VIOMUNDO

Diário da Resistência


Fernando Brito: Modo de agir de Barbosa não vai acabar bem
Política

Fernando Brito: Modo de agir de Barbosa não vai acabar bem


15/08/2013 - 23h06

Brito: Comportamento de Barbosa no STF não vai acabar bem, escrevam

por Fernando Brito, no Tijolaço

Quem conhece um pouco sobre as vaidades humanas e o que ocorre com os relacionamentos profissionais ou pessoais depois que eles chegam ao ponto de ruptura vai entender o que digo.

Não vai acabar bem o Ministro Joaquim Barbosa na condução dos trabalhos do Supremo Tribunal Federal.

Por um nada, já havia engrossado ontem com o Ministro José Tófoli.

Hoje,  engrossou com o decano da Corte, Celso de Mello e insultou o Ministro Ricardo Levandowski.

Celso de Mello – Os argumentos são ponderáveis. Talvez pudéssemos encerrar essa sessão e retomar na quarta-feira. Poderíamos retomar a partir deste ponto específico para que o tribunal possa dar uma resposta que seja compatível com o entendimento de todos. A mim me parece que isso não retardaria o julgamento, ao contrário, permitiria um momento de reflexão por parte de todos nós. Essa é uma questão delicada.

Barbosa – Eu não acho nada ponderável. Acho que ministro Lewandowski está rediscutindo totalmente o ponto. Esta ponderação…

Lewandowski – É irrazoável? Eu não estou entendendo…

Barbosa – Vossa Excelência está querendo simplesmente reabrir uma discussão…

Lewandowski – Não, estou querendo fazer justiça!

Barbosa – Vossa Excelência compôs um voto e agora mudou de ideia.

Lewandowski – Para que servem os embargos?

Barbosa – Não servem para isso, ministro. Para arrependimento. Não servem!

Lewandowski – Então, é melhor não julgarmos mais nada. Se não podemos rever eventuais equívocos praticados, eu sinceramente…

Barbosa – Peça vista em mesa!

Celso de Mello – Eu ponderaria ao eminente presidente talvez conviesse encerrar trabalhos e vamos retomá-los na quarta-feira começando especificamente por esse ponto. Isso não vai retardar…

Barbosa – Já retardou. Poderíamos ter terminado esse tópico às 15 para cinco horas…

Lewandowski – Mas, presidente, estamos com pressa do quê? Nós queremos fazer Justiça.

Barbosa – Pra fazer nosso trabalho! E não chicana, ministro!

Lewandowski – Vossa Excelência está dizendo que eu estou fazendo chicana? Eu peço que Vossa Excelência se retrate imediatamente.

Barbosa – Eu não vou me retratar, ministro. Ora!

Lewandowski – Vossa Excelência tem obrigação! Como presidente da Casa, está acusando um ministro, que é um par de Vossa Excelência, de fazer chicana. Eu não admito isso!

Barbosa – Vossa Excelência votou num sentido, numa votação unânime…

Lewandowski – Eu estou trazendo um argumento apoiado em fatos, em doutrina. Eu não estou brincando. Vossa Excelência está dizendo que eu estou brincando? Eu não admito isso!

Barbosa – Faça a leitura que Vossa Excelência quiser.

Lewandowski – Vossa Excelência preside uma Casa de tradição multicentenária…

Barbosa – Que Vossa Excelência não respeita!

Lewandowski – Eu?

Barbosa – Quem não respeita é Vossa Excelência.

Lewandowski – Eu estou trazendo votos fundamentados…

Barbosa – Está encerrada a sessão!

O jornal O Globo narra que se ouviu, na antessala a discussão seguir, com os termos “palhaçada” (certamente dito Barbosa) e “respeito” (pedido por Levandowski).

No site Consultor Jurídico, diz-se que lá, quase chegou-se às vias de fato.

Notem que isso aconteceu na primeira possível – possível! – divergência de interpretação nos embargos de declaração. A coisa ainda está longe de chegar aos pontos mais polêmico: os embargos infringentes que, se aceitos – o que JB tentará impedir – implicam numa reavaliação do julgado, o que não ocorre agora, quando se examina apenas uma questão de interpretação adequada da aplicação da lei.

Joaquim Barbosa parece explosivo, voltando a apresentar as contorsões posturais de antes, o que todos achavam, depois dos momentos de lazer que ele, com todo o direito, gozou .

Se o seu comportamento pessoal, depois das revelações sobre empresa offshore montada para driblar impostos na compra de um apartamento em Miami, já não demonstrava equilíbrio, repeti-lo na condução da mais alta corte do país é catastrófico.

