VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Pizzolato: “Carta mentirosa” de tucano foi decisiva para acusação


18/11/2013 - 22h27

Antonio, à esquerda, acusado por Pizzolato de indevidamente incriminá-lo

Pizzolato revela na Itália dossiê que embaraça julgamento de Barbosa

18/11/2013 16:29

Por Redação, com colaboradores – de Roma, Rio de Janeiro e Brasília

do Correio do Brasil, sugestão do Gerson Carneiro

O pior pesadelo do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que tem dado repetidas mostras de interesse pela vida política, começa a se transformar em realidade nas próximas horas, em Roma. O ex-diretor do Banco do Brasil Francisco Pizzolato fará chegar às mãos de seus advogados italianos o relatório de perto de mil páginas, que o Correio do Brasil divulga, com exclusividade, no qual apresenta provas de que o dinheiro que deu origem à Ação Penal 470 no STF origina-se em uma empresa privada e não de um ente público, como afirma o relatório de Barbosa.

Para ocultar este fato, que coloca por terra o argumento que levou os réus na AP 470 ao Complexo Penitenciário da Papuda, segundo o dossiê apresentado por Pizzolato, que tem cidadania italiana, o então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza e o ministro Joaquim Barbosa criaram, em 2006, e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do ‘mensalão’.

O inquérito sigiloso de número 2474 correu paralelamente ao processo do chamado ‘mensalão’, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.

Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do ‘mensalão’ pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, “o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato”, afirma o dossiê.

Dinheiro da Visanet

Ainda segundo o relatório que Pizzolato apresentará, em sua defesa, na corte italiana, um tribunal de exceção foi montado no Brasil com o único objetivo de desmoralizar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma clara tentativa de apeá-lo do poder antes do tempo. Embora o estratagema tenha funcionado ao contrário, com mais um mandato popular surgido das urnas ao líder petista, que em seguida elegeu a sucessora, Dilma Rousseff, o STF seguiu adiante e conseguiu que o ex-ministro José Dirceu e o deputado José Genoino (PT-SP) fossem conduzidos à prisão.

Pizzolato relata, em detalhes, as operações realizadas na campanha política de 2002 e suas ações na diretoria de Marketing do Banco do Brasil. No dossiê, ele contesta os documentos acatados como verdadeiros na AP 470.

“Observem bem a data em que foi escrita a carta mentirosa do “tucano” (Antonio Luiz Rios, ex-presidente da Visanet que hoje trabalha como consultor para a Rede Globo de Televisão) e dirigida aos peritos da PF, foi em 02 de fevereiro de 2006, período em que os advogados não tinham acesso a nenhum documento. E esta carta mentirosa do “tucano” ditou, influenciou e/ou moldou todos os pareceres, perícias e fundamentalmente a própria “denúncia” da Procuradoria Geral da República e do Ministério Público Federal (PGR/MPF), bem como a argumentação do relator Joaquim Barbosa que por sua vez “convenceu” o plenário do STF. Ninguém, repito, absolutamente ninguém, nem o PGR/MPF e nem o relator, deram-se ao trabalho de observar a regra básica de uma relação de mercado, o respeito ao contrato. Pois existia um contrato que normatizava a relação da Visanet com seus sócios, os diversos bancos, sendo o maior acionista da VISANET, o Bradesco”.

Em nove capítulos, Pizzolato também revela que, em março de 2006, quando ainda presidia o STF o ministro Nelson Jobim, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República já estava convencido da culpa de 40 deles. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.

Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado. Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.

O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse. Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).

No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.

O único ministro que questionou o assunto, por não acreditar ser o assunto tão banal quanto falava Barbosa, foi Marco Aurélio Mello.

Mello: “O incidente (que motivou o agravo) diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”


Barbosa: “Não”.

Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”

Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”

Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”

Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação…”

Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”

Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”

Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril, quando já não havia mais prazo recurssório.

Leia o que a Conceição Lemes escreveu a respeito (e ajude aqui a investigação dela):

1. “Segredo no inquérito 2474 vai na contramão da Lei de Transparência”

2. Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474

3. STF ignora prova da inocência de Pizzolato no mensalão





74 comentários

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francisco ramos

18 de fevereiro de 2014 às 14h16

O PT precisa ser pragmático e pesar, numa balança política de alta preci
são, o custo benefício ao desmoralizar, num ano eleitoral, o julgamento
incrivelmente medieval da Ação Penal 470. Mega vigaristas com roubo da or
dem de bilhões estão, neste exato momento,passeando livremente pela ruas
e um deles ainda tem a desfaçatez de pretender candidatar-se, com caixa de pandora e tudo.Passadas as eleições de outubro, o PT pode simplesmente
levar esta farsa à Comissão Americana de Direitos Humanos (Pacto de San
José da Costa Rica), da qual o Brasil é signatário desde 06 de novembro de 1992.Lá, essa palhaçada de perfil nitidamente político e inquisitori
al vai encalhar num tribunal de verdade. Não passa ! E não adianta o Sr. Joaquim Barbos esconder-se, pois vai sobrar para ele. Gostaria, inclusi ve, de vê-lo na Papuda. Crime e castigo.

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Ricardo da Costa

19 de novembro de 2013 às 15h59

Azenha, eu faço uma pergunta simples…:
Se o negócio asqueroso desse processo é desmoralizar o BB, para privatiza-lo, porque Dilma permite que mais 30% das cotas do Banco do Brasil, possa ser adquirida por estrangeiros??
Pra mim, a Dilma é alma gêmea de FHC. Ela privatizou tanto quanto ele, e tem feito coisas, que até a “oposição” tem se calado. O leilão do pré-sal, é uma amostra disso…
Se tivesse uma investigação séria a respeito do assunto, e houvesse justiça, quem a gente menos espera, teria que ir pra guilhotina. E a Dilma é um deles!!

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Pizzolato: “Carta mentirosa” de tucano foi decisiva para acusação – Viomundo – O que você não vê na mídia | CLIPPING DE NOTÍCIAS DA SENAPRO-PCO

19 de novembro de 2013 às 14h42

[…] Pizzolato: “Carta mentirosa” de tucano foi decisiva para acusação – Viomundo &#8…. Share this:TwitterFacebookCurtir isso:Curtir Carregando… […]

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Julio Silveira

19 de novembro de 2013 às 14h24

Hoje, e já vem de algum tempo, é plenamente sabido por mim que “nossa justiça” é altamente politica, quando não hereditária. O que me leva a pensar em como se mantem mais, ou menos, intactos os pensamentos que regem as cortes, relacionados com as afinidades culturais das pessoas, seus membros, e como vão construindo suas carreiras.
Por isso ainda não consegui entender como foi possível tão pouca observação para se instalar nos mais altos cargos da magistratura nacional pessoas tão pouco identificadas com os interesses da maioria da cidadania. E foi aí que todos perdemos, Mais ainda nós, que temos que estar sujeitos a uma imutável estrutura que torna essa falta de representação tão latente. Fico fulo com o choro em coro pelas perdas individuais de graúdos, que tiveram poder para tentar revolucionar, e se omitiram, enquanto nesse coro ninguém parecem se dar conta do que representa a in justiça nacional para aqueles que não tem coro ao seu lado. A esses foi dada as costas lá atrás, ignorados em seus anseios democráticos, para atender algum outro interesse, não o da cidadania, interesse individual, decisões que ao invés de serem de estado, parecem ter sido construídas numa cozinha de nobres. Depois, esses não deviam reclamar é como choro de perdedor que entrou em campo de sapato alto e sem luta entregou o jogo ao adversário. Sofrem sincera e imerecidamente os torcedores, neste caso do Brasil.

