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Marco Aurélio Mello: “A ditadura militar de 1964 foi um mal necessário”


17/10/2012 - 11h00

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A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



69 comentários

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Os putos da Lili « Ficha Corrida

14 de janeiro de 2013 às 08h03

[…] Mello. Faz sentido, Igor trabalha na Folha, que chamou ditadura de ditabranda, e Marco Aurélio declarou que foi um mal necessário. Ele também é um mal, ou mala, e não é necessário. Da previsão do tempo à receita de chuchu, […]

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Tiago Tobias

23 de outubro de 2012 às 01h06

E esse ministro é um mal desnecessário.

O poder judiciário é o mais perigoso dos poderes burgueses, pois é capaz de dar tinturas de “legalidade” ao arbítrio descarado.

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Roberto Locatelli

18 de outubro de 2012 às 19h40

Um governo CONSTITUCIONALMENTE eleito foi derrubado por um golpe militar. E o ministro, que deveria ser o guardião da Constituição, diz que foi “um mal necessário”…

Eles estão preparando outro golpe. Querem condenar Lula e cassar o mandato de Dilma. Tudo será justificado como sendo “um mal necessário”.

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    Mário SF Alves

    19 de outubro de 2012 às 01h05

    Pois é, prezado Roberto. É o estado de fato. O estado de fato fantasiado de estado de democrático de direito. O que estamos vendo são flashes daquela face horrenda subdesenvolvimentista e autoritária de 64. Talvez até acreditem que a casa esteja suficientemente organizada de modo a facilitar as coisas pra eles.
    .
    Um pacto social inédito capaz de garantir a consolidação da democracia ainda parece miragem. Então… é hora de pensarmos a resistência. Creio que a melhor estratégia agora seja o “tudo pelo PT”.
    .
    Não tenho dúvida de que estejamos vivendo um momento decisivo em nossa história. Longe de mim a ideia de ser reducionista, mas, parece, que a coisa chegou num divisor de águas: ou o Brasil segue adiante e amadurece seu projeto de desenvolvimento, ou…
    Att.,
    MSFA

Luiz Fortaleza

18 de outubro de 2012 às 17h43

Foi um mal necesário bater, prender, torturar, matar e sumir com os corpos de pessoas que eram contra a DITADURA de DIREITA. Realmente foi um mal necessário fazer famílias sofrerem a perda de seus filhos, o país ficar calado e mudo sem liberdade de expressão, sem eleição livre, foi um mal necessário não ter democracia por mais de 20 anos. Como pode uma coisa desta ser ministro do STF?

Responder

    Vitor Grando

    19 de outubro de 2012 às 13h52

    E as ditaduras da Coreia do Norte? URSS? Cuba? Podem?

SEBASTIAO MARQUES

18 de outubro de 2012 às 15h13

Vindo de um “guardião” da constituição, só nos resta perguntar: quem nos protege dos nossos protetores? Quem se pronuncia tão abertamente contra o mais importante dispositivo da Constituição da República, que jurou cumprir e defender (art. 1, parágrafo 1), merece que tipo de julgamento???

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Yacov

18 de outubro de 2012 às 13h37

Mais uma vez o MAM prova que conjecturas, ilações e enrolação são a base de seu conhecimento jurídico, político e filosófico. Cadê a prova de que haveria golpe de esquerda em 64, ministro??? A esquerdas brasileiras nunca se entenderam, como teriam condições de dar um golpe??? Isso é um baita papo merval, digo, paoo furado, para a esconder a verdade, isto é, o golpe de 64 foi uma armação das ZÉ-lites endinheiradas e viralatas de então, pra evitar que o Jango fizesse então, o que LULA fez hoje, reforma do estado, reconhecimento de direitos dos trabalhadores e estímulo à ascensão social da Senzala. O resto, como diz o PHA, é luar de Paquetá. O MAM é mais um ministro da CASA GRANDE. Um golpista descarado. Olho-vivo com ele.

“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

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Wladimir

18 de outubro de 2012 às 12h51

Os Poderes Legislativo e Executivo têm seus membros eleitos democraticamente por um período de quatro anos; por que não os membros Poder Judiciário, ou pelo menos os da Côrte Máxima do nosso país?!?! Figuras como essa aí teriam certamente muita dificuldade de ocupar o posto de Ministro do STF se submetesse ao crivo de um sufrágio com tal posição adotada, onde defende a supressão de direitos, atenta contra a democracia ao exaltar o “Golpe de 64”! Lamentável essa criatura ocupar o posto de ocupa e ainda de forma permanente!

