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Diário da Resistência


MPL: Por que não vamos depor no DEIC
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MPL: Por que não vamos depor no DEIC


26/01/2014 - 13h39

Por que não vamos depor no DEIC – ou sobre intimações, inquéritos e investigações

24 JANEIRO 2014, no site do Movimento Passe Livre, via e-mail, sugerido pela Branca Mandetta

Durante 2013, a luta por um transporte efetivamente público sofreu forte repressão no Brasil. Só em São Paulo, durante as manifestações contra o aumento da tarifa, foram presas mais de 300 pessoas. A diferença desse número em relação às cifras oficiais divulgadas pela Polícia, e replicadas pela mídia, se deve principalmente às prisões para averiguação. Sem imputar qualquer crime, a Polícia Militar prendeu e encaminhou para Delegacias de Polícia pessoas por estarem com tinta, cartazes, vinagre e mesmo “por ter cara de manifestante”.

Essa prática ilegal, cotidianamente adotada pela PM nas periferias, foi novamente utilizada na semana de luta pelo passe livre, nos atos dos dias 23 e 25 de outubro, somando mais de 110 pessoas que foram presas sem que se pudesse acusá-las de absolutamente nada. Mais uma vez, a famosa e inconstitucional “prisão para averiguação” fez com que as pessoas presas fossem liberadas ao longo da madrugada, como sempre, após horas submetidas à ilegalidade estatal, a agressões físicas e psicológicas, e a abusos como a revista vexatória.

A repressão operada com esse tipo de intimidação foi aprofundada por uma ação alardeada pelo Governador de São Paulo e orquestrada pelo Ministro da Justiça, em conjunto com o Judiciário, o Ministério Público e a PM que, surpreendentemente, sem qualquer base legal, instaurou um inquérito policial para identificar os manifestantes deste e de diversos outros atos. Um inquérito que sequer possui qualquer pessoa indiciada pela prática de um crime. Os alvos deste inquérito, que já tinham sido presos de forma arbitrária, foram intimados a depor no dia 12 de dezembro de 2013, e aqueles que não compareceram foram reintimados a depor no dia 24 de janeiro de 2014, sob diversas ameaças, dentre elas a de condução coercitiva pela Policia em caso de não comparecimento.

O pretexto para a investigação é identificar adeptos da tática “black bloc”, mas, como fica cada vez mais claro com o desenrolar dos depoimentos, a principal intenção é mapear e intimidar todas aquelas pessoas que lutam por uma vida sem catracas.

As contradições desse processo estão evidentes mesmo dentro do próprio sistema que ele pretende preservar: a figura do inquérito serve para investigar crimes e não pessoas. Nesse inquérito não há a apuração de crime específico algum; as tomadas de declarações se restringem a identificar pessoas – com interrogatórios que remetem a Estados de Exceção – com a intenção de enquadrá-las em um grupo de suspeitos a priori. A seletividade das ações da polícia se repete, mas com outro recorte: junto à criminalização cotidiana da pobreza, visa reprimir as lutas que se colocam contra este sistema opressor.

Enquanto isso, as barbaridades cometidas pelos agentes policiais não são apuradas, sem qualquer aceno de responsabilização ou mesmo de desestruturação da lógica militar que faz de todas e todos que lutam ou resistem às opressões inimigos a serem violados.

O Movimento Passe Livre São Paulo e a Fanfarra do M.A.L. entendem que a existência dessa investigação é a continuação da sistemática violação de direitos das pessoas que já foram presas ilegalmente. A visita de policiais em suas casas e as ameaças verbalizadas nada mais são do que uma intimidação para desmobilizar nossas lutas. Por isso, defendemos o não comparecimento para depoimento, exercendo, dessa forma, o nosso direito constitucional de permanecer em silêncio. Não é admissível que continuemos a legitimar esse tipo de ação repressiva e intimidadora dos de cima, que só busca preservar a ordem que controla e massacra os de baixo.

TODA PRISÃO É UMA PRISÃO POLITICA!

POR UMA VIDA SEM GRADES E SEM CATRACAS!

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91 comentários

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José X.

28 de janeiro de 2014 às 21h53

Agora tá escancarado o apoio do MPL ao PSDB.
———————————————

Fato concreto que citei ao tal “Leo V”: o tal MPL nunca fez manifestação contra os governos tucanos de SP (Serra e Alckmin).

Resposta dele:

“Nem vai fazer Jose X,

Movimento social luta pela sua bandeira, por uma conquista social, não contra política A,B,C ou D.”

Pois é minha gente, o roubo de bilhões de reais DA ÁREA DE TRANSPORTE pela gang tucana não interessa ao tal MPL.

Aliás, pelo jeito, o MPL deve considerar transporte metropolitano (que é estadual) em SP é uma maravilha de outro mundo, que inclusive fornece “passe livre”, por isso o MPL não protesta contra os bicudos ladrões, não é mesmo ?

Responder

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 23h20

    Jose X,

    eu não sou do MPL… eu respondo apenas como alguém que pelo menos tem mínima noção do que é um movimento social.

    Você nunca viu nem nunca vai ver o MST fazendo protesto contra Serra, FHC ou Alckimim.
    O MST faz protesto pelas suas demandas. Podem até protestar na frente do palácio de um governo se acharem que isso pressiona a conquistarem suas demandas. É assim que funciona. Precisa desenhar?

    Quem tá no governo tem que aprender a ser vidraça porque virá pressão em cima.
    A tua fantasia é o governo do PT sem povo, sem movimento social.

    Pela enésima vez, já que vc se faz de surdo, aqui vai um link, e espero que vc tenha um orgasmo com ele:

    “SP: metroviários e MPL fazem protesto contra Alckmin e cartel no Metrô”

    http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-metroviarios-e-mpl-fazem-protesto-contra-alckmin-e-cartel-no-metro,5eea36b366e70410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Luís Carlos

28 de janeiro de 2014 às 18h05

Estou com dificuldades em acessar posts do Viomundo. Surgem sempre faltando mensagens. Está acontecendo algo diferente?

Responder

    Conceição Lemes

    28 de janeiro de 2014 às 18h12

    Luiz Carlos, daria pra explicar melhor o problema que está dando, por favor? abs

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 21h02

    Sempre que entro neste post tenho encontrado inicialmente apenas 12 comentários iniciais. Em outros posts vejo inicialmente poucos comentários ou mesmo nenhum, mesmo tendo outros tantos comentários lá, inclusive que eu mesmo esçrevi. Para eu conseguir visualizar os demais tenho que postar nova mensagem ou após clicar em responder para alguém. Isso está ocorrendo desde domingo, e não é apenas nesse post. Estranho pois nunca ocorreu antes isso. Pergunto inclusive se todos os posts ainda são os mesmos de domingo além do Rosário que foi colocado ontem. Seria no meu IPad o problema?

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 21h13

    Parece que estou “congelado” em algum momento de domingo. Esta mensagem por exemplo tive que clicar em responder o AndreLB pois era o dēcimo segundo comnetário, o mais recente que aparecia, só então surgiram os demais e cliquei em responder para você novamente.

    José X.

    28 de janeiro de 2014 às 21h44

    Conceição, esse problema também acontece comigo e provavelmente com muito mais gente.

    O site aparece sempre desatualizado, só fica atualizado quando teclamos Control F5 (para limpar o cache do navegador).

Mário SF Alves

28 de janeiro de 2014 às 12h50

Algumas dúvidas em relação ao Norte da garotada eMePeLa:

1) Quanta indecisão, vacilo e perda de combatividade pode custar o assédio da imprensa corporativa?