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José X.

19 de novembro de 2013 às 13h02

Não acredito que um hipotético julgamento de Pizzolato na Itália faça alguma diferença aqui no Brasil.

Como já vimos, o STF é o ente supremo aqui no Brasil, então eles vão ignorar, olimpicamente como convém aos deuses, qualquer fato revelador oriundo de documentos publicados por Pizzolato.

Ademais, com certeza qualquer fato que desabone a conduta do STF barbosiano não passará na Globo, e por consequência não existirá.

Na verdade, o que estou torcendo mesmo é que o Google (via Youtube) ou o Netflix compre os dirigentes do futebol brasileiro (é, os dirigentes mesmo…) para que acabe o boicote da Globo à transmissão de futebol na televisão. Acredito que metade da receita da Globo iria pro brejo…

(Estou contando com o Google e o Netflix, pois a Dilma com certeza nunca vai ter condições de aprovar uma “Ley de Medios” sem maioria no Congresso, e essa maioria nunca vai existir, pois a mídia vai continuar fazendo tudo para destruir o PT…enfim, um círculo vicioso, um nó górdio que precisa ser desatado de forma criativa).

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italo

19 de novembro de 2013 às 13h00

A globo, veja e folha tentam fazer o Brasil festejar a prisão de adversários políticos partidários com base nas mesmas leis que não prenderam nenhum de seus aliados durante 50 anos, sob o pretexto de, desta vez, ‘restaurar a Justiça’. Já que há 50 anos atrás, eles mesmos já tinham restaurado a democracia, derrubando governo eleito pelo povo e aplicando um golpe militar. Todos acreditamos, já nos acostumamos à receber informação, supostamente da ‘Imprensa livre’, quando na realidade a informação vem exatamente da torcida partidária contrária. É como se a torcida do flamengo tivesse como única fonte de informação, um Juíz sabidamente corintiano. Voce, pacato cidadão, tem que achar saboroso e engolir só a justiça que é servida. Daqui à 50 anos, eles pedem desculpas por ter restaurado a justiça, e fica tudo por isso mesmo.

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    Gustavo

    22 de novembro de 2013 às 00h40

    Perfeito, é isso mesmo!

FrancoAtirador

19 de novembro de 2013 às 12h39

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E Carlos Alberto Quaglia, hein?

O único réu que teve direito ao devido processo legal…

Com muita propriedade, as defesas dos acusados apontaram contradição na acolhida do desmembramento do processo de Carlos Alberto Quaglia enquanto outros réus na mesma condição – sem foro privilegiado por prerrogativa de função – tiveram o pedido de remessa à primeira instância negado.

Sobre o mesmo tópico a defesa de José Genoíno lembra que o julgamento originário pelo STF representa privação da garantia constitucional do duplo grau de jurisdição, prevista também no Pacto de San José da Costa Rica, tratado internacional ratificado pelo Brasil.
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15/08/2012 20h40 – Atualizado em 16/08/2012 10h08

Parte do processo é anulada, e réu do mensalão não será julgado no STF
Carlos Quaglia foi acusado de lavar dinheiro e responderá na 1ª instância.
Ministros do Supremo aceitaram argumento de que defesa não foi intimada

(http://g1.globo.com/politica/mensalao/noticia/2012/08/parte-do-processo-e-anulada-e-reu-do-mensalao-nao-sera-julgado-no-stf.html)
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04/05/2013 07h05 – Atualizado em 04/05/2013 07h05

Quaglia conseguiu que ação contra ele fosse do STF para Justiça comum.
Defensoria Pública quer absolvição da acusação de formação de quadrilha.

(http://www.migalhas.com.br/arquivo_artigo/art20130503-07.pdf)
(http://g1.globo.com/politica/mensalao/noticia/2013/05/reu-que-sera-julgado-na-1-instancia-tera-condicao-favoravel-diz-defensor.html)
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14/08/2013 16h40 – Atualizado em 14/08/2013 20h12

STF decide absolver réu da acusação de formação de quadrilha
Ele é o único condenado que teve o processo remetido para a 1ª instância.

(http://g1.globo.com/politica/mensalao/noticia/2013/08/stf-decide-absolver-reu-da-acusacao-de-formacao-de-quadrilha.html)
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“Não há como negar a má fé do réu Carlos Alberto Quaglia.
Ele apresentou defesa prévia, com indicação de testemunhas e alegações finais.
Não houve cerceamento da defesa.
Parece um caso presente em que o torpe tenta aproveitar-se da própria torpeza.”

(Joaquim Barbosa, Relator da AP 470, hoje Presidente do STF)
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Responder

Bruce Guimarães

19 de novembro de 2013 às 12h33

O fato é que temos um petista foragido, mandem a interpol atrás do malandro. O resto é chororô!!!

Responder

    Aline C. Pavia

    19 de novembro de 2013 às 14h09

    Coitado de vc, filho.

    Bruno

    20 de novembro de 2013 às 03h57

    Não seja tão desinformado, ele também é italiano e a Interpol nada poder com ele dentro da Itália.
    Quero ver esse escândalo de encobrimento de provas estampado nos jornais italianos e de toda a Europa. Será um vexame público para o STF, especialmente para Barbosa.

Bertold

19 de novembro de 2013 às 12h29

Ser ou não ser, fazer ou não fazer, eis a questão hamletiana no qual se depara a esquerda e o governo. Parece que as lições nunca são aprendidas. Não fazer nada contra a ofensiva da extrema direita e do judiciário contra a política e o sistema democrático porque não aceitam ficar tanto tempo alijados do poder central pelo voto na esperança de baixar a temperatura política e voltar a calmaria pode ser um tiro no pé se levarmos em conta a determinação imanente e histórica das elites de empregar todos os métodos, principalmente os violentos como o terrorismo, para conseguir ou manter o poder. Que o PT e à esquerda acordem antes que seja tarde.

