VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Requião sustenta que entrega de Libra foi de 74%
Denúncias

Requião sustenta que entrega de Libra foi de 74%


25/10/2013 - 15h57

do blog do senador Roberto Requião (PMDB-PR)

Nesta sexta-feira (25) o senador Roberto Requião (PMDB/PR) voltou a falar do leilão do Campo de Libra, área localizada da Bacia de Santos (SP) com reservas estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo. “O petróleo encontrado em Libra tinha que ser explorado diretamente pelo Estado. Cem por cento do petróleo brasileiro para o Brasil, para o nosso desenvolvimento, para políticas de educação, saúde, desenvolvimento econômico do nosso país”, reforçou.

Desde o início, o senador foi contra o leilão e o contrato da partilha de produção da área adotado pelo Governo Federal. Para ele, trata-se de “uma privatização de burca, uma privatização envergonhada, uma privatização que não mostra a sua verdadeira face, a sua verdadeira natureza”.

As empresas Shell e Total entraram com 20% de participação no leilão cada uma. As empresas chinesas CNPC e CNOOC entraram cada uma com 10%. E a Petrobrás detém os outros 40%. “Temos 60% do projeto de Libra nas mãos de empresas estrangeiras. Mas não podemos esquecer que o governo do Fernando Henrique Cardoso vendeu na Bolsa de Nova Iorque 35% das ações da Petrobras”, frisou.

“Se a Petrobras tem 40% de participação neste consórcio de exploração de Libra, 35% destes 40% são estrangeiros. E 35% de 40 somam 14%. Então nós temos 60% do consórcio estrangeiro mais 14% da participação estrangeira comprovadamente existente na Petrobras”, explicou.

“Conclusão meus irmãos brasileiros: 74% do consórcio de Libra foi entregue à participação estrangeira. O resto é conversa mole”.

Leia também:

Dilma eleva teto de capital estrangeiro no Banco do Brasil





81 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Ivan B

26 de outubro de 2013 às 17h12

Dei uma revisada ontem na questao das ações da Petrobrás. Se para muitos ( ou todos ) era assunto dominado, para mim nao era. Em 2000, FHC vendeu mais de 25 % das açoes da Petrobrás na Bolsa de Valores de Nova York, por 4,1 bilhão de reais,
deixando a União com apenas 32 % do controle acionário.
Em 24 de setembro de 2010 houve a “Capitalização” da Petrobrás, que trocando em miúdos, por 70 bilhões de reais, o governo Lula comprou de volta para a Uniao 16 % das açoes que passou a deter então os atuais 48%. A intençao era que com esse valor, 70 BI, a porcentagem estatal das açoes se tornasse maior, mas ficou nos 48% – o que náo é mal, se pensarmos que anteriormente era apenas 32%.
70 Bilhões de reais nao é pouco dinheiro, a gente espera que, com os lucros no Pré-Sal, esse valor retorne à Uniao com os 16 % de açoes que o gov. Lula readquiriu.
48 % são as açoes ordinárias, as ações “votantes” da Uniao, ficaram em proporcao maior, passaram os 60 %.
A Capitalizaçao ocorrida em 24 de setembro de 2010 envolveu vários outros elementos, estou trazendo aqui apenas a questão do controle acionário.
Eu só vou lembrar mais uma vez, a União detendo 48 % do controle acionário da Petrobrás, e não 100%, significa que somente 48% do seu lucro vem para o Tesouro Nacional, o resto. vai para os donos dos outros 52%. O raciocínio de que se somente a Petrobrás explorasse Libra, o lucro ali obtido seria todo nosso é falho, pois somente 48 % da Petrobrás é “nossa”.

Responder

Jose Fernandes

26 de outubro de 2013 às 13h53

Eu DUVIDO se fosse o PSDB ou qq outro partido que tivesse fechado o negócio nesses moldes se vcs estariam apoiando. Essa é a questão!! Tratar fatos semelhantes (sim, semelhantes, pois o resultado final – gde parte do lucro indo para o capital externo – é o mesmo) de forma diferente. Mas enfim… parece que cada um só enxerga o que quer.

Responder

Rafael

26 de outubro de 2013 às 13h24

Tenho respeito pelo Requião, mas tá começando a ficar aquele político chato, que só critica e não propõe nada. Lenin abriu a economia soviética ao investimento privado, NEP. E diriam que a União Soviética era capitalista?? Quem governa não o faz com base em utopias, em situações ideais. Dilma tem que aproveitar a oportunidade e fazer o pré-sal produzir. Alguém tem condições de afirmar que a Petrobras pode explorar o pré-sal sem investimento estrangeiro??? Minha pergunta não se refere daqui a 20 anos ou mais. Pergunto para os próximos 5 anos.
Agora pensem senhores, se Dilma entregasse o campo de Libra para a Petrobras e então esperasse a Petrobras ter condições de explorar o pré-sal, nada mais arrsicado que isso. Um dia o PT sai do governo volta a direita e daí já era pré-sal. Já era Petrobras.
Ontém no blog Tijolaço é citado a frase do Getúlio vargas: os liberais estatizaram o petróleo. A UDN apoiou a estatização do petróleo apostando que a Petrobras não iria ter condições de explorar, de se desenvolver, então depois se tudo entrega a iniciativa privada com o argumento que a Petrobras não teria competência para explorar petróleo. A direita foi a favor de adiar o leilão do pré-sal pelo mesmo motivo.
Teremos a Petrobras como operadora e empresas estrangeiras colocando dinheiro, investindo, claro que receberão por isso, mas facilitará a exploração do pré-sal.
Há uma semana li uma reportagem de uma revista de economia americana e cita que a Petrobras está no limite de alavancagem, ou seja, no limite de endividamento. Não sei se são confiáveis, mas é de se observar esse fato sem fazer alarde, sem histerismo como o Requião faz agora. Aliás o partido do Requião é o mais sem vergonha que existe e não vejo o Requião criticar o partido dele.
De gente boazinha o inferno está cheio.

Responder

    Elias

    26 de outubro de 2013 às 16h16

    Boa, Rafael!

FrancoAtirador

26 de outubro de 2013 às 12h35

.
.
A fraude dos “75% da União” no leilão do Campo de Libra

No cálculo da srª Magda, 41,65% de 45% são… 75%!

Por Carlos Lopes, no Jornal Hora do Povo

Em seu depoimento no Senado, a srª Magda, diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), declarou o seguinte sobre o leilão do campo de Libra, no pré-sal:

“Quando eu digo que Libra terá, no lance mínimo, uma participação governamental de 75%, o que eu estou dizendo é que o bônus de assinatura não é levado em conta no custo em óleo, mas royalties, imposto de renda, contribuição social e parcela de óleo para a União darão os 75%.”

Como a diretora da ANP misturou abacaxis com velocípedes – ou seja, volume físico da parcela de petróleo que cabe à União com valores financeiros de impostos, contribuições sociais e royalties – somos obrigados a uma pequena operação para tornar inteligível tal barafunda.

Segundo a Petrobrás, o custo médio de produção no pré-sal é 40% do barril. Os royalties são 15%. O “óleo-lucro” ou “excedente em óleo”, que será partilhado entre a União e as petroleiras (ou consórcio) é calculado – pela Lei nº 12.351/2010 (artigo 2º, inciso III), que rege o pré-sal e demais áreas petrolíferas estratégicas – pela subtração do custo de produção (40%) e royalties (15%) do volume total da produção (100%). Logo, o “óleo-lucro” ou “excedente em óleo” é 45% do volume total (100-40-15=45).

Magda, portanto, está afirmando que o “lance mínimo” (41,65% do “excedente em óleo” para a União) estabelecido para o leilão de Libra, redundará em 75% do petróleo total para a União. Ou seja, segundo o cálculo da srª Magda, 41,65% de 45% são… 75%!

