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Tarso Genro: Conspiração contra Dilma repete o passado


13/10/2014 - 18h19

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O massacre midiático é diário, nas bancas e nos estúdios

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O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



17 comentários

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adelio barbosa

17 de outubro de 2014 às 23h06

isso tudo é a pura verdade o Aécio acha que vai ser um imperador.

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arlindo ribeiro

16 de outubro de 2014 às 13h36

Não se tem muito o que comentar. Essa redeglobozinha promíscua, que força e força a barra contra a democracia, haja vista esse tal de william bonner fazer campanha deslavada a favor do psdb contra um governo que governa para o povo. Não foi por acaso que Paulo Henrique Amorim abandonou essa porcaria.

Responder

FrancoAtirador

14 de outubro de 2014 às 15h23

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OPERAÇÃO LAVA A JATO: ENTRE A ‘JUSTIÇA’ E O GOLPISMO

Por Fábio de Sá e Silva*, na Carta Maior, via O Palheiro

Em texto no qual reflete sobre os desafios democráticos da justiça no limiar do século XXI, Boaventura de Sousa Santos já antevia que os Tribunais teriam de enfrentar vários dilemas na medida em que começassem a atuar em casos de corrupção.

Por um lado, argumentava Santos, este novo tipo de atuação ajudaria a ampliar a legitimidade dos Tribunais nas sociedades.

Por outro lado, ressalvava o sociólogo, este tipo de atuação traria riscos de politização (e, portanto, descrédito) da Justiça, em especial porque suscita casos em que “parte da classe política, não podendo resolver a luta pelo poder pelos mecanismos habituais de distribuição dos recursos do sistema político, transfere para os tribunais os seus conflitos internos através de denúncias cruzadas, quase sempre através da comunicação social, esperando que a exposição judicial do adversário, qualquer que seja o desenlace, o enfraqueça ou mesmo o liquide politicamente”.

As advertências de Santos ganham especial relevo no Brasil dos fins de 2014, quando, em meio às mais acirradas eleições presidenciais desde a redemocratização, o eleitorado se vê às voltas com vazamentos seletivos de textos e áudios coligidos no âmbito de medidas judiciais ou administrativas decorrentes da operação Lava Jato, a qual culminou com a prisão e a delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Aqui, como no texto de Santos, o dilema está em se colocar como um Poder que ajuda a esclarecer autores e beneficiários de desvios, servindo, neste caso, como agente de promoção da democracia;
ou como Poder que ajuda a instrumentalizar a fragilização de candidaturas, subvertendo a livre formação de opinião do eleitorado, servindo, neste caso, como agente de negação da democracia e, no limite, da viabilização de pretensões golpistas.

No caso da operação Lava Jato, a sequência de eventos demonstra, até agora, uma Justiça pouco hábil para dar conta deste desafio.

Primeiro – e pouco antes do primeiro turno das eleições –, houve divulgação, por revista de grande circulação, de informações supostamente obtidas do depoimento de Costa no âmbito de sua delação premiada.

A delação, a rigor, deveria permanecer sob sigilo absoluto, tendo inclusive sido criptografada para envio ao STF e obtenção de homologação. Diante da inusitada divulgação, políticos e partidos pediram acesso à íntegra depoimento.

O pedido, como se sabe, foi negado em diversas instâncias e oportunidades, sob o argumento de que o material é protegido por sigilo.

Mas enquanto adotava essa posição, a Justiça não repudiava o que havia sido divulgado pela revista (nem mesmo para defender a segurança de seus procedimentos de sigilo);
tampouco abria qualquer procedimento interno para investigar as origens do vazamento.

Depois – e logo no início da campanha do segundo turno –, houve divulgação dos áudios dos depoimentos de Costa e do doleiro Alberto Youssef, em ação penal conexa com a delação.

Desta vez, como ganhou destaque, o Juiz da causa afirmou não ver problema na circulação, que considerou um “consectário normal do interesse público e do princípio da publicidade dos atos processuais”, especialmente em um processo que “não corre sob segredo de justiça”.

No entanto, os áudios não foram disponibilizados na íntegra e de maneira oficial pelo Tribunal, e o eleitor permanece tendo que formar sua opinião sobre a cronologia, a natureza e a organização social da corrupção na estatal a partir dos diversos fragmentos que a grande mídia, mais uma vez seletivamente, resolve disseminar.

Se houver, como se diz que há, referências a origens mais remotas do esquema, alcançando inclusive governos do PSDB, isso não é algo que o eleitor será capaz de saber.
E uma coisa é contar a história de um esquema ocorrido no governo Dilma.
A outra é contar a história de um esquema de décadas que foi descoberto e estancado exatamente no governo Dilma.

Afirmar que a delação é sigilosa, mas calar-se diante de reportagem que se diz baseada na delação, é permitir que se crie ampla e fundada suspeita sobre a consistência de seus procedimentos.

