VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Movimento da USP: Íntegra da entrevista com alunos e funcionário que o Fantástico não deu


17/11/2011 - 14h38

por Conceição Lemes

Na semana passada, quatro estudantes da USP e uma diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) deram entrevista ao Fantástico, da TV Globo. A matéria foi ao ar no último domingo, 13 de novembro.

Marinheiras e marinheiros de primeira viagem no trato com a velha mídia ainda estão perplexos.

“Conversaram um tempão com o pessoal que foi preso, mas só usaram duas frases”, diz Natália Vitoski, 25 anos, estudante de Letras da FFCLCH/USP e integrante da comissão de comunicação do Comando de Greve dos estudantes. “O pai do Fernando também deu uma entrevista longa, só usaram uma frase.”

O Fernando a que Natália se refere é Fernando Bustamanti, 27 anos, pós-graduando em Letras e também da comissão de comunicação do Comando de Greve dos alunos: “É um absurdo. Como a entrevista foi gravada, nós resolvemos divulgá-la para que as pessoas saibam o que o Fantástico não contou”.

Confiram os dois vídeos e tirem as próprias conclusões. Primeiro, a gravação dos estudantes.

Agora o que foi ao ar no último domingo, 13 de novembro.

Leia também:





52 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

cronopio

18 de novembro de 2011 às 13h20

Apenas uma informação, pessoal: a assembléia da Física foi interrompida pela entrada de um aluno armado de uma pistola automática. O aluno ora manuseava a arma em seu dedo indicador, ora a colocava sobre seu colo. A assembléia julgou ser uma atitude de intimidação que colocava em risco a vida de todos os presentes e achou por bem interromper a assembléia. Soube-se, posteriormente, que o aluno é policial (ainda não sei se estudante da polícia ou policial profissional).

Responder

    FrancoAtirador

    18 de novembro de 2011 às 18h23

    .
    .
    É mesmo, Cronópio !!!

    Olha só o depoimento de um aluno da Física que estava na Assembléia:

    Assembleia no IFUSP: Vergonha

    O problema não é perder, o problema é não se importar.
    (Texto escrito sexta-feira a noite)

    Acabamos de sair da “Assembleia dos estudantes de Física da USP”. Num auditório com aproximadamente 300 pessoas. Foi votado única e exclusivamente por não aderir a greve no instituto.

    Foi uma “assembleia” muito atípica do que se conhece e por isso quero chamar a atenção de dois pontos e declarar meu repúdio à ambos. Em primeiro lugar alguns estudantes se arrogaram o direito de pedir a carteirinha USP para a entrada no auditório. Eu nunca presenciei algo parecido. A justificativa era impedir que pessoas de outras instituições votassem, mas a prática nesses casos é que os próprios alunos e alunas verifiquem os votantes, o que menos precisamos neste momento é de uma “polícia da democracia”.

    Por falar em polícia, presenciamos também nesta assembleia algo bastante incomum. Um rapaz estudante da física e policial entrou e participou, por algum tempo, da assembleia armado. Sabemos que a arma de um policial fica de posse do mesmo quando este está fora do trabalho, mas não fica a mostra, exposta como um símbolo de poder e o distintivo no peito era também desnecessário. É contra este tipo de repressão que estamos lutando. Após a indignação da plenária, o rapaz se retirou, com a proposta de que poderia voltar sem a arma.

    Voltando para o título do texto, acho que está justamente aí o problema, não é absurdo perder uma votação num processo democrático, mas uma votação não prescindi uma discussão, um debate.

    A assembleia foi realizada em aproximadamente 50 minutos o que tornou inviável qualquer discussão a respeito dos tantos temas complexos que esta greve envolve. Não é possível votar uma greve se não se sabe pelo que estamos propondo a greve, ou quais os eixos do movimento estudantil em sua luta e ainda quais as causa que vale a pena brigar enquanto instituto de física.

    Para esclarecer os leitores, lembro que os eixos do movimento estudantil nesta greve são:

    1) Uma política de segurança verdadeira e concreta (melhoria na iluminação da USP, aumento no número de circulares, abertura dos portões para a população, etc.).

    2) Retirada do convênio USP-PM.

    3) Retirada dos processos administrativos e criminais contra estudantes (processos que são baseados numa lei do tempo da ditadura).