2) No singularíssimo capitalismo subdesenvolvimentista naZional, quanto tempo sob a luz dos holofotes da mídia “amiga” é possível resistir à sedução corruptora?

3) Se o Haddad, prefeito de São Paulo, tivesse planos e meios de resolver o problema do transporte público na Capital ele seria aliado ou adversário?

Responder

Mauro Assis

28 de janeiro de 2014 às 09h02

Essa espécie de “extrema esquerda caviar jovem” não vai depor, então? Uai, e daí? O Sarney também não depõe em processos a que responde e no entanto tá aí mandando ver desde 1965.

TODA PRISÃO É UMA PRISÃO POLITICA!

POR UMA VIDA SEM GRADES E SEM CATRACAS!

É cada maluco…

Responder

Roberto Locatelli

28 de janeiro de 2014 às 08h56

Há muitas perguntas no ar:

1) Por que esse tal “mpl” não protesta contra o propinoduto do Metrô / CPTM? Afinal, essa roubalheira tirou do trabalhador muitos quilômetros de metrô.

2) Por que esse tal “mpl” não protesta contra o impedimento para construir novos corredores de ônigus que a justiça impôs a Haddad? Eles acham que isso não é importante?

3) Quem financia esse tal “mpl”?

4) Por que o VioMundo dá voz a essa gente, e não diz NADA sobre o fusca incendiado (com uma família dentro) pelos black-blocs-tucanonymous-ninjas-eixos-quebrados?

Responder

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 12h15

    Já te passou pela cabeça que talvez o Viomundo não fale nada sobre o fusca exatamente por ele não ter sido incendiado por manifestantes?

    Por que será que você não sabe que a manifestação de sábado passado, do tal fusca, não teve nada a ver com MPL?

    Por que será que vc acha que movimento social tem que fazer protesto em função do favorecimento eleitoral do seu candidato e não a partir da autodeterminação das pessoas que compõem o movimento, avaliando as pernas que tem e o objetivo que do movimento, que é a tarifa zero?

    Por que será que sua cabeça é tão autoritária de achar que quem não está submetido à lógica eleitoral do seu partido de coração merece repúdio?

    Por que será que na sua visão de mundo as pessoas só tomam iniciativa baseadas em dinheiro?

    Stalin também devia perguntar: quem financia essas pessoas!

    lourdes

    28 de janeiro de 2014 às 15h49

    Acima de questões partidárias acho as perguntas do Roberto Locatelli bem pertinentes,mas até agora ninguém do MPL as respondeu.
    E quanto à questão do fusca incendiado, há que se pensar e muito sobre os riscos que se corre com ações violentas, se foi o MPL, o black block eu não sei; mas se eu fosse manifestante em um ato onde pessoas passassem a quebrar e incendiar eu me retiraria por não compactuar com isso, quem permanece é coautor é também responsável pelo que resultar desses atos. E olhe que participei de muita luta, greve, passeata, sempre, sempre tivemos o cuidado de preservar a integridade dos participantes e a segurança de quem estava a nossa volta.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 18h00

    lourdes,

    faltou vc dizer que não sabe se foi a CUT ou o papa Francisco também que colocaram fogo no fusca.
    Engraçado, numa manifestação que não foi convocada pelo MPL, que não era sobre ‘passe livre’, que o MPL não participou, resta ainda a dúvida se foi o MPL…

    Óbvio que quem participa de movimento social não vai ficar respondendo perguntas que fazem na internet… imagina se alguém tem tempo pra responder toda e qualquer pergunta que é colocada na internet.

    Mas não precisa ser alguém do MPL para responder as perguntas. Basta ser alguém com o mínimo de bom senso, que saiba diferenciar partido de movimento social.

    lourdes, que gostaria de saber por que a organização que vc participa (das greves, passeatas etc.) não protesta a favor da legalização do aborto; contra o José Sarney; contra o José Serra; contra o Obama também, é claro; (posso enumerar aqui uma dezena de protestos que eu gostaria ver alguém fazer).

    Eu acho que ter um movimento organizado para tornar o transporte público e gratuito é bom demais!
    Se vocês querem um movimento anti-PSDB, organizem o seu. Agora, não sejam infantis de ficarem perguntando por que os outros não fazem o que vcs gostariam que eles fizessem.

    Andre

    28 de janeiro de 2014 às 20h27

    Caro leo, vc cometeu um ato falho. A referência a Stalin deixa clara qual a sua posição (não digo do MPL, mas talvez seja já que você o defende de forma acritica, quase de adoração). Se referir a Stalin, chamar de stalista é sempre um artifício da direita para desqualificar a esquerda; qualquer pessoa de esquerda é imediatamente xingada de stalinista por um direitista ou criptodireitista.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 22h50

    É Andre, deve ter sido ato falho mesmo, vai ver.

    Se vc me chamasse de trotskista ainda faria algum sentido. Pelo jeito vc não circula mesmo nos meios de esquerda. Se circulasse saberia que chamar de stalinista é o xingamento padrão de trotskista.

    Mas se vc gosta do stalin, faça bom proveito.

    Acho que se eu chamar alguém de ‘fascista’ vc vai achar ato falho também, já que a direita também usa isso como xingamento.

    Ricardo JC

    29 de janeiro de 2014 às 21h50

    Quanta tergiversação!!! É evidente que quando nos colocamos em alguma posição, estamos fazendo política. As vezes partidária…outras pretensamente não. É muito fácil acusar os outros de simplesmente ter uma posição partidária quando se pode fazer qualquer coisa e alegar que é simplesmente uma demanda de um movimento social. Está claro, por exemplo, que o MST sempre defendeu suas bandeiras, mas se colocou como um movimento de transformação da realidade, em diferentes campos. Deu a cara para bater pela transformação deste país. Até porque brigar por uma questão única (tarifa zero) me parece até infantil… O MST, e o Stédile está aí que não me deixa mentir, nunca fui um movimento exclusivamente dedicado à reforma agrária. Sempre se posicionou em outros aspectos da vida nacional!! Talvez o MPL seja tão bom que esteja isento de se posicionar.
    Tenho que acabar acabar concordando com o Locatelli, por que nunca vi o MPL brigando, de fato, por um transporte público democrático, que permita a todos os cidadãos terem acesso a mobilidade efetiva, sem que isto comprometa outros aspectos de sua vida? Parece coisa de criança…só queremos tarifa zero. Certamente trens e metrôs decentes (talvez até com a tarifa zero) ajudariam, e muito a população.

    Leo V

    31 de janeiro de 2014 às 16h40

    Primeiro: é muito mais fácil ter posição para todos os assuntos nacionais quando uma organização é centralizada. Algumas cabeças pensam e dizem.
    Num movimento horizontal, trabalha-se por consenso. Se sai do foco e da luta específica que une as pessoas, a tendência é a desagregação.
    Nesse sentido esses movimentos se posicionam muito mais pela forma que se organizam do que pelo que dizem. Pelas formas democráticas ae igualitárias internas.

    Não dá nem para comentar uma afirmação de que nunca viu MPL falando sobre transporte público, “só” de “tarifa zero”. Como se tarifa zero fosse só! Tirar o transporte da lógica mercantil é pouco?
    Questão sua é desinformação, O MPL em 9 anos de existência tem muita discussão acumulada sobre transporte e sobre a cidade. Muito debate público feito. Acredito é que faltou interesse da sua parte no assunto para saber.

Grande Carioca

28 de janeiro de 2014 às 01h03

Não sei porque insistem em nomear o PSOL e o PSTU como partidos de esquerda. Eles já são partidos de direita. Disso ninguém mais duvida.