Responder

Graça Lago

18 de outubro de 2012 às 12h35

Caro Azenha, não encontrei outra maneira de enviar o texto pra vc, a não ser comentando. Aí vai: PAU QUE DÁ EM GENOÍNO NÃO DÁ EM GAROTINHO. O mesmo tribunal que condenou José Genoíno sob ao argumento de que ele, por ser presidente do PT, não poderia desconhecer os atos do partido, acaba de abolver Anthony Garotinho sob o argumento de que ele não poderia ser responsabilizado pelos atos do partido, “simplesmente por ser presidente regional do PMDB”. A sentença foi proferida ontem, dia 17 de outubro de 2012, pelo STF – Supremo Tribunal Federal.
Garotinho foi acusado de participar de um esquema de compra de votos na eleição municipal de 2004, em Campos, para o então candidato do PMDB Geraldo Pudim. Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o esquema envolveu a entrega de notas de R$ 50 para 35 mil eleitores. Só na sede do PMDB em Campos, foram apreendidos, na véspera da eleição, R$ 318 mil, junto com uma lista de eleitores e números de seus documentos.
Campos é o reduto político da família Garotinho; Pudim é um estratégico aliado de Garotinho; mas, para a maioria dos ministros, não ficou provado que Garotinho teria ligação direta com os fatos.
O presidente do STF, Carlos Ayres Britto, explicou o voto em favor da absolvição de Garotinho: “Entendo que o MP até dispunha de indícios para formular uma boa denúncia, mas, quando a leio, encontro uma vagueza que parece imprestabilizá-la.”
“A denúncia não logrou, após um longo inquérito, identificar a participação plausível de Garotinho nos fatos. Aqui, foi destacado que ele participou na campanha de Pudim. ‘So what?!’ O que isso significa para os autos?”, analisou quase em tom irônico o ministro Gilmar Mendes.
Garotinho foi absolvido por seis votos a um. A teoria do domínio do fato, que tem servido para condenar José Dirceu, Genoíno e tantos outros, foi simplesmente abandonada pelos senhores ministros. Talvez porquê não fosse o PT a ocupar o banco dos réus.
E, agora, como ficamos? O julgamento da Ação Penal 470 (o apelidado mensalão jamais provado) é ou não um julgamento até mais do que político, um julgamento partidário?

Responder

    Mário SF Alves

    19 de outubro de 2012 às 01h39

    Se me permite, Graça, essa tal teoria do domínio funcional dos fatos, deveria ser abolida de vez. Basta para isso que ela seja provada como inconstitucional e desestabilizadora da parca, porém imprescindível democracia que temos. No mais,creio que seja mesmo como anteriormente comentei com o Roberto. Ou seja: “um pacto social inédito capaz de garantir a consolidação da democracia ainda parece miragem. Então… é hora de pensarmos a resistência. Creio que a melhor estratégia agora seja o “tudo pelo PT”.”

Volnei João Meller

18 de outubro de 2012 às 12h13

Para quem tem a responsabilidade de analisar constitucionalidades, uma declaração desta é motivo para afastamento. Como um agente público, guardião da lei, pode defender a ruptura institucional, o fim das liberdades constitucionais, a supressão dos direitos humanos. O fato demonstra claramente a imcompatibilidade da função com os valores do referido Juiz.

Responder

Jose Mario HRP

18 de outubro de 2012 às 11h11

Esqueceu de tomar os tarja preta ontem.
Aliás gardenal e rivotril estão em falta?
Se não vamos fazer uma cotinha e enviar umas caixas pro Barbosão e pro Marco Aurélio.

Responder

Luiz Clete

18 de outubro de 2012 às 10h17

O ministro ja deu a senha em um aventual processo contra a ditadura de 64. Do marrrrrcus o-candidato-alckmin-não-pode-mais-ganharrrr aurelio não se puderia espera outra posição.