Fez-se o milagre! No entanto, 41,65% de 45% continua a ser 18,74%. Esse percentual do volume total da produção é o que caberia à União, se aplicado o percentual de 41,65% do “óleo-lucro”, que dona Magda chama de “lance mínimo sobre o nosso projeto”. Portanto, muito longe de 75%.

Mesmo que, igual à Magda, somemos os royalties com a partilha de petróleo para aumentar a parte da União, isso chegaria apenas a 33,74% (18,74+15=33,74). Nem perto dos 75%.

Frisemos que, nessas contas, usamos o percentual, supostamente “mínimo”, de 41,65% do “óleo-lucro” para a União. Pela tabela que está no edital do leilão (página 41), esse percentual pode cair a menos de 15%. Entretanto, o percentual de 41,65% basta para explicitar a fraude.

A essa altura, o leitor já conhece a charlatanice (e o inevitável desprezo pela lei e pela inteligência dos outros) capaz de obter 75% quando se calcula 41,65% de 45%. É assim – só assim, pois não há maneira honesta de fazê-lo – que pretendem entregar o petróleo de Libra, o maior campo de petróleo do mundo, coroamento de quase seis décadas de experiência e conhecimento da Petrobrás.

Vamos, agora, por partes:

1) A Lei nº 12.351/2010 (que instituiu o regime de partilha de produção no pré-sal e áreas estratégicas) determina – como é claro pelo termo “partilha de produção” – uma divisão do petróleo extraído entre a União e as empresas contratadas para extrair esse petróleo (tendo sempre a Petrobrás por operadora).
Trata-se de um pagamento em óleo, que a União, proprietária do petróleo, faz às empresas (ou ao “consórcio”).
Embaralhar percentuais do volume de petróleo com o valor financeiro dos impostos ou dos royalties não pode ser chamado de outro nome, senão má-fé.
Na hipótese caridosa: como a srª Magda tem um diploma de engenharia, supomos que ela saiba fazer contas elementares.

2) Não é somente o “bônus de assinatura” – o dinheiro pago à União imediatamente pelo vencedor do leilão – que “não é levado em conta no custo em óleo” (ou seja, que não pode ser ressarcido, ao contrário do custo de produção, que é ressarcido em óleo).
Os royalties também não fazem parte do custo – e não podem ser ressarcidos (se houvesse ressarcimento, a empresa ou consórcio não estaria pagando royalty algum). A lei é absolutamente clara: “Os royalties (…) correspondem à compensação financeira pela exploração do petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos líquidos (…), sendo vedado, em qualquer hipótese, seu ressarcimento ao contratado e sua inclusão no cálculo do custo em óleo” (Artigo 42, I, § 1º da Lei 12.351/2010, grifo nosso).

3) No entanto, o contrato de partilha elaborado pela ANP diz que “ao Contratado, em caso de Descoberta Comercial, caberá a apropriação originária do volume correspondente (…) aos Royalties devidos e pagos” (item 2.8.1) e que “o Contratado fará jus ao volume da Produção correspondente aos Royalties devidos após seu pagamento”, ao que é acrescentado: “sendo vedado, em qualquer hipótese, o ressarcimento em pecúnia” (item 6.3).

4) Diz o ministro Lobão que isso não é ressarcimento dos royalties (que, ele reconhece, é proibido pela lei), mas, sim, “apropriação”.
É uma tremenda diferença: a mesma que resulta quando se chama prostíbulo de “alcouce” ou prostituta de “rapariga” – dizem que, dependendo de como são chamadas, algumas até se tornam próceres da República.

5) Quanto a ser “vedado, em qualquer hipótese, o ressarcimento em pecúnia”, o contrato está, ilegalmente, devolvendo em petróleo os royalties que as petroleiras pagaram em dinheiro, mas proibindo… que a devolução seja feita em dinheiro. Ou seja, está aumentando a parcela de óleo das petroleiras à custa delas não pagarem royalties à União.
Mas… alto lá! Em “pecúnia”, não!
Entretanto, por uma coisa à toa, por alguns milhões de barris de petróleo, aí, tudo bem. Não é uma gracinha, leitor?

6) Quanto aos impostos, se eles fizessem parte do percentual da União na partilha da produção do petróleo, a Volkswagen, quando recolhe impostos, estaria fazendo uma partilha de carros com a União, ou a Colgate, ao pagar tributos, estaria partilhando tubos de pasta de dente com a União.

7) Porém, uma empresa que paga impostos, está apenas pagando impostos.
No caso do petróleo, os impostos são apenas 6% a 10% do total.
Mesmo forçando a barra e somando-os, não se chegaria a 75%.

8) Aliás, está no contrato de partilha de produção que a agência de dona Magda elaborou:
“Os preços de venda serão livres dos tributos incidentes sobre a venda e, no caso de petróleo embarcado, livres a bordo”.
Tanto a venda interna quanto a exportação de petróleo são isentas de impostos (cf. ANP, “Contrato de partilha de produção”, anexo VII, página 79).

9) Além disso, pelo contrato da ANP, são incluídos nos custos, portanto, ressarcidas, as despesas com pessoal, inclusive “FGTS, seguro médico, seguro de vida, contribuição previdenciária pública e/ou privada e demais tributos sobre a folha de pagamento” (cf. idem, página 81).

10) E diz, em seguida, o contrato:
“serão recuperados também os custos incorridos (…) que não sejam facilmente identificáveis [e] não sejam associados diretamente às Operações” (p. 81).
Por essa descrição, até as despesas dos executivos das multinacionais com suas (ou seus) amantes poderiam ser “recuperadas”, isto é, ressarcidas em óleo…

11) A mesma coisa quanto ao imposto de renda e às contribuições sociais (COFINS, CSLL, PIS), que são tributos sobre o lucro ou faturamento das empresas, e não parte do percentual da União na produção de petróleo do pré-sal. Pagar impostos nada tem a ver com a partilha do volume físico de petróleo extraído de um campo.
E nem que somássemos, a la Magda, todos os impostos, a parte da União chegaria a 75% (ficaria, no máximo, em 43%, ou seja, menos da metade do petróleo extraído).

Mas assim são os 75% da dona Magda…

(http://horadopovo.com.br/2013/09Set/3190-27-09-2013/P2/pag2a.htm)
.
.

Responder

José X.

26 de outubro de 2013 às 12h22

Requião está fazendo campanha. pura e simplesmente. Pelo jeito não desistiu de tentar a canddatura ao governo do Paraná em 2014.

Responder

Elias

26 de outubro de 2013 às 12h05

Requião no Senado mostra-se excelente crítico da realidade brasileira. Mas nessa dança dos números sobre Libra, a meu ver, ele se equivoca. Dilma não daria entrevista com sorrisos largos se o leilão não tivesse sido o sucesso que foi.

PS: Nenhuma empresa estadunidense se interessou? Ótimo! Isso já é um bom sinal.

Responder

marilamar

26 de outubro de 2013 às 11h30

Admiro o Requiao, um dos poucos politicos que nao é bandido!!! Creio que esta mal assessorado quanto a matematica e o futuro do Brasil no Pre-Sal, suas criticas esta soando ruidos malignos da quadrilha do PSDB!!!
Mas a Dilma acertou em cheio…..TUDO!!! Mudando um pouco o assunto: todos já sabem quem esta no comando dos B.B e do Passe Livre….até o meu cachorro vira-lata sabe(direita-extrema)??? Mas quanto ao Procurado De Grandis favorece o arquivamento Propinoduto Tucano e o Fausto De Sanctis apoiar o Mensalao nos moldes do Fux, Gilmar, JB e Marco Aurelio……O que Serra que aconteceu com eles, globalizaram ou tucanaram? Alias estou sentido falta do Requiao, Collor de Melo, Protogenes de Queiroz, e o Nazareno que estavam na investigaçoes sobre as falcatruas do Roberto Gurgel e de outros Bandidos de TOGA??? Parece que esta tudo meio parado e corruptos andam nos flash da GLOBO prá lá e prá cá, só desfilando suas maldades……E AI???

