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Vladimir Safatle: A USP precisa de um reitor e não de um xerife


10/03/2012 - 09h23

PS do Viomundo: Intervenção do professor Vladimir Safatle, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) no lançamento do Manifesto pela Democratização da USP. O ato foi realizado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), em 1º de março de 2012.

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38 comentários

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mineiro

11 de março de 2012 às 11h39

nao adianta nao gosto de promover violencia nao , mas contra essa ditadura tucana nazista é so no pau mesmo. porque pra tirar essa turma tem que fazer que nem o fidel fez , tirar eles na bala. tem que botar eles pra correr , eles a elite golpista e o guarda costa o judiciario. nao tem como , porque no voto , nao adianta . o pvo de sp gosta dessa turma.

Responder

beattrice

11 de março de 2012 às 01h00

Azenha
o grande gargalo da administração destas universidades estaduais paulistas repousa não somente na nomeação político-partidária dos reitores (segundo consta somente são nomeados se filiados formal ou informalmente ao PSDB), mas sim na tal da autonomia universitária delegada pelo senhor quércia (com minúsculas).
A tal da autonomia universitária, saudada como grande avanço administrativo, redundou em núcleos de poder que não avançaram democraticamente a partir do fim da ditadura.

Responder

Wilson Nascimento

10 de março de 2012 às 23h46

É do conhecimento de todos que a nomeação do atual reitor da USP é produto de uma acordo entre o Padim Pade Cerra e a Opus Dei, em troca de apoio na inesquecível campanha de 2010. Onde Brasil que estava nascendo já havia sido abortado no Chile.

Responder

Marat

10 de março de 2012 às 20h57

Não obstante fazer algumas coisas boas (não existe o imbecil complexo, exceto Bush), o Rodas é o símbolo do atraso. Também, não podis ser diferente… vejam quem o colocou ali…

Responder

    Marat

    10 de março de 2012 às 21h45

    Imbecil completo, favor corrigir!

    marciafer55

    11 de março de 2012 às 01h21

    Qual foi a coisa boa? O Rodas é conhecido pela sua imbecilidade desde muito tempo atrás!

    Marat

    11 de março de 2012 às 10h22

    Márcia, ele mantém alguns planejamentos tais como apoio aos esportes, coisas nurmais numa reitoria. Lógico que essas pequenas coisas boas (só para não compará-lo a jumentos maiores) são muito pouco perto de suas inúmeras mazelas e presepadas…

    abolicionista

    11 de março de 2012 às 23h21

    Pois é, Marat, mas nem isso ele fez. O "novo sistema de iluminação", aliás, não saiu do papel até agora. A "rua do estupro" (apelido carinhoso) continua um breu. Engraçado também que PM não passa por lá. Às vezes, nas avenidas principais, passam um PMs de moto a uns 100km/h. Gestão eficiente, né? Deve ser por isso que a violência aumentou no último semestre…

boupinel

10 de março de 2012 às 20h39

Só faltava essa! Um polpotista reclamando de falta de democracia…….

Responder

    abolicionista

    11 de março de 2012 às 13h55

    Quanta bobagem, o Vladimir é tão polpotista quanto você é democrata. Sai do armário, fascista.

Henrique Neves

10 de março de 2012 às 15h20

Não tem como tirar do Governador o poder de nomear o Reitor da USP e das outras Universidades Paulistas. Trata-se de uma Autarquia muito importante e com um enorme volume de recursos. Imaginem um Governador do PSDB e um Reitor do PT, ou vice-versa. Sem chances!!!

Responder

    marciafer55

    11 de março de 2012 às 01h23

    Não vejo nenhum indicio de democracia nesta sua observação. Votar, entende…

    abolicionista

    11 de março de 2012 às 13h48

    Discordo totalmente. Em primeiro lugar, não existe tal coisa como "reitor do PT" ou "reitor do PSDB". Além disso, o princípio da autonomia universitária (basilar da instituição) pede que a universidade escolha seu próprio reitor. A USP é uma das únicas universidades do mundo que não possui eleições representativas para reitor (no estágio atual elas não são nem mesmo paritárias). Seu comentário expressa uma visão corporativa absolutamente problemática, além de uma ignorância completa da especificidade da Universidade. Essa visão corporativa, que vê o estado como um corpo, no qual os membros estão completamente subordinados à cabeça, é típica de ideologias totalitárias. É justamente para fazer jus a seus princípios que a universidade precisa de sua autonomia. Imagine uma universidade que só pudesse produzir conhecimento que fosse favorável aos líderes do partido que está no poder? Cuidado com as simplificações apressadas.