Responder

Mardones Ferreira

18 de outubro de 2012 às 10h00

Esse infeliz deveria ser substituído pela Presidente da República, mas isso seria pedir demais para uma representante do povo Brasileiro eleita democraticamente. E o PIG e a elite jamais iriam aceitar tão comportamento da Dilma. E ela já demonstrou que teme os dois entes.

Se isso fosse na Argentina, Venezuela ou Equador…

Responder

Carlos Lima

18 de outubro de 2012 às 08h43

Este cidadão pseudo Ministro do STF, não tem condições de julgar nada, se acha conspirar contra a constituição um mau necessário, com que moral julga hoje quem faz o mesmo. Ele como um gardião da constituição jamais poderia der dito isso e tem mais gente que apoia golpes e estado e ditaduras como necessárias não passam de crápulas dissimulados alheios a legalidade, por então não podem ocupar cargos que julgam delitos políticos, pois já apoiam a ilegalidade, não passam de bacurais a procura de notoriedade na mídia, não passam de bonecos de presépio.

Responder

Gerson Carneiro

18 de outubro de 2012 às 06h53

Isso não é Ministro. Isso é um Carrasco.

Responder

Ildefonso Murillo Seul Batista

18 de outubro de 2012 às 04h46

Esse é mais um que acreditou no PiG da época, em plena fase de aprendizado, na juventude, onde outros preferiam as teorias da evolução do pensamento humano.
Aliás, alguns, como o ex ministro Cesar Peluso, provavelmente acreditavam que o golpe não era uma ruptura mas sim uma mudança de rumo em direção a uma organização social mais segura e livre da ameaças que pairavam sobre o direito coletivo das pessoas como demonstram suas opiniões em entrevista que concedeu ao Conjur em 15 de abril de 2012

http://www.conjur.com.br/2012-abr-15/entrevista-ministro-cezar-peluso-presidente-stf-cnj

Nessa entrevista o ex ministro dá a entender a sua ideologia de jovem estudioso do direito em alguns trechos, como esse:

“ConJur — Como avalia hoje a ideologia daquele período?
Cezar Peluso —

Foi um período de paranoia da classe média brasileira contra o risco do regime comunista no Brasil. Desde criança, escutava que o comunismo tirava a propriedade de todo mundo… Foi uma intoxicação cultural que deixou apavorada a classe média. E ela recorreu a tudo, desde os quartéis até os padres, igreja e jornais. Neste clima de paranoia, a Folha de S.Paulo chegou a ceder caminhonetes para cumprir algumas missões da OBAN [Operação Bandeirante, centro de investigações montado pelo Exército em 1969 para o combate a organizações de esquerda]. E a classe média foi para as ruas na Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Criou um forte movimento popular contra a classe operária, contra o governo, sobretudo contra o PTB e os partidos de esquerda. Foi um total pavor contra a possibilidade da introdução do regime socialista e comunista do Brasil. E aí se orquestraram as condições para a chegada do golpe militar.

ConJur — E como o senhor se situava nessa época?
Cezar Peluso — Eu era uma pessoa de classe média, nem era classe média-alta, era média-média. Com um entorno familiar com essas mesmas preocupações, participei do medo que a minha classe alimentava.”

Ou seja, essa é a tônica da mentalidade trevosa que habita a plenaria do STF.

Responder

Elias

18 de outubro de 2012 às 01h22

– Cassação de Marco Aurélio Mello do cargo de ministro do STF.

– Um bem necessário tendo em conta o que se avizinha.

– O senhor acha que há aí algum risco de golpe, como algumas pessoas falam?

– Teríamos que esperar para ver, e é melhor não esperar.

Responder

Cibele

18 de outubro de 2012 às 00h35

Que grave! Essa foi dose, hein? Concordo com o Fabio Passos, tribunal de m…. mesmo. Bando de golpistas descarados.

Responder

Gerson Carneiro

18 de outubro de 2012 às 00h21

“Teríamos que esperar para ver e foi melhor não esperar”

Ele é o quê? Um bruxo? Ou foi de alguma forma beneficiado pelos golpistas de 64?

Responder

Alexandre Mendes

17 de outubro de 2012 às 23h30

ABSURDA a declaração do sr. Marco Aurélio de Mello.

Se os demais juízes do “stf” (em minúsculas mesmo) também estiverem em sintonia com essa CALHORDA opinião de DESPREZO PELA CONSTITUIÇÃO desse senhor, é hora de REFORMA IMEDIATA desse tribunal…

Os cidadãos verdadeiramente democráticos têm que agir, pois estamos caminhando para outro golpe a lá Paraguai.