Responder

Eme Gomez

26 de outubro de 2013 às 11h09

“Se a Petrobras tem 40% de participação neste consórcio de exploração de Libra, 35% destes 40% são estrangeiros. E 35% de 40 somam 14%. Então nós temos 60% do consórcio estrangeiro mais 14% da participação estrangeira comprovadamente existente na Petrobras”, explicou.

“Conclusão meus irmãos brasileiros: 74% do consórcio de Libra foi entregue à participação estrangeira. O resto é conversa mole” (Requião).

Requião, vc. apredeu matemática com o $erra? Se 41,65% do petróleo extraído é da União; somados 15% de royalties; 25% de IR; 2% de CSLL; a participação da Petrobras… como é que 74% vai para o capital estrangeiro? Vc. como político é 10, mas como analista financeiro é zero (zeezerreoro).
A União ficará com 79% dos lucros. Qual aluno do ensino fundamental faz essa conta.

Responder

H Menon Jr

26 de outubro de 2013 às 10h25

O popular “cachorro louco” como ele é conhecido no Paraná, é uma figura que desperta todo tipo de sentimentos possíveis, às vezes no mesmo dia. Brilhante em algumas situações, despenca em outras para o mais completo devaneio. Visto que não existe possibilidade técnica e midiática de se provar por números a posição dos críticos, vejo a questão deste processo de Libra da seguinte maneira: existe alguma razão para desconfiar que Dilma e Lula fariam um negócio desta magnitude, danoso ao Brasil? Da mesma forma, caso o Brasil estivesse nas mãos do PSDB, que tipo de negócio seria fechado por Serra e FHC? Ora… nem precisa ser um gênio financeiro para concluir. Não é possível hoje uma conclusão definitiva sobre os números, sejam de extração ou financeiros, porque parte desta charada depende do que os americanos chamam de “assumptions”, como por exemplo o preço do barril do petróleo nos próximos anos. Não consigo enxergar ninguém melhor do que Dilma e Lula (combinação perfeita de técnica e instinto) para negociar em nome do Brasil. A crítica que existe é do demotucanato (e seus aliados midiáticos) procurando discurso eleitoral. Espero que não seja o caso do nobre Senador Requião…

Responder

rui

26 de outubro de 2013 às 07h55

O que este senador está falando é tão tosco que chega a ofender a nossa inteligência. A participação societária de 74% das multis em Libra, (embora pelos critérios dele, deveria solicitar a nacionalidade de todos os acionistas de todas as empresas, pode ter brasileiro que comprou ações no exterior inclusive da Shell e da Total, mas isso é o de menos na proposta)diz respeito apenas a divisão dos lucros, para se chegar ao lucro, deve-se descontar 15% de royalties e o excedente em óleo, parcela variável de 9,95% a 43%, aproximadamente, de acordo com sucesso do empreendimento, e sobre o lucro ainda paga-se imposto de renda e outros encargos, fora outros benefícios que movimentaram nossa economia, gerando recursos para investimentos em infraestrutura, saúde e educação, que é urgente, se um senador, com curso superior, de um estado da região sul do país, tem raciocínios tão pífios, imagina o que pode acontecer onde a educação não chega.

Responder

nina rita

26 de outubro de 2013 às 02h09

Sim, claro. O que ele diz é o que todos nós sonhávamos, seria o ideal, não fosse o fato de que os custos elevadíssimos inviabilizaram este sonho, postergando-o a um futuro a perder de vista. É bem razoável a decisão do governo, porque considerou o fator TEMPO _ o tempo que se levaria a desenvolver know how próprio, com financiamento próprio _ em relação à possível depreciação do produto, e sua substituição ao longo desse tempo. Optou-se por assimilar capitais e know how em detrimento da propriedade integral da extração. É uma opção, no mínimo, a ser repensada pelo senhor Requião. Parece ter sido inteligente, porque juntamente com os serviços vêm o know how; enfim, era o que poderia ser feito, e foi julgado um bom acordo, com bons ganhos para a União e Petrobrás. O senhor Requião faz crítica justa, é honesto, não é politiqueiro, mas precisava pensar que no mundo atual as coisas mudam muito rapidamente, e não se pode arriscar perder o trem da história.

Responder

Rodrigo Molinaro

26 de outubro de 2013 às 01h30

Com todo o respeito ao Requião, mas esse cálculo dele é simplesmente ridículo. Cada um que tenta criticar o leilão de Libra faz uma conta completamente diferente pra tentar jogar pra baixo o máximo possível, e essa é a conta mais leiga que eu vi até agora. Não faz isso, Requião, não me decepciona…

Responder

Euler

26 de outubro de 2013 às 01h24

O senador pelo Paraná tem algumas posturas dignas de respeito – outras nem tanto, como na recusa em pagar o piso salarial dos professores, quando foi governador. Mas, vamos aos dados do caso Libra.

Primeiro, o senador confunde as coisas e comete equívoco primário. Quando diz que o capital estrangeiro ficará com 75% de Libra, ele demonstra que está mal assessorado. O consórcio de Libra foi formado através de partilha que envolve investimentos (gastos), com determinados percentuais para cada participante, e os resultados (lucros) que NÃO correspondem aos mesmos percentuais de investimentos de cada empresa-membro do consórcio.

Em outro texto – e também em vários outros dos leitores do Viomundo – já fora explicado que a partilha dos resultados envolve: 1) 15% de royalties, que vai para a Educação e a Saúde e não para as petroleiras – pelo menos na Lei e na teoria; 2) percentuais de impostos; 3) cerca de 40% do excedente de óleo (após os gastos com a exploração do petróleo) que vai diretamente para o governo, que não terá investido um centavo sequer no processo; além da parte da Petrobras controlada pelo governo, algo próximo de 50%.

Logo, a considerar que o barril de petróleo seja mantido no patamar de 100 dólares, e que se alcance a produtividade prevista, as petroleiras multinacionais investirão algo próximo de 80%. São gastos, que não serão realizados pelos cofres públicos, mas pelo capital privado estrangeiro. Em contrapartida, receberão algo próximo de 25% do lucro líquido da exploração do petróleo em Libra – ou cerca de 50% do montante apurado.

Fica parecendo, para uma leitura apressada, que as multinacionais terão prejuízo, o que não é verdadeiro. Na prática eles terão 100% de lucro sobre o capital investido, mantidas as condições ideais na relação preço de petróleo e produtividade.

Explico: os gastos por barril, a considerar o valor de 100 dólares, representariam algo próximo de 30 dólares. Cerca de 80% deste montante de cada barril de óleo extraído de Libra será bancado pelo capital multinacional (incluindo-se aí a parte da Petrobras que FHC fez o favor de vender/doar para o capital estrangeiro). Destes 30 dólares de custo por barril de petróleo, caberá à Petrobras bancar 12 dólares, e as outras 3 parceiras multinacionais do consórcio (incluindo as duas estatais chinesas, tratadas aqui como uma empresa) bancarão 6 dólares cada.