Os ministros, a esta altura, devem estar ser perguntando como poderão conviver com um presidente da corte que não os respeita em suas ponderações e votos, não se sabe se por um desequilíbrio verdadeiro ou se pela ânsia de aparecer como uma espécie de Charles Bronson jurídico, à procura de uma imagem pública de justiceiro.


Leia também:

Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



69 comentários

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Leandro Fortes: Marconi Perillo usa a Justiça de Goiás para calar a verdade - Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de agosto de 2013 às 14h17

[…] Fernando Brito: Modo de agir de Barbosa não vai acabar bem […]

Responder

Jacques

17 de agosto de 2013 às 00h44

PORQUE BARBOSA ODEIA TANTO LEWANDOWSKI?

Resposta = Porque Lewandowski CONHECE A LEI, conhece cada parágrafo da lei. E Barbosa é uma fraude, um charlatão. Ele se sente humilhado por Lewandowski toda vez que tem audiência. Então ele fica furioso, descontrolado e fora de si, quando Lewandowski ESFREGA as leis na cara do fantoche do PIG.

Responder

Marat

16 de agosto de 2013 às 21h54

Barbosa em diversas ocasiões dá mostras claras de desequilíbrio e arrogância. Todos temos problemas, complexos e dramas pessoais, contudo, uma pessoa que tem o cargo que ele tem precisa acabar com essa jequice, ou nunca seremos de “”””””(e põe aspas nisso!)1º mundo”””””, como a classe média diz desejar!

Responder

paulo roberto

16 de agosto de 2013 às 21h37

“Lei Orgânica da Magistratura.

Art. 35 – São deveres do magistrado:
(…)
IV – tratar com urbanidade as partes, os membros do Ministério Público, os advogados, as testemunhas, os funcionários e auxiliares da Justiça, (…)’.

Será que isso não deve valer, também, para os pares?

Responder

Lucas Parente

16 de agosto de 2013 às 20h48

Arrogância, deselegância, estupidez…

Quem está fazendo chicana senão o nosso Batman do Terceiro Mundo?

Responder

José Souza

16 de agosto de 2013 às 20h31

A quem competiria afastar o Ministro JB da presidência do STF? Aos próprios Ministros do STF ou ao Senado Federal? Eu sou um leigo no assunto mas alguém precisa fazê-lo e urgente. O motivo para tal não está nos erros de sua vida privada e sabidos por todos, trata-se do desequilíbrio emocional, demonstrado, por que está passando. A origem é psíquica e requer uma análise de profissional experiente. Ele não admite ou não quer admitir que “errou” durante a primeira etapa da AP-470 induzindo os demais Juízes, ele não aceita argumentações contrárias às suas, se perguntado, ofende e ele não admite ser aconselhado. Com a palavra os psiquiatras, psicólogos e analistas de plantão.

Responder

Fabio Passos

16 de agosto de 2013 às 19h28

joaquim “plim-plim” barbosa pode estar com raiva.
A doença é gravíssima e letal. O melhor é os outros ministros do stf desviarem de perdigotos nos momentos de fúria insana. E se levarem uma mordida, o que já não me parece impensável considerando o comportamento do presidente do stf, devem procurar tratamento imediato.

Responder

Tetê Sanches

16 de agosto de 2013 às 17h16

16 de Agosto de 2013•14h32

Em nota, associações de juízes criticam uso do termo ‘chicana’ no STF
Durante o bate-boca com Lewandowski, Barbosa disse “fazemos o nosso trabalho Foto: Nelson Jr./STF / Divulgação Durante o bate-boca com Lewandowski, Barbosa disse “fazemos o nosso trabalho Foto: Nelson Jr./STF / Divulgação

Carolina Gonçalves

Representantes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), criticaram nesta sexta-feira, em nota conjunta, a postura do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, durante a sessão de ontem no julgamento de recursos da Ação Penal 470, o processo do mensalão.

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A sessão de ontem foi encerrada por Barbosa após discussão com o ministro Ricardo Lewandowski durante apreciação de recurso – embargo de declaração – do ex-deputado federal Bispo Rodrigues (PL-RJ). O presidente do Supremo criticava o colega por dificultar o andamento do processo. Durante o bate-boca, Lewandowski disse que o STF não devia ter pressa no julgamento, quando Barbosa respondeu: “fazemos o nosso trabalho. Não fazemos chicana”.

Sem citar o nome de Joaquim Barbosa, as entidades alegam na nota que o episódio afeta a imagem da Corte. “A insinuação de que um colega de tribunal estaria a fazer ‘chicanas’ não é tratamento adequado a um membro da Suprema Corte brasileira. Esse tipo de atitude não contribui para o debate e pode influir negativamente para o conceito que se possa ter do próprio tribunal, pilar do Estado Democrático de Direito”, destacou o comunicado.