Responder

Mário SF Alves

19 de novembro de 2013 às 12h19

Pois é… e por falar em tudo isso, li hoje, 19/11/2013, na EFE, que o rei da dissimulação e das razões de estado – aquele tipo (deixou transparecer) não tô nem aí para o resgate histórico da memória do ex-presidente João Goulart – afirmou durante evento recente do PSDB em Poços de Caldas (MG), que a Justiça começa a se fazer.
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Como assim, ô “intelectual orgânico da pior elite do mundo”, como assim “a Justiça começa a se fazer”?

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Partindo de um intelectual, e numa circunstância dessa, onde a corrupção histórica da direita anda cada vez mais exposta, é inegável que a construção deixa a desejar.

Devia ter sido mais claro. No entanto, é lógico, é óbvio, que jamais iria admitir que o que fizeram no STF foi um linchamento político. Mas, daí dizer que “a justiça por si só se fez”, é um outro Brasil 500 Anos.
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PQP, e eu que ainda acreditava em intelectuais antes dessa persona.

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A direita no Brasil tem muitos problemas. Um deles é essa tragédia de viver condenada a andar no fio da navalha sem nunca poder constituir autoridade. Quando não parte para o autoritarismo mais desabrido, mais radical – vide, entre outros, a ditadura militar de 64 – adota, impõe ou nomeia como autoridade pessoas destituídas do mais leve traço de caráter. Lembra o Mário de Andrade. Macunaímicos.

Aliás, seria interessante uma ponderada sobre a origem da autoridade no Brasil. Seria interessante verificar se entre nós o que chamamos de autoridade não tem origem exclusivamente no vil metal, no poder econômico.
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E pra quem estiver disposto a refletir, segue o inteiro teor de mais um show de descontextualização; ou… simplesmente, mais do mesmo nhem-nhem-nhém de sempre, intelectualmente insustentável (porém, transbordando de veneno até a alma):
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Brasília, 18 nov (EFE).- O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta segunda-feira que ‘a Justiça começa a se fazer’, em alusão à detenção de 11 dos 25 condenados pelos escândalos de corrupção do mensalão.
‘Aqueles que foram alcançados por ela (Justiça) tentaram transformá-la num instrumento de sua própria história, de uma revolução que não fizeram e, em nome de ideais que não cumpriram, querem descumprir a Constituição’, declarou Fernando Henrique, durante evento do PSDB em Poços de Caldas (MG).
‘Aqueles que hoje exercem o papel maior da República não souberam honrar a confiança que o povo depositou, transformaram-se em negocistas e em nome de transformar o Brasil, transformam suas próprias vidas’, acrescentou FHC.
…”

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1- Revolução?!! “Revolução que não fizeram”? (Êpa! Então era fácil assim? Basta querer e pronto. E o Jango? Ah, o Jango era reformista, esse não conta.)
2- Aqueles que hoje exercem o papel maior da República? (eis o veneno! esse mais transparente)

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Daí fica a dúvida: quem é ele e com que autoridade se julga no direito de falar em revolução? Por acaso consta em algum alfarrábio tal vocação? Haja dissimulação!

Imagino o que um FHC tem de revolucionário. Só se for de tipo “privatizem tudo, privatizem até a alma que o deus mercado resolve tudo”. É. Só não resolve a quebradeira da crise de 2008; nesse caso o estado mínimo arrecadador é que entra em cena, e o deus mercado – INCONSEQUENTE – rapa fora!

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    Angela

    23 de novembro de 2013 às 19h47

    Basta ler “A melhor democracia que o dinheiro pode comprar”,capítulo brasileiro,e ver quem é o sr. FHC…

Arimatea Melo

19 de novembro de 2013 às 11h57

Me parece que tanto o reconhecimento do que tem sido feito pela população Brasileira nos últimos 10 anos, quanto um julgamento sério sem ocultar provas materiais inocentando os condenados pelo PIG e STF tem que vir de fora (outra nação).
Sinceramente é uma vergonha para a elite podre deste país.
Continuaremos lutando, indo para ruas, gritando, apelando para tribunais internacionais em defesa dos que verdadeiramente trabalham visando uma pátria a serviço da maioria.
Rumo a 2014 com mais avanços para os verdadeiros brasileiros.

Responder

Jose Mario HRP

19 de novembro de 2013 às 11h47

É escatologico o jeito nojento, o gozo sujo da midia direitista, com a prisão de petistas!
Nesse particular a direita não muda nada com o tempo.

Responder

Euler

19 de novembro de 2013 às 11h46

Este caso é revelador de coisas curiosas, entre elas, a de que os ministros do STF se mostram totalmente desinformados para votar questões de grande relevância. Pautam-se pela grande (em canalhice) mídia e pela palavra do relator, não tendo a curiosidade de buscar outras fontes.

Uma outra coisa que considero importante: é preciso revelar, detalhadamente, a distribuição dos recursos do Visanet para os meios de comunicação. Já foi divulgado aqui que somente a Globo abocanhou cerca de R$ 5,5 milhões do total de R$ 73 milhões que teriam sido – de acordo com o STF, e que Pizzolato nega – desviados dos cofres públicos.

Ora, se é dinheiro público desviado, de forma ilícita, os beneficiários destes recursos – Rede Globo e mais uma centena de jornais, rádios e TVs -, pela tese do “domínio do fato”, tinham a obrigação de saber que recebiam um dinheiro desviado. E teriam que ser igualmente condenados.

Seria bom, inclusive, que estes meios de comunicação, quando fizessem a denúncia aos “mensaleiros” – como vem acontecendo, por exemplo, com a Rádio mineira Itatiaia, tucana até a medula, que não se cansa de propagandear a prisão dos “mensaleiros” do PT -, deveriam acrescentar que, também eles (os meios de comunicação) receberam e não devolveram o dinheiro desviado do tal Fundo Visanet.

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Elias

19 de novembro de 2013 às 11h01

Uma pessoa pode muito bem deixar de ler a Veja, Época, FolhaSP, EstadoSP, Globo e tudo quanto é veículo que odeia o PT (a maioria). Mas e quando se trata de um vizinho ou pior um parente e até um familiar? Dia desses o vizinho me disse: “Até que enfim prenderam os bandidos do PT.” Como pouco falo com vizinhos, ele por certo não sabe em quem voto. Tive ímpetos de contra-atacar e me contive. Aí descobri, para minha vergonha, que aqui, no blog do Azenha, abro meu coração e defendo o PT, mas no tête-à-tête me calo feito uma pedra deixando o vizinho sem saber se concordo ou discordo. Ao entrar em casa me indago: Putz! Quem cala não consente?

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Mardones

19 de novembro de 2013 às 10h55

A Itália é a chance do Pizzolato desmontar toda essa farsa de compra de voto e expor os ministros do STF que permitiram a ação de Barbosa, Gurgel e Antônio Fernando.