Dos outros 70 dólares de cada barril, 15 dólares são para os royalties (Educação e Saúde – isto é, se não roubarem ou desviarem estes recursos, como sempre acontece no Brasil). Sobram 55 dólares por barril. Destes, cerca de 40% vai para o governo federal, que não terá investido um centavo sequer no resultado da exploração de Libra. São mais 22 dólares para o governo, restando apenas 33 dólares de lucro por barril para repartir entre as petroleiras, incluindo a Petrobras com a parte estatal que ainda possui. Ou seja, algo próximo de 6,6 dólares para cada uma das 3 parceiras da Petrobras, que, somados ao percentual de 35% que cabe ao capital estrangeiro na Petrobras resultarão em exatos 22,11 dólares. É este o montante do lucro líquido que caberia às petroleiras multinacionais – se as minhas contas estiverem corretas, seguindo a lógica divulgada em alguns textos favoráveis ao leilão de Libra. Ah, destes 22 dólares ainda serão cobrados impostos.

Em resumo: mantidas as condições ideais em produtividade e preço do petróleo, o governo brasileiro ficaria com algo próximo de 45 a 50 dólares por barril, as petroleiras estrangeiras (incluindo a parte que FHC vendeu/doou da Petrobras) ficariam com 22 dólares (menos impostos) de lucro, e os custos seriam algo próximo de 30 dólares por barril. Alguma parte ficará com os fundos de pensão dos petroleiros, que por serem considerados “capital nacional” podem entrar na cota do governo, já que para os nacionalistas mais radicais, se o capital for “nacional”, tudo bem, só não pode ser estrangeiro. Ou seja: as petroleiras estrangeiras entram com 6 dólares cada por barril e levam 12 (6 pelos investimentos e 6 de lucro, ótimo negócio para elas, também); o governo brasileiro entra com 6 dólares via Petrobras e sai com algo próximo de 50 dólares por barril (15 de royalties, 22 pelos 40% do excedente-óleo, e 12 da parte da Petrobras controlada pelo governo – sendo 6 da produção e 6 de lucro).

Dentro dessa conta, considero que o governo fez um bom negócio. Melhor do que ter que lançar mão de empréstimos para bancar sozinho a exploração de libra, que envolve altos investimentos e riscos.

Pode ser que as minhas contas estejam equivocadas, tais como as contas da presidenta Dilma. Mas que estão bem mais próximas da realidade do que as contas do senador Requião, ah, isso estão. E eu nem conto com a assessoria técnica e salário de senador – ou da presidenta – para fazer os devidos e corretos esclarecimentos ao povo brasileiro.

Responder

Alberto Nasiasene

26 de outubro de 2013 às 00h16

Com os números é possível fazer todo tipo de sofisma, como dizer que um copo pode estar simultaneamente vazio ou cheio de ar; mas só na retórica. O Requião não quer dar o braço a torcer, porque é muito mais fácil falar do que fazer.

Responder

Fabio Passos

26 de outubro de 2013 às 00h00

Requião faz a defesa do compromisso que Dilma assumiu durante a campanha de 2010:

100% do petróleo brasileiro para o Brasil!

Não há o que justfique permitir que o capital internacional continue rapinando as riquezas naturais que pertencem a nossa nação.

Responder

Bonifa

25 de outubro de 2013 às 22h45

Temos respeito inabalável pelo senador Requião. Sentimos nele um nacionalismo sincero e corajoso. Nunca, jamais, seríamos capazes de pensar nele como um homem capaz de fazer gênero ou outro qualquer falsete político, ele não precisa disso e jamais faria isso. Admiramos sobretudo o fato dele permanecer no PMDB, apesar de tanto achincalhe que tem rondado este que é o maior partido político do Brasil, e que, ao contrário de partidos da elite que se reúnem em restaurantes caros, faz convenções completamente abertas onde todos, até gente de outros partidos, têm todo o direito de se manifestar. Não podemos tomar o último partido que se disse herdeiro de Getúlio como parâmetro para o que pretendemos falar, já que hoje o PDT não é nem a sombra do que sonhou seu fundador, um getulista tão nacionalista quanto Requião. E nem Requião, sendo do PMDB, tem qualquer ligação de lealdade a Getúlio Vargas, diferente do outro nacionalista, o Brizola. Mas é bom atentar para o que nos foi relembrado agora pelo blog de seu neto. Getúlio, quando viu a adesão da UDN à campanha do “Petróleo é nosso”, falou: “Vejam, eles dizem que o petróleo é nosso, desde que continue embaixo da terra.”

Responder

pierre

25 de outubro de 2013 às 22h40

E eu que acreditava no Requião!

Responder

Paulo Athaydes

25 de outubro de 2013 às 21h38

O que o Requião não diz é que os estrangeiros arcam com 74% das despesas, chova ou faça sol.
E a União fica com 79% dos lucros, contabilizando 15% de royalties, 41,65% de participação dos lucros, 25% de Imposto de Renda, 2% de CSLL, e outros penduricalhos.
Sem falar que do total de investimentos pelo menos de 50% deve ter conteúdo nacional.
Se isso não é um negócio da china então o que é ?

Responder

    Fabio Passos

    25 de outubro de 2013 às 23h44

    Sim.
    Outrora “negócio da China”. Analogia com o butim que o imperialismo promoveu na China até Mao resgatar a soberania.

    Agora “negócio do Brasil”
    O capital depena o pato até a última pena do rabo.

    Leandro

    26 de outubro de 2013 às 06h53

    Quanta mentira. O ônus de extrair é da petrobras, assim como o pagamento de 6 bi agora.

    RicardãoCarioca

    26 de outubro de 2013 às 08h09

    É isso aí. Até aqui nesse blog, com muitos comentaristas inteligentes, têm muitos outros também que só sabem reclamar sem raciocinar primeiro.

    Nessa, o Requião está completamente desinformado.

    E para os demais, aconselho a relerem o comentário do Paulo Athaydes.

rui

25 de outubro de 2013 às 21h13

Outra coisa, dizer que partilha é a mesma coisa que privatização é argumento de analfabeto, basta ler o contrato de partilha para entender a diferença. O resto é conversa da tucanalha que quer Libra estatal, para numa milagrosa eleição do Zé Bolinha, entregar para Chevron como prometeu.

Responder

    RicardãoCarioca

    26 de outubro de 2013 às 08h10

    Concessão é aluguel, como Libra, que retornará ao governo em 35 anos.

    Privatização é venda. Quando a Vale voltará a ser do povo brasileiro?

    Julio Silveira

    26 de outubro de 2013 às 10h12

    Me desculpe, mas essa é a argumentação mais hipócrita dentre tantas dos defensores da entrega. Citar o Zé bolinha como argumento de defesa do new privatismo a moda petista, é antes de tudo acreditar que ele será o futuro presidente algum dia. E que entregar antes é a melhor maneira de se evitar que entreguem depois, eu só queria saber por gostam tanto de entregar o patrimônio nacional, e por que acreditam tão pouco na capacidade dos próprios brasileiros de tocar negócios, ou serão outro motivos menos nobres que levam a essa febre entreguista . Francamente, esses argumentos pífios são de envergonhar qualquer mente medianamente inteligente.

    rui

    26 de outubro de 2013 às 17h48

    O que eu disse é só para quem não é analfabeto.

rui

25 de outubro de 2013 às 21h10

Porque ao invés de afirmarem que a Petrobras poderia explorar sozinha, não dizem como? Vejo falando que já está provado que pode, mas nem uma linha sobre como, fica difícil acreditar em argumentos vazios. Estou aguardando, digam como.

Responder

    Fabio Passos

    25 de outubro de 2013 às 23h45

    Sem privatizar.
    Sem entreguismo.

    rui

    26 de outubro de 2013 às 17h46

    Um esboço nobre colega, de onde viriam os recursos, em que prazo, e uma análise do aumento de produção no mundo e a sustentação do preço do barril. Sem privatizar, sem entreguismo é de uma ingenuidade de jardim de infância.