No texto de repúdio, os presidentes da AMB, Nelson Calandra; da Ajufe, Nino Toldo; e da Anamatra, Paulo Schmidt, ainda alertaram que os magistrados precisam ter independência para decidir e não podem ser criticados por ter posições antagônicas na mesma Corte. “Eventuais divergências são naturais e compreensíveis em um julgamento, mas o tratamento entre os ministros deve se conservar respeitoso, como convém e é da tradição do Supremo Tribunal Federal.”

A discussão entre os dois ministros começou quando Lewandowski tentava reabrir análise sobre a condenação por corrupção passiva do ex-deputado federal Bispo Rodrigues. Joaquim Barbosa argumentava que os recursos não permitiam ‘arrependimentos’ ou mudança da pena. Após ser acusado de fazer ‘chicana’, o ministro Lewandowski exigiu retratação, que não foi atendida.

Termo pejorativo
A chicana jurídica é um termo pejorativo que diz respeito a manobras protelatórias, como a apresentação de recursos ou a discussão de aspectos irrevelantes, que visam somente ao prolongamento do processo, retardando a apresentação ou o cumprimento de uma sentença. Os dois ministros já protagonizaram outros episódios de desentendimento, durante a primeira fase do julgamento do caso, no ano passado.

http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/em-nota-associacoes-de-juizes-criticam-uso-do-termo-chicana-no-stf,6fd57aa896f70410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

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Neurival Feitosa

16 de agosto de 2013 às 16h14

‘Lewandowski – Mas, presidente, estamos com pressa do quê? Nós queremos fazer Justiiça.”

Barbosa – “Pra fazer nosso trabalho! E não chicana, ministro!”

Quem está na Corte para fazer justiça? a resposta é “nós”, a julgar-se pela própria fala de Lewandowski.
Quem está na Corte para fazer o trabalho? a resposta é “nos”, conforme a resposta de Joaquim Barbosa.
E quem não está na carte para fazer chicana? a resposta é “nós”, segundo a fala do Ministro Joaquim Barbosa.

Portanto, não se pode concluir que o Ministro Joaquim Barbosa tenha se referido exclusivamente ao Ministro Lewandowski de estar na corte para fazer chicana. Ao contrario, a hipótese é que Joaquim Barbosa diz justamente que nenhum dos ministros está no STF para fazer chicana.

É isso!

Responder

Isidoro Guedes

16 de agosto de 2013 às 16h00

JB não está a altura do STF, foi uma infeliz indicação do respeitável religioso progressista frei Betto, que induziu o presidente Lula ao erro.
Os recalques, chiliques e histerias do sr. Barbosa são incompatíveis com o comportamento equilibrado que um magistrado deve apresentar, ainda mais na nossa mais alta corte de justiça.
Condenar apressadamente, e ainda mais sem provas, não é fazer justiça, é fazer justiciamento, e justiciamento, convenhamos, é coisa da Idade Média, coisa da Inquisição Católica que no período medieval pintou e bordou, assassinando inúmeras pessoas por “crime de opinião”.
Seria bom que essa mesma indignação e irritabilidade do sr. Barbosa produzisse rapidez e agilidade no julgamento do chamado “mensalão” (do PSDB) de Minas Gerais. Inclusive anterior ao do PT.
Se se quer pegar o PT como exemplo, vá lá, que se pegue (ainda que sem provas). O que não se pode é pegar um partido para servir de exemplo e deixar outras correntes partidárias empalitando os dentes e posando cinicamente de sérias e honradas (o que não são nem de longe).
Como bem frisou o ministro Barroso (recém empossado no mesmo STF) a questão não é a corrupção do PT. A questão é a corrupção de todo e qualquer partido, de toda e qualquer liderança política que tem que ser julgada com rigor.
A questão é o sistema político apodrecido que temos aí e que favorece (e convida para) a corrupção. Um sistema político e eleitoral que necessita de reforma urgente.
De hipocrisia a sociedade anda farta. De nada adianta condenar petistas de um lado (e que se condene – se provas de crime houverem, o que não se deu no caso do “mensalão”) e deixar os outros livres e o sistema político eleitoral que favorece tudo isso intocado.
De nada adianta demonizar o PT e suas lideranças e fingir que não está havendo nada de grave em São Paulo (com os mega-escândalos do Metrô, perpetrados por concorrências fraudulentas das gigantes Siemens e Alstom). Um escândalo que está rolando há quase vinte anos (justamente o período de poder dos tucanos em São Paulo), e que a mídia direitista e reacionária esconde e abafa. Que o MP finge que não vê e não investiga.
Se for só pra investigar petistas então não precisamos de justiça. Que crie-se então um único tribunal : o tribunal do anti-petismo e pronto.
Mas será que é isso que resolverá nossos problemas? Será isso que acabará com a corrupção ou reduzirá a roubalheira?
Francamente! Acreditar nisso é ser ingênuo, cretino ou hipócrita.