    Henrique Neves

    11 de março de 2012 às 18h23

    Prezado Abolicionista,

    Vc aparece um daqueles democratas de situação. Deve pensar que a Universidade é propriedade privada dos alunos, dos professores e dos técnicos. Não meu camarada, as Universidades Públicas são da sociedade. O Reitor não “representa” apenas os estudantes, funcionários e professores de turno da universidade. E quem representa melhor a vontade dos paulistas, o governador Geraldo Alckmin(Eleito pelo povo) ou os grupos USP (normalmente de extrema esquerda), que não representam nem mesmo aqueles em nome dos quais falam?
    Quando um governador indica um reitor, a democracia agradece; quando esse reitor é escolhido pela pressão das corporações, prevalece a ditadura da minoria.

    A pergunta que vc faz no final não faz sentido algum, a não ser que vc der um exemplo onde isso acontece. Suposição sem sentido!!!!

    abolicionista

    11 de março de 2012 às 23h07

    Caro Henrique, gostaria muito de que você apontasse em que lugar do texto eu afirmo que a universidade é propriedade privada dos alunos. Os funcionários e docentes são tão importantes quanto os alunos na escolha do reitor. Você tem uma visão completamente distorcida do que seja autonomia universitária, para não dizer que não tem nenhuma. Para funcionar corretamente, ou seja, para cumprir o tripé a que se propôs, a USP não pode atender a interesses partidários. Não pode tampouco sofrer coações fiscais. Para compreender melhor o assunto, sugiro a leitura da Constituição de 1988, que determina, sobre a autonomia universitária:

    -autonomia didático-científica: as universidades devem ter plena liberdade de definir currículos, abrir e fechar cursos, tanto de graduação quanto de pós-graduação e de extensão. Elas devem ter, também, plena liberdade de definir suas linhas prioritárias e mecanismos de financiamento da pesquisa, conforme regras internas. É fundamental, em relação a este ítem, garantir a autonomia das universidades em relação a órgãos externos como o conselhos nacionais e estaduais de educação, conselhos profissionais e conselhos de pesquisa. Todos estes órgãos devem poder, em qualquer tempo, avaliar e opinar sobre os trabalhos desenvolvidos pelas universidades; mas estas apreciações não poderão ter força decisória ou de autorização sobre o que e como as universidades devem ou não pesquisar e ensinar. Isto significa, por exemplo, que as universidades não estarão mais presas a currículos mínimos de qualquer tipo. Desta forma, os conselhos profissionais deverão buscar novas formas de autorização para o exercício profissional (através de exames de ordem, ou acreditação de determinados cursos), que até hoje decorriam de forma automática da simples posse de diplomas universitários.

    -autonomia administrativa: a autonomia administrativa supõe que as universidades poderão se organizar internamente como melhor lhes convier, aprovando seus próprios estatutos, e adotando ou não o sistema departamental, o regime de crédito, a estrutura de câmaras, e assim por diante.

    A autonomia administrativa deve também se exercer em relação ao plano de carreira para o magistério público nas universidades federais. O parágrafo V do artigo 206 não fala em plano de cargos e salários unificado para o sistema federal, mas apenas em três princípios gerais, o piso salarial, o princípio de ingresso exclusivo por concurso público, e o regime jurídico único. Todos os demais ítens, incluindo os sistemas de promoção, regimes de trabalho, e inclusive níveis salariais máximos, devem ser deixados a cada Universidade. Uma interpretação mais restritiva deste parágrafo sufocaria, na prática, a autonomia administrativa que as universidades federais deveriam ter em relação a seu elemento mais importante, que é da política de pessoal.

    -autonomia de gestão financeira e patrimonial: o princípio básico, aqui, deve ser o da dotação orçamentária global, com plena liberdade para remanejamento de recursos entre ítens de pessoal, custeio e capital. A autonomia patrimonial significa que as universidades devem poder constituir patrimônio próprio, ter liberdade para obter rendas de vários tipos, e utilizar destes recursos como melhor lhe convenha.

