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Juvenal Juvêncio: “Só o Haddad para unir eu e o Andrés numa mesma causa”


22/10/2012 - 18h30

Andres, Juvenal e Tirone com Haddad

do Virgula

Em evento realizado no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo na tarde desta segunda-feira (22), os presidentes de São Paulo e Palmeiras, Juvenal Juvêncio e Arnaldo Tirone, e o ex-mandatário do Corinthians Andrés Sanchez se reuniram com Fernando Haddad, do PT, e declararam apoio ao candidato a prefeito na disputa com José Serra, do PSDB, no segundo turno das eleições paulistas.

Com a presença de mais de 500 pessoas, Juvenal Juvêncio roubou a cena ao brincar com a rivalidade do São Paulo com o Corinthians e sobre a parceria “inédita” entre os times da capital paulista.“Só o Haddad para unir eu e o Andres numa mesma causa”, brincou o presidente do São Paulo, que mostra postura diferente ao capitão, ídolo e goleiro tricolor, Rogério Ceni, que declarou seu apoio a José Serra.

Junto com Juvêncio, Andrés Sanchez, hoje diretor de seleções da CBF, e Arnaldo Tirone, mandatário do Palmeiras, se sentaram ao lado de Fernando Haddad e da vice Nádia Campeão. Ausente no evento, o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, mandou uma carta de apoio ao candidato petista neste segundo turno.

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34 comentários

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Kotscho: Pesquisa do PT mostra Haddad com 61% e Serra,39% « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de outubro de 2012 às 22h36

[…] Juvenal Juvêncio: “Só o Haddad para unir eu e o Andrés numa mesma causa” […]

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Paulo Moreira Leite: Pavor aristocrático na reta final « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de outubro de 2012 às 22h36

[…] Juvenal Juvêncio: “Só o Haddad para unir eu e o Andrés numa mesma causa” […]

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Lucio Flavio

23 de outubro de 2012 às 15h04

Quanto ao Rogério Ceni já demonstrou ser venal. Não sei pq é tão endeusado no São Paulo. Verifiquem a final da Copa Libertadores de 2006 contra o Inter e vejam que, depois de declarar que seu pai era colorado fanático, engoliu frangos sensacionais, principalmente no Beira Rio. Moral da história: O São Paulo perdeu mas seu pai ficou muito feliz. É este que quer falar em moralidade na política? E ainda mais apoiando o Serrote?
Lucio Flavio Lautenschlager
Santa Maria RS

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Donizeti - SP

23 de outubro de 2012 às 13h40

Tracking do PT terça feira, 22/10, deu no Balaio do Kotscho

Votos válidos Haddad 61% x Serra 39%

Diferença aumenta para 22% pró Haddad.

Publicado em 23/10/12 às 12h07

PT não muda estratégia na reta final

.A cinco dias da eleição do segundo turno em São Paulo, o comando da campanha de Fernando Haddad, do PT, decidiu não mudar a estratégia nesta reta final da campanha: vai continuar jogando na defesa para garantir o resultado apontado pelas pesquisas, investindo na apresentação de propostas para um governo de mudança contra a continuidade.

Conversei na manhã desta terça-feira com o coordenador geral da campanha petista, vereador Antonio Donato, que não se mostrou preocupado com a bateria de ataques desfechada nos últimos dias pelo candidato tucano José Serra, em especial na área da saúde.

Baseado nas avaliações de pesquisas internas, Donato disse que a campanha de propaganda negativa do adversário está aumentando a sua rejeição.

“A saúde pública é o principal problema da cidade, mas o Serra está falsificando o debate, como sempre faz. Vende uma saúde que não existe e o eleitor simplesmente não acredita mais no que ele fala. Criou-se uma barreira entre o candidato e o eleitor. Por isso, não provocou nenhum ruído na nossa campanha”.

Ao contrário, segundo Donato, os trackings do partido mostram agora uma vantagem ainda maior de Haddad do que a apontada nas pesquisas Datafolha e Ibope da semana passada: 22 pontos (61 a 39) nos votos válidos, o que reforça a ideia de manter a mesma estratégia:

“Nós temos um roteiro definido para os programas e debates e não pretendemos mudar. A virulência dos ataques do adversário mostra que ele já entrou numa fase de desespero porque não tem propostas para apresentar ao eleitor”.