Ainda bem que o Pizzolato pode se defender lá na Itália.

O inquérito 2474 tem muita informação que o PIG resolveu abafar. E o Barbosão prestou um serviço inestimável ao PIG.

Só não contavam com a fuga do Pizzolato.

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Leleco

19 de novembro de 2013 às 10h39

Com a Decretação , de fato , do fim do Estado Democratico de Direito , pelo STF , digo JB e alguns , seria interessante ( e estratégico ) , o apoio amplo das instituições democraticas , da sociedade organizada e progressista , a um novo julgamento de Pizzolato ( e outros ) não só na Itália , mas nas Cortes Internacionais ( OEA , p.ex. ). Internamente , há muito passou a hora do governo cortar os gastos com publicidade no PIG ( e parar de alimentar as serpentes com seus ovos ). Será que a Dilma ( com seus fracos ministros da área de comunicação ) não enxerga que pode estar caminhando para o cadafalso eleitoral de 2014 ,colocando todo o projeto de avanço do país em risco , com seu ( e do PT e Ministros) eterno silêncio ? Esse pragmatismo , pesquisas , base aliada , podem cair como um castelo de cartas num estalar de dedos. Penso que a hora é de se indignar .

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Zé Francisco

19 de novembro de 2013 às 09h42

“Não contavam com minha astúcia!!” ass.: Pizzolato.
Além de Roma, e a Corte Interamericana? Por que a demora?

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nina rita

19 de novembro de 2013 às 09h41

Acho que a armação desse golpe implica nas origens da indicação deste interventor. Frei Beto teria que explicar muito bem como foi que conheceu, acidentalmente ( ? ), essa pessoa numa viagem de avião. Está muito claro que Ele veio, sabe-se lá de onde, para cumprir essa missão. Quais circunstâncias e agentes puseram tal pessoa nesse posto-chave, estratégico ? Quem é, afinal, essa pessoa, cujo passado nada sabemos, para julgar esses políticos históricos como se esses é que tivessem o passado ignorado, não ele. Foi providencial essa dupla cidadania de Pizzolato; única brecha para que o evento saia destes limites inteiramente controlados pelos arquitetos da façanha jurídica. Quem sabe vem de fora a solução, assim como as denúncias do propinoduto tiveram que vir de fora para dentro. A boa sorte de Pizzolato encontrar justiça será nossa salvação, Deus queira. E, essa história de muitos juristas ficarem culpando as transmissões pela TV, espetacularização e etc não pode constituir argumento para impedir a continuidade da única coisa saudável que houve nesse imbróglio,o fato de ter sido visto por todos nós. Para mim, bem pelo contrário, mais do que nunca, restou provado que os julgamentos tem sim que serem todos transmitidos pela TV, é nossa única garantia de algum direito de acompanhar os trabalhos do STF, que não estão a merecer confiança alguma.

Responder

    sandro

    19 de novembro de 2013 às 11h38

    Lula colocou joaquim lá.

    Zanchetta

    19 de novembro de 2013 às 16h30

    Toda essa maquinação para colocar o JB no STF começou lá atrás com Rodrigues Alves, quando Getúlio deu o golpe…

Laura

19 de novembro de 2013 às 09h40

Estou torcendo para que na Italia, Pizzolato tenha um novo julgamento. Quero ver como vai ficar essa banca que puseram! E as caras dos ministros do STF, um pior que o outro, salvo as raras exceções, que sabemos quais são, e da imprensa velha, muito safada.

Responder

Ana Cruzzeli

19 de novembro de 2013 às 09h33

A questão do Pizzolato é ainda maior
O tucano em questão queria ( e criou graças ao Joaquim) fato desmoralizador que atingisse o BB.

A intenção lateral futura, a primeira vista, mas principal para quem não está na vida a passeio, era e ainda é a privatização do BB. O Bradesco ficar calado é prova dessa tese.

Joaquim Barbosa entrou numa fria quando o sistema bancário dos EUA e Europa ruíram em 207/2008. Pizzolato tem também essa carta na manga.

O alvo não era o Pizzolato ou PT diretamente, o alvo era desmoralizar nosso sistema publico bancário.

Quando eu falei do Pizzolato aos ministros do Supremo no dia 7 e 18 de setembro e fazendo referencia ao BrB como alvo predileto do Arruda e o Nossa Caixa como alvo do Serra em 2007 dei essa pista à eles que o Supremo estava sendo usado ( e os ingênuos togados mais ainda) para outros interesses inconfessos dos dois procuradores em questão e principalmente do Joaquim Barbosa.

O caso Pizzolato eu sinceramente não sabia até 2012, juntar as peças desse quebra cabeça foi fácil demais depois do Henrique Pizzolato.
Naquele dia eu percebi que Joaquim Barbosa tinha um trabalho maior assessorado pelo Procurador geral e principalmente por Gilmar Mendes ficou evidente que o mote era o imbativel Sistema Financeiro Publico do Brasil. Naquele dia eu tive a certeza que Joaquim Barbosa era ou foi no curso da historia serviçal dos EUA para enfraquecer todo o nosso sistema e o alvo referencial o SF.
Espero que eles tenham captado a mensagem, se não vão captar agora

O alvo é o NOSSO SISTEMA FINANCEIRO, estupido!

Responder

    francisco.latorre

    19 de novembro de 2013 às 10h10

    isso. exatamente.

    é o dinheiro.. sempre.

    mas.. ninguém se liga.

    preferem surfar a superfície.

    o blablá metafísico.

    o podia ser melhor.

    ..

    é guerra.

    não se enganem.

    ..

Marcio Luc

19 de novembro de 2013 às 09h31

Azenha, converse com bancários da Caixa e do BB ligados a sindicato que eles vão confirmar.
Em uma das várias greves dos bancários, uma das reivindicações era de que eles (bancários) passassem a receber comissão pela venda (forçada) de cartões de crédito. Isso pois essas empresas de Cartão são privadas e estavam usando mão de obra e estrutura públicas para a venda dos cartões.

Responder

Romanelli

19 de novembro de 2013 às 09h26

Embora hoje aqui, ainda, não contemos com nenhuma matéria a respeito, mas me intriga a quantidade de informações desencontradas sobre a saúde de Genoíno.

Os dirigentes da Penitenciária da PAPUDA disseram em nota oficial que Genoíno não necessitou de socorro, mas que a presença de médico no local tratou exclusivamente de lhe aviar receita para que ele pudesse ter acesso a medicamentos.

O Ministério da Justiça garante que o Estado de plena saúde do deputado licenciado também esta assegurado.

Notas em alguns jornais dizem que o trio Dirceu, Delúbio e Genoíno choraram, noutras, que eles estão reagindo bem.

O STF, na figura do Joaquim Barbosa, aparentando equilíbrio e respeitando os ritos, disse que quer ter parecer de órgão público pra ver se oferta ao deputado prisão semi aberta, ou em sua residência.