Responder

    paulo roberto

    16 de agosto de 2013 às 21h18

    “Condenar apressadamente, e ainda mais sem provas, não é fazer justiça, é fazer justiciamento, e justiciamento, convenhamos, é coisa da Idade Média, coisa da Inquisição Católica que no período medieval pintou e bordou, assassinando inúmeras pessoas por “crime de opinião”.”

    Nem é necessário dizer mais nada…

Ocimar Soares

16 de agosto de 2013 às 15h12

Podemos achar um absurdo que os condenados do mensalão não estejam atrás das grades. O caminho natural de todo condenado pela justiça. Portanto, não há como negar que houve um erro na aplicação da lei cometido por Joaquim Barbosa que neste caso pode ter falhado, mas também, pode ter mentido e está mais para mentira e induzindo seus pares ao erro quando afirmou que a morte de José Carlos de Castro Martinez foi em dezembro de 2003 quando ocorreu em 04 de outubro de 2003 como pesquisa seguinte que qualquer amador assim como eu pode fazer. (Google) José Carlos de Castro Martínez (São Paulo, 23 de maio de 1948 — Guaratuba, 4 de outubro de 2003) foi um empresário e político brasileiro. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Mais um trabalho porco feito no Brasil que pode jogar o nosso judiciário em descredito e na lama.

Responder

demetrius

16 de agosto de 2013 às 14h13

Quando a pressão do patrão é grande, o funcionário espana.

Responder

    Fabio Passos

    17 de agosto de 2013 às 11h51

    Acho que é isso mesmo.
    A globo tá pressionando demais o joaquim. rsrs

O DOUTRINADOR

16 de agosto de 2013 às 13h57

O J.Barbosa está mais para Desembargador que para Ministro do STF, mais para Juiz que para Desembargador, mais para Delegado de Policia que para Juiz, mais para Agente de Policia que para Delegado, mais para Escrivão que para Agente de Policia, mais para Carcereiro que para Escrivão, e assim por diante.
Sr. Ministro o Sr. tem que lembrar que para fazer um Trabalho bem feito, tem que ter calma e respeito as pessoas e a suas opiniões, mesmo não concordando. E mais “JUSTIÇA A QUALQUER PREÇO, NÃO É, E NUNCA SERÁ JUSTIÇA.

Responder

Messias Franca de Macedo

16 de agosto de 2013 às 13h46

Lewandowski tem que processar Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa não pode acusar impunemente um colega de fazer chicana.

Caso acredite na justiça brasileira, Lewandowski tem um só caminho depois da inacreditável ofensa desferida por Joaquim Barbosa: processá-lo.
O outro caminho, que quase se realizou segundo relatos de quem presenciou a continuação privada do bate-boca público, seria desferir-lhe uma bofetada.
(…)
Barbosa queria rapidez, tanto quanto foi possível entender. Mas não estamos falando em velocidade, mas em justiça. De resto, ele próprio não se notabiliza pela lepidez: vem atrasando miseravelmente processos como o que pode ajudar a causa dos desprotegidos aposentados da Varig e da Transbrasil.
Pouco tempo atrás, um site de Santa Catarina noticiou uma palestra que JB deu a empresários locais. Nos comentários, um aposentado da Varig lembrou que o ministro tinha coisas mais importantes a fazer do que palestrar em Santa Catarina.
(…)
Num certo momento, Lewandowski dá um xeque mate. “Estamos aqui para interpretar as leis, não para fazer leis”, diz ele.
Perfeito. Para fazer leis, você tem que receber votos e estar no Congresso.
JB parece não ter clareza nisso.
Na verdade, ele não parece ter clareza em quase nada. É, essencialmente, confuso. Acha que tudo bem empregar um filho na Globo, ser amigo de jornalistas, patrocinar viagem para repórteres exaltá-lo, criar uma empresa de araque para comprar apartamento em Miami, essas coisas todas.
E além de confuso pode ser agressivo, como se viu ontem no uso desvairado da palavra “chicana”.
(…)
Joaquim Barbosa é, hoje, um problema nacional. O desafio do Supremo é minimizar este problema.
Veremos, nos próximos dias, como o Supremo se sai neste desafio.
Um bom primeiro passo seria Lewandowski processar JB pela calúnia de ontem.

