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Diário da Resistência


Depois de vida em favelas, Márcia terá casa própria: “Dilma, te amo!”
Política

Depois de vida em favelas, Márcia terá casa própria: “Dilma, te amo!”


11/06/2014 - 12h51

Márcia Belarmina da Paixão (Fotos Caio Castor)

Sem teto da ocupação Copa do Povo comemoram decisão de Dilma

Governo federal anunciou nesta segunda, 9, que serão construídas duas mil moradias no local

Por Lúcia Rodrigues, especial para o Viomundo

A decisão da presidenta Dilma Rousseff de construir duas mil unidades habitacionais na ocupação Copa do Povo, em Itaquera, zona leste da capital paulista, deixou os sem teto que vivem no acampamento, radiantes. “Quero dar um beijo na boca dela. Eu tô sendo sincero. Não tô brincando. A Dilma tá de parabéns”, vibra Jailton Jaime Albuquerque Diógenes, 22.

Desempregado e sem condição de pagar um aluguel, o soldador Jailton viu na Copa do Povo sua tábua de salvação. Resolveu entrar no terreno, depois de ter sido alertado pela mãe e avó de que várias pessoas participariam da ocupação. A própria avó e a irmã dele, também ocupam outros barracos. “Eu vim com pensamento positivo. Enfrentamos chuva e frio, mas valeu a pena. Agora vou ter onde morar”, comemora.

“Fui eu que construí esse barracão”, aponta satisfeito para o local onde ocorrem as reuniões do MTST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que coordena a ocupação. Jailton também montou uma pequena horta de plantas medicinais, que os sem teto chamam de farmácia popular.

Na Copa do Povo praticamente tudo é coletivo: banheiro, cozinha. Apenas os barracos com chão de terra batido, cobertos e forrados com plásticos pretos, onde os sem teto dormem, são privativos. Na maioria deles, só cabe uma cama. Alguns moradores cobrem os colchões com plásticos para evitar que a chuva molhe a espuma durante o período em que estão fora de casa.

Rafael, com Kimberlly

Solidariedade

Quem está desempregado, ajuda nas oito cozinhas comunitárias distribuídas pelo acampamento. Rafael Leite, 25, pai de Kimberlly,de um ano e sete meses, levantou cedo para levar a filha na creche e correr para preparar o café da manhã de outras crianças e sem teto que vivem no acampamento. “Eu faço café da manhã, almoço. Cada um ajuda um pouquinho”.

Ele conta que algumas padarias doam pãezinhos. As outras refeições também dependem de doações: “arroz, feijão, tudo é doado”.

Sobre a decisão do governo federal de construir moradias populares no acampamento, ele brinca: “O terreno tava abandonado há 30 anos. A gente lutou muito, batalhou e agora sai essa notícia de que a gente ganhou o nosso pedacinho de chão. Agora é só felicidade. Vamos esperar sair os nossos apês”, afirma rindo.

Outra que não continha a alegria, era a aposentada Márcia Belarmina da Paixão, 51. Há 20 anos em São Paulo, a pernambucana sempre morou em favelas. Veio para a Copa do Povo porque o barraco onde vivia no Jardim Colonial corre risco de desmoronar. “Já perdi seis vezes a casa. O barro cai em cima e desmorona, é de madeira. Muita gente doou coisas, mas eu fui perdendo, perdendo. Já perdi tudo”, conta entristecida.

Quando estava na ativa, Márcia trabalhava como doméstica. O baixo salário não permitiu que o sonho da casa própria se concretizasse. “O dinheiro nunca deu pra comprar. Dilma eu te amo!”, exclama ao se referir à autorização, para a construção das moradias, dada pela presidenta.

Respiração ofegante e pernas inchadas não tiram dela a gana de conquistar o primeiro endereço, para ela, marido e três filhas. “Todos nós merecemos uma moradia digna. Lá onde eu vivo, não tem correspondência (correio não passa). Também tô muito feliz porque têm moradores de rua que estão vivendo aqui, vão conquistar uma casinha”, frisa. “Se eu pudesse chegar na Dilma, eu ia até lá (Brasília), pra dizer que eu amo ela.”

Dalva Souza

Ajoelhou para agradecer

A desempregada Dalva Souza, 37, conta que ficou tão emocionada quando recebeu a notícia, que chegou a ajoelhar no chão e chorar. “Abracei minha Vitória (a filha de um ano e meio) e agradeci a deus de joelhos. Chorei, bati os joelhos no chão. E tem de agradecer a Dilma também”, enfatiza.

Ela já teve casa, mas perdeu o imóvel quando se separou do marido. “Ajudei a construir e fui expulsa”, conta com os olhos marejados. Para ajudar no orçamento da nova família, Dalva toma conta de Gustavo, um menino da mesma idade de Vitória, filho de um casal de moradores do acampamento que trabalham.

No início da manhã desta terça, 10, ela levou o garoto para comer pão com manteiga em uma das cozinhas da ocupação. Quem serviu o bebê foi o cozinheiro desempregado, Daniel Lima Custódio, 25. O rapaz tem sobrevivido com o seguro-desemprego que recebe do último serviço.

Antes de mudar para a Copa do Povo, ele morava no Carrão, também na zona leste, mas o preço do aluguel, o trouxe para Itaquera. Daniel ficou sabendo da ocupação pela sogra. “Gosto mais dela, do que da minha mulher”, brinca.

A precariedade do acampamento não tira o ânimo dele. “Tomo banho frio, mesmo, não tem luz…” Na maior parte do acampamento não existe energia elétrica. Ele explica que para iluminar os barracos e as cozinhas à noite, os sem teto usam lanternas, lampiões e velas, de vez em quando, por causa do risco de incêndio.

Preocupado com a limpeza do ambiente, ele varre o chão de terra batido durante a conversa com a reportagem de Viomundo. A cozinha que administra, além de dois fogões e mesas, também tem um quadro emoldurado de uma paisagem pendurado em uma das madeiras que sustentam a estrutura. A água para lavar as louças é trazida em garrafas pet, que ele começa a organizar assim que termina de varrer o chão.

Um cartaz no interior do cômodo informa o horário em que as refeições são servidas. Café da manhã, das 8h às 10h, almoço, das 13h às 15h, café da tarde, das 16h às 17h, e janta, das 20h às 21h.

Baiano de Vitória da Conquista, o jovem conta que sempre pagou aluguel em São Paulo, onde vive há 18 anos. Mais reticente do que os colegas sem teto, Daniel afirma que “tava mais do que na hora de resolver o problema. Porque pra gastar bilhões em estádios, tem. Lá na Bahia o governo constrói casas, rapidinho, não é que nem o governo de São Paulo”, alfineta.

Vizinhos do Itaquerão

“Se algum gringo vier assistir o jogo no Itaquerão e quiser dormir no meu barraco, pode vir”, afirma Daniel ao oferecer solidariamente a habitação.

A maioria dos entrevistados pela reportagem do Viomundo é corinthiana e está duplamente alegre com a decisão do governo federal. Ao mesmo tempo em que vão conquistar um teto, se tornam praticamente vizinhos do estádio do time do coração.

“Sou corinthiana fanática. É um privilégio morar aqui. À noite nos dias de jogos, o Itaquerão fica todo iluminado”, revela a desempregada Gisleine Cristina dos Santos, 24, mãe de um menino de um ano e quatro meses.

Solteira, ela deixa a criança com mãe do pai criança, enquanto espera pelo teto. “Quando eu trabalhava, ganhava o salário mínimo e pagava R$ 350 de aluguel. Não dava pra me manter. Agora, não pagando aluguel vai dar. Vou conseguir arrumar um emprego. Deus abençoe a Dilma.”

“Nossa luta não é contra a Copa, contra o futebol, mas contra o dinheiro que foi gasto”, ressalta o corinthiano Daniel Rodrigues de Carvalho, 32. Desempregado, faz bicos como motorista de van esporadicamente. O orçamento minguado também o empurrou para a Copa do Povo. Assim como os demais sem teto, ele ocupa um dos milhares de barracos erguidos ao longo do terreno íngreme, que quando chove torna-se um perigo para quedas.

Ele recorda que frequentava o terreno, que deve se transformar em sua moradia, desde criança. “A gente vinha jogar bola no campo de futebol. Caçava passarinhos. Peguei uns tico-ticos aqui. Estou muito feliz com a notícia. É uma sensação de satisfação, de felicidade”, fala com os olhos marejados. “Conseguimos uma vitória, mas a guerra não acabou. A luta contínua”, pondera.

Veja, abaixo, o álbum de fotos da ocupação (a produção de conteúdo exclusivo do Viomundo depende do financiamento de nossos leitores. Torne-se um assinante).

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28 comentários

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Ricardo

20 de junho de 2014 às 00h42

“Abracei minha Vitória (a filha de um ano e meio) e agradeci a deus de joelhos”.
Independentemente da crença ou descrença, a palavra “deus”, no contexto da frase, é nome próprio, e não um substantivo comum, devendo, portanto, ser escrita com D maiúsculo.

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Vicente

15 de junho de 2014 às 12h45

Um detalhe para pensar:

Vocês já imaginaram o tamanho de um terreno onde cabem 2000 residências? Isso é do tamanho de uma cidade de interior…
E como e por que uma área deste tamanho ainda está desocupada, em uma cidade com falta de moradia?

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Roberto Locatelli

13 de junho de 2014 às 16h46

Com Alckmin tem Pinheirinho: milhares de pessoas tiveram suas casas destruídas pela Polícia Militar, numa madrugada de domingo. Os moradores perderam tudo: móveis, documentos, roupas, eletrodomésticos. Animais domésticos foram mortos a tiros sob o olhar das crianças que os amavam.

Com Dilma, tem dignidade.

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Mardones

13 de junho de 2014 às 11h32

Fundamental repercutir.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-que-acontece-quando-a-vanguarda-do-capitalismo-comeca-a-falar-em-desigualdade/

Ainda que o clima seja de Copa…

Ah, sem falar na situação no Iraque. O Nobel dado ao Obama deveria ser devolvido.

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Cláudio

13 de junho de 2014 às 05h49

… “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

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Vlad

13 de junho de 2014 às 00h46

Muito bom o critério de seleção destes beneficiados pelo subsídio estatal à moradia popular.
Parabéns à Presidenta e à claque.

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Euler

12 de junho de 2014 às 11h03

Parabéns, primeiramente ao Viomundo, por fazer o jornalismo que a mídia golpista jamais fará – apesar de receber bilhões do dinheiro público. Parabéns aos sem-teto, que lutam por seus direitos ao invés de ficarem esperando cair do céu. Parabéns à presidenta Dilma, que teve a sensibilidade de negociar e atender as justas reivindicações dos sem-teto. Como deve ser bom para um governante sério sentir-se amado pelo seu povo. Para além das grandes políticas sociais, Dilma deveria tomar mais atitudes assim, de negociar diretamente as demandas emergentes com quem luta. Deixe que a mídia critique e que a oposição tucana esperneie. Eles não aceitam dividir os privilégios com a maioria da população.

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    renato

    12 de junho de 2014 às 22h21

    Penso assim..

FrancoAtirador

12 de junho de 2014 às 04h27

.
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10/6/2014
MTST, via Uma Outra Opinião

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO MTST

Diante de versões mentirosas – por má intenção ou desinformação – publicadas por órgãos de imprensa, o MTST esclarece o seguinte:

1. O compromisso firmado ontem pelo Governo Federal atendendo pontos importantes das reivindicações do MTST resultou da intensa pressão representada pela luta do Movimento nos últimos meses. Foi produto de nossa aposta na luta direta e no poder popular.

2. A luta do MTST não começou com a Copa e nem acabará ao final deste evento. A Copa representa uma oportunidade de avanço nas conquistas, pela visibilidade internacional e pelas contradições sociais que ela escancarou. Em relação à Copa somos claros em reafirmar que seu grande legado foi especulação imobiliária e exclusão urbana.

3. O MTST não negocia estar ou não nas ruas. Isto é princípio para nós. Estivemos nas ruas nos últimos 17 anos, estaremos nas ruas durante a Copa e depois dela. Ao contrário, aliás, de radicais de ocasião que veem na Copa o início e o fim das lutas sociais. Permaneceremos mobilizados inclusive para garantir a efetivação das conquistas.

4. Temos novas mobilizações previstas para os próximos dias, visando avançar nas pautas do Movimento em vários âmbitos e não apenas na luta pela moradia digna. A próxima batalha será a votação do Plano Diretor de São Paulo na próxima semana, onde pretendemos mobilizar mais de 15 mil pessoas na Câmara Municipal.

5. O fato de termos avançado nas conquistas não enfraquece nossa solidariedade de classe. Estaremos na linha de frente junto com todas as categorias em greve e em luta. Estivemos com mais de 1000 sem-tetos ontem em apoio aos metroviários de São Paulo. E estaremos novamente com eles exigindo readmissão dos demitidos políticos e atendimento das pautas.

A Luta é pra valer!

COORDENAÇÃO NACIONAL DO MTST

(https://www.facebook.com/mtstbrasil?ref=stream)
(http://www.mtst.org)
(https://www.facebook.com/umaoutraopiniao?fref=nf)



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    Luís Carlos

    12 de junho de 2014 às 13h42

    Civitas, Mesquistas e Marinhos estrebuchamdo de ódio por ter o MTST atingido objetivos e por Dilma ter acolhido demandas populares. Para essa quadrilha movimento popular é caso de polícia e demanda social não pode ser atendida, só de de empresários da mídia e especuladores.

Sergio

12 de junho de 2014 às 00h36

Um ótimo vídeo para os mais jovens ou para quem tem memória curta:
https://www.youtube.com/watch?v=PO8BQgH_n1M

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Deathdoor

11 de junho de 2014 às 21h38

Se a Dilma fosse esperta amanhã ela passava por lá antes do jogo, e comentaria que daria sugestão para o Haddad de priorizar os moradores de lá para vagas profissionalizantes.

Mas claro, estamos falando da Dilma, do PT, senso de oportunidade Zero.

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Luís Carlos

11 de junho de 2014 às 21h12

Parabéns ao MTST. Parabéns Dilma. Cidadania e luta social não é caso de polícia, mas de política.

Responder

Fernando

11 de junho de 2014 às 17h27

A manchete tira os méritos da luta popular e enaltece uma mera promessa de político.

Lamentável.

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Ubaldo

11 de junho de 2014 às 17h12

Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas apenas questiono que essa decisão só foi tomada agora, às vésperas da Copa, quando o MTST ameaçou fazer protesto na abertura. Uma pena que uma conquista como essa seja relegada a um casuísmo.

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    Ulisses

    12 de junho de 2014 às 00h30

    O governo PT, Lula e Dilma entregaram 1 milhão e emio de moradias. Vão entregar mais outro milhão. Em que governo anterior isto aconteceu? Ou acha que o Lula e a Dilma tinham a obrigação de corrigir todas as mazelas da falta de moradia de 113 (1889 – 2002) anos de governos anteriores em 12 anos de PT?

CARLA

11 de junho de 2014 às 16h50

É sempre bom lembrar que isso não é “presente”, e sim conquista. Estas pessoas só conseguiram que a legislação básica do Estatuto das Cidades fosse cumprido graças à muita luta popular.

É uma lástima que a Dilma não tenha feito o mesmo no caso de Pinheirinhos, e da ocupação do terreno da Telerj, no Rio (cidade e estado governados por partidos de sua aliança política).

Responder

    Francy Lisboa

    12 de junho de 2014 às 05h04

    Qur dizer que eh assim? A justica do ESTADO DE SO manda retirar e destruir o Pinheirinho e a culpa eh da Dilma?

    Paulistano eh o supra sumo da inteligencia mesmo.

    Caio

    12 de junho de 2014 às 08h40

    No caso da Telerj eu realmente não sei como se deu. Mas no Pinheirinho o Governo Federal tentou intervir, mas foi “tratorado” pelo estado de SP, prefeitura de SJC e por um outro banqueiro aí.

    Luís Carlos

    12 de junho de 2014 às 13h47

    Carla “esquece” que foi Dilma quem acolheu demanda de moradores despeajdos do Pinheirinho pelo governo estadual de SP com sua polícia e do Judiciário de SP, para benefício de especulador imobiliário. Mas claro, para Carla, isso não conta. Para ela, governo que acolhe demandas populares só faz sua obrigação e é igual aos que não fazem e atacam movimentos. Deve estar entre aqueles que diz que não tem diferença entre governo do PT e do PSDB ou que é contar política ou ainda que ainda faz campanha contra partidos, como se ter filiação fosse crime e não direito constitucional.

Lucas G

11 de junho de 2014 às 16h19

triste traço paternalista do povo brasileiro. O povo batalha, luta, confronta, e no final a vitória é contada para o governo que não teria movido uma palha se não houvesse organização e predisposição para o confronto.
Ao menos fica como consolo o fato de que não votarão no Aécio.

Responder

henrique de oliveira

11 de junho de 2014 às 16h01

É dessa gente pelo BRASIL inteiro que o PIG e os da direita tangidos pelo PSDB tem medo , já pensou o povo tomando nas mãos seus destinos e um governo que os faça virar realidade?
O PSDB nem nos discursos fala do povo , tem mais é que temer , pois Dilma vai levar no primeiro turno sem choro nem vela.Essa turma do acampamento tem que ficar esperta pois de repente pode aparecer uma ave de bico grande e por fogo em todos , como já vimos várias vezes.

Responder

Lukas

11 de junho de 2014 às 15h50

Antigamente davam dentaduras às vésperas da eleição. Não deixa de ser uma evolução.

Responder

Paulo Roberto

11 de junho de 2014 às 15h24

Felizmente neste caso houve possibilidade de solução, mas o grande problema é quando não há disponibilidade de terreno para construção “dentro da lei”, nos bairros onde os favelados querem morar. Sem um mínimo de repeito às leis urbanas, o problema da qualidade da moradia persistirá, porque sempre haverá pessoas que preferirão residir num barraco próximo a um bairro nobre do que numa casa em subúrbio.

Responder

Fernando

11 de junho de 2014 às 15h11

Mais um voto .. boaaaa

Responder

Urbano

11 de junho de 2014 às 14h20

A Presidenta Dilma apresentou casas como solução de um problema do povo. Já a oposição ao Brasil desavergonhadamente apresentou demissões. Diante disso, dá para comparar Governo do PT com desgoverno da oposição ao Brasil? Mas antes de se decidir, reflita que retirar méritos de quem merece apenas por ódio, antipatia, certamente que está sendo duplamente idiota.

Responder

    Urbano

    11 de junho de 2014 às 18h30

    E triplamente idiota quando, sem usar um mínimo de massa cefálica, se baseia unicamente nas ureias; e assim mesmo para audiência exclusiva, até para satisfazer o seu ego…

nadja

11 de junho de 2014 às 13h29

Sim agradeçam a Dilma, pq ela é uma presidenta mãe.

Responder

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