Hoje, no site do 247, artigo debitando a informação como tendo partido do ex deputado Greenhalgh, GARANTE, garante que Genoíno esta muito doente, inclusive desmente a nota do MJ e afirma que Genoíno chegou a CUSPIR SANGUE.

Cuspiu Sangue ? mas caramba, o problema dele não é cardíaco ?

Pior que de tudo, dum lado ainda somos bombardeados com notinhas destes ou daqueles, uns pintando um quadro delicado de saúde, e outros, de outras correntes, aludindo que isso não passa de teatro e FITA do condenado tentando conquistar a piedade da sociedade.

Afinal, que diz a verdade ? quem mente ? e pra estes, será que a bem da informação, os mentirosos não deveriam receber um reprimenda tb ? Será que não existe nenhuma figura jurídica que possa enquadrar essa gente ?

..sei lá, e depois tem uns que não entendem como até nos EUA uma Guantanamo, ou GUERRAS pra anteder a interesses de poucos foram pra frete, não ?

A propósito Azenha, a esta altura, será que vc tem alguma informação confiável a respeito ?

Responder

    augusto2

    19 de novembro de 2013 às 11h57

    para o pimenta bastava um psicologo franzir a sobrancelha e para o cachoeira e arruda bastava um espirro tipo gripe.

    Aline C. Pavia

    19 de novembro de 2013 às 12h09

    Amigo Romanelli, ele tem problema de trombina/protrombina (coagulação sanguínea), causa e efeito do micro-AVC sofrido no hospital. A rigor, nem embarcar no avião ele poderia. Ele sofreu risco de descompensação no fator de coagulação e é um quadro de comorbidade, possivelmente fatal, com risco de óbito por embolia. Qualquer hematologista poderia ter expedido laudo proibindo ele de subir num avião, ainda mais com escala. Algemado ainda por cima.

    Mas o pior não é a ignomínia de obrigar Genoino, condenato inocente, cardiopata e recém-AVC, a passar por esse suplício. O pior é ler os comentários das hienas acéfalas na internet (aqui no Viomundo inclusive) tripudiando. Estou me poupando de entrar em alguns posts/notícias porque toda vez passo mal, de ódio, nojo, indignação e tristeza. Chorei várias vezes com os posts da Miruna, e a sensação de impotência frente a essa imprensa abutre de merda, é simplesmente terrível.

    Mário SF Alves

    19 de novembro de 2013 às 12h28

    Aline,
    Depois dessa, beijo-lhe as mãos. Parabéns.

Maria Thereza

19 de novembro de 2013 às 09h20

Não há nada claro nesse processo, exceto a vontade de minar o PT e modificar os resultados das eleições. Esconder documentos, laudos, perícias, distorcer teorias, falar frases de efeito sem conteúdo, entre outras peripécias dos senhores/as ministros/as , foi a tônica desse linchamento. A chance é agora, se o Pizzolato fizer as revelações que faltaram. Como disse o autor do texto, é o pio pesadelo do jb.

Responder

    Romanelli

    19 de novembro de 2013 às 09h34

    o ministro Roberto Barroso, que até agora, pra mim, tem se mostrado o MAIS equilibrado de todos, disse que não passa de 2014 o julgamento do Mensaão Tucano.

    Interessante que lá, nas fontes e em parte, dos recebedores, estão os mesmos partidos e personagens.

    e em sendo assim, quero ver como ficará este discurso fácil de hoje, de se nivelar por baixo, tudo quanto foi conclusão e apenamento derivado deste processo.

Gerson Carneiro

19 de novembro de 2013 às 09h06

Lula aplica sinuca de bico no STF.

O STF, de sacanagem, jogou no colo do Lula a decisão da extradição do Cesare Battisti. Lula, sábio que é, negou a extradição. Agora o STF está nas mãos da Justiça italiana

Responder

    Romanelli

    19 de novembro de 2013 às 09h43

    por curiosidade, e o seu senso de justiça o que diz ?

    Acha certo o BRASIL dar abrigo pela FUGA dum cara que as instituições públicas da ITÁLIA afirmaram que feriu sua sociedade ? Acha certo o abrigo pela FUGA do Cacciola, ou a do Roger Abidelmassih pro líbano ..e por conseguinte, agora, a do Pizzolato ?

    nota – no caso do senador Boliviano, só não o cito pq o comparo à situação de pedido LEGAL de asilo havido com o Julian Assange

Marcos

19 de novembro de 2013 às 08h59

Qualquer pessoa que trabalha no BB sabe que ninguém libera nenhum tipo de valor dentro do banco sozinho. Tudo é decidido em colegiado, nunca ninguém assina nada sozinho. Ou seja, todos os que assinaram deveriam ter sido processados, no mínimo isso. Fácil verificar…

Responder

    Romanelli

    19 de novembro de 2013 às 09h49

    Pra esta sua colocação, certo ou não (não tenho elementos pra afirmar), foi dito que o problema não era o papel do Pizzolato em si, mas que estaria na DENUNCIA, aqui sim, aonde o MP teria escolhido a “dedo” quem responsabilizar, e não a TODOS ..logo, por esta tese, teria faltado neguinho pra enjaular

    Marcos

    19 de novembro de 2013 às 13h58

    É exatamente isso que estou falando, porque só um foi processado? Se eu e você matamos alguém somente um responde por isso? Isso é muito estranho, pela lógica, processaram somente quem interessava processar…

    Antonio

    19 de novembro de 2013 às 10h09

    Que eu saiba no BB o controle é segmentado – quem contrata não paga -, o que eu acho muito estranho nessa história e que no processo não têm nenhuma oitiva do Sr. Renato Luiz Belinetti Naegele, diretor de mkt do BB, anterior ao Sr. Pizolatto. Quem protege o Sr. Renato Luiz, que hoje cuida do BB em Santiago do Chile????????

    Helena/S.André (SP)

    19 de novembro de 2013 às 16h04

    Tem razão Marcos. Eu trabalhei no Banco do Brasil e sei como funciona a área de concessão de empréstimos bancários. Dependendo do valor a ser concedido, a autorização cabe a superintendências estaduais e nunca uma pessoa assina sozinha. Há sempre necessidade de vários responsáveis assinando para liberação dos empréstimos. As alegações de Pizzolato estão certíssimas. Os outros diretores que assinaram em conjunto com ele são também responsáveis, caso seja constatada alguma irregularidade. Porque somente ele foi considerado culpado? Se houve irregularidades os outros diretores que assinaram também deveriam de ser implicados na AP 470.

francisco.latorre

19 de novembro de 2013 às 08h53

a casa caiu.

barbosa. o honestão.

vai de criminoso golpista.