    -regime jurídico: a autonomia universitária só se transformará em realidade se as universidades públicas adquirirem personalidade jurídica própria, que não as confundam com os demais órgãos da administração federal. Este regime jurídico deve livrar as universidades dos controles formalísticos que órgãos como os tribunais de contas, o DASP e as secretarias de orçamento ministeriais exercem de forma rotineira e burocrática sobre a administração pública do Estado; ele deve definir também as características do vínculo empregatício entre docentes e suas respectivas universidades, que não pode nem ser assimilado ao de contratações trabalhistas comuns, pela CLT, nem ao regime de funcionalismo público regular.

    Henrique Neves

    12 de março de 2012 às 08h29

    Eu não sei se vc leu direito o que eu escrevi. Mas, eu coloquei ALUNOS, PROFESSORES e TÉCNICOS no mesmo bolo e falei que vc deve pensar que a Universidade é PRIVADA para esses TRÊS GRUPOS. Não existem Universidades mais autônomas que as Universidades Estaduais Paulistas. Elas tem uma gestão financeira que nenhuma outra tem. Eles manejam o Orçamento como quiserem (Fato que não ocorre por exemplo nas Federais). E quero que vc me aponte, Quando foi que teve intervenção do Governador nas Universidades???? Quando foi que ele ordenou fazer tal pesquisa ou deixar de fazer outra??? Tem uma Sociedade que trabalha duro para sustentar essas Universidades., então é justo que elas estejam representadas, e nada melhor que o GOVERNADOR para representá-los. Ah, no texto seu, não tem nada dizendo que o Reitor tem que ser escolhido pelos Alunos, Técnicos e Professores.

    abolicionista

    12 de março de 2012 às 21h16

    Definitivamente você não tem a menor noção do que está falando, confunde eleição paritária com eleição direta, desconsidera a data em que foi redigido o estatuto da USP, e o que é pior, quem o redigiu. Insiste em uma argumentação tacanha e panfletária. Nesse nível não dá para discutir. Ah, uma dica de estilo: evite usar caixa alta, parece que você está berrando com seu interlocutor.

    Henrique Neves

    13 de março de 2012 às 09h57

    E por fim, quando não tem mais argumentos, remete à data do Estatuto. Só seria lógico esse argumento se discutisse tudo o que foi feito na ditadura militar. E além disso, tenta desqualificar o seu oponente, mas VALEU PELA DICA!!!

    abolicionista

    13 de março de 2012 às 17h05

    Caso você não tenha percebido, a data do estatuto da USP é só mais um dos argumentos. Outro, o principal, aliás, foi o da autonomia, que você simplesmente ignorou. Quanto a desqualificá-lo, bom, é o seu texto que faz isso, não eu, sinto muito por isso. Fiz apenas uma observação estilística que considero bastante acertada. Usei o argumento do estatuto porque achei que você estivesse inteirado sobre os processos que o reitor move contra estudantes que "atentaram contra o nome e as normas de conduta da instituição". A punição pretendia, inclusive, ser perpétua. É claro que a acusação foi revertida por inconstitucionalidade, você consegue deduzir por quê? Ou tenho que soletrar para você? Entre no site uspemgreve.blogspot e baixe o doc que o grupo de estudos sobre o estatuto produziu, quem sabe você pára de falar tanta besteira.

    abolicionista

    13 de março de 2012 às 17h09

    Ah, colocar um monte de pontos de interrogação também não é legal, né? Um abraço.

    abolicionista

    11 de março de 2012 às 23h18

    Caro Henrique, sugiro que aponte, em que trechos do meu comentário eu disse que o reitor deveria "representar apenas os estudantes", caso contrário, chegarei a conclusão que você está apenas tentando me difamar, ou seja, agindo sem a boa fé necessária a qualquer discussão. Você sabe o que é autonomia universitária? É justamente o que impede a universidade de se tornar um aparato político- partidário. A pergunta final não faz sentido para quem não entende o que é uma universidade. Sugiro que procure ler alguma coisa a respeito. O corporativismo também diz respeito ao estado, sabia? O governador de São Paulo só pode nomear o reitor porque o estatuto da USP foi criado antes da democratização do país. Ele é diferente, nesse sentido, dos que vigoram em todas as outras universidades do mundo, onde há eleições diretas ou paritárias para reitor. Apenas universidades religiosas não têm sistema representativo. Você cria uma equação tosca e simplista que demonstra um desprezo total pelo conhecimento e pela ciência, típica do pensamento panfletário, tanto de direita quanto de esquerda.