A manipulação da mídia PiG está fazendo a elite se achar superior novamente. Isso é grave, muito grave.

Esse senhor deveria pedir desculpas, ou melhor, deveria renunciar imediatamente.
Declaração ABSURDA, ABSURDA, ABSURDA, ABSURDA, ABSURDA !

Esse desprezo pelas LEIS e pela CONSTITUIÇÃO tem que acabar nesse país!

Responder

abolicionista

17 de outubro de 2012 às 23h11

Não é de espantar que o STF tenha apoiado torturadores…

Responder

    Fabio Passos

    18 de outubro de 2012 às 06h59

    pois é.
    … um cúmplice confesso de torturadores e assassinos no stf.

neopartisan

17 de outubro de 2012 às 22h28

Esta opinião SE COADUNA [este pernóstico adora este verbo] com o reacionarismo de mentalidade colonial deste merdíocre.

Responder

Fabio Passos

17 de outubro de 2012 às 21h45

Bem… um golpista assumido.
É muito bom para que todos saibam que o stf é realmente um tribunal de merda.

Responder

Avel de Alencar

17 de outubro de 2012 às 20h22

Marco a Mello, enfim um patife assumido.

Responder

abolicionista

17 de outubro de 2012 às 19h42

Que belíssimo defensor da democracia!

Responder

Nonato Menezes

17 de outubro de 2012 às 19h31

Quando sai do STF uma afirmação desta, bom seria se todos os parentes dos que foram assassinados naquele período invadissem aquela instituição para fazer o ministro se retratar. Não é uma afirmação respeitosa e politicamente estúpida.

Responder

Maria Libia

17 de outubro de 2012 às 19h22

O Ministrinho Marqinho Aurélio, já que gostou da ditadura porque foi uma maravilha deve ir para o Paquistão. Se quiser eu ajudo a ele comprar a passagem de ida.

Responder

    neopartisan

    17 de outubro de 2012 às 22h55

    Se houvesse uma máquina do tempo, ele deveria sim voltar à República fascista de Salò,

Messias Franca de Macedo

17 de outubro de 2012 às 19h11

DIGA AQUI, RÁBULA ‘BANANIENSE’!

… Considerando a tese do ‘domínio do fato’, este senhor “supremo” deveria ser condenado pela Comissão da Verdade!…

Que país é esse, sô, que não condena os verdadeiros algozes do seu povo?!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Mario

17 de outubro de 2012 às 19h03

VEJAM O CURRICULUM DO PLINIO DE ARRUDA SAMPAIO NA WIKIPÉDIA

“Plínio Soares de Arruda Sampaio (São Paulo, 26 de julho de 1930) é um intelectual e ativista político brasileiro. É filiado ao PSOL e foi candidato à Presidência da República do Brasil nas eleições de 2010, obtendo a quarta posição, com 886.816 votos (0,87%).

Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1954, militou na Juventude Universitária Católica, da qual foi presidente, e na Ação Popular, organização de esquerda surgida a partir dos movimentos leigos da Ação Católica Brasileira.

Foi promotor público, deputado federal constituinte e atualmente preside a Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), além de dirigir o semanário Correio da Cidadania”.

Plínio apoia Serra pedindo seus corrilegionários que votem no tucano…

Será que ele fez uso de LSD?

Um país que tem uma liderança esquerdista como essa, não precisa nem de extrema direita. Plínio Soares de Arruda Sampaio, o novo Roberto Freire da política brasileira.

Responder

Urbano

17 de outubro de 2012 às 18h58

E dali vai sair coisa melhor?

Responder

Messias Franca de Macedo

17 de outubro de 2012 às 18h54

AÇÃO PENAL 536. ENTENDA

… [Sala do Júri] Por volta das 18h20 (17/10/12), o ministro do STF, Joaquim Barbosa, leu o, digamos, preâmbulo do MENSALÃO tucanoDEMoníaco mineiro, afirmando que o esquema denominado de ‘Valerioduto’ teve origem neste episódio sob os auspícios do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo (*PSDB-MG), atualmente senador da República! [atualmente, senador?! Indignação e espanto nossos!] No relato, o ministro Joaquim Barbosa informou que os crimes perpetrados nas Alterosas [de Aécio ‘Never’ – adendo nosso!] pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) constam num processo em curso naquela Corte, correspondente à AÇÃO PENAL de número 536!