..

só falta enquadrar.

os da justiça.. mp oab advogados..

ajam.

..

enfim. não tarda.

crime. é castigo.

..

Responder

Rodrigo Leme

19 de novembro de 2013 às 08h37

A Itália, há meses atrás incompetente e ditatorial para julgar Battisti, hoje vira um exemplo de justiça moderna. Assim como o vento muda de direção as opiniões da torcida organizada também. A diferença é que o vento não faz por conveniência.

No mais, as tentativas desesperadas de criminoso foragido só interessam a aqueles que apoiam o crime.

Responder

    Aline C. Pavia

    19 de novembro de 2013 às 09h26

    Vou pedir pra ele te mandar um cartão postal de lá.
    Soube de uma nova marca de azeite de oliva extravirgem simplesmente delicioso, vou pedir pra ele te mandar uma garrafa também.

    Jorge

    19 de novembro de 2013 às 09h30

    Simples questão de interesse. Na Itália, havia muita gente interessada na prisão de Battisti e onde há interesse, há pressão.

    Assim como no Brasil existe uma esmagadora pressão para a prisão do Pizzolato. Já na Itália ele é um ilustre desconhecido. Sem pressão, sem interesses moldando sentenças e ocultando provas, sem transmissão ao vivo pela Globo News, a probabilidade de um julgamento justo fica bem maior.

    Mauro Assis

    19 de novembro de 2013 às 11h15

    Rodrigo, faço minhas suas palavras!

    Vieira/Recife

    19 de novembro de 2013 às 11h17

    Procura a tua turma babacão.

    augusto2

    19 de novembro de 2013 às 12h08

    a corte dos spaguettis estava “dentro”, bello. Agora está ‘fora’. A nossa é o inverso, bello. e nao vai extraditar nem com o neymar indo pro milan de contrapeso. Voce esqueceu do Miterrand ter dado varios, varios asilos aos mesmos reus d’Italia, a salvo das vendettas porque achava q nao teriam julgamento justo?
    sinto te informar q il mondo gira.

    Mário SF Alves

    19 de novembro de 2013 às 12h36

    “Assim como o vento muda de direção as opiniões da torcida organizada também.”
    ________________________
    Fora essa questão repetitiva e cansativa aí de “torcida organizada”, reconheço que você tem alguma razão. No entanto, você acha mesmo que a Itália sob Berlusconi é a mesma de hoje?
    ___________________________________

Daniel

19 de novembro de 2013 às 08h22

Então está explicado porque o Pizzolato foi para a Itália. Foi para poder falar para um tribunal de verdade, e não a piada de mau gosto que chamamos de “justiça brasileira”.

Responder

Romanelli

19 de novembro de 2013 às 07h25

Se alguém disser que a COMPRA DA REELEIÇÃO de THC foi feita com dinheiro privado, isso fará vc, como CIDADÃO, mudar seu conceito sobre os atos e consequências, sobre as ofensas geradas ?

Claro que pelo ponto de vista jurídico, pra alguns réus, ou pra higienização de algumas outras Instituições fará ..mas moralmente, no ATACADO, e pros demais, pros corruptos PASSIVOS confessos e comprovados, e ATIVOS, mesmo que classificado como se estando em quadrilha e/ou BANDO, ou organizados em FACÇÕES partidárias, sei não..

Infelizmente temo que se MANIPULADO e explorado indevidamente, tais elementos posam servir de salvo conduto pra muito marginal vir a tentar se passar por santo (tipo como um Fernandinho Beira Mar se pedindo clemência por terem lhe aplicado algema),,

..e olha que nem conseguimos ainda catar os tucanos mineiros, os pais verdadeiros com direito a terem até “a” DNA de MV no sangue desta criança, “o menino mensalino”.

Aliás, do que já esta contato, lembro que tem mais gato nesta tuba :

“..Foi descoberto em julho de 2008, durante uma investigação sobre o banqueiro Daniel Dantas (1), que o Banco Opportunity foi uma das principais fontes de recursos do mensalão. Através do Banco Opportunity, Daniel Dantas era o gestor da Brasil Telecom, controladora da Telemig e da Amazonia Telecom. As investigações apontaram que essas empresas de telefonia injetaram R$ 127 milhões nas contas da DNA Propaganda, administrada por Marcos Valério, o que, segundo a PF, alimentava o valerioduto, esquema de pagamento ilegal a parlamentares. A Polícia Federal pôde chegar a essa conclusão após a Justiça ter autorizado a quebra de sigilo do computador central do Banco Opportunity..

..Em 20 de julho de 2005, Delúbio Soares prestou depoimento para a CPI dos Correios e disse que movimentou recursos financeiros não declarados à Justica Eleitoral (conhecido no Brasil como “caixa 2”) e que esses recursos foram usados para cobrir dívidas de campanhas do PT e dos partidos aliados. Delúbio disse que ele foi o único responsável por essas operações e que ninguém do partido, principalmente da direção, tinha conhecimento delas. Ele foi expulso do Partido dos Trabalhadores. A expulsão foi aprovada por maioria de votos no Diretório Naciona..

..Delúbio também declarou que convenceu o empresário Marcos Valério a avalizar dois empréstimos bancários do PT e a tomar emprestados em nome de suas empresas R$ 39 milhões, os quais foram depois repassados para o PT. Delúbio negou a existência do mensalão e explicou que o que houve foi uma transferência de recursos financeiros “não contabilizados” junto à Justiça Eleitoral entre políticos do PT e da base aliada”

fonte – http://pt.wikipedia.org/wiki/Esc%C3%A2ndalo_do_Mensal%C3%A3o

(1) DD é o banqueiro que teve 2 HCs dados em fim de semana pelo Agilmal Mentes, o mesmo que viu seu HD trancado num cofre no STF, e que depois técnicos maravilhosos disseram que NÃO conseguiriam descriptografá-lo e dos “pogreçistas” nem insistiram, sobre pena de vermos afundarem QUASE TODA REPUBLICA, lembra ?

Responder

    Ulisses

    19 de novembro de 2013 às 11h20

    Roma, não confunda! O que o PT fez foi caixa dois, financiou a campanha de partido da base com empréstimos pagos! O que o corrupto FHC fez foi pagar deputados para votarem a favor de uma emenda de seu maior interesse e do PSDB, a reeleição. Isto é compra de voto. E o dinheiro sabe da onde saiu? Do propinoduto tucano, da PRIVATARIA TUCANA, leia o PRINCIPE DA PRIVATARIA e descubra a verdade. O hilário disto tudo que segundo o Corrupto Sergio Mota, o projeto PSDB era para durar 20 anos. Durou 8, isto depois do golpe do plano real 2, que desvalorizou exponencialmente o real, quebrando o Brasil. O PT, que segundo figuraça da oposição que queria acabar com a nossa raça, hoje está no terceiro mandado e tudo indica que o 4º está garantido. E se o Lula voltar no 5º, aí será o PT que ficará 20 anos no poder. O Serjão deve rolar de ódio na sua tumba!

