “toma que o filho é seu”. Gostaria de saber desta história nos pormenores. Quantas chantagens FHC deve ter sofrido em ter que manter um filho que não era seu. Qualquer comum pediria um exame de DNA e deveria criar ou manter se o filho fosse seu. Por que demorou tanto para realizar tal exame? Moça esperta, globo, Paris…

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Marcio H Silva

10 de setembro de 2012 às 20h56

Caraca, na canela dos caras……tem tucano perneta por aí………

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Regina Braga

10 de setembro de 2012 às 20h51

Nem precisava ser tão público ,assim…muitos privados tbém!Principalmente,os privados.

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Barbosa condena nove por lavagem de dinheiro « Viomundo – O que você não vê na mídia

10 de setembro de 2012 às 20h41

[…] Santayana: Em nenhum governo agentes públicos enriqueceram tão rápido quanto no de FHC […]

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