*EM TEMPO: (S)erra, ô (S)erra, “as suas batatas e as da sua ‘tchurma’ estão sendo assadas!”… “Já estão dourando!”, diria um chef de cozinha… De uma penitenciária de segurança máxima!…

RESCALDO: será que a diligente ‘RouboNews’ irá televisionar, ao vivo e a cores, o julgamento do mensalão?! [o mensalão do PSDB, segundo o ministro Joaquim Barbosa, o relator da AÇÃO PENAL 536, nascedouro do ‘Valerioduto’]…

Quem (sobre)viver assistirá! Ou não! Das duas, uma! Plim, plim!…

SUGESTÃO: a TV Record e/ou a TV Bandeirantes e/ou o SBT poderia(m) adquirir os direitos autorais e transmitir ao vivo as sessões do STF durante o período do julgamento do século(!): o que tratará da condenação (sic) dos réus tucanoDEMoníacos do MENSALÃO do nefasto e famigerado consórcio criminoso PSDB/DEMo!

AVISO AOS TELESPECTADORES: reservem um bom estoque de iguarias e bebidas: a programação promete! “Ô, e se promete!”… ‘Domínio do fato crível, plausível…’ [RISOS]

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

ZePovinho

17 de outubro de 2012 às 18h48

Será que fechar o STF seria um mal necessário????????????????????????????

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

17 de outubro de 2012 às 18h36

A Suprema Casa Grande mostra suas garras. Com Senhores e capitães do mato.

Responder

Eduardo Raio X

17 de outubro de 2012 às 18h03

E como não teve nenhuma ditadura dos comedores de criancinhas ou do proletariado, tivemos que aguentar uma ditadura imposta pelos USA,que depois mandou que o país desenvolvesse com dinheiro emprestado de bancos americanos. Moral da história, depois de 21 anos voltamos a realidade “democrática” com uma divida de +- US$ 150.000.000.000,00 bilhões de dólares, país com arrocho salarial, ainda subdesenvolvido, milhões de brasileiros desempregado, imigração interna acelerada da regiões pobres para as mais ricas, emigração acelerada de jovens para o exterior em busca de oportunidade melhores de vida, baixa estima do povo,aumento e concentração de riqueza nas mãos de poucos , aumento da exclusão social, falta de perspectiva do povo, aumento da violência, bom…, se eu for terce mais apontamentos vou ficar até amanhã. Realmente Marco Aurélio Mello, esta ditadura foi um mal necessário para milhões, porém, fez um bem para pouco$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$!

Responder

Messias Franca de Macedo

17 de outubro de 2012 às 17h51

… Considerando a tese do ‘domínio do fato’, este senhor “supremo” deveria ser condenado pela Comissão da Verdade!…

Que país é esse, sô, que não condena os verdadeiros algozes do seu povo?!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Sagarana

17 de outubro de 2012 às 17h20

64 foi a batalha da guerra fria em terras brasilis. Ainda bem que ficamos do lado vencedor.

Responder

    rodrigo

    17 de outubro de 2012 às 18h20

    A provocação é gratuita mesmo ou você tem problemas disfuncionais de comportamento?

Márcio Oliveira

17 de outubro de 2012 às 15h38

Coitado do Kennedy Alencar. Tem sido forçado a ouvir cada barbaridade.

Responder

Willian

17 de outubro de 2012 às 15h29

Quem aqui seria contra que um milhão de brasileiros morressem para que fosse implantado no Brasil o socialismo?

Quem aqui ficaria triste se nos anos 70 a Guerrilha do Araguaia tivesse o desenvolvidmento pretendido pela esquerda e houvesse uma guerra civil?

Ao invés dos quase 457 mortos e desaparecidos pela ditadura militar (além dos mortos pela esquerda), se um milhão de brasileiros morressem e a ditadura fosse derrotada, quem aqui seria contrário?

Responder

    Bram Lincoln

    17 de outubro de 2012 às 16h42

    Que bom que ainda existem legalistas nesse país! Quero convidar o amigo William a organizar um movimento transnacional para mandar todos os secretários de Estado e presidentes da república vivos nos EUA para a Corte Internacional como criminosos de guerra, pois mataram milhões. Viva a legalidade!!!