Por que não emitir nota negando o teor de reportagens quando extraídas, supostamente, de delação protegida por sigilo?

Por que não apurar se houve ou não vazamento, frente à divulgação pela revista?

Manter a delação sigilosa, mas liberar o acesso aos áudios de processo crime derivado da delação, é permitir que os cidadãos (assim como os sujeitos envolvidos) conheçam as descrições de condutas tidas como criminosas, ao mesmo tempo em que se lhes é negado o acesso ao quadro geral em que tais descrições estão sendo deduzidas.

Por que não decretar, como alternativa, sigilo em todos os procedimentos correlatos à delação –
ou ao menos suspendê-los até que todas as questões relacionadas à delação estejam resolvidas?

Dizer que os depoimentos do processo crime derivado da delação são “públicos”, mas permitir que sejam divulgados de maneira fragmentada, pela imprensa, é usar o princípio da “publicidade” para render homenagem à opacidade.

Se é para ir por aí, por que não colocar a íntegra dos áudios disponível na página do Tribunal?

A atomização das decisões e a ausência de qualquer política judiciária a guiar suas implementações, enfim, indicam faltar o senso de responsabilidade de que, em momentos e casos difíceis como o atual, devem dispor Juízes e Promotores.

Seus danos, por sua vez, tampouco recairão apenas sobre o processo eleitoral ou a candidatura de Dilma.
Se elevar atos que depois se descubra inconsistentes à condição de diferenciais para o resultado de pleito tão significativo na história recente do Brasil, a Justiça está correndo o risco de contribuir para sua própria deslegitimação.

Querem os seus integrantes, em quem Tocqueville já enxergou a aristocracia natural da república, seguir adiante?

*Graduado (USP ‘02) e Mestre (UnB ‘07) em Direito; PhD em Direito, Política e Sociedade (Northeastern University, EUA, ‘13)

(http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Entre-a-Justica-e-o-golpismo/4/31986)

http://www.opalheiro.com.br/operacao-lava-a-jato-entre-a-justica-e-o-golpismo

Responder

Eduardo

14 de outubro de 2014 às 14h22

O pior da tentativa atual de golpe ê que o atual Carlos Lacerda( que sua alma esteja gozando do calor do inferno)é um grande partido alienador, hipócrita, reacionário, traiçoeiro e rico, trata-se do PIG- Partido da Imprensa Golpista, cujo presidente, a Globo, define e traça golpes ao seu prazer, contanto com apoio incondicional dos nanicos reacionários e entreguistas PSDB eDEM !

Responder

Urbano

14 de outubro de 2014 às 14h08

Vitimar a czarina silva é brincadeira…

Responder

Urbano

14 de outubro de 2014 às 13h55

A repetição da repetição… Só dá para fazer isso como ajuda?

Responder

FrancoAtirador

14 de outubro de 2014 às 12h17

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Um Poema que circulou
pela Internet em 2010:

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Apesar da calúnia
A pesar dos soturnos;
Apesar da tortura
Ao pisar dos coturnos.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Apesar da queimadura
Do final da tarde;
Apesar da amargura,
Na noite, que arde.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Apesar do martírio
Que, aos ombros, oprime;
Apesar do delírio
Da prensa que imprime.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Apesar… sobrevive
E vence o regime.
Apesar… ainda vive
E mantém-se sublime.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Seu corpo é frágil,
A cicatriz é enorme,
Mas não mora na alma
E na carne dorme.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Sua luz deslumbra,
Ao vencer o escuro,
Triunfa na penumbra
De um tempo obscuro.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Iluminam-se as trevas,
Ao raiar da manhã.
A vitória de hoje
Resplandece amanhã.

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS.

DILMA ROUSSEFF,
Apesar dos soturnos;
DILMA ROUSSEFF,
Apesar dos coturnos;

DILMA ROUSSEFF
EM TODOS OS TURNOS

Homenagem à Mulher Guerreira, Presidente do Brasil,

extensiva a todas as mulheres batalhadoras

que lutam por um Brasil livre de preconceitos

e cada vez mais solidário, igualitário e justo.
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Responder

O Mar da Silva

14 de outubro de 2014 às 11h05

Tarso Genro precisa fazer a parte dele no RS, pois no sul Aécio teve boa votação.

Aqui no PR, Requião se colocou à disposição para ajudar a Dilma, mas parece que o PT local em briga visceral entre os seguidores da Gleisi e seu marido, o Bernardo das Teles e os mais comprometidos com a esquerda fazem do partido um ator quase nulo no pleito. Deixando Beto Richa mentir sobre o modo tucano de gestão.

Na Bahia, o PT arregaçou as mangas.