Responder

Grande Carioca

28 de janeiro de 2014 às 01h00

MPL e PSDB! Tudo a ver!

Responder

Luís Carlos

27 de janeiro de 2014 às 21h49

E o ataque ao teatro público?

Responder

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 02h07

    Pra pensar, embora eu saiba que se fosse questão de pensar você não estaria escrevendo o que escreve:

    de Gustavo Gindre em https://www.facebook.com/gustavo.gindre/posts/570661276350507?stream_ref=10

    “Alguém se lembra do que aconteceu em 25 de junho de 1987?

    Uma manifestação organizada por PDT, PT e CUT cercou o ônibus onde estava a comitiva e o próprio presidente Sarney. Uma janela foi quebrada e Sarney teve uma das mãos levemente ferida.

    Em editorial, o Jornal Nacional pediu a cassação de Brizola, acusando PT e PDT de terem feito uma “opção pelo crime”.

    Uma semana depois, uma manifestação no Rio terminou em caos, com mais de 60 ônibus queimados.

    Agora, você que já tinha idade na época para compreender esse fatos, tente se lembrar qual foi a sua posição.

    Você concordou com a Globo?

    Você aplaudiu de pé a queima dos ônibus e a agressão à Sarney?

    Você achou lamentável a queima dos ônibus, condenou a violência, mas entendeu aquilo tudo como a explosão incontrolável de uma profunda insatisfação social?

    Agora, tente se lembrar qual foi a resposta do PT a esses eventos. Você se lembra?

    O PT optou justamente pela terceira alternativa. Disse não concordar com a violência, mas defendeu enfaticamente o direito das pessoas se manifestarem e debitou a violência a uma profunda insatisfação contra o governo, que terminou explodindo daquela forma. Em síntese, o PT alegou que o grande responsável por tudo aquilo era justamente o governo Sarney.”

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 18h11

    Quando te fazem perguntas sobre fatos dessa semana você discursa contarão PT. Pergunto de novo já que optaste por não responder: e sobre o ataque ao teatro? Se tiveres informações, gostaria de ler, prém podes preferir continuar referindo-se ao PT.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 23h03

    Nem sei de ataque ao teatro.

    Não estou atacando o PT. Não tenho nada contra o PT, inclusive a ultima vez que votei foi no PT.

    Tenho contra pessoas que esquecem a história, que mudam de lado.

lukas

27 de janeiro de 2014 às 21h07

Não há salvação fora do PT. Ele é a luz que ilumina o país.

Responder

    Luís Carlos

    27 de janeiro de 2014 às 21h50

    Quase todo país. Você, por exemplo, não tem poste de luz que ilumine.

Francisco

27 de janeiro de 2014 às 20h11

“POR UMA VIDA SEM GRADES E SEM CATRACAS!”.

Tem uns tarados por ai que estão torcendo pelo seu sucesso…

Responder

José X.

27 de janeiro de 2014 às 19h50

Dá cada vez mais na vista o mau caratismo do tal MPL.

O que eu escrevi:
“O MPL nunca protesta contra o PSDB (em São Paulo, pelo menos). Conclusão: a cargo dos leitores.”

O que o tal Leo V. respondeu:
“Dizer que o MPL só faz manifestação em governo do PT é simplesmente mentira. Mentira tão deslavada quanto as da Rede Globo que vc pelo jeito assiste muito e aprendeu como se faz.”

Eu falo do PSDB, Serra, Alckmin e todo o bando de gângters que os cercam. O cara vem e fala do Kassab…

O MPL é linha auxiliar dos tucanos…igualzinho PSOL, PSTU, PPS, SDD, etc.

Responder

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 01h59

    Mau caratismo é pinçar uma parte do que escrevi.

    MPL não faz manifestação contra político, faz manifestação por transporte público gratuito. Nunca fez manifestação contra Alckimim, nem contra Haddad…

    Vou colar de novo o que escrevi:

    Jose X,

    a cargo dos leitores decidirem se governistas como você são tão manipuladores quanto o tal do PIG. Estamos vendo agora em ação o Partido da Imprensa Governista também, não menos mentiroso que o Partido da Imprensa Golpista.

    Primeiro, MPL não faz manifestação contra partido nenhum, e nem propriamente contra ‘governo’ algum. Sua pauta é o transporte publico gratuito, é sobre isso que ele se manifesta.

    Dizer que o MPL só faz manifestação em governo do PT é simplesmente mentira. Mentira tão deslavada quanto as da Rede Globo que vc pelo jeito assiste muito e aprendeu como se faz.

    Vai no Google, coloca Kassab, MPL. MPL, metrô, cptm. Isso só em São Paulo. Procure em outras cidades, faça uma pesquisa séria.

    Caro que vc não vai fazer isso, pois sua intenção sempre foi ganhar pela mentira e difamação, aliás, como o tal do PIG que vc deve dizer odiar. A ‘esquerda governista’ está a caminho de se igualar em 2014 aos direitistas nas suas campanhas de difamação e assassinato de reputação, de individuos ou movimentos.

    Espero sinceramente que vc ganhe uma vida, pense por si próprio, se empodere, e deixe de ser vaca de presépio de gestores.

    José X.

    28 de janeiro de 2014 às 11h48

    O MPL nunca fez protesto contra Serra e Alckmin. Ponto.

    Ana

    28 de janeiro de 2014 às 12h33

    Caro Leo V, infelizmente nenhum movimento social pode fazer críticas ao governo do PT sob pena de ser taxado de direitista, golpista ou qualquer outra nomenclatura pejorativa. É uma tristeza… mas vejo como vc e muitas dessas pessoas não fazem isso por ignorância e sim por má fé…

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 12h44

    Nem vai fazer Jose X,

    Movimento social luta pela sua bandeira, por uma conquista social, não contra política A,B,C ou D.

    Quem tem que fazer manifestação contra político é o político adversário que disputa a eleição com ele, não movimento social. Movimento social luta por direitos, uma luta positiva.

Zilda

27 de janeiro de 2014 às 18h55

Por quê essas crianças não foram pras ruas quando a lei que regula o IPTU de forma progressiva, cujos recursos seriam aplicados no transporte público? As manifestações obedecem aos desejos ou às necessidades dessa garotada?

Responder

Luís Carlos

27 de janeiro de 2014 às 18h27

E porque incendiar um fusca de um trabalhador com família, criança dentro? Isso faz parte da luta pelo transporte público universal e de qualidade?

Responder

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 02h03

    Luis Carlos,

    que palavra se usa para alguém que não sabe nem do que está falando? Tipo, alguém que não sabe que sábado a manifestação era sobre Copa do Mundo e não transporte publico?

    Pelo jeito vc vê bastante Globo News e acredita em tudo que aparece nela. procure relatos de testemunahs que stavam no local antes de repetir notícias que já foram desmistificadas:

    “O motorista do Fusca ciente do risco passou pelo colchão em chamas, o colchão ficou preso ao assoalho do carro. Algumas manifestantes tentaram retirar, porém por se tratar de um carro baixo não conseguiram, no momento em que o carro estava em chamas, o dono num ato de desespero entrou no carro acelerou por alguns metros saiu do veiculo, foi quando um grupo de fotógrafos e manifestantes ajudou à retirar a senhora e uma criança que estavam no bando de trás.
    Na sequencia de fotos é possível compreender . É uma farsa o que está sendo noticiado nos portais da internet, e jornais. NENHUM MANIFESTANTE ATEOU FOGO NO CARRO. “

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 18h16

    Leo V
    Repito que não assisto canais de TV que pareces assistir. Como disse antes, vi no Blog da Cidadania do Edu Guimarães, e após em outros, como Tijolaço e Brasil 247. Se o que falas é verdade, sugiro que se comuniquem melhor com população, pois também blogs que não são PIG estão divulgando o que negas. Edu Guimarães afirma ter acompanhado a manifestação e relatou o que teria visto.

Sidnei

27 de janeiro de 2014 às 18h04

Se fossem sérios, esse tal MPL já tinha ido pra frente da FIESP fazer barulho contra a ação que nocauteou o IPTU paulistano.

Responder

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 18h10

    Não te vi por lá. Pelo jeito vc também não é sério.

    Ou seja, só o super-homem é sério. Talvez o Batman também.

    Não vi o MST por lá também. Suponho que não seja sério. Aliás, a CUT também não foi, não deve ser séria. Aliás, nem militantes do PT foram. O partido não deve ser sério.

    Andre

    28 de janeiro de 2014 às 09h55

    Talvez o MST não tenha estado lá porque na manifestação de 20 de junho de 2013 no Rio, o MST foi vaido por pitbulls e só não foi linchado porque era o MST. Ninguem do MPL para defender o MST. Talvez as esquerdas organizadas não vão mais a manifestações convocadas pelo MPL porque ele só defende o black block da policia, mas não defende a esquerda de nazifacistas.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 12h05

    Andre,

    Você usa o mesmo artificio dos Digos Mainardis da vida.. mentira.

    Dia 20 de junho, Avenida Paulista. A esquerda fez um bloco, juntou PSTU, PT, MST, CUT etc. Quem foi a frente do bloco foi o MPL.

    Não minta, não fale besteira. Os militantes de movimentos sociais sabem bem que são seus inimigos. Quem não sabe são as pessoas que fincam a bunda na internet fazendo comentários irresponsáveis.

    Ana

    28 de janeiro de 2014 às 12h46

    Em 2006 um grupo considerável de manifestantes reuniu-se no evento de inauguração da pomposa árvore de natal do Ibirapuera para protestar, era o MPL, lembro das faixas. O Kassab esteve no local e foi bastante vaiado. Eu estava com mais dois amigos expondo uma faixa de protesto sobre as condições das medidas socioeducativas em meio aberto no estado. Os seguranças do parque não se atreveram a encarar o MPL, eram muitos, mas vieram, arrancaram nossa faixa e rasgaram-na. O pessoal do MPL nos levou para dentro do seu “cordão”, ajudaram a consertar a faixa e a levantaram junto conosco, a nossa e as deles.
    Fazendo suas as minhas palavras, isso me diz bastante sobre a integridade do MPL e sobre amigos e inimigos na luta pela construção de um país melhor.

Maria Rita

27 de janeiro de 2014 às 13h01

As manifestações de junho intimidaram grupos petistas e os expulsaram do movimento ‘contra tudo que está aí, exceto a oposição ao PT’. Não deram as caras depois de junho e agora retornam com essa história de que toda prisão é política. Porque não fazem e nem fizeram jamais um protesto contra o sistema judiciário, do qual agora estão reclamando. Argumentações oportunistas, argumentações de má-fé. Não acredito no MPL, não acredito no PSol, muito menos no PSTU. Sei quem são os adversários do PT politicamente falando, sei que político nenhum é santo. Quero a regulamentação dos meios de comunicação. Não quero nem desejo uma revolução nesses tempos sombrios. Não existe revolução sem baixa, mas essas últimas não tem estratégia, não tem liderança, não tem armas a não ser as dadas ou compradas junto aos fazedores de guerra. Muito menos união ou adesão a um projeto. Ou melhor, agora o projeto é mundial e vem com a denominação de primavera. Romântico, não. E burro, muito burro, principalmente para a população civil. Todos os países que se aventuraram foram ou estão sendo engolidos pela indústria bélica mais poderosa do mundo. Foi um sacrifício para muito de nós engolir a parceria do PT com alguns partidos. Sabemos dos muitos nós que ainda teremos que desatar. Mas, pelo visto, o MPL está interessado em soluções radicais. Não paga isso, não paga aquilo, não passa aqui, nós determinamos.Não tem análise de riscos, não apresentam estratégias, nada. Até bandido sabe que é preciso negociar. Mas qual nada! Vocês são os novos sábios do pedaço. Beleza!

Responder

    ricardo

    27 de janeiro de 2014 às 17h40

    Sei, você só acredita no PT.

    Ulisses

    27 de janeiro de 2014 às 18h12

    Melhor o PT que tudo o que está aí! O PSOL e PSTU associados ao pior que existe na direita! Eles giraram tanto que voltaram a direita. E eles ficam como os três macacos, cegos, mudos e surdos a roubalheira tucana! PSOL e PSTU vivem para reclamar em butiquim. Não gostam de trabalhar, oferecer propostas! Sonham e eterno poder da direita ladrona para viver reclamando!

    Rodrigo

    27 de janeiro de 2014 às 19h55

    Isso mesmo, esclarecedor!

Tião Macalé

27 de janeiro de 2014 às 12h37

.
Democracia sim!
Fascismo, não!

Manifestações ordeiras, sim!
Baderna e depredação, não!

Vai ter Copa, sim!
Golpe dos partidos de direita: PSOL e PSTU, não!

Responder

    Lucas G.

    27 de janeiro de 2014 às 13h10

    ah, olha aí o democrata anti-fascista pedindo manifestações “ordeiras”… mais um leitor do Reinaldo Azevedo e de sua teoria da polícia como “democracia fardada”.

    Ulisses

    27 de janeiro de 2014 às 18h16

    A copa vai gerar lucro de 120 bilhões de dólares! Isto é fato! A direita sabe que a copa gera emprego, lucro e progresso ao país. Por isto não querem a copa. O PSTU E PSOL tem apenas inveja do PT. Não admitem uma esquerda que faz e produz. O sonho deles é reclamar de barriga cheia em butiquim. Os verdadeiro sindicato pelegão! Querem esculhambar? Vão ser esculhambado também

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 16h25

    Quem defende o governo defende 120 bilhões de dólares de lucros. É só que tem a dizer. O pior é querer se passar por esquerda com esse discurso.

    Os lucros ou as pessoas? A sua escolha está clara.

Andre

27 de janeiro de 2014 às 12h32

É muito louvável e bem vinda em uma democracia a atitude do MPL e dos movimentos sociais em geral em denunciar a brutalidade, violencia e arbitrariedade da policia. Mas talvez essa seja uma oportunidade para colocar a questão da violência e arbitrariedade no nosso país em um contexto mais amplo. Somos um dos países com um dos maiores índices de violência doméstica do mundo; somos um dos países com um dos maiores índices de assassinatos a comunidade LGBT no mundo. A arbitrariedade e violencia vai desde como as pessoas se dirigem aos desconhecidos nas ruas até os cantos de guerra do funk. Conheço gente que foi agredida na rua por estar fumando um cigarro – de nicotina, esses legalizados. A sociedade brasileira é na sua maioria violenta e autoritária; não é só a violÊncia do Estado contra o cidadão ela é generalizada no nosso país. Não dá para acreditar no mito do ‘brasileiro gentil’, temos uma cultura generalizada de violência. Fica a questão: a policia é causa ou sintoma?

Responder

edir

27 de janeiro de 2014 às 12h06

Nos anos 80 em Campinas na gestäo do petista sindicalista Jacó Bittar, foi criado a catraca livre nos finais de semana e feriado. Sabe o que aconteceu ? ficou impossível usar os o sistema de transporte nesses dias. Os passageiros eram quase empilhados um sobre o outro. A passagem para o inferno seria mais suave que usar um onibus na cidade com a tal catraca livre. Esse pessoal do PSOL/PSTU e Marineiros, acho eu que vivem no mundo da lua. Sou pela passagem mais barata, mas catraca livre ? täo mesmo louco. Espero que o Brasil nunca caia nas mäos desses levianos.

Responder

    Apavorado com a cara-de-pau humana.

    27 de janeiro de 2014 às 12h19

    Jacó Bittar foi um prefeito decente, tentou fazer algumas coisas boas. Mas a máfia caiu em cima.

    O Transporte em Campinas sempre esteve nas mãos das máfias.

    Haja vista que o transito de passageiros era contado na catraca, mas o acerto com a prefeitura com base em quilômetros rodados e custo por quilometro. Ou seja, a linha superavitária não influía na deficitária (PODE?) Tudo combinado entre a máfia e a prefeitura.
    Isso gerava sempre um déficit a cer pago pela prefeitura aos mafiosos.
    Da última vez que ouvi falar disso havia um processo de pagamento para as máfias no valor de 31 milhões. Talvez já tenham pago sem manchete.

    Se havia catraca livre, era já bem paga e as máfias não precisam de puxa-sacos que nem tu.

    Apavorado com a cara-de-pau humana.

    27 de janeiro de 2014 às 12h20

    …ser pago…. com “S”

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 13h07

    Tarifa Zero existe em alguma sociedades brasileiras e funciona bem. Catraca livro em alguns dias funciona em outras, sem problemas. Má gestão do tal prefeito. Claro que a catraca livre aumenta a demanda e pra isso precisa ter mais ônibus. Em que mundo vive o tal prefeito que não pensou nisso?
    Ele não teve a manha de fazer os empresários colocarem mais ônibus no fim de semana?

edir

27 de janeiro de 2014 às 12h00

Em Campinas em 2013 os Black Bloc junto com o PSOL foram para a camara municipal enfrentar os vereadores. Perderam o equilibrio mental e partiram para o quebra quebra, como sempre os talibäs brasileiros agem. Foram todos para a delegacia, respondem processo e a justica quer colocar no bolso deles a conta do prejuízo. Eu achei certíssimo o que o juiz quer. Agora estäo meio manso por lá.

Responder

Notívago

27 de janeiro de 2014 às 11h36

ONDE SE ESCONDE A BLACK BLOC MARINA SILVA?
Fora de Pauta?

Sem programa, sem partido, sem inteligência, Marina Silva abdicou da cabeça de chapa numa chapa que deveria ter ela na cabeça. Afinal, ela tinha ( passado) 20% da preferência do eleitorado.

O resultado é que os marineiros (ou o que sobrou deles) vão ter que votar, na marra, em Eduardo Campos.

A Marina anda mais tonta do que uma barata tonta sob o efeito de detefon, e diante de mais uma derrota iminente, na qualidade de VICE, andou falando em comandar as manifestações de 2014 contra o governo Dilma. E taí o resultado da primeira manifestação: muita pancadaria, muito quebra-quebra e um fusquinha incinerado.

Se eu fosse o dono do fusquinha eu processaria Marina Silva. Ela tem a obrigação de ressarcir os prejuízos, já que ela não tem juízo.

A Marina Silva está possuída pelo espírito maligno da destruição. Precisa com urgência de um EXORCISTA

Responder

Fernando

27 de janeiro de 2014 às 11h17

Quem é contra o MPL deveria desconectar a internet e conhecer o mundo real.

Governo é que nem campainha, se ninguém apertar nada acontece.

Povo nas ruas, sempre!!

Responder

    Ulisses

    27 de janeiro de 2014 às 18h18

    Cadê vocês vocês para reclamar da roubalheira tucana que deixa vocês a pé? Hipócrita!

    Tiao Macalé

    27 de janeiro de 2014 às 20h09

    .
    Caro Fernando, militante do PSOL.

    O discurso do PSOL no papel é “lindo” !!!
    Pena que quando vocês vão colocá-lo na prática…uuuuhhhhmmm…

    Exemplo: Macapá é a primeira capital governada pelo PSOL. Lá o PSOL teve a chance de mostrar que não ficaria só no discurso.
    Porém, o PSOL falhou !!!
    O salário do professor em Macapá é um dos piores do Brasil !!!
    O prefeito Clécio Luis do PSOL, em Macapá, está pagando apenas R$ 1.347 aos professores por 40 horas aula.
    Macapá é a ÚNICA capital que paga salário, aos professores, abaixo do piso nacional de R$ 1 567 reais !!!

    Porque vocês não tentam o “passe livre” em Macapá?
    Aí, depois que o “passe livre” estiver funcionando, em Macapá, vocês espalham esse maravilhoso projeto para o resto do Brasil !!!

    O PSOL da Luciana Genro, da Eloísa Helena e da Deputada Carioca Janira Rocha (aquela que cobra uma parte dos salários, dos funcionários de seu gabinete) tem que ser mais realista.

    Vocês querem fazer manifestação ?!?

    Porque vocês não vão para a porta do MPU, MPE, TCU, ou TCE ?!?
    São esses órgãos que deveriam fiscalizar os gastos da Copa e dizer se há falhas nas licitações, nos contratos ou nas obras.

    Porque vocês insistem em depredar agências bancárias ?!? Salvo engano, nenhum gerente de Banco tem competência de fiscalizar obras governamentais.

    Ahhh, lembrei-me !!! Tinha esquecido que na verdade vocês são pagos para fazerem baderna e aparecerem na televisão com o discurso: Não vai ter Copa. Assim, vocês criam factoides para a mídia e para os seus partidos aliados.

    O PSOL, PSTU, REDE são partidos de direita que fazem aliança programáticas com o DEM, PPS, PSDB…né ?!?:

    https://www.youtube.com/watch?v=KbJ-PXiNtUw

Leo F.

27 de janeiro de 2014 às 10h50

Penso que a implementação da tarifa social, fonte de financiamento de um transporte coletivo, só poderia vir com a reestatização desse mesmo serviço.

Não há lógica, no atual sistema de concessionárias, a criação de mais uma tarifa pública, ou ampliação da progressividade de já existentes, para financiarem um transporte que por legislação contratual, já se encontra financiado por nós mesmos a cada virada de catraca.

A tarifa particular então, deveria ser banida, mas o principal problema seria mantido. O de repasse de verba pública às empresas privadas, de acordo com planilhas de custos e reajustes que não são auditados, ou abertos à sociedade.

Enfim, acredito que mais importante nesse primeiro momento de luta por um transporte coletivo de maior qualidade e comodidade, seja a exigência de publicação e fiscalização do Controle de Custos das concessionárias, assim como o estabelecimento de uma rajuste tarifário não absurdamente acima da inflação/ano.

Assim, evitaremos o problema que acontece hoje. De que, apesar das tarifas terem sido congeladas, por decreto municipal e estadual, os governos simplesmente continuam cobrindo o valor exigido pelas companhias. O que significa que, nós continuamos pagando, só que indiretamente os aumentos previstos.

Responder

Luís Carlos

27 de janeiro de 2014 às 08h55

Sim. Mas porque queimar um fusca de um operário com família, criança dentro?

Responder

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 10h13

    Luis Carlos,

    O que tem a ver o protesto de ontem com o MPL e as manifestações pelo transporte público e gratuito?

    Segundo, procure informação fora da grande imprensa. Quem testemunhou o ocorrido afirma com detalhes que o motorista do fusca se arriscou a passar sobre uma barricada em chamas. Um colchão ficou preso embaixo do fusca e fora os manifestantes que tentaram tirar o colchão e ajudaram a família a sair do carro.

    Fala-se tão mal do PIG aqui, mas todo mundo acredita nele. Assim fica difícil.

    Luís Carlos

    27 de janeiro de 2014 às 19h00

    Léo V
    Não tenho televisão em minha casa. Não assino jornais impressos, nem os compro. O mesmo com revistas semanários. Me informo apenas pela web, em espaços que escolho ler e nos quais posso, se quiser, me manifestar. Li a informação no blog da Cidadania do Edu Guimarães. Por favor, não use sua fita métrica para medir a si mesmo em mim. Meu compromisso comigo, minha famīlia, com meu país, com nosso povo, não se esvai no fim do dia sentando para assistir o JN ou no domingo a tarde vendo futebol ou Fautão pela Globo, por exemplo. Acusar pessoas de se orientarem pelo PIG porque não concordam com você não é o suficiente, pois é exatamente isso que muitos fazem quando o mesmo PIG critica o governo trabalhista de Dilma e seu antecessor, Lula, e todos dizemos que o governo deve se comunicar melhor. o MPL também deve. Aceitam as informações venenosas do PIG contra o governo trabalhista. Todos sabemos (ou deveríamos saber quem é o inimigo). Mas alguns pretendem se beneficiar de ardis do inimigo para ganharem espaço, e muitas vezes podem ficar isolados.
    Não gosto da nem apoio a CBF, especialmente desde o campeonato brasileiro de 2005 quando houve grande maracutaia para mudar resultados e dar título ao Corinsthians que tinha patrocinador com dinheiro lavado e legitimado,pela Globo. Também não apoio a FIFA com todas suas imposições aos países cede das Copas. Acho a Copa do Mundo um verdadeiro porre, por diferentes motivos, em especial, as bobagens do jornalismo esportivo dando importância a cor da chuteira do jogador X ou o corte de cabelo do jogador Z. Mas apesar disso tudo, ainda se torna claro para mim a importância social e econômica de evento como esse para o país (mesmo que preferisse estar fora do Brasil para não ter que ler, ouvir ver tanta tolice durante um mês inteiro, pois seguramente os blogs que gosto de ler repercutirão a Copa por ser notícia). Obras que há décadas não saiam e eram absolutamente necessárias para a devida infra-estrutura nacional estão sendo feitas e entregues. Cito uma, dentre tantas outras, como a rodovia do parque na região metropolitana de Porto Alegre, que desafogou engarrafamentos quilométricos e hoje permite transito tranquilo, e que há décadas era necessária ser feita e somente agora, nos governos Lula e Dilma foi feita, ligada às obras da Copa.
    Vejo nítida importância em protestar, aproveitar o momento para manifestar e pressionar por avanços necessários em políticas públicas, porém também percebo, sem nenhuma dificuldade a diferença disso para exageros e oportunismo, em contraste ao silêncio quanto a outras situações que degradam o país, por parte dos mesmos grupos, movimentos que defendem essas ações.

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 14h47

    “O MITO DO FUSCA: Uso da desinformação pela grande imprensa Um senhor amedrontado, que dirigia um fusca onde estava sua família, tentou atravessar o fogo de uma barricada mas um colchão ficou preso embaixo de seu carro, sem notar o ocorrido e visivelmente atordoado, ele não desceu do carro para ver o que acontecia, ao perceber que o motorista não respondia aos alertas de que deveria sair do carro, fotógrafos e manifestantes retiram sua família salvando todos do fogo, na proximada da Praça Roosevelt, em São Paulo. A sequência de fotos é explicativa. As manchetes dos grandes jornais e TVs anunciam, desde ontem, que o carro em chamas foi fruto de um “ataque” e “incendiado por manifestantes”, o que é uma farsa, já que ninguém ateou fogo no veículo.” Peço que COMPARTILHEM.

André LB

27 de janeiro de 2014 às 07h45

Ai, meu santo…

“TODA PRISÃO É UMA PRISÃO POLITICA!” – ou, em outras palavras: “o estuprador, esse opositor incompreendido”.

Responder

Leo V

27 de janeiro de 2014 às 00h36

Tenho saudades da época do John Bastos. Era ele e apenas mais uns dois que fariam os comentários que agora são maioria, e que vem de eleitores do Lula/Dilma.

Como alguém pode se achar progressista quando defende repressão, e ilegal, a movimentos sociais que buscam aumentar a fatia de justiça social na sociedade?

Responder

    Roberta Ragi

    27 de janeiro de 2014 às 08h15

    Leo V, acredito, como vc, ser difícil de sustentar as críticas feitas, aqui, contra o MPL: o movimento existe há um tempão; saía às ruas a décadas, em defesa do transporte público; fez manifestações em SP, no ano passado, contra as baixarias da CPTM e do Alckmin; resistiu (e resiste) a uma brutalidade imensa da PM… E, ainda assim, jogam todo o esforço deles por terra, partidarizando, de maneira duvidosa, uma discussão importante.

    É verdade que, em junho passado, muita gente pegou carona nas manifestações que eles encabeçaram: a Globo mandou parte da classe média alienada pras ruas; teve até uma galera pedindo a volta do militarismo, como sabemos. Mas não dá pra por isso na conta do MPL. A moçada tava lá, defendendo nossos direitos, muitas vezes ao lado de outros movimentos da periferia, com toda a dificuldade que isso representa no Brasil…

    Saudade dos Ptistas combativos nas ruas, que não viam em outros tantos combativos seus próprios adversários…

    Não há mudança pra valer sem movimento e pressão social. As pessoas já deveriam saber disso. Preservar o direito dos movimentos sociais é fundamental. E o MPL cumpre um papel importante.

    Não, isso não quer dizer que sou PSDBista. O PSDB é uma quadrilha, não é um partido. Minas tá aí pra não deixar ninguém mentir. Ando muito mal com a condição do Carone, preso por aqueles que ele denuncia, aqueles que mereceriam, de verdade, a prisão.

    Mas… pera lá! Os partidos estão sim, de um modo geral, deixando muito a desejar. Há limitações visíveis e cada vez mais agudas para o tal do presidencialismo de coalisão… E a culpa de tudo é do MPL? Sei. Não dá pra rifar tudo a troco da reeleição da Dilma.

    Devagar com o andor, que o santo é de barro.

    Di Fininho

    27 de janeiro de 2014 às 11h00

    Eu não li você pedindo punição para os governantes de São Paulo, estado e municipio,que durante 16 a 20 anos no poder, surrupiaram dos cofres públicos,mais de 40 bilhões de reais. Com esse dinheiro,certamente, o transporte público de São Paulo seria muito melhor. Concorda.Este MPL não passa de uma corja de desocupados e o tempo mostrará isso assim como estes bandidos travestidos de manifestantes.

    henrique de oliveira

    27 de janeiro de 2014 às 11h44

    Roberta , onde estava o tal mpl quando se falou do roubo de 20 anos e R$ 40 bilhões do metrô e do rodoanel?
    Se acordaram so agora , são alienados pau mandados da midia golpista , se sabiam e não fizeram nada são coniventes com os da direita racista , se existem a um tempão , onde estava esses vandalos?

    Apavorado com a cara-de-pau humana.

    27 de janeiro de 2014 às 12h23

    Era MPL ou Copa?

    No rádio foi protesto contra a opa.

    Ou seja … o circo da informação.

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 13h19

    Esses eleitores mais realistas que o rei, que defendem cegamente seus eleitos deveriam sair da internet e ir para um debate, dos muitos que acontecem, com membros do MPL e dizer isso para eles na cara deles, Claro que não vão ter coragem de dizer essas abobrinhas a não ser atrás de um teclado de computador.

    A lógica dessa gente é a seguinte: se não agem como deveria agir um partidário do meu partido, então é escroque. Eles culpam, desqualificam um movimento social simplesmente por ser movimento social, e não ser o partido deles.

    Interessante é pensar como a ideologia que não vê política além de eleições está entranhada de tal forma entre esses comentaristas de internet. É uma visão de mundo reproduzida pelo tal PIG que tanto dizem odiar. Cada um atomizado, mero eleitor. Pessoas sem iniciativa própria, desorganizadas, passivas, que não buscam retomar o controle das condições de existência. E os que o fazem, mas que pecado! Devem ir para a fogueira! Como ousam criar movimentos sociais para lutar por melhores condições de vida, por igualdade, por coisas públicas, e com suas próprias pernas! Fogueira neles! Hereges!

    José X.

    27 de janeiro de 2014 às 15h36

    —————-
    Roberta , onde estava o tal mpl quando se falou do roubo de 20 anos e R$ 40 bilhões do metrô e do rodoanel?
    —————-

    O MPL nunca protesta contra o PSDB (em São Paulo, pelo menos).
    Conclusão: a cargo dos leitores.

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 16h36

    Jose X,

    a cargo dos leitores decidirem se governistas como você são tão manipuladores quanto o tal do PIG. Estamos vendo agora em ação o Partido da Imprensa Governista também, não menos mentiroso que o Partido da Imprensa Golpista.

    Primeiro, MPL não faz manifestação contra partido nenhum, e nem propriamente contra ‘governo’ algum. Sua pauta é o transporte publico gratuito, é sobre isso que ele se manifesta.

    Dizer que o MPL só faz manifestação em governo do PT é simplesmente mentira. Mentira tão deslavada quanto as da Rede Globo que vc pelo jeito assiste muito e aprendeu como se faz.

    Vai no Google, coloca Kassab, MPL. MPL, metrô, cptm. Isso só em São Paulo. Procure em outras cidades, faça uma pesquisa séria.

    Caro que vc não vai fazer isso, pois sua intenção sempre foi ganhar pela mentira e difamação, aliás, como o tal do PIG que vc deve dizer odiar. A ‘esquerda governista’ está a caminho de se igualar em 2014 aos direitistas nas suas campanhas de difamação e assassinato de reputação, de individuos ou movimentos.

    Espero sinceramente que vc ganhe uma vida, pense por si próprio, se empodere, e deixe de ser vaca de presépio de gestores.

FrancoAtirador

26 de janeiro de 2014 às 19h20

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“[…]. Habeas corpus. Condução coercitiva. Inquérito policial. Ordem parcialmente concedida. […].
1. Do direito ao silêncio não decorre o de recusar-se o investigado a depor perante a autoridade competente, mas sim o de não responder às perguntas cujas respostas resvalem em auto-incriminação. […].”
(Ac. de 29.9.2009 no ED-HC nº 644, rel. Min. Marcelo Ribeiro.)

(http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=12490&revista_caderno=22)
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Responder

Carlos Ribeiro

26 de janeiro de 2014 às 17h48

Como diria a minha finada avó, “quem mexeu seu angu com caroço, que o coma”. Tarifa zero para Luz, Água e Gás, já. Imposto único que nada:Imposto zero, que tal?

Responder

    FrancoAtirador

    27 de janeiro de 2014 às 01h13

    .
    .
    Estado Zero?
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    .

    Andre

    27 de janeiro de 2014 às 12h37

    Imposto zero = saúde pública zero; educação pública zero; segurança pública zero; seguridade social zero.Afiliados do Tea Party e do libertários do Ron Paul fazendo campanha aqui no viomundo; deve ser do instituto Von Mises…

Maria Portuguesa

26 de janeiro de 2014 às 16h53

É, no mínimo, curioso ver comentários jocosos em relação ao comunicado do MPL, comparando, inclusive, prisões arbitrárias de manifestantes (legal) com prisões de políticos que tiveram ampla defesa e foram condenados por feitos ilegais. O MPL exige o fim da cobrança da tarifa de ônibus que, caso houvesse uma administração pública eficiente e voltada para o bem-estar coletivo, seria possível.
O que me surpreende é a falta de pensamento coletivo por uma exigência que pode beneficiar a todos nós. O Brasil não investe em transporte de massa e, por isso, dá lugar a um transporte lento, caro e perigoso.
Temos constantemente presenciado, no RJ, a SuperVia e a Barcas S.A. envolvidas em acidentes e paralisações por falta de investimento. Elas alegam não ter capital para investimento e manutenção, mas, quando pede-se um balanço de contas (pra não chamar de CPI), nenhuma delas aceita.
O que estes empresários não fazem (por incompetência?) é administrar sua empresa. Com isso, perpetuam uma tradição de ajuda pública quando se veem no caos (se não há mais dinheiro pra investir, o Estado deve fazer isso). Estas empresas alegam que são “importantes para o país” porque empregam muitas pessoas. Contudo, quando precisam cortar gastos, são estas mesmas pessoas que não demitidas.
Há de se aprender a ter um pensamento coletivo, em busca do bem-estar social. O MPL, ao menos ao meu ver, tem andado nesta direção.

Responder

VALDI FREITAS

26 de janeiro de 2014 às 16h12

Observo que a polícia exagera na contenção das manifestações. Mas é bom lembrar que essas manifestações sempre terminam com quebra de patrimônio público e privado. E aí, a polícia é obrigada a agir, tanto de forma repressiva, quanto investigativa. Não está certo, protestar destruindo os bens alheios. Porque não protestam, tocando fogo em si mesmos, ou queimando as coisas de suas casas? Vejo esses protestos, como vandalismo e tentativa de desestabilização dos poderes instituídos. Vivemos numa democracia e temos as armas para mudar o sistema e os seus governantes. Então, quem estiver insatisfeito, proteste, grite, vote, mas sem violência.

Responder

Marcelo

26 de janeiro de 2014 às 15h10

Hum, então o MPL concorda que Dirceu, Genoíno e Delúbio foram presos arbitrariamente…legal.
Louco pra ver a manifestação contra suas prisões, deve ser em breve, não é?
Ou o movimento é sectarista?

Responder

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 00h33

    Me parece que nem o PT fez. O MST certamente não.

    Luís Carlos

    27 de janeiro de 2014 às 08h52

    O MST e o PT tem em seus históricos lutas que custaram a vida, repito, a vida de muitos de seus militantes, e que até hoje, assassinos ainda estão impunes, sequer julgados. A história não começou ontem, nem termina amanhã.

    Leo V

    27 de janeiro de 2014 às 10h17

    Luis Carlos, e alguém disse que não?

    Engraçado é o companheiro acima cobrar que alguém faça protesto contra a prisão injusta de políticos do PT quando nem o PT fez protesto.

    Interessante essa lógica de partidos: se não defende explicitamente o meu partido é porque é comandando ou tem simpatia pelo partido adversário. É uma lógica de que os movimentos sociais devem ser correia de transmissão de partido.

    Movimentos sociais devem ser autônomos a partidos, ter sua pauta própria. Desde quando não ter feito uma manifestação contra prisão de políticos (que nem o próprio partido fez) deslegitima alguém?

    Luís Carlos

    27 de janeiro de 2014 às 22h16

    Os movimentos não devem ser subjugados por nenhum partido, seja PT, PSOL, Rede, PSDB ou outro qualquer, porém, deveriam saber da importância de partidos e papel destes, ao invés de argumentarem com a grande imprensa burguesa que partidos “são todos iguais” ou que “política não presta” e coisas do gênero.
    O MST que citas não é “correia” de partido algum, não se submete a partido algum, mas sabe muito bem quem é seu aliado e quem é seu adversário. Não se ilude com a cantilena da não existência da “luta de classe” e de que “tudo é igual” ou ” contra tudo que está aí”. Talvez haja assim por ter tido muitos de seus líderes presos e outros tantos assassinados. MST, como outros movimentos populares sabem o que é luta de classe, e não aderem ao decreto niilista do ” fim da história” para sermos “contra tudo que está aí” e jogarmos pelo ralo conquistas que diariamente resgatam pessoas da miséria, da não cidadania, da violência, da repetição dominadora e viciosa, do ostracismo político, do abandono e desamparo, da morte econômica, social e física. Conquistas que resgatam pessoas do “fim da história” niilista e apresentam a possibilidade de escrever sua própria história, como ator social, e muito mais, como sujeito histórico, político, econômico e social. Desprezar o papel de partidos para as lutas dos trabalhadores é desprezar a importância da sustentabilidade da conquista e resgate histórico de milhões de pessoas que comiam miséria e dormiam desamparo diariamente, mas que hoje sonham e constroem suas vidas deixando para trás um cenário de fome, desemprego, preconceito, doença e morte. A negação somente como resistência e luta contra o capitalismo e sua máquina de morte, nunca a negação niilista da história e capacidade criativa e solidária dos trabalhadores.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 02h18

    Pois é Luis Carlos, mas vc fala besteira.

    Pois a conversa aqui é sobre o MPL, e vc fala o que acha do que não conhece, e se quisesse conhecer bastaria pesquisar um tiquinho na internet.

    Um dos princípios do MPL é ser “apartidário mas não antipartidário”. Isso está na carta de princípios que é pública, e que aliás participei na construção. E na prática, ele lida e se articula com partidos para a causa do transporte público e gratuito, ou contra criminalização dos movimentos sociais.

    Bastaria talvez dizer que na origem do MPL havia militantes que eram do PT, e que foram muito importantes para a criação do movimento. E isso não é segredo. Bastaria fazer uma pesquisa rápida na internet, ou quem sabe ler o Brasil de Fato em vez de assistir à Rede Globo.

    Sinceramente, não posso crer que seja ignorância sua mais, mas sim má fé.

    É claro que o problema de pessoas como você é o fato de ser apartidário, de não estar a serviço do seu candidato. E daí vale toda a baixaria eleitoreira: dimafar, acusar, mentir, etc.

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 18h32

    Leo V
    Lamento pela maneira como adjetivas o que falo. Dizer que é besteira, além de fugir do foco, pois sequer citei o MPL ao qual, em outros posts inclusive fiz referências positivas, é ataque desnecessário e que reduz debate. Repito, não fiz referência ao MPL e podes ler texto acima, seja negativa ou positiva, porém sua resposta afirmando que falei “besteira” e sobre o que “não conheço” ( sem sequer ter citado MPL) aponta dificuldade para debate. Espero que não sejas o único representante do MPL, pois seria muito oportuno termos oportunidade de debater com alguém que tenha disposição para tal, sem adjetivações e ataques, que reconheço, você não é o único. Alguns presentes insistem em adjetivar e atacar antes de minimamente ter elementos para melhor debate. Suas respostas com ataques a meras perguntas de quem não esteve presente, mas leu em blogs que não são o PIG, não ajudam muito a quem quer conhecer o movimento, pelo contrário, o isola e afasta da massa, e movimento popular sem massa, isolado da massa, perde sua capacidade de interlocução, mobilização e intervenção social.

    Leo V

    28 de janeiro de 2014 às 23h08

    Não faço parte do MPL. E claro que não faço parte, quem participa de movimento social não perde tempo respondendo comentário em site. Tem coisa mais importante que fazer que ficar batendo boca.

    Segundo, o post aqui é sobre o MPL, a resposta que dei ao Marcelo e que vc veio retrucar era sobre o MPL. Você está fazendo crítica a quem entao? Quando vc diz sobre o “contra tudo que está aí”, a única coisa que se pode supor e que vc está querendo dizer é que o MPL é “contra tudo que está aí” uma vez que estamos falando dele oras.
    Afinal, quem então é “contra tudo que está aí”? Os coxinhas. Mas os coxinhas não estão em discussão aqui. Quem é a favor do “contra tudo que está aí” para ter gerado discussão?

    Estou no nível da discussão dos comentários. Quando vc respondeu a alguém que usou ironia nos comentários me parece que não foi de muita nobreza: “Você, por exemplo, não tem poste de luz que ilumine.”

    Então, sem hipocrisias.

    Luís Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 23h59

    Pareces desconhecer o comentarista Lukas e ironia do mesmo.
    Sobre o “contra tudo que está aí” é do MPL? Não tinha essa impressão sobre o movimento, pelo contrário. Ao que recordo de manifestações do ano passado MPL tinha pauta clara, apesar de ter manifestado minha posição contrária ao método à época e não ao conteúdo. Para mim estava clara pauta do MPL, que não me parecia, até o momento ser “contra tudo que está aí”. Lembro de fala de uma moça do MPL ano passado reconhecendo que teriam “perdido controle” das manfiestações, além de posição manifestada por MPL contrária aos ataques a manifestantes de partidos políticos e movimentos populares como movimento negro, MST, etc. Para mim estava claro, ao menos até agora.
    Sim, para mim, quando refiro “contra tudo que está aí” tenho em mente o que chamas de “coxinhas”, e não me parecia até então ser o MPL, sobre o qual discuto método, repito e não pauta. Transporte público de acesso universal me parece mais do que justa e necessário, exatamente por ser militante de política pública universal como o SUS ( apesar de placas usadas de forma grosseira e em minha opinião descontextualizado sobre o SUS dizendo “enfia os vinte centavos no SUS” que possivlmente, em sua maioria sejam de pessoas que pouco utilizam ou sequer sabem que usam o SUS).
    Não referia ao MPL, que mesmo desconhecendo como afirmas, comungo da pauta mas não do método e momento histórico.

    Leo V

    29 de janeiro de 2014 às 12h44

    Claro que o “contra tudo que está aí” não é do MPL.

    Mas é exatamente por isso que não se porque vc colocou isso na história.

    A minha primeira resposta ao Marcelo, na qual eu disse mencionei o MST foi simplesmente para mostrar a falácia do que ele escreveu. Se ele quer desqualificar uma organização ou movimento por não ter feito uma manifestação “x”, ele tem que desqualificar todos que não fizeram. Pura questão de lógica.
    Então se é para falar mal de alguém que não se manifestou a favor contra isso ou aquilo, vai ter que falar mal de todos. Simples assim. Senão fica parecendo Ministro do STF, que é seletivo na aplicação da lei dependendo do réu. Pau que bate em pedro bate em joão.

Mauro Bento

26 de janeiro de 2014 às 14h18

Total solidariedade. Pelo fim do judiciário-policial-militar kafkaniano,hora em vigor.

Responder

Aline C. Pavia

26 de janeiro de 2014 às 14h14

“uma vida sem catracas”…
Qua qua ra qua qua.

Responder

    Luís Carlos

    27 de janeiro de 2014 às 23h17

    Kkkkkkk


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