    RicardãoCarioca

    26 de outubro de 2013 às 08h15

    Essa turma que fala qualquer coisa sem compromisso não sabe que o problema da Petrobras operar sozinha seria a falta de funcionários em número suficiente?! E na hipótese da Petrobras se inchar de recursos humanos para explorar sozinha o pré-sal, mesmo depois do fim das operações, esses contratados não poderiam ser demitidos? E, em mais uma hipótese, a Petrobras então terceirizar o excedente seria o mesmo que trabalhar em parceria, como o cenário atual?

    Quem raciocinar como empresário e não como apaniguado entenderá.

Jayme Vasconcellos Soares

25 de outubro de 2013 às 20h52

Requião, você continua brilhante, nacionalista, integro, e está com total razão no caso do leilão do campo petrolífero de Libra. Dilma é obtusa, não ouve aqueles que sabem mais do que ela, e por isso comete erros crassos.

Responder

    RicardãoCarioca

    26 de outubro de 2013 às 08h16

    Até agora ela mostrou que não dá ouvidos para aqueles que nada ou pouco entendem do assunto. Por isso a reclamação de alguns de vocês.

FrancoAtirador

25 de outubro de 2013 às 20h42

.
.
PRÉ-SAL
CAMPO DE LIBRA
CALENDÁRIO DE PRODUÇÃO

ESTIMATIVAS DE INVESTIMENTOS E ‘LUCRO’ DA UNIÃO,
APÓS 35 ANOS DE EXPLORAÇÃO, CONFORME ANP/MME/GF

(http://www.youtube.com/watch?v=XHmQxO4k0vg)
.
.

Responder

José Antônio Pinto Pereira

25 de outubro de 2013 às 20h36

O Senador Requião é um político admirável pela sua coragem em denunciar abusos e falcatruas, sejam de aliados e/ou inimigos políticos. Mas a Assessoria dele precisa estudar mais Matemática… Libra é sem sombra de dúvidas, um marco na política brasileira, em todos os sentidos. Qualquer pessoa, com um pouco de experiência de vida, sabe que é verdadeiro o adágio, que diz: Quem Tudo Quer, Tudo Perde. Não existe o menor sentido em deixar um tesouro, como o Pré-Sal, nas profundezas do Oceano Atlântico, apenas para ficar com ele inteiro e só extrair essa riqueza em um futuro remoto, onde nem sabemos se o petróleo ainda terá o valor que tem hoje. Então é mais razoável dividi-lo hoje e transformar a nossa parte em Saúde e Educação e Empregos… Hoje somos ricos em recursos naturais, com esse investimento, muito em breve seremos ricos em conhecimento e tecnologias e deixaremos de ser dependentes de comodities. Afinal partilhar é uma atitude de extrema sabedoria. Viva a Presidenta DILMA.

Responder

jõao

25 de outubro de 2013 às 20h27

DILMA ESPINAFRA
FMI E FHC PARA ALCKMIN
O Príncipe foi ao FMI 3 vezes, vendeu as joias e endividou a família

COMPARTILHE Vote: Avaliação NegativaAvaliação Positiva (+54) | Imprimir Imprimir

Saiu na Folha (*):

AO LADO DE ALCKMIN, DILMA CRITICA ANTECESSORES DO PT POR FALTA DE INVESTIMENTO EM METRÔ

Ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), a presidente Dilma Rousseff criticou nesta sexta-feira (25) os governos federais que antecederam o PT pela falta de investimentos em transporte público e apontou a existência de um “deficit histórico” no setor.

“Nos anos de 1980 e 1990 era considerado inadequado fazer metrô, dado o custo elevado de investimento. Essa inadequação estava ligada também ao fato de o Brasil passar por um momento muito difícil, que durou muito tempo”, afirmou Dilma durante anúncio de verba federal para mobilidade urbana em São Paulo.

“A gente tinha de pedir autorização ao FMI [para investir]. Por isso foi tão bom, não é governador, a gente ter pagado a dívida com o FMI [Fundo Monetário Internacional], que não supervisiona mais as nossas contas”, disse a presidente. No período mencionado por Dilma, o país foi governado, entre outros, pelo tucano Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002).

(…)

Dilma relembrou em seu discurso os cinco pactos –entre eles o da mobilidade, que previa investimentos de R$ 50 bilhões– que lançou após as manifestações que tomaram o país em junho. Anunciou que pretende rodar o país para anunciar os recursos prometidos.

“Lancei a segunda etapa dos R$ 50 bilhões em Porto Alegre, Salvador, no Rio. Terça fazemos Curitiba e, até o final do ano, todas as principais capitais”, afirmou.

Ela também defendeu a aplicação de recursos federais em grandes obras estaduais e municipais. “Sem esse tipo de financiamento –que pode ter críticas por aí– não sai obra de longo prazo no Brasil.”

(…)

Em tempo: Leia mais aqui, no Blog do Planalto, “Dilma anuncia R$ 5,4 bilhões em investimentos para mobilidade urbana em São Paulo”

Clique aqui para ler “Dilma leva no 1º turno em qualquer cenário”

E aqui para ver “Lula, Dilma e os avanços sociais: o fim da miséria é o começo”

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Responder

Luiz Lima

25 de outubro de 2013 às 20h06

é não stronzo, é só ignorante mesmo…

Responder

Bernardino

25 de outubro de 2013 às 19h46

J.SOUZA estás inspirado hoje,Hein meu caro,de fato a D DILMA passou tres anos sem desapropriar terras e na vespera vem com esse discurso demagogico aposto que sao terras da propria Uniao ou de algum aliado.Tem gato nessa TUBA!!Ela hoje veio a SAO PAULO dar dinheiro pros transporte,O sonho deles é tomar o governo Paulista e praticar a politica de terra ARRASADA da uniao
Acredito que o tiro sairá pela Culatra e aqui acharao grande resitencia,ate porque tricariamos o SEIS POR MEIA DUZIA.E sendo assim é melhor que fique o SEIS,dividindo a patifaria!!!

Responder

Bernardino

25 de outubro de 2013 às 19h36

A HIStória é Cruel com os CRETINOS E PUSILÂMINES,sr FLAVIO LIMA
Quer mais: A tua PATROA DILMAJoao santana ROUSSEF acaba de elevar a paricipaçao estrangeira no BANCO DO BRASIL,Sim no BB de 20% para 30
Isto hoje à tarde e na moita.Precisamos agradar aos patroes,senao eu perco as eleiçoes é o mote dos PETRALHAS igualzinhos aos TUCANALHAS època do FHC de tristes lembranças,mas o filme VOLTOU com um REMAIKE piorado com um sabor de TRAIRAGem!!!

Responder

Fabio Passos

25 de outubro de 2013 às 19h23

Falou e disse, Requião!
Entregaram boa parte de nossa riqueza para mega-corporações transnacionais.

O capital internacional não vem fazer filantropia.
Vem fazer lucros… sugando riqueza que pertence ao povo brasileiro!