Outro dado que justifica a tranquilidade do coordenador petista é a avaliação negativa do prefeito Gilberto Kassab, que nas pesquisas internas do PT atingiu seu nível mais baixo desde o início da campanha: apenas 17% aprovam a sua administração.

Para Donato, o final do julgamento do mensalão não terá maiores consequências na campanha eleitoral. “O que tinha que influir já influiu lá no começo, mas agora acho muito difícil que possa mudar os votos do eleitor. Tanto que o PSDB até já desistiu de usar este tema na sua propaganda. O eleitor quer saber do futuro, não do passado”.

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Pedro Dias

23 de outubro de 2012 às 13h19

O Jamal deve ter cheirado muito hoje.

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abolicionista

23 de outubro de 2012 às 12h03

Força Haddad! Dê uma aula de política e civilidade aos obscurantistas!

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Julio Silveira

23 de outubro de 2012 às 08h11

Mais me preocupa que me agrada, essa devoção publica já que todos os presidentes de clube defendem setores. E são todos bem conhecidos como oportunistas na defesa de seus interesses.

Responder

Carioca

23 de outubro de 2012 às 07h09

SERRA PROPÕE TRATAR ALUNOS COMO POTENCIAIS CRIMINOSOS NA CBN

Boa ideia: se tivessem tratado o Serra desta maneira, São Paulo hoje seria uma cidade feliz e um criminoso psicopata não seria candidato a prefeito novamente.

Responder

alvim

23 de outubro de 2012 às 04h22

Essa “união” de politica + futebol não me agrada muito…

Responder

Bertold

23 de outubro de 2012 às 03h05

Gente,estou boquiaberto! Isso é história. Um candidato de esquerda conseguir a unanimidade de dirigentes dos principais clubes de futebol da cidade para prefeito é inédito. Pobre Serra, que fim político horrível, até isso o “coiso” conseguiu.

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Gerson Carneiro

23 de outubro de 2012 às 02h56

Se o STF souber disso irá condenar o Haddad por formação de quadrilha.

Responder

Marat

23 de outubro de 2012 às 00h25

É bom que várias forças se unam para ajudar um candidato com ideias renovadoras e arejadas. São Paulo (Estado e Cidade) estão um caos: criminalidade enorme, clima de guerra civil com o assassinato de policiais, transporte público abandonado, calçamento todo esburacado, barulho de empreiteiras no meio da noite… está uma zona. Tá na hora de mudar. O povo deve contribuir no voto e no dia a dia!

Responder

Antonio Marcos

23 de outubro de 2012 às 00h04

Haddad está conseguindo apoios importantes na reta final da eleição.

Os pagodeiros, os cantores de HAP, vários seguimentos evangélicos, intelectuais´, cantores de MPB, dirigentes de grandes clubes de futebol…

Estou otimista, Haddad rumo a vitória !

Responder

Candidato a vereador tucano: “Serra é radical e intolerante” « Viomundo – O que você não vê na mídia

22 de outubro de 2012 às 22h29

[…] Juvenal Juvêncio: “Só o Haddad para unir eu e o Andrés numa mesma causa” […]

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Willian

22 de outubro de 2012 às 20h39

O São Paulo F.C. já tem seu estádio. Talvez precise de reformas. Aguardemos.

Responder

Márcio Gaspar

22 de outubro de 2012 às 20h22

A imprensa esportiva elevou o Rogério Ceni a categoria de futebolistas “intelectuais” um cara inteligente que fazia criticas sobre a politica e outras pataguadas. Enfim, até que o Rogerio Ceni foi parar no Roda Viva, quero dizer, Roda Morta, pois qualquer um hoje em dia consegue ser entrevistado no Roda Morta. Parei para assistir, mas só aguentei alguns minutos, pois entendi que o Rogério Ceni não é nada além do que um bom golerio em fim de carreira e comentando sobre politica como qualquer cidadão médio, ali não tinha nada que pudesse me acrescentar algo. O Rogério Ceni falando de política é nada mais nada menos do que a reprodução daquilo que ele, provavelmente, lê na revista Veja ou ouve da boca do Arnaldo Jabour, é um papagaio de telejornal e reprodutor de tolices produzidos pela Veja. Mas eu acredito que a parceria, ao menos, produzirá um resultado parecido para os dois: a aposentadoria e fim de carreira, tanto para Serra como para o Ceni, um no futebol, o outro na politica.

Responder

José Reinaldo Nery dos Santos

22 de outubro de 2012 às 20h11

Este SERRA é um fanfarrão.

Responder

Rodrigo Leme

22 de outubro de 2012 às 20h10

Do apoio dos evangélicos ninguém fala, nao? Ontem eram setores conservadores da sociedade, hoje foram conduzidos ao panteão progressista. Fácil assim.

Responder

    Marcia Noemia

    22 de outubro de 2012 às 20h30

    Que inveja em?

    Hélio Pereira

    22 de outubro de 2012 às 20h33

    Pois é,
    os Pastores não se tornaram “Progressistas” por declararem apoio a Haddad.
    Rodrigo a diferênça é que eles embora conservadores reconheceram que a candidatura Haddad é melhor que a de Serra.
    Infelizmente tem alguns “Conservadores” que veem,mas não enxergam,isto apesar de usar óculos.

    Pedro Dias

    23 de outubro de 2012 às 13h22

    Ninguém aguenta mais os Tucanos. Nem evangélico suporta mais o Serra!

ricardo silveira

22 de outubro de 2012 às 20h02

Todo mundo acusa o Serra de ser a causa da destruição do PSDB, e ignoram que ele tem a virtude de unir todos contra ele.

Responder

Vlad

22 de outubro de 2012 às 19h52

Sim…nada como uma carniça para unir os urubus.

Responder

    abolicionista

    23 de outubro de 2012 às 12h02

    Poxa, chamar o Plínio de Arruda Sampaio de carniça é sacanagem, né? Você está frequentando muito o blog da Soninha…

    Pedro Dias

    23 de outubro de 2012 às 13h25

    Tucano cheira mal mas a mídia esconde. Quando se abrir a caixa Tucana vai sair um monte de coisa podre de lá. É só uma questão de tempo.

Celso Carvalho

22 de outubro de 2012 às 19h27

O Serra agora passa a ser um torcedor do Íbis Sport Club, time pernambucano. Uma questão de identidade.

Responder

    Douglas

    23 de outubro de 2012 às 01h30

    Com certeza não vai encontrar quem auto se declare picareta e gangster.

    Celso Carvalho

    23 de outubro de 2012 às 10h57

    Não entendi, Douglas! Os torcedores de outros times assim se declaram?
    Abraço.

sandro

22 de outubro de 2012 às 19h07

Rogério Cena (digo) Ceni sempre foi um progressista de carteirinha;
Chegará o dia em que zagueiro poderá defender penalidades máximas.
Como goleiro o “cena” é um bom batedor de faltas.

Responder

andre i souza

22 de outubro de 2012 às 19h04

Putz! Morro e não vejo tudo. Muito legal essa iniciativa dos cartolas paulistas. Jamais esperaria isso do JJ, GRANDE HADDAD!

Parabéns, Tirone;
Parabéns, Juvenal Juvêncio;
Parabéns, Manuel da Lupa;
Parabéns, Andres Sanches, um grande corintiano (Salve, Timão).

Responder

Hélio Pereira

22 de outubro de 2012 às 18h45

Serra depois da eleição se der sorte vai descolar uma “Boquinha” de Gandula.

Responder

FrancoAtirador

22 de outubro de 2012 às 18h39

.
.
SERRA ESTÁ ENTREGUE ÀS TOGAS

O tucano José Serra esgotou seu repertório antes de terminar a campanha.

Seu maior problema nestes poucos dias que restam da disputa em São Paulo é responder à pergunta: o que mais dizer ao eleitor que não o ouviu até agora?
A percepção mais grave é de que sua narrativa perdeu significado no próprio PSDB.

Pior: a imensa rejeição que atrai tornou-o um estorvo ambulante para o futuro do partido.

FHC e Sergio Guerra vazam desapontamento com a condução das coisas em SP.

Serra depende exclusivamente do que mais os integrantes do STF possam fazer por ele.

O tucano está distribuindo milhões de adesivos com o slogan ‘Diga não ao mensalão’, em parceria com o desfecho desfrutável do julgamento esta semana.

Por sua própria escolha e pela solidão no PSDB, seu futuro político está entregue às togas, mais do que o dos petistas que demoniza.

Não é inusitado na história que o algoz tenha o destino concebido às suas vítimas.

(Carta Maior; 2ª-feira – 22/10/2012)

Responder

    Hélio Pereira

    22 de outubro de 2012 às 18h48

    Até os candidatos a Vereador pelo PSDB já estão pedindo desfiliação do Partido e declarando apoio a Haddad!
    Serra vai ficar entregue as Togas porque mais cedo ou mais tarde tera de se encontrar com o Ministro Joaquim Barbosa no Supremo!