    4) Renúncia do atual reitor da universidade, João Grandino Rodas.

    Sem este tipo de discussão o que tivemos foi uma assembleia vazia, não de pessoas, que eram aproximadamente 300, mas de ideias. Ou nem de ideias, pois também existiam por ali, tanto que a mesa (organização da assembleia) ficou com mais de 10 propostas de encaminhamento nas mãos, que NÃO puderam ser votadas.

    cabe aqui então fazer a grande pergunta:

    Se tínhamos pessoas e tínhamos ideias, o que faltou?

    Não sei responder, nem sei se tem resposta, podemos tentar, mas neste momento a única coisa que sinto é vergonha de ser do Instituto de Física da USP.

    Osvaldo de Souza, Licenciado em Física, Mestrando em Ensino de Ciências, Astrônomo Amador, Educador e Divulgador de Ciências. Membro e fundador do Grupo de Astronomia SPUTNIK e do Grupo de Divulgação Científica Dumont-Sagan

    http://stoa.usp.br/osvald/weblog/99233.html
    http://mundodeoz.wordpress.com/2011/11/12/assembl…

Alexandre

18 de novembro de 2011 às 12h29

A maior sacada foi fazer um vídeo paralelo. Tava na cara que a Globo ía cortar e mostrar o que eles queriam para parecer que a reportagem tinha um lado democrático, que ouvia os dois lados e tal.
Só é pena que não fizeram um vídeo da imprensa cobrindo a manifestação da reitoria e postado na blogosfera. A chave para mostrar a cara da mídia golpista é filmar ela mesma fazendo reportagens. Acho que falta isso nos movimentos sociais e estudantis. Fazer esse vídeo parelelo, repito, foi muito bem sacado para mostrar a manipulação.

Responder

Roberta Tavares

18 de novembro de 2011 às 11h44

Ué, se essa denúncia é tão grave, por que o Azenha não coloca a íntegra da entrevista – de 14 minutos!!!! – no ar na Record, onde ele foi trabalhar depois de ser demitido da Globo, onde só queria aparecer no Jornal Nacional?__O próprio Diretório dos Estudantes da USP foi contra a ocupação da reitoria por causa da forma como foi conduzida, com um "golpe" na assembleia que estava se dispersando porque já havia sido encerrada.__E reparem na maneira autoritária como a tal Laura fala e dá uma "aula" para os pobres mortais ignorantes que não entendem o que eles querem. E isso tudo complementado por sobrancelhas aparadas em salão e blusinha decotada até o umbigo…. ah, fala sério… já tomou seu todinho hoje moça? Ou a empregada não preparou? __E, veja só como eles são democráticos: colocaram barricadas no prédio da História para impedir o acesso de quem quer ter aula. Um tipo de ação que, aliás, também havia sido vetada em assembleia.__Engraçado como só os outros manipulam, são ditadores e autoritários. Eles não. Então tá.

Responder

Edson T.

18 de novembro de 2011 às 10h59

…He he he, vida de gado, povo marcado, povo feliz… (Zé Ramalho)

Responder

Rodrigo Leme

18 de novembro de 2011 às 10h06

Não sei do que reclamam…pra um grupo que não foi maioria nem em assembléia interna (quanto mais na USP), 3 minutos de Globo é coisa demais. 3 minutos que quem assistiu não recupera mais na vida.

Nessa proporção, deveriam dar 3 horas pra quem votou contra a ocupação da reitoria. Mas entendo, tem que dar o pão e circo, a diversão pro telespectador. Por isso 3 minutos de palhaços.

Responder

Marat

18 de novembro de 2011 às 09h52

Que fiasco: já foram de tudo: de "esquerda", neoliberais e agora neoditadores… tsc tsc tsc

Responder

Pedro Henrique

18 de novembro de 2011 às 09h22

Santa ingenuidade achar que podem usar a mídia a seu favor. Estão fazendo o que numa universidade. Desperdiçando o seu tempo.

Responder

mariano

18 de novembro de 2011 às 08h57

Os "democratas do PSOL e do PSTU deram o golpe nas eleições, sob silêncio constrangido dos democratas do vi o mundo.