Por PAULO NOGUEIRA
16 DE AGOSTO DE 2013

em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/lewandowski-tem-que-processar-joaquim-barbosa/

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Messias Franca de Macedo

16 de agosto de 2013 às 13h26

ERRO CRASSO MOTIVOU ACESSO DE FÚRIA DE BARBOSA

Afinal, por que Joaquim Barbosa teve mais uma explosão diante das câmeras no plenário do STF? Fruto do já conhecido temperamento autoritário e desrespeitoso? Na verdade, seu temor é ser forçado a corrigir um erro que ele próprio cometeu, na definição das penas, ao omitir a data de morte de José Carlos Martinez (abaixo à dir.), com quem o PT fechou um acordo eleitoral e que faleceu em outubro de 2003; a data tem papel essencial na definição de penas de réus como Bispo Rodrigues, pivô da discussão de ontem, e até de José Dirceu; brigada da mídia já se movimenta para evitar que o erro seja revisto, como nas colunas de Merval Pereira, Reinaldo Azevedo e Josias de Souza
(…)

FONTE: mídia nativa!

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Pafúncio Brasileiro

16 de agosto de 2013 às 12h48

Azenha,
Não entendo. Como podemos ter um sujeito completamente celerado no máximo cargo do judiciário do Brasil ? Olhando o texto da conversa, entre o Kinzão e o Lewandowsky, noto que o que sai do Kinzão é só ofensa, agressividade, falta de educação, falta de polidez mínima. Ele, Kinzão, pessoaliza tudo, é uma vergonha. Pode-se também notar que ele se imagina como um justiceiro, do mais baixo nível. Também, pode-se dizer que com estas atitudes ele envergonha a raça negra, pois, dos negros que conhecí ao longo da minha vida, não me lembro de nenhum que tenha usado este tipo de grosseria comigo e com outras pessoas.

Responder

    Paulo

    16 de agosto de 2013 às 13h24

    O Pior de tudo é a claríssima falta de razão. Será que o Joaquim ainda não percebeu que não dá mais pra ganhar no grito.

Urbano

16 de agosto de 2013 às 12h46

Quando se fala em “fundamentos”, acabou-se, o ôme encerra a conversa. Vai arriscar?…

Responder

Valente

16 de agosto de 2013 às 12h31

Há muitos remédios que causam efeitos colaterais. Tipo loucura mesmo.
Os remédios antidepressivos, os pra hipertensão.

Às vezes eu não sei com quem estou falando no meu trabalho, se com pessoas se com a química.

Todos tomam remédios pra hipertensão, atidepressivos, pra gazses, pra dores, pra insônia, tudo junto, e mais algum álcool.
Um bando de malucos beleza véin.

Responder

Regina Braga

16 de agosto de 2013 às 12h29

Tá ficando feio, a falta de respeito do Presidente do STF.Completo despreparo para conviver com o Poder.

Responder

Ernesto

16 de agosto de 2013 às 12h16

JB Enloqueceu geral
Suprema Corte….Suprema
O que mais nos resta ??????????

Responder

Silvio I

16 de agosto de 2013 às 12h11

Parece-me que o Senado deve estar de olhos bem abertos.Porque e muito provável que aqui se apresente a necessidade de um impechman.

Responder

Ulisses

16 de agosto de 2013 às 12h04

Justiceiro? Por querer apenas tentar “F” com o PT? Que justiceiro de “M” é este? Por que não faz o mesmo com outros partidos? Principalmente com o PSDB que tem um processo idêntico para ser julgado e o “justiceiro^” finge que não vê? Um palhaço reacionário baba ovo, menino pobre que babou ovo dos ricos, principalmente os ricos mineiros como a família Neves, para também ficar rico. É, no meu julgamento, a pior classe de pessoa que existe.

Responder

ricardo silveira

16 de agosto de 2013 às 12h01

De 2012 até agora muito foi revelado do péssimo julgamento a que o STF se prestou. Certamente, uma das páginas mais tristes e vergonhosas do STF. Negar a possibilidade de corrigir os erros do julgamento é o que me parece fazer Joaquim ao continuar a intimidar alguns colegas, fraquinhos, que o acompanharam antes e que podem mudar de ideia em face do que todo mundo já sabe, mas não sei se vai funcionar com os dois que chegaram agora. Pode ser que emplaque, afinal, os amigos da Globo continuam juntos.

Responder

FrancoAtirador

16 de agosto de 2013 às 11h54

.
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A VIOLÊNCIA CORPORATIVA DA MÍDIA BANDIDA

Assédio Moral: Intimidação e Humilhação Pública

A intimidação pode se manifestar sob a forma de expressões ameaçadoras, manipulação emocional, insultos verbais, constrangimento proposital, ameaça física e/ou ataque físico real.

A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares.
Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o pacto da tolerância e do silêncio no coletivo, enquanto a vítima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, perdendo sua autoestima.

Estratégias do agressor

· Escolher a vítima e isolar do grupo. · Impedir de se expressar e não explicar o porquê.
· Fragilizar, ridicularizar, inferiorizar, menosprezar em frente aos pares.
· Culpabilizar/responsabilizar publicamente, podendo os comentários de sua incapacidade invadir, inclusive, o espaço familiar.
· Desestabilizar emocional e profissionalmente.
A vítima gradativamente vai perdendo simultaneamente sua autoconfiança e o interesse pelo trabalho.
· Destruir a vítima.
A destruição da vítima engloba vigilância acentuada e constante.

Responder

    joão Luiz Brandao Costa

    16 de agosto de 2013 às 18h07

    Você esqueceu o principal. No processo de demonização empregado pela mídia de engajada (antidemocrática), usa-se a velha técnica Goebbeliana: difundir uma mentira ad nauseam, até que ela se torne verdade.

    elizabeth pretel

    16 de agosto de 2013 às 19h43

    Tudo indica que é exatamente isso que o jb está tentando fazer com o Ministro Ricardo Lewandoswki; só que eu acredito na integridade deste último, (Ricardo) e, penso, melhor dizendo, acredito que ele não irá se intimidar, mesmo que venha a ser voto vencido, pois trata-se, na acepção da palavra de um Magistrado, com ” M ” Maíusculo.

    FrancoAtirador

    16 de agosto de 2013 às 23h29

    .
    .
    Não é em relação ao ministro Lewandowski que se coloca a questão.

    Muito embora até mesmo ele tenha embarcado na mentira da Visanet,

    Lewandowski é o único que já demonstrou que não se intimida.

    Mas e @s demais?

    Não se arriscam a dar um pio contra o voto do relator

    para não serem, depois, [email protected] pela Mídia Bandida.

    Aliás, o fato de eventualmente publicarem, por antecipação,

    alguns desvios de conduta, também faz parte do mesmo processo.

    A intimidação ocorre de forma subliminar, sugestiva, indireta.

    A Mídia Bandida detém o monopólio empresarial das comunicações,

    porque é quem possui o poder sobre a imagem dos homens públicos.

    É por isso que não se aprova a Lei de Meios no Congresso Nacional.
    .
    .

killimanjaro

16 de agosto de 2013 às 11h41

Drácula. va de retro capa preta!

Responder

Evaldo

16 de agosto de 2013 às 10h57

O paladino da moral, não consegue ouvir a expressão “não concordo com o senhor”. Imediatamente é tomado pela ira. Com isso, não poderia ser o presidente do STF.

Falta serenidade e postura para o cargo.

Responder

Julio Cesar Montenegro

16 de agosto de 2013 às 10h29

terra colonizada
com cultura importada superfaturada
dá nisso

paga-se qualquer preço
em dolarizada PRE TENSÃO
pra copiar o AMERICAN WAY OF LIFE
E que a grana APorte MIAMI

Responder

Zé Francisco

16 de agosto de 2013 às 10h26

Sr. Consultor Jurídico, como alguém com dores graves nas costas poderia entrar em vias de fato? Será que até a dor nas costas do Barbosa é fraude, da mesma forma que o “Gavetão”, off shore em apê funcional, Visanet Pública, “Mentirão”, filhote empregado da mega sonegadora. Só uma certeza: Barbosa tem todos os atributos para ser herói da Veja.

Responder

Beto São Pedro

16 de agosto de 2013 às 10h26

Acho que pelo menos o Lewandowski deveria cobrar adicional por risco de vida. O Joaquin é um Idi Amin enraivecido.

Responder

HUAUHSUHD

16 de agosto de 2013 às 10h25

E quanto a demora para se definir um voto, quanto a boa vontade em se encerrar uma votação, se faz necessário realmente tantas revisões, ou há ai algo mais obscuro. Faz-se necessário questionar isso.

Responder

Julio Cesar Montenegro

16 de agosto de 2013 às 10h14

espero que ele perca completamente o freio
repetindo titulo do filme de arrabal
j’irai comme un cheval fou
irei como um cavalo louco

Responder

Mardones

16 de agosto de 2013 às 09h42

Joaquim Barbosa sabe que muita conhece a real história do mentirão. E que há processos acobertados por ele que envolve empresa onde o filho dele trabalhou. Ele está num beco sem saída. E como uma fera acuada, antes de ser abatida, vai cuspir fogo para todo lado. Resta os outros ministros da corte – aqueles que têm decência – impedir que as baforadas na fera queime todo o julgamento midiático.

Eu aposto que Barbosa vai perder e feio. Ele será devidamente enquadrado.

Responder

    Valente

    16 de agosto de 2013 às 12h34

    Também acho. Os outros não são navegantes de primeira, sabem muito.

augusto2

16 de agosto de 2013 às 09h34

Esta se configurando um tipo ‘impasse’ interno no colegiado, me parece.
haveria talvez algumas saidas, internas e consensuais, para isso. Se bom senso houver restado ainda. Creio que sim.
É dever x revisoes x imprensa+pressao x vaidade x equilibrio dos recem.chegados x isso e aquilo.
Enfim tomara. oxalá. faço votos. se Allah o permitir ou Xô satanás.

Responder

Jose Mario HRP

16 de agosto de 2013 às 09h27

Mais que a palhaçada do moralista JB, no STF, o que causa espécie e vergonha nos nossos apregoadores da moral e dos bons costumes, é a falta de ação destes mesmos, quando se clama por investigação e punição contra essa coisa de off shore, sonegação de impostos, salários pagos a juizes/ministros que não trabalham em universidades públicas!
Nada é apurado, nada se diz, num silencio corrupto e omisso!
Nos EUA, Joaquim Barbosa já estaria ou preso ou defenestrado!
Mas aqui, os amigos, os da mesma etnia, e os demagogos, o toleram, ou o usam, ou o que?

Responder

Evandro

16 de agosto de 2013 às 09h23

Todos os movimentos de JB são de alguém que está sedimentando uma futura candidatura (à presidência). O problema é o perfil dele. Ele parece um rinoceronte numa loja de cristais

Responder

Carlos Lima

16 de agosto de 2013 às 09h21

Expediente de rábulas, não se manifesta em técnicas jurídicas até porque não as tem. Porém o Joaquim não é um rábula, tem formação não usa as técnicas não sei porque. Más esta longe de ser um presidente de supremo com capacidade de um verdadeiro juiz, não tem nada que o garanta como um bom juiz, esta mais para ditador do que para juiz. Quem não sabe ouvir, agride deliberadamente não pode ser juiz, tem que ser inquisidor a sua mente parece medieval, ele não suporta nem a si mesmo, é um narciso sem espelho, ele precisa passar um tempo num centro de reabilitação. Ele quebra normas e acha que para ele tudo é normal, que ele pode tudo, se transformou num espécie de semideus, ele usa técnicas de acuar seu pares e ímpares com agressões, não utiliza diálogo para confrontar o contraditório. O Joaquim de certa forma esta manchando o judiciário brasileiro, ele precisa internar-se ou alguém tem que interna-lo, não pode alguém com as faculdades normais agredir as pessoas como ele faz no cargo que ocupa. A técnica dele é a seguinte, ele agride e o assessor de imprensa pede desculpa, isso já ficou chato e irreparável, isso é desvio de conduta condizente com o cargo.

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Pafúncio Brasileiro

16 de agosto de 2013 às 09h13

Azenha,
Charles Bronson jurídico ou Mugabe II ?

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Mello

16 de agosto de 2013 às 08h45

Algum Ministro precisa perguntar a Barbosa, quem o nomeou bedel de voto dos outros…

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Eme Gomez

16 de agosto de 2013 às 08h04

Esse cara daria um excelente delegado de polícia numa das favelas do Rio. Que comportamento mais deplorável !

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ma.rosa

16 de agosto de 2013 às 07h51

Acho que este senhor precisa imediatamente de tratamento médico! Seria muito salutar pra ele e para o STF. Quanto “DESTEMPERO”!

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Jorge

16 de agosto de 2013 às 07h48

“Não vai acabar bem”, de que forma?

Ele vai sair no tapa com outro ministro? Não creio. E se acontecesse, qual seria o resultado? Ele seria preso por agressão? Faz-me rir.

Os seus pares vão ficar de saco cheio e irão destituí-lo? Duvido muito. A maioria só baixa a cabeça para as agressões e aceita. O único que bate de frente é o Lewandowski. Nem sei se o regimento permite isso.

O Senado iria realizar o impeachment dele? Duvido mais ainda.

Levando-se em conta que as grosserias são constantes, mas ficam muito mais exacerbadas quando ele trata do mensalão, uma vez que o julgamento esteja terminado, tudo vai ficar por isso mesmo e os eventuais “rompantes” que ocorrerem em outras situações nem terão mais destaque na imprensa.

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Pedro luiz

16 de agosto de 2013 às 07h46

Onde está o Amarildo pergunta a Globo?, Eu, povo pergunto? onde está o STF?.

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RicardãoCarioca

16 de agosto de 2013 às 07h39

Isso é que dá aceitar dinheiro do PiG/oposição para condenar a todo o custo um grupo político. E ele sabe que, se seus financiadores não tiverem as imagens dessas pessoas atrás das grades, o apartamento nos EUA vai virar a espada midiática que cairá na sua cabeça.

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Rodrigo Leme

16 de agosto de 2013 às 06h36

O Joaquim aumenta mas não inventa. Levantandowski presta desservidos ao país e à justiça desde que esse julgamento começou. Trabalha melhor que os advogados de defesa dos corruptos.

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    augusto2

    16 de agosto de 2013 às 09h43

    equivoco,cara palida!
    Aumenta, reinventa o jus… e esconde em outra esfera e instancia e outra gaveta o que não convem a seu proposito.
    Lewandowski vem desde o principio ouvindo, escutando a defesa nao dos necessariamente corrupto, mas dos reus.

denis dias ferreira

16 de agosto de 2013 às 01h23

O comportamento do sr. Francisco Barbosa está muito próximo do comportamento daqueles que adoram armar um barraco e daquelas que se especializaram em rodar a baiana pelos motivos mais banais.

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João-PR

16 de agosto de 2013 às 00h31

Joaquim Barbosa tem se mostrado inapto para ocupar o cargo de Presidente do STF.
Um Tribunal Superior deve fazer justiça, e não ser ocupado por justiceiros.

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valdecir

16 de agosto de 2013 às 00h09

JB = offshore e desequilibrio.

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cristina

16 de agosto de 2013 às 00h03

não tem que questionar mais nada,está tudo provado,está dado o voto,não tem ponderação.Querem enrolar quem???Joaquim BArbosa está certíssimo,é preciso acabar com a quizumba .Cumpra-se a lei,e fora ministros “meia boca”.

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    Data Venia

    16 de agosto de 2013 às 00h33

    Prezada, percebe-se que você é leiga em Direito, mas é uma torcedora fanática por um dos times nesse jogo político. Quem quer realmente as coisas certas não pode pactuar com comportamentos autoritários e demagógicos. Justiça não é futebol nem novela.

    Mameladov

    16 de agosto de 2013 às 07h49

    Percebe-se que o ilustre causídico Data Venia tem opinião contrária à pena de privação da liberdade para de políticos que cometam crimes. Será que a história política de José Dirceu e Genoíno é atenuante?

    denis dias ferreira

    16 de agosto de 2013 às 01h16

    Por que tanta pressa? O julgamento, ao contrário do que a senhora pensa, ainda não terminou. Erros foram cometidos e é necessário, para que a justiça seja feita, que sejam corrigidos. O seu evidente tucanismo a impede de olhar para o caso com maior imparcialidade e com menor afoiteza.

    Jose Mario HRP

    16 de agosto de 2013 às 09h01

    Cristina, um anjo caído e perdedor, que já apanha há tres eleições presidenciais!
    Chorar e espernear é o jeito!

Rafael

15 de agosto de 2013 às 23h58

Independente de ter razão ou não(JB não tem razão) uma discussão nesse local envergonha. Claro que a globo vai mostrar JB como o cara correto, que não gosta de “chicanas” olha quem falando cria uma empresa(poribido para um servidor público e proibido também pela lei orgânica do MPF). Um dia, e não vai demorar, esse julgamento será um exemplo de o que não deve ser feito.
Por isso sou contra transmitir julgamentos. A transmissão é um forma de pressão, juiz tem que julgar com base em provas e quanto mais discrição melhor.
Nos EUA membros da suprema corte são incontatáveis. Não dão entrevistas, não são figuras públicas. Aqui se cogita que um membro do STF se candidate à presidência da república. Um absurdo. O Brasil como república ainda não nasceu.

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Alberto Nasiasene

15 de agosto de 2013 às 23h31

Se este senhor não está à altura do cargo que ocupa, nada como reviver novamente o Fora Barbosa (com velas na Praça dos Três Poderes, em vigília cívica convocada em protesto contra Gilmar Mendes, em que este senhor, na época, disse e a multidão repetiu, não somos seus capangas!…). Chega de tanto arbítrio e tanta postura inadequada!

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marco

15 de agosto de 2013 às 23h20

Não concordo!Tenho a opinião que espertamente quer coagir aos outros,por estar comprometido até os ossos,com seus senhores da casa grande!

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    Jurandir

    15 de agosto de 2013 às 23h51

    Comentário pobre e racista. Meus parabéns.

    Leonardo Dantas

    16 de agosto de 2013 às 00h25

    Bem poderia ser interpretado como uma figura de linguagem mas….
    Bem que dizem que a interpetção (ou julgamento) das opiniões costuma expor as “tendências” de quem julga, mais do que esclarecer a quem foi julgado.

    D. Pedro II

    16 de agosto de 2013 às 00h39

    Sábias palavras!

    Mameladov

    16 de agosto de 2013 às 07h50

    Onde está a Secretaria de Igualdade Racial?

    SILVIO MIGUEL GOMES

    16 de agosto de 2013 às 08h17

    Racista??. Senhor Jurandir, tenha dó!!!!


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