    PauloH

    17 de outubro de 2012 às 18h00

    Essa história dos “possiveis milhões de mortos” é puro “chute”, pra ser educado. “E se” não existe em história. Os “comunistas” de verdade no Brasil de 64 não enchiam uma Kombi. O risco da implantação de um regime comunista no Brasil nunca foi real, e os picaretas que implantaram a Ditadura sabiam disso. Na América Latina inteira, o único lugar em que vingou a revolução socialista foi numa ilhota pouco maior que Pernambuco. O golpe de 64 tinha como único objetivo concentrar ainda mais o poder político e econômico nas mãos de uma elite parasita. E esse objetivo eles alcançaram com louvor. O Brasil que os ditadores nos devolveram nos anos 80 era o país mais desigual do mundo, além de falido. Além dos estragos sociais e financeiros que causaram ao país, os fascistas de 64 provocaram um atraso institucional que ainda vai demorar muito tempo pra recuperarmos.

    Mário SF Alves

    17 de outubro de 2012 às 18h05

    E quem por aqui acredita mesmo que a realidade apenas pode se mover nessas duas direções, ou seja, pelo capitalismo ou pelo socialismo?
    Já de início é fundamental lembrar que existe capitalismo e capitalismo. No Brasil, por razões várias que não seria o caso de aqui mencionar, prevalece o capitalismo em sua modalidade mais selvagem. E aqui cabe um aparte. Você mencionou números de mortos hipoteticamente em caso de ter prosperado o projeto da Guerrilha. Pois bem, a questão que fica é: quantos brasileiros morrem todos os dias, hoje mesmo, em razão dessa selvageria? As estatísticas estão aí. É do conhecimento geral que Países em guerra têm menos baixas entre civis do que no Brasil, em “plena paz”.
    Outra coisa, a guerrilha do Araguaia ocorreu em circunstâncias muitíssimo específicas:
    De um lado a ex-URSS – considerada a segunda maior potência mundial – funcionando como motivação e referência em termos de alternativa a tudo o que mais se deplorava no capitalismo praticado no Brasil; de outro, a guerrilha posta, não como solução ou opção natural, mas, sim, numa condição de real enfrentamento ao estado de fato que nos foi imposto pela ditadura militar, à qual alguns eufemisticamente ainda chamam de ditadura civil-militar. Porém, bem antes disso, a Coluna Prestes, comandada pelo Luís Carlos Prestes, percorreu cerca de 25 mil quilômetros pelo interior do Brasil, passando por 13 estados da federação. Até Lampião foi usado para dar combate a ela. A inviabilidade de seu objetivo – a derrubada do governo federal – acabou, porém, por levá-la a deixar o território brasileiro em fevereiro de 1927, internando-se na Bolívia.
    Em síntese (e só para as pessoas de boa fé), é temerário esse raciocínio do tudo ou nada. No Brasil, um dos países potencialmente mais ricos do mundo, onde ainda prevalece o secular e deplorável subdesenvolvimento, a realidade pode não se mover só por esses dois eixos. Pode ser que a democracia, refiro-me àquela do Estado de Direito, seja a variável “y” dessa equação toda. Pensemos nisso. Ou…, senão isso, assumamos de vez que somos mesmo uma raça de covardes subdesenvolvimentistas. Mas, sem pretextos extemporâneos. Sem apelações extemporâneas, não?

    abolicionista

    17 de outubro de 2012 às 19h41

    Willian mais uma vez nos presenteia com seu profundo conhecimento histórico. Sem ironia, esse rapaz coloca Hobsbawm no chinelo.

    Willian

    18 de outubro de 2012 às 08h47

    Legal você tocar no nome de Hobsbawn:

    Segundo Hobsbawn, o Grande Terror de Stalin [mais de 20 milhões de mortos apenas na principal de três ondas, fora outros milhões de mortes fora dos Expurgos] teria valido a pena caso tivesse resultado na revolução mundial. Ignatieff replicou essa afirmação com a seguinte pergunta: “Então a morte de 15, 20 milhões de pessoas estaria justificada caso fizesse nascer o amanhã radiante?” Hobsbawm respondeu com uma só palavra: “Sim”.

    Quem aqui pensa diferente do “mestre” Hobsbawn?

Mario

17 de outubro de 2012 às 15h13

Mas que coisa, meu Deus! Um guardeão da constituíção defendendo um golpe que rasgou a constituição. Como confiar nessas pessoas?

Responder

    Sagarana

    17 de outubro de 2012 às 17h21

    Rasgar por rasgar, ela já estava rasgada por ninguém menos que o presidente Goulart.

    PauloH

    17 de outubro de 2012 às 18h02

    Claro, e por isso os fascistas ficaram 21 anos. A gente tem que ler cada coisa.

    Ricardo JC

    18 de outubro de 2012 às 08h11

    Caro PauloH

    Duro não é ler estas bobagens. Daqui a pouco a gente esquece. Duro é pensar que ainda existem brasileiros (?) que ousam defender o período mais negro de toda nossa história. Liberdades civis restritas, políticos cassados, tortura, democracia zero…tudo isso fazia parte do pacote. Indefensável!! Willian, lullipe, Sagarana e outros…podem até ficar contra Lula e o PT. É um direito de vocês combater o governo com base na causa que acreditam, mas defender os 21 de trevas que vivemos é inaceitável. Cada dia fico mais feliz de discordar totalmente de vocês. Acabo me sentindo muito uma pessoa melhor…

    Nelson

    18 de outubro de 2012 às 10h37

    Se você também é um apoiador da ditadura civil-militar(*) que desgraçou a vida brasileira, meu caro Sagarana, diga-o sem rodeios; não invente mentiras para justificar tua posição.

    (*) É importante darmos os nomes corretos às coisas e aos fatos. A ditadura não foi obra somente de militares. Aos oriundos da caserna coube a maior parte do trabalho sujo. Já seus cúmplices civis, após o fim da ditadura puderam posar de democratas graças às benesses adquiridas ao longo da mesma e que os transformaram em donos quase absolutos da grande mídia brasileira.

assalariado.

17 de outubro de 2012 às 15h05

STF e adjacencias, braços de um mesmo corpo ideologico. No Brasil, tá cheio de inocente útil, achando que o campo politico não é o mesmo que o campo juridico, com seus 11 atletas. Sim, eles defendem com 11 jogadores quando está em questão algum ladrão capitalista e, atacam com os 11, quando o que está em questão são os do andar debaixo, independente de ser ladrão ou não.

Ora, na vida real quem são eles mesmo? Quem são os que fazem as leis? Nosso povo pensa que isto começou agora no “mensalão” ou 40 anos a traz. Não, não é mera coincidência, nem conto de papai noel, muito menos casual, é histórico, é fato. Os escribas já nasceram escribas, nasceram junto com a luta de classes. Ou seja, já nasceram com codigo de barra na testa e, com fundo falso.

Saudações Socialistas.

Responder

    Mário SF Alves

    18 de outubro de 2012 às 15h03

    Assalariado,
    Com todo o respeito, mas não daria para incluir nas suas saudações um rotundo e inequívoco SAUDAÇÕES VERDADEIRAMENTE DEMOCRÁTICAS?

    assalariado.

    18 de outubro de 2012 às 18h45

    Mário SF, certa vez aqui no viomundo, um amigo comentarista me corrigiu e, isto chamou minha atenção, sabe por que?

    Porque vivia afirmando nos meus comentários que, deveriamos apoiar um socialismo democrático e o internauta perguntou: As ideias socialistas já não trazem nos seus seios a democracia. E agora?

    Saudações Verdadeiramente Democraticas.

    Mário SF Alves

    19 de outubro de 2012 às 01h17

    Obrigado pela gentileza de responder. Nosso problema e desafio maior é a consolidação da democracia em nosso País. Este talvez seja o dilema. Não tem sido tarefa fácil chegar até aqui. Falta-nos educação política. A propósito, por que o IBGE não toma a iniciativa de investigar o grau de politização do povo?

    Saudações verdadeiramente democráticas.

Péricles

17 de outubro de 2012 às 14h28

Tanto quanto o STF. Não sei qual o maior mal. Sei qual o menos necessário.

Responder

Wilson S.A.

17 de outubro de 2012 às 14h27

Espero que não surja alguém dizendo que a morte de Ministros do STF seja um mal necessário! Ou seja, “mal necessário” no dos outros é refresco.