Responder

O que o Tim Pool tem a ensinar aos meninos da USP? | Viomundo - O que você não vê na mídia

18 de novembro de 2011 às 04h17

[…] O que o Tim tem a ensinar aos estudantes da USP, que reclamaram porque o Fantástico fez uma longa entrevista com eles mas colocou no ar pequenos trechos? […]

Responder

Ananda

18 de novembro de 2011 às 03h14 Responder

    cronopio

    18 de novembro de 2011 às 16h01

    Assisti a essa aula. O Hansen arrasa! Como é possível termos intelectuais desse porte em um estado tão tacanho? Como é possível que um pensamento desse quilate conviva com a barbárie sobre quatro patas?

FrancoAtirador

18 de novembro de 2011 às 01h42

.
.
Tolerância Zero. Engano e Violência

Por Walter Ceneviva*

O ex-prefeito de Nova York, Rudolf Giuliani tornou charmosa a defesa da tolerância zero, adotada como norma pela polícia de sua cidade. Como é inerente às coisas da superpotência, logo surgiram candidatos a imitadores. Para examinar serenamente o tema, com as conseqüências criticáveis do abuso de autoridade — talvez seu subproduto mais evidente — é necessário que nos ponhamos de acordo sobre o que vem a ser tolerância.

A contar da filosofia defendida por Giuliani, com grande sucesso entre seus munícipes, compreenderia a ação policial vigorosa e permanente, não permitindo qualquer infração, desde as mais simples, como atravessar a rua fora da faixa. A finalidade buscada com sua aplicação seria a segurança dos cidadãos, sobretudo nas grandes concentrações urbanas, dando certeza aos infratores de que a punição viria certa, para qualquer falta. Os organismos punitivos, administrativos, policiais não tolerariam qualquer infração, grande ou pequena, adotando medidas prontas e enérgicas para impedir ou punir os infratores.

Como se notou em Nova York, as primeiras vítimas foram os pobres, os negros, os imigrantes, enfim, os desprovidos socialmente de meios para a reação contra o tratamento violador de direitos essenciais. A tolerância envolve a compreensão de que, sendo como somos, seres humanos, corremos o permanente risco de cometer erros, alguns idealmente inaceitáveis, mas compatíveis com a dura realidade da vida urbana. A tolerância zero, portanto, é uma forma irreal de ver as coisas, arbitrária, ditatorial, inconveniente, apesar dos bons efeitos disciplinares que, de início, possa provocar.

Além do desrespeito aos que não podem defender-se, a tendência de agravamento das condutas violentas pelos agentes administrativos, especialmente os policiais, é quase irresistível, ainda que ocultada, com a cooperação dos superiores, para garantia da “eficiência” do serviço. Há também que considerar o estímulo à corrupção.

O tráfico de drogas, as famílias mafiosas, a criminalidade organizada só podem operar – como operam nos Estados Unidos – com a participação expressiva de núcleos podres da polícia. Admitida a corrupção, fica evidente a soma de violências físicas e morais que a trilha da tolerância zero faz progredir.

Há uma diferença institucional a ser anotada: a polícia no Estado de Nova York e, como regra, nos Estados Unidos, é de organização municipal. Cada município tem a sua, embora também haja a polícia federal. O prefeito é o chefe, lidando diretamente com fatos de seu conhecimento diário, em seu próprio ambiente. Não há normatividade nacional. No Brasil, a polícia militar, a polícia civil e a polícia judiciária são es-taduais, havendo a tendência de uma unificação, cuja eficácia tem sido posta em dúvida, com boas razões. Entrosamento, sem unificação, parece compor a receita adequada. A polícia federal cobre o território inteiro, em setores específicos.

Observadas as diferenças resumidas e transposta a questão para o Brasil, temos que formular algumas perguntas. O nível geral de nossas polícias nos assegura que seus agentes saberão atuar, com eficiência, com aproveitamento dos mais avançados recursos da ciência, sem desrespeito ao direito dos inocentes? Com o nível remuneratório de nossas polícias a criação de dificuldades para vender facilidades tenderá a se espalhar ou será impedida pelos mecanismos de controle existentes?