    Romanelli

    19 de novembro de 2013 às 12h35

    Oi Ulisses, penso que não estou confundindo não ..acho que AMBOS carregam lá de seus próprios pecados ..um comprando mandato, o outro FACILITANDO o dele.

    Infelizmente esta é a realidade ..sem querer florear, em AMBOS os casos a democracia foi estuprada novamente, houve compra de consciência, assim como homens pequenos de partidos fisiológicos e nanicos, bem como intermediários e operadores, no mínimo, enriqueceram.

    Agora sobre a privataria. Bem, aqui concordo, este é um outro gravíssimo problema que parece JAMAIS irão reaver ..ainda mais no que trata da CVRD, a mais flagrante de TODAS as negociatas.

Jose Mario HRP

19 de novembro de 2013 às 06h47 Responder

Marcilio Serrano

19 de novembro de 2013 às 06h15

Gerson, Luis Carlos…

Já havia antecipado trechos deste texto em matéria do último domingo. Enquanto isto não vemos comentários do Lulipe, Lukas e Rodrigo Leme…baita moralidade seletiva. Temos que aguentar ainda o FHC com seu discurso udenista.

Responder

Roberto Ferreira

19 de novembro de 2013 às 03h13

Baixei e lí o documento e acho que se o Barbosa “escondeu” o referido seria para proteger os mensaleiros (incrível não ?) já que é fácil notar que o laudo identifica a Visanet como mera “cortina de fumaça” para esconder remessas de dinheiro diretamente do Banco do Brasil para o DNA. O problema é que os repórteres alem de não entenderem muito de contabilidade acham que o leitor não tem “saco” pra ler os documentos publicados. Eu entendo do assunto.E leio.

Responder

Miucha

19 de novembro de 2013 às 02h35

EU SÓ VOTARIA EM JOAQUIM BARBOSA SE ELE MANDASSE PRENDER TAMBÉM

1 – José Serra
2 – Verônica Serra
3 – José Roberto Arruda
4 – Carlinhos Cachoeira
5 – Demóstenes Torres
6 – Os três Marinhos da Rede Globo (cadê o Darf?)
7 – Os tucanos do “Mensalão” mineiro
8 – Geraldo Alckmin
9 – Os fiscais da Prefeitura de São Paulo denunciados por Haddad
10 – Daniel Dantas

Bom, o Aécio Neves fica para depois. Afinal, alguém precisa ser o cabeça de chapa.

Responder

cesar augusto

19 de novembro de 2013 às 01h01

o que esse senhor, Joaquim barbosa, ainda está fazendo no stf.
FORA, eu como cidadão e contribuinte do seu salário, o destituo. Você não serve, pois cometeu muuuuuuiiitos erros primários, além de suspeito dolo, má-fé e formação de quadrilha com o pig. FORA barbosa

Responder

Elder

18 de novembro de 2013 às 23h53

O jornalista Raimundo Pereira da revista Retrato do Brasil já vem há meses falando isso tudo que está nesse texto. Participando,como entrevistador, do Roda Viva (já com o inefável Augusto Nunes no comando)Raimundo Pereira discorreu longamente sobre os absurdos da AP 470 o que deixou o entrevistado,Miguel Reale Jr,e o comandante do programa na maior saia-justa.A melhor parte foi quando RP desafiou publicamente o prevaricador S.Excrecência joaquim barbosa a desmenti-lo – estou esperando a resposta do capitão-do-mato até hoje. O pior é que RP, que deixou claro não ser petista,reclamou que nem o PT deu ouvidos às denúncias feitas por ele na Retrato do Brasil. Deu no que deu…

Responder

João

18 de novembro de 2013 às 23h30

Não entendo… é assim mesmo? Fica por isso mesmo? Nenhuma autoridade jurídica vai fazer nada? Dizer nada? Cadê os políticos do PT, Deputados e Senadores? O ministro da Justiça? A presidenta Dilma? O ex-presidente e sempre ídolo Lula???

Porra! Os militantes vão ficar dando a cara a bofete e esses caras não fazem nada.

Se deixarem passar essa injustiça agora, amanhã pode ser que não encontre ninguém para defendê-los? Lembrem-se que já tentaram de tudo no governo Lula e nas eleições passadas, se conseguírem agora terão a certeza de que podem resolver tudo no tapetão. E aí?? Seremos uma nova Honduras ou um Paraguai???

Responder

cesar

18 de novembro de 2013 às 23h29

Pizzolato fará o contraditório da Itália.Quem sabe verdades reais e não fabricadas virão a tona, com conhecimento da mídia internacional séria.Salutar essa viagem do sr Pizzolato

Responder

Pedro Cruz

18 de novembro de 2013 às 23h13

Lewandowisk não condena Pizzolato???? Na sua argumentação ele não diz que não faz diferença se o dinheiro é público ou não??? Que mesmo sendo privado existe o delito???? Alguem pode me esclarecer????

Responder

    Mateus

    18 de novembro de 2013 às 23h39

    Eu me fiz as mesmas perguntas. Quem pode dar uma luz sobre isso?

    FrancoAtirador

    19 de novembro de 2013 às 02h09

    .
    .
    Alguns ministros, de boa-fé, como Lewandowski, Carmem Lucia, Rosa Weber e mesmo Marco Aurélio, foram ludibriados pelo Relator, hoje Presidente do STF, que, entre tantas ilegalidades praticadas, suprimiu fatos, distorceu datas e ocultou provas documentais que inocentariam alguns réus dos crimes a que foram acusados injustamente na AP 470.
    Desde a fase de Inquérito Policial, passando pela Denúncia do MPF e a Instrução da Ação Penal, com a colheita [ou não] de provas testemunhais e documentais, até o Julgamento propriamente dito, há uma série de nuances e detalhes processuais que são quase imperceptíveis e podem passar despercebidos até por ministros do STF, que dirá à maioria da população que é totalmente leiga no assunto e busca informação na Mídia Empresarial Venal e Fora-da-Lei.
    .
    .

    Ulisses

    18 de novembro de 2013 às 23h40

    Eu esclareço! Pizzolato não tinha poder para liberar empréstimo nenhum. Tinha superiores a ele, porem colocados ali pelo PSDB! É isto que o Barbosa quer esconder. Quem liberou os empréstimos foram seus superiores, aparelhados no B. do Brasil pelo PSDB. Foram empréstimos posteriormente pagos pelo PT e que efetivamente pagaram a campanha de outros partidos (caixa 2), inclusive pagando para a rede Globo, esquema para lá de viciado no Brasil. O porem é que o caixa dois era do PT! Aí, nossa mídia cavernosa transformou em um mega escândalo com a ajuda do, aparelhado pelo PSDB, PGR e STF, “onde temos facilidades” segundo Daniel Dantas! O mesmo PGR que esconde o trensalão tucano, compra de voto da reeleição de FHC e outros escândalos, estes bem verdadeiros e com provas, do PSDB, que nos rouba a 20 anos sem escrúpulo algum e onde nenhum processo vai adiante. Ficou ruborizado agora?