Responder

Alexandre Carlos Aguiar

17 de outubro de 2012 às 13h54

Depois de anos e de tudo o que passamos os caras ainda não aprenderam. E tem quem ainda faça análise estatística, como uma mera contagem de mortos.

Responder

rodrigo

17 de outubro de 2012 às 12h49

Tinha uns amigos meus chilenos que repetiam a mesma ladainha, ensinada aos adolescentes na escola, vinte anos atrás. Gente de família de esquerda.

O resultado — http://on.fb.me/RzHwA5

Responder

Márcio Carneiro

17 de outubro de 2012 às 12h32

Sim. Ele está certo.
Só mesmo na cabeça de quem condena a ditadura brasileira por ter matado 300, mas ao mesmo tempo louva a caribenha, que mandou 10 vezes mais para o “el paredon”, que não acha isso.

Responder

    Ramalho

    17 de outubro de 2012 às 14h52

    Você está misturando as estações. Ninguém está a falar em ditadura caribenha, mas de um ministro do Supremo que tem por uma das missões a defesa da Constituição.

    Golpe de Estado é estupro constitucional, e, por isto, as palavras do ministro configuram aberração.

    Em verdade, o ministro deveria ser processado no Senado, por causa desta declaração, com vistas a eventual impeachment. Um sujeito que declara publicamente ser a favor do desrespeito à Constituição em caso grave como golpe de Estado não pode ser ministro de corte constitucional.

    Mário SF Alves

    17 de outubro de 2012 às 19h35

    Esse supremão do STéFão quando não tem nada pra fazer fica a fazer balão de ensaio. Não tem a menor consideração com a paciência alheia. Ele sabe, porém se finge de morto. Ele faz de conta que a realidade é a mesma. Que o tempo parou. De mais a mais, a gente sabe, e esse outubro evidenciou mais do que nunca (ou mais uma vez?) qual é o estado que ele defende. Novidade nenhuma nisso. O problema é: até que ponto o estado que ele defende é o estado para o qual ele foi contratado para defender? Tirou daí é só firula jurídica regada a retórica de quem jamais foi capaz de disputar cargo eletivo; nega, renega, mas gosta muito.

    Rodrigo Giordani

    17 de outubro de 2012 às 15h01

    Não mandaram nem 1 vigésimo disso pro paredão, mas se o preço de transformar um quintal dos americanos em uma república fosse esse, às favas, que fosse feito. Pior é chamar de “mal necessário” a suspensão da Carta Magna e dos direitos do povo pra transformar uma república democrática num quintal para os americanos, o agronegócio e os banqueiros.

    Luiz Moreira

    17 de outubro de 2012 às 15h48

    Marcinho!
    Boa comparação. Em Cuba, o chefe de policia fazia carteira com pele humana (capitao Segura), matavam os prisioneiros sem julgamento, o povo pobre era pobre mesmo. Se quizeres saber as diferenças, olhe os dados da ONU. Cuba tem só 4,8 de mortalidade infantil. Os EUA tem 6. Os EUA tem injeção na veia e cadeira elétrica. E matam presos por traição tambem. Que dira uns caras que desembarcaram na BAIA DOS PORCOS(eles eram de lá)
    Olhe tambem a saude em CUBA. Melhor que a dos teus chefetes. Os mortos pela DITABRANDA foram a julgamento (JUIZES: CURIO E OUTROS IGUAIS)

Alcides

17 de outubro de 2012 às 12h16

Pensamento muito heterodoxo para um ministro do STF. Por seu pensamento, um partido político do momento, digamos, um neo-udenista, poderia entrar com um pedido de destituição do presidente para prevenir uma ditadura que se avizinha, na opinião deste partido. Pelo visto, tal demanda seria vista com bons olhos por Ministro Marco Aurélio. Ele poderia alegar que não vale a pena esperar para ver e acolher o pedido. O curioso é que ele acha necessário criar uma ditadura para prevenir o surgimento provável de outra. Na falta de lógica para suportar o raciocínio do ministro, temos que apelar para sua preferência política para entender suas palavras.

Responder

    claudio

    17 de outubro de 2012 às 14h44

    Pô, que ladainha é essa! Temos que pedir é a cabeça dele!


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