Responder

    Fabio

    14 de outubro de 2014 às 13h39

    O PT no Paraná é uma desgraça, os filiados parecem ser agentes tucanos infiltrados, fazem o jogo do PSDB, lamentável a falta de visão desta candidatura da Gleisy. Ela tem que deixar o tempo trabalhar para ela, consolidar-se primeiramente como uma líder regional para depois politicamente impor-se. Sua árvore ainda esta em formação, pena que não tenha aprendido mais política com sua permanência na Casa Civil. O PT é imaturo, se tivessem fechado questão com o PMDB, talvez tivessem disputando um segundo turno, poderiam até perder, mas a chance de uma vitória seria muito palpável. Este Vargas se gosta do partido deveria pedir sua desfiliação, medíocre sua atitude de relutar em afastar-se. Discutir razões no foro adequado, principalmente porque seu caso virou vitrine na midia grande.É por razões como estas que o PSDB tem se beneficiado neste jogo, atua como se pudesse prever os passos da oposição no PR.
    Porque não se contentar com um posto de vice do que agora ter que aguentar mais 4 anos de um governo corrupto e incompetente que vive da propaganda.

cleverson

13 de outubro de 2014 às 23h27

Dilma tem culpa no cartório. Quis levar a “banho-maria” e esta dando no que esta dando. Escondeu em baixo do tapete o projeto do Franklin Martins e ainda foi fritar ovo na globo. Pode?!!!!!
Fora a festa de aniversário do otavinho.

P.s- Esse foi o ministro canalha que afastou o Paulo Lacerda e o Protógenes Queiroz da operaçao Satiagraha?

Do golpe ele pode falar, mas de combate a corrupçao, nao.

Responder

    Fabio

    14 de outubro de 2014 às 13h49

    Bem lembrado, errou também em meu modo de ver a questão. Amaciaram com a grande mídia, o debate do meios que a Argentina já resolveu por lá, aqui ainda segue engatinhando. Se precisamos avançar rumo à democracia plena precisamos resolver este assunto, debater com a sociedade, porém se preparando para uma nova cruzada pois eles virão com todas as suas forças para tentar conter o movimento, para abafar estas pretensões legítimas do povo brasileiro. Que falta faz Leonel Brizola para este nosso país.

FrancoAtirador

13 de outubro de 2014 às 21h06

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Pelo Fim do Patrocínio das Estatais Federais

Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica

E dos Anúncios Pagos pelo Governo Federal

Ao Consórcio de Mídia Empresarial Tucana

Rede Globo, Editora Abril e Grupo Folha.
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“O Povo Não É Bôbo!”

#OccupyRedeGlobo

Diga: -Não ao Golpe!

(http://imgur.com/8ZUp28m)
i.imgur.com/8ZUp28m.png

(http://eduardonino.blogspot.com.br/2014/10/diga-nao-ao-golpe-da-rede-globo.html)
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Responder

FrancoAtirador

13 de outubro de 2014 às 21h00

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#OccupyRedeGlobo

Dia do Mês: 17/10/2014

Dia da Semana: Sexta-Feira

Horário: 18 Horas

Local: Rio de Janeiro-RJ
Rua Von Martius, 22
Jardim Botânico

“O Povo Não É Bôbo!”

#OccupyRedeGlobo

Diga: -Não ao Golpe!

(http://imgur.com/8ZUp28m)
i.imgur.com/8ZUp28m.png

1.bp.blogspot.com/-0_x9Cj9oBME/VDsTVhcdf5I/AAAAAAAABls/65-e4JTQckY/s1600/%23OccupyRedeGlobo%2B.png

Responder

    Valmont

    14 de outubro de 2014 às 14h52

    Seria interessante realizar uma campanha de divulgação em todo o Brasil por um “FACEBOOKAÇO” no site principal da Globo, no mesmo dia do ato público. Creio que o evento já deve estar no face, então, basta divulgar nos blogs e outros espaços públicos e estabelecer a tática do movimento, assim, poderíamos ter milhares de pessoas participando via rede.

    #OccupyRedeGlobo! Eu apoio!

    FrancoAtirador

    14 de outubro de 2014 às 16h06

    .
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    Excelente Idéia, Valmont!

    Tem que Embalar a Moçada!
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FrancoAtirador

13 de outubro de 2014 às 20h15

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Repetem a Mesma Trama de 1962 a 1964.

Estão Cooptando o Congresso Nacional

E os Governadores e Prefeitos Lacaios

Para Base de Apoio Político ao Golpe.

Só Falta Aparecer um Castelo Branco.
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Responder

    Mário SF Alves

    14 de outubro de 2014 às 17h54

    “Só Falta Aparecer um Castelo Branco.”

    _______________________________

    Serve um elefante branco?

    Se servir, que levem o Aécio. Pode até não ser um elefante, mas é mestre em fugir de bafômetros, caçar e amordaçar desafetos e twiteiros, construir superfaturados e jamais inauguráveis aeroportos públicos [e sedes administrativas?], a maioria dos quais inquestionáveis elefantes brancos.

    Não por nada, em 2009, o Estadão soltava manchete em letras garrafais com o conhecido Pó pará, governador!

    Fonte: http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/como-o-estadao-fez-sumir-sua-chantagem-contra-aecio/


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O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.