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Diário da Resistência


Evo Morales: Chávez representa a luta anti-imperialista do mundo
Política

Evo Morales: Chávez representa a luta anti-imperialista do mundo


11/01/2013 - 18h11

Sugestão de Marcelo S, em comentário aqui


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13 comentários

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Pitagoras

20 de janeiro de 2013 às 00h18

Nesse oceano de “líderes” mundiais desanimadores, é reconfortante a existência de gigantes como Chávez, Evo, Fidel e outros.
Representam a esperança e o exemplo de que pode haver luz no fim do escuro túnel em que essa canalhada corporativa nos meteu.

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Jotace

12 de janeiro de 2013 às 23h19

EVO MORALES, O INDÔMITO

Assisti ontem, como fez também o Renato, o admirável discurso do Evo na justa e grandiosa homenagem feita ao Presidente Chávez. Não me surpreenderam suas palavras, que sempre refletem seu comportamento de lutador pelos direitos dos povos originários, pelo meio ambiente em escala mundial, e pela independência plena dos países que integram a América Latina e Caribenha. Não menos admirável, contudo, é a sua constância nos desafios que faz e, de modo destacado, no seu empenho para que a Bolívia retome o seu destino de nação marítima, negaceado pela plutocracia chilena. A mesma que afronta constantemente os Direitos Humanos e, como herdeira do governo pinochetista, pisoteia mapuches e estudantes. Servir por muito tempo de pasto aos piratas espanhóis e portugueses, acobertados pela Igreja Católica, foi como o destino de quase toda a América Latina e Caribe. Mas, na Bolívia, por suas incomensuráveis riquezas, aos piratas europeus associou-se uma das oligarquias mais corruptas e cruéis de todo o continente e que perdurou no poder – oficial ou não – até recentemente quando dele foi alijada por Evo Morales. Inumeráveis têm sido as conquistas do governo por ele presidido. Entre outras, as havidas no campo social pela extinção de todo o analfabetismo, melhoria das condições de saúde em geral, e os grandes progressos na luta contra o mais terrível racismo. O seu governo tem revigorado a economia não só pela reestatização da exploração das jazidas e implementação do mercado de trabalho, na realização de obras infraestruturais, mas, sobretudo pela adoção rigorosa de boas práticas
na condução da coisa pública. De todo o gigantesco esforço desenvolvido, sobressai como resultado a restauração da dignidade, da soberania da nação, abaladas que foram nos passados tempos pela esmagadora maioria de governos ditatoriais e corruptos. O momento é chegado para que os países vizinhos, até para sua própria conveniência, infiram da necessidade de conviverem lado a lado com uma nação democratizada, independente, operosa e soberana, como a idealizada por Evo Morales e sua equipe de governo. E por isso mesmo, de forma especial o Brasil, país para o qual o acesso da Bolívia ao Pacífico se reveste, como é sabido, da maior importância para maior escoamento do que aqui é produzido. Por isso mesmo, nossas autoridades devem promover e estimular mais esforços junto ao governo chileno para que, de uma vez, a Bolívia possa retomar o grande lugar que lhe cabe não somente no concerto das nações, mas também no desenvolvimento integrado de toda a região. O acesso da Bolívia ao Pacífico é também de sumo interesse para o Brasil e diversos outros países. Certamente que eles contarão para isso com o patriotismo e a obstinação do Presidente Evo Morales, de sua equipe e da quase totalidade do maravilhoso, sofrido, mas grandelutador povo boliviano. Jotace

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Mário SF Alves

12 de janeiro de 2013 às 18h03

Evo é sensacional. Mas, falemos de Chávez, aquele que fez o que parecia impossível. Aquele que não satisfeito, fez mais: resgatou a respeitabilidade dos militares venezuelanos frente ao mundo.

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Jayme Vasconcellos Soares

12 de janeiro de 2013 às 09h46

Evo Morales encarna a alma e o sentimento do seu povo; um povo corajoso, determinado que execra o neoliberalismo, amante da liberdade, e dotado de uma inteligência privilegiada, portanto capaz de traçar e trilhar o seu caminho de autodeterminação. Parabéns Evo! O povo boliviano orgulha-se do Presidente que escolheu.

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Caracol

12 de janeiro de 2013 às 08h36

Em homenagem ao Comandante Hugo Chávez, encaminho a todos a receita de Arepas Venezuelanas:

1 xícara (chá) de farinha de milho amarela
½ colher (sopa) de sal
1 colher (café) de pimenta-do-reino branca moída
1 colher (sopa) de alho em pó (opcional)
½ colher (sopa) de fermento químico em pó
1 unidade de ovo
1 xícara (chá) de água fervente
quanto baste de mussarela ralada (opcional)
quanto baste de manteiga

Numa tigela, misture a farinha de milho, o sal, a pimenta e o fermento. Acrescente o queijo (opcional) e misture mais um pouco. Com um garfo misture a massa adicionando a água fervente. Junte o ovo e continue misturando com o garfo até que a massa desgrude das laterais da tigela. Amasse a massa com as mãos apenas até formar uma bola. Molde pequenos pedaços da massa na forma de hambúrgueres grossos.

Numa panela antiaderente, aqueça um pouco de manteiga e coloque as arepas até que fiquem douradas dos dois lados. Sirva as arepas quentes (se quiser, com queijo ralado ou molho de tomate).

É uma delícia no café com leite da manhã.
Bom proveito!

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Zeza Lima

12 de janeiro de 2013 às 03h22

Luz é o que peço a Deus todos os dias para iluminar os caminhos do grande Chaves.

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renato

11 de janeiro de 2013 às 23h39

Assisti tudo pelo canal da Venezuela,
e tem Ministro aqui que tem que aprender
como se fala de um presidente do seu País!
TV escutou tudinho, e o reporter fez perguntas
que um reporter tinha que fazer. Não fez perguntas
idiotas, por mais que estivesse pressionando!
Não perguntou se ele gostava de Omelete!

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Geysa Guimarães

11 de janeiro de 2013 às 23h02

Definição muito acertada do presidente boliviano.

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Sônia Bulhões

11 de janeiro de 2013 às 22h35

Fora do contexto, mas importante: Alguém sabe o que está acontecendo com o “sujinho” Cloaca News ? Nestes dias precisamos de mais trincheiras contra o PIG, e para onde ele foi ?

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Fabio SP

11 de janeiro de 2013 às 20h59

Eu sei que o Chavez representa uns 10% do PIB da Bolívia…(por baixo)

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Tomudjin

11 de janeiro de 2013 às 20h27

Evo é um dos nossos… impávido, que nem Muhammad Ali.

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    Roberto Locatelli

    11 de janeiro de 2013 às 22h36

    Como disse Cristina Kirchner: a América Latina agora tem líderes que têm as feições de seus povos.

    renato

    11 de janeiro de 2013 às 23h36

    ZÉ RAMALHO que o diga!
    Disse tudo!


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