    Marco Santo

    19 de novembro de 2013 às 00h24

    Ulisses, tomei a liberdade e copiei o seu esclarecimento no meu FACEBOOK. mencionei o fato de ter extraido do viaomundo e sua autoria. (no post principal OK). Obrigado pelo esclarecimento bastante objetivo. Já sabia disso, mas, foi muito bem elaborado.

    Marcos

    19 de novembro de 2013 às 02h49

    Ulisses, por tudo o que li a respeito, não é assim como você está dizendo. A agência DNA Propaganda Ltda, contratada para fazer a publicidade dos Cartões Visanet, REALMENTE fez a publicidade dos Cartões Visanet e foi paga com o dinheiro do Fundo Visanet, que é inteiramente privado, embora administrado por diretores do Banco do Brasil S/A. A tese do mensalão encampada pelo STF é a de que o dinheiro do Fundo Visanet (em torno de 75 milhões de reais na época) que deveria ser usado para pagar a publicidade dos Cartões Visanet, teria sido desviado para pagar vários parlamentares (deputados federais) para que votassem em projetos e matérias de interesse do governo Lula. Acontece que essa tese, que levou à condenação de vários réus da Ação Penal 470 (conhecida como ‘mensalão’), se revelou totalmente falsa. Primeiro, porque o dinheiro do
    Fundo Visanet é inteiramente privado, como já disse. Ou seja, não houve um centavo sequer de dinheiro público usado nessa situação, pois o dinheiro usado não era do Banco do Brasil S/A, como a PGR, o STF e o PIG afirmavam. Isso já está totalmente provado. E para ridicularizar ainda mais a tese encampada pela PGR, pelo STF e pelo PIG, sabe-se também agora, devidamente provado, que o dinheiro do Fundo Visanet foi usado inteiramente e corretamente para pagar a publicidade dos Cartões Visanet, e que a agência DNA Propaganda Ltda (de Marcos Valério) efetivamente prestou os serviços pelos quais foi paga, sendo que uma parte do mencionado dinheiro do Fundo Visanet foi usada para pagar a veiculação das propagandas produzidas pela agência DNA em diversas mídias (televisões, rádios, jornais, revistas). E repito: tudo isso está devidamente documentado e provado. Ou seja, não só o dinheiro do Fundo Visanet era privado como também foi inteira e corretamente usado.
    Já o dinheiro de caixa 2, que foi usado para pagar as despesas de campanhas do próprio PT e de partidos aliados, veio de empréstimos legais feitos pelo PT junto a algumas instituições financeiras privadas.
    Por isso, mesmo após terem vasculhado a vida de José Dirceu de alto a baixo, por exemplo, quebrando seus sigilos fiscal, bancário, telefônico, entre outras coisas, não encontraram uma prova sequer contra ele. Nem irão encontrar, já que não existiu realmente o ‘mensalão’. Da mesma forma e pela mesma razão, também não encontraram nada, nada mesmo, contra José Genoino nem contra João Paulo Cunha nem contra o Pizzolato. Condenaram inocentes cujo único ‘crime’ é o de ser petista! Mas a vida continua, e todos esses erros grosseiros, todas essas barbaridades, todos esses crimes cometidos pelo PIG, pelo STF (principalmente Joaquim Barbosa), pela PGR não demorarão muito a se voltar contra eles mesmos. “Quem semeia o mal, colhe a desgraça.”

    Sagarana

    19 de novembro de 2013 às 08h51

    Putz, você está afirmando que o PT, ao tomar o poder, nomeou apenas o segundo escalão do BB? Que coisa…

    Zanchetta

    19 de novembro de 2013 às 09h18

    1) Vc quer me dizer que 5 anos depois de o Lula assumir o Governo, os diretores do Banco Oficial do Brasil eram do partido da oposição?!?! Incompetência do Lula.

    2) Se foi para pagar dívidas de campanhas dos aliados, porque só os que foram eleitos receberam? Os que perderam as eleições não tinham dívidas, não?

    Ulisses

    19 de novembro de 2013 às 11h01

    Zancheta, não se faça de ingênuo, por que você acompanhou como todos nos aqui, tudo que foi escrito sobre o empréstimo. Sabe que há tucanos superiores a Pizzolato que assinaram o empréstimo não de dinheiro público, mas da visa, que é provado. O que o lula não fez foi demitir toda esta corriola colocada lá por FHC. Republicana mente, ele preservou o aparelhamento do PSDB. É estes não que estão no processo paralelo que o Barbosa quer esconder

    Rafael

    18 de novembro de 2013 às 23h50

    Pedro Cruz não sou da área do Direito, mas essa questão é simples. Se o dinheiro não é público o processo não seria julgado no STF e o caso seria crime eleitoral e não penal. Faz muita diferença nas penas também.

    Francisco

    19 de novembro de 2013 às 03h58

    Rafael, acho que o raciocínio é esse mesmo.

    Se o PT pega um empréstimo público e não paga é tão crime quanto pegar um empréstimo privado e não pagar.

    O engraçado na história é que o empréstimo FOI pago! Tanto isso é verdade, que o STF condenou o PT, mas o Banco do Brasil, não!

    Como o PT poderia ter roubado dinheiro público do estado sem ter roubado dinheiro público do BB?

    É coisa de gente demente, esse processo.

    Quanto a Barbosa (o Joca) nada a falar – esse ai não passa num psicoteste.

    O que me assombra são os demais ministros: como é que eles engoliram isso?

    Eu estou com medo de furar um sinal e terminar na Ilha das Cobras, Carandiru ou Juqueri. Estamos nas mãos de quem? Socorro!!!

    Marcilio Serrano

    19 de novembro de 2013 às 06h33

    Rafael,

    Lembrando que desde o começo o PT assumiu a culpa por crime eleitoral…o problema que no meio do caminho digo PGR e STF transformaram no maior escândalo da historia, dando a pauta em parceria com a mídia.

    O Genuino é corrupto e mora no mesmo imóvel há mais de 30 anos (financiado inclusive) não enriqueceu durante todo este tempo de política já do outro lado temos alguém que tem apartamento em Paris, Fazenda em MG atua na área de construção civil sem dar um pingo de satisfação a sociedade (protegido pela Globo e seu Projac/Gráfica do Globo), sem falar em outro bem conhecido que mora em Mansão e vive sabe-se lá do que(terreno cedido a Globo em SP).


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