Responder

rui

25 de outubro de 2013 às 19h17

Lamento informar que um dia já votei em Roberto Requião, mas estava lúcido na época, hoje neste estado de senilidade é digno de pena, faz um cálculo que qualquer adolescente do primeiro grau enxerga os erros, e continua a repetir, como muitos imbecis, que a Petrobras faria sozinha, mas não diz como, quando e se o petróleo ainda valeria U$100 por barril. Vejo muitos argumento, como um sem noção uma vez afirmou, que o BNDES tinha dinheiro para emprestar ao Eike e que o faria para a Petrobras, são pessoas que nem sabem a ordem de grandeza do que estão falando, e desconfio que o nobre senador perdeu essa capacidade e vive repetindo o mesmo bordão sem esboçar um projeto de como seria. Investimentos diretos do governo na exploração de Libra, além de ter que contar com a participação dos outros sócios, tiraria mais recursos, hoje escassos, dos investimentos em infraestrutura, educação e saúde, que convenhamos, hoje é mais urgente do que estar sentado em uma mina de ouro inexplorada. Senador, se tivesse sido mais prático e apresentado um projeto dizendo da onde viria os recursos e os prazos de retorno, posso apostar que Dilma teria dado ouvidos ao senhor, mas como não o fez, recomendo uma casa de repouso para não cair no ridículo.

Responder

J Souza

25 de outubro de 2013 às 19h06

E a campanha eleitoral de 2014 continua a todo o vapor…

“Dilma desapropria primeiros imóveis rurais em 2013 para reforma agrária”

http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/10/dilma-desapropria-imoveis-rurais-em-6-estados-para-reforma-agraria.html

“São as primeiras terras que Dilma desapropria para a reforma agrária em 2013, segundo o Incra.”

Os sem-terra já conseguiram seu argumento para apoiar a Dilma “João Santana” Rousseff no primeiro turno… Com certeza, “esqueceram” que foram esquecidos nos primeiros 33 meses de governo…

Responder

    desinformacaonao

    25 de outubro de 2013 às 19h39

    Se o governo faz, é eleitoreiro! Se o governo não faz, é incompetente!

    É observar o jogo que o PIG faz ser reproduzido nos comentários.
    “Os sem-terra já conseguiram seu argumento para apoiar a Dilma “João Santana” Rousseff no primeiro turno… Com certeza, “esqueceram” que foram esquecidos nos primeiros 33 meses de governo…”

    E NO CORPO DA MATÉRIA:
    “De acordo com o Incra, em 2013 já foram recebidas 14 mil famílias em 40 novos assentamentos no Brasil. Até outubro de 2012, ainda segundo o Incra, haviam sido assentadas 5.250 famílias.”

    Má fé ou ódio?

    Mário SF Alves

    25 de outubro de 2013 às 23h06

    As duas coisas + a hipótese de se achar divertido ao fazer papel de esquerda festiva.

    Geraldo José

    26 de outubro de 2013 às 09h02

    Vocês insistem com esse assunto privataria, e não deveriam, pois o Lula e a Dilma como sucessores do FHC tinham a obrigação moral com o país de mandar investigar tudo e exigir o ressarcimento de todo o prejuízo, afinal era só exigir da PF e do MPF que investigasse. Ao não fazer isso eles se tornaram cúmplices por omissão de uma obrigação que tinham. PT é o partido, eu diria facção criminosa, sem moral nenhuma pra falar em privataria, pois o que estão roubando só descobriremos quando recebermos a conta pra pagar.

    tiago carneiro

    25 de outubro de 2013 às 19h49

    É. ela teve quatro anos para fazer algo de esquerda, tinha números de reforma agrária menores que o tutor dela, FHC. O bom seria se fosse ano eleitoral todos os anos… Ai teríamos uma FHC de saias mais à esquerda…

    José X.

    25 de outubro de 2013 às 20h26

    ————–
    E a campanha eleitoral de 2014 continua a todo o vapor…
    “Dilma desapropria primeiros imóveis rurais em 2013 para reforma agrária”
    ————–

    Que bobagem,,,quantos votos ela ganharia com isso, se realmente fosse campanha eleitoral ? Tirando o pessoal do MST acho que pouca gente ainda se lembra desse assunto.

André

25 de outubro de 2013 às 18h15

Partilhar com empresas privadas para mim é privatização. Simples assim.

Responder

    Neotupi

    26 de outubro de 2013 às 01h32

    Errado. Privatizar é vender uma empresa ou patrimônio que tinha controle estatal para controle privado. Nenhuma subsidiária da Petrobras foi vendida e uma nova estatal, a PPSA, foi criada. A Petrobrás e suas sócias estrangeiras obtiveram outorga para mineração, no caso extração de petróleo. As empresas ficarão com 100% dos custos e riscos e o governo (povo brasileiro) ficará com mais de 80% da riqueza. É um excelente negócio para a nação.

Luiz

25 de outubro de 2013 às 18h04

Sempre votei no Requião, mas nesse caso do leilão de Libra, as contas dele estão parecidas com as do Serra. Parabéns à Dilma pela corajosa decisão!

Responder

    renato

    25 de outubro de 2013 às 21h32

    Estou com você Luiz, e não aguento mais contas de %.
    A unica coisa com % que gosto de ver, é a coluna vermelha
    da Dilma subir acima dos adversários nos gráficos do PIG.

Matheus

25 de outubro de 2013 às 18h01

Que eu saiba a Petrobrás tem ATÉ 50% de capital da União. Então a plutocracia fica com uns 80% do negócio de exploração deste campo. Além disso, a Petrobrás e o povo é que arcam com os riscos e custos tecnológicos, ambientais, sanitários e políticos da exploração de petróleo. As empresas estrangeiras precisarão apenas “partilhar” com a Petrobrás o pagamento de impostos e futuros investimentos (mas não os já realizados). É um negócio da China… para os chineses, ingleses, holandeses e franceses.

Responder

José X.

25 de outubro de 2013 às 17h52

Requião é parecido com Ciro Gomes em algumas coisas: é um político de grande coragem, que não se deixa intimidar pela mídia. Por outro lado, tem certas horas que é completamente maluco, assim como Ciro Gomes. Se os dois tivessem uma personalidade estável e fossem menos egocêntricos seriam capazes de fazer grandes coisas pelo Brasil. Infelizmente não dá pra confiar neles. De qualquer maneira, dão de 10 a 0 na oposição mesquinha e medíocre, tipo Aécio, Serra (Marina e Dudu então, nem contam).

Responder

    tiago carneiro

    25 de outubro de 2013 às 19h51

    Você só está achando ruim porque ele não está falando aquilo que você quer ouvir.

    Saia do Tijolaço e se informe.

Francisco

25 de outubro de 2013 às 17h08

Vamos combinar duas coisas:

1) Roberto Requião esta errado. Não vou perder tempo repisando argumentos.

2) Roberto Requião está certo. E ai digo o porquê.

Governos devem ser cobrados até além da razoabilidade quanto a manterem a defesa do que é “res publicae” e do que é nacionalismo.

Roberto Requião é um modelo para a oposição tucana e de direita no país.

É assim que se faz oposição: cobrança implacável por mais Brasil, no Brasil, pelo Brasil, com o Brasil, para o Brasil.

Exalar perfume, salvar bagre, exigir “moralidade” (como se moralidade fosse programa de governo e não obrigação, como se fosse causa politica e não caso de policia), tudo isso, é de uma besteira, de uma perda de tempo, atroz.

Roberto Requião é a oposição que o Brasil precisa: mais, mais e mais!!

Pau na maquina, Requião, empura o governo brasileiro cada vez mais na direção do Brasil!!! Ferro na boneca!!! É assim que tem que ser!!!!

Embora esteja, nesse caso, totalmente equivocado…

Responder

    Caio

    25 de outubro de 2013 às 17h34

    Acho que é por aí mesmo Francisco. Não sei dizer se os dados estão corretos ou errados. Me deu a impressão de mais discurso que apresentação real de números. De qualquer maneira, precisamos disso. Uma oposição que não pense pior, mas sim o melhor para o país. De qualquer maneira, no meu ponto de vista, com todos erros e acertos a minha candidata ainda é Dilma. Que os debates sejam realizados antes de riquezas serem perdidas. Dizer que o governo não estava aberto ao diálogo me parece um pouco de ineficiência.

    renato

    25 de outubro de 2013 às 21h35

    Sabias palavras, pois tenho em Requião o meu voto.
    Mas meu voto este ano para presidente é na Dilma.
    Ops, não é neste ano.
    Bom, só não é porque não querem.

    renato

    25 de outubro de 2013 às 21h36

    Gente, meu voto sempre foi no PT.

Iza

25 de outubro de 2013 às 17h06

Acho que o senador deveria voltar para a escola, e estudar um pouco de matemática.

Responder

Ana Costa

25 de outubro de 2013 às 16h48

Ué, a Petrobrás tem 40% dos 70% de Libra que foram leiloados, e mais os 30% não que entraram no leilão, não é assim??

Responder

Antonio

25 de outubro de 2013 às 16h29

O Requião esqueceu que as ações que FHC vendeu nos Estados Unidos, foram compradas de volta por Dilma e Lula, quando a Dilma era ministra, inclusive 50% da Refinaria do Rio Grande do Sul,que FHC doou para a Argentina.
Dizem os entendidos, que os primeiros 5 anos dos poços de petróleo só consome dinheiro, e isso descapitalizaria a Petrobras.

Responder

    rafaelV

    25 de outubro de 2013 às 19h26

    Antonio, essas ações foram mesmo recompradas para o Estado Brasileiro e portanto são propriedade de todos os cidadãos brasileiros? Onde posso encontrar mais informações sobre essa ótima notícia?

Flavio Lima

25 de outubro de 2013 às 16h27

Po Azenha, insistindo ein. Que porre meu querido. Mas você tem um credito imenso, cara. Você pode.

Responder

    Carlos J. R. Araújo

    26 de outubro de 2013 às 13h55

    Também acho que o Azenha está exagerando. A título de que? Esclarecimento dos seus leitores? Pode ser e espero que seja. Mas, se for outra a justificativa, eu lamento. E vou deixar de ler matérias deste tipo neste blog, até porque há estágios da vida e do conhecimento que não aceitam mais este tipo de siricutico. Azenha, acorde deste seu atual sonambulismo intelectual!

    Luiz Carlos Azenha

    26 de outubro de 2013 às 14h07

    Dou espaço a outras vozes. No blog do Planalto, por exemplo, o leilão foi amplamente elogiado. Eu não publicar o Requião ou outros que discordaram do leilão não os fará a favor. O debate é necessário, ainda está em jogo nossa maior riqueza. Lamento a forma grosseira com a qual você trata um espaço que acolhe também suas opiniões. abs

Mario Cesar Fonseca

25 de outubro de 2013 às 16h22

Raciocínio simplista e obtuso. Tudo bem que o Requião quer demarcar com o PT por causa da eleição para governador no Paraná, mas não precisava chegar a esse ponto. Já que o Viomundo tem se ocupado tanto em mostrar os números sobre o campo de Libra, sugiro que publique esse artigo de Lejeune Mirhan, sociólogo e colaborador do Portal Vermelho:

“Lejeune Mirhan: Leilão do Campo de Libra; uma vitória do Brasil

Ocorreu nesta segunda, 21 de outubro, no Rio de Janeiro, o primeiro leilão de um campo de petróleo do chamado pré-sal sob os novos marcos da exploração de óleo que se chama de “partilha”. Não pretendo neste artigo nem explicar o que é “partilha” e sua diferença com o modelo de concessão anterior, nem menos comentar a estranha aliança de um partido como o Pátria Livre e partidos trotsquistas como o PSTU, Psol, PCO e o minúsculo PCB.

Por Lejeune Mirhan *

Quero apenas mostrar alguns números que tentam explicar, de forma didática, o quanto o brasil ganhou com o leilão.

Em um primeiro momento quero falar do consórcio liderado pela Petrobrás. Além dela ser detentora de 40% de toda a renda, fez uma aliança inusitada. Duas estatais chinesas participam (CNPN e a CNOOC). A China, como sabemos, precisa demais de petróleo. E tem três trilhões de dólares em caixa para investir no mundo inteiro, de preferência em energia. No entanto, de última hora, duas petroleiras europeias aliaram-se à nossa Petrobrás. São elas a Shell (anglo-holandesa) e a Total (francesa, empresa mista com forte participação do governo francês).

As quatro grandes estadunidenses haviam desistido do leilão. Muito se especulou sobre isso, mas a questão central foi exatamente que o modelo que nós adotamos no Brasil não é entreguista. Ao contrário, é soberano. O óleo é da União, que concede uma pequena parcela para empresas explorarem. Aliás, registre-se que esse modelo foi formulado quando era diretor geral da ANP o nosso camarada Haroldo Lima, junto com Dilma Roussef, à época ministra das Minas e Energia e atual diretora, Magda Chambriand. E nesse modelo, não havia interesse das irmãs do petróleo dos Estados Unidos. Esse país reativou a sua 4ª Frota Naval em 2008 para o cone Sul, na esperança de tomar nossas reservas, mas deu-se mal. Ficaram fora da partilha.

Como disse, não pretendo discorrer sobre o sistema de partilha, infinitamente melhor que o de concessão da época de FHC, enfaticamente defendido pelos entreguistas do PSDB. Quero aproveitar este espaço, para tentar explicar didaticamente, os números referentes aos valores dos ganhos da União. E registro que todos os três jornais que acabo de ler hoje cedo (Folha, Estado e Valor), nenhum deles mostram os números que vou mostrar. Falam apenas e genericamente nos 41,65% que a União vai ficar. Na verdade, é quase o dobro disso.

Minha formação como sociólogo é em Ciências Sociais. Mas, sou aficionado por números, matemática e estatística são peças fundamentais em meu trabalho. Vamos a eles agora.

Preço do barril = US$100.00

Custos de Produção = US$30.00

Royalties da União (15%) = US$15.00

Parte da União na Partilha (41,65%) = US$22.9 (sobre US$55.00 que sobram depois de retirar os custos de produção e os royalties)

Parte das Empresas do Consórcio = US$32.1 (restante da diferença dos US$55.00)

Imposto de Renda = US$8.02 (25% sobre o ganho das empresas)

CSLL (Contribuição sobre Lucro Líquido) = US$2.89 (9% sobre ganho das empresas)

Lucro Final do Consórcio = US$21.18

Lucro da Petrobrás = US$8.47 (Ela tem 40% sobre o lucro final)

Dividendos do Governo sobre a Petrobras = US$4.06 (Lembremo-nos que a União tem 48% das ações da Petrobrás que repartem lucros e esse percentual é aplicado sobre US$8.47)

Fatia Final da União = US$52.88 (Essa soma leva em conta os royalties, mais os 41,65%, mais IR, CSLL e lucro da Petrobras).

Ganhos para a Educação = R$245,9 bilhões (75% dos royalties sobre um total estimado de 10 bilhões de barris; tomando-se por base os US$52.88 da União, convertidos em reais em valores de hoje).

Ganhos para a Saúde = RS81,9 bilhões (25% dos royalties).

No entanto, o que significa ganhar US$52.88 para cada barril extraído, levando-se em conta um custo de US$70.00? Significa que a União ficará com 75,55% de todos os dividendos auferidos nesse processo exploratório. Esse número mágico não aparece em nenhum jornalão da burguesia. E o fazem, claro, de propósito, para tentar manipular as pessoas e leitores. E lamento que parte da esquerda caia nesse conto, acusando a presidente de privatista, entreguista e outras bobagens que tenho lido nas redes sociais e artigos.

Façamos agora, por fim, uma continha simples, sobre o potencial para o Brasil em trinta anos. E estamos falando apenas do primeiro campo posto em leilão. Digamos que possamos extrair do fundo do mar 10 bilhões de barris.

Como o governo lucra, no geral US$52.88 para cada barril tirado do fundo do oceano, o potencial de lucratividade será da ordem de US$528,000,000,000.00 ou 528 bilhões de dólares. A cotação do dólar hoje (22/10/13) está na casa dos 2,1858 reais. Estamos falando em termos de US$1.154.102.400,00! Ou 1,1 trilhão de reais. Nosso PIB está na casa de cinco trilhões de reais. Ora, um único poço renderá ao Estado brasileiro 20% da riqueza produzida pela Nação em um ano inteiro! Imaginemos então vários desses poços produzindo a todo vapor em alguns anos. Poderemos viver uma arrancada de desenvolvimento jamais visto em nossa história.

Por fim, os ganhos colaterais, talvez até mais importantes. Toda a tecnologia a ser utilizada na extração desse petróleo deve ter elevados componentes nacionais. Praticamente tudo será produzido em território nacional, usando empresas brasileiras. Mas, mais do que isso. Fala-se só para o campo de Libra da necessidade de 18 navios plataformas imensos, além de 90 barcos grandes. Isso vai gerar, como bem disse a presidente em cadeia nacional de rádio e TV, milhões de empregos, além dos 20 milhões criados em 10 anos de governos de Lula e Dilma.

Uma grande jogada. Um grande acerto de nosso governo. Mesmo sem considerar o aspecto da geopolítica da aliança com empresas chinesas da Ásia e duas petroleiras europeias – o que não é pouca coisa – essa parceria do Estado nacional com o setor privado vai alavancar o crescimento do PIB. Precisamos sair dos atuais 18% de investimento em infraestrutura para pelo menos 25% (a China investe 40%). A Petrobrás ganhará nesse mesmo período US$84,7 bilhões e deverá se situar na quarta posição de maior petroleira do planeta e o Brasil em 4º lugar como o maior produtor de petróleo do mundo.

Falou-se muito, tentando usar um saudosismo da década de 1950, que O Petróleo é Nosso! Um petróleo no fundo da crosta terrestre, abaixo do oceano não é e nunca seria nosso. Só será nosso verdadeiramente da forma como agora, por decisão soberana, corajosa e estratégica da presidente Dilma, ela decidiu torna-lo nosso.

Com todo respeito às organizações, partidos que foram para às ruas “barrar o leilão entreguista” (sic), como chamar um acordo dessa magnitude de errado? A Petrobrás jamais tiraria todo esse óleo do fundo do oceano sozinha. Não que não tenha tecnologia. Não tem nem caixa nem estrutura para isso. Talvez no máximo 30%.

O Brasil precisa de cem por cento desse óleo. E para agora e não para daqui a sabe-se lá quantos anos ou décadas. Sabemos que as pesquisas nos EUA estão aceleradas sobre a redução de custo da extração do xisto betuminoso. Que pode fazer desabar os preços do barril de petróleo. Tanto que até ensaia deixar o Oriente Médio. Temos que usar essa riqueza enquanto ela tem valor agora. Se caírem os preços, a Nação sairá perdendo. Ai sim, poderíamos acusar o governo de alta traição.

Parabéns presidente Dilma pela corajosa e soberana decisão.

* Lejeune Mirhan é sociólogo e colaborador do Vermelho”

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=227473&id_secao=1

Responder

    rafaelV

    25 de outubro de 2013 às 19h36

    E tem o risco maior de todos: imaginemos se o Aécio ou o Serra ou o Dudu Campos ou a Marina se torne presidente mais à frente, o que seria desse petróleo ainda lá no fundo do oceano? Com certeza a Exxon, Chevron e todas as demais petroleiras, inclusive Shell, Total e as chinesas, e até uma possível Petrobrax achariam bem mais vantajoso. Somente os brasileiros ficariam lambendo sabão.

    Edvaldo

    26 de outubro de 2013 às 09h34

    Valeu a postagem. Procurava exatamente esses cálculos. Muito obrigado.

Requião sustenta que entrega de Libra foi de 74% | Desinformação Não!

25 de outubro de 2013 às 16h13

[…] Visto no Viomundo […]

Responder

desinformacaonao

25 de outubro de 2013 às 16h07

Caro Azenha

A pergunta que eu faço é a seguinte: Sozinha a Petrobrás, conseguiria tirar o petróleo do pré-sal? Se sim, em quanto tempo?

Gostaria também de fazer uma consideração, baseado no raciocínio do Senador Requião “Cem por cento do petróleo brasileiro para o Brasil”, uma nova estatal do petróleo deveria ser criada, pois, como ele mesmo bem disse, “…o governo do Fernando Henrique Cardoso vendeu na Bolsa de Nova Iorque 35% das ações da Petrobras””.

Falta bom senso na minha humilde opinião.

Responder

    Matheus

    25 de outubro de 2013 às 16h51

    Essa sua pergunta já foi respondida em vários textos publicados aqui no “Viomundo”, já foi explicado da maneira mais didática possível. A resposta é: SIM, a Petrobrás poderia explorar Libra sozinha.

    Ivan B

    25 de outubro de 2013 às 19h08

    Como somente 48 % das ações da Petrobrás pertencem à União, se a Petrobrás explorasse sozinha o campo de Libra, somente 48 % dos lucros viriam para o Estado brasileiro. O mesmo raciocínio vale para os gastos que a Petrobrásteria para montar toda a estrutura para a extracao. Vejo o pessoal raciocinando como se a Petrobrás fosse 100% estatal – não é, é 48% estatal.
    Desconheço a informação que o amigo postou acima, de que Lula e Dilma compraram de volta boa parte das ações que FHC vendeu. Vou tentar me informar a respeito, mas afinal de contas, qual a porcentagem das açoes da Petrobrás pertencem hoje à União?

    desinformacaonao

    25 de outubro de 2013 às 19h32

    Pois então, já que foi tão didaticamente respondida a primeira pergunta, favor responder a segunda também.

    Há de se levar em conta que, convém à Petrobrás empenhar tanto esforço e dinheiro para explorar apenas um campo? Mesmo que este seja tão grande como é, houve uma nova descoberta em Sergipe, e novas descobertas podem surgir. Com tanto dinheiro, recursos e tempo empenhados na extração de Libra, sobraria para os demais?

    Paulo

    25 de outubro de 2013 às 19h26

    Não teria, não tem e não terá!

    Prova: mesmo no SEP11, campo descoberto em Sergipe, que produzirá um petróleo mais em conta do que o de Libra, a Petrobras teve que contar com a parceria da BP.

    Requião está fazendo o que sabe. Palanque nacionalista ufanista para galgar mais um mandato no executivo do governo. Dilma está aprendendo a fazer o que não sabe. Descer no playground do capitalismo para jogar como todos jogam. Demorou, mas foi pragmática, mesmo com um atraso de 3 anos.

Minas Sem Censura denuncia o "Pibinho" de Aécio Neves - Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de outubro de 2013 às 16h01

[…] Requião sustenta que entrega de Libra foi de 74% […]

Responder

Luiz Lima

25 de outubro de 2013 às 15h59

Dilma hoje desmonta este discurso e chama de ingênuos as pessoas que argumentam com estes números.

Responder

    lulipe

    25 de outubro de 2013 às 16h43

    Você também acredita em papai-noel, Luiz???

    stronzo

    25 de outubro de 2013 às 17h27

    Não, ele, como 99% dos petistas, acreditam sempre na defesa obtusa do governo. E quem não concorda é fascista, direitista, não merece ser ouvido.

    Luiz Lima

    25 de outubro de 2013 às 20h05

    Nem acredito em psolnoel, pstunoel e nem democutanonoel.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding