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Cartas de Minas
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Bretas deu pena relativamente leve para sogro de advogado que o representou

02 de fevereiro de 2018 às 14h29

Da Redação

A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, informou hoje que o juiz Marcelo Bretas, que comanda a Operação Lava Jato no Rio, deu a segunda pena mais leve nas condenações da Operação Calicute a um parente de advogado que o representou.

Uma decisão do Conselho Nacional de Justiça impediu juízes de acumularem o auxílio-moradia em dobro se morarem sob o mesmo teto.

Bretas, casado com uma juíza, garantiu quase 9 mil reais de auxílio moradia na Justiça.

O advogado que o representou, Bruno Calfat, atua para a Associação de Juizes Federais do Rio.

Bruno é casado com a filha de Carlos Borges, um milionário dono do condomínio Portobello, onde ficava a chamada República de Mangaratiba, formada pelo ex-governador Sérgio Cabral e sua turma.

Acusado de lavar R$ 3 milhões para Cabral, Borges foi condenado a 5 anos de prisão por Bretas, que entendeu que ele agiu de forma apenas “pontual” no esquema.

Por isso, Borges não foi enquadrado por corrupção e organização criminosa, que poderiam render a ele pena muito maior.

Bruno Calfat também advogou para o desembargador Abel Gomes, o revisor da Lava Jato no Rio.

À Folha, todos os citados disseram que Calfat não atua na área criminal e, portanto, não há impedimento para que atue defendendo o interesse de juízes.

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2 Comentários escrever comentário »

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Alice Santos

04/02/2018 - 15h17

Será que sou só eu que acho essa mulher feia pra caramba. O cara deve tá muito injuriado com a mulher para perseguir tanto o Lula. Que canhão.

Responder

Julio Silveira

03/02/2018 - 07h45

O problema com o Direito é que ele não e absoluto, é abstrato, e em sendo abstrato fica fadado a abstrações de seus interpretes conforme o foro intimo. E aqui no Brazil, onde as leis são produzidas, também, conforme o foro intimo, fica muito mais facil para seus interpretes fazerem uso delas conforme um vendedor de sapatos. Rsrsrs.

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