    Miguel

    12 de março de 2012 às 12h48

    camarada, nas federais e' o presidente que nomeia o reitor. e nem sempre ele respeita a lista triplice que sai da eleicao.

    abolicionista

    12 de março de 2012 às 21h25

    Onde eu disse que isso era positivo? Se ele desrespeita a lista, está agindo de modo autoritário. Agora, o que você não leva em conta é que nas Federais existe eleição representativa. Na USP, infelizmente o estatuto do reitor Gama e Silva (o mesmo que redigiu o AI-5) impede isso. Aliás, o CO (Conselho Universitário, ria, mas a sigla é CO mesmo, dá para entender por que, né?) é pura fachada, nunca votou nenhuma resolução que contrariasse os interesses do reitor. Para mostrar que a questão não envolve partidarismo, um dos que condenou o estatuto foi FHC (ele disse que quando era estudante o estatuto já era um problema). A questão só se torna partidária quando se trata de privatizar ou não a universidade, o projeto tucano certamente passa por aí…

    Miguel

    13 de março de 2012 às 02h20

    Nao exatamente. Na maioria das universidades, voto de professor tem peso maior que de tecnico-administratvo e aluno. O que acontece e' que em geral, a nao ser em situacoes limite, o presidente acata o mais votado da lista triplice. O desgaste poitico de nao respeitar esse resultado e' muito alto, e costuma degringolar em greve de professores e T-A, acampamento estudantil, problemas.

    abolicionista

    13 de março de 2012 às 10h31

    Caro Miguel, sei que na maioria das universidades o voto dos professores tem mais peso. Isso porque elas possuem eleições paritárias. A USP não possui nem isso. É por isso que falo em eleições representativas, termo mais abrangente. Na USP, os estudantes simplesmente não participam da escolha, bem como a maior parte dos funcionários e alunos, o que faz dela um caso único. A USP tem um estatuto que foi redigido em 1972, salvo engano, quando o reitor era ninguém menos do que Gama e Silva. O atual reitor reativou algumas cláusulas disciplinares do estatuto para punir estudantes, professores e funcionários que se manifestem politicamente.

    Miguel

    13 de março de 2012 às 19h07

    Nao, nao sao eleicoes paritarias, isso que estou te dizendo. O peso maior do voto de professores quer dizer que nao e' paritario. Eu nao concordo com isso nao, so estou te dizendo que e' assim que funciona na aioria das federais.

    Henrique Neves

    14 de março de 2012 às 10h11

    O estudante da USP vota para Governador!!!!

    Miguel

    14 de março de 2012 às 17h40

    voce tambem vota pra governador e nem por isso deixa de votar no sindico do condominio. o que uma ocisa tem a ver com outra?

Julio Silveira

10 de março de 2012 às 14h34

São Paulo tem dormido com o inimigo que flerta com o autoritarismo, podem acabar se tornado parias diante do Brasil e do mundo.

Responder

ricardo silveira

10 de março de 2012 às 13h10

Quando a população paulista vai acordar? Os tucanos destruíram a TV Cultura e estão destruindo a USP. Falta informação à população, falta a Ley de Médios.

Responder

    beattrice

    10 de março de 2012 às 14h42

    A UNICAMP pelo visto segue a mesma trilha, o outro post do VIOMUNDO deixa isso claríssimo.

    Polengo

    10 de março de 2012 às 15h19

    E ontem eu ouvi na rádio que troca a notícia que os tucanos estão lutando na justiça pelo direito de desapropriar imóveis, sob as seguintes condições: após o depósito do VALOR VENAL do imóvel, você já é obrigado a sair.

    E tinha um comentarista, daqueles bem suínos, falando que 'não era bem assim'.

    Marat

    10 de março de 2012 às 21h47

    Polengo, os "comentaristas" da CBN (prefiro os comentaristas dos botecos) dão nojo… são meninos de recados do PSDB. São primários, burros e mal-intencionados. Por isso resolvi não ouvir ais essa tal "rádio", que mais se assemelha a um palanque pessedebista…

    Luc

    10 de março de 2012 às 23h11

    Marat, talvez o ideal seja gravar os comentários e publicar na internet.
    Já notaram que os comentários de algumas emissoras de radio a noite são piores?
    Preconceituosos mesmo. Interessante seria acumular alguns meses e publicar depois…
    Não sei se é falta de vergonha ou alcool ou sei lá o que, mas os caras se soltam mais…

    Marat

    11 de março de 2012 às 10h24

    Luc, seria muito bom gravar as imecilidades e as "previsões", para depois mostrarmos o quanto eles estavam errados, ou mesmo mal-intencionados.

    Polengo

    11 de março de 2012 às 01h10

    Oi, Marat!
    Sabe, eu também tenho nojo, mas às vezes eu deixo o rádio uns minutos ligado pra ter idéia dessas atrocidades.
    Já na net não entro pra não aumentar as estísticas desses pulhas.

beattrice

10 de março de 2012 às 12h48

Embora por razões óbvias a USP seja a bola da vez, até por compartamentos quase anedóticos da reitoria,
o problema não se restringe a ela.
A estrutura universitária estadual em SP reflete os desmandos e o ambiente fascista do jeito tucano de ser e des-governar, vide denúncias graves postadas aqui no VIOMUNDo relativas à UNICAMP.

Responder

FrancoAtirador

10 de março de 2012 às 12h04

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Os "Estados Unidos do Brazil" que Serra/Alckmin implementaram em São Paulo

e que, desde a eleição de Lula, o PSDemB está estendendo para todo o Brasil:
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Grupos anti-governo crescem 755% nos EUA, aponta relatório

SUL21

Um relatório do grupo norte-americano Southern Poverty Law Center mostra um crescimento acentuado dos chamados “grupos do ódio” e de organizações anti-governo nos EUA.

De acordo com o estudo, a maior explosão se verifica no chamado movimento patriótico (SIC), que enxerga o governo norte-americano como um inimigo que deve ser derrubado.

De acordo com o órgão, o aumento dos anti-governo alcança 755% entre 2008 e 2011 – período que coincide com a crise econômica internacional, de forte efeito sobre a sociedade dos EUA.

Fenômeno de características milicianas e localizado em zonas rurais, o movimento patriótico (SIC) alcançou sua maior exposição com o ataque de Timothy McVeigh em Oklahoma, que provocou 168 mortes em 1996.

A partir dali, o movimento entrou em queda, chegando ao patamar de 149 grupos em 2008.

No últimos anos, porém, as milícias patrióticas (SIC) passaram para 512 em 2009, 824 em 2010 e alçaram em 2011 o número de 1.274 núcleos.

Ainda segundo o relatório, os EUA contavam em 2010 um total de 1002 ‘grupos de ódio’, entre agrupamentos racistas, nazistas, separatistas negros e neo-confederados.

No ano passado, esses grupos atingiram um número estimado em 1018 organizações. É uma oscilação pequena, mas que mantém uma tendência de crescimento observada desde 2000, quando o relatório aponta 620 grupos do tipo no país.

De acordo com Mark Potok, editor do relatório, é difícil dizer com certeza quantas pessoas estão engajadas em ‘grupos de ódio’ ou em milícias anti-governo, mas estima-se que esteja entre 200 mil e 300 mil.

O centro também acredita que outros 300 mil se auto-intitulam “cidadãos soberanos”, recusando-se a cumprir a maioria das leis, a pagar impostos e até mesmo obter documentos de identificação, como carteiras de motorista. Os “cidadãos soberanos” são vistos pelo relatório como um subgrupo patriótico (SIC).

O relatório aponta a recessão econômica dos EUA e a eleição do presidente Barack Obama, primeiro negro a ocupar a Casa Branca, como fatores decisivos para o aumento dos grupos extremistas no país.

As medidas de salvamento adotadas junto aos setores bancário e automobilístico, além das acusações não-confirmadas de que Barack Obama não seria um cidadão norte-americano de fato, serviram como uma espécie de base racional para esses grupos, de acordo com o Southern Poverty Law Center.

A campanha eleitoral norte-americana deste ano pode “ser combustível para o fogo”, segundo Mark Potok.

De acordo com ele, os grupos de ódio abominam Obama e a possibilidade de sua reeleição é vista como “um show de horror” por eles.

http://sul21.com.br/jornal/2012/03/grupos-anti-go

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