    FrancoAtirador

    22 de outubro de 2012 às 20h35

    .
    .
    O Saul Leblon complementou o artigo no Blog das Frases, na Carta Maior:

    A obsolescência contagiosa prenuncia-se em isolamento.

    Ele se reflete nos recados de pavões partidários, sempre ágeis em se desvencilhar do legado de uma derrota.

    Sobretudo, quando tende a deixar sequelas na opinião pública simpatizante da legenda.

    FHC e Sergio Guerra vazam desapontamento com a condução das coisas em São Paulo.
    Contabilizam como erro primário a fusão da candidatura à agenda da intolerância.

    O horizonte de uma vitória tucana em São Paulo, associado a um termidor de malafaias, colou um alerta em parcelas da classe média percolável pelo PSDB; adensou a percepção de um agrupamento que age e urdi na base do vale tudo que a publicidade condena.

    Não só. Muitos consideram inábil a sôfrega exploração do julgamento em curso no STF pela campanha em São Paulo.

    Serra está distribuindo milhões de adesivos com o slogan ‘Diga não ao mensalão’. A panfletagem é uma parceria calculada com o calendário desfrutável do julgamento, que deve culminar esta semana com a deliberação de penas.

    É o ‘tour de force’ que lhe restou nas horas que correm.
    Pode significar um desastrado saque contra o futuro, na avaliação de analistas embarcados na sorte do PSDB.

    A mão grande de Serra na cumbuca da Ação Penal 470 dessacraliza um trunfo nacional contra o PT em 2014.
    Ademais de arguí-lo com uma derrota nas urnas em São Paulo, subtraiu ao julgamento um cerimonial de ecumenismo e equidistância que o legitimaria.

    Serra ignora limites e ponderações. A soberba é um ponto forte do tucano.

    Do alto dela, o ex-governador menosprezou a importância de uma plataforma consistente para concorrer em SP, capaz de promover um aggiornamento de seu perfil, abalroado triplamente, a saber:
    a) pela segunda derrota presidencial em 2010, desta vez para uma adversária que ele próprio definiu como um poste;
    b) pelo bom governo e elevada aprovação popular que ‘o poste’ exibe hoje, desautorizando-o como avalista de um desastre que não se consumou;
    e, ao contrário, c) pelo desastre executivo de proporções ferroviárias da gestão que bancou como a melhor para São Paulo — a de seu afilhado Gilberto Kassab, que produziu na cidade um sentimento de rejeição unânime, expresso no desejo de mudança administrativa da ordem de 88%, sendo este o principal flanco da candidatura tucana.

    O raciocínio político tosco é outro traço que os próprios amigos da Unicamp creditam a Serra.

    O ferramental rudimentar definiu o teto de sua liderança com um pé direito insuficiente para unir o PSDB e convencer a sociedade a lhe conceder a delicada tarefa de presidir a Nação.

    A falta de grandeza e a moderada argúcia levaram-no ao erro de avaliação que pode selar sua despedida.

    Serra apostou que o manejo do ódio ao petismo, do qual se tornou o maior expoente com a derrocada dos Demos, seria abastecido ‘just in time’ pela artilharia do STF, ao longo da campanha deste ano, culminando numa apoteose agora, com a definição das penas, na boca de urna do 2º turno.

    As togas fizeram e fazem a sua parte na guerra sincrônica da politização da justiça e vice versa. Mas o excesso caramelado pela cobertura enjoativa da mídia torna qualquer enredo desinteressante; em certa medida, suspeito.

    A trama caricata chega assim ao seu epílogo — deliberadamente associado ao desfecho do pleito de 2012 — tropeçando na mesmice de uma narrativa que transpira mais engajamento do que credibilidade.

    É desse paiol algo molhado que depende a sorte de Serra.

    Por sua própria escolha e pelo afastamento do PSDB, seu futuro político está entregue às togas, muito mais do que o dos petistas que demoniza.

    Com desvantagem robusta nas pesquisas, o recurso reiterativo deve adicionar pouco à insuficiência já acumulada.

    Não é inusitado na história que o algoz tenha o destino concebido às suas vítimas; não raro, como almas penadas de um ostracismo sem similar.

    http://cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1118


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