Uma última pergunta tem cabimento: com a tolerância zero para todas as faltas, desde as simples até as criminosas, o abuso de autoridade será estimulado? Abuso de autoridade consiste na conduta em que, sob desculpa de cumprir dever de seu cargo, o agente público se excede na violência física ou psicológica, além dos limites autorizados por lei, muitas vezes com vistas a obter resultado ilícito. Terminará atingindo os inocentes, ferindo a cidadania, no que ela tem de essencial, nas garantias fundamentais estabelecidas pelo art. 5º da Constituição. Fechado o círculo das alternativas, verifica-se que a aplicação da tolerância zero sobre os agentes públicos será impossível, tal a disponibilidade de meios de ocultação com as quais eles contarão.

Em sua própria defesa, será difícil acreditar que o agente acusado de abuso de autoridade, resistirá à tendência de ser um pouco mais intolerante e vedar a apuração de ação ilícita que lhe for atribuída.
Tolerância zero é, logicamente, a negação da natureza humana e de seus defeitos.

*Walter Ceneviva é advogado, articulista do Jornal Folha de S. Paulo e membro editorial da revista Ser Médico.

(Artigo publicado na Revista CREMESP – Edição 20 – Julho/Agosto/Setembro de 2002)

Responder

    Candinho

    18 de novembro de 2011 às 11h32

    advogado (parasitas do crime pq são sócios dos resultados obtidos na atividade criminosa sem correr nenhum risco) defendendo criminosos e delinquentes e atacando o parelho repressor sob alegação de corrupção do agente publico…o desvio de conduta de policiais é sim ato de corrupção ao contrario da venalidade de advogados e juízes que parece fazer parte constitutivas de suas funções.

    FrancoAtirador

    18 de novembro de 2011 às 13h02

    .
    .
    TODA GENERALIZAÇÃO É INJUSTA.
    .
    .

    carlos5

    30 de novembro de 2011 às 20h33

    há um erro de lógica na sua afirmação!

    segundo o seu raciocinio, se TODA generalização é injusta, o Sr acaba de cometer uma injustiça, pois acabou de incluir "TODA" generalização como injusta…

    o Sr não deveria generalizar…

    sendo assim, nem toda generalização é injusta!

    entendeu?

damastor dagobé

17 de novembro de 2011 às 23h49

o chico anisio ja dizia: se a mafia se instalar no Brasil acaba, pq ninguém resiste à esculhambação pátria…então, junto com a FIAT, a cosa nostra se estabeleceu em Betim/mg..nao deu outra..tb com um capo chamado Tomaso Buscheta, que se podia esperar? entregou todo mundo e a velha irmandade entrou pelo cano..a revolução mundial dos indignados acampados teve destino ainda mais chinfrim, acabou no ridículo Uspeano

Responder

custodio F. Filho

17 de novembro de 2011 às 23h48

Estamos diante de duas situações diversas. Uma é a manipução da reportagem feita pela globo, que é lamentável e outra são os estudantes que embora digam que o movimento é legítimo, sabemos que uma asembléia anterior não aprovou a entrada na Reitoria, e para quem conhece sabe que a maneira dos partidarário da "Causa operária" não são tão pacíficos assim. Não podemos misturar as coisa uma é a manipulação da entrevista, outra são as declarações dos alunos que misturam politica partidária ( sou totalmente contra o "Cerra" PIG e PSDB se é que se pode serapar !) com asreais reivindicações dos estudantes1

Responder

João-PR

17 de novembro de 2011 às 23h21

Caracas! O tal Grandino Rodas, junto com Alckmin, Serra e seus lacaios, vão transformar a USP em um campo de concentração nazista.
A Universidade, desde seu nascedouro (há uma "briga" que a primeira universidade do ocidente teria sido Paris ou Bolonha) tem o pressuposto da autonomia para sua sobrevivência.
Matar a Universidade, com intervenções da PM e outras, é matar o núcleo pensante da sociedade.
O Alckmin tem que ser menos intolerante, e entender que nem todos nós concordamos com a Opus Dei.
Ser Governador, Sr. Alckmin, e ser Reitor, Sr. Rodas, é ser Governador e/ou Reitor de todos, e não do séquito de seguidores de vossas excrescências, digo, Excelências.

Responder

Robson Moreno

17 de novembro de 2011 às 22h20

Conceição, Santa ingenuidade desses caíram no "conto do vigário do "Fantástico"! Se fossem aqueles jovens de classe média alta que vivem no mundinho; Condomínio-Escola-Shopping e informados pelo PIG, até poderia entender. Mas os que se dispõem a uma ação ousada, como a da ocupação da reitoria da USP, deveriam estar um pouco mais ligados nessa história de PIG, ou velha mídia. Mais ainda se considerarmos que nesses últimos anos, em especial, a partir de 2006, o crescimento da internet, mais ainda dos "blogs sujos", com toda a crítica que tem sido feita sobre o baronato da mídia e seus crimes. Não dá pra ser eternamente trouxa!

Responder

Hiro

17 de novembro de 2011 às 20h56

O vídeo acima demonstra claramente a manipulação na matéria.
Isso é muito sério.
Será que aqueles que fizeram isso, não se envergonham?

Responder

Ze Duarte

17 de novembro de 2011 às 20h56

Aqui está a democracia do povo de letras… se você vota de uma forma, você é fascista!!!

Esse é o respeito que os esqurerdistas tem pelos outros!!

Aí quando perde a greve, vota pela "paralisação"!!! hahahaha

Ou seja, tem que votar até a votação ter o resultado que eles querem!!!
http://www.youtube.com/watch?v=1em5LC7UgIc&fe…

Responder

francisco p. neto

17 de novembro de 2011 às 20h29

Se bem que a Globo não iria mostrar mesmo, mas os estudantes deveriam fazer um desafio ao governador para discutir com eles no gogó, cara a cara a sua política para as universidades.
Alckmin é um Zé Mané, incompentente e portanto um foruxo que manda seus capangas fazerem o serviço sujo.
PM, secretário da justiça e outros apaniguadaos.
Tenho nojo desse governo.

Responder

Paulo

17 de novembro de 2011 às 20h21

Isso está se tornando ridículo….é óbvio que eles não querem a PM lá para usarem drogas livremente, culpar a Globo dizendo que ela não mostra o real, isso sim é ainda mais ridículo, só que já andou pelo campus sabe a realidade do local, muita gente usando drogas ao ar livre e sem qq repreensão e não é só maconha não….
Mas tem gente que defende isso….vai entender……e ver esses alunos falar de democracia e liberdade é um tanto demagogo…. eles mesmos não respeitaram a votação, perderam e mesmo assim resolveram invadir a reitoria e cometeram atos de vandalismo impensáveis…. ou as imagens eram montagens da Globo, eles quebrando e pichando tudo ? Seria melhor este site defender o correto como deve ser….só vejo críticas a polícia….seria mais sensato pensar antes de escrever.

Responder

KBLo

17 de novembro de 2011 às 20h19

eu fiquei vendo esses artigos todos por aqui, e esperando um especial da record, no estilo "o que realmente aconteceu na usp", "a ocupação que a mídia não mostrou" ou coisa do tipo.
mas aí eu vi isso aqui e perdi as esperanças…

<iframe width="445" height="270" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4eaa7426fc9bea0ea4ef05f8&idCategory=192&embedded=true"></iframe>

Responder

Mariano

17 de novembro de 2011 às 20h08

Fui às lágrimas, tão inocentes… o barbudinho ali é figurinha carimbada, tem mais de 15 anos de usp.

Responder

Thiago Guieiro

17 de novembro de 2011 às 19h33

A disparidade entre as versões é gritante, e infelizmente, comum.
Outra tristeza é que até a versão da "causa operária TV" acaba perdendo força frente ao cidadão "pigdoutrinado" por conta da postura/desenvoltura dos entrevistados. Salvo a diretora do Sintusp e a estudante de audiovisual os outros entrevistados não corroboram com a lógica dos oradores que conduzem e cativam o público. Se eu não estivesse minimamente inteirado do assunto ficaria com um pé atrás frente a articulação dos entrevistados ao relatar sua versão dos fatos. Mesmo quem não fala com desenvoltura consegue expressar sua posição com clareza, desde que exista clareza da sua posição.
Alguém consegue imaginar um nome mais adequado pra esse programinha do que "fantástico"? Tá tudo ai, eles mesmo se entregam!

Responder

Guanabara

17 de novembro de 2011 às 19h28

Não é por nada não, mas tô achando que esse episódio da USP está sendo usado como "balão de ensaio" para coisa maior. Antes, vão avaliar como todo esse episódio entrou no senso comum da população. Dependendo da ideia formada, podem querer alçar voos mais ousados.

Responder

will

17 de novembro de 2011 às 19h08

A realidade é que país democrático só na hora de eleger.
os benefícios da democracia, que os políticos nos oferecem na campanha eleitoral, dão espaço para a picaretagem política e a ilusão de sermos bem informados pelo pig.

Até quando esperar?

Responder

Klaus

17 de novembro de 2011 às 18h52

Cadê a defesa do Lupi em Viomundo, cadê?

Responder

    Jairo_Beraldo

    17 de novembro de 2011 às 19h22

    Herrr Klaus, voce não percebeu que estamos de greve contra as denuncias do PIG??? Eles que falem sozinhos para voces teleguiados-pigueanos.

    Julio Silveira

    17 de novembro de 2011 às 19h45

    Klaus, qual é, essa e sua maneira de não querer tratar do assunto? desviando para outro? Ou voce também está envergonhado?

    Lucas Vila

    17 de novembro de 2011 às 21h34

    Carraspana HISTÓRICA!!!

    [youtube OqV9v4kWwCw http://www.youtube.com/watch?v=OqV9v4kWwCw youtube]

    Depois dessa o ministro deveria por o rabinho entre as pernas e pedir o boné, mesmo que nunca tenha roubado 1 centavo dos cofres públicos.

    O_Brasileiro

    17 de novembro de 2011 às 21h42

    Defender pra que, se a presidente Veja já decretou sua demissão?
    A única dúvida que tenho é se haverá ministros suficientes para os 37 meses restantes de mandato ou se haverá um rodízio entre os "sobreviventes".

trombeta

17 de novembro de 2011 às 18h42

Para quem tem dificuldade em entender vou ser o mais claro possível: o PSDB de São Paulo é a direita mais brava, mais reacionária, mais truculenta do país. Não se iludam com a carinha de bom moço do governador Alckmim, esse cara é a mesma coisa que Serra talvez até pior porque mais dissimulado.

Esses caras sonham com uma quartelada para voltar ao poder e repartí-lo com a mídia, parte do judiciário, a FIESP e as empresas transnacionais, tal qual ocorreu em 64, o discurso de democracia deles é para enganar trouxa são todos golpistas à espreita.

Responder

Tomudjin

17 de novembro de 2011 às 18h24

Por incrível que pareça, o que a mídia corporativa sabe fazer de melhor, é guardar segredos.
Mas, se mesmo assim, o simples fato de teu inimigo ainda conseguir respirar, a ponto de te incomodar o seu sono, tente coloca-lo dentro de um avião estranho, ou o acuse de estuprar alguém.
http://www.youtube.com/watch?v=0O6tM7jEcqE&fe… 0O6tM7jEcqE&feature=related

Responder

CC.Brega.mim

17 de novembro de 2011 às 18h08

ótimo post!

a tese da reportagem
última frase da jornalista da globo
é revelada por ela aos estudantes
quando diz
"a PM vai ficar"..

os estudantes têm razão
ao denunciar a ação de uma polícia
herdeira da ditadura
com infiltração espionagem
e repressão política.

todo apoio ao movimento!

Responder

Douglas

17 de novembro de 2011 às 17h46

Sinceramente, acho que não é somente um resumo da imprensa, mas dos movimentos estudantis atuais. Sou universitário e vejo isso se repetindo em diversas instituições.
Parece que vivem em um mundo de faz de conta. Estava tudo bem com a mídia até o momento que necessitaram dela. A quanto tempo a blogosfera não vem combatendo esse monopólio, essa verdadeira corrupção da opinião pública que é a imprensa brasileira? E onde estão os estudantes, os universitários? Infelizmente, a maior parte do movimento estudantil está fumando maconha, seja em São Paulo, seja no Rio. São capazes de planejar uma revolução mundial, com chavões contra o capitalismo, no McDonald's. Vão continuar vivendo em seu pequeno feudo, apanhando da PM e achando que é o fim do mundo. Só que o mundo é muito maior do que a USP ou SP.

Responder

luparime

17 de novembro de 2011 às 17h35

_
Pessoal sei que irei fugir bastante sobre o assunto proposto, mas alguém poderia me ajudar a entender isso.
http://www.youtube.com/watch?v=apFw-raYGR4&fe…

Responder

    Cassius

    18 de novembro de 2011 às 00h00

    São um bando de idiotas pagos pela TV Globo para iludirem outros tantos idiotas a lutarem contra uma usina essencial para manter a eletricidade que garante aos próprios idiotas escreverem bobagens na internet. Entendeu agora?

    augusto

    18 de novembro de 2011 às 08h57

    Energia eletrica, e mais hidreletrica, em um pais de bom porte como o brasil, luparime, tem que ser, precisa ser planejada dez anos antes da demanda prevista. E ser executada, iniciando seis anos antes do ano em q vai ocorrer essa demanda por mais Kilowatts. Por isso Belo monte agora e não é luxo. E minimizando democraticamente os efeitos ambientais negativos . Mas lembrar que poderia ser no lugar do ' lago' um 'sojão' ou um canavial em poucos anos, porque o agribusiness está ai…
    Mas efetios negativos mesmo vai haver se faltar energia.

Leo V

17 de novembro de 2011 às 17h33

Enquanto isso estudantes de professores em greve na Universidade Federal de Rondônia (UNIR) são perseguidos e ameaçados de morte.

Favor divulgar com urgência:

Ameaças de morte na greve da Universidade Federal de Rondônia http://passapalavra.info/?p=48727&cpage=1#com…

Responder

Luiz

17 de novembro de 2011 às 17h22

Vamos acompanhar o seguimento desses episódios.

Responder

JoseIvan

17 de novembro de 2011 às 17h18

Toda solidariedade e reconhecimento ao movimento estudantil e sindical da USP.
A mídia conservadora é correia de transmissão do projeto político da direita: governo de São Paulo deve satisfações à sociedade pela truculência.

José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida

Responder

    Fabio_Passos

    17 de novembro de 2011 às 22h17

    E a "elite" ainda tem a pachorra de querer ensinar democracia… eles pensam que ninguém percebe.

    <img src=http://blogdacoroa.files.wordpress.com/2010/04/globo_manipula.jpg>

    Luiz Henrique

    17 de novembro de 2011 às 23h45

    Pode republicar a figura no assuntara.com.br???

reinaldo carletti

17 de novembro de 2011 às 17h16

e, enquanto isso, o bernardo hiberna! e eu faco uma pergunta singela: poderemos responsabilizar o serra pelos acontecimentos na usp? hoje, como sempre, ele não é nada,não tem foro privilegiado, então quantas familias estariam envolvidas nesse processo, fazendo-o pagar por esses danos, com alguns anos de cadeia!
reinaldo carletti

Responder

bertoldo

17 de novembro de 2011 às 17h15

REALMENTE É FANTASTICO,

Responder

FrancoAtirador

17 de novembro de 2011 às 17h14

.
.
MANUAL PRÁTICO DE MANIPULAÇÃO DA MÍDIA

Vídeo que mostra como é facil manipular as notícias de um telejornal.

[youtube lNDYfGBKbF4 http://www.youtube.com/watch?v=lNDYfGBKbF4 youtube]

Elaborado, em 2008, para a Oficina de Comunicação do Projeto Diálogos Sociais, Cultura e Democracia da Faculdade de Filosofia de Jacarezinho – PR – UENP

A UNIVERSIDADE

"A universidade deve pintar-se de branco, de preto, de mulato, de amarelo, de vermelho, ou então arrancar as portas e o povo a invadirá e pintará com as cores que quiser"

Che Guevara

http://projetodialogossociais.blogspot.com/

Responder

ZePovinho

17 de novembro de 2011 às 17h09

O PIG edita a realidade e coloca esse simulacro na cabeça dos Hommers Simpsons.Nossa sorte,amigos,é que apenas a "crasse mérdia" vê esses jornais.Aqui no nordeste,eu já reparei,quando começam os telejornais o povão desliga e aguarda a próxima novela conversando.

Responder

Edson

17 de novembro de 2011 às 16h59

Eperar o que dessa midia nativa.

Responder

Edson Augusto

17 de novembro de 2011 às 16h32

A exibição completa desses dois vídeos mostra bem um resumo da imprensa que temos.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding